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<p>UNIVERSIDADE PAULISTA – UNIP</p><p>INSTITUTO DE CIÊNCIAS DA SAÚDE</p><p>CURSO DE GRADUAÇÃO DE ENFERMAGEM – MANAUS-AM</p><p>CASO CLÍNICO: MASTITE</p><p>MARCIA JANAINA DE LIMA PROTAZIO</p><p>UP20202956</p><p>MANAUS-AM</p><p>2024</p><p>UNIVERSIDADE PAULISTA – UNIP</p><p>INSTITUTO DE CIÊNCIAS DA SAÚDE</p><p>CURSO DE GRADUAÇÃO DE ENFERMAGEM – MANAUS-AM</p><p>MARCIA JANAINA DE LIMA PROTAZIO</p><p>CASO CLÍNICO: MASTITE</p><p>Projeto de pesquisa apresentado ao curso de</p><p>Graduação em Enfermagem da Universidade</p><p>Paulista – UNIP, como requisito parcial para</p><p>obtenção de nota do caso clínico solicitado.</p><p>Preceptora: Jaqueline Menezes.</p><p>MANAUS – AM</p><p>2024</p><p>SUMÁRIO</p><p>INTRODUÇÃO ............................................................................................................ 4</p><p>OBJETIVO GERAL ..................................................................................................... 4</p><p>CASO CLÍNICO .......................................................................................................... 5</p><p>Identificação: ...................................................................................................................... 5</p><p>HISTÓRICO ATUAL ................................................................................................... 5</p><p>EXAME FÍSICO ........................................................................................................... 5</p><p>EXAMES REALIZADOS ............................................................................................. 6</p><p>DIAGNÓSTICO DE ENFERMAGEM .......................................................................... 6</p><p>SISTEMATIZAÇÃO DA ASSISTÊNCIA DE ENFERMAGEM (SAE) .......................... 6</p><p>MEDICAMENTOS PRESCRITOS ............................................................................... 7</p><p>CONCLUSÃO ............................................................................................................. 8</p><p>REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS ........................................................................... 9</p><p>4</p><p>INTRODUÇÃO</p><p>A mastite é uma inflamação da glândula mamária, frequentemente observada em</p><p>mulheres durante o período puerperal. Esta condição pode causar desconforto</p><p>significativo, impactar negativamente a experiência de amamentação e, em casos</p><p>graves, levar a complicações como abscessos mamários. A mastite puerperal é</p><p>frequentemente causada por infecções bacterianas, principalmente por</p><p>Staphylococcus aureus, que podem se desenvolver devido à estase do leite ou</p><p>fissuras nos mamilos.</p><p>A importância de um diagnóstico precoce e um manejo adequado não pode ser</p><p>subestimada, pois a mastite não tratada pode resultar em interrupção precoce da</p><p>amamentação, afetando tanto a saúde da mãe quanto do recém-nascido. Neste</p><p>contexto, o papel do enfermeiro é crucial para identificar os sinais e sintomas da</p><p>mastite, implementar intervenções eficazes e educar a paciente sobre os cuidados</p><p>necessários para uma recuperação bem-sucedida. A seguir, serão descritos o</p><p>exame físico, os exames realizados, o diagnóstico de enfermagem, o plano de</p><p>cuidados (SAE) e os medicamentos prescritos, com detalhes sobre suas dosagens e</p><p>finalidades.</p><p>OBJETIVO GERAL</p><p>• Relatar o caso da paciente com mastite</p><p>• Apresentar os sintomas, diagnóstico, tratamento e acompanhamento.</p><p>5</p><p>CASO CLÍNICO</p><p>Identificação:</p><p>Paciente: G.C.G</p><p>Idade: 21 anos</p><p>Sexo: feminino</p><p>Naturalidade: Venezuela, mas reside em Manaus</p><p>Peso: 68kg</p><p>Altura: 1,59cm</p><p>Ocupação: autônoma</p><p>Estado Civil: casada</p><p>HISTÓRICO ATUAL</p><p>Paciente puérpera, 39 dias pós parto normal, evoluiu com quadro de infecção</p><p>na mama direita, com drenagem e secreção purulenta iniciando oxalicina (D1).</p><p>Paciente relata sentir fortes dores de cabeça, não consegue dormir a noite</p><p>ACHADOS</p><p>Cefaleia: paciente relata sentir fortes dores de cabeça, enxaqueca, alterações</p><p>no padrão de sono, estresse físico e emocional.</p><p>Insônia: paciente começou a sofrer de insônia, relata ter muita dificuldade</p><p>para dormir.</p><p>EXAME FÍSICO</p><p>Foram realizados os seguintes exames:</p><p>Inspeção: mama direita com eritema, edema e área localizada de</p><p>endurecimento. Presença de linfodomos axilares palpáveis e dolorosos.