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Relatório de aula prática de Física Geral e Experimental (Mecânica) sobre movimento retilíneo uniformemente variado (MRUV). Apresenta introdução e objetivos, define MRUV e aborda deslocamento, velocidade média, aceleração média e interpretação de gráficos.

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Faculdade Anhanguera - relatório de aula pratica da
disciplina de física geral e experimental.
Física Geral e Experimental - Mecânica (Faculdade Anhanguera)
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A Studocu não é patrocinada ou endossada por nenhuma faculdade ou universidade
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disciplina de física geral e experimental.
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Baixado por Cristofe Dos Reis (cristofedosreis@gmail.com)
lOMoARcPSD|33651728
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https://www.studocu.com/pt-br/course/faculdade-anhanguera/fisica-geral-e-experimental-mecanica/6569722?utm_campaign=shared-document&utm_source=studocu-document&utm_medium=social_sharing&utm_content=faculdade-anhanguera-relatorio-de-aula-pratica-da-disciplina-de-fisica-geral-e-experimental
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FACULDADE ANHANGUERA
ENGENHARIA MECANICA
NATAN DE JESUS OLIVEIRA
FISICA GERAL E EXPERIMENTAL
RELATÓRIO DE AULA PRÁTICA
Baixado por Cristofe Dos Reis (cristofedosreis@gmail.com)
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MOVIMENTO RETILINEO UNIFORMEMENTE VARIADO – MRUV
INTRODUÇÃO
Caracterizar o movimento de um objeto através do deslocamento, velocidade média e 
aceleração média, compreendendo e estimando a velocidade média e a aceleração média
de um objeto em movimento. Dessa forma, será possível reconhecer que a velocidade 
mede a taxa de variação da posição no tempo e que a aceleração mede a taxa de 
variação da velocidade no tempo, interpretando diferentes gráficos envolvendo as 
principais variáveis físicas: deslocamento, velocidade e aceleração
O movimento retilíneo uniformemente variado (MRUV) ocorre quando um 
objeto se move ao longo de uma trajetória reta e sua velocidade varia 
uniformemente durante o movimento e essa mudança de velocidade é sempre 
a mesma durante mesmo intervalo de tempo. A principal característica do 
MRUV (movimento linear uniformemente variável) é que quando um 
determinado objeto em movimento muda sua velocidade ao longo da trajetória 
percorrida, ele permanece constante, mas desenvolve uma aceleração 
diferente de zero, de modo que o movimento é representado graficamente. 
A aceleração em relação ao tempo são uma função constante.
No entanto, esta aceleração pode ser positiva ou negativa. Isso acontece 
porque depende diretamente da velocidade do corpo que realiza o movimento. 
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Se a velocidade aumentar 
Durante o intervalo de tempo, a aceleração permanece constante, mas é 
positiva e o corpo acelera. Isso é classificado como movimento linear 
uniformemente acelerado. É classificado como movimento linear de atraso 
uniforme porque se conclui que um objeto para de se mover, ou seja, ocorre 
desaceleração, à medida que sua velocidade diminui ao longo de um intervalo 
de tempo.
Os elementos-chave do movimento linear uniformemente variado são posição
(ou deslocamento), velocidade e aceleração, que são analisados em intervalos 
de tempos específicos enquanto o corpo, mobília ou objeto está em movimento. 
O valor de tudo isso pode ser encontrado não apenas por meio de equações 
matemáticas claras, mas também pela observação gráfica de seu 
comportamento. Tal como acontece com este tipo de movimento, a aceleração 
é constante
OBJETIVOS
Caracterizar o movimento de um objeto através das grandezas que compõe a 
Cinemática: deslocamento, velocidade média e aceleração média.
METODOLOGIA EXPERMENTAL
 Montando e ajustando o experimento: Arraste o nível bolha até o plano inclinado, 
clicando com o botão esquerdo do mouse e sobre ele e arrastando-o
 Nivelando a base: Nivele a base, clicando com o botão direito do mouse no nível bolha
e selecionando a opção “Nivelar base”. Os “pés” da base do plano inclinado serão 
ajustados, deixando a bolha do nível centralizada.
Posicionando o ímã: Arraste o ímã até a indicação em vermelho no plano inclinado, 
clicando com o botão esquerdo do mouse. Esse ímã será usado posteriormente para fixar
o carrinho.
