Logo Passei Direto
Buscar

Língua Brasileira de Sinais - Libras III Avaliação Final (Discursiva) - Individual

Prova discursiva sobre dificuldades na aprendizagem de Libras por ouvintes, a partir de estudo de diário (Leite & McCleary, 2009); traz enunciado, resposta esperada que aborda modalidade, datilologia, morfossintaxe, classificadores, unidades não manuais, uso do espaço e semântica.

Material
páginas com resultados encontrados.
páginas com resultados encontrados.

Escolha uma das opções e acesse esse e outros materiais sem bloqueio. 🤩

Cadastre-se ou realize login

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

Escolha uma das opções e acesse esse e outros materiais sem bloqueio. 🤩

Cadastre-se ou realize login

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

Escolha uma das opções e acesse esse e outros materiais sem bloqueio. 🤩

Cadastre-se ou realize login

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

Prévia do material em texto

17/11/2023, 15:22 Avaliação Final (Discursiva) - Individual
about:blank 1/3
Prova Impressa
GABARITO | Avaliação Final (Discursiva) - Individual
(Cod.:824971)
Peso da Avaliação 4,00
Prova 65145389
Qtd. de Questões 2
Nota 8,00
Tratando da aprendizagem de Libras por ouvintes, os autores Leite e McCleary (2009) partem 
da própria experiência do primeiro deles. Assim, usando a metodologia de estudos em diário, Leite 
registrou cotidianamente sua experiência de aprendiz de Libras como segunda língua em contextos 
formais e informais, e encontrou algumas dificuldades que ouvintes têm na aquisição da Libras. As 
dificuldades que encontrou na área linguística estava relacionada aos seguintes aspectos: modalidade, 
datilologia, morfossintaxe, classificadores, unidades não manuais, uso do espaço, a semântica. 
Disserte sobre essas dificuldades. 
FONTE: LEITE, T. A.; MCCLEARY, L. Estudo em diário: fatores complicadores e facilitadores no 
processo de aprendizagem da Língua de Sinais Brasileira por um adulto ouvinte. In: QUADROS, R. 
M.; STUMPF, M. R. Estudos Surdos IV. Petrópolis: Arara Azul, 2009.
Resposta esperada
Modalidade: normalmente, os iniciantes observam as mãos dos sinalizantes e isto faz com que
percam informações. Com o passar do tempo, tomam consciência de que é preciso focalizar o
rosto, ganhando, assim, na qualidade da captação e percepção.
Datilologia: parece fácil, entretanto, exige certo ritmo quando inserido no discurso espontâneo.
Muitas vezes é dado pouco espaço à prática de soletração manual nos cursos de Libras.
Morfossintaxe: incorre-se no erro de dar muita ênfase no ensino de vocabulário, sem
contextualizar a construção de sentenças, o que leva o ouvinte a produzir os sinais na estrutura
linear de sua primeira língua e, por isso, a realização daquilo que é chamado de uma interlíngua,
chamada de Português sinalizado.
Classificadores: devido a uma abordagem muito simples sobre esses elementos por parte dos
professores, os ouvintes tendem a ficar confusos quanto ao seu uso e sua semelhança com as
unidades lexicais estabilizadas e, por vezes, tornam-se muito parecidos com pantomimas.
Unidades não manuais: essas unidades são difíceis de produzir, sobretudo porque, como os
cursos focalizam muito em ensinar lista de sinais e as expressões são apenas para a distinção de
determinados itens lexicais, as explicações para o uso prosódico e sintático ficam
comprometidas.
O uso do espaço: no espaço ocorrem vários processos de recuperação referencial, e isto é de
estabelecimento das relações entre as unidades numa sentença, dispensando a necessidade de
artigos e preposições no estabelecimento de certas relações gramaticais e coesivas.
Semântica: o ensino de vocabulário geralmente compreende uma lista de sinais com sua tradução
em Português, levando a crer que todos os sinais têm um equivalente em Português, mas que
também algumas palavras do Português podem ter várias acepções de sinais, como no caso do
verbo CAIR.
Minha resposta
Modalidade: A principio considera só as mãos dos sinalizantes, deixando assim de absolver o
