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O BRINCAR NA EDUAÇÃO INFANTIL
RESUMO
O artigo tem base em fazer uma reflexão sobre a importância do brincar no desenvolvimento da criança dando ênfase na educação infantil. Tem o objetivo de pesquisar e compreender o quanto brincar é um elemento fundamental para a criança. Aborda também considerações sobre os jogos, lúdicos, brinquedos e brincadeiras, e a relevância desses aspectos para o desenvolvimento desse artigo, a fundamentação teórica busca a contribuição de vários autores que tratam do assunto pesquisado, proporcionando através deste estudo uma leitura mais consciente e clara.
Palavras-Chve: Brincar. Educação. Infantil. Lúdico. Jogo.
 
1. INTRODUÇÃO 
 
 O presente trabalho teve como objetivo analisar a importância do brincar na educação infantil para o desenvolvimento da criança, esta técnica pedagógica facilita o processo de aprendizagem e ainda o torna mais prazeroso e divertido, além dessa pratica ser um dos melhores caminhos para desenvolver a aprendizagem e a construção do conhecimento através das brincadeiras, dos jogos e dos brinquedos. 
 Hoje podemos dizer que temos um avanço significativo em relação a nossa visão sobre a brincadeira na educação infantil, a facilidade que a criança obtém para a aprendizagem, faz com que as instituições e educadores se qualifiquem para que possa desenvolver o melhor conteúdo visando o desenvolvimento da criança.
 O brincar não é somente um instrumento didático rotulado para a aprendizagem, o brincar proporciona ao educando diversos fatores em relação ao desenvolvimento infantil, fatores que vão ser fundamentais na formação da criança, como: o raciocínio, a criatividade, desenvolvimento social e motor.
 Segundo o RNEI, 1998, p.29 o papel do professor não é ensinar a criança a brincar, pois é um ato que acontece de forma natural, mas sim planejar e organizar atividades norteadoras para que essa prática aconteça de maneira diversificada, onde as crianças possam expressar sentimentos, emoções, desempenhas papeis, trocar experiências com objetos e seus companheiros com quem brincar.
 Além da brincadeira trazer a criança e ser uma etapa fundamental nos primeiros anos de vida, a brincadeira também é um direito e isso deve ser assegurado pelas instituições, direito esse que é prescrito na constituição federal (1998), art 227, também no estatuto da criança e do adolescente, - ECA (1990) art.16 – IV, onde diz: Brincar, praticar esporte e se divrtir.
 Nas escolas com ênfase a educação infantil, o brincar deve ser visto como um meio de socialização, é diante da brincadeira que a criança enxerga seu universo e compactua com outros alunos. A brincadeira não deve ser vista somente como uma atividade para preencher lacunas, a brincadeira é uma excelente auxiliadora no desenvolvimento nos primeiros anos.
 Segundo Brasil (2001, p.21). “Brincar é uma das atividades fundamentais para o desenvolvimento da identidade e da autonomia”. A brincadeira traz a criança a criatividade, o pensamento, a explorar melhor seu corpo, compreender suas fraquezas e seus pontos fortes.
 2. AUXILIO DO LÚDICO NO DESENVOLVIMENTO DA CRIANÇA
 O lúdico que surgiu dentre as outras, tem sido um importante técnica pedagógica utilizada para facilitar a aprendizagem e o desenvolvimento da criança, tornando assim, as atividades mais prazerosas e eficazes.
 A ludicidade e a aprendizagem andam juntas com o objetivo de finalidade em comum, sendo assim, o jogo e as brincadeiras são atividades com o objetivo da aprendizagem.
 O Lúdico através das diversas práticas como jogo, brincadeiras, musicas, danças, brinquedos, possibilita, através de atividades bem elaboradas estimular a criança em seu desenvolvimento social, motor e possibilitando a criança no seu crescimento mental estimulando na mesma imaginação e a criatividade com o mundo ao seu redor.
 Os jogos, brinquedos e brincadeiras fazem parte do lúdico, ou seja, tudo se proporcionam as crianças por meio de atividades práticas e ativas, sendo considerada uma ação espontânea, prazerosa e adequada a qualquer criança.
