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<p>Relatório DE AULA Prática – Física Geral</p><p>Física Geral (Universidade Norte do Paraná)</p><p>Digitalizar para abrir em Studocu</p><p>A Studocu não é patrocinada ou endossada por nenhuma faculdade ou universidade</p><p>Relatório DE AULA Prática – Física Geral</p><p>Física Geral (Universidade Norte do Paraná)</p><p>Digitalizar para abrir em Studocu</p><p>A Studocu não é patrocinada ou endossada por nenhuma faculdade ou universidade</p><p>Baixado por Uerlei Peréira (pereirauerlei259@gmail.com)</p><p>lOMoARcPSD|39259706</p><p>https://www.studocu.com/pt-br?utm_campaign=shared-document&utm_source=studocu-document&utm_medium=social_sharing&utm_content=relatorio-de-aula-pratica-fisica-geral</p><p>https://www.studocu.com/pt-br/document/universidade-norte-do-parana/fisica-geral/relatorio-de-aula-pratica-fisica-geral/74230948?utm_campaign=shared-document&utm_source=studocu-document&utm_medium=social_sharing&utm_content=relatorio-de-aula-pratica-fisica-geral</p><p>https://www.studocu.com/pt-br/course/universidade-norte-do-parana/fisica-geral/6553077?utm_campaign=shared-document&utm_source=studocu-document&utm_medium=social_sharing&utm_content=relatorio-de-aula-pratica-fisica-geral</p><p>https://www.studocu.com/pt-br?utm_campaign=shared-document&utm_source=studocu-document&utm_medium=social_sharing&utm_content=relatorio-de-aula-pratica-fisica-geral</p><p>https://www.studocu.com/pt-br/document/universidade-norte-do-parana/fisica-geral/relatorio-de-aula-pratica-fisica-geral/74230948?utm_campaign=shared-document&utm_source=studocu-document&utm_medium=social_sharing&utm_content=relatorio-de-aula-pratica-fisica-geral</p><p>https://www.studocu.com/pt-br/course/universidade-norte-do-parana/fisica-geral/6553077?utm_campaign=shared-document&utm_source=studocu-document&utm_medium=social_sharing&utm_content=relatorio-de-aula-pratica-fisica-geral</p><p>CURSO SUPERIOR TECNOLOGIA EM RADIOLOGIA</p><p>GEISIMAR OLIVEIRA DE JESUS</p><p>RELATÓRIO DE AULA PRÁTICA –</p><p>FÍSICA GERAL</p><p>PAULO AFONSO/BA</p><p>2023</p><p>Baixado por Uerlei Peréira (pereirauerlei259@gmail.com)</p><p>lOMoARcPSD|39259706</p><p>https://www.studocu.com/pt-br?utm_campaign=shared-document&utm_source=studocu-document&utm_medium=social_sharing&utm_content=relatorio-de-aula-pratica-fisica-geral</p><p>GEISIMAR OLIVEIRA DE JESUS</p><p>RELATÓRIO DE AULA PRÁTICA –</p><p>FÍSICA GERAL</p><p>Portifólio individual apresentado à Universidade Norte do</p><p>Paraná – UNOPAR, como requisito parcial para a obtenção de</p><p>média semestral na disciplina de Física Geral.</p><p>Professor (a): Katielly Tavares dos Santos</p><p>PAULO AFONSO/BA</p><p>2023</p><p>1</p><p>Baixado por Uerlei Peréira (pereirauerlei259@gmail.com)</p><p>lOMoARcPSD|39259706</p><p>SUMÁRIO</p><p>1 INTRODUÇÃO...........................................................................................................3</p><p>2 DESENVOLVIMENTO................................................................................................4</p><p>2.1 ETAPA 1 - MOVIMENTO RETILÍNEO UNIFORMEMENTE VARIADO...............4</p><p>2.2 ETAPA 2 – PRINCÍPIO DA CONSERVAÇÃO DA ENERGIA............................13</p><p>2.3 ETAPA 3 – LANÇAMENTOS HORIZONTAIS E COLISÕES.............................19</p><p>2.4 ETAPA 4 – CALORIMETRIA..............................................................................25</p><p>3 CONCLUSÃO..........................................................................................................33</p><p>REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS..........................................................................34</p><p>2</p><p>Baixado por Uerlei Peréira (pereirauerlei259@gmail.com)</p><p>lOMoARcPSD|39259706</p><p>https://www.studocu.com/pt-br?utm_campaign=shared-document&utm_source=studocu-document&utm_medium=social_sharing&utm_content=relatorio-de-aula-pratica-fisica-geral</p><p>1 INTRODUÇÃO</p><p>A física geral é uma disciplina que, há séculos, tem desempenhado um papel</p><p>fundamental na compreensão dos princípios que governam o funcionamento do</p><p>nosso universo. Ela oferece uma base sólida para entender fenômenos naturais,</p><p>desde os movimentos dos planetas no espaço até as complexidades do mundo</p><p>subatômico. No entanto, o estudo da física vai muito além das teorias e fórmulas</p><p>escritas em livros didáticos. As aulas práticas em laboratório de física geral</p><p>desempenham um papel vital na formação de uma compreensão profunda e</p><p>concreta dos conceitos físicos, permitindo que os estudantes apliquem esses</p><p>princípios na prática e testem suas teorias em experimentos reais.</p><p>Ao realizar experimentos no laboratório, os estudantes têm a oportunidade de</p><p>observar em primeira mão os fenômenos físicos que estudam em sala de aula. Isso</p><p>os capacita a desenvolver habilidades práticas, como medição, análise de dados e</p><p>resolução de problemas, que são cruciais para a compreensão da física e têm</p><p>aplicações em diversas áreas da ciência e da engenharia.</p><p>Além disso, as aulas práticas tornam a física mais tangível, possibilitando que</p><p>os alunos visualizem conceitos abstratos e, assim, consolidem seu aprendizado de</p><p>maneira mais eficaz. Portanto, as aulas em laboratório desempenham um papel</p><p>essencial na formação dos futuros cientistas, engenheiros e pesquisadores,</p><p>capacitando-os a explorar e entender o mundo que os rodeia.</p><p>O presente portfólio de aula prática de Física Geral concentra-se em quatro</p><p>temas essenciais: caracterização do movimento, conservação de energia mecânica,</p><p>colisões e fenômenos térmicos. Cada um desses temas desempenha um papel</p><p>crucial na compreensão dos fenômenos físicos que ocorrem em nosso cotidiano e</p><p>na construção do conhecimento científico.</p><p>3</p><p>Baixado por Uerlei Peréira (pereirauerlei259@gmail.com)</p><p>lOMoARcPSD|39259706</p><p>2 DESENVOLVIMENTO</p><p>2.1 ETAPA 1 - MOVIMENTO RETILÍNEO UNIFORMEMENTE VARIADO</p><p>A primeira atividade prática, focada na caracterização do movimento de um</p><p>objeto em um plano inclinado, representou uma oportunidade valiosa para a</p><p>aplicação dos princípios da física geral em um contexto prático e concreto.</p><p>Inicialmente, a montagem do experimento demandou uma atenção minuciosa aos</p><p>detalhes, desde a correta utilização do nível bolha para ajustar o plano inclinado até</p><p>a necessidade de assegurar que a bolha permanecesse centralizada, utilizando os</p><p>ajustes nos "pés" da base.</p><p>Esses passos iniciais são cruciais, pois garantem a precisão e confiabilidade</p><p>dos resultados obtidos no experimento. A utilização do nível bolha para nivelar o</p><p>plano inclinado assegura que a inclinação seja constante e controlada, enquanto o</p><p>ajuste da bolha centralizada permite que o objeto seja submetido a um movimento</p><p>uniforme. Essas ações ilustram a importância do rigor na metodologia experimental,</p><p>um aspecto fundamental na prática da física.</p><p>Ao realizar essa experiência, os participantes puderam vivenciar, de forma</p><p>prática, conceitos como força, aceleração e gravidade, que são fundamentais na</p><p>física do movimento. Essa abordagem experimental enriquece a compreensão</p><p>teórica e demonstra a aplicação direta da física em situações do mundo real,</p><p>contribuindo para uma aprendizagem mais sólida e duradoura. Portanto, essa</p><p>experiência de caracterização do movimento em um plano inclinado representa uma</p><p>etapa essencial no desenvolvimento das habilidades práticas e teóricas dos</p><p>estudantes na área da física geral.</p><p>Ao longo dessa envolvente e desafiadora experiência de caracterização do</p><p>movimento em um plano inclinado, uma série de procedimentos meticulosos foi</p><p>conduzida com precisão, aprofundando nossa compreensão dos princípios</p><p>fundamentais da física. A montagem do aparato experimental representou o primeiro</p><p>passo, exigindo uma atenção minuciosa a cada detalhe. Com destreza, o ímã foi</p><p>4</p><p>Baixado por Uerlei Peréira (pereirauerlei259@gmail.com)</p><p>lOMoARcPSD|39259706</p><p>https://www.studocu.com/pt-br?utm_campaign=shared-document&utm_source=studocu-document&utm_medium=social_sharing&utm_content=relatorio-de-aula-pratica-fisica-geral</p><p>posicionado estrategicamente para posteriormente fixar o carrinho no plano</p><p>inclinado, assegurando um início preciso para o experimento. Além disso, o fuso</p><p>elevador desempenhou um papel crucial, sendo deslocado para uma das posições</p><p>destacadas, com a escolha estratégica</p><p>voltada para grandes inclinações, o que teve</p><p>um impacto direto na dinâmica do movimento a ser estudado.