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22 ( Gimo Chivite da Graça Relatório de Estágio Pedagógico de Quimica Lice nciatura em Ensino de Qu í mica com Habilta ҫõ es em Gest ã o Laboratorial Universidade Rovuma Extensão de Cabo Delgado 2022 Universidade pedagógica Montepuez 2018 ) ( Gimo Chivite da Graça Relatório de Estágio Pedagógico Química Relatório de carácter avaliativo a ser apresentado no departamento de Ciências, Tecnologia, Engenharia e Estatística, no curso de Química na cadeira de Estagio Pedagógico de Química, 4 o ano I semestre, pelo docente. Supervisor: Monteiro Caros Mapero Universidade Rovuma Monepuez 2022 Universidade pedagógica Montepuez 2018 ) Índice Relatório de Estágio Pedagógico 1 Lista de Símbolos e abreviaturas 5 Lista de tabelas 6 Declaração 7 Dedicatória 8 Agradecimento 9 Resumo 10 Introdução 11 Capitulo I: Fundamentação teórica 13 1.1.Relatório 13 1.1.1.Importância do Estágio pedagógico 13 2.Fases de estágio pedagógico 15 2.1.Trabalho do campo 15 2.1.1.Pré-observação 15 2.1.2.Observação 15 2.1.3.A Escola Observada 16 2.1.4.Definição de Escola 16 3. Breve Historial da Escola Secundaria de Montepuez 17 3.1.1.Funcionamento da Escola Secundaria de Montepuez 17 3.1.2.Localização Geográfica da Escola Secundaria de Montepuez 17 3.1.3.Descrição e análise das aulas leccionadas pelo tutor 17 3.1.4.Estrutura e organização das aulas observados 18 4.Momentos da aula 19 4.1.Objectivos da aula 19 4.1.Conteúdos da aula 19 4.1.1.Métodos, estratégias e Meios de ensino 19 4.1.2.Avaliação 20 4.1.3.Observações gerais e avaliação das aulas observadas 20 4.1.4.Observação da turma em termos das características físicas da sala 20 5. Relação professor-aluno 21 5.1.Pós-observação 22 5.1.1.Planificação e execução das aulas. 22 Sugestões 24 Conclusão 26 Referências bibliográficas 27 Apéndices 30 ( III )Lista de Símbolos e abreviaturas Apud: citado por, dri.Adj. ped: director adjunto pedagógico, dra : doutora EPEB: Estagio Pedagógico Básico EP: Ensino Primario; MSc: mestre PEA: Processo de Ensino E Aprendizagem; PP`s: Praticas Pedagógicas; RAUR: Regulamento Académico da Universidade Rovuma; RPEP: Relatórios de Práticas e Estágio Pedagógico TPC: Trabalho Para Casa; UR: Universidade Pedagógica; ( IV )Lista de tabelas Tabela 1: Horário da 11ª B3 curso Diurno………………………………………………….19 Tabela 2: Aproveitamento pedagógico no II trimestre da 11ª diurna………………………22 ( V )Declaração de honra Eu, Gimo Chivite da Graça de naturalidade moçambicana estudante do 4° ano da Universidade Rovuma, Extensão de Montepuez, Curso de Licenciatura em Ensino de Química, declaro por minha honra que o Presente Relatório é da minha autoria e os conteúdos do mesmo foram colhidos na Escola Secundária 15 de Outubro através da observação direta durante o estagio pedagógico de Química. Em caso de haver alguma inconveniência pode-se consultar a direção da escola supracitada. Montepuez, Agosto 2022 ________________________________________________________ Gimo Chivite da Graça ( VI )Dedicatória Este relatório do estagio pedagógico de química, dedico aos meus pais, irmãos, amigos, colegas da turma do 4º ano, aos meus docentes, meu tutor e alunos que tive durante o estagio, que me apoiaram e me apoiam, me deram motivação para atingir as minhas metas. ( VII )Agradecimento Agradeço à Deus por sempre ter me dado a saúde e me guiar em todos os cantos. ( VIII )Resumo O relatório é o relato detalhado de um experimento científico, seja este realizado em laboratório ou através de simulação computacional. Uma actividade prática de uma disciplina experimental, culmina com a elaboração do relatório, conferindo a este, portanto, o papel de ser parte do experimento, também podemos dizer que o relatório de Estagio Pedagógicas de Ensino de Química serve como um instrumento final de um processo de avaliação que apresenta informações parciais obtidas através da observação do trabalho do campo (leccionação), porem o estágio é uma etapa importante no processo de desenvolvimento e aprendizagem do aluno, porque promove oportunidades de vivenciar na prática conteúdos académicos, propiciando desta forma, a aquisição de conhecimentos e atitudes