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05 - Aula 5 - Lancamento horizontal e obliquo_pdf-questions

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02. Um lançador de granadas deve ser posicionado a uma distância D da linha vertical que passa por um ponto A. Este ponto está localizado em uma montanha a 300 m de altura em relação à extremidade de saída da granada, conforme o desenho abaixo. A velocidade da granada, ao sair do lançador, é de 100 m/s e forma um ângulo “” com a horizontal; a aceleração da gravidade é igual a 10 m/s2 e todos os atritos são desprezíveis. Para que a granada atinja o ponto A, somente após a sua passagem pelo ponto de maior altura possível de ser atingido por ela, a distância D deve ser de: Dados: cos 0,6; sen 0,8α = α =

a) 240 m
b) 360 m
c) 480 m
d) 600 m
e) 960 m

03. Uma esfera é lançada com velocidade horizontal constante de módulo v = 5 m/s da borda de uma mesa horizontal. Ela atinge o solo num ponto situado a 5 m do pé da mesa, conforme o desenho abaixo. Desprezando a resistência do ar, o módulo da velocidade com que a esfera atinge o solo é de: Dado: Aceleração da gravidade: g = 10 m/s2

a) 4 m/s
b) 5 m/s
c) 5 2 m/s
d) 6 2 m/s
e) 5 5 m/s

06. Um jogador de futebol chuta uma bola com massa igual a meio quilograma, dando a ela uma velocidade inicial que faz um ângulo de 30 graus com a horizontal. Desprezando a resistência do ar, qual o valor que melhor representa o módulo da velocidade inicial da bola para que ela atinja uma altura máxima de 5 metros em relação ao ponto que saiu? Considere que o módulo da aceleração da gravidade vale 10 metros por segundo ao quadrado.

07. Um naturalista, na selva tropical, deseja capturar um macaco de uma espécie em extinção, dispondo de uma arma carregada com um dardo tranquilizante. No momento em que ambos estão a 45 m acima do solo, cada um em uma árvore, o naturalista dispara o dardo. O macaco, astuto, na tentativa de escapar do tiro se solta da árvore. Se a distância entre as árvores é de 60 m, a velocidade mínima do dardo, para que o macaco seja atingido no instante em que chega ao solo, vale em m/s: Adote g = 10 m/s2.

a) 45
b) 60
c) 10
d) 20
e) 30

08. O GOL QUE PELÉ NÃO FEZ Na copa de 1970, na partida entre Brasil e Tchecoslováquia, Pelé pega a bola um pouco antes do meio de campo, vê o goleiro tcheco adiantado, e arrisca um chute que entrou para a história do futebol brasileiro. No início do lance, a bola parte do solo com velocidade de 108 km/h (30 m/s), e três segundos depois toca novamente o solo atrás da linha de fundo, depois de descrever uma parábola no ar e passar rente à trave, para alívio do assustado goleiro. Na figura, vemos uma simulação do chute de Pelé. Considerando que o vetor velocidade inicial da bola após o chute de Pelé fazia um ângulo de 30° com a horizontal (sen30° = 0,50 e cos30° = 0,85) e desconsiderando a resistência do ar e a rotação da bola, pode-se afirmar que a distância horizontal entre o ponto de onde a bola partiu do solo depois do chute e o ponto onde ela tocou o solo atrás da linha de fundo era, em metros, um valor mais próximo de

a) 52,0.
b) 64,5.
c) 76,5.
d) 80,4.
e) 86,6.

10. A figura a seguir mostra uma das cenas vistas durante a Copa das Confederações no Brasil. Os policiais militares responderam às ações dos manifestantes com bombas de gás lacrimogêneo e balas de borracha em uma região totalmente plana onde era possível avistar a todos. Suponha que o projétil disparado pela arma do PM tenha uma velocidade inicial de 200 m/s ao sair da arma e sob um ângulo de 30,00º com a horizontal. Calcule a altura máxima do projétil em relação ao solo, sabendo-se que ao deixar o cano da arma o projétil estava a 1,70 m do solo. Despreze as forças dissipativas e adote: g = 10,00 m/s2.