</p><p>A fase de preparação, essencial para a obtenção de dados confiáveis, incluiu</p><p>a configuração do sensor de tempo. Com a máxima precisão, o sensor foi</p><p>meticulosamente posicionado na marca de 300 mm na régua, uma ação que exigiu</p><p>uma intervenção precisa do botão esquerdo do mouse. A atenção se voltou à escala</p><p>no canto da tela, identificando com precisão o ponto de ativação destacado por um</p><p>ponto branco no sensor. Essas configurações iniciais foram fundamentais para</p><p>garantir que a coleta de dados ocorresse de maneira precisa e confiável, o que é</p><p>crucial em experimentos dessa natureza.</p><p>Posteriormente, a ênfase se voltou para a inclinação da rampa, um dos</p><p>fatores críticos do experimento. Utilizando a funcionalidade "Girar fuso" e os botões</p><p>"Subir" e "Descer" do fuso elevador, o ângulo do plano inclinado foi ajustado com</p><p>extrema precisão para 10°, um valor fundamental para a investigação em curso.</p><p>Esse ajuste refinado teve um impacto direto na dinâmica do movimento do carrinho</p><p>e, consequentemente, na qualidade dos dados coletados.</p><p>Com o cenário experimental devidamente configurado, o multicronômetro</p><p>entrou em cena. A conexão do sensor à porta S0 do multicronômetro foi conduzida</p><p>com destreza, garantindo uma ligação adequada para as medições a serem</p><p>realizadas. Durante a operação do multicronômetro, a seleção da função apropriada,</p><p>"F3 10PASS 1SEN," e a configuração do número de intervalos desejados foram</p><p>cuidadosamente efetuadas, refletindo o comprometimento com a precisão dos</p><p>resultados. O experimento prosseguiu com o lançamento do carrinho a partir do ímã,</p><p>enquanto o sensor capturou medidas de tempo em pontos específicos presentes no</p><p>carrinho, ao longo de sua trajetória descendente.</p><p>Após a coleta de dados, a leitura dos resultados foi realizada com precisão, e</p><p>a possibilidade de repetir o experimento permaneceu disponível para refinamento</p><p>adicional. O sensor capturou medidas de tempo em intervalos específicos,</p><p>determinados pelas marcações presentes no carrinho, abrangendo toda a extensão,</p><p>5</p><p>Baixado por Uerlei Peréira (pereirauerlei259@gmail.com)</p><p>lOMoARcPSD|39259706</p><p>desde 0 mm até 180 mm. Essa abordagem minuciosa e precisa na condução do</p><p>experimento foi essencial para a obtenção de dados confiáveis e significativos,</p><p>permitindo uma análise aprofundada dos fenômenos físicos envolvidos e</p><p>consolidando a compreensão dos princípios fundamentais da física.</p><p>Para registrar os resultados, é criada a seguinte tabela:</p><p>S(m) T(s) T2(s2)</p><p>0 0 0</p><p>18mm = 0,018 0.338 0.114244</p><p>36mm = 0,036 0.362 0.131044</p><p>54mm = 0,054 0.3874 0.150078</p><p>72mm = 0,072 0.4115 0.169332</p><p>90mm = 0,09 0.4345 0.188779</p><p>108mm = 0,108 0.4564 0.208300</p><p>126mm = 0,126 0.4774 0.227910</p><p>144mm = 0,144 0.4977 0.247705</p><p>162mm = 0,162 0.5173 0.267599</p><p>180mm = 0,18 0.5362 0.287510</p><p>Após realizar as leituras, seguimos para a seção "Avaliação de Resultados"</p><p>no experimento. Nessa seção, foram fornecidas questões para avaliar e interpretar</p><p>os resultados obtidos nos experimentos. Com base nas observações feitas durante o</p><p>experimento e nas medidas de tempo registradas, respondemos às questões de</p><p>acordo com as conclusões obtidas, conforme segue:</p><p>1. Construa o gráfico S x t (Espaço x Tempo).</p><p>R:</p><p>Figura 1 – Gráfico construído no GeoGebra. Eixo X = T(s); Eixo Y = S(m). Fonte: O</p><p>autor (2023).</p><p>6</p><p>Baixado por Uerlei Peréira (pereirauerlei259@gmail.com)</p><p>lOMoARcPSD|39259706</p><p>https://www.studocu.com/pt-br?utm_campaign=shared-document&utm_source=studocu-document&utm_medium=social_sharing&utm_content=relatorio-de-aula-pratica-fisica-geral</p><p>2. Com base em seus conhecimentos, qual o tipo de função</p><p>representada pelo gráfico “Espaço x Tempo”? Qual o significado do</p><p>coeficiente angular (declividade da tangente) do gráfico construído?</p><p>R: Com base na análise do gráfico "Espaço x Tempo" apresentado, podemos</p><p>aprofundar nossa compreensão das características subjacentes da função</p><p>representada. A relação entre o espaço percorrido (S) e o tempo (t) é claramente</p><p>descrita por uma equação do tipo S = a * t² + b * t + c, onde "a," "b," e "c"</p><p>representam constantes específicas. Esta forma funcional é típica de uma função</p><p>quadrática ou de segundo grau, uma vez que o termo t² é proeminente em sua</p><p>expressão. Isso nos sugere que o objeto em movimento está sujeito a aceleração ou</p><p>desaceleração, pois o espaço percorrido varia de acordo com o quadrado do tempo.</p><p>Em relação à taxa de variação do espaço em relação ao tempo, ou seja, a</p><p>velocidade instantânea do objeto em movimento, é fundamental observar o</p><p>coeficiente angular da tangente do gráfico. Esse coeficiente é diretamente</p><p>relacionado à derivada da função S(t) em relação ao tempo, ou seja, dS/dt. Em um</p><p>cenário envolvendo uma função quadrática, a derivada resultante é uma função</p><p>linear que representa a velocidade instantânea do objeto. A inclinação da reta</p><p>tangente ao gráfico em um ponto específico reflete a velocidade instantânea nesse</p><p>ponto. Quando a inclinação é positiva, indica que o objeto está se movendo em uma</p><p>direção crescente no espaço, sugerindo um aumento na velocidade. Por outro lado,</p><p>7</p><p>Baixado por Uerlei Peréira (pereirauerlei259@gmail.com)</p><p>lOMoARcPSD|39259706</p><p>se a inclinação é negativa, isso implica que o objeto está se movendo em uma</p><p>direção decrescente no espaço, indicando uma desaceleração.</p><p>Essa análise mais detalhada do gráfico nos permite compreender melhor as</p><p>nuances do movimento representado, como mudanças na velocidade e aceleração</p><p>em diferentes pontos do tempo, contribuindo para uma interpretação mais</p><p>abrangente dos fenômenos físicos subjacentes.</p><p>3. Construa o gráfico S x t2 (Espaço x Tempo2).</p><p>R:</p><p>Figura 2 – Gráfico construído no GeoGebra. Eixo X = T2(s2); Eixo Y = S(m). Fonte: O</p><p>autor (2023).</p><p>4. Com base em seus conhecimentos, qual o tipo de função</p><p>representada pelo gráfico “Espaço x Tempo2”? Qual o significado do</p><p>coeficiente angular do gráfico construído?</p><p>R: A partir da análise do gráfico "Espaço x Tempo²" apresentado, podemos</p><p>extrair informações valiosas sobre a natureza da função representada. É evidente</p><p>que estamos diante de uma função linear, cuja característica distintiva é a relação</p><p>direta e proporcional entre o espaço percorrido (S) e o quadrado do tempo (t²). Essa</p><p>relação revela que o objeto em movimento experimenta um deslocamento que é</p><p>8</p><p>Baixado por Uerlei Peréira (pereirauerlei259@gmail.com)</p><p>lOMoARcPSD|39259706</p><p>https://www.studocu.com/pt-br?utm_campaign=shared-document&utm_source=studocu-document&utm_medium=social_sharing&utm_content=relatorio-de-aula-pratica-fisica-geral</p><p>proporcional ao quadrado do tempo, resultando em uma variação linear e previsível</p><p>no espaço percorrido.</p><p>O coeficiente angular do gráfico linear desempenha um papel fundamental na</p><p>interpretação desses dados. Ele representa a taxa de variação do espaço em</p><p>relação ao tempo ao quadrado, fornecendo informações cruciais sobre a dinâmica</p><p>do movimento. Esse coeficiente, também conhecido como declividade da reta, é</p><p>uma medida da velocidade média do objeto. Quando o coeficiente angular é positivo,</p><p>isso indica que o espaço percorrido aumenta à medida que o tempo ao quadrado</p><p>aumenta, o que sugere que o objeto está se movendo em uma direção crescente no</p><p>espaço, em uma trajetória que está acelerando.</p><p>Por outro lado, se o coeficiente angular for negativo, significa que o espaço</p><p>percorrido diminui à medida que o tempo ao quadrado aumenta, o que implica que o</p><p>objeto está se movendo em uma direção decrescente no espaço, ou seja, em uma</p><p>trajetória desacelerada. O valor absoluto do coeficiente angular também oferece</p><p>informações valiosas sobre a velocidade média do objeto, sendo maior para objetos</p><p>que se deslocam com maior rapidez, uma vez que uma inclinação mais acentuada</p><p>indica uma velocidade média mais elevada.</p><p>Essa análise aprofundada do gráfico proporciona uma compreensão mais</p><p>completa das</p><p>características do movimento em questão, incluindo aspectos como</p><p>aceleração, desaceleração e a relação entre espaço e tempo ao quadrado,</p><p>destacando a utilidade da representação gráfica na interpretação de fenômenos</p><p>físicos.</p><p>Além disso, a representação gráfica da função linear "Espaço x Tempo²" não</p><p>apenas nos fornece informações sobre a natureza do movimento, mas também nos</p><p>permite estabelecer previsões sobre o comportamento futuro do objeto em</p><p>movimento. A relação linear entre o espaço percorrido e o quadrado do tempo revela</p><p>que o deslocamento é uniformemente proporcional ao tempo ao quadrado, o que</p><p>implica que o objeto seguirá uma trajetória previsível à medida que o tempo avança.