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13
PEDAGOGIA
HISTÓRIA E CULTURA AFRICANA E AFRO-BRASILEIRA NAS SÉRIES INICIAIS DO ENSINO FUNDAMENTAL
Trabalho de Conclusão de Curso apresentado como requisito parcial para a obtenção do título de Licenciatura em Pedagogia pela UNOPAR
Orientador: Prof. Márcia Maria Barreiros e Natália Gomes dos Santos
Conselheiro Lafaiete 
2019
Dedico este trabalho a Deus por ter me iluminado e dado forças para terminar mais esta jornada;
 Dedico também á minha família pelo apoio, carinho e compreensão para que eu pudesse realizar e conquistar mais um ideal;
agradecimentos
 Primeiramente quero agradecer ao meu Deus, que me deu forças durante toda esta trajetória que não foi nada fácil e sempre me proporcionou grandes oportunidades em minha vida;
Em especial meus filhos Guilherme e Gustavo que , por muitas vezes foram minha inspiração;
Ao meu marido Rogério pelo apoio e compreensão;
Aos meus pais Sebastião e Maria Geralda sei que estão felizes por esta conquista e vitória;
A todos meus familiares que contribuíram direta e indiretamente para meu êxito;
“A função da educação é ensinar a pessoa a pensar intensamente e a pensar criticamente. Inteligência mais caráter - esse é o objetivo da verdadeira educação”
Martin Luther King Jr.
CAMPOS, Carina Guimarães Barbosa. História e Cultura Africana e Afro-brasileira nas séries iniciais do ensino fundamental. 2019. 31. Trabalho de Conclusão de Curso Pedagogia - Universidade Norte do Paraná (UNOPAR)Conselheiro Lafaiete,2019.
RESUMO
Concretização do reconhecimento da identidade, história e cultura de um grupo étnico, o presente trabalho possibilitou reconhecimento, igualdade das raízes africanas da nação brasileira. Objetivou-se discutir questões relacionadas à inserção do ensino da história e cultura afro-brasileira e africana, sobre a relevância e necessidade da aplicabilidade da temática no contexto escolar, na procura por valorizar os sujeitos e sua cultura.
Palavras-chave: História, Cultura, Afro-Brasileira , Africana 
CAMPOS, Carina Guimarães Barbosa. African and Afro-Brazilian History and Culture in the early grades of elementary school.2019. 31. Trabalho de Conclusão de Curso Pedagogia - Universidade Norte do Paraná (UNOPAR)Conselheiro Lafaiete,2019.
ABSTRACT
Realization of the recognition of the identity, history and culture of an ethnic group, the present work enabled recognition, equality of the African roots of the Brazilian nation. The objective was to discuss issues related to the insertion of the teaching of Afro-Brazilian and African history and culture, about the relevance and necessity of the applicability of the theme in the school context, seeking to value the subjects and their culture..
Key-words: History, Culture, Afro-Brazilian, African
 SUMÁRIO
1	INTRODUÇÃO	13
2	APRESENTAÇÃO	14
3	HISTÓRIA E CULTURA AFRO-BRASILEIRA	16
3.1	População negra no país após a abolição	16
3.2	Legislação educacional	18
3.3	Constituição federal de 1988	18
3.4	Lei nº9. 394/96 de diretrizes e bases da educação nacional	19
3.5	Diretrizes Curriculares Nacionais da Educação Básica	20
3.6	Lei nº 10.639 de 2003.	22
4	METODOLOGIA	23
4.1	Objetivo	23
4.2	Conteúdos	24
4.3	Integração das Disciplinas	24
4.4	Recursos	25
4.5	Desenvolvimento	25
4.6	Avaliação	26
5. Conclusão	27
6. REFERÊNCIAS	28
INTRODUÇÃO
Este projeto almeja a valorização da cultura Africana e Afro-Brasileira como reflexões voltadas para a construção da identidade da criança negra.
Desenvolver práticas pedagógicas que contemplem a diversidade cultural “possibilita ao aluno compreender-se enquanto sujeito ativo, com capacidade de transformar o cotidiano” (LIMA, 2006,	p.31).
