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ENGENHARIA E INOVAÇÃOENGENHARIA E INOVAÇÃO
COMPORTAMENTO DASCOMPORTAMENTO DAS
GERAÇÕES EGERAÇÕES E
INTRODUÇÃO ÀINTRODUÇÃO À
INOVAÇÃOINOVAÇÃO
Autor: Me. Lorena Tâmara Sena da Si lva
Revisor: Rafael Gonç alves Bezerra de Araújo
INICIAR
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introdução
Introdução
Caro(a) estudante, bem-vindo(a) à Unidade 3 da disciplina de Engenharia e
Inovação. Esta unidade é dedicada a aprofundar seu conhecimento sobre
mercado iniciado em unidades anteriores! Serão apresentadas as diferentes
gerações de consumo, suas características e impactos no desenvolvimento
tecnológico. Um conhecimento importante quando se trata da criação de
estratégicas de inovação é justamente entender como o cliente tende a se
comportar em relação ao seu interesse de consumir certos produtos ou
serviços, ou seja, seus interesses e prioridades de consumo. Posteriormente,
introduziremos o assunto de inovação tecnológica, por meio dos tópicos de
de�nições e tipologias da inovação. Por �m, será compreendido o motivo de
se investir em inovação: uma atividade imprescindível para qualquer
empresa que deseja se manter competitiva no mercado.
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Inovar é ato essencial de qualquer empresa que deseja se manter
competitiva no mercado, porém gerar soluções inovadoras não é uma tarefa
tão simples assim. Existem diversas barreiras que podem di�cultar, retardar
ou eliminar a inovação de qualquer organização.
Para Kotler (2011), caso uma empresa se limite apenas à abordagem da
inovação sobre o aspecto tecnológico, ou seja, recursos destinados de forma
restrita ao departamento de P&D (pesquisa e desenvolvimento), perde-se a
possibilidade de integração criativa entre os demais departamentos que
podem gerar inovação na empresa. Para gerar de fato produtos e serviços
inovadores, os(as) engenheiros(as) devem pensar de forma transversal a
inovação tecnológica, relacionando conceitos e metodologias
mercadológicas para a criação e a captação de valor, pois assim atenderão
às necessidades do cliente, e, por conseguinte, aumentará a chance de a
solução ser bem-sucedida.
Partindo do pressuposto acima neste tópico, serão agora abordados alguns
temas da área mercadológica importantes para a criação e desenvolvimento
Estudo dasEstudo das
GeraçõesGerações
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de inovação.
Segmentação de Mercado
O sucesso empresarial é totalmente relacionado à capacidade de
identi�cação de segmentos, ou seleção de mercados-alvo, ou, ainda, da
criação de estratégias precisas para atender ao grupo de clientes que tem a
necessidade em questão.
Mas o que são segmentos? Imagine que na estatística você estudou as
populações e as estrati�cou em amostras de interesse de análise. A
segmentação de mercado é constituída por agrupamentos de clientes que
possuem as mesmas características, necessidades, expectativas e
comportamentos de compra. Webster (1991) esclarece que a segmentação de
mercado consiste no estudo de um mercado amplo, e posterior identi�cação
dos grupos de clientes que serão os mercados-alvo da empresa.
O estudo da segmentação é essencial para se pensar em produtos
inovadores, pois diminui o grau de incerteza da aposta do novo produto ou
serviço. A segmentação auxiliará os pro�ssionais que irão projetar a solução
para entender sistematicamente seu mercado, incluindo o motivo e gatilhos
de compras dos clientes. Somando a entendimento de qual estrato do
mercado focar, a segmentação também tem caráter de análise interna, pois a
escolha do mercado-alvo será intimamente ligada às capacidades da
empresa.
Não se engane. Quando perguntado quem são seus clientes, e a resposta for:
“todo mundo!”, a chance de não satisfação do cliente, obsolescência rápida
do produto/serviço, além dos desperdícios produtivos, é enorme.
