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<p>ROTEIRO DA APA</p><p>PARA O ALUNO</p><p>DISCIPLINA: PROJETO INTEGRADOR - DIETAS HOSPITALARES</p><p>Professor(a) Dra. Laura Paulino Mardigan</p><p>2</p><p>ROTEIRO DA APA PARA O DISCENTE</p><p>DIETA LÍQUIDA: COMPLETA E RESTRITA</p><p>Serão realizadas duas práticas divididas em 4 experimentos. No início, você terá todo o</p><p>embasamento teórico necessário para compreender cada prática realizada. As atividades serão</p><p>divididas em 2 etapas. Na primeira etapa, serão realizados dois experimentos com Dietas de</p><p>Consistência Líquida: a Dieta Líquida Completa e a Dieta Líquida Restrita. Na segunda etapa,</p><p>executaremos dois experimentos relacionados à consistência das dietas: Dieta Pastosa e Dietas</p><p>com Espessantes.</p><p>01. Todos os campos do Formulário Padrão deverão ser devidamente preenchidos.</p><p>02. Esta é uma atividade individual. Caso seja identificado plágio, inclusive de colegas,</p><p>a atividade será zerada.</p><p>03. Cópias de terceiros como livros e internet, sem citar a fonte, caracterizam-se como</p><p>plágio, sendo o trabalho zerado.</p><p>04. Ao utilizar autores para fundamentar seu Projeto Integrador, os mesmos devem ser</p><p>referenciados conforme as normas da ABNT.</p><p>05. Ao realizar sua atividade, renomeie o arquivo, salve em seu computador, anexe no</p><p>campo indicado, clique em responder e finalize a atividade.</p><p>06. Procure argumentar de forma clara e objetiva, de acordo com o conteúdo da disciplina.</p><p>07. Formatação exigida: documento Word, Fonte Arial ou Times New Roman tamanho 12.</p><p>ORIENTAÇÕES GERAIS</p><p>3</p><p>POR QUE PRECISO APRENDER ISSO ?</p><p>O conhecimento das dietas hospitalares é de fundamental importância para profissionais</p><p>da área da saúde, especialmente nutricionistas, devido ao papel crucial que a alimentação</p><p>desempenha no processo de recuperação e manutenção da saúde dos pacientes hospitalizados.</p><p>Essas dietas são elaboradas com base nas necessidades nutricionais específicas de cada</p><p>indivíduo, levando em consideração sua condição clínica, estado nutricional, tolerância alimentar</p><p>e tratamentos em curso.</p><p>Em primeiro lugar, as dietas hospitalares são projetadas para atender às demandas nutricionais</p><p>dos pacientes durante o período de internação, visando fornecer os nutrientes necessários para</p><p>promover a cicatrização de feridas, manter a imunidade e prevenir a desnutrição. Pacientes</p><p>hospitalizados frequentemente enfrentam condições clínicas que aumentam suas necessidades</p><p>nutricionais, como infecções, cirurgias, queimaduras ou câncer, tornando essencial uma alimentação</p><p>adequada para apoiar o processo de recuperação. Além disso, as dietas hospitalares são adaptadas</p><p>para atender às necessidades específicas de pacientes com condições médicas diversas, como</p><p>diabetes, doenças cardiovasculares, doenças renais, distúrbios gastrointestinais, entre outras.</p><p>Outro aspecto importante é a segurança alimentar, especialmente em pacientes com dificuldades</p><p>de deglutição, disfunções gastrointestinais ou em terapia nutricional enteral ou parenteral.</p><p>Conhecimentos sobre as técnicas de preparo e administração de dietas específicas são</p><p>essenciais para garantir que os pacientes recebam os nutrientes necessários de forma segura,</p><p>minimizando os riscos de complicações como aspiração, desidratação ou desequilíbrios</p><p>eletrolíticos. Além disso, a escolha adequada da consistência e a implementação correta das</p><p>dietas hospitalares podem contribuir para a melhoria da qualidade de vida dos pacientes,</p><p>reduzindo o tempo de internação, diminuindo o risco de complicações e facilitando a reintegração</p><p>do paciente à sua rotina normal após a alta hospitalar.</p><p>Em resumo, o conhecimento das dietas hospitalares é essencial para garantir uma abordagem</p><p>nutricional adequada e individualizada, contribuindo para a promoção da saúde, a recuperação dos</p><p>pacientes e a prevenção de complicações durante o período de internação hospitalar.</p><p>4</p><p>AMBIENTE NA PRÁTICA</p><p>Caro aluno (a),</p><p>Nessa etapa você terá contato com os alimentos, em que cada alimento será utilizado</p><p>nas dietas a serem elaboradas. Cada dieta a ser preparada tem sua finalidade e característica</p><p>específica.</p><p>Leia atentamente os dados fornecidos neste material. Desejo que você aluno possa sentir e</p><p>vivenciar essa prática como um futuro nutricionista na área de nutrição hospitalar, em que poderá</p><p>contribuir para o aporte nutricional e melhora de cada paciente a ser cuidado.</p><p>Cada atividade prática será desenvolvida em ambientes profissionais nos Megapolos. Você</p><p>sempre deve estar atento aos calendários destas atividades com o seu polo de apoio presencial</p><p>Unifatecie. Em caso de dúvidas, ou não possuir polo, entre em contato com seu tutor.</p><p>Boa prática!