Contemplar as crianças negras na sua especificidade étnica torna-se importante, pois estas crianças irão conhecer, e presenciar coisas boas sobre sua cultura. Trabalhar a temática étnica racial é fundamental , pois eles conhecem e reconhecem sobre a história , culturas cheias de valores enquanto pequenas, para assim terem uma identidade positiva elevando a sua auto-estima;
As atividades inserindo brinquedos e histórias que valorizam a cultura negra farão com que a criança compreenda que possui cultura de valores, que sua cor de pele é diferente, é bonita tanto quanto seus cabelos. Se a escola trabalha apenas com conteúdos eurocêntricos, as crianças passarão a se distanciarem da igualdade, passarão a negar seu pertencimento durante a construção de identidade e terá um sentimento de inferioridade, tanto psicologicamente como socialmente.Portanto , a educação infantil deve inserir em seu currículo a Lei 10.639/03.
A proposta da educação étnica racial estabelecida pela Lei 10.639/03 alterou a Lei de Diretrizes e Bases-LDB e passou a exigir que as escolas brasileiras de ensino fundamental e médio incluíssem no currículo o ensino de história e cultura afro-brasileira(BARROS,2010).Esta lei inserida no currículo escolar traz uma nova abordagem e temática , pois se propõe investigar fatos que não foram contados e sim negados, vistos apenas sobe uma ótica eurocêntrica .Frente a essas questões , cabe ao professor a busca e a promoção de transformação na educação, principalmente rompendo com velhos paradigmas existentes.
Diante disso, formulou-se a seguinte questão problema: quais conteúdos devem ser trabalhados e inseridos no cotidiano da sala de aula para que haja a real inserção do ensino da História e Cultura Afro-Brasileira e Africana?
APRESENTAÇÃO
 Desde o início da escravidão o negro nunca teve importância no meio social , principalmente entre os brancos, sempre foi minoria e com nenhuma importância para o desenvolvimento da sociedade,contudo eles tiveram participação na maioria do desenvolvimento das grandes cidades do mundo, sendo seu trabalho muito usado. Então pelos acontecimentos ocorridos com este povo escravizado pelo fato de terem a cor de pele diferente, é importante falarmos sobre o preconceito que existiu e ainda existe , sobre a falta de respeito com as diferenças entre nós seres humanos.Pois todas estas ações aconteceram na humanidade e não foram trabalhadas nas escolas.Por isto que ao falarmos da cultura africana e indígena nas salas de aula vamos mostrar a origem de tudo, e como as ações foram tomadas de forma irregular e animal, e como elas nos fizeram mau.
Frente a isso, passaremos respeito as nossas crianças e as ensinando a respeitar as diferenças, para que não se tornem preconceituosas, sabendo da história, de como tudo aconteceu, e a importância de não acontecer mais.
A ausência da História Africana é uma das lacunas de grande importância nos sistemas educacionais brasileiros. Desta forma a ausência de uma História Africana retira a oportunidade dos afro descendentes em construírem uma identidade positiva sobre as nossas origens, essa ausência abre espaço para atitudes preconceituosas, desinformadas ou racistas sobre nossas origens, criando assim um terreno fértil para a produção e difusão das idéias erradas e racistas sobre a origem da população negra.A ausência da História Africana coloca as apresentações dos continentes e das diversas culturas a nível mundial em desigualdade de informação sobre os conteúdos apresentados pela educação e essa ausência nos currículos induz a idéia de que ela não existe.Que ela não faz parte do conhecimento a ser transmitido.
Através deste projeto, visamos o aprendizado e um estudo mais aprofundado da história e a cultura Afro-Brasileira e Africana, destacando a grande importância e a valorização da cultura negra, dentro do âmbito escolar, criando espaços com manifestações artísticas e desempenhando atividades variadas.Promovendo a releitura da História do mundo africano, bem como abrir um leque de discussões em torno da diversidade cultural existente em nosso país, afim de que essa diversidade seja respeitadae valorizada.Respeitando e atendendo a Lei nº10.639/03 MEC (Diretrizes Curriculares Nacionais para a Educação das Relações Etnico-Raciais) que determina a obrigatoriedade do ensino da História da Àfrica e dos Africanos no currículo Escolar das modalidades do Ensino Fundamental e Médio.