Para Kotler (1998), as empresas podem escolher entre cinco níveis de
segmentação: marketing de massa, marketing de segmento, marketing de
nicho, marketing local e marketing individual. A ordem é de�nida de acordo
com homogeneidade e especi�cidade  do grupo de clientes que compõem o
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mercado-alvo. Kotler e Armstrong (2005) ilustram os tipos de segmentação na
Figura 3.1.
Para Kotler e Keller (2006), a segmentação começou a ser pensada pós-
marketing de massa, quando a atividade de ofertar um mesmo tipo de
produto, eram realizadas com as mesmas estratégias mercadológicas e de
produção, para todos os consumidores.
Figura 3.1 - Níveis de segmentação de mercado 
Fonte: Adaptada de Kotler e Armstrong (2005, p. 173).
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ref lita
Re�ita
Assim como a produção em massa, o
marketing também teve sua era
focada unicamente na massi�cação,
na qual o cliente não tinha poder de
escolha, e as estratégias empresariais
eram para todo o mercado, sem
nenhuma diferenciação. Durante o
início da disseminação da produção
em massa no fordismo, quando o
FORD T era o único modelo de carro
produzido em massa, os
consumidores não possuíam
alternativas de carros no mesmo
preço, já que o modelo de produção
fordista enfatizava no menor custo
unitário possível de produção,
baseado no altos volumes e baixa
variedade. Ou seja, uma empresa
com pouca concorrência de�nia as
regras do mercado. Uma citação que
melhor resume essa realidade é a
frase de Henry Ford: “O carro pode
ser de qualquer cor, desde que seja
preto”. Para re�etir, leia a obra
Marketing 3.0. As forças que estão
de�nindo o novo marketing centrado
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Segundo Kotler e Armstrong (2007), segmentação de mercado trata-se da
formação de diferentes tipos de clientes, sendo essa variação se
apresentando de uma ou diversas formas, com as seguintes diferenças:
localização, comportamento de compra do consumidor, psicológicas
(psicográ�cas) e socioeconômica, dentre outras distinções ou critérios.
Conforme Kotler e Keller (2006), deve ser analisada a existência de relação
entre esses segmentos e necessidades do cliente, e as respostas ao produto.
Na segmentação psicográ�ca, os clientes são classi�cados em estratos
segundo características como estilo de vida e valores. Já na segmentação
comportamental, esses estratos são organizados pela reação dos
compradores a um determinado produto e suas atitudes. Por sua vez, na
segmentação demográ�ca os estratos de pessoas são agrupados como em
um senso que, no Brasil, é tradicionalmente realizado pelo IGBE (Instituto
Brasileiro de Geogra�a e Estatística): por nacionalidade, idade, sexo,
ocupação, renda, grau de instrução, raça, religião, classe social e orientação
sexual, entre outras características. Enquanto a segmentação geográ�ca irá
dividir segundo as delimitações geográ�cas, como em bairros, cidades,
estados, países etc., Richers (2000) apresenta formas e exemplos de
segmentação permitindo uma melhor compreensão da aplicabilidade de
cada um dos critérios no Quadro 3.1.
no ser humano, de Philip Kotler,
Hermawan Kartajaya e Iwan Setiawan.
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GEOGRÁFICA
Regiões
N, NE, SD, S, C; Metropolitana,
Interior/Litorânea.
Estados RS, SC, PA, SP etc.
Municípios
Os 5550 + municípios por potencial de
compras relativo, tamanho, localização etc.
Densidade % urbana, suburbana, rural.
Cidades Acima de 5m, entre 3 e 4,9m.
Clima Índice de precipitação.
DEMOGRÁFICA
Tamanho da
população
Abaixo (e acima) de idades-limites.
Sexo Masculino, feminino, unissex.
Status Familiar
Sem vínculo, casado(a), separado(a),
desquitado(a), viúvo(a).
Número de
dependentes
Filhos e outros dependentes.
Raça Branco, negro, mulato, índio.
Ocupação/Pro�ssão
Engenheiro, executivo, secretária, professor,
operário etc.
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Nível de instrução Analfabeto até instrução superior.
SOCIAL
Classe Social De A a E.
Valores Sociais
Grau de dependência, ética, religião,
associação política, teatro, cinema, vídeo etc.
