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<p>Iniciado em segunda-feira, 2 set. 2024, 21:52</p><p>Estado Finalizada</p><p>Concluída em segunda-feira, 2 set. 2024, 22:07</p><p>Tempo</p><p>empregado</p><p>15 minutos 34 segundos</p><p>Notas 6,00/6,00</p><p>Avaliar 100,00 de um máximo de 100,00</p><p>Questão 1</p><p>Completo</p><p>Atingiu 1,00 de 1,00</p><p>Ana Lúcia é uma gestora pública recém-nomeada para liderar um departamento municipal que promove a inclusão social. Ao assumir</p><p>seu cargo, ela percebeu que, apesar das políticas de inclusão, havia uma resistência dentro da equipe em relação à contratação de</p><p>pessoas de diferentes origens culturais. Ela mesma, em um primeiro momento, teve di�culdade em perceber esses preconceitos, mas</p><p>após participar de um workshop sobre diversidade e inclusão, reconheceu que também possuía alguns preconceitos inconscientes.</p><p>Decidida a criar um ambiente de trabalho mais inclusivo, Ana Lúcia implementou uma série de iniciativas. Organizou treinamentos para</p><p>sensibilizar os servidores sobre a importância da diversidade e a necessidade de superar preconceitos. Além disso, criou espaços de</p><p>diálogo para que os funcionários pudessem compartilhar suas experiências e preocupações. Com o tempo, a equipe começou a mostrar</p><p>uma maior abertura e compreensão, e o ambiente de trabalho se tornou mais harmonioso e produtivo.</p><p>A partir desse cenário, assinale a alternativa que melhor retrata um passo importante que Ana Lucia tomou para reconhecer e superar</p><p>seus próprios preconceitos na gestão pública.</p><p>a. Organizar treinamentos sobre diversidade e inclusão para a equipe para promover a conscientização e a educação entre os</p><p>servidores e servidoras sobre a importância da diversidade.</p><p>b. Criar espaços de diálogo para compartilhar experiências e preocupações para facilitar a comunicação aberta e o entendimento</p><p>mútuo entre os membros da equipe.</p><p>c. Participar de um workshop sobre diversidade e inclusão, o que a fez reconhecer e indagar seus próprios preconceitos por meio</p><p>da educação pessoal.</p><p>d. Implementar políticas de contratação inclusivas, que asseguram a diversidade cultural por meio da implementação de novas</p><p>práticas de contratação.</p><p>Participar de um workshop sobre diversidade e inclusão foi um passo importante para que Ana Lúcia pudesse reconhecer seus próprios</p><p>preconceitos inconscientes e começar a superá-los, permitindo-lhe liderar a equipe de forma mais inclusiva. Organizar treinamentos é</p><p>uma ação importante para a equipe, mas a questão pede um passo especí�co que a gestora tomou para reconhecer e superar seus</p><p>próprios preconceitos. Criar espaços de diálogo e implementar políticas de contratação inclusivas são medidas para promover a</p><p>diversidade, mas não se referem diretamente ao reconhecimento e superação dos preconceitos pessoais de Ana Lúcia.</p><p>Questão 2</p><p>Completo</p><p>Atingiu 1,00 de 1,00</p><p>João é gerente de um departamento em um órgão público e tem notado que uma de suas funcionárias, Luísa, tem aparentado estar</p><p>mais reservada e menos engajada nas reuniões de equipe. João decide chamar Luísa para uma conversa privada, pois deseja</p><p>compreender melhor o que ela está passando e oferecer o apoio necessário. Durante a conversa, Luísa revela que tem sentido micro</p><p>agressões no ambiente de trabalho e que esses episódios têm afetado seu bem-estar e produtividade. Ela se sente subestimada e</p><p>invisível muitas vezes por colegas de trabalho, e isso a deixa extremamente desconfortável.</p><p>Qual seria a melhor maneira para João demonstrar escuta empática durante esta conversa com Luísa?</p><p>a. Responder imediatamente aos relatos de Luísa com soluções práticas e promessas rápidas de ação, como enviar um e-mail</p><p>para toda a equipe sobre a importância de respeitar a diversidade, acreditando que isso resolveria o problema a curto prazo.