</p><p>5</p><p>EMBASAMENTO TEÓRICO</p><p>1. ASPECTOS GERAIS DA ROTINA E DIETOTERAPIA HOSPITALAR</p><p>A desnutrição é um conceito amplamente reconhecido, caracterizado como um estado</p><p>em que a falta de energia, proteínas ou outros nutrientes essenciais causa efeitos prejudiciais</p><p>ao organismo, resultando em consequências clínicas e funcionais. No ambiente hospitalar, a</p><p>desnutrição entre os pacientes representa um desafio significativo para a saúde pública, com</p><p>um impacto substancial no curso das doenças. Muitos pacientes ingressam no hospital já</p><p>desnutridos, enquanto outros podem desenvolver essa condição durante a internação. Portanto,</p><p>é crucial dedicar atenção especial ao estado nutricional dos pacientes, a fim de mitigar os efeitos</p><p>adversos da desnutrição e promover uma recuperação mais eficaz (CUPPARI, 2019).</p><p>A dieta hospitalar desempenha um papel crucial ao garantir a provisão adequada de nutrientes</p><p>para os pacientes internados, visando preservar e restaurar seu estado nutricional. É de suma</p><p>importância que o cuidado com a alimentação dos pacientes seja prioritário, visando atender suas</p><p>necessidades essenciais para a manutenção ou melhoria da saúde, promovendo, assim, seu bem-</p><p>estar físico e mental. Devido à alta incidência de desnutrição hospitalar e seus impactos adversos</p><p>na recuperação e na qualidade de vida dos pacientes, os profissionais nutricionistas devem buscar</p><p>constantemente novas abordagens para assegurar uma ingestão adequada de nutrientes, contribuindo</p><p>para a redução desse problema (GARCIA, 2006; JORGE, 2008).</p><p>A qualidade total dessa alimentação possui aspectos tangíveis e intangíveis. Os tangíveis</p><p>são responsáveis pelas características físicas do produto, englobando o cardápio, apresentação</p><p>dos alimentos e aparência física. Os intangíveis, por sua vez, englobam as expectativas, a</p><p>percepção e os desejos conscientes e inconscientes do cliente (DEMÁRIO, 2010).</p><p>A alimentação hospitalar é um grande desafio, muitas são as causas da rejeição à</p><p>alimentação hospitalar:</p><p>• Paladar alterado pelo uso dos medicamentos;</p><p>• Stress metabólico;</p><p>• Hábitos modificados pela rotina hospitalar;</p><p>• Dietas especiais.</p><p>Vídeo Embasamento Teórico 1 Vídeo Embasamento Teórico 2</p><p>https://youtu.be/V_9WZEjZlms?si=7Ry6x2leHfWc0uKe</p><p>https://youtu.be/V_9WZEjZlms?si=7Ry6x2leHfWc0uKe</p><p>https://youtu.be/V_9WZEjZlms?si=7Ry6x2leHfWc0uKe</p><p>https://youtu.be/-Nz8Lj9aQQs?si=8ClcCO4ScWAyUjBi</p><p>https://youtu.be/-Nz8Lj9aQQs?si=8ClcCO4ScWAyUjBi</p><p>https://youtu.be/-Nz8Lj9aQQs?si=8ClcCO4ScWAyUjBi</p><p>6</p><p>Sendo assim, a assistência nutricional auxilia a dieta hospitalar por:</p><p>• Superar as expectativas do cliente;</p><p>• Melhorar a ingestão alimentar;</p><p>• Causar impacto positivo na saúde.</p><p>Isso porque um bom estado nutricional está envolvido em:</p><p>Melhora da imunidade;</p><p>• Diminuição do risco de infecções;</p><p>• Melhora de cicatrizações;</p><p>• Diminuição do tempo de internações;</p><p>• Diminuição da permanência hospitalar e de mortalidades.</p><p>Além disso, a gastronomia hospitalar envolve a aplicação de princípios gastronômicos às</p><p>dietas hospitalares, visando aprimorar as características sensoriais das refeições em todos os</p><p>seus aspectos. Essa abordagem visa promover a nutrição e a saúde, bem como a humanização</p><p>e o respeito ao paciente. Dessa forma, busca-se desmistificar a ideia de que a comida hospitalar</p><p>é de baixa qualidade, oferecendo um cardápio variado por meio da consideração da textura e da</p><p>consistência dos alimentos, adaptando-os</p><p>de acordo com as necessidades individuais de cada</p><p>paciente (GINANI, 2002).</p><p>2. MUDANÇA NA CONSISTÊNCIA DOS ALIMENTOS</p><p>A adaptação da textura dos alimentos é uma abordagem frequentemente utilizada no</p><p>tratamento de distúrbios de deglutição (STEELE, 2015). É conhecido que líquidos, como água,</p><p>podem fluir rapidamente, resultando em penetração precoce na faringe em pacientes com</p><p>disfagia, aumentando o risco durante a deglutição (CLAVÉ, 2006). Por outro lado, alimentos</p><p>líquidos viscosos e sólidos demandam uma maior força da língua para propulsão. Quando essa</p><p>força é insuficiente nos músculos da língua ou da faringe, pode haver a retenção de resíduos</p><p>alimentares na faringe após a deglutição (CLAVÉ, 2006). Para garantir uma alimentação segura,</p><p>os fonoaudiólogos orientam os pacientes com dificuldades de deglutição a consumirem alimentos</p><p>com texturas mais adequadas para cada caso. Para facilitar a adaptação das texturas dos</p><p>alimentos, há disponibilidade de produtos industrializados, como espessantes alimentares, além</p><p>de dietas prontas comercialmente (CICHERO, 2013).</p><p>A deglutição é um processo intricado, composto por atividades tanto voluntárias quanto reflexas,</p><p>que requer a coordenação de diversos músculos e nervos. Sua principal função é transportar o</p><p>alimento da boca até o estômago, além de desempenhar um papel crucial na proteção das vias</p><p>aéreas. Esse processo é dividido em três fases distintas: oral, faríngea e esofágica (MATSUO, 2008).</p><p>7</p><p>Durante o processamento da alimentação, as partículas de alimento são reduzidas em</p><p>tamanho por mastigação e salivação, sendo amolecidas até que a consistência seja ideal para</p><p>a deglutição.</p><p>Na prática clínica hospitalar, uma variedade de texturas alimentares é empregada. Apesar das</p><p>diferenças entre elas, não há uma terminologia universalmente aceita para classificá-las (CICHERO,</p><p>2013). A falta de uma linguagem clara e definições precisas pode prejudicar o manejo clínico dos</p><p>pacientes e o progresso da terapia de deglutição, já que não se pode assegurar que o paciente com</p><p>disfagia esteja recebendo a consistência alimentar recomendada pelo fonoaudiólogo. Além disso, a</p><p>padronização dos termos é essencial para garantir uma comunicação consistente entre profissionais</p><p>de saúde, indústria alimentícia, cuidadores e pesquisadores (ATHERTON, 2007).