PSICOGRÁFICA
Personalidade
Introvertido, extrovertido, autocon�ança,
motivação e ambição, crenças, valores,
atitudes etc.
Comportamento
Escolha entre alternativas, compra/não
compra, lealdade à marca, quantidade de
compra etc.
Intensidade de
compra
Nunca comprou, usou a abandonou,
comprador esporádico, irregular, frequente,
viciado.
Objetivos de
compra
Satisfazer à necessidade, autoestima, status
social, autorrealização, família, segurança etc.
ESTILOS DE VIDA
Atividades
Trabalho, turismo, �car em casa, TV, música,
clube, esportes, igreja, shopping, ajudar etc.
Opiniões
Assuntos pessoais, sociais, comunitários,
políticos, econômicos, �nanceiros, educação,
empresa, produtos, cultura, futuro etc.
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Quadro 3.1 - Critérios de segmentação de mercado 
Fonte: Adaptado de Richers (2000, p. 69).
Assim, existem diversas formas de pensar em segmentação, segundo o nível
de complexidade, detalhamento, tamanho e homogeneidade dos grupos, e
usando diversos tipos de critérios. Apesar de que a organização deva fazer
uma análise crítica para entender qual tipo de segmentação é a mais
apropriada, um ponto de partida para fazê-lo é estudar o comportamento! Os
clientes podem direcionar os investimentos de P&D de uma empresa. Várias
inovações surgiram com um estudo prévio do comportamento dos clientes,
muito antes de ser projetado, produzido ou comercializado. Ou seja, muitos
dos produtos que consumimos hoje tiveram seus primeiros esboços de
projetos baseados nos futuros clientes meses e até anos atrás. Logo,
entender como uma geração se comporta pode ser tornar um grande
diferencial e impulsionador sucesso de produtos e serviços.
Estudo das Gerações
Um dos grandes desa�os das empresas é produzir produtos inovadores,
diferenciados e que sejam economicamente viáveis. Uma saída que as
empresas podem usar é a pesquisa com o ambiente externo, para gerar
inovação a partir de conhecimentos sobre os consumidores (VON HIPPEL,
2005).
Interesses Família, casa, emprego, comunidade, hobby,
drogas, comida, recreação + divertimento,
leitura etc.
Tipo de pessoa
Vaidosa, indiferente, hedonista,
conservadora.
Benefícios
procurados
Brilho dos dentes, combate cáries, combate
mau hálito, sabor, preço.
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Dentro da segmentação demográ�ca, as organizações podem decidir focar
em agrupar sua amostra de clientes em gerações. Segundo Levy e Weitz
(2000, p. 101), “[...] um grupo de gerações – pessoas dentro da mesma
geração – têm comportamentos de compra similares, pois compartilharam
as mesmas experiências e estão no mesmo estágio de vida”.
Conhecer detalhes e características do cliente é essencial para o sucesso
comercial do produto ou serviço. A de�nição de gerações inclui e agrupa o
grupo de indivíduos que nasceram numa mesma época, que foram e são
in�uenciados pelo contexto histórico e, consequentemente,
comportamentos. A literatura diferencia gerações de pessoas pelo período
que nasceram, e cada uma dessas gerações possui muitas especi�cidades e
características únicas, mas ainda herda algumas características da geração
anterior (VELOSO; DUTRA; NAKATA, 2016).
Apesar dos intervalos de anos que de�nem as gerações variarem
ligeiramente entre autores, nesta disciplina vamos considerar a seguinte
distribuição de gerações e seus nascimentos:
Baby boomers: entre 1940 e 1960 ; X: entre 1960 e 1980 ; Y ou
millennials: entre 1980 e 1995 ; Z ou centennialls: entre 1995 e 2010
; alpha: a partir de 2010.
Acompanhe no infográ�co a seguir algumas características e explicações de
cada geração.
Geração
Baby
Boomers
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A inovação e o sucesso da inovação dependem em larga escala do
comportamento do consumidor. Traill (1997) argumenta que mudanças no
padrão de consumo muito frequentemente determinam a natureza da
inovação que ocorre na indústria. Assim, conhecer as gerações, seus
comportamentos e as motivações que os levam a consumir algo é essencial
para saber como se comunicar, por qual mídia, e principalmente o que de
fato será enxergado como inovação.
praticar
Vamos Praticar
o Contexto Histórico: Nascidos nos
pós Segunda Guerra Mundial.