Posicionando fuso elevador: Posicione o fuso elevador, clicando com o botão esquerdo 
do mouse sobre o fuso e arrastando para uma das posições em destaque. A posição 
destacada em verde é para pequenas inclinações e a posição destacada em amarelo é 
para grandes inclinações.
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Posicionar o sensor: Posicione o sensor em 300 mm na régua, clicando com botão 
esquerdo do mouse no sensor. O sensor será utilizado para medir o tempo decorrido no 
movimento do carrinho.
Ajustando a inclinação da rampa: Inicie a etapa de regulagem do ângulo da rampa, 
clicando com o botão Inicie a etapa de regulagem do ângulo da rampa, clicando com o 
botão direito do mouse no fuso elevador e selecionando a opção “Girar fuso”.
Com o fuso na posição de grandes inclinações, ajuste o ângulo para 10° clicando com o 
botão esquerdo do mouse nas setas “Subir” e “Descer”.
Ligando o multicronômetro: Visualize o cronômetro, em detalhes, acessando a câmera 
“Cronômetro”, clicando com o botão esquerdo do mouse sobre o menu lateral esquerdo.
Conecte a fonte de alimentação do multicronômetro na tomada, clicando e arrastando 
com o botão esquerdo do mouse sobre a fonte. Para ligar o multicronômetro, clique com
o botão esquerdo do mouse no botão “Power”. Clique com o botão esquerdo do mouse 
no botão “Reset” para voltar à seleção de funções. Para selecionar uma das funções que 
aparecem no visor, clique com o botão esquerdo do mouse nos botões azuis
Conectando o cabo no multicronômetro: Conecte o cabo do sensor na porta S0 do 
multicronômetro, clicando e arrastando com o botão esquerdo do mouse, conforme 
demonstrado abaixo.
Operando o multicronômetro: Selecionando o idioma. Selecionando função: Clique no 
botão destacado em verde até que apareça a função “F3 10PASS 1SEN”. Em seguida, 
clique no botão destacado em vermelho para selecionar a função. Número de intervalos:
Cliquena seta destacada em amarelo para escolher o número de intervalos (dez) e, 
então, no botão destacado em verde para confirmar.
Posicionando o carrinho: Acesse a câmera “Plano inclinado”.
Para que não desça a rampa antes do desejado, arraste o carrinho até o ímã, clicando 
com o botão esquerdo do mouse sobre ele. O carrinho permanecerá em repouso até que 
o ímã, que o mantém nesta posição, seja retirado.
Retirando o ímã: Acesse a câmera “Bancada”. Solte o carrinho, clicando com o botão 
esquerdo do mouse sobre o ímã. O carrinho será solto e descerá pelo plano inclinado. O 
sensor medirá o intervalo de tempo entre marcações existentes sobre o carrinho.  
Realizando as leituras dos resultados: Clique com o botão esquerdo do mouse no botão 
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destacado em amarelo para verificar os resultados e no botão destacado em verde para 
repetir o experimento.
RESULTADOS ENCONTRADOS
1. Construa o gráfico S x t (Espaço x Tempo)
2. Com base em seus conhecimentos, qual o tipo de função representada pelo
gráfico “Espaço x Tempo”? Qual o significado do coeficiente angular
(declividade da tangente) do gráfico construído? 
A função representada pelo gráfico em questão significa a posição do objeto
em relação ao tempo a partir da posição inicial. O coeficiente angular
representa a inclinação da reta, bem como a distância do objeto em relação ao
ponto inicial 0, tal declividade da tangente mede a velocidade escalar no
instante t.
3.Construa o gráfico S x t2 (Espaço x Tempo2).
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4. Com base em seus conhecimentos, qual o tipo de função representada pelo
gráfico “Espaço x Tempo2”? Qual o significado do coeficiente angular do gráfico
construído?
É uma função de 2º grau em t que apresenta a posição do carinho próximo
do t inicial. O coeficiente angular do gráfico apresenta o início do movimento e
da 
aceleração do carrinho, também apresenta a posição da parábola, a mesma é
positiva pois é voltada para cima. 
5. Calcule as velocidades para os pontos medidos t2, t4, t6, t8 e t10 e anote em
uma tabela semelhante à demonstrada a seguir. Utilize a fórmula vm(trecho) =
∆S ∆t para encontrar as velocidades. 