</p><p>Considerando a importância da adequação da consistência dos alimentos oferecidos</p><p>aos pacientes atendidos nos hospitais, sobretudo àqueles que apresentam dificuldade para</p><p>a execução correta da deglutição, é preciso que haja uma comunicação harmônica entre os</p><p>profissionais responsáveis pela liberação da dieta adequada ao paciente, especialmente entre o</p><p>fonoaudiólogo e o nutricionista.</p><p>2.1 Espessantes na Dietoterapia</p><p>Os espessantes são agentes de textura capazes de aumentar a viscosidade do alimento. Vale</p><p>ressaltar que a viscosidade é a propriedade física relacionada com o quão espessado foi o alimento,</p><p>contudo os dois termos são distintos (MELITO, 2018). A principal função de um espessante alimentício</p><p>é estabilizar e dispersar substâncias em suspensão (GOMES; SIMÕES; SILVA, 2020).</p><p>A consistência dos alimentos desempenha um papel crucial na deglutição. Líquidos de baixa</p><p>viscosidade podem representar um desafio para pacientes com controle laríngeo comprometido</p><p>(SOUZA et al., 2003). Embora seja possível modificar a viscosidade dos alimentos e líquidos</p><p>com espessantes industrializados, esses produtos são considerados dispendiosos e não estão</p><p>amplamente disponíveis em estabelecimentos comerciais, dificultando a obtenção e o ajuste da</p><p>consistência adequada. O uso de técnicas de espessamento que envolvem o próprio alimento</p><p>em preparações culinárias para modificar a consistência alimentar é ainda pouco conhecido</p><p>por muitos pacientes, cuidadores e profissionais de saúde (SILVA e IKEDA, 2009). No entanto,</p><p>a utilização de diversos tipos de espessantes pode resultar em variações na viscosidade, o</p><p>que pode afetar a aceitação pelos consumidores devido à textura percebida ao degustar esses</p><p>produtos. Para determinar qual espessante se adequa melhor a cada produto, é essencial realizar</p><p>uma avaliação sensorial (FONTAN, 2008).</p><p>Os principais tipos de espessantes podem ser categorizados em duas classes: as gomas</p><p>e os amidos.</p><p>2.2 Espessantes à base de amido</p><p>O amido é valorizado como espessante devido à presença da amilose em sua estrutura</p><p>linear, que tem uma propensão natural à rápida formação de géis quando em contato com água.</p><p>8</p><p>Esses géis tendem a permanecer estáveis em diversas preparações (ZABALA, 2020). Por outro</p><p>lado, a amilopectina, com sua estrutura ramificada, contribui para uma geleificação mais lenta e</p><p>confere uma textura coesa e pegajosa aos alimentos (MAHMOOD et al., 2017).</p><p>Os espessantes à base de amido, tais como amido de mandioca e de batata, assim como os</p><p>amidos modificados, são amplamente empregados no tratamento da disfagia devido à sua fácil</p><p>preparação, ampla disponibilidade, custo acessível e capacidade de conferir uma consistência</p><p>semelhante à de “pudim” às preparações (CICHERO et al., 2013b; GIURA et al., 2021).</p><p>Apesar do amplo uso de espessantes à base de amido no ajuste da consistência alimentar</p><p>para disfagia, estes apresentam algumas limitações, tais como: sabor residual, viscosidade,</p><p>estabilidade e solubilidade (MATTA et al., 2006; VILARDELL et al., 2016). As modificações</p><p>realizadas no amido têm como objetivo aprimorar ou suprimir características do amido original,</p><p>tais como a capacidade de reter água, estabilidade, textura ao paladar, brilho, formação de gel em</p><p>temperatura ambiente — conhecido como amido pré-gelatinizado ou instantâneo e capacidade</p><p>de dispersão fácil em preparações culinárias (SHRESTHA; HALLEY, 2014). Alguns exemplos de</p><p>aplicações comerciais são maltodextrinas, maltose e xaropes concentrados de glicose (GOMES;</p><p>SIMÕES; SILVA, 2020).</p><p>Entre os amidos modificados disponíveis comercialmente, incluem-se suplementos</p><p>frequentemente empregados em ambientes hospitalares, como o Thick & Easy® (Hormel/Health</p><p>Labs/Fresenius), Resource Ticken Up® (Novartis®) e Nutilis® (Support®). Esses suplementos</p><p>são bem recebidos devido à sua capacidade de não alterar o sabor e a cor dos alimentos,</p><p>proporcionando uma média de 18 kcal a cada 5 g (SOUZA et al., 2003).</p><p>2.3 Espessantes à base de goma</p><p>As gomas são polissacarídeos hidrocoloides que têm a capacidade de criar géis com</p><p>excelentes propriedades de ligação com a água, o que resulta no aumento da viscosidade por</p><p>meio da formação de estruturas interligadas (PALANIRAJ; JAYARAMAN, 2011). Portanto, essas</p><p>substâncias representam alternativas vantajosas para o tratamento da disfagia, pois facilitam o</p><p>espessamento adequado e mantêm propriedades de cisalhamento em meio aquoso, proporcionando</p><p>maior estabilidade durante a deglutição (PALANIRAJ; JAYARAMAN, 2011; VIEIRA et al., 2021).