relacionadas com a profissão escolhida pelo estagiário. Além disso, o programa de estágio permite a troca de experiências entre os funcionários de uma instituição, bem como o intercâmbio de novas ideias, conceitos, planos e estratégias. Palavras chaves: estagio pedagógico, química, relatório, ensino. Introdução O presente Relatório de Práticas Pedagógicas descreve as actividades práticas que realizadas na escola secundária de 15 de Outubro a partir da assistência de aulas. O conceito (Práticas Pedagógicas), define-se como sendo as actividades curriculares no plano de formação dos professores, universitários ou no instituto de formação exclusivamente reservado para uma experiência dos formandos, dos profissionais em matérias de ensino. Elas, constituem a actividade indispensável para todo formando que se prepara para a vida docente. Objectivos Objectivo Geral · Reproduzir todos acontecimentos vividos na escola secundaria 15 de Outubro durante o durante o estágio Pedagógico química. Objectivos específicos · Conceptualizar as praticas pedagógicas da disciplina de química; · Descreveras aulas dadas e as respectivas observações; · Gerar sugestões que possam corrigir as dificuldades da escola. Respeitando os objectivos específicos do relatório, o trabalho está estruturado em quatro (4) Capítulos; o primeiro capítulo faz a definição dos conceitos, o segundo fala da organização escolar e o terceiro e ultimo fala das modalidades de ensino da disciplina de química e finalmente apresenta a conclusão e as referências bibliográficas. Como metodologia de recolha de dados, o trabalho contou com a observação através de assistência de aulas na escola secundária de15 de Outubro, ao professor de química da escola referida, e consultas de alguns autores que se debruçaram em relação a educação. Fases de estágio pedagógico Segundo Dias et. al (2008) afirma que “as práticas pedagógicas ou estágio pedagógico obedecem as seguintes fases: pré-observação, a observação, pós-observação, e seminário”. As práticas de EPEB decorreram em uma etapa que é: trabalho de campo (leccionação), sendo que esta etapa ou fase também é subfaseadas em: pré-observação, a observação, e pós-observação. 2.1.Trabalho do campo 2.1.1.Pré-observação A pré-observação caracteriza-se pelo treino e preparação para o acto de observar, onde se exige ao docente a tarefa de planear o que pretende observar, as formas e os momentos da aplicação. No essencial caracteriza-se pelo plano avaliativo. Esta fase, iniciou com actividades lectivas das práticas de estágio pedagógica do curso de Química a nível da sala de aula da cadeira, onde o docente descreveu o que seria estágio pedagógico de Ensino de Química os conteúdos, objectivos, avaliação, e como deveria decorrer a prática de estágio pedagógico de química, divisão da turma em grupos e distribuição de credenciais. 2.1.2.Observação Na observação, como acção real no espaço de uma aula, identifica-se a observação directa ou indirecta quando resultante de um registo de vídeo ou similar. Como principal e crucial momento para registar e consequentemente avaliar em função dos dados recolhidos. Deverão ser respeitados três princípios: objectividade, fidelidade e validade. Nesta fase realizou-se o trabalho de campo com a observação de aula leccionada pelo tutor. Como enfatiza GIL (2022), Observação é o acto de observar, isso significa ter a atenção direccionada para algo específico, com o intuito de posteriormente julgar, analisar ou investigar determinada coisa ou alguém. Se aliando nesse autor, podemos dizer que quando uma pessoa faz uma observação, significa que desenvolveu um comentário, por norma crítico, sobre algo que presenciou. Neste caso, as observações costumam apontar osaspectos mais positivos e negativos do objecto observado em questão. A observação de tipo científica consiste basicamente em medir e observar os factos plausíveis de observação. Esta actividade deve ser realizada sem que a subjectividade, os sentimentos e as opiniões se envolvam de maneira que desviem a tarefa científica que está sendo seguida. No âmbito científico, a observação faz parte do método científico, consistindo