</p><p>Essa previsibilidade é valiosa tanto na física experimental quanto na</p><p>resolução de problemas do mundo real, permitindo-nos compreender e antecipar o</p><p>movimento de objetos em diversas situações, desde deslocamentos simples até</p><p>análises complexas de aceleração e desaceleração. Portanto, a interpretação de</p><p>9</p><p>Baixado por Uerlei Peréira (pereirauerlei259@gmail.com)</p><p>lOMoARcPSD|39259706</p><p>gráficos como esse desempenha um papel fundamental na construção de modelos</p><p>físicos e na resolução de questões práticas relacionadas ao movimento e ao tempo.</p><p>5. Calcule as velocidades para os pontos medidos t2, t4, t6, t8 e t10 e anote</p><p>em uma tabela semelhante à demonstrada a seguir.</p><p>R: Vm(trecho) = ∆S/∆t</p><p>Intervalos Vm (m/s)</p><p>S0 a S2 (∆S2) / (∆t2)</p><p>S2 a S4 (∆S4) / (∆t4)</p><p>S4 a S6 (∆S6) / (∆t6)</p><p>S6 a S8 (∆S8) / (∆t8)</p><p>S8 a S10 (∆S10) / (∆t10)</p><p>Portanto:</p><p>∆S2 = S2 - S0 = 0.036 - 0.018 = 0.018 m</p><p>∆t2 = t2 - t0 = 0.362 - 0.338 = 0.024 s</p><p>∆S4 = S4 - S2 = 0.054 - 0.036 = 0.018 m</p><p>∆t4 = t4 - t2 = 0.3874 - 0.362 = 0.0254 s</p><p>∆S6 = S6 - S4 = 0.072 - 0.054 = 0.018 m</p><p>∆t6 = t6 - t4 = 0.4115 - 0.3874 = 0.0241 s</p><p>∆S8 = S8 - S6 = 0.09 - 0.072 = 0.018 m</p><p>∆t8 = t8 - t6 = 0.4345 - 0.4115 = 0.023 s</p><p>∆S10 = S10 - S8 = 0.108 - 0.09 = 0.018 m</p><p>∆t10 = t10 - t8 = 0.4564 - 0.4345 = 0.0219 s</p><p>Dessa forma:</p><p>Vm (S0 a S2) = ∆S2/∆t2 = 0.018/0.024 = 0.75 m/s</p><p>10</p><p>Baixado por Uerlei Peréira (pereirauerlei259@gmail.com)</p><p>lOMoARcPSD|39259706</p><p>https://www.studocu.com/pt-br?utm_campaign=shared-document&utm_source=studocu-document&utm_medium=social_sharing&utm_content=relatorio-de-aula-pratica-fisica-geral</p><p>Vm (S2 a S4) = ∆S4/∆t4 = 0.018/0.0254 = 0.7087 m/s</p><p>Vm (S4 a S6) = ∆S6/∆t6 = 0.018/0.0241 = 0.746 m/s</p><p>Vm (S6 a S8) = ∆S8/∆t8 = 0.018/0.023 = 0.7826 m/s</p><p>Vm (S8 a S10) = ∆S10/∆t10 = 0.018/0.0219 = 0.8219 m/s</p><p>Intervalos Vm (m/s)</p><p>S0 a S2 0.75</p><p>S2 a S4 0.7087</p><p>S4 a S6 0.746</p><p>S6 a S8 0.7826</p><p>S8 a S10 0.8219</p><p>7. Com base em seus conhecimentos, qual o tipo de função</p><p>representada pelo gráfico “velocidade x tempo”? Qual o significado do</p><p>coeficiente angular do gráfico construído? (Lembre-se que no MRUV, a</p><p>velocidade é dada por v = vo + at).</p><p>R: A análise do gráfico "Velocidade x Tempo" em um Movimento Retilíneo</p><p>Uniformemente Variado (MRUV) revela informações fundamentais sobre o</p><p>comportamento do objeto em movimento. O padrão característico desse tipo de</p><p>gráfico frequentemente assume a forma de uma função linear, refletindo a relação</p><p>intrínseca entre a velocidade (v) e o tempo (t) no contexto do MRUV. Essa relação é</p><p>matematicamente representada pela equação v = vo + at, onde vo representa a</p><p>velocidade inicial e "a" denota a aceleração constante.</p><p>Dentro do MRUV, o coeficiente angular do gráfico possui um papel de</p><p>destaque, pois ele é uma representação direta da aceleração (a) associada ao</p><p>movimento. A inclinação da reta no gráfico de velocidade em função do tempo é</p><p>diretamente proporcional à aceleração do objeto. Se a reta apresenta uma inclinação</p><p>ascendente, isso indica que o movimento possui uma aceleração positiva, ou seja, a</p><p>velocidade está aumentando constantemente ao longo do tempo. Por outro lado,</p><p>uma inclinação descendente reflete uma aceleração negativa, o que significa que o</p><p>objeto está desacelerando progressivamente. A magnitude do coeficiente angular</p><p>está intrinsecamente relacionada à magnitude da aceleração: quanto mais íngreme</p><p>a inclinação, maior a aceleração, e vice-versa.</p><p>11</p><p>Baixado por Uerlei Peréira (pereirauerlei259@gmail.com)</p><p>lOMoARcPSD|39259706</p><p>Dessa forma, o coeficiente angular do gráfico "Velocidade x Tempo" em um</p><p>MRUV não apenas representa a aceleração do movimento, mas também fornece</p><p>informações cruciais sobre a taxa com a qual a velocidade está se alterando com o</p><p>passar do tempo. Essa interpretação detalhada é de extrema relevância na análise</p><p>do comportamento dinâmico de objetos em movimento sob a influência de</p><p>acelerações constantes.</p><p>8. Qual a aceleração média deste movimento?</p><p>R: am = ∆V / ∆t</p><p>No intervalo de tempo correspondente a S0 a S2:</p><p>∆V2 = V2 - V0 = 0.7087 - 0.75 = -0.0413 m/s</p><p>∆t2 = t2 - t0 = 2 - 0 = 2 s</p><p>am2 = ∆V2 / ∆t2 = -0.0413 / 2 = -0.02065 m/s²</p><p>No intervalo de tempo correspondente a S2 a S4:</p><p>∆V4 = V4 - V2 = 0.746 - 0.7087 = 0.0373 m/s</p><p>∆t4 = t4 - t2 = 4 - 2 = 2 s</p><p>am4 = ∆V4 / ∆t4 = 0.0373 / 2 = 0.01865 m/s²</p><p>No intervalo de tempo correspondente a S4 a S6:</p><p>∆V6 = V6 - V4 = 0.7826 - 0.746 = 0.0366 m/s</p><p>∆t6 = t6 - t4 = 6 - 4 = 2 s</p><p>am6 = ∆V6 / ∆t6 = 0.0366 / 2 = 0.0183 m/s²</p><p>No intervalo de tempo correspondente a S6 a S8:</p><p>∆V8 = V8 - V6 = 0.8219 - 0.7826 = 0.0393 m/s</p><p>∆t8 = t8 - t6 = 8 - 6 = 2 s</p><p>am8 = ∆V8 / ∆t8 = 0.0393 / 2 = 0.01965 m/s²</p><p>No intervalo de tempo correspondente a S8 a S10:</p><p>∆V10 = V10 - V8 = 0 - 0.8219 = -0.8219 m/s</p><p>12</p><p>Baixado por Uerlei Peréira (pereirauerlei259@gmail.com)</p><p>lOMoARcPSD|39259706</p><p>https://www.studocu.com/pt-br?utm_campaign=shared-document&utm_source=studocu-document&utm_medium=social_sharing&utm_content=relatorio-de-aula-pratica-fisica-geral</p><p>∆t10 = t10 - t8 = 10 - 8 = 2 s</p><p>am10 = ∆V10 / ∆t10 = -0.8219 / 2 = -0.41095 m/s²</p><p>9. Ainda utilizando o gráfico, encontre a velocidade inicial do carrinho no</p><p>t0. Para isso, basta extrapolar o gráfico e verificar o valor da velocidade quando</p><p>a curva “cruza” o eixo y.</p><p>R: De acordo com o gráfico, a curva intersecta o eixo y em um valor próximo</p><p>a 0.75 m/s. Portanto, podemos considerar que a velocidade inicial do carrinho no</p><p>instante t0 é aproximadamente 0.75 m/s.</p><p>10. Diante dos dados obtidos e dos gráficos construídos, monte a</p><p>função horária do experimento.</p><p>R: S = S0 + V0t + 1/2at2</p><p>Considerando os valores obtidos:</p><p>Aceleração (a) = 0.132 m/s²</p><p>Tempo (t) = valor do tempo no eixo x do gráfico</p><p>Velocidade inicial (V0) = 0.75 m/s</p><p>Posição inicial (S0) = valor da posição inicial no eixo y do gráfico</p><p>Portanto, a função horária do experimento seria:</p><p>S = S0 + 0.75t + 0.5 * 0.132 * t2</p><p>11. Por que é possível afirmar que esse movimento é uniformemente</p><p>variado?</p><p>RA: A compreensão desse tipo de movimento é enriquecida ao</p><p>considerarmos a natureza uniformemente variada do mesmo, onde a aceleração (a)</p><p>se mantém constante ao longo do tempo. A análise do gráfico da velocidade em</p><p>função do tempo se revela particularmente esclarecedora, uma vez que revela que a</p><p>13</p><p>Baixado por Uerlei Peréira (pereirauerlei259@gmail.com)</p><p>lOMoARcPSD|39259706</p><p>velocidade do objeto aumenta de forma linear, sinalizando uma aceleração</p><p>ininterrupta e constante. Essa característica da aceleração uniforme é essencial para</p><p>a identificação do MRUV, distinguindo-o de outros tipos de movimentos.</p><p>Além disso, a função horária do movimento (S = S0 + V0t + 1/2at²) oferece</p><p>uma perspectiva detalhada desse movimento. O termo 1/2at², presente na equação,</p><p>é notavelmente revelador, indicando uma variação quadrática no espaço em relação</p><p>ao tempo, um elemento fundamental do MRUV. Isso implica que o espaço percorrido</p><p>é diretamente proporcional ao quadrado do tempo, o que é um traço característico</p><p>desse tipo de movimento uniformemente variado.</p><p>Em última análise, a constância da aceleração no MRUV é o fator definidor</p><p>que o torna uniformemente variado. Essa propriedade permite uma descrição</p><p>matemática precisa do movimento e a capacidade de prever seu comportamento</p><p>futuro, tornando o MRUV um fenômeno fundamental</p><p>na física que desempenha um</p><p>papel significativo na modelagem e compreensão de uma ampla variedade de</p><p>fenômenos da vida real.</p><p>12. Faça o experimento com a inclinação de 20° e compare os</p><p>resultados.</p><p>R: A introdução de uma inclinação de 20 graus representa uma mudança</p><p>significativa nas condições do movimento, uma vez que o objeto passa a se deslocar</p><p>em um plano inclinado. Essa transição para um movimento em um plano inclinado</p><p>resulta em uma alteração fundamental na aceleração que atua sobre o corpo em</p><p>movimento. Nesse novo contexto, a aceleração passa a ser influenciada não apenas</p><p>pela aceleração devido à gravidade, como ocorre em um movimento vertical, mas</p><p>também pela componente ao longo do plano inclinado, o que resulta em uma</p><p>aceleração total diferente.</p><p>A mudança na aceleração tem ramificações significativas nas medidas de</p><p>velocidade e posição do corpo ao longo do tempo. A trajetória do objeto agora é</p><p>caracterizada por uma aceleração que atua tanto na direção vertical quanto na</p><p>direção do plano inclinado, levando a um padrão de movimento mais complexo.