</p><p>Um destes espessantes é a goma xantana, investigada em diversos estudos para a</p><p>formulação de alimentos para disfagia (ROFES et al., 2014; ROSS et al., 2019; VIEIRA et al.,</p><p>2021; PANT et al., 2021). A goma xantana é um biopolímero fabricado por bactérias pertencentes</p><p>ao gênero Xanthomonas spp. Ela é frequentemente empregada na terapia nutricional da disfagia</p><p>devido à sua capacidade de apresentar alta viscosidade mesmo em concentrações baixas, bem</p><p>como pela estabilidade em diversas faixas de temperatura e força iônica, características que a</p><p>distinguem de outros agentes espessantes (PALANIRAJ; JAYARAMAN, 2011).</p><p>A goma xantana é autorizada pela Food and Drug Administration (FDA) para aplicação</p><p>como aditivo alimentar sem restrições por não apresentar toxicidade oral em estudos (FOOD</p><p>AND DRUG ADMINISTRATION, 2021). Além disso, esta goma não é metabolizada por enzimas</p><p>presentes no TGI e demonstra benefícios para a microbiota intestinal (MORTENSEN et al., 2017).</p><p>9</p><p>Na preparação de líquidos espessados para o tratamento da disfagia, a goma xantana exibe</p><p>propriedades benéficas, incluindo a capacidade de formar líquidos translúcidos,</p><p>resistência à ação</p><p>da amilase salivar, garantindo a manutenção da viscosidade do bolo alimentar durante o contato</p><p>com a saliva, e a habilidade de aumentar a consistência de líquidos em várias temperaturas,</p><p>mantendo essa consistência estável ao longo do tempo (KONGJAROEN; METHACANON;</p><p>GAMONPILAS, 2022; WEI et al., 2021).</p><p>Outras gomas foram analisadas para espessar alimentos na dietoterapia da disfagia tais</p><p>como: goma guar, goma gelana, κ- e ι-carragena e goma de linhaça e de chia (HADDE; CHEN,</p><p>2019; KONGJAROEN; METHACANON; GAMONPILAS, 2022; PARK; YOO, 2020; VIEIRA et al.,</p><p>2020; WEI et al., 2021).</p><p>A goma guar é extraída do endosperma da planta Cyamopsis tetragonolobus, uma leguminosa,</p><p>sendo composta principalmente por galactomananos, que são polissacarídeos formados por</p><p>manose e galactose (SOLTANI et al., 2021). Essa goma é conhecida por sua capacidade de se</p><p>dissolver em uma ampla faixa de temperaturas e geralmente é utilizada em combinação com a</p><p>goma xantana (KONGJAROEN; METHACANON; GAMONPILAS, 2022; PARK; YOO, 2020).</p><p>A goma carragena é um tipo de polissacarídeo obtido de algas vermelhas (dos gêneros</p><p>Eucheuma, Gigartina, Chondrus e Hypnea) e é categorizada em diferentes classes designadas</p><p>por letras gregas: κ (kappa), ι (iota) e λ (lambda) (DAS; GIRI, 2020). Quando utilizada para</p><p>espessar alimentos destinados ao tratamento da disfagia, a carragena apresenta diferentes</p><p>propriedades de solubilidade: a variedade lambda dissolve-se facilmente a frio, enquanto as</p><p>variedades iota e kappa são solúveis em temperaturas elevadas. Além disso, a carragena tem</p><p>a capacidade de formar géis quebradiços quando na forma kappa, géis macios e elásticos na</p><p>presença de íons (iota) ou não forma géis (lambda) (BUI et al., 2019).</p><p>A goma gelana é um tipo de polissacarídeo produzido pela bactéria Sphingomonas elodea,</p><p>através de um processo biotecnológico que é seguro e pode ser realizado em grande escala</p><p>industrial (DAS; GIRI, 2020). Essa substância tem a capacidade de se dissolver em temperaturas</p><p>elevadas e criar géis rígidos quando presente em concentrações de 0,15 a 0,3% em peso,</p><p>tornando-se, portanto, uma opção promissora como agente espessante em purês comercializados</p><p>(HAYAKAWA et al., 2014; TORRES et al., 2019).</p><p>2.4 Outros espessantes</p><p>Além dos agentes espessantes mencionados, existem outros aditivos alimentares que</p><p>exibem características reológicas relevantes para a alteração da textura de alimentos, como,</p><p>por exemplo: metilcelulose (MC) e carboximetilcelulose de sódio (CMC), pectina, curdlan</p><p>carboximetilado (CMCD) e glucomanano konjac (KGM). O quadro 1 apresenta algumas das</p><p>propriedades desses espessantes.</p><p>10</p><p>QUADRO 1: OUTROS ESPESSANTES UTILIZADOS NA DIETOTERAPIA</p><p>Fonte:Cardoso (2022)</p><p>A adaptação dos alimentos para pacientes com disfagia envolve não apenas considerações</p><p>sobre suas propriedades reológicas, mas também a avaliação de suas características nutricionais</p><p>e sensoriais. Por essa razão, pesquisas são conduzidas para explorar opções de espessantes</p><p>alimentares e novas alternativas tecnológicas (YANG et al., 2020). Os espessantes comerciais</p><p>podem ser dispendiosos e difíceis de adquirir para certas pessoas (SCHMIDT; OLIVEIRA, 2015).</p><p>Nesse contexto, os espessantes caseiros surgem como uma alternativa viável. Além disso, o</p><p>emprego de tecnologias emergentes no processamento de alimentos pode facilitar a deglutição</p><p>(SUNGSINCHAI et al., 2019).</p><p>3. DIFERENTES DIETAS HOSPITALARES</p><p>De acordo com a finalidade terapêutica, as dietas podem ser modificadas, e essa modificação</p><p>pode incluir qualquer uma das seguintes formas:</p><p>• Alteração da consistência alimentar (dieta líquida, dieta pastosa);</p><p>• Ajuste no valor energético (dieta hipocalórica, dieta hipercalórica);</p><p>• Modificação na ingestão de nutrientes (dieta com restrição de sódio, dieta com restrição</p><p>de lactose, dieta rica em fibras, dieta com alto teor de potássio);</p><p>11</p><p>• Exclusão de determinados alimentos (dieta para alergias, dieta isenta de glúten);</p><p>• Balanceamento de proteínas, lipídios e carboidratos (dieta para diabéticos, dieta</p><p>cetogênica, dieta para pacientes com problemas renais, dietas para controle do colesterol);</p><p>• Definição de horários e fracionamento das refeições (dieta para diabéticos, dieta pós-</p><p>gastrectomia);</p><p>• Adaptação da via de administração de nutrientes (nutrição enteral ou parenteral).