unicamente em observar e perceber o objecto-alvo. Isto significa que a observação ajuda o pesquisador a identificar algo ao respeito dos objectivos do saber no qual, o indivíduo não tem consciência mas que orienta o seu comportamento. Sendo assim, o objectivo principal desta observação foi de compreender o PEA na disciplina de biologia ao nível da escola secundaria de Montepuez, anotando todos os procedimentos ao decorres da aula, que os quais, a função didáctica, as metodologias usadas pelo professor, a interacção entre o professor e aluno, entre outros procedimentos que o critério foi usado de o observador colocar-se uma posição na sala, que lhe permite ver todo o professor assim como os alunos. Foi com base na observação de actividades da tutora dentro da sala de aulas, com o propósito de obter dados. Importa referir que a observação pode ser directa ou indirecta. Aqui, foi usado a observação directa que consiste não penas em ver, ouvir e examinar, mas também em ler documentos. 2.1.3.A Escola Observada 2.1.4.Definição de Escola De acordo com Libânio (1989)a Escola é um lugar colectivo do trabalho ou instituição de formação e educação do Homem. A escola como sendo um local de trabalho, é um estabelecimento de ensino e aprendizagem que envolve professores, direcção da escola, alunos e pais encarregado da educação, assim como a comunidade em geral onde estes últimos contribuem para a realização de uma educação eficiente. A escola deve estabelecer relações constantes com o meio pois, a formação integral do aluno não passa pela simples instrução dos conteúdos académicos, mais assim pela educação disciplinar na qual desempenha um papel predominantes os valores essências para um crescimento e desenvolvimento harmonioso. 3. Historial da Escola Secundária 15 de Outubro - Montepuez A Escola Secundária 15 de Outubro é uma escola nova que foi inaugurada por Sua Excelência Dr. Zeferino de Andrade Alexandre Martins na altura era o Ministro de Educação, no dia 09 de Abril de 2010. O seu funcionamento foi a partir da data 11de Maio de 2010 com transferência da direcção da escola secundária de Montepuez, alguns professores e alunos do 2º ciclo (11ª e 12ª classe) de ambos turnos.Localização da Escola A Escola secundária 15 de Outubro situa-se no bairro de Niuhula à 3km da sede do Distrito. Faz limite com: · Este: com o centro de saúde do bairro Nnaua, Ncoripo; · Oeste: serração de madeiras dos chineses; · Norte: escola industrial e profissional, instituo de formação dos professores, universidade Rovuma delegação de Montepuez e · Sul: o bairro de Niuhula. 2.2.2. Descrição da Infra-Estrutura da Escola A Escola Secundária 15 de Outubro, tem as suas instalações do tipo 2 e funciona com um total de 17 salas de aulas. A escola é constituída por 8 blocos os quais comportam as 10 salas de aulas, 1 secretaria que tem 5 gabinetes administrativos, 1 biblioteca que está em funcionamento, 1 laboratório comum para todas as disciplinas das ciências naturais, 1 sala de informática com 16 computadores, 1 papelaria que esta em funcionamento pela falta de material, 1 posto médico que não está em funcionamento, 1 sala dos professores, 1 gabinete do núcleo ante DTS/SIDA, 1 cantina escolar, 1 oficina, 1 armazém e 10 casas de banho das quais 6 para os alunos, sendo 3 femininos e 3 masculinos e ainda 4 casas para os professores, sendo 2 femininos e 2 masculinos. A escola não possui pisos, e o acesso aos blocos é facilitado através de rampas que se encontram no início e no fim de cada passeio. A escola possui uma área desportiva com condições para a prática do futebol e várias actividades que requerem um espaço cómodo, possui 7 pátios enormes para o recreio. Possui anda um internato o qual por razões de força maior não foi possível confirmar o número de quartos e conta com 7 residências das quais 6 são dos professores. Horário de funcionamento da Escola Período Entrada Saída Manha 6:30 11:25 Tarde 11:35 16:30 Noite 16:40 21:35 3.1.3.Descrição e análise das aulas leccionada pelo tutor A aula observada decorreu no dia 30 de Maio de 2022 na 11aclasse, turma B3 do curso diurno no 5º e 6º tempo segundo o horário em funcionamento da