Atualmente concentram maior parte
da riqueza mundial e ocupam cargos
com as principais tomadas de decisão.
o Hábitos e Comportamentos: prioriza
a estabilidade, 
especialmente na carreira. 
o Ideais: idealista, disciplinados e com
espírito coletivo, responsável por
iniciar as lutas por direitos civis e
políticos. Consumo idealista. 
o Produto da época: TV 
o Comunicação: Telefones 
o Produto de hoje: Lideram as
compras de produtos e serviços de
viagens
123rf.co
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Leia o trecho a seguir.
“[...] conectados praticamente desde o nascimento – acessam jogos de
computador, navegam na Web, baixam músicas, interagem com amigos via
mensagens instantâneas e telefones celulares. Eles têm um senso de direito de
posse e abundância por terem crescido durante um boom econômico e serem
mimados por pais da geração boomers [...]” (KOTLER; KELLER, 2006, p. 234).
De qual geração o trecho supracitado descreve o comportamento? Assinale a
alternativa correta.
a) X.
b) Alpha.
c) Millennials.
d) Centennialls.
e) Z.
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Escutamos com frequência, em discursos empresariais e de pro�ssionais de
tecnologia a palavra inovação. Mas, equivocadamente, esse é um conceito
que, apesar de popular, nem sempre é compreendido com seu correto
signi�cado e implicações. Neste tópico, apresentaremos um breve apanhado
de de�nições e conceitos de inovação segundo os autores e organizações
mais referenciados no tema.
Não existe um conceito único e universal de inovação. Ele evoluiu, e
atualmente sua análise varia principalmente pela sua aplicabilidade. De
forma expressa, podemos conceituar que a inovação é a exploração com
sucesso de novas ideias. Dentre as várias possibilidades de inovar, podem-se
ter inovações de produto ou de processo (ou inovações tecnológicas), de
novos mercados, novos processos, novos modelos de negócio e métodos
organizacionais (INSTITUTO INOVAÇÃO, 2008).
Inovação pode ser conceituada ainda como “[...] uma atividade complexa,
diversi�cada, em que vários componentes interagem e que as fontes de
dados têm de re�etir este fato” (FINEP; OECD, 2005, p. 17).
De�nições eDe�nições e
Conceitos deConceitos de
InovaçãoInovação19/09/2022 04:50 Ead.br
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A primeira menção acadêmica da inovação foi realizada pelo economista
Joseph Alois Schumpeter (1942). Schumpeter é responsável pelo o marco
inicial para o uso desse conceito. O autor, no início do século XX, propôs a
relação entre a inovação e o crescimento econômico das nações. Foi criado
assim o termo “destruição criativa”, um fenômeno dinâmico, no qual
tecnologias antigas são substituídas por novas, impactantes e inovadoras.
Drucker (1996) reforça que a inovação é vista de diversas maneiras em uma
organização: preço diferenciado, uma nova comodidade ou necessidade,
assim como novas �nalidades para produtos velhos.
Atenção: uma ressalva importante!
É do cotidiano popular a confusão ao usarmos inovação e invenção como
sinônimos. Como alerta Nicolsky (PROTEC, 2007), a inovação não pode ser
confundida com invenção. Um indivíduo, ao ter uma ideia que ele considera
“incrível”, “revolucionária” ou nunca antes apresentada, não pode pressupor
que isso seja su�ciente para se enquadrar como algo inovador. Para que a
ideia seja de fato uma inovação (em uma empresa), é necessário que ela
transmita e agregue algum valor ao produto ou processo de fabricação
(resolva algum problema, ou melhore alguma solução). Sobre essa
diferenciação, pense que uma invenção só passará a ser uma inovação se o
mercado reconhecer seu valor, o sucesso comercial.
Ou seja, lembre-se: nem todas as invenções poderão ser consideradas
inovações!
