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<p>Questão 1</p><p>Completo</p><p>Atingiu 1,00 de</p><p>1,00</p><p>Marcar</p><p>questão</p><p>Questão 2</p><p>Completo</p><p>Atingiu 1,00 de</p><p>1,00</p><p>Marcar</p><p>questão</p><p>Iniciado em quarta-feira, 18 set. 2024, 12:19</p><p>Estado Finalizada</p><p>Concluída em quarta-feira, 18 set. 2024, 12:23</p><p>Tempo</p><p>empregado</p><p>3 minutos 43 segundos</p><p>Notas 6,00/6,00</p><p>Avaliar 100,00 de um máximo de 100,00</p><p>QUESTIONÁRIO</p><p>Atividades Trilho 2: Criando ambientes de trabalho</p><p>inclusivos</p><p>Ana Lúcia é uma gestora pública recém-nomeada para liderar um departamento municipal que promove a inclusão</p><p>social. Ao assumir seu cargo, ela percebeu que, apesar das políticas de inclusão, havia uma resistência dentro da</p><p>equipe em relação à contratação de pessoas de diferentes origens culturais. Ela mesma, em um primeiro momento,</p><p>teve dificuldade em perceber esses preconceitos, mas após participar de um workshop sobre diversidade e inclusão,</p><p>reconheceu que também possuía alguns preconceitos inconscientes.</p><p>Decidida a criar um ambiente de trabalho mais inclusivo, Ana Lúcia implementou uma série de iniciativas. Organizou</p><p>treinamentos para sensibilizar os servidores sobre a importância da diversidade e a necessidade de superar</p><p>preconceitos. Além disso, criou espaços de diálogo para que os funcionários pudessem compartilhar suas experiências</p><p>e preocupações. Com o tempo, a equipe começou a mostrar uma maior abertura e compreensão, e o ambiente de</p><p>trabalho se tornou mais harmonioso e produtivo.</p><p>A partir desse cenário, assinale a alternativa que melhor retrata um passo importante que Ana Lucia tomou para</p><p>reconhecer e superar seus próprios preconceitos na gestão pública.</p><p>a. Organizar treinamentos sobre diversidade e inclusão para a equipe para promover a conscientização e a</p><p>educação entre os servidores e servidoras sobre a importância da diversidade.</p><p>b. Criar espaços de diálogo para compartilhar experiências e preocupações para facilitar a comunicação aberta e</p><p>o entendimento mútuo entre os membros da equipe.</p><p>c. Participar de um workshop sobre diversidade e inclusão, o que a fez reconhecer e indagar seus próprios</p><p>preconceitos por meio da educação pessoal.</p><p>d. Implementar políticas de contratação inclusivas, que asseguram a diversidade cultural por meio da</p><p>implementação de novas práticas de contratação.</p><p>Participar de um workshop sobre diversidade e inclusão foi um passo importante para que Ana Lúcia pudesse</p><p>reconhecer seus próprios preconceitos inconscientes e começar a superá-los, permitindo-lhe liderar a equipe de forma</p><p>mais inclusiva. Organizar treinamentos é uma ação importante para a equipe, mas a questão pede um passo específico</p><p>que a gestora tomou para reconhecer e superar seus próprios preconceitos. Criar espaços de diálogo e implementar</p><p>políticas de contratação inclusivas são medidas para promover a diversidade, mas não se referem diretamente ao</p><p>reconhecimento e superação dos preconceitos pessoais de Ana Lúcia.</p><p>João é gerente de um departamento em um órgão público e tem notado que uma de suas funcionárias, Luísa, tem</p><p>aparentado estar mais reservada e menos engajada nas reuniões de equipe. João decide chamar Luísa para uma</p><p>conversa privada, pois deseja compreender melhor o que ela está passando e oferecer o apoio necessário. Durante a</p><p>conversa, Luísa revela que tem sentido micro agressões no ambiente de trabalho e que esses episódios têm afetado</p><p>seu bem-estar e produtividade. Ela se sente subestimada e invisível muitas vezes por colegas de trabalho, e isso a</p><p>deixa extremamente desconfortável.</p><p>Qual seria a melhor maneira para João demonstrar escuta empática durante esta conversa com Luísa?</p><p>a. Responder imediatamente aos relatos de Luísa com soluções práticas e promessas rápidas de ação, como</p><p>enviar um e-mail para toda a equipe sobre a importância de respeitar a diversidade, acreditando que isso</p><p>resolveria o problema a curto prazo.