Escola secundária 15 de Outubro. A sala estava bem em relação higiene, o professor estava bem apresentado e alunos, mas com um número de alunos muito elevado, assim dificultado a circulação do professor na sala de aula. A aula assistida pelo estagiário permitiu a ambientação do estagiário como forma de conhecer o comportamento dos alunos e do professor. logo que iniciou a aula, o professor perguntou se os alunos tinham feito TPC e pediu alguns voluntários para apresentar no quadro. Dito e feito o professor deu a correcção e colocou o tema no quadro, em seguida explico e orientou a tomada de nota nos cadernos dos alunos. Apôs a mediação do conteúdo da aula, existiu o domínio e consolidação que posteriormente ocorreu o controlo e avaliação, deixando um TPC aos alunos. Ao longo do decorrer da aula, sempre a motivação fazia parte visto que a motivação e fundamental numa aula, assim, o professor tentava relacionar o tema com a nas suas aulas, o professor sempre usou uma linguagem clara, isto é, aceitável a nível dos alunos para tentar fazer perceber a matéria aos alunos, respondeu as dúvidas dos alunos, estava bem apresentada, o tema da aula foi claramente indicado aos alunos, e carregava consigo o plano de aula que serve de guião ao próprio professor, e por fim dizer que ele teve um bom uso do quadro e uma boa forma de explicar a matéria. Contudo, o que mais me marcou do professor naquele dia forma a sua caligrafia que é tao legível e bonita e sua forma de explicar, é um professor com o domínio da didáctica. 3.1.4.Estrutura e organização das aulas observados “O plano de aula é um projecto de actividades, com duração de 45minutos de acordo com as normas curriculares que norteiam as escolas moçambicanas”. (Dias et. Al: 2008: 407). Na visão desses autores pretendem dizer que todas as actividades que se pretendem realizar na sala de aula ou no ambiente escolar devem ser planificados. A organização das aulas depende dos objectivos que se pretendem alcançar, dos métodos a serem usados, dos meios disponíveis, das condições da sala de aula, bem como do conhecimento prévio dos alunos, isto é, a forma de intervenção dos alunos ou o conhecimento que apresentam sobre aquela matéria. Na perspectiva de Dias et. Al (2008: 82) enfatiza que “os alunos são o centro de toda a aprendizagem, dai a necessidade de maximizarmos a sua intervenção de modo a que o conhecimento seja construído e não unidireccional ou imposto”. 4.Momentos da aula Os momentos da aula ou também podem ser chamados de funções didácticas, correspondem uma parte integrante do plano de aulas e consistem na sua essência das fases do processo de ensino-aprendizagem e que se realizam também de forma interligada. As funções didácticas correspondem a tarefas, elementos, etapas, momentos do processo de ensino que culmina com a organizar pedagogicamente as actividades dos alunos nas aulas, que são: introdução e motivação, mediação e assimilação do conteúdo da aula, domínio e consolidação, e controlo e avaliação, essas são as principais funções didácticas. 4.1.Objectivos da aula Viajando com o plano de aula do tutor, continham objectivos pré-definidos e estavam representados em três níveis, nessa visão, podemos conclui que seguiu a taxonomia de Bloon que também classifica os objectivos em três domínios nomeadamente: cognitivo, psicomotor e afectivo. 4.1.Conteúdos da aula Os conteúdos se encontravam descritos dentro doplano de aula e distribuídas para cada momento da aula, mas o seu desenvolvimento detalhado era feito em forma de apontamentos num quadro mural. Como afirma Libânio (1994) que conteúdo é o conjunto de informações, dados, factos, conceitos, princípios e generalizações, acumuladas pela experiência do homem, em relação a um âmbito ou sector da actividade humana. 