Atualmente, o documento referência sobre inovação é o Manual de Oslo,
elaborado em um trabalho sistemático e coletivo do Working Party of
National Experts on Science and Technology Indicators (NESTI), a Organização
para Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE) e a Innovation
Statistics (WPSTI). O intuito do manual é criar e disponibilizar diretrizes para o
uso e a interpretação de informações sobre inovação. A Organização para
Cooperação e Desenvolvimento Econômico de�niu inovação como:
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[...] a implementação de um produto (bem ou serviço) novo ou
signi�cativamente melhorado, um processo, um novo método de
marketing, um novo método organizacional nas práticas de
negócios, na organização do local de trabalho ou nas relações
externas (FINEP; OCDE, 2005, p. 21).
Segundo o Manual de Oslo (FINEP; OCDE, 2006), as melhorias originam-se na
necessidade de evolução da produtividade, diferenciação de produtos e em
ganhos de market share , entre outros elementos. E para o próprio
aprimoramento da capacidade de inovar. No Brasil, as diretrizes do Manual
de Oslo são utilizadas pelo Instituto Brasileiro de Geogra�a e Estatística (IBGE)
para análise/avaliação de Pesquisa de Inovação Tecnológica.
Existem várias de�nições e conceitos no que tange à inovação. O Quadro 3.2
resume o que dizem os principais teóricos. 
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Autor Ano Inovação
Schumpeter 1961
Contribui para a diferenciação das empresas
e o desequilíbrio do ambiente competitivo,
tornando-as aptas ou não para sobreviver à
“seleção natural” da concorrência do
capitalismo.
Kanter 1996
A parceria ou a capacidade de desenvolver
fortes vínculos entre as organizações.
FINEP,OECD 2005
É base da competitividade organizacional
numa relação direta com a criação do
conhecimento. Investimento nos ativos
intangíveis eleva o estoque de conhecimento,
melhora a pesquisa e o desenvolvimento, a
educação e treinamentos.
Miller e
Morris
1999
É o processo de transformação da invenção
em algo que é comercialmente útil e valioso
no mercado.
Drucker 2002
É o instrumento especí�co dos
empreendedores, o processo pelo qual eles
exploram a mudança como uma
oportunidade para um negócio diferente ou
um serviço diferente.
Manual
OSLO
2005
É a implementação de um produto (bem ou
serviço) novo ou signi�cativamente
melhorado.
Tigre 2006 As grandes mudanças tecnológicas são
acompanhadas de transformações
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econômicas, sociais e institucionais.
Mota 2011
É correlacionado com pesquisa e
desenvolvimento (P&D), mas distinto e mais
amplo, estando necessariamente associado à
aplicação do conhecimento .
Quadro 3.2 - Inovação é? 
Fonte: Elaborado pelo autor.
Assim, inovar signi�ca incentivar o processo de criar bens ou ideias novas,
que �ndem na entrega de uma solução, produto ou serviço, com expressivo
valor a uma pessoa um indivíduo, organização, indústria ou sociedade
(HARRINGTON; VOEHL, 2013).
praticar
Vamos Praticar
A tela sensível ao toque (touch), atualmente plenamente difundida nos
smartphones, na verdade foi criada em meados de 1960 na Inglaterra, patenteada
na década seguinte nos Estados Unidos, porém só começou a ser comercializada
como diferencial de produtos em 1980. Quanto a características de inovação,
assinale a alternativa que se pode inferir disso.
a) A tela touch foi imediatamente uma inovação quando criada.
b) A tela touch foi considerada inovação após ser patenteada.
c) A tela touch sempre foi considerada apenas uma invenção
d) A tela touch, devido aos inúmeros usos, já era uma inovação na década
de 1980.
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e) A tela touch ao ser inserida e comercializadas em produtos pôde ser
considerada inovação.
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De acordo com diferentes critérios, a inovação pode ser classi�cada em
diversos tipos. Neste tópico, iremos apresentar as tipologias da inovação.
A�nal, o ato de inovar extrapola o produto pode ter graus diversos e se
diferenciar quanto à sua amplitude de aplicação.