a) 401,70 m
b) 501,70 m
c) 601,70 m
d) 701,70 m
e) 801,70 m

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02. Um lançador de granadas deve ser posicionado a uma distância D da linha vertical que passa por um ponto A. Este ponto está localizado em uma montanha a 300 m de altura em relação à extremidade de saída da granada, conforme o desenho abaixo. A velocidade da granada, ao sair do lançador, é de 100 m/s e forma um ângulo “” com a horizontal; a aceleração da gravidade é igual a 10 m/s2 e todos os atritos são desprezíveis. Para que a granada atinja o ponto A, somente após a sua passagem pelo ponto de maior altura possível de ser atingido por ela, a distância D deve ser de: Dados: cos 0,6; sen 0,8α = α =

a) 240 m
b) 360 m
c) 480 m
d) 600 m
e) 960 m

03. Uma esfera é lançada com velocidade horizontal constante de módulo v = 5 m/s da borda de uma mesa horizontal. Ela atinge o solo num ponto situado a 5 m do pé da mesa, conforme o desenho abaixo. Desprezando a resistência do ar, o módulo da velocidade com que a esfera atinge o solo é de: Dado: Aceleração da gravidade: g = 10 m/s2

a) 4 m/s
b) 5 m/s
c) 5 2 m/s
d) 6 2 m/s
e) 5 5 m/s

06. Um jogador de futebol chuta uma bola com massa igual a meio quilograma, dando a ela uma velocidade inicial que faz um ângulo de 30 graus com a horizontal. Desprezando a resistência do ar, qual o valor que melhor representa o módulo da velocidade inicial da bola para que ela atinja uma altura máxima de 5 metros em relação ao ponto que saiu? Considere que o módulo da aceleração da gravidade vale 10 metros por segundo ao quadrado.

07. Um naturalista, na selva tropical, deseja capturar um macaco de uma espécie em extinção, dispondo de uma arma carregada com um dardo tranquilizante. No momento em que ambos estão a 45 m acima do solo, cada um em uma árvore, o naturalista dispara o dardo. O macaco, astuto, na tentativa de escapar do tiro se solta da árvore. Se a distância entre as árvores é de 60 m, a velocidade mínima do dardo, para que o macaco seja atingido no instante em que chega ao solo, vale em m/s: Adote g = 10 m/s2.

a) 45
b) 60
c) 10
d) 20
e) 30

08. O GOL QUE PELÉ NÃO FEZ Na copa de 1970, na partida entre Brasil e Tchecoslováquia, Pelé pega a bola um pouco antes do meio de campo, vê o goleiro tcheco adiantado, e arrisca um chute que entrou para a história do futebol brasileiro. No início do lance, a bola parte do solo com velocidade de 108 km/h (30 m/s), e três segundos depois toca novamente o solo atrás da linha de fundo, depois de descrever uma parábola no ar e passar rente à trave, para alívio do assustado goleiro. Na figura, vemos uma simulação do chute de Pelé. Considerando que o vetor velocidade inicial da bola após o chute de Pelé fazia um ângulo de 30° com a horizontal (sen30° = 0,50 e cos30° = 0,85) e desconsiderando a resistência do ar e a rotação da bola, pode-se afirmar que a distância horizontal entre o ponto de onde a bola partiu do solo depois do chute e o ponto onde ela tocou o solo atrás da linha de fundo era, em metros, um valor mais próximo de

a) 52,0.
b) 64,5.
c) 76,5.
d) 80,4.
e) 86,6.

10. A figura a seguir mostra uma das cenas vistas durante a Copa das Confederações no Brasil. Os policiais militares responderam às ações dos manifestantes com bombas de gás lacrimogêneo e balas de borracha em uma região totalmente plana onde era possível avistar a todos. Suponha que o projétil disparado pela arma do PM tenha uma velocidade inicial de 200 m/s ao sair da arma e sob um ângulo de 30,00º com a horizontal. Calcule a altura máxima do projétil em relação ao solo, sabendo-se que ao deixar o cano da arma o projétil estava a 1,70 m do solo. Despreze as forças dissipativas e adote: g = 10,00 m/s2.