</p><p>Um plano alimentar, seja para um indivíduo saudável ou enfermo, é estabelecido por</p><p>meio de um conjunto organizado de diretrizes alimentares. Este plano, conhecido como dieta,</p><p>constitui um padrão alimentar individual, diferenciando-se do conceito de cardápio, que se refere</p><p>às escolhas culinárias e à apresentação das refeições e alimentos. No caso específico dos</p><p>pacientes enfermos, a dieta adotada é parte integrante da dietoterapia, sendo elaborada para</p><p>tratar as condições específicas associadas a determinada patologia. Esta abordagem terapêutica</p><p>considera não apenas a doença em si, mas também as circunstâncias individuais do paciente.</p><p>Em contraposição, a alimentação normal é aquela equilibrada em termos nutricionais, de fácil</p><p>preparo e atraente em sua apresentação, adequada tanto para pessoas saudáveis quanto para</p><p>doentes que não necessitam de ajustes em sua dieta. Por outro lado, a alimentação especial é</p><p>modificada em suas características sensoriais, físicas e químicas para atender às necessidades</p><p>específicas dos pacientes enfermos.</p><p>Dessa forma, a dietoterapia visa fornecer ao paciente os nutrientes necessários de acordo</p><p>com a natureza da doença e as condições físicas, nutricionais e psicológicas do indivíduo, visando</p><p>a manutenção ou recuperação do estado nutricional.</p><p>As dietas podem variar em consistência, apresentando-se como dieta normal/geral, branda,</p><p>pastosa, semilíquida ou líquida, dependendo das necessidades e condições do paciente.</p><p>3.1 Dieta Líquida Completa</p><p>A dieta líquida completa tem como objetivo oferecer uma alternativa de alimentação oral bem</p><p>tolerada por pacientes incapazes de consumir alimentos sólidos. Além disso, visa a promover o</p><p>repouso gástrico, indicada após cirurgias na região da cabeça e pescoço, em casos de doenças</p><p>agudas e para pacientes com dificuldades de mastigação e deglutição. Serve como uma fase</p><p>transitória, e a transição para alimentos sólidos deve ocorrer o mais rápido possível. Pode ser</p><p>utilizada tanto por pacientes diabéticos quanto não diabéticos (CUNHA, 2010).</p><p>Esta dieta consiste na ingestão exclusiva de líquidos claros (como água, chá e sopa coada</p><p>sem sólidos), com baixo teor calórico. O uso de adoçante é recomendado. O fracionamento dos</p><p>alimentos ocorre de 8 a 12 vezes ao longo do dia (CUNHA, 2010).</p><p>Os líquidos devem ser ingeridos gradualmente, respeitando a capacidade gástrica individual.</p><p>É recomendado evitar a adição de açúcar em sucos e outras bebidas para prevenir a síndrome</p><p>de dumping. Nessa fase, é comum iniciar a suplementação de micronutrientes por meio de</p><p>polivitamínicos e poliminerais, podendo ser em forma mastigável ou líquida (CUPPARI, 2019).</p><p>12</p><p>3.2 Alimentos recomendados e evitados</p><p>QUADRO 2: GRUPOS DE ALIMENTOS RECOMENDADOS E EVITADOS</p><p>Fonte: Lansky (2013).</p><p>Essa dieta não é recomendada por longos períodos de tempo devido à sua inadequação</p><p>nutricional. A transição para uma dieta sólida deve ser realizada assim que possível. Caso essa</p><p>transição não ocorra, ou seja, necessário ajustar a dieta, suplementos industrializados de baixo</p><p>resíduo, fórmulas completas ou módulos de nutrientes podem ser empregados para melhorar</p><p>a adequação nutricional. Pacientes com mandíbula imobilizada podem necessitar do uso de</p><p>seringa ou canudo para facilitar a alimentação. Além disso, alimentos como gelatinas de vários</p><p>sabores, mel, margarina, manteiga, geleias sem pedaços, sorvetes cremosos, café e chá também</p><p>podem ser incluídos na dieta (MAHAN; STUMP; KRAUSE, 2005).</p><p>3.3 Dieta Líquida Restrita</p><p>A dieta líquida restrita, também conhecida como hídrica, tem como objetivo fornecer líquidos</p><p>e eletrólitos ao organismo por via oral, visando prevenir</p><p>a desidratação, reduzir a carga de</p><p>trabalho no trato gastrointestinal e minimizar a presença de resíduos no cólon. É recomendada</p><p>em diversas situações, como preparo e pós-operatório de cirurgias do trato gastrointestinal,</p><p>após períodos de alimentação intravenosa, durante infecções graves e diarreia aguda, antes</p><p>e após procedimentos de diagnóstico, e para pacientes com disfagia que apresentam risco de</p><p>13</p><p>broncoaspiração. Deve-se progredir para uma dieta mais completa assim que o paciente a tolerar</p><p>(OLIVEIRA e MACEDO, 2020).</p><p>Entre as suas características, a dieta hídrica é altamente restritiva e carece de todos os</p><p>nutrientes necessários. Não é recomendável seu uso por mais de três dias, já que proporciona uma</p><p>quantidade muito limitada de calorias, principalmente provenientes de carboidratos (OLIVEIRA e</p><p>MACEDO, 2020).</p><p>3.4 Alimentos recomendados e evitados</p><p>QUADRO 3: GRUPOS DE ALIMENTOS RECOMENDADOS E EVITADOS</p><p>Fonte: Lansky (2013).</p><p>Dentre outras recomendações, nessa dieta, podem ser utilizados gelatina de todos os</p><p>sabores, açúcar, sal, mel e bebidas como café. Já com cautela, podem ser incluídos os alimentos</p><p>com alta concentração de açúcares simples, eletrólitos e aminoácidos hiperosmolares, os quais</p><p>podem ocasionar sintomas gastrointestinais, como diarreia (CUPPARI, 2019).