Tipos de Inovação – Segundo o
Manual de Oslo
Em 2005, na terceira edição do Manual de Oslo , foram consolidadas as
classi�cações mais difundidas na academia e nas empresas. Segundo esse
documento, as inovações são classi�cadas em: de produto, de processo ou
serviço, organizacional ou de marketing. Uma das contribuições dessa última
versão foi a inserção dos tipos: inovações organizacionais e de marketing. A
Finep e OECD (2005) esclarece que, apesar de as inovações organizacional e
de marketing fossem compreendidas como consequência da inovação de
Tipologias daTipologias da
InovaçãoInovação
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produto e mercado, as primeiras poderiam ser de fato a razão de
desenvolvimento das últimas.
É importante ressaltar que essa classi�cação também é referenciada por
alguns autores como “quanto à natureza”, que signi�ca onde se percebe o
resultado da inovação realizada.
Inovação de Produto ou Serviço
Para o Manual de Oslo (2005), a inovação tecnológica em produto pode ser
percebida principalmente em produtos tecnologicamente novos, ou por meio
de produtos tecnologicamente aprimorados.
O Manual de Oslo (FINEP; OECD, 2005, p. 57) referencia que:
• Uma inovação de produto ou serviço é a introdução de um bem
ou serviço novo ou signi�cativamente melhorado no que diz
respeito às suas características ou possíveis usos. 
• Melhoramentos signi�cativos para produtos que já existem, por
meio de mudanças em materiais, em componentes e em outros
atributos que melhorem seu desempenho. 
• As inovações de produtos no setor de serviços abrangem a
inserção de benefícios importantes sobre como disponibilizaracesso a inovações oferecidas, ou pela adição de novas funções, ou
por agregar características em serviços existentes, ou em um caso
mais extremo pela introdução de serviços inteiramente novos.
Exemplo: smartphones que extrapolaram as funcionalidades do celular
convencional.
Inovação de Processo
Inovação de processo é o desenvolvimento de novos meios de fabricação de
produtos ou de novas formas para a prestação de serviços. Pode signi�car
novos métodos, �uxos e soluções no contexto dos processos operacionais
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envolvidos na criação de valor para o cliente, tais como: produção, �nanças,
recursos humanos, vendas e logística, por exemplo. Geralmente, o objetivo é
aumentar a produtividade ou qualidade, reduzir custos ou impactos
ambientais dos processos.
O Manual de Oslo (FINEP; OECD, 2005) explica que:
• Inovação em processo é a implementação de um método de
produção ou distribuição novo ou signi�cativamente melhorado. 
• Os métodos de produção envolvem técnicas, equipamentos e
softwares utilizados para produzir bens e serviços.
Exemplo: esteira de produção e estudos de tempos e movimentos do
fordismo. Carros que necessitavam de 12 horas para ser montados passaram
a ter sua confecção realizada em 90 minutos. 
A inovação por processos normalmente é uma das mais complexas de serem
criadas e adotadas, por impactar vários setores de uma organização, e
requer um esforço para mudança de cultura organizacional. Em
contrapartida, esse tipo de inovação é a mais difícil de ser imitada pelos
concorrentes.
Inovação Organizacional
A inovação organizacional abrange as mudanças e incrementos nas
dinâmicas relacionadas à forma de trabalhar ou gerir uma organização,
Figura 3.2 - Linha de produção 
Fonte: Kittipong Jirasukhanont / 123RF.
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podendo signi�car um novo método organizacional, ou ainda novas práticas
de gestão de uma área ou diversas áreas de uma empresa.
O Manual de Oslo (FINEP; OECD, 2005) descreve:
• A implementação de um novo método organizacional nas práticas
de negócios da empresa, na organização do seu local de trabalho
ou em suas relações externas. 
• A implementação de novos métodos para a organização de
rotinas e procedimentos para a condução do trabalho. 
saibamais
Saiba mais
A inovação pode acontecer com a ênfase em
alterar os moldes organizacionais da
empresa. Nesse sentido, tantos os clientes
internos (funcionários) como externos
(consumidores) percebem as melhorias.