Onde: 
∆S2 = S2 − S0; ∆t2 = t2 − t0 
∆S4 = S4 − S2; ∆t4 = t4 − t2 
∆S6 = S6 − S4; ∆t6 = t6 − t4 
∆S8 = S8 − S6; ∆t8 = t8 − t6 
∆S10 = S10 − S8; ∆t10 = t10 − t10
INTERVALOS vm (m/s)
S0 a S2 0,6250
S2 a S4 0,7150
S4 a S6 0,7835
S6 a S8 0,8318
S8 a S10 0,8902
 6. Construa o gráfico Vm x t (velocidade x tempo). 
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7. Com base em seus conhecimentos, qual o tipo de função representada pelo
gráfico “velocidade x tempo”? Qual o significado do coeficiente angular do
gráfico construído? (Lembre-se que no MRUV, a velocidade é dada por v = vo +
at).
Representa a função da aceleração do móvel, o módulo da velocidade
aumenta por tratar-se de uma reta crescente, sendo progressivo acelerado, o
coeficiente angular mede a aceleração escalar.
8. Qual a aceleração média deste movimento? 
α=lim
Δt->0
=Δv/Δt 
αm=ΔV/Δt 
αm= 0,76/0,11 
αm= 
6,42 m/s²
α=limΔt->0=Δv/Δt
αm=ΔV/Δt
αm= 0,76/0,11
9. Ainda utilizando o gráfico, encontre a velocidade inicial do carrinho no t0.
Para isso, basta extrapolar o gráfico e verificar o valor da velocidade quando a
curva “cruza” o eixo y. 
Vcarrinho T0: 0,5727 m/s 
0,5727m/s 
10. Diante dos dados obtidos e dos gráficos construídos: 
11. Monte a função horária do experimento. S = So + vo t + 1 2 a t 2 
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Onde: 
• a = Aceleração (m/s²);
 • t = Tempo (s); 
• V0 = Velocidade inicial (Instante t0); 
• S0 = Posição inicial (lembre-se da marcação onde o sensor foi posicionado). 
S = 0,018+0,6250 x 0,0288+ ½ 0,0288²
12. Por que é possível afirmar que esse movimento é uniformemente variado? 
Este movimento pode ser afirmado como uniformemente variado, devido
ocorrer a mudança de velocidade (aceleração) a uma taxa constante.
13. Faça o experimento com a inclinação de 20° e compare os resultados
ÂNGULO DE INCLINAÇÃO: 10° ÂNGULO DE INCLINAÇÃO: 20°
S(m) T(s) T²(s²) S(m) T(s) T²(s²)
0,0000 0,0000 0,0000 0,0000 0,0000 0,0000
0,0180 0,0288 0,0008 0,0180 0,0252 0,0006
0,0360 0,0508 0,0026 0,0360 0,0448 0,0020
0,0540 0,0760 0,0058 0,0540 0,0633 0,0040
0,0720 0,1000 0,1000 0,0720 0,0807 0,0065
0,0900 0,1227 0,0151 0,0900 0,0974 0,0095
0,1080 0,1445 0,0209 0,1080 0,1124 0,1126
0,1260 0,1654 0,0274 0,1260 0,1339 0,0179
0,1440 0,1855 0,0344 0,1440 0,1443 0,0208
0,1620 0,2050 0,0420 0,1620 0,1545 0,0239
0,1800 0,2238 0,0501 0,1800 0,1682 0,0283
S(m) T(s) T²(s²) S(m) T(s) T²(s²)
0,0000 0,0000 0,0000 0,0000 0,0000 0,0000
0,0180 0,0288 0,0008 0,0180 0,0252 0,0006
 0,0360 0,0508 0,0026 0,0360 0,0448 0,0020
0,0540 0,0760 0,0058 0,0540 0,0633 0,0040
0,0720 0,1000 0,1000 0,0720 0,0807
0,0900 0,1227 0,0151 0,0900 0,0974 0,0095
0,1080 0,1445 0,0209 0,1080 0,1124 0,0126
0,1260 0,1654 0,0274 0,1260 0,1339 0,0179
0,1440 0,1855 0,0344 0,1440 0,1443 0,0208
0,1620 0,2050 0,0420 0,1620 0,1545 0,0239
0,1800 0,2238 0,0501 0,1800 0,1682 0,0283
Adotando um ângulo de inclinação de 20° observa-se que o carrinho desce
a uma variação de velocidade igual em intervalos de tempo iguais, no
experimento também se observou que o tempo decorrido no movimento do
carrinho é menor quando comparado com o ângulo de inclinação de 10°
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 CONCLUSÃO
No final destas experiências, sabemos muito mais sobre o movimento 
linear uniformemente variado. Sabemos que embora a teoria seja extensa, ela se 
torna muito interessante quando aliada à prática e enriquece o conhecimento já
adquirido nos livros. 