</p><p>3.5 Dieta Pastosa</p><p>Na dieta pastosa, os alimentos são amolecidos por cozimento ou processos mecânicos.</p><p>É preciso modificar a textura dos alimentos para facilitar a mastigação, deglutição e digestão,</p><p>incluindo carnes moídas ou desfiadas, pão sem casca, frutas cozidas e transformadas em purês,</p><p>sucos ou mesmo raspadas. Essas adaptações permitem que o paciente mastigue e engula com</p><p>mínimo ou nenhum esforço (SILVA, 2015).</p><p>A digestibilidade ainda está facilitada, porém, pela variedade de alimentos incluídos,</p><p>composição e volume das refeições, ela passa a requerer maior integridade funcional do</p><p>processo digestivo e absortivo. Recomenda-se cuidado para evitar preparações de alta densidade</p><p>14</p><p>energética, como doces em geral. No almoço e no jantar, os pacientes são orientados a iniciar a</p><p>refeição com consumo de alimentos fontes de proteína. Assim, suas características conferem um</p><p>bom valor nutricional (CUPPARI, 2019).</p><p>Essa dieta é recomendada para pacientes que enfrentam dificuldades de mastigação</p><p>ou deglutição devido a diversas condições, como inflamação, lesões neurológicas, distúrbios</p><p>neuromotores, retardo mental severo, doenças esofágicas, alterações anatômicas na boca ou</p><p>no esôfago, e uso de próteses dentárias. No entanto, não é aconselhável para pacientes com</p><p>risco de broncoaspiração. Em termos de composição nutricional, é completa, contendo todos os</p><p>nutrientes necessários. Os alimentos são apresentados na forma de purê ou amassados, exceto</p><p>aqueles naturalmente macios (OLIVEIRA e MACEDO, 2020).</p><p>3.6 Alimentos recomendados e evitados</p><p>QUADRO 4: GRUPOS DE ALIMENTOS RECOMENDADOS E EVITADOS</p><p>Fonte: Silva (2015).</p><p>15</p><p>RECURSOS UTILIZADOS</p><p>Materiais de consumo:</p><p>Descrição Observação</p><p>Batata 2 unidades</p><p>Tomate 2 unidades</p><p>Cenoura 2 unidades</p><p>Chuchu, cebola, alho 1 unidade de cada</p><p>Ovo 2 unidades</p><p>Feijão carioquinha ½ xícara de chá</p><p>Carne bovina moída 200gr</p><p>Azeite, sal, óleo 1 unidade de cada</p><p>Panela de pressão, panela, concha, frigideira,</p><p>colher, faca, garfo, prato fundo e raso, copo</p><p>medidor, peneira, liquidificador.</p><p>1 unidade</p><p>Software/aplicativo/simulador</p><p>Sim ( ) Não ( x )</p><p>Em caso afirmativo, qual?</p><p>Pago ( ) Não Pago ( )</p><p>Tipo de Licença: Não se aplica</p><p>Descrição do software/aplicativo/simulador:</p><p>Caso não seja necessário o uso do recurso, preencher com *Não se aplica (NSA)</p><p>Kit Laboratório individual de atividade prática</p><p>Sim ( ) Não ( x )</p><p>Em caso afirmativo, qual?</p><p>Pago ( ) Não Pago ( )</p><p>Tipo de Licença: Não se aplica</p><p>Descrição dos materiais do kit:</p><p>Caso não seja necessário o uso do recurso, preencher com *Não se aplica (NSA)</p><p>16</p><p>ATENÇÃO: SAÚDE E SEGURANÇA</p><p>Para assegurar o bom desenvolvimento das atividades, é fundamental priorizar a segurança,</p><p>criando um ambiente não apenas seguro, mas também mais agradável e confortável para a</p><p>realização das práticas. É essencial implementar todas as medidas de segurança, por mais</p><p>simples que sejam, em cada atividade proposta. Assim:</p><p>– Não trabalhe com material imperfeito</p><p>Caso perceba algum utensílio quebrado, danificado, trincado ou com arestas cortantes,</p><p>informe imediatamente o tutor presencial para que o mesmo faça o descarte de forma</p><p>adequada.</p><p>– Tenha total atenção e cuidado com os utensílios e equipamentos quentes</p><p>Sempre utilizar luvas isolantes para a manipulação destes itens, mantendo sempre</p><p>estas livres de toda umidade.</p><p>– Evite o choque térmico com utensílios de vidro ou cerâmico</p><p>É necessário sempre utilizar um apoio isolante térmico, seja um metal gradeado,</p><p>altileno, silicone ou outro adequado, de forma que não aconteça o contato direto do</p><p>utensílio de vidro ou louça aquecidos com superfícies frias como mármore, ladrilhos</p><p>ou granito.</p><p>– Utilizar toda paramentação</p><p>Jaleco, touca descartável prendendo todo o cabelo, sapato fechado com solado</p><p>antiderrapante.</p><p>– Total atenção sobre a prática e atividade executada.</p><p>– Comunicar ao tutor presencial qualquer acidente que possa acontecer.</p><p>17</p><p>O QUE PRECISO FAZER NESSA ATIVIDADE PRÁTICA</p><p>ATIVIDADE PRÁTICA 1</p><p>DIETA LÍQUIDA: COMPLETA E RESTRITA</p><p>Experimento 1: Dieta Líquida Completa</p><p>Objetivo</p><p>• Elaborar uma dieta utilizando os conceitos da terapia nutricional;</p><p>• Contextualizar os tipos de dieta enteral;</p><p>• Utilizar as técnicas de manipulação de alimentos;</p><p>• Conhecer as diferentes técnicas de cocção;</p><p>• Analisar os resultados obtidos durante a atividade prática.</p><p>Para esta dieta, será preparada uma sopa rala e coada de carne bovina, feijão e legumes</p><p>Materiais e Métodos</p><p>• Batata; Cenoura; Chuchu; Tomate sem pele e sem semente; Feijão cozido; Ovo</p><p>cozido; Carne moída refogada.</p><p>Preparar os legumes (batata, chuchu e cenoura)</p><p>Modo de Preparo</p><p>• Lave bem: 1 cenoura, 1 batata e 1 chuchu com casca. Corte-os em pedaços menores</p><p>e cozinhe com um pouco de água por 25 minutos ou até a faca entrar com facilidade nos</p><p>legumes (os legumes ficam macios). Reserve.