a) 401,70 m
b) 501,70 m
c) 601,70 m
d) 701,70 m
e) 801,70 m

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<p>FRENTE: FÍSICA</p><p>PROFESSOR: ANDREW AQUINO</p><p>ASSUNTO: LANÇAMENTO HORIZONTAL E OBLÍQUO</p><p>OSG.: 046.036 - 160615/22</p><p>fariasbrito.com.br @fariasbrito canalfariasbrito@fariasbrito colegiofariasbrito</p><p>NÚCLEO ALDEOTA</p><p>(85) 3486.9000</p><p>NÚCLEO CENTRAL</p><p>(85) 3464.7788 (85) 3064.2850</p><p>NÚCLEO SUL</p><p>(85) 3260.6164</p><p>NÚCLEO EUSÉBIO</p><p>(88) 3677.8000</p><p>NÚCLEO SOBRAL</p><p>CIÊNCIAS DA NATUREZA</p><p>E SUAS TECNOLOGIAS</p><p>FUNDAMENTOS</p><p>AULA 5</p><p>Lançamento horizontal no vácuo</p><p>Quando um corpo é lançado horizontalmente no vácuo,</p><p>nas proximidades da superfície terrestre, ele descreve, em</p><p>relação à Terra, uma trajetória parabólica.</p><p>Esse movimento pode ser considerado, de acordo com o</p><p>princípio da simultaneidade, o resultado da composição de dois</p><p>movimentos simultâneos e independentes: queda livre e</p><p>movimento horizontal.</p><p>Movimento horizontal</p><p>É um movimento uniforme, pois não existe nenhuma</p><p>aceleração na direção horizontal; o corpo o realiza por inércia,</p><p>mantendo a velocidade 0v</p><p></p><p>com que foi lançado.</p><p>Em cada ponto da trajetória, a velocidade resultante v</p><p></p><p>do corpo, cuja direção é tangente à trajetória, é dada pela soma</p><p>vetorial da velocidade horizontal 0v</p><p></p><p>, que permanece constante,</p><p>e da velocidade vertical yv</p><p></p><p>, cujo módulo varia, pois a</p><p>aceleração da gravidade tem direção vertical.</p><p>Lançamento oblíquo no vácuo</p><p>Considere um corpo sendo lançado com velocidade v0</p><p>em uma direção que forma com a horizontal um ângulo </p><p>(ângulo de tiro). Desprezada a resistência do ar, a aceleração</p><p>do corpo é a aceleração da gravidade. A trajetória descrita, em</p><p>relação à Terra, é uma parábola.</p><p>O movimento descrito pelo corpo pode ser considerado</p><p>o resultado da composição de dois movimentos simultâneos e</p><p>independentes: um movimento vertical uniformemente variado,</p><p>cuja aceleração é a da gravidade, e um movimento horizontal</p><p>uniforme, pois na horizontal não há aceleração.</p><p>Vamos analisar separadamente cada um desses</p><p>movimentos componentes.</p><p>2 OSG.: 046.036 - 160615/22</p><p>MÓDULO DE ESTUDO</p><p>Movimento vertical (MUV)</p><p>Consideremos o eixo y com origem no ponto de</p><p>lançamento e orientado para cima. A aceleração escalar do</p><p>movimento vertical será:  = – g.</p><p>Se projetarmos a velocidade de lançamento 0v</p><p></p><p>na</p><p>direção do eixo y, obteremos a velocidade inicial vertical</p><p>y0v</p><p></p><p>cujo módulo é dado por:</p><p>Sob a ação da gravidade, o módulo da velocidade</p><p>vertical yv</p><p></p><p>diminui à medida que o corpo sobe, anula-se no</p><p>ponto mais alto e aumenta à medida que o corpo desce. Na</p><p>figura anterior, representa-se a velocidade yv</p><p></p><p>em várias</p><p>posições do corpo, tendo-se omitido a componente horizontal.