Também é muito importante conhecer as equações e representações gráficas do 
movimento linear uniforme, mas esse conhecimento deve estar sempre aliado à 
experiência, pois a través dela aprendemos de forma mais interativa e significativa, 
preservando os conceitos através de imagens ao invés de texto ensinado. Sabemos que o
movimento existe em diversas atividades do nosso dia adia. Ao observar algumas de 
suas propriedades como deslocamento, velocidade e aceleração e como determiná-las, é 
necessário entender como ele ocorre e qual é o seu comportamento. Através do cálculo,
ele também pode ser observado através de experimentos mais simples do dia a dia.
https://www.virtuaslab.
net/ualabs/ualab/11/65
247b829a79f.html . 
Acesso e: 29 
Baixado por Cristofe Dos Reis (cristofedosreis@gmail.com)
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https://www.virtuaslab.
net/ualabs/ualab/11/65
247b829a79f.html . 
Acesso e: 29 
REFERÊNCIAS
https://www.virtuaslab.net/ualabs/ualab/11/653b2266205f6.html Acesso em: 26 de 
outubro de 2023
https://www.colaboraread.com.br/aluno/timeline/index/3525275202?
ofertaDisciplinaId=2049217 Acesso em: 26 de outubro de 2023
ATIVIDADE 2- ESTATÍSTICA – BALANÇO DE PRATO
INTRODUÇÃO
As balanças são equipamentos essenciais em laboratórios de química e 
física são amplamente utilizadas para medir massa com 
precisão. Estas escalasfuncionam com base no princípio da 
alavanca, onde a posição de uma massa em relação ao ponto de 
equilíbrio é utilizada para determinar a sua massa. Neste hands-on, 
exploraremos como funcionam as escalas estáticas e aprenderemos como usa-
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https://www.virtuaslab.net/ualabs/ualab/11/653b2266205f6.html
https://www.colaboraread.com.br/aluno/timeline/index/3525275202?ofertaDisciplinaId=2049217
https://www.colaboraread.com.br/aluno/timeline/index/3525275202?ofertaDisciplinaId=2049217
lós para medir a massa com precisão. Uma balança de prato estático 
consiste em um prato em cima e um peso em baixo onde é 
colocado o objeto cuja massa queremos medir. Quando as 
forças que atuam em ambos os lados da balança são iguais, o 
equilíbrio é alcançado entre o objeto e o contrapeso. A posição 
relativa destas massas em relação aos pontos de apoio é crítica para a 
precisão da medição.
Nesta prática, exploraremos como a distância de um objeto ao seu 
ponto de equilíbrio a feta a medição de sua massa em uma 
balança estática. Ajustando a posição dos objetos e contrapesos, 
podemos fazer medições precisas e observar o equilíbrio da balança. Além 
disso, aprenderemos a considerar unidades de medida, a importância da 
calibração e as precauções de segurança ao usar uma balança. Esta prática 
estabelecerá uma base sólida para o manuseio correto das balanças de prato 
em experimentos futuros e garantirá resultados experimentais contáveis e 
precisos. Nossa análise laboratorial.
OBJETIVOS
Compreender o conceito de equilíbrio de corpo rígido e 
compreender as condições e situações em que existe equilíbrio 
estático de partículas ou sólidos.
 Analisa os resultados dos exercícios do roteiro de treinamento.
MÉTODOS EXPERIMENTAIS
1. INSERINDO PESOS NA BALANÇA
Comece o experimento colocando a maior amostra na balança.
2. OBTENDO OS PESOS DO PRATO E CONTRAPESO
Nos experimentos, é i m p o r t a n t e o b t e r d a d o s n ã o a p e n a s 
sobre o valor do contrapeso, mas também sobre a 
distância do peso em relação ao ponto d e articulação central. 
Usando esses dados e a equação de equilíbrio de momentos, podemos calcular
o peso desconhecido da balança. Registre informações sobre a distância do 
centro ao eixo de rotação, a placa, a massa da placa e a massa do 
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contrapeso.
3. AJUSTANDO O EQUILÍBRIO DA BALANÇA
Colocar peso nas placas adiciona desequilíbrio ao sistema. Para obter 
equilíbrio, contrapeso deve ser ajustado movendo-o ao longo do eixo 
até que a placa fique centralizada. Ajuste o contrapeso puxando-o até
que o peso esteja equilibrado. Quando o equilíbrio é encontrado no 
sistema, a carga é ajustada.