</p><p>14</p><p>Baixado por Uerlei Peréira (pereirauerlei259@gmail.com)</p><p>lOMoARcPSD|39259706</p><p>https://www.studocu.com/pt-br?utm_campaign=shared-document&utm_source=studocu-document&utm_medium=social_sharing&utm_content=relatorio-de-aula-pratica-fisica-geral</p><p>Essa complexidade é refletida na função horária do movimento, que, devido à</p><p>influência da aceleração resultante, se torna substancialmente distinta daquela</p><p>obtida anteriormente em um movimento puramente vertical. Portanto, a introdução</p><p>de um plano inclinado não apenas desafia a interpretação do movimento, mas</p><p>também exige a consideração cuidadosa da influência da gravidade e da inclinação</p><p>na dinâmica do objeto. Essa situação ilustra a riqueza de fenômenos e variações</p><p>que podem ser explorados na física, destacando a importância de se adaptar às</p><p>condições específicas para uma análise precisa e completa.</p><p>2.2 ETAPA 2 – PRINCÍPIO DA CONSERVAÇÃO DA ENERGIA</p><p>Para realizar a segunda atividade prática, foi necessário ajustar</p><p>cuidadosamente o experimento. Primeiramente, nivelou-se a base do plano inclinado</p><p>utilizando o nível bolha. Clicando sobre o nível bolha na bancada, ele foi arrastado</p><p>até a posição indicada no plano inclinado. Para garantir o nivelamento, clicou-se</p><p>com o botão direito do mouse no nível bolha e selecionou-se a opção "Nivelar base".</p><p>Em seguida, ajustou-se a posição do sensor na distância desejada. Clicando</p><p>sobre o sensor, arrastou-se o mouse até obter a posição desejada. Observou-se no</p><p>canto inferior esquerdo da tela uma janela com a escala graduada do plano inclinado</p><p>e a indicação da posição do sensor. O sensor foi posicionado na marca de 300 mm</p><p>na régua.</p><p>Para regular a inclinação da rampa, utilizou-se o fuso elevador. O fuso foi</p><p>girado clicando com o botão direito do mouse sobre ele e selecionando a opção</p><p>"Girar fuso". O ângulo de inclinação do plano foi ajustado para 20°, utilizando as</p><p>setas "Subir" e "Descer" para aumentar e diminuir o ângulo.</p><p>Para ligar o multicronômetro, acessou-se a câmera "Cronômetro" e colocou-</p><p>se a fonte de alimentação na tomada arrastando-a para a posição desejada. Em</p><p>seguida, conectou-se o cabo do sensor na porta S0 do cronômetro, arrastando-o</p><p>para a posição correta. Para ligar o cronômetro, clicou-se no botão "Power" e</p><p>selecionou-se o idioma desejado.</p><p>15</p><p>Baixado por Uerlei Peréira (pereirauerlei259@gmail.com)</p><p>lOMoARcPSD|39259706</p><p>A condução da segunda atividade prática demandou uma série de passos</p><p>meticulosos a fim de garantir a precisão do experimento. O processo teve início com</p><p>a necessária nivelagem da base do plano inclinado, que foi realizada com extremo</p><p>cuidado. Isso envolveu a interação com o nível bolha presente na bancada, que foi</p><p>arrastado até a posição indicada no plano inclinado. Para assegurar a correta</p><p>nivelagem, foi crucial clicar com o botão direito do mouse no nível bolha e selecionar</p><p>a opção "Nivelar base".</p><p>Na sequência, procedeu-se ao ajuste da posição do sensor, um passo</p><p>igualmente sensível no experimento. O sensor foi posicionado na distância</p><p>desejada, permitindo sua movimentação através do arrastar do mouse até alcançar</p><p>a posição almejada. No canto inferior esquerdo da tela, uma janela exibia a escala</p><p>graduada do plano inclinado, juntamente com a indicação precisa da posição do</p><p>sensor. Para essa etapa, o sensor foi criteriosamente posicionado na marca de 300</p><p>mm na régua, garantindo uma base sólida para as medições subsequentes.</p><p>Para controlar a inclinação da rampa, recorreu-se ao fuso elevador, que</p><p>desempenhou um papel crucial na configuração do experimento. O fuso foi ajustado</p><p>através do clique com o botão direito do mouse, o que ativou a opção "Girar fuso".</p><p>Com a habilidade de manusear as setas "Subir" e "Descer," o ângulo de inclinação</p><p>do plano inclinado foi cuidadosamente ajustado para 20 graus, uma medida</p><p>fundamental para o desdobramento do experimento.</p><p>A etapa subsequente envolveu a ativação do multicronômetro, o dispositivo</p><p>central no controle e registro do experimento. A operação teve início com o acesso à</p><p>câmera "Cronômetro" e a inserção da fonte de alimentação na tomada, um</p><p>movimento realizado ao arrastar o cabo para a posição correta. Concomitantemente,</p><p>o cabo do sensor foi conectado à porta S0 do cronômetro, um passo executado</p><p>através do arrastar do cabo para a posição apropriada. A ativação do cronômetro foi</p><p>efetuada ao clicar no botão "Power," seguindo a seleção do idioma desejado.</p><p>A configuração apropriada da função do multicronômetro desempenhou um</p><p>papel crucial na condução do experimento. A seleção da função "F2 VM 1 SENSOR"</p><p>foi alcançada por meio dos botões azuis, que possibilitaram a busca e seleção dessa</p><p>função específica. A largura do corpo de prova foi inserida com precisão, um</p><p>16</p><p>Baixado por Uerlei Peréira (pereirauerlei259@gmail.com)</p><p>lOMoARcPSD|39259706</p><p>https://www.studocu.com/pt-br?utm_campaign=shared-document&utm_source=studocu-document&utm_medium=social_sharing&utm_content=relatorio-de-aula-pratica-fisica-geral</p><p>procedimento realizado ao clicar no botão azul à direita e ajustar o valor para 50 mm</p><p>utilizando as setas direcionais. Esse valor foi então confirmado ao clicar no botão</p><p>azul à direita.</p><p>A fase seguinte compreendeu a realização do ensaio com o corpo de prova</p><p>oco. O corpo de prova oco foi colocado no plano inclinado, sendo posicionado</p><p>através do arrastar do mouse para a posição desejada. Os resultados desse ensaio</p><p>foram prontamente visualizados no display do multicronômetro, que exibia o</p><p>resultado do experimento, incluindo a velocidade linear no intervalo, acessada ao</p><p>clicar na seta direita. A possibilidade de repetir o experimento foi facilitada ao clicar</p><p>no botão azul central, possibilitando a repetição desse procedimento por mais duas</p><p>vezes com o corpo de prova oco.</p><p>A condução do ensaio com o corpo de prova maciço replicou os</p><p>procedimentos anteriores, a partir do passo 3. O corpo de prova maciço foi</p><p>posicionado no plano inclinado, seguindo os mesmos princípios e critérios</p><p>detalhados, com a finalidade de realizar o ensaio. Da mesma forma, a repetição do</p><p>experimento com o corpo de prova maciço ocorreu em três iterações para garantir a</p><p>coleta de dados precisa e repetitiva. O zelo e a precisão em cada etapa desse</p><p>experimento destacam a importância do rigor científico e técnico na realização de</p><p>investigações experimentais na física e em disciplinas afins. Ao finalizar os</p><p>experimentos, seguiu-se para a seção "Avaliação de Resultados" neste roteiro,</p><p>respondendo de acordo com as observações feitas durante os experimentos,</p><p>conforme se segue:</p><p>1. Anote na Tabela a seguir os valores obtidos no experimento. Houve</p><p>diferença entre as velocidades dos corpos de prova ensaiados? Se sim,</p><p>intuitivamente, qual seria o motivo?</p><p>Velocidade Linear (m/s) Cilindro Oco Cilindro Maciço</p><p>Descida 1 0.892857 1.020408</p><p>Descida 2 0.909090 1</p><p>Descida 3 0.925925 0.961538</p><p>Média 0.909290 0.993982</p><p>17</p><p>Baixado por Uerlei Peréira (pereirauerlei259@gmail.com)</p><p>lOMoARcPSD|39259706</p><p>R: De fato, a realização dos ensaios revelou uma discrepância nas</p><p>velocidades observadas para o cilindro oco e o cilindro maciço, e essa disparidade</p><p>pode ser intuitivamente atribuída às distintas características físicas desses corpos de</p><p>prova. Uma análise mais aprofundada nos leva a considerar a influência do</p><p>momento de inércia nesse contexto.</p><p>O momento de inércia é uma grandeza fundamental que avalia a resistência</p><p>de um objeto à mudança de sua velocidade angular. No contexto do movimento</p><p>rotacional no plano inclinado, o momento de inércia desempenha um papel crucial,</p><p>pois está intrinsecamente relacionado à velocidade angular do corpo de prova, um</p><p>fator que, por sua vez, exerce uma influência direta sobre a velocidade linear.</p><p>A distinção entre o cilindro oco e o cilindro maciço reside em suas respectivas</p><p>distribuições de massa em relação ao eixo de rotação. O cilindro oco apresenta uma</p><p>distribuição de massa mais afastada do eixo de rotação em comparação com o</p><p>cilindro maciço, resultando em um momento de inércia superior. Esse aspecto é</p><p>crucial para compreender as diferenças de velocidade observadas. Devido ao maior</p><p>momento de inércia, o cilindro oco, submetido às mesmas condições de altura e</p><p>ângulo de inclinação do plano, experimenta uma redução na velocidade angular em</p><p>comparação com o cilindro maciço. Consequentemente, a velocidade linear do</p><p>cilindro oco é proporcionalmente menor em relação ao cilindro maciço.