</p><p>Como o movimento na direção vertical é uniformemente</p><p>variado, valem as funções:</p><p>Nessas funções, como a trajetória foi orientada para</p><p>cima, a aceleração escalar é  = – g. Para calcular a altura</p><p>máxima do lançamento (H), pode-se utilizar a fórmula seguinte,</p><p>cuja dedução se encontra no quadro a seguir:</p><p>Altura máxima</p><p>No ponto mais alto da trajetória: y = H e vy = 0</p><p>Pela equação de Torricelli, temos:</p><p>( )</p><p>2 2</p><p>y 0y</p><p>2</p><p>0y</p><p>2</p><p>0y</p><p>2</p><p>0y</p><p>v v y</p><p>0 v 2 g H</p><p>2gH v</p><p>v</p><p>H</p><p>2g</p><p>= + α</p><p>= + −</p><p>=</p><p>=</p><p>Mas:</p><p>2</p><p>0y 0v v sen= ⋅ θ</p><p>Logo:</p><p>2 2</p><p>0v sen</p><p>H</p><p>2g</p><p>⋅ θ</p><p>=</p><p>Movimento horizontal (MU)</p><p>Consideremos o eixo x com origem no ponto de</p><p>lançamento e orientado no sentido da velocidade horizontal xv ,</p><p></p><p>dada pela projeção sobre esse eixo da velocidade de</p><p>lançamento 0v</p><p></p><p>(fig. 5).</p><p>O módulo da velocidade horizontal xv</p><p></p><p>é dado por:</p><p>A velocidade horizontal xv</p><p></p><p>permanece</p><p>constante durante o movimento.</p><p>A figura anterior, na qual não foi representada a</p><p>velocidade vertical yv ,</p><p></p><p>mostra que, qualquer que seja o ponto</p><p>da trajetória em que o corpo esteja, a velocidade horizontal é</p><p>sempre a mesma:</p><p>Assim, sendo um movimento uniforme, a função horária</p><p>do movimento horizontal pode ser escrita deste modo:</p><p>3 OSG.: 046.036 - 160615/22</p><p>MÓDULO DE ESTUDO</p><p>Alcance do lançamento</p><p>Quando o corpo retorna ao nível de lançamento:</p><p>yy 0v v=</p><p>Logo, sendo g,α = − temos:</p><p>y</p><p>y y</p><p>y</p><p>y 0</p><p>0 0</p><p>0</p><p>v v t</p><p>v v gt</p><p>2v</p><p>t</p><p>g</p><p>= + α</p><p>− = −</p><p>=</p><p>Durante esse tempo, o corpo avança horizontalmente a</p><p>distância A (alcance): assim, x = A.</p><p>Como</p><p>yx 0 0 x 0x v t, v v sen e v v cos ,= = ⋅ θ = ⋅ θ vem:</p><p>y0 0</p><p>x 0</p><p>2v 2v sen</p><p>A v A v cos</p><p>g g</p><p>⋅ θ</p><p>= = ⇒ = ⋅ θ ⋅</p><p>Como 2 · sen  · cos  = sen 2, temos:</p><p>2</p><p>0v sen 2</p><p>A</p><p>g</p><p>⋅ θ</p><p>=</p><p>01. Um avião de carga voa a uma altitude h igual a 320 m, à</p><p>velocidade de 100 m/s. Ele deixa cair um pacote que deve</p><p>atingir um barco se deslocando a 20 m/s na mesma direção</p><p>e sentido do avião. A que distancia horizontal x, atrás do</p><p>barco, o avião deverá abandonar o pacote? Considere</p><p>g = 10 m/s2 e despreze influências do ar no movimento do</p><p>pacote.</p><p>a) 320 m</p><p>b) 400 m</p><p>c) 580 m</p><p>d) 640 m</p><p>e) 750 m</p><p>02. Um lançador de granadas deve ser posicionado a uma</p><p>distância D da linha vertical que passa por um ponto A.</p><p>Este ponto está localizado em uma montanha a 300 m de</p><p>altura em relação à extremidade de saída da granada,</p><p>conforme o desenho abaixo.</p><p>A velocidade da granada, ao sair do lançador, é de 100 m/s</p><p>e forma um ângulo “” com a horizontal; a aceleração da</p><p>gravidade é igual a 10 m/s2 e todos os atritos são</p><p>desprezíveis. Para que a granada atinja o ponto A,</p><p>somente após a sua passagem pelo ponto de maior altura</p><p>possível de ser atingido por ela, a distância D deve ser de:</p><p>Dados: cos 0,6; sen 0,8α = α =</p><p>a) 240 m</p><p>b) 360 m</p><p>c) 480 m</p><p>d) 600 m</p><p>e) 960 m</p><p>03. Uma esfera é lançada com velocidade horizontal constante</p><p>de módulo v = 5 m/s da borda de uma mesa horizontal. Ela</p><p>atinge o solo num ponto situado a 5 m do pé da mesa,</p><p>conforme o desenho abaixo.