</p><p>Palpação: mama direita dolorosa ao toque, com área quente e endurecida.</p><p>Presença de nódulo fixo e doloroso.</p><p>Secreção Mamária: secreção lactante de cor amarelada e purulenta ao</p><p>esvaziar a mama.</p><p>6</p><p>TP: 38.5°C</p><p>FC: 95 bpm</p><p>PA: 120/80mmHg</p><p>FR: 18 rpm</p><p>EXAMES REALIZADOS</p><p>Foram realizados os seguintes exames:</p><p>Hemoglobina: 11,8</p><p>Hematócrito: 30,2</p><p>Linfócitos: 6-2. 142</p><p>Leucocitose: 15,000/mm³</p><p>DIAGNÓSTICO DE ENFERMAGEM</p><p>Dor aguda relacionada a inflamação da mama devido a mastite, manifestada</p><p>por dor intensa e sensibilidade ao toque.</p><p>Hipertermia relacionada à resposta inflamatória secundária a infecção</p><p>mamária, manifestada por febre de 38,5°C.</p><p>SISTEMATIZAÇÃO DA ASSISTÊNCIA DE ENFERMAGEM (SAE)</p><p>Controle da dor: administrar analgésicos conforme prescrição médica, aplicar</p><p>compressas mornas na mama afetada para aliviar a dor e melhorar a drenagem,</p><p>orientar a paciente sobre técnicas de massagem suave para ajudar na drenagem do</p><p>leite.</p><p>Redução de hipertermia: monitorar temperatura corporal a cada 4 horas,</p><p>administrar antipirético conforme prescrição médica, incentivar a ingestão de líquidos</p><p>para manter hidratação adequada.</p><p>Promoção da amamentação segura: orientar sobre a importância de continuar</p><p>amamentando, iniciando pela mama não afetada, ensinar a técnica de ordenha</p><p>manual ou uso de bomba para esvaziar a mama afetada, fornecer suporte emocional</p><p>e esclarecer dúvidas sobre a segurança do leite materno.</p><p>7</p><p>Prevenção de complicações: realizar avaliação diária da mama afetada para</p><p>monitorar sinais de melhora ou piora, orientar sobre a importância de seguir o</p><p>tratamento antibiótico completo.</p><p>Proporcionar tranquilidade e conforto, permanecendo com a pessoa sempre</p><p>que possível, realizar atividades que diminuam a ansiedade e insônia, trazendo</p><p>relaxamento como aromaterapia, exercícios de relaxamento e massagem relaxante.</p><p>Educar o paciente sobre práticas de autocuidado para prevenção e</p><p>gerenciamento da dor de cabeça, como manter um estilo de vida saudável, evitar</p><p>desencadeantes conhecidos, manter uma hidratação adequada e praticar técnicas</p><p>de gerenciamento do estresse.</p><p>MEDICAMENTOS PRESCRITOS</p><p>Cefalexina 500mg VO – 6/6h por 10 dias (indicado para tratar a infecção</p><p>bacteriana causada por Staphylococcus aureus).</p><p>Ibuprofeno 400mg VO – 8/8h se houver dor e febre (ajuda no controle da</p><p>inflamação, alívio de dor e febre).</p><p>8</p><p>CONCLUSÃO</p><p>A mastite é uma condição inflamatória comum em puérperas, frequentemente</p><p>associada à infecção bacteriana, que pode causar dor intensa, febre e dificuldades</p><p>na amamentação. No caso da paciente, diagnosticada com mastite puerperal 19 dias</p><p>após o parto, a abordagem multidisciplinar, incluindo avaliação clínica, exames</p><p>laboratoriais e de imagem, foi crucial para o diagnóstico preciso e o início do</p><p>tratamento adequado.</p><p>O plano de cuidados de enfermagem destacou a importância de intervenções</p><p>para controle da dor, redução da hipertermia e promoção da amamentação segura.</p><p>A administração de antibióticos foi essencial para combater a infecção por</p><p>Staphylococcus aureus, enquanto analgésicos e antipiréticos ajudaram no alívio dos</p><p>sintomas.</p><p>O acompanhamento contínuo e a educação da paciente sobre técnicas de</p><p>manejo da lactação e cuidados com a mama são fundamentais para a recuperação e</p><p>prevenção de complicações, como abscessos mamários. O suporte emocional</p><p>também desempenha um papel significativo, ajudando a paciente a manter a</p><p>amamentação e a compreender a segurança do leite materno mesmo durante o</p><p>tratamento.</p><p>9</p><p>REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS</p><p>Ministério da Saúde. Manual de promoção do aleitamento materno:</p><p>normas técnicas.</p><p>2ª ed. Brasília; 1997. p.6.</p><p>Ibuprofeno bula Disponível em: https://consultaremedios.com.br/ibuprofeno/bula</p><p>Cefalexina bula Disponível em: https://consultaremedios.com.br/cefalexina/bula</p><p>Scielo Revista Brasileira de Ginecologia e Obstetrícia Disponível em:</p><p>https://doi.org/10.1590/S0100-72032000001000005</p><p>https://consultaremedios.com.br/ibuprofeno/bula</p><p>https://consultaremedios.com.br/cefalexina/bula</p><p>https://www.scielo.br/j/rbgo/a/XfGzhQSKnpKdPK5XnC4VyWM/</p>