</p><p>b. Escutar atentamente o que Luísa tem a dizer sem interrompê-la, mantendo contato visual, utilizando sinais não</p><p>verbais de compreensão como acenos de cabeça e expressões faciais de empatia. Confirmar que</p><p>compreendeu as preocupações de Luísa, refletindo de volta o que ouviu e questionando quais ações</p><p>específicas ela gostaria que fossem realizadas para melhorar a situação.</p><p>c. Compartilhar com Luísa histórias de desafios semelhantes que outros colegas tenham enfrentado, sugerindo</p><p>que ela converse com essas pessoas para encontrar pontos em comum e soluções, enquanto reitera que toda</p><p>equipe enfrenta desafios no local de trabalho.</p><p>d. Sugerir imediatamente a criação de um grupo de apoio interno para funcionários de minorias e propor a</p><p>implementação de treinamentos obrigatórios sobre diversidade e inclusão, sem primeiro validar ou</p><p>compreender plenamente as experiências pessoais de Luísa.</p><p>A escuta empática envolve ouvir atentamente o outro e validar seus sentimentos e preocupações, sem interrupções. No</p><p>contexto apresentado, quando João reflete de volta o que ouviu, ele demonstra que realmente compreendeu e valoriza</p><p>as experiências de Luísa. Além disso, perguntar sobre as ações específicas que ela gostaria de que fossem</p><p>implementadas assegura que qualquer medida tomada estará alinhada com suas necessidades e perspectivas. Ao</p><p>contrário, responder imediatamente aos relatos de Luísa com soluções práticas e promessas pode parecer uma</p><p>abordagem bem-intencionada, mas ignora a etapa fundamental da escuta empática que é ouvir e validar as</p><p>experiências e sentimentos do outro. Compartilhar experiências semelhantes pode, à primeira vista, parecer uma forma</p><p>de construir empatia, mas frequentemente desvia a atenção das preocupações relatadas. Além disso, sugerir a criação</p><p>18/09/2024, 12:21 Atividades Trilho 2: Criando ambientes de trabalho inclusivos: Revisão da tentativa</p><p>https://mooc41.escolavirtual.gov.br/mod/quiz/review.php?attempt=6621057&cmid=112924 1/4</p><p>Questão 3</p><p>Completo</p><p>Atingiu 1,00 de</p><p>1,00</p><p>Marcar</p><p>questão</p><p>Questão 4</p><p>Completo</p><p>Atingiu 1,00 de</p><p>1,00</p><p>Marcar</p><p>questão</p><p>de grupos de apoio e treinamentos sem validar com antecedência as emoções e experiências pessoais de Luísa pode</p><p>fazê-la sentir que suas preocupações não foram ouvidas ou realmente compreendidas.</p><p>Analise as seguintes situações.:</p><p>1. Em um órgão público, uma servidora demonstrou comportamento inadequado e ofensivo em várias ocasiões.</p><p>Durante uma reunião, ela chamou as estagiárias de "debilóides", dizendo que elas não tinham capacidade de</p><p>exercer as funções para as quais foram contratadas. Além disso, em uma conversa com outros colegas, referiu-se</p><p>ao chefe dessas estagiárias utilizando termos racistas.</p><p>2. Juliana é uma mulher trans que recentemente começou um novo emprego em uma empresa pública. Embora no</p><p>início tenha se sentido acolhida, logo começou a enfrentar desafios ao pedir para ser chamada pelo seu nome</p><p>social. Juliana informou ao departamento de recursos humanos e ao seu gestor sobre seu nome social,</p><p>garantindo que essa informação fosse atualizada em todos os registros e documentos internos pertinentes.</p><p>Porém, durante a apresentação de um projeto, um dos gerentes se referiu a ela pelo nome de registro diversas</p><p>vezes.</p><p>3. Aisha é servidora pública e começou a sofrer preconceito quando sua nova gestora fez insinuações sobre sua</p><p>religião e pediu que ela “se adequasse” ao ambiente de trabalho removendo o hijab (véu ou lenço usado por</p><p>algumas mulheres muçulmanas para cobrir a cabeça e o peito como parte das práticas prescritas pelo Islã).</p><p>Embora Aisha tenha tentado explicar o significado de sua vestimenta, ela se deparou com resistência e</p><p>ostracismo.</p><p>Considerando as situações apresentadas, assinale a alternativa correta.</p><p>a. As situações 1 e 3 exemplificam casos de racismo institucional, que se referem a práticas, políticas ou normas</p><p>em instituições sociais que discriminam ou perpetuam a desigualdade com base na raça ou etnia.