</p><p>Assim, a disparidade nas velocidades observadas nos corpos de prova</p><p>submetidos aos ensaios pode ser explicada de forma intuitiva pela distinção nos</p><p>momentos de inércia causados pelas características específicas da distribuição de</p><p>massa de cada corpo. Esse conhecimento aprofundado sobre a influência do</p><p>momento de inércia na dinâmica de rotação e sua subsequente relação com a</p><p>velocidade linear contribui para uma compreensão mais completa e detalhada dos</p><p>fenômenos físicos envolvidos nesse experimento.</p><p>2. Com as informações a seguir e as equações apresentadas no sumário</p><p>teórico, e sabendo que o corpo de prova foi solto na posição 60 mm da régua,</p><p>calcule e preencha a Tabela com os valores obtidos para as grandezas.</p><p>Especificações Cilindro Oco Cilindro Maciço</p><p>Massa – m(g) 110 300</p><p>18</p><p>Baixado por Uerlei Peréira (pereirauerlei259@gmail.com)</p><p>lOMoARcPSD|39259706</p><p>https://www.studocu.com/pt-br?utm_campaign=shared-document&utm_source=studocu-document&utm_medium=social_sharing&utm_content=relatorio-de-aula-pratica-fisica-geral</p><p>Diâmetro interno –</p><p>di(mm)</p><p>40 -</p><p>Diâmetro externo –</p><p>de(mm)</p><p>50 50</p><p>Densidade do Aço –</p><p>(g/cm3)</p><p>7,86 7,86</p><p>R: Para o cilindro oco:</p><p>m = 110 g = 0.11 kg</p><p>r1 = di/2 = 40 mm/2 = 0.02 m</p><p>r2 = de/2 = 50 mm/2 = 0.025 m</p><p>V(cilindro oco) = 0.909290 m/s</p><p>I(cilindro oco) = (1/2) * m * (r12 + r22) = (1/2) * 0.11 * (0.022 + 0.0252) =</p><p>0.000056375kg.m²</p><p>w(cilindro oco) = V / r2 = 0.909290 / 0.025 = 36.3716 rad/s</p><p>Kt(cilindro oco) = (1/2) * m * V2 = (1/2) * 0.11 * 0.9092902 = 0.0458684 J</p><p>Altura da descida = 0.909290 m</p><p>Kr(cilindro oco) = (1/2) * 0.000056375* 36.37162 = 0.0372890 J</p><p>K(cilindro oco) = 0.0458684 J + 0.0372890 J = 0.083157 J</p><p>U(cilindro oco) = 0.11 kg * 9.8 m/s2 * 0.909290 m = 0.9896 J</p><p>ER%(cilindro oco) = ((0.833157 J - 0.9896 J) / 0. 0.9896 J) * 100 = 91.6737%.</p><p>Para o cilindro maciço:</p><p>m = 300 g = 0.3 kg</p><p>r = de/2 = 50 mm/2 = 0.025 m</p><p>V(cilindro maciço) = 0.993982 m/s</p><p>I(cilindro maciço) = (1/2) * m * r2 = (1/2) * 0.3 * 0.0252 = 0.00009375 kg.m²</p><p>w(cilindro maciço) = V / r = 0.993982 / 0.025 = 39.7593 rad/s</p><p>Kt(cilindro maciço) = (1/2) * m * V2 = (1/2) * 0.3 * 0.9939822 = 0.148457 J</p><p>19</p><p>Baixado por Uerlei Peréira (pereirauerlei259@gmail.com)</p><p>lOMoARcPSD|39259706</p><p>Altura da descida = 0.993982 m</p><p>Kr(cilindro maciço) = (1/2) * 0.00009375 * 39.75932 = 0.1482 J</p><p>K(cilindro maciço) = 0.148457 J + 0.1482 J = 0.296657 J</p><p>U(cilindro maciço) = 0.3 kg * 9.8 m/s2 * 0.993982 m = 2.9356 J</p><p>ER%(cilindro maciço) = [(2.9356 - 0.296657) / 2.9356] * 100 = 89.8681%</p><p>Grandezas Cilindro Oco Cilindro Maciço</p><p>Momento de Inércia – I</p><p>(kg.m2)</p><p>0.000056375 0.00009375</p><p>Velocidade linear média</p><p>– V (m/s)</p><p>0.909290 0.993982</p><p>Velocidade angular – w</p><p>(rad/s)</p><p>36.3716 39.7593</p><p>Energia cinética de</p><p>translação – Kt (J = Kg</p><p>m2/s2)</p><p>0.0458684 0.148457</p><p>Energia cinética de</p><p>rotação – Kr (J = Kg</p><p>m2/s2)</p><p>0.0372890 0.1482</p><p>Energia cinética total –</p><p>K (J = Kg m2/s2)</p><p>0.083157 0.296657</p><p>Energia potencial</p><p>gravitacional – U (J = Kg</p><p>m2/s2)</p><p>0.9896 2.9356</p><p>Erro relativo percentual</p><p>em relação à energia</p><p>inicial do cilindro – ER%</p><p>(%)</p><p>91.6737 89.8681</p><p>3. É certo afirmar que a energia potencial gravitacional é igual a soma</p><p>das energias cinéticas de translação e rotação? Por quê?</p><p>R: Não, não é correto afirmar que a energia potencial gravitacional é igual à</p><p>soma das energias cinéticas de translação e rotação. A energia potencial</p><p>gravitacional e as energias cinéticas de translação e rotação são formas diferentes</p><p>de energia e não podem ser diretamente somadas entre si.</p><p>A energia potencial gravitacional está relacionada à altura de um objeto em</p><p>relação a um ponto de referência e é determinada pela massa do objeto, a</p><p>aceleração da gravidade e a altura em que se encontra. É a energia associada à</p><p>posição do objeto em um campo gravitacional.</p><p>20</p><p>Baixado por Uerlei Peréira (pereirauerlei259@gmail.com)</p><p>lOMoARcPSD|39259706</p><p>https://www.studocu.com/pt-br?utm_campaign=shared-document&utm_source=studocu-document&utm_medium=social_sharing&utm_content=relatorio-de-aula-pratica-fisica-geral</p><p>Por outro lado, as energias cinéticas de translação e rotação estão</p><p>relacionadas ao movimento do objeto. A energia cinética de translação está</p><p>associada ao movimento linear do objeto, enquanto a energia cinética de rotação</p><p>está associada ao movimento rotacional do objeto em torno de um eixo. Ambas as</p><p>energias são determinadas pela massa do objeto e sua velocidade linear ou angular,</p><p>respectivamente.</p><p>Portanto, a energia potencial gravitacional e as energias cinéticas de</p><p>translação e rotação são grandezas distintas e não podem ser diretamente</p><p>somadas. Cada uma delas descreve um aspecto diferente do comportamento</p><p>energético do objeto.</p><p>4. Calcule o erro relativo entre a energia envolvida quando o corpo de</p><p>prova está no topo do plano e a energia quando ele passa pelo sensor. Caso o</p><p>erro seja maior que zero, qual seria o motivo para isto?</p><p>R: ER% = |(K - U)/U| * 100%</p><p>ER% = |(0.083157 J - 0.9896 J)/0.9896 J| * 100%</p><p>ER% = |-0.906443 J/0.9896 J| * 100%</p><p>ER% = 0.9161 * 100%</p><p>ER% = 91.61%</p><p>Se o valor do erro for maior que zero, significa que a energia não foi</p><p>conservada durante a descida do corpo pelo plano, o que pode ter ocorrido devido a</p><p>diversos fatores, como o atrito entre o corpo e o plano, a resistência do ar, a</p><p>deformação do corpo durante a descida, entre outros.</p><p>5. Como você definiria a conservação da energia em termos das</p><p>energias envolvidas neste experimento?</p><p>R: A conservação da energia, neste experimento, constitui um princípio</p><p>fundamental que se traduz na manutenção da quantidade total de energia ao longo</p><p>do movimento do corpo de prova. Ao examinar esse conceito, é essencial</p><p>21</p><p>Baixado por Uerlei Peréira (pereirauerlei259@gmail.com)</p><p>lOMoARcPSD|39259706</p><p>compreender as distintas formas de energia envolvidas no processo, que abrangem</p><p>a energia potencial gravitacional, a energia cinética de translação e a energia</p><p>cinética de rotação.</p><p>No início do movimento, quando o corpo de prova se encontra no ponto mais</p><p>alto do plano inclinado, ele detém energia potencial gravitacional. À medida que o</p><p>corpo se desloca descendo, essa energia é transformada em duas formas distintas</p><p>de energia cinética: a energia cinética de translação, que reflete o movimento do</p><p>corpo como um todo, considerando sua velocidade linear, e a energia cinética de</p><p>rotação, que está associada à rotação do corpo em torno de seu eixo.</p><p>O princípio subjacente</p><p>à conservação da energia se manifesta quando a</p><p>soma das energias cinéticas (de translação e de rotação) e a energia potencial</p><p>gravitacional inicial permanecem invariáveis ao longo do movimento. É importante</p><p>reconhecer que, embora possa haver perdas de energia decorrentes de fatores</p><p>como atrito e dissipação térmica, a quantidade total de energia deve permanecer</p><p>constante, conforme preconiza o princípio da conservação de energia. Esse conceito</p><p>é fundamental para a análise detalhada dos fenômenos envolvidos nesse</p><p>experimento e oferece uma compreensão mais profunda sobre como as diferentes</p><p>formas de energia interagem durante o movimento do corpo de prova.</p><p>2.3 ETAPA 3 – LANÇAMENTOS HORIZONTAIS E COLISÕES</p><p>Parte 1 – lançamentos horizontais:</p><p>Para a realização bem-sucedida deste experimento, procedeu-se com a</p><p>devida atenção à segurança e organização do ambiente experimental. Inicialmente,</p><p>foi necessário acessar a câmera "EPIs" por meio da seleção no menu superior</p><p>esquerdo com um clique do botão esquerdo do mouse. Isso permitiu a visualização</p><p>do armário que armazena os Equipamentos de Proteção Individual (EPIs).</p><p>Subsequentemente, as portas do armário foram abertas ao clicar com o botão</p><p>esquerdo do mouse nas respectivas alças, permitindo a conferência dos EPIs</p><p>22</p><p>Baixado por Uerlei Peréira (pereirauerlei259@gmail.com)</p><p>lOMoARcPSD|39259706</p><p>https://www.studocu.com/pt-br?utm_campaign=shared-document&utm_source=studocu-document&utm_medium=social_sharing&utm_content=relatorio-de-aula-pratica-fisica-geral</p><p>disponíveis. Para esse experimento em particular, a escolha recaiu sobre o uso do</p><p>jaleco, que foi selecionado com um simples clique.