4. REALIZANDO MEDIDAS
Encontre o peso e a distância da balança ao eixo da balança e 
registre o peso seu valor em cm.
5. RETIRANDO O PESO DA BALANÇA
Complete a primeira etapa do exercício removendo o peso da balança
6. REPETINDO O EXPERIMENTO
Repita todo o processo utilizando pesos de diferentes massas e realize a 
Análise
AVALIAÇÃO DE RESULTADOS
experimentos 1 2 3 4
M prato (g) 200 200 200 200
M contrapeso(g) 500 500 500 500
d contrapeso 
(cm)
10,2 8,7 7,9 7,2
d peso (cm) 14,5 14,5 14,5 14,5
1. Utilizando as equações dispostas no resumo teórico, calcule a massa do corpo 
rígido posicionado na balança. 
M1 = __________ g
para o contrapeso a 10,2cm o peso é 151g 
Atenção: Observe atentamente as unidades das grandezas dispostas no 
experimento.
 
2. Após a repetição do experimento para os outros pesos dispostos na 
bancada, responda: Qual a relação entre o peso do corpo posicionado no prato
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da balança e a distância do contrapeso ao pivô?
Quanto mais pesado for o corpo posicionado no prato, será necessária uma 
maior distância do contrapeso
CONCLUSÃO
Praticar com uma balança estática proporciona uma experiência 
valiosa na compreensão dos princípios básicos deste dispositivo, que é 
amplamente utilizado em laboratórios científicos ao longo deste experimento
, investigamos como aposição relativa da massa em relação ao 
ponto de equilíbrio afeta a precisão das medições de massa. Uma das 
observações mais importantes é que ajustando cuidadosamente 
distância de um objeto ao seu ponto de equilíbrio, podemos obter 
medições muito precisas que podem ser obtidas. Acontece que pequenas 
mudanças na posição ou no peso de um objeto podem levar a 
resultados significativamente diferentes. Calibração precisa e a 
atenção aos detalhes são, portanto, essenciais para garantir a precisão da 
medição. Em resumo, este exercício nos deu uma compreensão mais 
profunda das escalas estáticas em leque e como usá-las de maneira eficaz para medir a 
massa com precisão. Estas técnicas são importantes em muitos campos da ciência, da 
química à física, e constituem a base para experiências futuras. Ao compreender os 
princípios e métodos básicos de balanceamento estático de ventiladores, você estará 
preparado para conduzir pesquisas científicas confiáveis e fornecer resultados precisos 
em estudos futuros.
REFERÊNCIAS
https://www.virtuaslab.net/ualabs/ualab/11/653b2266205f6.html Acesso em: 26 de 
outubro de 2023
https://www.colaboraread.com.br/aluno/timeline/index/3525275202?
ofertaDisciplinaId=2049217 Acesso em: 26 de outubro de 2023
ATIVIDADE 3- PRINCÍPIO DA CONSERVAÇÃO DE
ENERGIA
 INTRODUÇÃO
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https://www.colaboraread.com.br/aluno/timeline/index/3525275202?ofertaDisciplinaId=2049217
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O conceito de energia é essencial para o crescimento da 
física. Porque a energia parece estar em toda parte. Energia é uma 
quantidade que nunca pode ser perdida ou criada e só pode ser alterada de 
uma forma para outra. A energia mecânica de um sistema Emec é a soma da 
energia potencial U ida energia cinética K dos objetos que compõem o sistema.
No entanto, energia é a capacidade de realizar trabalhos 
caracterizado por força e movimento. A conservação da energia mecânica ocorre devido
à ação de duas forças conservativas, cuja soma produz uma constante em qualquer 
ponto da órbita. Portanto, a força que pode converter energia 
cinética em energia potencial e vice-versa é chamada de força 
conservativa. Portanto, se uma força conservativa W atua sobre um objeto em 
um sistema considerado isolado, ou seja, se uma força externa exercida por
um objeto fora do sistema não causa uma mudança na energia
do objeto, então esta força é responsável pela transferência de energia. É 
importante notar que a energia mecânica é conservada mesmo
que as forças dissipativas (atrito e arrasto) não sejam levadas em 
consideração. Tendo em mente o que foi dito acima, podemos ter uma 
boa compreensão dos problemas mecânicos baseados nas leis de Newton.
