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Nome: Isadora Faria Castilho Dias Polo: Paracambi Matrícula: 21213160154 Curso: Engenharia de Produção AD1 (Psicologia e Sociologia do Trabalho) “Qual deve ser o papel do Engenheiro de Produção ao lançar mão de conhecimentos da Psicologia do Trabalho?” Vertente escolhida: Atuar em prol da conciliação entre os interesses do capital e os dos trabalhadores. Se você parar para pensar, a presença da psicologia do trabalho reúne essencialmente duas coisas necessárias: produção em escala aceitável para maximizar os lucros locais e conforto dos funcionários para cumprir as metas de produção. Mesmo com alegações contrapostos à observação afirmando que o objetivo em última análise, é mobilizar apenas capital, é fundamental ressaltar que o objetivo dos estudos psicológicos, seja qual for o cenário, não é favorecer isso ou aquilo, mas chegar a uma "fórmula" capaz de satisfazer todas as partes envolvidas no processo. Um engenheiro de produção é um profissional que, se combina o conhecimento técnico de otimização de produtividade com um estudo psicológico relacionado às operações, tem acesso ao denominador comum entre os benefícios da empresa e dos funcionários. Para isso é importante que ele saiba como funciona cada área individual, quais são os desafios e por que um determinado funcionário não está produzindo conforme o necessário para que tudo seja ajustado. É importante que o engenheiro convença os funcionários de que eles são parte essencial de uma máquina que deve ser altamente funcional, ou seja, realizar todas as atividades com satisfação e, portanto, ter a oportunidade de trabalhar em outros cargos e aumentar seus salários, pois, com o crescimento da empresa os colaboradores podem ter aspirações cada vez maiores, sem limitação de cargo e salário. Com isso, pode-se observar que quando medidas voltadas à psicologia do trabalho são implementadas dentro da empresa há uma oportunidade de crescimento exponencial que envolve todas as partes. A psicologia em nenhum caso deve ser um processo cuja finalidade desconfiamos como meio de desenvolvimento do ambiente empresarial, pois, se for seletiva (entre as opiniões que a desfavorecem, esta é uma), cria-se um conflito de interesses contrários à sua missão. Assim, um engenheiro de produção é preciso ter muito equilíbrio, conhecimento e boa disposição para gestão da situação. Referências: BERGAMINI, C. W. Motivação nas organizações. 4. ed. São Paulo: Atlas, 1997. MERHY-SILVA, F. N. (2008). Lobo mau: analisador da transversalidade entre organização do trabalho e saúde mental? Fractal: Revista de Psicologia, 20, 1, 41- 64. SAMPAIO, J. R (1995). As Três faces da Psicologia do Trabalho. Psique, Belo Horizonte, 5 (1), 60-66. TOMANIK, E. A. (2003). Para onde andará o “lobo mau” da Psicologia? Psicologia em Estudo, 8, 2, 157-159.