 A ludicidade se conceitua pelas ações do brincar em que são incluídos os jogos, o brinquedo e a brincadeira. É vista como atividade prazerosa, que traz alegria e satisfação, possibilitando a criança de forma significativa (RAU, 2012b.)
 O brincar já faz parte da criança, é algo que já nasce, a criança desenvolve através da brincadeira o seu mundo, o seu ambiente, a sua criatividade. Dessa forma, o brincar se torna um auxiliador eficiente no que diz respeito ao desenvolvimento social da criança, através do brincar a criança utiliza uma forma de linguagem para interagir com os seus colegas e consigo mesma. 
 A criança começa a brincar cedo através de objetos, gestos, etc. Ortiz e Carvalho (2012, p. 103), afirmam que, “o bebê começa brincando com o próprio sentidos, num crescente jogo de descoberta, desenvolvimento de habilidades e construções de habilidades. ”
 Cunha (1994) destaca que o brincar com outras crianças é elemento essencial. Os jogos sociais iniciam-se desde cedo, ainda com os pais ao brincarem com os filhos bebê numa relação de afeto, mais tarde, ampliam-se para competição m diferentes tipos de jogos. 
 Para Duprat (2014) as atividades lúdicas além de desenvolver na criança vario aspecto importantes dos primeiros anos de vida, proporcionam também momentos prazerosos as crianças, sendo assim, as crianças desenvolvem sua inteligência, coordenação motora e seu desenvolvimento social sem ter consciência ou obrigatoriedade disso.
 Duprat (2014) conclui que a ludicidade no contexto escolar é muito mais do que um procedimento de ensino, é uma oportunidade de dar ao aluno a descoberta e a construção livre de seu caráter, e de um olhar critico com o meio em que vive, formando assim, a sua personalidade.
 De acordo com Bettelheim (1998, p. 38) “Brincar é muito importante, porque, enquanto estimula o desenvolvimento intelectual da criança também ensina hábitos necessários para seu crescimento”.
 Antunes (2008, p. 38) afirma que: Compreender o jogo como uma atividade que contem em si mesma o objetivo de decifrar os enigmas da vida e de construir e um momento de entusiasmo e alegria na aridez da aprendizagem e da caminhada humana para evolução biológica [...] Em síntese, o jogo é o melhor caminho de iniciação ao prazer estético, á descoberta da individualidade e a meditação individual.
 Ainda segundo Rau (2012a), na perspectiva de Piaget sobre o lúdico, a brincadeira libra a criança. Ao brincar livremente a criança descobre seu mundo através da imaginação. Sendo assim, a aprendizagem não se torna um peso, mas um aspecto de satisfação e mais prazeroso.
 Fortuna (2011, p9.) afirma que: “A brincadeira e tão importante para o desenvolvimento humano que até mesmo quando ocorrem brigas ela contribui para o crescimento e aprendizagem. Negociar perspectivas, convencer o opositor, conquistar adesões para uma boa causa, ceder, abrir mão, lutar por um ponto de vista _ Tudo isso ensina a viver”.
 Segundo Sebastini (2003, p.119) “A brincadeira é para a criança um espaço de investigação e construção de conhecimento sobre si mesma e sobre o mundo”. Portanto, o brincar não deve ser encarado somente como uma atividade para preencher lacunas, o brincar é necessário para a criança.
 A esse respeito, Alexandre Pavam (Apud SOUZA, MARTINS 2005 p. 183) afirma: É coisa seria: brincar não é apenas diversão, na hora de brincar as crianças desenvolvem-se física e intelectualmente, estacam-se como indivíduos, ao mesmo tempo que eles estabelecem o convívio social, tomam iniciativas próprias e estimulam a criatividade.
 Brincando a criança desenvolve situação de interação social “Por que brincando desenvolve sociabilidade, faz amigos, aprende a conviver, respeitando o direito de outros e as normas estabelecidas pelos grupos” (CUNHA, 1994 p.11)
 Valesco (1996, p. 78) afirma que: Brincando as crianças desenvolvem suas capacidades físicas, verbais ou intelectuais. Quando a criança não brinca, ela deixa de estimular, e até mesmo de desenvolver as capacidades inataspodendo vir a ser um adulto inseguro, medroso, agressivo. Já quando brinca á vontade, tem maiores possibilidades de se tornar um adulto equilibrado, consciente e afetuoso. 