</p><p>Desprezando a resistência do ar, o módulo da velocidade</p><p>com que a esfera atinge o solo é de:</p><p>Dado: Aceleração da gravidade: g = 10 m/s2</p><p>a) 4 m/s</p><p>b) 5 m/s</p><p>c) 5 2 m/s</p><p>d) 6 2 m/s</p><p>e) 5 5 m/s</p><p>4 OSG.: 046.036 - 160615/22</p><p>MÓDULO DE ESTUDO</p><p>04. Um superatleta de salto em distância realiza o seu salto</p><p>procurando atingir o maior alcance possível. Se ele se</p><p>lança ao ar com uma velocidade cujo módulo é 10 m/s, e</p><p>fazendo um ângulo de 45° em relação à horizontal, é</p><p>correto afirmar que o alcance atingido pelo atleta no salto é</p><p>de:</p><p>(Considere g = 10 m/s2)</p><p>a) 2 m.</p><p>b) 4 m.</p><p>c) 6 m.</p><p>d) 8 m.</p><p>e) 10 m.</p><p>05. Do alto de uma montanha em Marte, na altura de 740 m em</p><p>relação ao solo horizontal, é atirada horizontalmente uma</p><p>pequena esfera de aço com velocidade de 30 m/s.</p><p>Na superfície deste planeta, a aceleração gravitacional é de</p><p>3,7 m/s2.</p><p>A partir da vertical do ponto de lançamento, a esfera toca o</p><p>solo numa distância de, em metros,</p><p>a) 100</p><p>b) 200</p><p>c) 300</p><p>d) 450</p><p>e) 600</p><p>06. Um jogador de futebol chuta uma bola com massa igual a</p><p>meio quilograma, dando a ela uma velocidade inicial que</p><p>faz um ângulo de 30 graus com a horizontal. Desprezando</p><p>a resistência do ar, qual o valor que melhor representa o</p><p>módulo da velocidade inicial da bola para que ela atinja</p><p>uma altura máxima de 5 metros em relação ao ponto que</p><p>saiu?</p><p>Considere que o módulo da aceleração da gravidade vale</p><p>10 metros por segundo ao quadrado.</p><p>a) 10,5 m/s</p><p>b) 15,2 m/s</p><p>c) 32,0 m/s</p><p>d) 12,5 m/s</p><p>e) 20,0 m/s</p><p>07. Um naturalista, na selva tropical, deseja capturar um</p><p>macaco de uma espécie em extinção, dispondo de uma</p><p>arma carregada com um dardo tranquilizante. No momento</p><p>em que ambos estão a 45 m acima do solo, cada um em</p><p>uma árvore, o naturalista dispara o dardo. O macaco,</p><p>astuto, na tentativa de escapar do tiro se solta da árvore.</p><p>Se a distância entre as árvores é de 60 m, a velocidade</p><p>mínima do dardo, para que o macaco seja atingido no</p><p>instante em que chega ao solo, vale em m/s:</p><p>Adote g = 10 m/s2.</p><p>a) 45</p><p>b) 60</p><p>c) 10</p><p>d) 20</p><p>e) 30</p><p>08.</p><p>O GOL QUE PELÉ NÃO FEZ</p><p>Na copa de 1970, na partida entre Brasil e</p><p>Tchecoslováquia, Pelé pega a bola um pouco antes do</p><p>meio de campo, vê o goleiro tcheco adiantado, e arrisca um</p><p>chute que entrou para a história do futebol brasileiro.</p><p>No início do lance, a bola parte do solo com velocidade de</p><p>108 km/h (30 m/s), e três segundos depois toca novamente</p><p>o solo atrás da linha de fundo, depois de descrever uma</p><p>parábola no ar</p><p>e passar rente à trave, para alívio do</p><p>assustado goleiro.</p><p>Na figura, vemos uma simulação do chute de Pelé.