</p><p>Vídeo - Prática 1</p><p>https://youtu.be/9ay3Sz9ILK4?si=ADeTwGQvS27UGeBr</p><p>https://youtu.be/9ay3Sz9ILK4?si=ADeTwGQvS27UGeBr</p><p>https://youtu.be/9ay3Sz9ILK4?si=ADeTwGQvS27UGeBr</p><p>18</p><p>Preparar o feijão</p><p>• ½ xícara de chá de feijão carioquinha;</p><p>• 2 xícaras de água;</p><p>• ½ colher (chá) de sal;</p><p>• ½ colher (sopa) de óleo;</p><p>• 1 dente de alho amassado.</p><p>Modo de preparo</p><p>• Deixe o feijão de molho por 2 horas;</p><p>• Escorra e transfira para uma panela de pressão;</p><p>• Junte a água, o sal, deixe cozinhar em fogo baixo por 20 minutos após o início da</p><p>fervura;</p><p>• Em uma frigideira média, coloque o óleo e leve ao fogo para aquecer;</p><p>• Junte o alho amassado e refogue rapidamente até dourar;</p><p>• Adicione uma concha de feijão cozido e amasse com uma colher;</p><p>• Volte o refogado a panela de pressão e deixe cozinhar, com a panela semi-tampada</p><p>por 10 minutos, ou até encorpar;</p><p>• Retire do fogo e sirva em seguida.</p><p>Preparar o tomate</p><p>Modo de preparo</p><p>• Espete um tomate no garfo e leve próximo ao fogo para a pele ir se soltando; após a</p><p>retirada da casca, corte o tomate e retire as sementes.</p><p>Preparar o ovo</p><p>Modo de preparo</p><p>• Cozinhe 1 ovo por 10 minutos depois que a água ferveu;</p><p>• Retire-o da água fervente e coloque-o numa vasilha com água fria e gelo, assim a</p><p>casca se soltara mais facilmente.</p><p>Preparar a Carne moída refogada</p><p>Modo de preparo</p><p>• Em uma panela coloque uma colher sopa de óleo;</p><p>• Adicione a carne moída e refogue;</p><p>19</p><p>• Quando a carne estiver cozida, adicione ½ cebola picada, 1 dente de alho amassado</p><p>e ½ colher (chá) de sal;</p><p>• Refogue os temperos e a carne com os temperos;</p><p>• Adicione ½ xícara de água e deixe cozinhar até a água secar;</p><p>• Reserve.</p><p>Preparar a sopa líquida completa</p><p>Modo de preparo</p><p>• Vamos adicionar na panela de pressão: 1 batata cozida + 2 colheres (sopa) de feijão</p><p>com caldo + 2 colheres (sopa)</p><p>de chuchu cozido + 2 colheres (sopa) de cenoura cozida</p><p>+ 4 colheres sopa de carne moída refogada + 1 tomate sem pele e sem semente + 1 ovo</p><p>cozinho + 5mL de azeite + 600mL de água. Deixar cozinhar por 10 minutos após iniciar</p><p>a pressão.</p><p>Após a cocção, vocês vão bater no liquidificador e coar a sopa 1 vez na peneira. Após</p><p>passar a sopa pela peneira, servir em um prato fundo duas conchas de sopa.</p><p>20</p><p>O QUE PRECISO FAZER NESSA ATIVIDADE PRÁTICA</p><p>ATIVIDADE PRÁTICA 2</p><p>DIETA LÍQUIDA: COMPLETA E RESTRITA</p><p>Experimento 2: Dieta Líquida Restrita</p><p>Objetivo</p><p>• Elaborar uma dieta utilizando os conceitos da terapia nutricional;</p><p>• Contextualizar os tipos de dieta enteral;</p><p>• Utilizar as técnicas de manipulação de alimentos;</p><p>• Conhecer as diferentes técnicas de cocção;</p><p>• Analisar os resultados obtidos durante a atividade prática.</p><p>• Para esta dieta, será preparado um caldo de legumes coado.</p><p>Materiais e Métodos</p><p>• Batata;</p><p>• Cenoura;</p><p>• Chuchu;</p><p>• Tomate sem pele e sem semente.</p><p>Preparar os legumes (batata, chuchu e cenoura)</p><p>Modo de Preparo</p><p>• Lave bem: 1 cenoura, 1 batata e 1 chuchu com casca;</p><p>• Corte-os em pedaços menores e cozinhe com um pouco de água por 25 minutos ou</p><p>até a faca entrar com facilidade. Reserve.</p><p>Preparar o tomate</p><p>Vídeo - Prática 2</p><p>https://youtu.be/AIlgu2mV0yI?si=bRFRsOw1qsfUOzw-</p><p>https://youtu.be/AIlgu2mV0yI?si=bRFRsOw1qsfUOzw-</p><p>https://youtu.be/AIlgu2mV0yI?si=bRFRsOw1qsfUOzw-</p><p>21</p><p>Modo de preparo</p><p>• Espete um tomate no garfo e leve próximo ao fogo para a pele ir se soltando. Após a</p><p>retirada da casca, corte o tomate e retire as sementes.</p><p>Preparar o caldo de legumes</p><p>Modo de preparo</p><p>• Vamos adicionar na panela de pressão: 1 batata cozida + 2 colheres (sopa) de chuchu</p><p>cozido + 2 colheres (sopa) de cenoura cozida + 1 tomate sem pele e sem semente + 5mL</p><p>de azeite + 500mL de água. Deixar cozinhar por 10 minutos após iniciar a pressão. Após</p><p>a cocção, vocês vão coar (não precisa bater no liquidificador) o caldo 2 vezes na peneira</p><p>fina. Após passar o caldo pela peneira, servir em um prato fundo duas conchas deste caldo.</p><p>22</p><p>RELATÓRIO</p><p>Caro aluno (a),</p><p>Você deverá entregar o Relatório tipo Apresentação Simples (Power point). Para isso, faça</p><p>o download do template, disponibilizado junto a este roteiro, e siga as instruções contidas no</p><p>mesmo.</p><p>23</p><p>MATERIAISMATERIAIS COMPLEMENTARES COMPLEMENTARES</p><p>FILME/VÍDEO</p><p>Título: Como alimentar um idoso com disfagia</p><p>Ano: 2019</p><p>Sinopse: A disfagia é a dificuldade para engolir, e é muito comum</p><p>em idosos. A nossa Fonoaudióloga Tatiane Ribeiro vai ensinar a</p><p>reconhecer e dar algumas dicas de como alimentar um idoso com</p><p>esse problema!</p><p>ARTIGO 01 - Avaliação consumo alimentar- Organização Mundial da Saúde FERREIRA,</p><p>R. C.; BARBOSA, L. B.; VASCONCELOS, S. M. L. Estudos de avaliação do consumo alimentar</p><p>segundo método dos escores: uma revisão sistemática. Ciência & Saúde Coletiva, Maceió, v. 24,</p><p>n. 5, p. 1777-1792, 2019. Disponível em: https://scielosp.org/article/csc/2019.v24n5/1777-1792/pt/.