</p><p>b. Escutar atentamente o que Luísa tem a dizer sem interrompê-la, mantendo contato visual, utilizando sinais não verbais de</p><p>compreensão como acenos de cabeça e expressões faciais de empatia. Con�rmar que compreendeu as preocupações de Luísa,</p><p>re�etindo de volta o que ouviu e questionando quais ações especí�cas ela gostaria que fossem realizadas para melhorar a</p><p>situação.</p><p>c. Compartilhar com Luísa histórias de desa�os semelhantes que outros colegas tenham enfrentado, sugerindo que ela converse</p><p>com essas pessoas para encontrar pontos em comum e soluções, enquanto reitera que toda equipe enfrenta desa�os no local</p><p>de trabalho.</p><p>d. Sugerir imediatamente a criação de um grupo de apoio interno para funcionários de minorias e propor a implementação de</p><p>treinamentos obrigatórios sobre diversidade e inclusão, sem primeiro validar ou compreender plenamente as experiências</p><p>pessoais de Luísa.</p><p>A escuta empática envolve ouvir atentamente o outro e validar seus sentimentos e preocupações, sem interrupções. No contexto</p><p>apresentado, quando João re�ete de volta o que ouviu, ele demonstra que realmente compreendeu e valoriza as experiências de Luísa.</p><p>Além disso, perguntar sobre as ações especí�cas que ela gostaria de que fossem implementadas assegura que qualquer medida</p><p>tomada estará alinhada com suas necessidades e perspectivas. Ao contrário, responder imediatamente aos relatos de Luísa com</p><p>soluções práticas e promessas pode parecer uma abordagem bem-intencionada, mas ignora a etapa fundamental da escuta empática</p><p>que é ouvir e validar as experiências e sentimentos do outro. Compartilhar experiências semelhantes pode, à primeira vista, parecer</p><p>uma forma de construir empatia, mas frequentemente desvia a atenção das preocupações relatadas. Além disso, sugerir a criação de</p><p>grupos de apoio e treinamentos sem validar com antecedência as emoções e experiências pessoais de Luísa pode fazê-la sentir que</p><p>suas preocupações não foram ouvidas ou realmente compreendidas.</p><p>Questão 3</p><p>Completo</p><p>Atingiu 1,00 de 1,00</p><p>Analise as seguintes situações.:</p><p>1. Em um órgão público, uma servidora demonstrou comportamento inadequado e ofensivo em várias ocasiões. Durante uma</p><p>reunião, ela chamou as estagiárias de "debilóides", dizendo que elas não tinham capacidade de exercer as funções para as quais</p><p>foram contratadas. Além disso, em uma conversa com outros colegas, referiu-se ao chefe dessas estagiárias utilizando termos</p><p>racistas.</p><p>2. Juliana é uma mulher trans que recentemente começou um novo emprego em uma empresa pública. Embora no início tenha se</p><p>sentido acolhida, logo começou a enfrentar desa�os ao pedir para ser chamada pelo seu nome social. Juliana informou ao</p><p>departamento de recursos humanos e ao seu gestor sobre seu nome social, garantindo que essa informação fosse atualizada</p><p>em todos os registros e documentos internos pertinentes. Porém, durante a apresentação de um projeto, um dos gerentes se</p><p>referiu a ela pelo nome de registro diversas vezes.</p><p>3. Aisha é servidora pública e começou a sofrer preconceito quando sua nova gestora fez insinuações sobre sua religião e pediu</p><p>que ela “se adequasse” ao ambiente de trabalho removendo o hi�ab (véu ou lenço usado por algumas mulheres muçulmanas</p><p>para cobrir a cabeça e o peito como parte das práticas prescritas pelo Islã). Embora Aisha tenha tentado explicar o signi�cado</p><p>de sua vestimenta, ela se deparou com resistência e ostracismo.</p><p>Considerando as situações apresentadas, assinale a alternativa correta.</p><p>a. As situações 1 e 3 exempli�cam casos de racismo institucional, que se referem a práticas, políticas ou normas em instituições</p><p>sociais que discriminam ou perpetuam a desigualdade com base na raça ou etnia. Contrariamente, a situação 2 descreve uma</p><p>simples divergência de comunicação, já que a utilização do nome social por indivíduos trans não é uma obrigação legal para</p><p>entidades da administração pública.