HISTÓRIA E CULTURA AFRO-BRASILEIRA
 A história da formação brasileira teve início com a povoação da população indígena. O processo de colonização principiou com a chegada dos portugueses no Brasil, na segunda metade do século XV e inicio do século XVI (SILVA, 2013).O Brasil é o país com a maior população negra fora da África .Daí a importância de enfatizar a importância da chegada e a preservação do negro na sociedade brasileira.Dos negros daquela época resta a cultura , as tradições e os costumes de um povo que contribuiu para a formação do povo brasileiro.(LIMA,2010). “No fim do século XIX começaram a serem definidas as idéias de cultura como o conjunto de modos de pensar, sentir, agir de um determinado grupo de pessoas”. (LIMA, 2010, p. 2). São vários os conceitos de cultura, para Thompson (1995), por exemplo, culturas são crenças valores, costumes e hábitos que produzem a arte de uma sociedade.
A cultura a ser tratada neste momento é a cultura do Brasil, com ênfase na cultura afro-brasileira. Em conseqüência de uma colonização edificada por diversos povos, o Brasil é um país rico em diversas culturas, tendo em vista que os brasileiros adquiriram costumes e tradições de portugueses, italianos, espanhóis, índios e negros. (LIMA, 2010; SILVA, 2013).
População negra no país após a abolição
Os negros têm uma cultura cheia de preconceitos e sofrimento. Durante muito tempo, os negros que viviam no continente africano sofreram com a invasão de etnias mais poderosas (em termos bélicos), que se deslocavam até aquele território á procura de mão de obra barata ou explorar outras riquezas daquelas terras.
 Companhias comerciais européias se deslocavam até o continente africano em embarcações preparadas para o tráfico humano. Estas expedições tinham por objetivo transportar para o novo mundo (Américas) os negros africanos que eram considerados mais habilitados para executar os trabalhos braçais do que as populações nativas do território americano.Ao analisar o impacto do sistema escravista para a sociedade brasileira , Bóris Fausto destaca que:
A escravidão foi uma instituição nacional. Penetrou toda sociedade, condicionando seu modo de agir e de pensar.O desejo de ser dono de escravos ,o esforço por obtê-los ia da classe dominante ao modesto artesão branco das cidades.Houve senhores de engenho e proprietários de minas com centenas de escravos, pequenos lavradores com dois ou três , lares domésticos , nas cidades,com apenas um escravo.O preconceito contra o negro ultrapassou o fim da escravidão e chegou modificado á nossos dias.(FAUSTO,1996 p.41) 
Com este processo de escravização podemos ter noção da quantidade de escravos existentes no Brasil desde o período colonial.
Após 300 anos sofrendo com a escravidão, depois de inúmeras tentativas infrutíferas de libertação, a tão sonhada liberdade dos escravos foi decretada no dia 13 de maio de 1888. Esta libertação englobou tanto os escravos trazidos para o Brasil quanto a população de origem africana nascida neste território, que ficaram denominados afro brasileiro ou afro descendentes. Contudo o que se comemora na verdade é o início de um período de novos sofrimentos, pois logo após a “Lei Áurea”, começou a emergir problemas relacionados á falta de trabalho e a marginalização dos ex-escravos, pois a mão de obra dos escravos foi substituída pelos imigrantes europeus.
Coma liberdade os negros foram atrás de seus direitos constitucionais. Muitos procuraram o cartório para registrar seus filhos e legalizar suas relações conjugais. Sabe-se que, para freqüentar escolas, trabalhar e sustentar as suas famílias, grande parte dos negros necessitavam inserir-se no contexto da sociedade daquele período. Durante o período que abrange o final do século XIX e início do século XX, existiam escolas gratuitas que recebiam os negros em seus bancos escolares, porém, com algumas objeções. Segundo Gonçalves e Silva (2000 p. 136) aos negros eram permitidos freqüentar os bancos escolares em algumas unidades de ensino. Porém, esta permissão deveria ocorrer apenas no período noturno. Há um motivo para essa ressalva, pois, quando freqüentavam as aulas nos períodos diurnos, os alunos negros sofriam com os preconceitos dos pais de alunos não negros que acreditavam que os negros possuíam doenças contagiosas (Ibid. p. 137.
Legislação educacional
Ao longo dos 30 anos, ações que tem por objetivo promover a igualdade das relações étnico-raciais vêm sendo gradualmente implantadas no Brasil.Precisou ter decorrido mais de 100 anos da abolição da escravatura para que as autoridades políticas observassem que as mazelas sociais brasileiras, em sua maioria recaem sobre a população negra, a qual está sujeita a todo tipo de exploração e abusos de caráter social, econômico e racial.È preciso reconhecer, no que se refere á questão educacional, que desde a promulgação da Carta Magna brasileira de 1988, até a criação do Decreto Lei nº11.645 de 2008, muito se fez em termos de políticas públicas voltadas para a garantia dos direitos da população negra brasileira ao acesso á escolarização. Reconhece-se, também, que há um longo caminho a ser percorrido para chegar à tão sonhada igualdade entre brancos e negros.