</p><p>Contrariamente, a situação 2 descreve uma simples divergência de comunicação, já que a utilização do nome</p><p>social por indivíduos trans não é uma obrigação legal para entidades da administração pública.</p><p>b. A situação 1 configura um exemplo de racismo institucional pela conduta discriminatória</p><p>da servidora pública</p><p>em relação às estagiárias e ao chefe delas. A situação 2, apesar de tratar do uso do nome social por uma</p><p>mulher trans, não caracteriza violação de direitos e sim uma falta de comunicação interna sobre a preferência</p><p>de nome. Já a situação 3 não se enquadra em racismo institucional, mas sim em preconceito religioso.</p><p>c. As situações 1 e 3 demonstram exemplos de racismo institucional, que abrangem práticas, políticas ou normas</p><p>em organizações que discriminam ou mantêm a desigualdade com base na raça ou etnia. Conforme a Lei n.</p><p>7716/89, nas situações 1 e 3, os responsáveis pelas ações discriminatórias podem ser responsabilizados</p><p>legalmente, uma vez que a legislação prevê a punição de indivíduos por condutas racistas, não da instituição</p><p>em si.</p><p>d. A situação 1 mostra um exemplo de capacitismo ao chamar as estagiárias de “debilóides” e de racismo</p><p>institucional pela atitude discriminatória da servidora pública em relação ao chefe das estagiárias. A situação 2</p><p>descreve um caso em que o nome social não foi corretamente adotado, infringindo o Decreto nº 8.727/2016. A</p><p>situação 3 não se enquadra em racismo institucional, mas sim intolerância religiosa.</p><p>As situações 1 e 3 apresentam exemplos de racismo institucional e destacam a possibilidade de responsabilização legal</p><p>dos indivíduos por condutas racistas, de acordo com a Lei n. 7716/89. O nome social, conforme decreto n. 8.727/2016,</p><p>deve ser adotado pelos órgãos e entidades da administração pública federal direta, autárquica e fundacional, em seus</p><p>atos e procedimentos, de acordo com seu requerimento e com o disposto neste Decreto.</p><p>Geisa é gestora em um órgão público e, dentre suas atividades de rotina, precisa elaborar comunicados e avisos</p><p>destinados aos servidores e servidoras e também à população. Ela acabou de participar de uma capacitação sobre</p><p>comunicação inclusiva e linguagem respeitosa, em que aprendeu sobre a importância de evitar termos pejorativos ou</p><p>antiquados em sua comunicação e foi incentivada a usar expressões e termos que respeitem a identidade das pessoas.</p><p>A capacitação também abordou a questão do masculino universal e a necessidade de substituí-lo por termos mais</p><p>neutros sempre que possível, para garantir uma comunicação mais inclusiva e representativa de toda a população.</p><p>Considerando o contexto apresentado, assinale a alternativa que adota apenas terminologias respeitosas e inclusivas.</p><p>a. "Todos os brasileiros estão convidados para a cerimônia de entrega de medalhas" e “Todos os funcionários</p><p>estão convidados para a reunião anual de planejamento".</p><p>b. "Portadores de necessidades especiais terão lugares reservados no evento" e "Portadores de deficiência</p><p>devem informar sua necessidade de assistência na chegada".</p><p>c. "As pessoas da terceira idade devem se inscrever na recepção para obter seus crachás de acesso antecipado"</p><p>e “Pessoas cisgênero e transgênero estão convidadas para o evento de integração social".</p><p>d. "Pessoas com deficiência e pessoas idosas estão convidadas para a cerimônia de entrega de medalhas" e</p><p>"Pessoas de todas as orientações sexuais estão convidadas a participar da discussão sobre diversidade e</p><p>inclusão."</p><p>"Todos os brasileiros estão convidados para a cerimônia de entrega de medalhas" e “Todos os funcionários estão</p><p>convidados para a reunião anual de planejamento": Esses exemplos utilizam o masculino universal ("todos os</p><p>brasileiros", "todos os funcionários"), o que pode ser interpretado como excludente ou não representativo de toda a</p><p>população. A utilização do masculino como norma geral não considera as pessoas que se identificam com outros</p><p>gêneros. Uma abordagem mais inclusiva seria usar termos neutros, como "toda a população brasileira" ou "todas as</p><p>pessoas funcionárias".