 OBJETIVOS
O objetivo deste experimento é revelar a facilidade das manipulações matemáticas 
envolvendo as leis de Newton utilizando o princípio da conservação de energia para 
determinar parâmetros dinâmicos importantes.
 MÉTODOS EXPERIMENTAIS
1- Ajustou-se o experimento com o auxílio do nível bolha, 
nivelando a base e ajustando o sensorna posição desejada e regulou-se 
a inclinação da rampa;
2. Ligou-se o multicronômetro se selecionou-se a função “F2 
VM 1 SENSOR”, inserindo o diâmetro do corpo de prova cilíndrico;
3. Posicionou-se o corpo de prova oco na rampa e soltou-se ele e verificou-se 
os resultados de tempo e velocidade no display do multicronômetro e repetiu-
se o procedimento mais 2 vezes;
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4. Foi refeito o procedimento mais 3 vezes com o corpo de prova maciço
AVALIAÇÃO DE RESULTADOS
1. Anote na tabela os valores obtidos no experimento. Houve diferença entre as
velocidades dos corpos de prova ensaiados? Se sim, intuitivamente, qual seria
o motivo? 
Sim, porque o cilindro maciço tem a massa maior do que a do cilindro oco.
Velocidade linear
(m/s)
Cilindro oco Cilindro Maciço
Descida 1 0,054 0,050
Descida 2 0,054 0,050
Descida 3 0,056 0,050
Média 0,055 0,050
2- Utilizando as informações da Tabela 2 e as equações apresentadas no
sumário teórico, e sabendo que o corpo de prova foi solto na posição 60 mm da
régua, calcule e preencha a tabela 3 com os valores obtidos para as
grandezas.
Especificação Cilindro
Oco
Cilindro
Maciço
Massa -m(g) 110 300
Diâmetro interno - di 
(mm) 
40 -
Diâmetro externo -de
(mm)
50 50
Densidade do aço 
g/cm
7,86 7,86
3. É certo afirmar que a energia potencial gravitacional é igual a soma das
energias cinéticas de translação e rotação? Por quê? 
Não, a definição de energia potencial gravitacional tem ligação apenas com
a massa e altura com que o corpo está em relação ao solo, e não com
sua velocidade ou rotação.
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4. Calcule o erro relativo entre a energia envolvida quando o corpo de prova
está no topo do plano e a energia quando ele passa pelo sensor. Caso o erro
seja maior que zero, qual seria o motivo para isto?
É importante investigar o motivo específico para o erro e realizar uma
análise mais detalhada do sistema experimental, incluindo a verificação da
metodologia de medição, as condições ambientais e as limitações dos modelos
utilizados, a fim de identificar a causa raiz do erro observado.
 5. Como você definiria a conservação da energia em termos das energias
envolvidas neste experimento?
É quando atinge o nível de referência a energia potencial é totalmente
transformada em energia cinética, sendo assim, um exemplo da conservação
de energia.
CONCLUSÃO
 A análise experimental acima mencionada levou à conclusão de que o sistema 
observado não pode ser considerado completamente isolado, uma vez que 
ocorre troca de calor com o ambiente externo. A esfera gira sobre um trilho, e a
força de atrito cinético exercida pelo trilho atua negativamente sobre a esfera, 
reduzindo sua velocidade e transferindo a energia cinética da 
esfera para outra forma de energia chamada energia térmica. Os 
experimentos deixaram claro que essa energia era irreversível. Ou seja, a 
energia térmica não é convertida em energia cinética por atrito. Portanto, a 
energia térmica não é conservativa, ela só é conservativa se a 
quantidade de energia transferida durante o movimento for zero. Este sistema 
possui uma força de atrito, que é uma força não conservativa porque o trabalho 
realizado depende da distância percorrida. Para que uma força seja conservada, o 
trabalho que ela realiza deve ser independentemente de sua trajetória, como a gravidade.
Como existem forças não conservativas, não há conservação de energia, portanto o 
sistema não está isolado. Portanto, como a 
segunda lei de Newton e a equação de Torricelli são 
equivalentes, começamos a analisar a aceleração do sistema utilizando os 
valores mais confiáveis. É importante ressaltar que a segunda 
lei de Newton leva em consideração a distância percorrida pela 
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bola, sua massa, as forças geradas no sistema, o atrito e as 
variações da energia térmica (usada para calcular o atrito). 