Consideramos necessário, neste momento, avaliar o quanto a legislação brasileira avançou neste quesito. Para isso, partiremos de uma análise dos principais mecanismos governamentais criados para programar políticas de garantia de igualdade de condições. A primeira delas, e a que abre as portas para a questão da referência à diversidade, é a Constituição Federal de 1988.
Constituição federal de 1988
A Constituição Federal da Republica Federativa do Brasil de 1988 foi criada para garantir os direitos dos cidadãos brasileiros. Após anos de lutas contra o autoritarismo do Regime Militar, a constituição representou um avanço na defesa dos direitos humanos e, em especial, na formulação de leis para combater a discriminação racial.
No seu artigo 5º observa-se a seguinte descrição: “todos são iguais perante a lei, Consideramos necessário, neste momento, avaliar o quanto a legislação brasileira sem distinção de qualquer natureza, garantindo-se aos brasileiros e aos estrangeiros residentes no País a inviolabilidade do direito à vida, à liberdade, à igualdade, à segurança e à propriedade, nos termos seguintes” (BRASIL, 1988). Estes direitos são assegurados para todos os cidadãos que residem no país independente de qual etnia eles possuem.
Para suprir as lacunas deixadas pela constituição federal e aqui citamos principalmente a área educacional, garantindo não somente os direitos dos negros e principalmente de todos os cidadãos temos a Lei nº 9.394/96 de Diretrizes e Bases da Educação Nacional que confere toda matéria educacional do território nacional.
Lei nº9. 394/96 de diretrizes e bases da educação nacional
A Lei 9394, de 20 de dezembro de 1996, estabelece as Diretrizes e Bases da Educação Nacional (LDB). É a lei orgânica geral da educação brasileira e, como consta no próprio nome, contém as diretrizes e as bases da organização do sistema educacional brasileiro. A LDB de 1996 foi organizada para atualizar a sistemática da educação brasileira, ainda com traços do autoritarismo do Regime Militar, em cuja vigência foi estabelecida a Lei nº 6952, de 11 de Agosto de 1971, que fixava as diretrizes educacionais no período militar. 
Sobre a questão do ensino, lei nº 9394/96, estipula que o mesmo deve ser ministrado com base nos seguintes princípios: “liberdade de aprender, ensinar, pesquisar e divulgar a cultura, o pensamento e arte e o saber.” (BRASIL, 1996 p.1). Estas prerrogativas têm entre seus princípios valorização das diferenças culturais, o que demonstra já uma maior abertura para as questõesda diversidade étnico-racial.
Este artigo se torna importante, pois leva em consideração que o publico das instituições possui uma grande diversidade étnico-racial e são sujeitos que vem para sala de aula com uma bagagem sociocultural de diferentes etnias. Desta forma, sua orientação visa não deixar à margem as diferentes etnias que contribuíram para a formação da sociedade brasileira, entre as quais, os negros. A partir da consolidação das prerrogativas da LDB, são estipuladas as Diretrizes Curriculares que vão orientar a educação básica brasileira.
Para apoiar legalmente a base nacional da educação, temos as Diretrizes Curriculares Nacionais da Educação Básica (DCNs), que partem dos pressupostos estabelecidos pela lei nº 9.394/96 e possuem os objetivos gerais para a educação deste país. As DCNs vêm especificamente tratando de temas que nortearão os conteúdos curriculares de todo o país.
Diretrizes Curriculares Nacionais da Educação Básica
As DCNs têm origem na Lei nº 9. 394/96 de Diretrizes e Bases da Educação (LDB), e assinala ser incumbência da União "estabelecer, em colaboração com os estados, Distrito Federal e os municípios, competências e diretrizes para a Educação Infantil, o Ensino Fundamental e o Ensino Médio, que nortearão os currículos e os seus conteúdos mínimos, de modo a assegurar a formação básica comum” (BRASIL 2013 p.).