</p><p>"Portadores de necessidades especiais terão lugares reservados no evento" e "Portadores de deficiência devem</p><p>informar sua necessidade de assistência na chegada": Esses termos ("portadores de necessidades especiais" e</p><p>"portadores de deficiência") são considerados antiquados e podem ser vistos como pejorativos. A terminologia atual em</p><p>vigor é "pessoas com deficiência", que coloca a pessoa em primeiro lugar e é mais respeitosa.</p><p>"As pessoas da terceira idade devem se inscrever na recepção para obter seus crachás de acesso antecipado" e</p><p>“Pessoas cisgênero e transgênero estão convidadas para o evento de integração social": "As pessoas da terceira idade</p><p>18/09/2024, 12:21 Atividades Trilho 2: Criando ambientes de trabalho inclusivos: Revisão da tentativa</p><p>https://mooc41.escolavirtual.gov.br/mod/quiz/review.php?attempt=6621057&cmid=112924 2/4</p><p>http://legislacao.planalto.gov.br/legisla/legislacao.nsf/Viw_Identificacao/DEC%208.727-2016?OpenDocument</p><p>http://legislacao.planalto.gov.br/legisla/legislacao.nsf/Viw_Identificacao/DEC%208.727-2016?OpenDocument</p><p>Questão 5</p><p>Completo</p><p>Atingiu 1,00 de</p><p>1,00</p><p>Marcar</p><p>questão</p><p>Questão 6</p><p>Completo</p><p>Atingiu 1,00 de</p><p>1,00</p><p>Marcar</p><p>questão</p><p>devem se inscrever na recepção para obter seus crachás de acesso antecipado": Este termo ("terceira idade") é</p><p>amplamente utilizado, mas a preferência atual é pelo termo "pessoas idosas" , que é considerado mais respeitoso.</p><p>“Pessoas cisgênero e transgênero estão convidadas para o evento de integração social": Esta frase é correta, pois</p><p>utiliza terminologia inclusiva e respeitosa ("pessoas cisgênero e transgênero"), reconhecendo a diversidade de</p><p>identidades de gênero.</p><p>"Pessoas com deficiência e pessoas idosas estão convidadas para a cerimônia de entrega de medalhas" e "Pessoas de</p><p>todas as orientações sexuais estão convidadas a participar da discussão sobre diversidade e inclusão": Esta frase</p><p>adota uma terminologia respeitosa e inclusiva, mencionando explicitamente "pessoas com deficiência", "pessoas</p><p>idosas", evitando o uso do masculino universal e sendo inclusiva para todos.</p><p>"Pessoas de todas as orientações sexuais estão convidadas a participar da discussão sobre diversidade e inclusão":</p><p>Esta frase também utiliza terminologia inclusiva, reconhecendo a diversidade de orientações sexuais e promovendo um</p><p>ambiente de inclusão.</p><p>Você coordena uma equipe em uma organização sem fins lucrativos dedicada à promoção da educação em</p><p>comunidades em situação de vulnerabilidade social. Sua equipe deverá ser composta por voluntários de diferentes</p><p>idades, formações acadêmicas e experiências profissionais. O objetivo é desenvolver um programa educacional</p><p>inclusivo que atenda às necessidades diversas dos alunos e alunas e promova a igualdade de oportunidades.</p><p>Considerando a importância da diversidade para o sucesso do programa, assinale a alternativa que melhor representa</p><p>os critérios que você deve priorizar ao compor sua equipe de voluntários.</p><p>a. Integrar habilidades educacionais com experiências diversas para enriquecer o programa, equilibrando a</p><p>seleção de voluntários com experiência educacional sólida e aqueles com experiências variadas em trabalho</p><p>comunitário e diversidade cultural.</p><p>b. Valorizar a juventude e a energia como fatores determinantes para o sucesso do programa, priorizando</p><p>voluntários jovens e dinâmicos, mesmo que não tenham experiência educacional formal, para trazer energia e</p><p>inovação ao programa.</p><p>c. Focar na competência educacional como principal critério de seleção, selecionando voluntários com vasta</p><p>experiência educacional, independentemente da diversidade e experiências pessoais.</p><p>d. Priorizar o comprometimento com a missão da organização como critério principal, selecionando voluntários</p><p>que se identificam com a missão da organização, para garantir o compromisso e produtividade, entregando</p><p>resultados antes do prazo.