4.1.1.Métodos, estratégias e Meios de ensino As aulas observadas pelo estagiário que a tutor leccionou, usaram-se os seguintes métodos: elaboração conjunta, expositivo, e trabalho independente no caso de TPC. Método de ensino é um procedimento didáctico caracterizado por certas fases e operações para alcançar um objectivo previsto. Logo para uma melhor compreensão precisamos definir o conceito de um procedimento didáctico. Este procedimento didáctico consiste nas acções, processos ou comportamentos planejados pelo professor, para colocar o aluno em contacto directo com as coisas (Silva& Wanderlei, 1998). Meios de ensino são instrumentos isolados para alguns alcançarem os objectivos definidos. Ou seja, são recursos usados para alcançar um objectivo, pré-definido. Porem, dentro do plano de aula tinhas os meios de ensino estavam pré-definido, e os meios mais usados foram pelo tutor são: quadro de preto, canetas, livro de turma, giz, apagador e livros do aluno 4.1.2.Avaliação Avaliação em toda aprendizagem constitui como um processo contínuo de avaliação e auto-avaliação. Este processo não pode olhar apenas para classificação, uma vez que a concepção de sucesso escolar não se situa apenas em nível de resultados de testes e exames, mas sim no aumento de conhecimentos, habilidades e no desenvolvimento de outras competências. Assim sendo, a aprendizagem cooperativa esta ligada a avaliação de processos das aprendizagens cognitivas e sociais. Sabemos que a avaliação é um processo continuado e sistemático que nos permite detectar ou observar em que medida os objectivos pré-definidos, estão a ser alcançados. Com essa ideia chave, dizemos que nas aulas observadas, a avaliação estava sempre presente em todos momentos do processo de ensino-aprendizagem. 4.1.3.Observações gerais e avaliação das aulas dadas Em relação a sala da 11ªclasse, turma B3, sala 6, como professor estagiário observei que estagiário a sala estava superlotado com um número aproximadamente a 85 alunos e me criava dificuldades para circular durante as minhas aulas; Há problemas sérios de carteira na sala de aula assim como na própria escola o que leva alguns alunos a sentarem no chão e por cima da secretaria; Na mesma sala há problemas de corrente eléctrica devido a instalação da mesma. A sala tem um quadro em boas condições, as paredes, tem soalho, coberta de chapa de zinco, varanda, etc. Características da turma 11ª B3 A 11ª classe B3 está constituída maioritariamente por alunos adolescentes e jovens em que suas idades estão compreendidas entre os 15 a 24 anos, na turma existem cerca de 39 mulheres e 46 homens. Residentes nos diversos bairros da cidade municipal de Montepuez alguns são residentes no lar dos estudantes, situada na mesma escola com maior destaque para os bairros mais próximos da cidade. Todos os alunos falam a língua portuguesas como oficial, falando-se Macua, maconde e mwani como primeira língua. Quanto ao comportamento, no dia em que assisti as aulas do professor Mussa disse-me que a turma é muito indisciplinada e precisaria de paciência e coragem para enfrentar e no meu primeiro dia, mostraram-se calmo e por que estive eu a dar a aula e o professor senado com eles e não manifestaram indisciplina. Quando chegou a minha vez de tomar posse como professor independente, as manifestações começaram e eu sendo um professor que conhece o comportamento dos alunos não prestei tanta atenção no manifestante, apenas olhei nele. Segundo dia, fiz um pacto com o chefe de turma, fiz dele meu amigo e começamos a trabalhar juntos, pois eu havia dito ao chefe em pleno publico que ele devia controlar os indisciplinados e sempre me apresentar o nome. Assim que chefe me fornecia o nome dos indisciplinados eu fazia deles meus amigos e assim foi, quase todos indisciplinados da turma viraram meus amigos e como amigos a gente sempre se respeitou. A turma esta bem organizada e obedecendo a seguinte estrutura hierárquica: Director de turma; chefe de turma e o seu adjunto de turma; chefe de higiene; e o chefe dos grupos e do desporto e de cultura. Tabela 1: Horário da 11ª B3 diurno (Química) Tempo 2a feira 3a feira 4a feira 5a feira 6a feira 1o 06:30 07:15 2o 07:20 08:05 3o 08: 10 08:55 4o 09:00 09:45 5o 09: 50 10:35 6o 10:40 11:25 Fonte: E. S 15 de Outubro Avaliação e aproveitamento pedagógico da 11ª B3 diurna Todas as avaliações nesta turma no caso da disciplina de química, quanto as datas de realização, foram de acordo com o calendário de avaliações vigentes na dosificação da disciplina de química. E para o cálculo