A educação é um direito de todos assegurado pela Constituição Federal e pelo Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA). As Diretrizes Curriculares Nacionais da Educação Básica foram criadas e atualizadas de acordo com as necessidades educacionais brasileiras, servindo como um eixo norteador do currículo educacional. Se o que se almeja é uma formação mais humana para povo e uma educação que respeite as diversidades; As Diretrizes Curriculares Nacionais para a Educação Infantil explicitam em seu texto:“O combate ao racismo e às discriminações de gênero, socioeconômicas, étnico raciais e religiosas deve ser objeto de constante reflexão e intervenção no cotidiano da educação infantil” (BRASIL, 2009a, p.10).
A sociedade brasileira, durante anos propagou alguns estereótipos em relação aos negros, que permanecem até os dias atuais, deixando-os a margem não só da aprendizagem, mas, de modo geral, de toda a conjuntura da sociedade. A população negra representa a grande parcela da sociedade brasileira nos dias atuais, 45 por cento, porém, desde o início da escravidão, divide o fardo da exclusão dos meios culturais, socioeconômicos e educacionais com a população indígena, quilombola e deficientes.
O que muitas pessoas não sabem, e pode-se inferir que é a grande maioria da população brasileira, é que temos leis que nos dão sustentação no aspecto legal para a apresentação em sala de aula desta diversidade sociocultural que o nosso Brasil apresenta. Costuma-se ressaltar que em nenhum outro lugar do mundo convivem pessoas de diversas etnias em completa “harmonia”, como aqui no Brasil. 
As DCNs propõem e apresentam para os educandos que o negro não foi tão somente o escravo e que, até os dias de hoje devem ser apresentados nas escolas. A História muitas vezes tem ignorado esta face, mas o negro brasileiro não está restrito ao passado escravista.
Embora até os dias atuais os rótulos impregnados pela sociedade fazem esta questão se reproduzir nos bancos escolares, cada vez mais se deve atentar para o papel de protagonista do negro na história brasileira. O negro também fez movimentar as rodas da história, tornando-se professora, jornalista, jardineiro, engenheiro, poeta, arquiteto, advogado, padre, ator, ativista, entre outros.
Reparar os danos históricos contra os descendentes de africanos, que hoje são intitulados afro descendente ou afro-brasileiro, é um dos objetivos da lei as DCNs incorporaram em seu contexto a resolução nº 01 de 17 de junho de 2004, que institui as Diretrizes Curriculares Nacionais da Educação das Relações Étnico Raciais para Ensino da Historia e Cultura Afro-brasileira e Africana. O objetivo desta resolução é trabalhar para que as reparações aconteçam no campo educacional. Esta lei foi desenvolvida com o objetivo maior de que os negros possam ter e desenvolver todos os direitos de qualquer cidadão, independente de cor de pele.
 É necessário sublinhar que tais políticas têm, também, como meta o direito dos negros, assim como de todos os cidadãos brasileiros, cursarem cada um dos níveis de ensino, em escolas devidamente instaladas e equipadas, orientados por professores qualificados para o ensino das diferentes áreas de Diretrizes Curriculares Nacionais para a Educação das Relações Étnicos Raciais e para o Ensino de História e Cultura Afro-Brasileira e Africanos conhecimentos; com formação para lidar com as tensas relações produzidas pelo racismo e discriminações, sensíveis e capazes de conduzir a reeducação das relações entre diferentes grupos étnico-raciais, ou seja, entre descendentes de africanos, de europeus, de asiáticos, e povos indígenas. (Brasil, 2003 p. 10,11)
Estas diretrizes abordam diversas questões relacionadas à cultura afro-brasileira e africana e como devemos trabalhar este conteúdo para cada nível educacional. Um tema com tanto conteúdo para se trabalhar se abordado de forma envolvente, vem a acrescentar muito no conhecimento dos educandos em formação. Entretanto, para que tal aconteça, as DCNs não caminham sozinhas, são acompanhadas de diversas leis que estabelecem regimentos para que a nossa educação continue caminhando, entre as quais, a Lei nº 10.639 de 2003.
Lei nº 10.639 de 2003.
A Lei nº 10.639 de 9 de Janeiro de 2003 foi sancionada para alterar os pressupostos sobre a educação das relações étnico-raciais, estabelecidas na lei nº 9.394/96. Esta nova legislação prevê incluir no currículo oficial da rede de ensino a obrigatoriedade da temática “História de Cultura Afro-Brasileira”, dando, além disso, outras providências.O estudo da história e cultura afro brasileira e africana contribui para conhecer nossos costumes, heranças, tradições culturais;é uma forma de nos conhecermos, de afirmar nossa identidade. Antes da criação desta lei 10.639/03, o ensino da história e cultura afro-brasileira não era obrigatório nas instituições de ensino, o que acabava por deixar muito conhecimento em relação à sociedade brasileira oculto.