</p><p>Integrar voluntários com experiência educacional sólida com aqueles que têm experiências variadas em trabalho</p><p>comunitário e diversidade cultural permite que o programa se beneficie da competência educacional e das diferentes</p><p>perspectivas e habilidades trazidas pela diversidade. Valorizar apenas a juventude e a energia pode ser importante,</p><p>mas não é suficiente para garantir a eficácia do programa educacional sem considerar as habilidades educacionais e a</p><p>diversidade</p><p>de experiências necessárias para uma abordagem abrangente e inclusiva. Focar exclusivamente na</p><p>experiência educacional pode limitar a capacidade da equipe de entender e atender às necessidades diversas dos</p><p>alunos e das comunidades atendidas pela organização. Priorizar apenas o comprometimento com a missão da</p><p>organização pode ser importante, mas não deve ser o único critério de seleção, especialmente sem considerar as</p><p>habilidades educacionais e a diversidade de experiências que podem enriquecer o programa educacional.</p><p>O despertador tocando às 5h30 marca o início de mais um dia agitado para Mirian. Além de se preparar para o trabalho,</p><p>ela cuida das tarefas da casa, dos filhos pequenos e ainda dá suporte ao pai idoso, que muitas vezes necessita de</p><p>auxílio para se vestir e se alimentar. Enquanto isso, Marcos enfrenta barreiras ao sair de casa. No transporte público ele</p><p>percebe que muitas vezes é julgado pela cor de sua pele e enfrenta olhares de suspeição, que o deixam inseguro.</p><p>Lucas, por sua vez, segue sua rotina com sensibilidade ampliada. O barulho da rua, as diferentes texturas das roupas</p><p>em seu corpo, as luzes na estação de ônibus - cada estímulo sensorial é uma batalha que ele diariamente precisa</p><p>enfrentar.</p><p>Mirian, uma mulher branca que se divide entre o trabalho e a maternidade; Marcos, um homem negro; e Lucas, um</p><p>jovem com autismo, trabalham sob a gestão de Maria em um órgão público.</p><p>Considerando o contexto apresentado e os fundamentos da diversidade e inclusão, assinale a alternativa correta.</p><p>a. Ao tratar todos os funcionários e funcionárias de forma igualitária, Maria, como gestora, mantém um clima de</p><p>respeito e segurança psicológica no ambiente corporativo, evitando constrangimentos ou privilégios a</p><p>determinados perfis de colaboradores.</p><p>b. Para criar um ambiente diverso e inclusivo, Maria, como gestora, deve respeitar as singularidades de cada</p><p>funcionário e funcionária, de forma a atrair e reter talentos com diferentes experiências e características.</p><p>c. Ao identificar a diversidade em sua organização, Maria, como gestora, deve se comunicar de forma a atribuir</p><p>características heróicas aos seus funcionários e funcionárias, elogiando constantemente seus esforços e</p><p>destacando sua admirável superação.</p><p>d. Maria, como gestora, entende que é necessário universalizar seu discurso, afirmando, por exemplo, que a</p><p>distinção entre raças é desnecessária, e que a empresa deve considerar todos os funcionários e funcionárias</p><p>de forma igualitária.</p><p>Respeitar as singularidades de cada funcionário e funcionária consiste em uma ação que promove um ambiente de</p><p>trabalho mais acolhedor. Tratar toda a equipe de forma igualitária, desconsiderando suas diferenças e necessidades</p><p>específicas, pode resultar em uma abordagem superficial e não eficiente em termos de inclusão e diversidade. Atribuir</p><p>características heróicas ou elogiar constantemente os funcionários e funcionárias com base em suas características ou</p><p>deficiências é inadequado e pode reforçar estereótipos. Por fim, universalizar o discurso sem considerar as</p><p>desigualdades existentes, como as raciais, é ignorar a realidade e não contribui para a promoção da justiça social e da</p><p>igualdade de oportunidades.</p><p>18/09/2024, 12:21 Atividades Trilho 2: Criando ambientes de trabalho inclusivos: Revisão da tentativa</p><p>https://mooc41.escolavirtual.gov.br/mod/quiz/review.php?attempt=6621057&cmid=112924 3/4</p><p>18/09/2024, 12:21 Atividades Trilho 2: Criando ambientes de trabalho inclusivos: Revisão da tentativa</p><p>https://mooc41.escolavirtual.gov.br/mod/quiz/review.php?attempt=6621057&cmid=112924 4/4</p>