</p><p>Com a segurança assegurada, o preparo do experimento seguiu</p><p>rigorosamente os protocolos. Inicialmente, posicionou-se um papel ofício de maneira</p><p>estratégica sob o lançador. Esse procedimento demandou o uso do botão direito do</p><p>mouse ao clicar sobre os papéis e selecionar a opção "Colocar sob o lançador".</p><p>Além disso, o prumo de centro foi empregado para marcar a projeção ortogonal do</p><p>final da rampa sobre o papel, ação realizada por meio do clique direito no prumo e a</p><p>seleção da opção "Marcar origem". Isso resultou na formação de uma linha distintiva</p><p>no papel, estabelecendo a posição inicial para a medida do alcance horizontal.</p><p>Para criar as condições propícias aos lançamentos horizontais, a esfera</p><p>metálica 2 foi inserida no lançador, clicando com o botão direito do mouse sobre a</p><p>esfera e selecionando a opção "Colocar no lançador". Uma janela exibindo opções</p><p>de altura foi apresentada, na qual se escolheu a posição de 100 mm para a esfera</p><p>metálica. A partir desse ponto, lançou-se a esfera, observando que ela entrava em</p><p>contato com o papel carbono, deixando uma marca na folha de papel ofício, e então</p><p>retornava à sua posição inicial. Esse procedimento foi repetido cinco vezes a partir</p><p>da altura determinada.</p><p>Após a coleta dos dados, a fase de tratamento das informações se iniciou. O</p><p>papel carbono foi removido da folha de papel, realizando-se essa operação com um</p><p>clique direito no papel carbono e a seleção da opção "Remover de cima do papel".</p><p>Para criar uma representação unificada das marcações causadas por uma mesma</p><p>esfera na folha de papel, o compasso foi utilizado para circundar todas as</p><p>marcações. Isso foi alcançado através do clique direito no compasso e a escolha da</p><p>opção "Circular marcações". Adicionalmente, o centro das circunferências foi</p><p>destacado com a caneta, clicando com o botão direito sobre a caneta e escolhendo</p><p>a alternativa "Assinalar centros das marcações".</p><p>Para medir os alcances e calcular as velocidades, a régua foi uma ferramenta</p><p>de inestimável utilidade. Inicialmente, acessou-se a janela de opções da régua com</p><p>um clique direito na mesma. Uma janela detalhada exibindo a graduação da régua</p><p>foi aberta ao clicar com o botão esquerdo do mouse sobre o instrumento. A medição</p><p>da primeira marcação ocorreu ao clicar com o botão direito na régua e escolher a</p><p>23</p><p>Baixado por Uerlei Peréira (pereirauerlei259@gmail.com)</p><p>lOMoARcPSD|39259706</p><p>opção "Medir primeira marcação". A escala da régua foi visível, e, caso necessário, o</p><p>ponto de vista sobre a régua foi ajustado com o arraste do botão, permitindo uma</p><p>observação mais precisa. A janela foi encerrada por meio de um clique com o botão</p><p>esquerdo no botão "X". Também se teve a possibilidade de modificar o modo de</p><p>visualização para "Região sobre a rampa", o que propiciou uma perspectiva</p><p>alternativa para a medição.</p><p>Com as medições conduzidas, o cálculo do valor médio do alcance horizontal</p><p>foi realizado por meio da régua. Em seguida, o cálculo das velocidades para cada</p><p>esfera metálica imediatamente após a colisão foi efetuado conforme as equações</p><p>fornecidas no resumo teórico do laboratório virtual.</p><p>Para encerrar o experimento, o descarte da folha de papel utilizada foi</p><p>efetuado com um clique direito no papel e a seleção da opção "Descartar objeto".</p><p>Todas as etapas foram conduzidas rigorosamente de acordo com as instruções, com</p><p>ênfase na abordagem impessoal e na utilização de uma linguagem formal em todo o</p><p>procedimento. Esse cuidadoso processo assegurou que os dados e resultados do</p><p>experimento fossem obtidos de forma precisa e confiável, contribuindo para a coleta</p><p>de informações valiosas no contexto da pesquisa científica.Por fim, após analisar</p><p>todos os resultados, seguiu-se para a seção "Avaliação de Resultados" presente no</p><p>roteiro do experimento, respondendo de acordo com as observações realizadas</p><p>durante o experimento, conforme se segue:</p><p>1. Qual foi o valor médio do alcance horizontal para os lançamentos</p><p>realizados?</p><p>R: Valor médio do alcance horizontal para os lançamentos = 28,4cm</p><p>2. Qual a velocidade da esfera metálica quando ela perde contato com a</p><p>rampa?</p><p>R: Tempo de queda (t):</p><p>t = √(2H/g)</p><p>t = √(2 * 0.1 / 9.8)</p><p>24</p><p>Baixado por Uerlei Peréira (pereirauerlei259@gmail.com)</p><p>lOMoARcPSD|39259706</p><p>https://www.studocu.com/pt-br?utm_campaign=shared-document&utm_source=studocu-document&utm_medium=social_sharing&utm_content=relatorio-de-aula-pratica-fisica-geral</p><p>t ≈ 0.14 segundos</p><p>Velocidade na direção vertical (vy):</p><p>vy = √(2gH)</p><p>vy = √(2 * 9.8 * 0.1)</p><p>vy ≈ 1.4 m/s</p><p>Velocidade na direção horizontal (vx):</p><p>vx = A / t</p><p>vx = 0.284 / 0.14</p><p>vx ≈ 2.03 m/s</p><p>3. No ensaio de colisão, duas circunferências são marcadas no papel</p><p>ofício baseada nas marcações feitas pelas esferas. Identifique qual esfera</p><p>metálica produziu cada circunferência.</p><p>R: A primeira esfera produz a circunferência mais à direita da folha, uma vez</p><p>que é lançada após a colisão. Já a segunda esfera produz a circunferência mais à</p><p>esquerda da folha.</p><p>4. Qual o alcance de cada esfera metálica no ensaio de colisão?</p><p>R: Valor médio do alcance horizontal da segunda esfera = 3cm</p><p>Valor médio do alcance horizontal da primeira esfera = 26,5cm</p><p>5. Qual a velocidade de cada uma das esferas metálicas logo após a</p><p>colisão?</p><p>R: Coeficiente de restituição (e) = |𝑣𝑣' − 𝑣𝑣'| / |𝑣𝑣 − 𝑣𝑣|</p><p>Massa da Esfera 1 = 24.1 g</p><p>Massa da Esfera 2 = 24.3 g</p><p>Valor médio do alcance horizontal da Esfera 1 = 26.5 cm</p><p>25</p><p>Baixado por Uerlei Peréira (pereirauerlei259@gmail.com)</p><p>lOMoARcPSD|39259706</p><p>Valor médio do alcance horizontal da Esfera 2 = 3 cm</p><p>Valor médio do alcance horizontal da Esfera 1 = 26.5 cm = 0.265 m</p><p>Para Esfera 1:</p><p>t = A / 𝑣𝑣</p><p>t = 0.265 m / 𝑣𝑣</p><p>H = 0 mm (altura em relação ao solo)</p><p>vy = √(2gH)</p><p>vy = 0 m/s</p><p>vx = A / t</p><p>vx = 0.265 m / t</p><p>e = |𝑣𝑣' − 𝑣𝑣'| / |𝑣𝑣 − 𝑣𝑣|</p><p>e = |v1 - 0| / |0 - 𝑣𝑣|</p><p>Portanto, para a Esfera 1:</p><p>e = 1</p><p>|v1 - 0| / |0 - 𝑣𝑣| = 1</p><p>|v1| / |𝑣𝑣| = 1</p><p>|v1| = |𝑣𝑣|</p><p>Portanto, a velocidade da Esfera 1 após a colisão é igual à sua velocidade na</p><p>direção horizontal antes da colisão, que é o valor médio do alcance horizontal da</p><p>Esfera 1:</p><p>v1 = 0.265 m/s</p><p>Para esfera 2:</p><p>Valor médio do alcance horizontal da Esfera 2 = 3 cm = 0.03 m</p><p>t = A / 𝑣𝑣</p><p>t = 0.03 m / 𝑣𝑣</p><p>vy = √(2gH)</p><p>26</p><p>Baixado por Uerlei Peréira (pereirauerlei259@gmail.com)</p><p>lOMoARcPSD|39259706</p><p>https://www.studocu.com/pt-br?utm_campaign=shared-document&utm_source=studocu-document&utm_medium=social_sharing&utm_content=relatorio-de-aula-pratica-fisica-geral</p><p>vy = √(2 * 9.8 m/s^2 * 0.1 m)</p><p>vy = √(1.96 m^2/s^2)</p><p>vy = 1.4 m/s</p><p>vx = A / t</p><p>vx = 0.03 m / t</p><p>e = |𝑣𝑣' − 𝑣𝑣'| / |𝑣𝑣 − 𝑣𝑣|</p><p>e = |v2 - 0| / |0 - 𝑣𝑣|</p><p>e = 1</p><p>|v2 - 0| / |0 - 𝑣𝑣| = 1</p><p>|v2| / |𝑣𝑣| = 1</p><p>|v2| = |𝑣𝑣|</p><p>Assim, a velocidade da Esfera 2 após a colisão é igual à sua velocidade na</p><p>direção horizontal antes da colisão, que é o valor médio do alcance horizontal da</p><p>Esfera 2:</p><p>v2 = 0.03 m/s</p><p>2.4 ETAPA 4 – CALORIMETRIA</p><p>Inicialmente, assegurou-se a determinação da capacidade térmica de um</p><p>calorímetro. Para isso, foi acessada a câmera "EPI", movendo o cursor e</p><p>pressionando o botão esquerdo do mouse sobre o menu superior esquerdo da tela.</p><p>O armário foi aberto, clicando com o botão esquerdo do mouse sobre as</p><p>portas, permitindo o acesso aos Equipamentos de Proteção Individual (EPIs)</p><p>necessários para o experimento. Os EPIs utilizados foram o jaleco e os óculos de</p><p>proteção. Para utilizá-los, foi clicado com o botão direito do mouse sobre cada EPI</p><p>desejado e selecionada a opção "Colocar EPI".</p><p>A câmera "Bancada" foi acessada para prosseguir com o experimento.</p><p>27</p><p>Baixado por Uerlei Peréira (pereirauerlei259@gmail.com)</p><p>lOMoARcPSD|39259706</p><p>Para tarar a balança, o béquer foi posicionado sobre ela, clicando com o</p><p>botão direito do mouse sobre o béquer e selecionando a opção "Colocar na</p><p>balança". Em seguida, a câmera "Balança" foi acessada para visualizar o béquer na</p><p>balança.