</p><p>b. A situação 1 con�gura um exemplo de racismo institucional pela conduta discriminatória da servidora pública em relação às</p><p>estagiárias e ao chefe delas. A situação 2, apesar de tratar do uso do nome social por uma mulher trans, não caracteriza</p><p>violação de direitos e sim uma falta de comunicação interna sobre a preferência de nome. Já a situação 3 não se enquadra em</p><p>racismo institucional, mas sim em preconceito</p><p>religioso.</p><p>c. As situações 1 e 3 demonstram exemplos de racismo institucional, que abrangem práticas, políticas ou normas em</p><p>organizações que discriminam ou mantêm a desigualdade com base na raça ou etnia. Conforme a Lei n. 7716/89, nas</p><p>situações 1 e 3, os responsáveis pelas ações discriminatórias podem ser responsabilizados legalmente, uma vez que a</p><p>legislação prevê a punição de indivíduos por condutas racistas, não da instituição em si.</p><p>d. A situação 1 mostra um exemplo de capacitismo ao chamar as estagiárias de “debilóides” e de racismo institucional pela</p><p>atitude discriminatória da servidora pública em relação ao chefe das estagiárias. A situação 2 descreve um caso em que o</p><p>nome social não foi corretamente adotado, infringindo o Decreto nº 8.727/2016. A situação 3 não se enquadra em racismo</p><p>institucional, mas sim intolerância religiosa.</p><p>As situações 1 e 3 apresentam exemplos de racismo institucional e destacam a possibilidade de responsabilização legal dos indivíduos</p><p>por condutas racistas, de acordo com a Lei n. 7716/89. O nome social, conforme decreto n. 8.727/2016, deve ser adotado pelos órgãos</p><p>e entidades da administração pública federal direta, autárquica e fundacional, em seus atos e procedimentos, de acordo com seu</p><p>requerimento e com o disposto neste Decreto.</p><p>http://legislacao.planalto.gov.br/legisla/legislacao.nsf/Viw_Identificacao/DEC%208.727-2016?OpenDocument</p><p>Questão 4</p><p>Completo</p><p>Atingiu 1,00 de 1,00</p><p>Geisa é gestora em um órgão público e, dentre suas atividades de rotina, precisa elaborar comunicados e avisos destinados aos</p><p>servidores e servidoras e também à população. Ela acabou de participar de uma capacitação sobre comunicação inclusiva e linguagem</p><p>respeitosa, em que aprendeu sobre a importância de evitar termos pejorativos ou antiquados em sua comunicação e foi incentivada a</p><p>usar expressões e termos que respeitem a identidade das pessoas. A capacitação também abordou a questão do masculino universal e</p><p>a necessidade de substituí-lo por termos mais neutros sempre que possível, para garantir uma comunicação mais inclusiva e</p><p>representativa de toda a população.</p><p>Considerando o contexto apresentado, assinale a alternativa que adota apenas terminologias respeitosas e inclusivas.</p><p>a. "Todos os brasileiros estão convidados para a cerimônia de entrega de medalhas" e “Todos os funcionários estão convidados</p><p>para a reunião anual de planejamento".</p><p>b. "Portadores de necessidades especiais terão lugares reservados no evento" e "Portadores de de�ciência devem informar sua</p><p>necessidade de assistência na chegada".</p><p>c. "As pessoas da terceira idade devem se inscrever na recepção para obter seus crachás de acesso antecipado" e “Pessoas</p><p>cisgênero e transgênero estão convidadas para o evento de integração social".</p><p>d. "Pessoas com de�ciência e pessoas idosas estão convidadas para a cerimônia de entrega de medalhas" e "Pessoas de todas as</p><p>orientações sexuais estão convidadas a participar da discussão sobre diversidade e inclusão."