Estudar os demais grupos étnicos que formaram a sociedade brasileira na qual vivemos hoje, nos remete à transformação dos paradigmas que a sociedade vinha reproduzida até então através da escola, os quais, em geral, contribuíam para uma discussão rasa e sem grandes problematizações sobre a diversidade étnico-racial.
O artigo 79-B, que fala sobre o calendário escolar, ordena a inclusão do dia 20 de novembro como “Dia da Consciência Negra”.
A obrigatoriedade desta lei nos currículos da educação básica é uma política afirmativa com forte repercussão metodológica e pedagógica na formação inicial e continuada de professores.
A lei nº 10.639/03 foi sancionada após muita luta pelos movimentos negros e discussão no Congresso Nacional, na tentativa de amenizar toda a exclusão social e cultural que a cultura afro-brasileira teve e tem em todo âmbito nacional. Porém esta lei deixou algumas lacunas e foram preenchidas pela lei nº11. 645.
METODOLOGIA 
O projeto A História e Cultura Afro-Brasileira e Africana será desenvolvida em uma Escola do Ensino Fundamental , com a finalidade de atingir o Público Alvo com os alunos do 4º Ano do ensino fundamental no turno da manhã, profissionais da área de educação e comunidade em geral.
Serão propostas atividades diferenciadas como:
Jogos, brincadeira: Pesquisa de como surgiram e o significado das brincadeiras Escravos de Jó, Amarelinha africana, pular corda;
Feira de comidas típicas: pesquisar a história de alimentos de origem africana é um jeito de valorizar a cultura afro-brasileira, realizando degustação, com o apoio da comunidade
Danças e musicas típicas (Jongo, Reisado, Congada, Frevo, Maracatu, Capoeira) Pesquisa sobre estas danças e localidades onde elas ocorrem;
Produções artísticas:Pesquisa e realização de pinturas, esculturas, mosaicos;
 Produções literárias: histórias ilustradas, poemas, crônicas, prosas, quadrinhos;
	
Objetivo
 Reconhecer a diversidade presente em sala e a importância da convivência pacífica frente as diferenças, visando a construção de uma postura de tolerância e respeito ao outro.
Proporcionar condições a alunos de apropriarem de novos saberes sobre a cultura Afro-Brasileira;
Promover uma visão da História dos africanos no período colonial, como seus reinados e impérios, sua cultura e seus reflexos sobre a vida do Afro-Brasileiro em geral;
Proporcionar condições de o Afro-Brasileiro promover a cidadania e a igualdade racial;
Identificar a relação entre a África e Brasil e a cultura produzida pelos Afro-Brasileiros na sociedade;
Desconstruir a imagem negativa do africano como povo bárbaro, primitivo e sem cultura;
Promover a auto-estima e o relacionamento saudável e harmonioso entre as diversidades
Conteúdos
Relações Étnicas Raciais;
Diretrizes Curriculares Nacionais para a Educação das Relações Etnico-Raciais e para o Ensino de História e Cultura Afro-Brasileira e Africana.
Educação cidadã, etnia e raça: o trato pedagógico da diversidade;
Superando o racismo na escola;
Desigualdade nas questões racial e social;
África de todos nós.
Parâmetros Curriculares Nacionais de Educação para temas transversais; pluralidade cultural.
Integração das Disciplinas
 História:Pesquisar sobre a origem dos povos africanos, os fatos históricos do povo africano, a cultura e influência dela na cultura brasileira; Lendas , histórias africanas,dramatização e interpretação de histórias;
Geografia: As desigualdades sociais existentes entre os continentes africanos e brasileiros e a pluralidade cultural; Propor pesquisa científica envolvendo a religião afro-brasileira e sua inclusão na vida do povo brasileiro e em especial na comunidade escolar; Trabalhar em documentos variados, mapas, instrumentos de trabalho, rituais, adornos,meios de comunicação, vestimentas, textos, imagens e filmes.