Você já ouviu falar de holocracia? Neste
artigo da Endeavor, você irá conhecer o caso
da Zappos, empresa que implantou uma
estrutura organizacional em que não
existiam chefes e impulsionava a inovação e
a agilidade! Esse modelo é atualmente usado
por várias outras empresas inovadoras como
o Google, Net�ix e HubSpot. Para saber
mais, acesse o link a seguir.
ACESSAR
https://endeavor.org.br/estrategia-e-gestao/holocracia-zappos-modelo/
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• A implementação de novos métodos para distribuir
responsabilidades e poder de decisão entre os empregados.
Inovação de Marketing
Sobre a inovação de marketing, o Manual de Oslo (FINEP; OECD, 2005) versa
sobre:
• Alterações perceptíveis na concepção do produto ou em sua
embalagem ou promoção. 
• Mudanças signi�cativas no design do produto, sem que alterem
as características funcionais ou de uso do produto. 
• Novo modo de segmentação, posicionamento e canais de vendas. 
• Formas e estratégias de preci�cação dos bens produzidos.
Exemplo: Latas de refrigerantes com nomes pessoais. O refrigerante não
mudou nenhuma composição ou sabor, mas, pelo fato do consumidor
procurar seu nome impresso nas latas, houve um crescimento substancial
das vendas durante o período de vendas da edição promocional dessa lata.
Graus de Inovação
Uma outra forma de classi�car é quanto à intensidade da mudança. Tidd e
Bessant (2015) referem-se que ela pode se apresentar como radical ou
incremental.
Segundo a Finep e OECD (2005, p. 70), “[...] uma inovação radical ou
disruptiva pode ser de�nida como aquela que causa um impacto signi�cativo
em um mercado e na atividade econômica das empresas nesse mercado”.
Essa é capaz de mudar a estrutura do mercado, iniciar novos mercados ou
ainda transformar produtos antes consolidados no mercado em obsoletos.
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Segundo Freitas (2013), as inovações incrementais surgem de forma
gradativa, pois já fazem parte de melhorias existentes, enquanto inovações
radicais mudam completamente os conceitos, gerando produtos e processos
novos que majoritariamente possuem alto grau de incerteza de sucesso.
Tigre (2006) descreve que a mudança incremental promove melhorias
contínuas e modi�cações cotidianas. Já a mudança radical promove saltos
descontínuos na tecnologia de produtos e processos. Exempli�cando:
quando uma empresa lança novos modelos/versões de smartphones ou de
softwares sazonalmente (anual, mensal…), com pequenas mudanças, ou
pequenos acréscimos funcionais, é uma inovação incremental; já quando o
smartphone foi lançado pioneiramente, criaram-se um novo mercado, novos
segmentos relacionados e novos clientes.
Vale ressaltar que as inovações incrementais são a forma mais comum de
inovação, recebendo inclusive cerca de 80% do investimento total das
companhias em inovação (DAVILA; EPSTEIN; SHELTON, 2007). A�nal, para que
as empresas cheguem num patamar de resultado de mudança signi�cativa
(radical), um dos meios de alcançar tal resultado é por meio da
implementação de uma série de pequenas mudanças incrementais (FINEP;
OECD, 2005).
O grau da inovação ainda pode ser analisado quanto à sua amplitude ou
abrangência geográ�ca. Para o Manual de Oslo :
Por de�nição, todas as inovações devem conter algum grau de
novidade. Três conceitos para a novidade das inovações são
discutidos abaixo: nova para a empresa, nova para o mercado, e
nova para o mundo. Como já foi observado, o requisito mínimo
para se considerar uma inovação é que a mudança introduzida
tenha sido nova para a empresa. Um método de produção,
processamento e marketing ou um método organizacional pode já
ter sido implementado por outras empresas, mas se ele é novo
para a empresa (ou se é o caso de produtos e processos
signi�cativamente melhorados), então trata-se de uma inovação
para essa empresa. Os conceitos de nova para o mercado e nova
para o mundo dizem respeito ao fato de determinada inovação ter
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sido ou não implementada por outras empresas, ou de a empresa
ter sido a primeira no mercado ou na indústria ou no mundo a
implementar tal inovação. As empresas pioneiras na
implementação de inovações podem ser consideradas condutoras
do processo de inovação. Muitas ideias novas e conhecimentos
originam-se dessas empresas, mas o impacto econômico das
inovações vai depender da adoção das inovações por outras
empresas. Informações sobre o grau de novidade podem ser
usadas para identi�car os agentes que desenvolvem e adotam as
inovações, para examinar padrões de difusão, e para identi�car
líderes de mercados e seguidores. Uma inovação nova para o
mundo implica em um grau de novidade qualitativamente maior do
que uma inovação nova somente para o mercado (FINEP; OECD,
2005, p. 69-70).