Adequação de Torricelli considera a distância e a velocidade 
de um objeto e usa mudanças na energia potencial e na energia cinética 
para encontrar a velocidade. Ao considerar todos os componentes que 
compõem o sistema, a confiabilidade destes dois componentes torna-se ainda 
maior. Outros valores referem - se à 
função a velocidade por hora, que determina a velocidade de um objeto apenas
em relação à distância e ao tempo do trajeto. Ao medir o tempo, 
diversos fatores como o manuseio do cronômetro, podem influenciar em 
possíveis erros, deixando então de ser correto.
Para velocidade constante (aceleração zero), o valor do coeficiente 
de atrito cinético é igual à tangente do ângulo . Por outro 
lado, à medida que o ângulo aumenta, a tangente também 
aumenta e, portanto, o coeficiente de atrito também aumenta. Se você 
realizar o mesmo procedimento em uma esfera maior, a energia total 
permanece a mesma, mas a soma de cada componente mudará. Começamos 
com a energia potencial, que é convertida porque é diretamente proporcional 
ao produto da massa, aceleração, gravidade e distância perpendicular 
a um ponto de referência. Isto é convertido na energia cinética 
(relacionada ao movimento) do objeto. Essa energia cinética é 
diretamente proporcional ao quadrado da massa e da velocidade do objeto. 
Uma esfera com mais massa terá mais energia potencial e mais energia 
cinética à medida que se move ao longo da sua órbita. Ambas as energias 
mudam, mas a energia geral permanece a mesma. Neste processo, se a 
esfera permanecer no topo da encosta, ela ganha energia cinética
para subir a encosta devido à força aplicada durante a realização 
do trabalho. Para posicionar a esfera no alto do plano inclinado, a energia f o i 
armazenada para posteriormente, ao descer, ser convertida em energia cinética. A esfera 
recebeu energia potencial, por que a ela foi dada a capacidade de realizar trabalho e está 
associada a separação de dois objetos que se atraem através da força 
gravitacional. Portanto, conclui-se que o princípio de conservação de energia diz que a 
energia total de um sistema isolado é sempre constante. No experimento realizado isso 
ocorre quando a bola que está no alto do plano inclinado, e é lançada para 
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baixo tendo toda sua energia potencial, transformada em cinética, ou seja, 
nenhuma energia foi criada, nem destruída, apenas transformada.
REFERÊNCIAS
https://www.virtuaslab.net/ualabs/ualab/11/653b2266205f6.html Acesso em: 26 de 
outubro de 2023
https://www.colaboraread.com.br/aluno/timeline/index/3525275202?
ofertaDisciplinaId=2049217 Acesso em: 26 de outubro de 2023
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https://www.colaboraread.com.br/aluno/timeline/index/3525275202?ofertaDisciplinaId=2049217
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https://www.virtuaslab.net/ualabs/ualab/11/653b2266205f6.html
 https://www.colabor
aread.com.br/aluno/co
nteudoweb/index/3504
459102 
 
ATIVIDADE 4- LANÇAMENTOS HORIZONTAIS
E COLISÕES;
INTRODUÇÃO
 O lançamento horizontal é um movimento realiza do por um 
objeto que foi arremessado. O ângulo de lançamento é nulo e a velocidade
inicial(v0) é constante. Ainda que receba esse nome, o lançamento horizontal une dois 
tipos de movimentos: ode queda livre na vertical e o do movimento 
horizontal. O movimento de queda livre é um movimento que possui ação da gravidade 
e aceleração constante. Ele é chamado de movimento uniformemente 
variado (MUV). Por sua vez, o movimento horizontal realizado pelo objeto é 
chamado de movimento uniforme (MU) e não possui 
aceleração. Lançamento oblíquo: o objeto realiza uma trajetória em forma de parábola 
portanto, no sentido vertical e horizontal. Lançamento vertical: o objeto é lançado no 
sentido vertical e descreve uma trajetória retilínea. Para calcular o movimento realizado 
pelo lançamento horizontal, utiliza-se a fórmula:
x = x0 + v0t
 Por sua vez, se necessitamos calcular esse movimento em relação à queda 
livre, utilizamos lá fórmula:
y = gt2/2
 No movimento horizontal trabalhamos com dois eixos, onde o x é o movimento
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realizado para a direita e o eixo y é o movimento realizado para baixo. Sendo 
assim, 
de acordo com o eixo x o movimento é horizontal uniforme com velocidade 
constante. Já no eixo y, o movimento é vertical e uniformemente variado com 
velocidade inicial igual a zero (v=0). Vale lembrar que na queda livre, o corpo está 
sujeito à aceleração da gravidade.