</p><p>"Todos os brasileiros estão convidados para a cerimônia de entrega de medalhas" e “Todos os funcionários estão convidados para a</p><p>reunião anual de planejamento": Esses exemplos utilizam o masculino universal ("todos os brasileiros", "todos os funcionários"), o que</p><p>pode ser interpretado como excludente ou não representativo de toda a população. A utilização do masculino como norma geral não</p><p>considera as pessoas que se identi�cam com outros gêneros. Uma abordagem mais inclusiva seria usar termos neutros, como "toda a</p><p>população brasileira" ou "todas as pessoas funcionárias".</p><p>"Portadores de necessidades especiais terão lugares reservados no evento" e "Portadores de de�ciência devem informar sua</p><p>necessidade de assistência na chegada": Esses termos ("portadores de necessidades especiais" e "portadores de de�ciência") são</p><p>considerados antiquados e podem ser vistos como pejorativos. A terminologia atual em vigor é "pessoas com de�ciência", que coloca a</p><p>pessoa em primeiro lugar e é mais respeitosa.</p><p>"As pessoas da terceira idade devem se inscrever na recepção para obter seus crachás de acesso antecipado" e “Pessoas cisgênero e</p><p>transgênero estão convidadas para o evento de integração social": "As pessoas da terceira idade devem se inscrever na recepção para</p><p>obter seus crachás de acesso antecipado": Este termo ("terceira idade") é amplamente utilizado, mas a preferência atual é pelo termo</p><p>"pessoas idosas" , que é considerado mais respeitoso. “Pessoas cisgênero e transgênero estão convidadas para o evento de integração</p><p>social": Esta frase é correta, pois utiliza terminologia inclusiva e respeitosa ("pessoas cisgênero e transgênero"), reconhecendo a</p><p>diversidade de identidades de gênero.</p><p>"Pessoas com de�ciência e pessoas idosas estão convidadas para a cerimônia de entrega de medalhas" e "Pessoas de todas as</p><p>orientações sexuais estão convidadas a participar da discussão sobre diversidade e inclusão": Esta frase adota uma terminologia</p><p>respeitosa e inclusiva, mencionando explicitamente "pessoas com de�ciência", "pessoas idosas", evitando o uso do masculino universal e</p><p>sendo inclusiva para todos.</p><p>"Pessoas de todas as orientações sexuais estão convidadas a participar da discussão sobre diversidade e inclusão": Esta frase também</p><p>utiliza terminologia inclusiva, reconhecendo a diversidade de orientações sexuais e promovendo um ambiente de inclusão.</p><p>Questão 5</p><p>Completo</p><p>Atingiu 1,00 de 1,00</p><p>Você coordena uma equipe em uma organização sem �ns lucrativos dedicada à promoção da educação em comunidades em situação</p><p>de vulnerabilidade social. Sua equipe deverá ser composta por voluntários de diferentes idades, formações acadêmicas e experiências</p><p>pro�ssionais. O objetivo é desenvolver um programa educacional inclusivo que atenda às necessidades diversas dos alunos e alunas e</p><p>promova a igualdade de oportunidades.</p><p>Considerando a importância da diversidade para o sucesso do programa, assinale a alternativa que melhor representa os critérios que</p><p>você deve priorizar ao compor sua equipe de voluntários.</p><p>a. Integrar habilidades educacionais com experiências diversas para enriquecer o programa, equilibrando a seleção de voluntários</p><p>com experiência educacional sólida e aqueles com experiências variadas em trabalho comunitário e diversidade cultural.</p><p>b. Valorizar a juventude e a energia como fatores determinantes para o sucesso do programa, priorizando voluntários jovens e</p><p>dinâmicos, mesmo que não tenham experiência educacional formal, para trazer energia e inovação ao programa.</p><p>c. Focar na competência educacional como principal critério de seleção, selecionando voluntários com vasta experiência</p><p>educacional, independentemente da diversidade e experiências pessoais.</p><p>d. Priorizar o comprometimento com a missão da organização como critério principal, selecionando voluntários que se</p><p>identi�cam com a missão da organização, para garantir o compromisso e produtividade, entregando resultados antes do prazo.