conhecimento.Com o passar do tempo, toma-se a consciência de que é preciso focalizar o rosto,
 VOLTAR
A+
Alterar modo de visualização
1
17/11/2023, 15:22 Avaliação Final (Discursiva) - Individual
about:blank 2/3
ganhando,na qualidade da captação e percepção. Datilologia: Parece simples, mas, exige uma
certa prática pois se não for tratado com seriedade,será uma barreira para a aprendizagem,pois
exige uma certa habilidade nas mãos .Há uma necessidade que os cursos de Libras deem mais
espaço à prática de soletração manual . Morfossintaxe: Ocorre quando se dá ênfase no ensino de
vocabulário, sem contextualizar a construção de sentenças, o que leva o ouvinte a produzir os
sinais na estrutura de sua primeira língua e, por isso, a realização daquilo que é ser chamado de
discurso bimodal.(português sinalizado) Classificadores: Ocorre devido a uma abordagem
negligente sobre esses elementos por parte dos professores, os ouvintes ficam confusos quanto
seu uso e a semelhança com as unidade lexicais tornando-se assim,parecidos com pantomimas.
Unidades não manuais: São difíceis de produzir, pois como os cursos enfatizam o ensinar lista de
sinais e as expressões não passam de ítens lexicais.( As expressões faciais e corporais ) muitas
vezes trás vergonha ao aprendiz da libras nasexpressões. O uso do espaço: Acontece quando que
no momento da sinalização, se faz o uso do espaço podendo associar direções do olhar,
apontações ou deslocamentos manuais de pontos a outros.Dispensando a necessidade de artigos e
preposições. Semântica: Normalmente compreende uma lista de sinais com tradução em
português, fazendo acreditar que todos os sinais tem um equivalente em português,bem como
algumas palavras do Português podem ter várias de sinais.Quando não exclarecida essa
situação,gera muita confusão.
Retorno da correção
Olá, acadêmico(a)! Sua resposta abordou alguns dos elementos da questão com base nos
materiais disponibilizados, porém, poderia ter explorado mais os conteúdos fundamentais da
disciplina. Confira no quadro "Resposta esperada" a sugestão de resposta para esta questão.
Tanto a palavra "maçã" quanto o sinal de MAÇÃ não representam o objeto concreto que existe 
na realidade do mundo, mas sim seu conceito. Disserte sobre o signo linguístico e sua capacidade 
simbólica a partir do exemplo lexical de MAÇÃ.
FONTE DA IMAGEM: https://br.pinterest.com/pin/337418197085842465/. Acesso em: 22 set. 2021.
Resposta esperada
2
17/11/2023, 15:22 Avaliação Final (Discursiva) - Individual
about:blank 3/3
*Tanto a palavra "maçã" quanto o sinal de MAÇÃ não são a representação do objeto concreto
porque são SIGNOS LINGUÍSTICOS que SIMBOLIZAM o conceito do objeto concreto *e
registram a convenção escrita/sinalizada, *pois pode ser utilizado para se referir a todas as maçãs
independentemente do tipo ou características específicas.
Minha resposta
O signo linguístico é uma associação de um conceito.Usamos os signos para falar sobre coisas .
Exemplo: A palavra (signo) ‘maçã’ .Para falar sobre esta palvra" maçã", não quer dizer que o
significado do signo "maçã" deve ser identificado com esta "maçã" no mundo sobre a qual
falamos.E nem que o significante de ‘maçã’ deve ser identificado com os sons ou gestos que
usamos para pronunciar a palavra.O significado não é a maçã (o objeto físico) em si, mas a
representação mental que temos do Do mesmo modo, o significante desse signo não é o som
[maçã], mas a representação mental que os falantes de português fazem desses sons, que os ajuda
a reconhecer o signo ‘maçã’ quando ele é pronunciado. Contudo,é preciso marcar a coerência e a
coesão textual sinalizada, atualizar o espaço com o referente atribuído,ou seja,informar por um
sinal o que aquele locus está representando naquele momento.
Retorno da correção
Olá, acadêmico(a)! Sua resposta abordou alguns dos elementos da questão com base nos
materiais disponibilizados, porém, poderia ter explorado mais os conteúdos fundamentais da
disciplina. Confira no quadro "Resposta esperada" a sugestão de resposta para esta questão.
Imprimir

Mais conteúdos dessa disciplina