OBJETIVOS
 Identificar os tipos de colisões presentes em uma situação, quais as características e 
propriedades descritas, bem como verificar a conservação de energia.
MÉTODOS EXPERIMENTAIS
1- Ajustou-se o experimento com o auxílio do nível bolha, 
nivelando a base e ajustando o sensor na posição desejada e regulou-se 
a inclinação da rampa;2. Ligou-se o multicronômetro se selecionou-
se a função “F2 VM 1 SENSOR”, inserindo o diâmetro do corpo de 
prova cilíndrico;3. Posicionou-se o corpo de prova oco na rampa e soltou-se ele
e verificou-se os resultados de tempo e velocidade no display do multicronômetro e 
repetiu-se o procedimento mais 2 vezes;4. Foi refeito o procedimento mais 3 vezes com 
o corpo de prova maciço
 AVALIAÇÃO DE RESULTADOS
 1. Qual foi o valor médio do alcance horizontal para os lançamentos 
realizados?
N°de lançamentos de
esfera metálica
Altura vertical h
(mm)
Alcance horizontal
Médio (cm)
5 100 26,5
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valor médio do alcance horizontal para os lançamentos realizados foi de 
26,5cm ou 0,265m
2. Qual a velocidade da esfera metálica quando ela perde contato com a 
rampa? 
A = vx.t
0,265 = vx* 0,14
Vx = 0,265/0,14 = 1,89 cm/s
Vx = 0,0189 m/s
A velocidade da esfera metálica quando ele perde o contato coma a rampa é
de 1,89cm/s ou 0,0189m/s
3. No ensaio de colisão, duas circunferências são marcadas no papel ofício 
baseada nas marcações feitas pelas esferas. Identifique qual esfera metálica 
produziu cada circunferência
A esfera 1 foi lançada mais distante, portanto, identificada como causadora 
de circunferência de maior distância do lançador horizontal. A esfera 2 foi 
lançada de menor distante, produzindo a circunferência de menor distância do 
lançador horizonta
R: A esfera 1 foi lançada mais distante, portanto, identificada como causadora da 
circunferência de maior distância do lançador horizontal. A esfera 2 foi lançada na 
posição de menor distante, produzindo a circunferência de menor distância do lançador 
horizontal. 
4. Qual o alcance de cada esfera metálica no ensaio de colisão? 
o alcance da esfera 1 foi de 23,5cm e o alcance da esfera 2 foi de 2,6cm
5. Qual a velocidade de cada uma das esferas metálicas logo após a colisão?
A velocidade da esfera 1 foi de 1,67cm/s e a velocidade da esfera 2 foi de 
0,18cm/s.
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5- CONCLUSÃO
 O lançamento horizontal é como o resultado da composição de dois movimentos 
simultâneos e independentes: queda livre (movimento vertical, sob ação exclusiva da 
gravidade, sendo uniformemente variado, pois sua aceleração se mantém 
constante)movimento horizontal (movimento uniforme, pois não existe nenhuma 
aceleração na direção horizontal).Esfera é o corpo lançado a base com velocidade 
inicial, se a esfera fosse deduzido à ação da gravidade e seu ar não oferecesse 
resistência, nenhuma força atuar sobre ela e, pelo princípio da inércia, o seu 
movimento seria constante, mas como a esfera é pesada, seu peso infere-
lhe velocidade vertical de cima para baixo. É importante ressaltar que a velocidade 
vertical não é modificada pela intervenção da velocidade horizontal, mas à medida que
aumenta a altura que a bola percorre na rampa, ela adquire uma velocidade 
horizontal maior, consequentemente atingindo um maior alcance.
REFERÊNCIAS
https://www.virtuaslab.net/ualabs/ualab/11/653b2266205f6.html Acesso em: 26 de 
outubro de 2023
https://www.colaboraread.com.br/aluno/timeline/index/3525275202?
ofertaDisciplinaId=2049217 Acesso em: 26 de outubro de 2023
 https://www.virtuasl
ab.net/ualabs/ualab/52
/65247f44b8477.htm
 https://www.colabor
aread.com.br/aluno/co
Baixado por Cristofe Dos Reis (cristofedosreis@gmail.com)
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https://www.colaboraread.com.br/aluno/timeline/index/3525275202?ofertaDisciplinaId=2049217
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https://www.virtuaslab.net/ualabs/ualab/11/653b2266205f6.html
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459102 
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