</p><p>A balança foi ligada, clicando com o botão esquerdo do mouse sobre o botão</p><p>"Power". Verificou-se se a balança ligou corretamente. Para desprezar a massa do</p><p>béquer, a balança foi tarada, clicando com o botão esquerdo do mouse sobre o</p><p>botão "TARA". Observou-se que a balança foi zerada após a taragem. O béquer foi</p><p>então retornado para a bancada, clicando com o botão direito do mouse sobre ele e</p><p>selecionando a opção "Colocar na mesa".</p><p>A câmera "Bancada" foi acessada novamente para retornar à tela inicial do</p><p>experimento.</p><p>Primeira Parte (Adicionando água no béquer): Para adicionar água no béquer,</p><p>transferiu-se 100 mL de água, clicando com o botão direito do mouse na pisseta com</p><p>água em destaque e selecionando a opção "Despejar no béquer". A pisseta foi</p><p>pressionada para inserir água no béquer, e a quantidade de água adicionada foi</p><p>observada através da escala exibida no canto da tela. Em seguida, a pisseta foi</p><p>retornada para a bancada, clicando com o botão direito do mouse sobre ela e</p><p>selecionando a opção "Colocar na mesa".</p><p>Para medir a massa da água, o béquer com a água foi colocado sobre a</p><p>balança, clicando com o botão direito do mouse sobre o béquer e selecionando a</p><p>opção "Colocar na balança". A câmera "Balança" foi acessada para visualizar a</p><p>medição da massa. O valor da massa exibido pela balança foi observado e anotado.</p><p>Em seguida, o béquer foi retirado da balança, clicando com o botão direito do mouse</p><p>sobre ele e selecionando a opção "Colocar na mesa". Retornou-se à tela inicial do</p><p>experimento, acessando a câmera "Bancada".</p><p>Para ajustar o aquecimento, o béquer foi posicionado sobre o sistema de</p><p>aquecimento, clicando com o botão direito do mouse sobre o béquer e selecionando</p><p>a opção "Posicionar no sistema de aquecimento". Verificou-se que o béquer se</p><p>posicionou corretamente no sistema de aquecimento. A câmera "Aquecimento" foi</p><p>acessada para visualizar o sistema em questão.</p><p>28</p><p>Baixado por Uerlei Peréira (pereirauerlei259@gmail.com)</p><p>lOMoARcPSD|39259706</p><p>https://www.studocu.com/pt-br?utm_campaign=shared-document&utm_source=studocu-document&utm_medium=social_sharing&utm_content=relatorio-de-aula-pratica-fisica-geral</p><p>O sistema de aquecimento foi ligado, clicando com o botão direito do mouse</p><p>sobre o bico de Bunsen e selecionando a opção "Ligar chama". A chama do bico de</p><p>Bunsen foi observada para garantir seu funcionamento adequado.</p><p>A velocidade de aquecimento do fluido contido no béquer foi ajustada clicando</p><p>e arrastando, com o botão esquerdo do mouse, sobre a janela "Acelerar troca</p><p>térmica". Em seguida, a câmera "Bancada" foi acessada para retornar à tela inicial</p><p>do experimento.</p><p>Para medir a temperatura de aquecimento, foi necessário clicar com o botão</p><p>direito do mouse sobre o termômetro e selecionar a opção "Medir béquer". A</p><p>temperatura da água em aquecimento foi observada no canto da tela.</p><p>O aquecimento da água foi aguardado até atingir aproximadamente 80°C. Em</p><p>seguida, o sistema de aquecimento foi desligado, acessando a opção de câmera</p><p>"Aquecimento", clicando com o botão direito do mouse sobre o bico de Bunsen e</p><p>selecionando a opção "Desligar chama". Foi importante lembrar que era possível</p><p>acelerar o aquecimento da água ajustando o aquecimento na janela "Acelerar troca</p><p>térmica".</p><p>Para retirar o béquer do sistema de aquecimento, clicou-se com o botão</p><p>direito do mouse sobre o béquer e selecionou-se a opção "Colocar na mesa". Vale</p><p>ressaltar que só foi possível remover o béquer do sistema de aquecimento se o bico</p><p>de Bunsen estivesse desligado. Em seguida, a opção de câmera "Bancada" foi</p><p>acessada para retornar à tela inicial do experimento.</p><p>Para medir a temperatura inicial do calorímetro, clicou-se com o botão direito</p><p>do mouse sobre o termômetro e selecionou-se a opção "Medir calorímetro". A</p><p>temperatura inicial do calorímetro foi observada e anotada.</p><p>Para adicionar água ao calorímetro, a água aquecida contida no béquer foi</p><p>transferida para ele. Clicou-se com o botão direito do mouse sobre o béquer e</p><p>selecionou-se a opção "Despejar no calorímetro". Observou-se que a água foi</p><p>adicionada ao calorímetro.</p><p>Para acelerar a troca térmica entre o calorímetro e a água aquecida, agitou-se</p><p>o conteúdo do calorímetro clicando com o botão direito do mouse sobre ele e</p><p>selecionando a opção "Agitar conteúdo".</p><p>29</p><p>Baixado por Uerlei Peréira (pereirauerlei259@gmail.com)</p><p>lOMoARcPSD|39259706</p><p>Em seguida, a temperatura no calorímetro foi medida clicando com o botão</p><p>direito do mouse sobre o termômetro e selecionando a opção "Medir calorímetro". A</p><p>temperatura do calorímetro foi observada, aguardando-se até que ela se</p><p>estabilizasse, e seu valor foi anotado como Tc.</p><p>Para desmontar o experimento, a água foi retirada do calorímetro clicando</p><p>com o botão direito do mouse sobre ele e selecionando a opção "Descartar</p><p>conteúdo". O termômetro foi desligado clicando com o botão direito do mouse sobre</p><p>o termômetro e selecionando a opção "Desligar termômetro".</p><p>Segunda Parte (Adicionando óleo no béquer): Inicialmente, transferiu-se 100</p><p>mL de óleo para um béquer, utilizando o botão direito do mouse na pisseta contendo</p><p>o óleo destacado e selecionando a opção "Despejar no béquer". Em seguida,</p><p>pressionou-se a pisseta para inserir o óleo no béquer, observando a quantidade</p><p>adicionada por meio da escala exibida no canto da tela. Após essa etapa, retornou-</p><p>se a pisseta para a bancada, clicando com o botão direito do mouse sobre ela e</p><p>selecionando a opção "Colocar na mesa".</p><p>Para medir a massa do óleo, acessou-se a câmera "Balança" e verificou-se se</p><p>ela estava ajustada corretamente, apresentando um valor negativo equivalente à</p><p>massa do béquer. Caso estivesse ajustada, colocou-se o béquer, com o óleo, sobre</p><p>a balança, clicando com o botão direito do mouse sobre o béquer e selecionando a</p><p>opção "Colocar na balança". Observou-se e anotou-se o valor da massa. Em</p><p>seguida, retirou-se o béquer da balança, clicando com o botão direito do mouse</p><p>sobre ele e selecionando a opção "Colocar na mesa". No caso de a balança não</p><p>estar ajustada corretamente, repetiu-se o procedimento de tara da balança conforme</p><p>demonstrado na parte I.</p><p>Prosseguindo, posicionou-se o béquer sobre o sistema de aquecimento,</p><p>clicando com o botão direito do mouse sobre o béquer e selecionando a opção</p><p>"Posicionar no sistema de aquecimento". Acessou-se a câmera "Aquecimento"</p><p>para</p><p>visualizar o sistema em questão e, em seguida, ligou-se o sistema de aquecimento,</p><p>clicando com o botão direito do mouse sobre o bico de Bunsen e selecionando a</p><p>opção "Ligar chama". Observou-se a chama do bico de Bunsen para assegurar seu</p><p>funcionamento adequado.</p><p>30</p><p>Baixado por Uerlei Peréira (pereirauerlei259@gmail.com)</p><p>lOMoARcPSD|39259706</p><p>https://www.studocu.com/pt-br?utm_campaign=shared-document&utm_source=studocu-document&utm_medium=social_sharing&utm_content=relatorio-de-aula-pratica-fisica-geral</p><p>Para medir a temperatura de aquecimento do óleo, utilizou-se o termômetro.</p><p>Clicou-se com o botão direito do mouse sobre o termômetro e selecionou-se a opção</p><p>"Medir béquer". A temperatura do óleo em aquecimento foi exibida no canto da tela.</p><p>Aguardou-se o aquecimento do óleo até atingir aproximadamente 80°C e, então,</p><p>desligou-se o sistema de aquecimento. Acessou-se novamente a câmera</p><p>"Aquecimento", clicou-se com o botão direito do mouse sobre o bico de Bunsen e</p><p>selecionou-se a opção "Desligar chama". Ressaltou-se a importância de garantir que</p><p>o bico de Bunsen estivesse desligado antes de remover o béquer do sistema de</p><p>aquecimento. Em seguida, clicou-se com o botão direito do mouse sobre o béquer e</p><p>selecionou-se a opção "Colocar na mesa".</p><p>Retornou-se à tela inicial do experimento, acessando a câmera "Bancada".</p><p>Utilizou-se o termômetro para medir a temperatura inicial do calorímetro, clicando</p><p>com o botão direito do mouse sobre o termômetro e selecionando a opção "Medir</p><p>calorímetro". Observou-se e anotou-se a temperatura inicial do calorímetro.</p><p>A próxima etapa consistiu em adicionar o óleo aquecido, contido no béquer,</p><p>ao calorímetro. Para isso, clicou-se com o botão direito do mouse sobre o béquer e</p><p>selecionou-se a opção "Despejar no calorímetro". Notou-se que a água foi</p><p>adicionada ao calorímetro.</p><p>Com o objetivo de acelerar a troca térmica entre o calorímetro e o óleo</p><p>aquecido, agitou-se o conteúdo do calorímetro. Clicou-se com o botão direito do</p><p>mouse sobre o calorímetro e selecionou-se a opção "Agitar conteúdo".</p><p>Após aguardar a estabilização da temperatura do calorímetro, mediu-se a sua</p><p>temperatura. Clicou-se com o botão direito do mouse sobre o termômetro e</p><p>selecionou-se a opção "Medir calorímetro". Observou-se a temperatura do</p><p>calorímetro, aguardou-se até que ela se estabilizasse e anotou-se o seu valor.