Artes: Fazer teatros, dramatização de textos e organizar um espaço para produções artesanais e cartazes; panfletos, documentários, fotografias, comidas de descendência africana, tipos de religiões, danças , capoeira, pratos típicos. Ações que propiciem o contato com a cultura africana e afro descendentes, culminando em desfiles, exposições,mostras de teatro e dança,por meio dos quais sejam apresentados, vestimentas, danças, adereços, utensílios, objetos e rituais resultantes deste processo;
Literatura: Apresentação de histórias nas quais a cor preta tem destaque positivo, com personagens negras representadas por qualidade e beleza como: Menina do laço de fita de Ana Maria Machado; História da preta, O menino Nito da autora Sonia Rosa , Tranças de Bitou da autora Sylniane A. Diouf, Bruna e a Galinha D’angola de Gercilga d’Almeida , Etc..
Educação Religiosa: Religiosidade dos povos africanos e seus costumes.
Recursos 
Televisão/DVD, Retroprojetor, Computador, Microfone, Máquina Digital, Aparelho de Som, livros , sites de pesquisa, cordas, elásticos,bolinhas e varas de madeiras ;
Desenvolvimento
Aos alunos o que sabem, que idéias e opiniões, dúvidas e hipótese sobre o tema em debate, valorizando seus conhecimentos;
Fornecer novas informações e propor novos conhecimentos;
Desenvolver atividades com diferentes fontes de informações em livros, revistas, filmes, fotos e confrontar dados e abordagens;
Trabalhar com textos, imagens e filmes;
Promover estudos e reflexões sobre a diversidade de modo de vida, de costumes dos afros brasileiros, a presença na atualidade de elementos afro-brasileiros na localidade e debates de questões do dia-a-dia.
Propor pesquisa científica envolvendo a culinária afro-brasileira e sua inclusão no dia a dia.
Propor estudos sobre a diversidade étnico racial da comunidade e suas características;
Propor a culminância dos trabalhos em formas de feira pedagógica;
Brincadeiras:Pega-Pega; Pular corda; Brincadeira do elástico, Chicotinho queimado; Escravos de Jó.
Avaliação
Será considerada satisfatória se todas a etapas dessas atividades temática forem desenvolvidas, de modo a aperfeiçoar a democracia representativa, a construir consciência de igualdade e percebemos que todos cooperativamente podem construir uma sociedade mais justa, sendo realizada de forma contínua, mediante exercícios e apresentações.
5. Conclusão 
O tema abordado, e os debates cerca do ensino de História , surgiram com o intuito de realizar uma discussão sobre a importância de se trabalhar na disciplina de história Cultura Afro-Brasileira e Africana na sala de aula , objetivando detalhar as contribuições dos negros e índios na formação do povo brasileiro. O esboço sobre o Ensino de História e Cultura Afro-Brasileira e Africana propicia reconhecimento e valorização da identidade, história e cultura de um grupo étnico, que concentra a maior parte da população brasileira.
A pesquisa é importante para que conheça a história e as principais contribuições desses povos para a nossa sociedade, onde oportuniza aos educadores trabalhar essa temática, em diversos ângulos do âmbito escolar, onde possa realizar seu trabalho pedagógico de forma significativa, para a construção do conhecimento do aluno utilizando diversos recursos metodológicos.
Trabalhar as diferenças culturais e raciais com seriedade e responsabilidade é importante e necessário para contribuir na construção de uma sociedade mais humana e para um país de igualdades.
Para haver a superação das desigualdades étnico-raciais a escola tem um papel fundamental. Já que a escola que se pode estabelecer educação para adoção de políticas educacionais e estratégias de valorização da diversidade.
È na escola e, conseqüentemente, com a ajuda da família , que podemos eliminar o preconceito e a discriminação com os afro descendentes.Para isso é preciso que ambas as instituições escola e família eliminem estereótipos de gerações passadas em que os negros são inferiores aos brancos. 
 
6. REFERÊNCIAS 
BARROS,F.L de S.Desafios e possibilidades do ensino da cultura afro-brasileira no espaço escolar: o uso da pasta de texo.Trabalho de conclusão de curso.Curso de Pedagogia.Departamento de Educação, Campus I, Universidade do Estado da Bahia, Salvador-BA,2010.
FAUSTO, Boris. História do Brasil: A história do Brasil cobre o período de mais de 500 anos, desde raízes da colonização portuguesa até os dias atuais. Edusp, 1996.
LIMA, Maria de Nazaré Mota de (org.).Escola plural:a diversidade está na sala:formação de professores em história e cultura afro-brasileira e africana.2.ed.São Paulo:Cortez:Brasília:UNICEF; Salvador;BA,2006.
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