</p><p>Considerando que o vetor velocidade inicial da bola após o</p><p>chute de Pelé fazia um ângulo de 30° com a horizontal</p><p>(sen30° = 0,50 e cos30° = 0,85) e desconsiderando a</p><p>resistência do ar e a rotação da bola, pode-se afirmar que a</p><p>distância horizontal entre o ponto de onde a bola partiu do</p><p>solo depois do chute e o ponto onde ela tocou o solo atrás</p><p>da linha de fundo era, em metros, um valor mais próximo</p><p>de</p><p>a) 52,0.</p><p>b) 64,5.</p><p>c) 76,5.</p><p>d) 80,4.</p><p>e) 86,6.</p><p>09. Em um experimento escolar, um aluno deseja saber o valor</p><p>da velocidade com que uma esfera é lançada</p><p>horizontalmente, a partir de uma mesa. Para isso, mediu a</p><p>altura da mesa e o alcance horizontal atingido pela esfera,</p><p>encontrando os valores mostrados na figura.</p><p>5 OSG.: 046.036 - 160615/22</p><p>MÓDULO DE ESTUDO</p><p>A partir dessas informações e desprezando as influências</p><p>do ar, o aluno concluiu corretamente que a velocidade de</p><p>lançamento da esfera, em m/s, era de</p><p>a) 3,1</p><p>b) 3,5</p><p>c) 5,0</p><p>d) 7,0</p><p>e) 9,0</p><p>10. A figura a seguir mostra uma das cenas vistas durante a</p><p>Copa das Confederações no Brasil. Os policiais militares</p><p>responderam às ações dos manifestantes com bombas de</p><p>gás lacrimogêneo e balas de borracha em uma região</p><p>totalmente plana onde era possível avistar a todos.</p><p>Suponha que o projétil disparado pela arma do PM tenha</p><p>uma velocidade inicial de 200 m/s ao sair da arma e sob</p><p>um ângulo de 30,00º com a horizontal. Calcule a altura</p><p>máxima do projétil em relação ao solo, sabendo-se que ao</p><p>deixar o cano da arma o projétil estava a 1,70 m do solo.</p><p>Despreze as forças dissipativas e adote: g = 10,00 m/s2.</p><p>a) 401,70 m</p><p>b) 501,70 m</p><p>c) 601,70 m</p><p>d) 701,70 m</p><p>e) 801,70 m</p><p>GABARITO</p><p>01 02 03 04 05 06 07 08 09 10</p><p>D D E E E E D C D B</p><p>6 OSG.: 046.036 - 160615/22</p><p>MÓDULO DE ESTUDO</p><p>Resoluções</p><p>01. Tempo de queda do pacote:</p><p>q q</p><p>2h 2 320</p><p>t t 8 s</p><p>g 10</p><p>⋅</p><p>= = = =</p><p>Considerando-se os movimentos na horizontal e tomando-se</p><p>um referencial no barco, a velocidade do pacote é</p><p>constante, de módulo igual a 80 m/s (100 m/s – 20 m/s):</p><p>= ⇒ = ⇒ =</p><p>∆</p><p>x x</p><p>v 80 x 640 m</p><p>t 8</p><p>Resposta: D</p><p>02. Decompondo a velocidade em componentes horizontal e</p><p>vertical, temos:</p><p>= ⋅ α = × =</p><p> = ⋅ α = × =</p><p>x 0</p><p>y 0</p><p>V V cos 100 0,6 60 m/s</p><p>V V sen 100 0,8 80 m/s</p><p>Na vertical, o movimento é uniformemente variado. Sendo</p><p>assim:</p><p>∆ = ⋅ + ⇒ = − ⇒ − + =2 2 2</p><p>y y</p><p>1</p><p>S V t gt 300 80t 5t t 16t 60 0</p><p>2</p><p>A equação acima tem duas soluções: t = 6 s e t’ = 10 s.</p><p>Como o projétil já passou pelo ponto mais alto, devemos</p><p>considerar o maior tempo (10 s).</p><p>Na horizontal, o movimento é uniforme. Sendo assim:</p><p>∆ = ⋅ ⇒ = × =x xS V t D 60 10 600 m</p><p>Resposta: D</p><p>03. O tempo de queda da esfera é igual ao tempo para ela</p><p>avançar 5 m com velocidade horizontal constante de</p><p>v0 = 5 m/s.