 A brincadeira deixa de ser uma atividade recreativa, e deve fazer parte do plano de aula, brincadeiras dessas devem ser elaboradas e preparadas não só para o bem-estar da criança, mas também o seu desenvolvimento. 
 De acordo com Rau (2012ª), o lúdico precisa ser levado a sério no ambiente escolar, favorecendo a aprendizagem por meio de jogo e da brincadeira. O jogo como recurso pedagógico tem a função e ensinar e, por isso, tem objetivos a atingir.
 Rau (2012 p.110) afirma que: O lúdico como recurso pedagógico direcionado as áreas de desenvolvimento e aprendizagem pode ser muito significativo no sentido de encorajar as crianças a tomar consciência dos conhecimentos sociais que são desenvolvidos durante o jogo os quais podem ser usados para ajuda-las no desenvolvimento de compreensão positiva da sociedade e na aquisição de habilidades.
 De acordo com Rau (2012 a.p 34): Quando você entra na ação do jogo, elabora metas (eu objetivo), prepara estratégias (sua ação cognitiva e motora no jogo), escolhe caminhos (elabora hipóteses), brinca de faz-de-conta (vivencia papéis), raciocina e enfrenta desafios (alegria, ansiedade), organizar o pensamento (supera os problemas, percebe erros e acertos), e sintetiza (compreende resultados, vencendo ou perdendo). 
 Segundo Rau (2012ª), a utilização de atividades lúdicas como método pedagógico pode contribuir para a formação integral da criança. A ludicidade no contexto educacional e composta por atividades significativas que estão de acordo com as necessidades das crianças de forma integrada, associando-se á sua realidade sociocultural no processo de construção de conhecimento.
 O professor como mediador dessa fase inicial da criança, deve estar consciente e pleno do seu planejamento para oferecer as crianças brincadeiras em seu plano de aula, porém, com brincadeiras com objetivo e bem elaboradas, que assim, o mesmo vai oferecer aos seus alunos atividades na qual os mesmos estejam com prazer e alegria. 
 Diante disso, Vigotsky (1984, p. 64) afirma: brincar leva a criança a torna-se mais flexível a buscar alternativas de ação. Enquanto brincar, a criança concentra sua atenção na atividade em si e não em seus resultados e efeitos. Permitir brincar as crianças é uma tarefa essencial do educador. 
 Campos (2011) destacam em suas obras a necessidade os educadores estarem convictos de que a brincadeira é necessária, além de trazer muitos benefícios e contribuições no desenvolvimento da criança na habilidade de aprender e pensar. 
 De acordo com Duprat (2014, p.35) “Assim o jogo pode ser usado como o recurso pedagógico que favorece a criança a tomar parte na construção do conhecimento num processo continuo”. Sendo assim, a autora entende que o jogo e útil no crescimento e na capacidade de desenvolvimento continuo da criança.
 Na educação infantil a ludicidade posta de uma forma organizada, equilibrada e planejada, introduzindo jogos e atividades lúdicas e de suma importância para obter objetivos e desenvolver a criança, tornando assim o processo de apeiragem mais fácil e dinâmico. 
 Sendo assim, tendo o professor como principal mediador nesse processo de desenvolvimento da criança, o professor tem como objetivo definir a finalidade de uma atividade, para que assim, a criança possa se interessar por aquilo que está sendo oferecido a ela.
 Diante a pesquisa desses autores, podemos observar a importância da ludicidade da educação infantil, e que os jogos e brincadeiras diante do contexto educacional possuem um valor educacional importantíssimo e sua utilização traz várias vantagens para o processo de ensino aprendizagem.
 Diante das devidas argumentações, é possível afirmar que o lúdico e fundamental como método pedagógico para que os educadores possam melhor o processo ensino-aprendizagem.