</p><p>Integrar voluntários com experiência educacional sólida com aqueles que têm experiências variadas em trabalho comunitário e</p><p>diversidade cultural permite que o programa se bene�cie da competência educacional e das diferentes perspectivas e habilidades</p><p>trazidas pela diversidade. Valorizar apenas a juventude e a energia pode ser importante, mas não é su�ciente para garantir a e�cácia do</p><p>programa educacional sem considerar as habilidades educacionais e a diversidade de experiências necessárias para uma abordagem</p><p>abrangente e inclusiva. Focar exclusivamente na experiência educacional pode limitar a capacidade da equipe de entender e atender às</p><p>necessidades diversas dos alunos e das comunidades atendidas pela organização. Priorizar apenas o comprometimento com a missão</p><p>da organização pode ser importante, mas não deve ser o único critério de seleção, especialmente sem considerar as habilidades</p><p>educacionais e a diversidade de experiências que podem enriquecer o programa educacional.</p><p>Questão 6</p><p>Completo</p><p>Atingiu 1,00 de 1,00</p><p>O despertador tocando às 5h30 marca</p><p>o início de mais um dia agitado para Mirian. Além de se preparar para o trabalho, ela cuida das</p><p>tarefas da casa, dos �lhos pequenos e ainda dá suporte ao pai idoso, que muitas vezes necessita de auxílio para se vestir e se alimentar.</p><p>Enquanto isso, Marcos enfrenta barreiras ao sair de casa. No transporte público ele percebe que muitas vezes é julgado pela cor de sua</p><p>pele e enfrenta olhares de suspeição, que o deixam inseguro.</p><p>Lucas, por sua vez, segue sua rotina com sensibilidade ampliada. O barulho da rua, as diferentes texturas das roupas em seu corpo, as</p><p>luzes na estação de ônibus - cada estímulo sensorial é uma batalha que ele diariamente precisa enfrentar.</p><p>Mirian, uma mulher branca que se divide entre o trabalho e a maternidade; Marcos, um homem negro; e Lucas, um jovem com autismo,</p><p>trabalham sob a gestão de Maria em um órgão público.</p><p>Considerando o contexto apresentado e os fundamentos da diversidade e inclusão, assinale a alternativa correta.</p><p>a. Ao tratar todos os funcionários e funcionárias de forma igualitária, Maria, como gestora, mantém um clima de respeito e</p><p>segurança psicológica no ambiente corporativo, evitando constrangimentos ou privilégios a determinados per�s de</p><p>colaboradores.</p><p>b. Para criar um ambiente diverso e inclusivo, Maria, como gestora, deve respeitar as singularidades de cada funcionário e</p><p>funcionária, de forma a atrair e reter talentos com diferentes experiências e características.</p><p>c. Ao identi�car a diversidade em sua organização, Maria, como gestora, deve se comunicar de forma a atribuir características</p><p>heróicas aos seus funcionários e funcionárias, elogiando constantemente seus esforços e destacando sua admirável</p><p>superação.</p><p>d. Maria, como gestora, entende que é necessário universalizar seu discurso, a�rmando, por exemplo, que a distinção entre raças</p><p>é desnecessária, e que a empresa deve considerar todos os funcionários e funcionárias de forma igualitária.</p><p>Respeitar as singularidades de cada funcionário e funcionária consiste em uma ação que promove um ambiente de trabalho mais</p><p>acolhedor. Tratar toda a equipe de forma igualitária, desconsiderando suas diferenças e necessidades especí�cas, pode resultar em uma</p><p>abordagem super�cial e não e�ciente em termos de inclusão e diversidade. Atribuir características heróicas ou elogiar constantemente</p><p>os funcionários e funcionárias com base em suas características ou de�ciências é inadequado e pode reforçar estereótipos. Por �m,</p><p>universalizar o discurso sem considerar as desigualdades existentes, como as raciais, é ignorar a realidade e não contribui para a</p><p>promoção da justiça social e da igualdade de oportunidades.</p>