praticar
Vamos Praticar
Promover e gerir a inovação é imprescindível para as empresas que desejam se
manter competitivas no mercado. SegundoBes e Kotler (2011), diversos tipos de
inovação não têm como pré-requisitos novas tecnologias, mas sim novos modos
de aproveitar as tecnologias existentes. Um exemplo é a ExxonMobil, multinacional
de petróleo e gás, que desenvolveu um sistema que permitiu aos motoristas
realizarem pagamentos automáticos de forma autônoma nas bomba dos postos de
combustíveis, apenas observando os hábitos dos seus clientes e com base em
tecnologias já usadas pela empresa em outros setores (BES; KOTLER, 2011).
De acordo com as informações anteriores, assinale a alternativa referente ao tipo
de inovação descrita no texto.
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a) De produto.
b) Organizacional.
c) De processos.
d) Radical.
e) Invenção.
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indicações
Material
Complementar
F I LME
O menino que descobriu o vento
Ano: 2019
Comentário: Dizem que a di�culdade faz a
oportunidade! Neste �lme, conhecemos o menino do
Malawi (William Kamkwamba), que, com ferro velho,
criatividade e livros de uma pequena biblioteca da sua
vila, transformou a realidade da sua comunidade
desenvolvendo turbinas eólicas! Uma história
inspiradora! Um �lme sobre o poder da inovação e
como o contexto deve ser usado como impulsionador
para soluções criativas que gerem valor para a
sociedade. Para conhecer mais sobre o �lme, acesse o
trailer a seguir.
https://www.youtube.com/watch?v=OBprnlpM744
19/09/2022 04:50 Ead.br
https://student.ulife.com.br/ContentPlayer/Index?lc=OAqWcyKuoL5Obh4gsHvQqg%3d%3d&l=EdyxANhUPkGHzyusMXZFWA%3d%3d&cd=Zo… 29/33
TRAILER
L I VRO
De onde vêm as boas ideias?
Steven Johnson
Editora: Zahar
ISBN: 8537806846
Comentário: Nessa obra, Steven Johnson, um dos
mais reconhecidos autores do tema, apresenta uma
linha do tempo com um apanhado de casos de mais
de 200 descobertas e invenções, traçando um paralelo
entre o ambiente econômico, organizacional,
criatividade e inovação. Por �m, descreve alguns
padrões que motivaram o surgimento dessas boas
ideias.
https://www.youtube.com/watch?v=OBprnlpM744
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conclusão
Conclusão
Nesta unidade, exploramos temas de marketing que são essenciais para o
desenvolvimento de inovação pelo(as) engenheiros(as). Aprendemos que,
para ser bem-sucedido na proposição de ideias inovadoras, precisamos
conhecer sobre hábitos e per�l dos consumidores. Nesse sentido, segmentar
e estudar as gerações se torna algo importante. Foram explorados ainda os
conceitos de inovação, diferenciando em relação à invenção e classi�cando
segundo graus e tipos de inovação. Lembre-se: inovar é mandatório para as
empresas, mas isso só é alcançado se for criado algo novo, ou
signi�cativamente melhorado, que gere valor e impacto para o mercado e
sociedade!
referências
Referências
Bibliográ�cas
BES, F. T.; KOTLER, P. A Bíblia da inovação . São Paulo: Leya, 2011.
DAVILA, T.; EPSTEIN, M. J.; SHELTON, R. As regras da inovação . São Paulo:
Bookman, 2007.
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Paulo: Pioneira, 1996.
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PARA COOPERAÇÃO ECONÔMICA E DESENVOLVIMENTO. Manual de Oslo :
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