</p><p>= = =</p><p>0</p><p>x 5</p><p>t 1 s</p><p>v 5</p><p>A componente vertical da velocidade é:</p><p>( )= + ⇒ = + ⇒ =</p><p>yy 0 y yv v gt v 0 10 1 v 10 m/s</p><p>Compondo as velocidades horizontal e vertical no ponto de</p><p>chegada:</p><p>= + ⇒ = + ⇒ = ⇒ =2 2 2 2 2</p><p>0 yv v v v 5 10 v 125 v 5 5 m/s</p><p>Resposta: E</p><p>04. Dados: v0 = 10 m/s;  = 45°; g = 10 m/s2.</p><p>= ° = =</p><p>= ° = =</p><p>ox 0</p><p>oy 0</p><p>2</p><p>v v cos 45 10 5 2 m/s.</p><p>2</p><p>2</p><p>v v sen45 10 5 2 m/s.</p><p>2</p><p>No eixo y, o movimento é uniformemente variado, com a = –g.</p><p>Calculemos o tempo de subida (tsub), notando que no ponto</p><p>mais alto vy = 0.</p><p>= − ⇒ = − ⇒ =x oy sub sub</p><p>2</p><p>v v gt 0 5 2 10t t s.</p><p>2</p><p>Como o tempo de subida é igual ao de descida, o tempo</p><p>total (tT) é:</p><p>= =T subt 2t 2 s.</p><p>No eixo x, o movimento é uniforme, com velocidade igual</p><p>a v0x. O alcance horizontal (D) é:</p><p>= ⋅ = × ⇒ =0x TD v t 5 2 2 D 10 m.</p><p>Resposta: E</p><p>05. O movimento na vertical é uniformemente variado:</p><p>2 2</p><p>0</p><p>1 1</p><p>S V t at 740 3,7t t 20 s</p><p>2 2</p><p>∆ = + ⇒ = × ⇒ =</p><p>O movimento na horizontal é uniforme:</p><p>∆ = ⋅ = × =S V t 30 20 600 m</p><p>Resposta: E</p><p>06.</p><p>Aplicando Torricelli para o eixo y: = − ∆2 2</p><p>y oyv v 2g y</p><p>No ponto mais alto:</p><p>0x yv v v 0</p><p>y h</p><p>= ⇒ =</p><p></p><p>∆ =</p><p>Substituindo:</p><p>( )( )= − ⇒ = = =2 2</p><p>0y 0y0 v 2gh v 2gh 2 10 5 10 m/s.</p><p>Mas:</p><p>= ⋅ ° ⇒ = ⋅ ⇒ =0y 0 0 0</p><p>1</p><p>v v sen30 10 v v 20 m/s</p><p>2</p><p>Resposta: E</p><p>7 OSG.: 046.036 - 160615/22</p><p>MÓDULO DE ESTUDO</p><p>07. A figura abaixo mostra as trajetórias do dardo e do macaco.</p><p>Macaco  queda livre </p><p>2 21</p><p>S a t 45 5t t 3,0s</p><p>2</p><p>∆ = ⋅ ⋅ ⇒ = ⇒ =</p><p>Dardo na horizontal </p><p>S 60</p><p>MU V 20 m/s</p><p>t 3</p><p>∆</p><p>⇒ = = =</p><p>∆</p><p>Resposta: D</p><p>08. Dados: v0 = 30 m/s;  = 30°; sen 30° = 0,50 e</p><p>cos 30° = 0,85 e t = 3 s.</p><p>A componente horizontal da velocidade (v0x) mantém-se</p><p>constante. O alcance horizontal (A) é dado por:</p><p>A = v0x · t  A = v0 · cos 30° · t  A = 30 (0,85)(3) </p><p>A = 76,5 m.</p><p>Resposta: C</p><p>09. Como a esfera caiu de 0,80 m podemos calcular o tempo</p><p>de queda.</p><p>S = S0 + v0 · t + gt2/2</p><p>0,80 = 0 + 0 + 10 · t2/2</p><p>0,80 = 5 · t2</p><p>0,16 = t2  t = 0,4 s</p><p>Este também é o tempo de avanço da bolinha.</p><p>Como na horizontal não existem forças durante a queda, na</p><p>horizontal o movimento é uniforme.</p><p>S 2,80</p><p>v 7 m/s</p><p>t 0,4</p><p>∆</p><p>= = =</p><p>∆</p><p>Resposta: D</p><p>10. Dados:  = 30°; v0 = 200 m/s; h0 = 1,7 m; g = 10 m/s2.</p><p>Decompondo a velocidade inicial nas direções horizontal e</p><p>vertical:</p><p>ox 0 ox</p><p>oy 0 ox</p><p>3</p><p>v v cos 200cos30 200 v 100 3 m/s.</p><p>2</p><p>1</p><p>v v sen 200sen30 200 v 100 m/s.</p><p>2</p><p></p><p>= θ = ° = ⇒ =</p><p></p><p> = θ = ° = ⇒ =</p><p>Sabemos que no ponto mais alto a componente vertical da</p><p>velocidade é nula (vy = 0). Aplicando a equação de Torricelli</p><p>nessa direção, vem:</p><p>( ) ( )2 2 2</p><p>y 0y 0v v 2g H h 0 100 20 H 1,7</p><p>10.000</p><p>H 1,7 H 500 1,7 H 501,7 m</p><p>20</p><p>= − − ⇒ = − − ⇒</p><p>− = ⇒ = + ⇒ =</p><p>Resposta: B</p><p>DIG.: Georgenes – REV.: Tereza</p>

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