 Portanto, acredita-se que a brincadeira faz a criança ser livre e criando assim seu próprio universo imaginável, onde a mesma aprende, se desenvolve e cria relação cosigo mesmo e com quem estar ao seu redor e que a ludicidade é essencial nesse processo de desenvolvimento.
2.1 BINQUEDO
As crianças fazem do brinquedo uma ponte para seu mundo imaginário, o brinquedo desperta na criança sua criatividade e sua emoção. Através do brinquedo, o imaginário ad criança entra em contato com o mundo externo e interno, o brinquedo gera desafio e a curiosidade, sendo assim, o brinquedo desperta na criança a imaginação.
 Segundo Haetinger (2006 ), a criatividade é a capacidade humana de criar novas ideias ou ações. A criatividade fortalece a imaginação humana, e assim sendo, modifica a técnica pela qual as crianças lidam com a informação.
 Sabemos o quanto brincar é fundamental no desenvolvimento da criança em vários aspectos, é necessário também reconhecer a relevante importância do brinquedo. Para Cunha (1994) os brinquedos também são responsáveis pela socialização: a partir deles as crianças assimila valores e crenças.
 De acordo com Cunha (1994), qualquer coisa pode se tornar um brinquedo para uma criança: objetos, o, figura, pessoas. O brinquedo fornece um suporte para as brincadeiras infantis. Usando os objetos comuns como sucatas, elementos da natureza, utensílios domésticos ou brinquedos artesanais, a criança desenvolve a imaginação, a criatividade, experimenta novas situações, satisfaz seus interesses e constrói seu conhecimento (Grassi 2013).
 Diante disso, Grassi (2013, p.45.) Firma que: O brinquedo, que pode ser desde o sofisticado até uma simples caixa de fosforo, funciona como um suporte para brincar. Sem um brinquedo muito mais fácil brincar, mas não impossível faze-lo. Ele é um meio pelo qual a criança demonstra suas emoções, cria e imagina, desenvolve, aprende e apreende. Cada brinquedo apresentado a criança desperta nela a infinidade de possibilidades. Desperta seu interesse, sua criatividade, possibilita momento de prazer, realizações e felicidades, bem como permite a vivencia de sentimentos de angustias, desprazer, frustrações, medo, tristeza, que poderão ser simbolizados e elaborados (GRASSI, 2013, P. 45).
 O brinquedo como objeto e sempre auxilio para as brincadeiras, um incentivo para fluir a imaginação infantil, tendo uma relação estreita com o nível do seu desenvolvimento, (SANTOS, 2004), Seguno Vogotsky (2007), o brinquedo foi criado para a criança satisfazer seus desejos.
 Vogotsky (1988, p.109), afirma que: “É enorme a influência do brinquedo no desenvolvimento da criança. É no brinquedo que a criança aprende agir numa esfera cognitiva, ao invés de numa esfera visual externa, dependendo das motivações e tendências internas e não por incentivos oferecidos por objetos externos”.
 Vigotsky (2007) ressalta que a criança brinca pela necessidade de atuar em relação ao mundo dos adultos e não apenas ao universo dos objetos que ela tem acesso. 
 Para Vigotsky (2007, p. 122): No brinquedo, a criança sempre comporta além do seu comportamento habitual da sua idade, além do seu comportamento diário: no brinquedo é como se ele fosse maior do que é na verdade. ”
 Vigotsky destaca três pontos fundamentais em relação aos brinquedos: (...) primeiro que ele não é o aspecto predominante da infância, mas é um fator muito importante do desenvolvimento. Em segundo lugar (...) o significado da mudança que ocorre no desenvolvimento do próprio brinquedo, de uma predominância, de regras. Em terceiro (...) as transformações internas no desenvolvimento a criança que surgem em consequência do brinquedo (VIGOTSKY 1990, p. 133).
 O brinquedo é um atrativo para a criança, é nele que a criança desperta sua imaginação e sua criatividade. Quanto mais o brinquedo possibilitar a exploração livre da criança, melhor. Quanto me nos isso acontecer, mais ela estará na condição de passividade. (SOUZA ; MARTINS 2005).