da média trimestral foi com base no regulamento da escola que propõe que a média trimestral é calculada somando a media das avaliações sistemáticas mais a nota da avaliação provincial dividida por 2. A avaliação deve ser contínua e sistemática e, deve ter três funções principais: Pedagógicos didáctico, diagnostico e de controlo. A função Pedagógica – diagnostica relaciona-se com o alcance dos objectivos definidos. A função diagnostica refere-se a “analise sistemática das acções do professor e dos alunos, visando detectar desvios e avanços do trabalho docente em relação aos objectivos, conteúdos e métodos “. A função de controlo tem a ver com a comprovação dos resultados de aprendizagem por parte dos alunos. Tabela 2: aproveitamento pedagógico no IIo trimestre da 11ª B3 diurna Alunos avaliados Sexo Percentagem (%) Situação H M HM H M HM Positiva 36 35 71 50,705% 50,30% 100% Negativa 1 1 2 50% 50% 100% Transferidos e desistentes 9 3 12 75% 25% 100% Sugestões Sou de opinar de que as próximas vezes devera se empenhar esforços, primeiro no sentido de recrutar mais docentes para acompanhamento das actividades nas escolas, em segundo plano as capacitações devem ser intensivas para os professores tutores nas escolas integradas, pois alguns chegavam a confundir o tutor com actividades extras rendáveis. Dever-se igualmente de uma forma objectiva e clara explicar os objectivos primordiais das actividades lectivas e da presença de estudantes nas respectivas escolas. Sugiro que das próximas vezes, de vê-se estabelecer o contacto mas sedo e aumentar o tempo de estágio, por que quanto mas sedo for, a se estabelecer o contacto com as escolas que serão abrangidas, é bem provável que estariam a evitar os obstáculos que muitas lavam a não se alcançar os objectivos traçados para as práticas pedagógicas. Sou de opinar de que as turmas devem ter um número normal de alunos para facilitar a circulação do professor na sala de aula, em segundo, as capacitações deveram ser intensivos para os professores tutores nas escolas integrais por que alguns professores tutores chegavam a confundir o ser tutor com actividade extra rentáveis. Com isso dever-se-á igualmente de uma forma objectiva e clara explicar os objectivos primordiais das actividades lectivas e das presenças dos estudantes nas respectivas escolas para evitar essas confusões. Conclusão Chegando esse preciso momento conclui-se que, a realização do estágio alia o conhecimento académico com a experiência vivenciada no trabalho de campo, pois complementa na prática os temas abordados nas aulas pelo professor. Assim, o estudante pode reter melhor o conhecimento sobre a profissão escolhida, através da experiência galgada durante o programa de estágio. O estágio pedagógico possibilitou-me a vivenciar concretamente ao meio escolar estando em constante contacto com os alunos, professores,funcionários e colegas no geral, de modo a criar hábitos do professorado, de colaboração e de convivência a esse meio; desenvolvem actividades do processo de ensino e Aprendizagem, pesquisa, desenvolvimento de competências do saber ensinar, aprender, saber ser e saber conviver profissionalmente assim como desenvolver capacidades de analises e, contribuição critica e criadora para cada vez mais uma melhoria marcante da qualidade de ensino. Conclui-se ainda que o estagio pedagógico ocorrente em 2022 no curso de licenciatura em ensino de Química com habilitações em gestão de laboratório, foi basta importante para o desenvolvimento psíquico cognitivo, individual, pois permitiu desenvolver nos estudantes a analise critica em problemas relativas a ciência, as tendências de ensino de Química entre outras componentes inerentes ao PEA. Referências bibliográficas Aranha, A. (2007).Observação de aulas de educação física. Vila real: universidade de trás-os-montes e alto douro. Dias, Hildizina Norberto et al, (2008).Manual de Praticas Pedagógicas, Editora Educar, Maputo 2008. Gil, A.C. (1996).Como Elaborar Projectos de Pesquisa. 3.ed. São Paulo, Editora Atlas. Libâneo, J.C. (1994).Didáctica. São Paulo: Cortez Editora. Piletti, C.(2004).“Didáctica Geral” 24ª edição. São Paulo: Ática. Apêndices