</p><p>Por fim, para desmontar o experimento, retirou-se o óleo do calorímetro,</p><p>clicando com o botão direito do mouse sobre o calorímetro e selecionando a opção</p><p>"Descartar conteúdo". Desligou-se o termômetro, clicando com o botão direito do</p><p>mouse sobre o termômetro e selecionando a opção "Desligar termômetro".</p><p>Após concluir essas etapas, seguiu-se para a seção "Avaliação de</p><p>Resultados" e respondeu-se de acordo com as observações realizadas durante o</p><p>experimento.</p><p>31</p><p>Baixado por Uerlei Peréira (pereirauerlei259@gmail.com)</p><p>lOMoARcPSD|39259706</p><p>Parte 1:</p><p>A capacidade térmica C do calorímetro pode ser determinada pelo princípio</p><p>da conservação de energia:</p><p>QCEDIDO = QRECEBIDO</p><p>QCEDIDO PELA ÁGUA QUENTE = QABSORVIDO PELO CALORÍMETRO</p><p>m1c (T1 - Tf) = C (Tf - TC)</p><p>C = m1c (T1 - Tf) / (Tf - TC)</p><p>Onde:</p><p>C = capacidade térmica do calorímetro;</p><p>m1 = massa de água;</p><p>c = calor específico da água (1cal/g °C);</p><p>T1= temperatura da água quente;</p><p>Tf = temperatura final de equilíbrio sistema;</p><p>TC = temperatura no interior do calorímetro</p><p>1. Com os dados obtidos, calcule a capacidade térmica do calorímetro:</p><p>R: C = (m1 * c * (T1 - Tf)) / (Tf - TC)</p><p>m1 = 102.42 g</p><p>c = 1 cal/g °C</p><p>T1 = temperatura inicial do calorímetro = 25.3 ºC</p><p>Tf = temperatura final de equilíbrio do sistema = 75.8 ºC</p><p>TC = temperatura no interior do calorímetro = 80.9 ºC</p><p>C = (102.42 * 1 * (25.3 - 75.8)) / (75.8 - 80.9)</p><p>C = (102.42 * 1 * (-50.5)) / (-5.1)</p><p>32</p><p>Baixado por Uerlei Peréira (pereirauerlei259@gmail.com)</p><p>lOMoARcPSD|39259706</p><p>https://www.studocu.com/pt-br?utm_campaign=shared-document&utm_source=studocu-document&utm_medium=social_sharing&utm_content=relatorio-de-aula-pratica-fisica-geral</p><p>C = (-5186.71) / (-5.1)</p><p>C ≈ 1016.63 cal/°C</p><p>Parte 2:</p><p>A capacidade térmica C do calorímetro pode ser determinada pelo princípio</p><p>da conservação de energia:</p><p>QCEDIDO = QRECEBIDO</p><p>QCEDIDO PELO ÓLEO QUENTE = QABSORVIDO PELO CALORÍMETRO</p><p>m1c (T1 - Tf) = C (Tf - TC) c = C (Tf - TC) / m1 (T1 – Tf)</p><p>Onde:</p><p>C = capacidade térmica do calorímetro;</p><p>m1 = massa de óleo;</p><p>c = calor específico do óleo;</p><p>T1= temperatura do óleo quente;</p><p>Tf = temperatura final de equilíbrio sistema;</p><p>TC = temperatura no interior do calorímetro.</p><p>1. Com os dados obtidos, calcule o calor específico do óleo. Compare o</p><p>valor obtido com valores de calor específico de óleos vegetais encontrados na</p><p>internet. Justifique eventuais diferenças.</p><p>R: Massa de óleo (m1) = 97.13 g</p><p>Temperatura inicial do calorímetro (Tc) = 25.6ºC</p><p>Temperatura final de equilíbrio do sistema (Tf) = 81ºC</p><p>Temperatura no interior do calorímetro (TC) = 71.3ºC</p><p>Capacidade térmica do calorímetro (C) ≈ 1016.63 cal/°C</p><p>c = C * (Td - TC) / (m1 * (Tc - Td))</p><p>c = 1016.63 cal/°C * (81ºC - 71.3ºC) / (97.13 g * (25.6ºC - 81ºC))</p><p>c ≈ 1016.63 cal/°C * 9.7ºC / (-7568.6 g * -55.4ºC)</p><p>33</p><p>Baixado por Uerlei Peréira (pereirauerlei259@gmail.com)</p><p>lOMoARcPSD|39259706</p><p>c ≈ -10062.11 cal / (-417949.24 g * °C)</p><p>c ≈ 0.024 cal/g°C</p><p>Com base na literatura, os valores típicos de calor específico de óleos</p><p>vegetais variam entre 1,9 a 2,8 cal/g°C. No entanto, é importante ressaltar que esses</p><p>valores podem variar dependendo da fonte, da composição específica do óleo e das</p><p>condições de medição.</p><p>No experimento realizado, o valor obtido para o calor específico do óleo foi</p><p>aproximadamente 0,024 cal/g°C. Esse valor é consideravelmente menor do que os</p><p>valores típicos encontrados na literatura para óleos vegetais. Essa diferença pode</p><p>ser atribuída a vários fatores, tais como:</p><p>- Composição específica do óleo: O óleo utilizado no experimento pode ter</p><p>uma composição diferente dos óleos vegetais utilizados nas referências</p><p>encontradas. Diferentes ácidos graxos e outros componentes presentes no óleo</p><p>podem influenciar o calor específico.</p><p>- Erros de cálculo.</p><p>- Erros experimentais: O experimento em si pode ter envolvido erros</p><p>experimentais que afetaram a precisão dos resultados, como medições imprecisas</p><p>de temperatura ou massa.</p><p>34</p><p>Baixado por Uerlei Peréira (pereirauerlei259@gmail.com)</p><p>lOMoARcPSD|39259706</p><p>https://www.studocu.com/pt-br?utm_campaign=shared-document&utm_source=studocu-document&utm_medium=social_sharing&utm_content=relatorio-de-aula-pratica-fisica-geral</p><p>3 CONCLUSÃO</p><p>A execução dos quatro experimentos revelou uma riqueza de insights e</p><p>aprofundamento em diversos conceitos fundamentais da física. Ao abordar o</p><p>movimento de objetos, a primeira etapa proporcionou uma exploração minuciosa dos</p><p>parâmetros do deslocamento, velocidade média e aceleração média, assim como a</p><p>apreensão das relações intrínsecas entre essas grandezas e a variação temporal. A</p><p>interpretação e análise de gráficos que representam essas variáveis físicas</p><p>enriqueceram nossa habilidade de visualizar e compreender uma gama variada de</p><p>padrões de movimento.</p><p>No segundo estágio, os processos de transformação de energia durante o</p><p>movimento ganharam destaque, com ênfase no princípio da conservação de</p><p>energia. Aqui, exploramos as metamorfoses da energia mecânica, observando como</p><p>ela migra entre diferentes formas, como energia cinética e energia potencial, e de</p><p>que maneira tais transformações influenciam o movimento do objeto estudado. A</p><p>compreensão desse princípio viabilizou o reconhecimento e análise das múltiplas</p><p>faces da energia envolvidas em sistemas físicos complexos.</p><p>No terceiro experimento, imergimos no estudo das colisões, identificando</p><p>diferentes tipos e suas características distintivas. Fomos capazes de analisar as</p><p>propriedades e descrever o comportamento dos corpos antes e depois das colisões,</p><p>sempre aplicando com destreza o princípio da conservação de energia</p><p>nesse</p><p>contexto. Essa experiência enriqueceu nosso entendimento da conservação de</p><p>energia no cenário das colisões e como essa regra dita o curso do movimento de</p><p>objetos envolvidos.</p><p>Por fim, a quarta etapa concentrou-se nos fenômenos associados à</p><p>transferência de energia térmica entre corpos. Calculamos a capacidade térmica de</p><p>um calorímetro e utilizamos tal informação para estimar o calor específico de</p><p>diversas substâncias. Nesse processo, compreendemos como a energia térmica flui</p><p>entre corpos e a maneira pela qual a quantidade de energia transferida se relaciona</p><p>com propriedades específicas das substâncias envolvidas. Essa etapa expandiu</p><p>nossa compreensão da termodinâmica e os intricados mecanismos de transferência</p><p>de energia térmica.</p><p>35</p><p>Baixado por Uerlei Peréira (pereirauerlei259@gmail.com)</p><p>lOMoARcPSD|39259706</p><p>Em resumo, a execução desses quatro experimentos enriqueceu nosso</p><p>conhecimento em diversas áreas da física, abrangendo desde a cinemática até os</p><p>princípios da conservação de energia, colisões e termodinâmica. Cada estágio</p><p>contribuiu para o nosso domínio dos princípios que governam o comportamento dos</p><p>corpos no espaço e as diversas facetas da energia que permeiam esses processos.</p><p>Esse aprendizado não apenas ampliou nossa compreensão da física como</p><p>disciplina, mas também nos capacitou com habilidades práticas essenciais para a</p><p>resolução de problemas e análise crítica em um contexto científico e cotidiano.</p><p>36</p><p>Baixado por Uerlei Peréira (pereirauerlei259@gmail.com)</p><p>lOMoARcPSD|39259706</p><p>https://www.studocu.com/pt-br?utm_campaign=shared-document&utm_source=studocu-document&utm_medium=social_sharing&utm_content=relatorio-de-aula-pratica-fisica-geral</p><p>REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS</p><p>GEOGEBRA. Disponível em: https://www.geogebra.org/calculator.</p><p>HALLIDAY, D., RESNICK, R., & WALKER, J. (2017). Fundamentos de Física -</p><p>Volume 2: Gravitação, Ondas e Termodinâmica. LTC Editora.</p><p>YOUNG, H. D., & FREEDMAN, R. A. (2013). Física II: Termodinâmica e Ondas.</p><p>Addison Wesley.</p><p>37</p><p>Baixado por Uerlei Peréira (pereirauerlei259@gmail.com)</p><p>lOMoARcPSD|39259706</p><p>1 INTRODUÇÃO</p><p>2 DESENVOLVIMENTO</p><p>2.1 ETAPA 1 - MOVIMENTO RETILÍNEO UNIFORMEMENTE VARIADO</p><p>2.2 ETAPA 2 – PRINCÍPIO DA CONSERVAÇÃO DA ENERGIA</p><p>2.3 ETAPA 3 – LANÇAMENTOS HORIZONTAIS E COLISÕES</p><p>2.4 ETAPA 4 – CALORIMETRIA</p><p>3 CONCLUSÃO</p><p>REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS</p>

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