 Heriont (apu JARDIM, 2003) ressalta que: com seu brinquedo a criança pode estabeler inums brincadeiras onde não estejamimplicadas nem a estrutura do brinquedo, nem a maneira de mprega-lo. A criança é, portanto, capaz de utilizar quaisquer objetos para brincar, pois o essencial não tem relações com objetivo: que serve apenas como mdiador entre a realidade e a imaginação: valor simbólico que configura, que representa, que sugere (JARDIM, 2003p, 36.).
 Para Cunha (1994), que os brinquedos apresentem desafios para as crianças, eles devem estar apropriados ás mesmas de acordo com seus interesses, suas necessidades e com capacidades da etapa do desenvolvimento que se encontram.
 2.2 JOGO
 O jogo proporciona o desenvolvimento e exercitação mental, desenvolve a memória, a atenção, o raciocínio, a observação e a criatividade. Por meio dos jogos a criança conhece valores, formas, juízos, e faz escolhas (FURTAO, 2008). Por meio desse pensamento, a autora reforça aspectos do jogo em sua importância para o desenvolvimento ad criança.
 O jogo é fundamental para o desenvolvimento da linguagem e da autoconfiança, além disso, no jogo a criança desperta a sua criatividade e curiosidade.
 Independente da cultura, a época, o jogo da a sensação dde prazer, a criança aprende com maior facilidade, outro fator que o jogo proporciona é a criação de um universo imaginário onde a criança muda o mundo ao seu redor, onde cria, imagina e assim vivencia seus sentimentos e forma sua personalidade.
 Kashimoto (1993, p. 15) afirma: O jogo tem diversas origens e culturas que são transmitidas pelos diferentes jogos e formas de jogas. Eles têm função e contribuir e desenvolver uma convivência entre crianças estabelecendo regras, critérios e sentidos, possibilitando assim, um convívio mais social e democrático, por que enquanto manifestam espontânea da cultura popular, o jogo tradicional tem a função de preparar a cultura infantil e desenvolver formas de convivência social.
 Segundo Kishimoto (2011), o jogo educativo está associado a duas funções: a primeira função lúdica do jogo apresenta a ideia que sua experiência proporciona a diversão, o prazer quando é escolhido espontaneamente pela criança. A segunda função educativa é quando a ação do jogo desenvolve saberes no indivíduo. Portanto o equilíbrio dessas funções é o que determina o objetivo do jogo educativo. 
 Para Grassi (2013), deve-se considerar o jogo de regras com uma ação importante para o processo de aprendizagem, pois ao apresentar a criança uma situação-problema que manda resolução, a criança de coloca em movimento. Desse modo, as habilidades vão e desenvolver e passarão a fazer parte da sua vida, s estendendo para outros contextos e situações do cotidiano. Portanto, essa situação-problema encontrada no jogo de regras estimula na criança á busca de soluções, o que leva a pensar, raciocinar, analisar, questionar, errar e superar o erro, a prestar atenção e a descobrir.
 Enquanto brincamos, jogamos, vamos nos constituindo como sujeitos desejantes, autônomos, vamos brincando e aprendendo a resolver problemas e a lidar com tensões e frustrações, vamos nos relacionando com os outros e com conhecimentos, vamos nos tornando mais criativos, reflexivos, participativos, interessados e abertos (GRASSI, 2013, p. 85).
 O jogo proporciona a criança uma forma prazerosa de aprender, brincando a criança aprende com facilidade. Ao to de brincar fornece a criança diversos fatores, mesmo que as mesmas não saibam que adquirindo, o brincar é útil como estimulo para o desenvolvimento social, integral e individual.
 De acordo com Antunes (2003) do ponto de vista educacional, o jogo significa divertimento, brincadeira, passatempo pois em nossa cultura o termo jogo é confundido com competição. O autor também relata que os jogos infantis podem até incluir outra competição, mas o objetivo principal é sempre visar estimular o crescimento e aprendizagem com relação interpessoal, entre duas ou mais pessoas realizadas através de determinadas regras, ainda que o jogo seja uma brincadeira que envolve regras.

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