</p><p>https://scielosp.org/article/csc/2019.v24n5/1777-1792/pt/</p><p>24</p><p>ROTEIRO DA APA PARA O DISCENTE</p><p>DIETA PASTOSA E ESPESSANTE</p><p>01. Esta é uma atividade individual. Caso seja identificado plágio, inclusive de colegas,</p><p>a atividade será zerada.</p><p>02. Cópias de terceiros como livros e internet, sem citar a fonte caracterizam-se como</p><p>plágio, sendo o trabalho zerado.</p><p>03. Ao realizar sua atividade, renomeie o arquivo, salve em seu computador, anexe no</p><p>campo indicado, clique em responder e finalize a atividade.</p><p>04. Procure responder de forma clara e objetiva, de acordo com o conteúdo da disciplina,</p><p>cada item que se pede no memorial descritivo.</p><p>05. Utilize os materiais que serão deixados em anexo como referência para atribuir ainda</p><p>mais qualidade a essa atividade.</p><p>06. Formatação exigida: documento Word, Fonte Arial ou Times New Roman tamanho 12.</p><p>ORIENTAÇÕES GERAIS</p><p>25</p><p>POR QUE PRECISO APRENDER ISSO ?</p><p>Entre as alterações que costumam ocorrer nas refeições destinadas aos pacientes hospitalizados,</p><p>estão aquelas de natureza física, caracterizadas pela alteração na consistência da comida.</p><p>Na primeira Etapa das Práticas você pode aprender sobre as diferentes dietas hospitalares</p><p>dando destaque para dietas voltadas a pacientes com disfagia, pacientes com problema de</p><p>deglutição, dietas estas que são voltadas também para pacientes que acabaram de retornar de</p><p>cirurgias de traqueia, até mesmo cirurgia bariátrica, que são as dietas líquidas, dentre elas a</p><p>líquida restrita e a líquida completa.</p><p>Agora na segunda etapa das práticas você continuará aplicando os conhecimentos sobre</p><p>dietas hospitalares, porém agora serão dietas voltadas a pacientes pós-cirúrgico do sistema</p><p>digestório, como bariátrica, gastroplastia, pacientes com inflamação ou problemas neurológicos,</p><p>distúrbios neuromotores, retardo mental severo, doença esofágica, alterações anatômicas</p><p>da boca ou esôfago e uso de próteses dentárias. Dessa forma você continuará fazendo as</p><p>anotações e realizando o passo a passo do preparo de cada dieta, assim como a elaboração de</p><p>um espessante caseiro, em que este também é uma opção que se utiliza na nutrição hospitalar</p><p>para aumentar a viscosidade de alguns alimentos.Além das figuras humanas, outros elementos</p><p>como móveis, acessórios e detalhes decorativos também podem ser incluídos para fornecer uma</p><p>representação mais completa e vívida do ambiente final. Esses elementos adicionais ajudam a</p><p>transmitir a atmosfera e o estilo do espaço, contribuindo para uma melhor comunicação entre os</p><p>envolvidos no projeto.</p><p>26</p><p>AMBIENTE NA PRÁTICA</p><p>Caro aluno (a),</p><p>Nessa etapa você terá contato com os alimentos, em que cada alimento será utilizado nas</p><p>dietas a serem elaboradas. Cada dieta a ser preparada tem sua finalidade e característica específica.</p><p>Leia atentamente os dados fornecidos neste material. Desejo que você aluno possa sentir e</p><p>vivenciar essa prática como um futuro nutricionista na área de nutrição hospitalar, em que poderá</p><p>contribuir para o aporte nutricional e melhora de cada paciente a ser cuidado.</p><p>Cada atividade prática será desenvolvida em ambientes profissionais, nos Megapolos. Você</p><p>sempre deve estar atento aos calendários destas atividades com o seu polo de apoio presencial</p><p>Unifatecie. Em caso de dúvidas, ou não possuir polo, entre em contato com seu tutor.</p><p>27</p><p>RECURSOS UTILIZADOS</p><p>Materiais de consumo:</p><p>Descrição Observação</p><p>Batata 2 unidades</p><p>Tomate 2 unidades</p><p>Cenoura 2 unidades</p><p>Chuchu, cebola, alho 1 unidade de cada</p><p>Ovo 2 unidades</p><p>Feijão carioquinha ½ xícara de chá</p><p>Carne bovina moída 200gr</p><p>Azeite, sal, óleo 1 unidade de cada</p><p>Panela de pressão, panela, concha, frigideira,</p><p>colher, faca, garfo, prato fundo e raso, copo</p><p>medidor, peneira, liquidificador.</p><p>1 unidade</p><p>Software/aplicativo/simulador</p><p>Sim ( ) Não ( x )</p><p>Em caso afirmativo, qual?</p><p>Pago ( ) Não Pago ( )</p><p>Tipo de Licença: Não se aplica</p><p>Descrição do software/aplicativo/simulador:</p><p>Caso não seja necessário o uso do recurso, preencher com *Não se aplica (NSA)</p><p>Kit Laboratório individual de atividade prática</p><p>Sim ( ) Não ( x )</p><p>Em caso afirmativo, qual?</p><p>Pago ( ) Não Pago ( )</p><p>Tipo de Licença: Não se aplica</p><p>Descrição dos materiais do kit:</p><p>Caso não seja necessário o uso do recurso, preencher com *Não se aplica (NSA)</p><p>28</p><p>ATENÇÃO: SAÚDE E SEGURANÇA</p><p>Para assegurar o bom desenvolvimento das atividades, é fundamental priorizar a segurança,</p><p>criando um ambiente não apenas seguro, mas também mais agradável e confortável para a</p><p>realização das práticas. É essencial implementar todas as medidas de segurança, por mais</p><p>simples que sejam, em cada atividade proposta. Assim:</p><p>– Não trabalhe com material imperfeito</p><p>Caso perceba algum utensílio quebrado, danificado, trincado ou com arestas cortantes,</p><p>informe imediatamente o tutor presencial para que o mesmo faça o descarte de forma</p><p>adequada.</p><p>– Tenha total atenção e cuidado com os utensílios e equipamentos quentes</p><p>Sempre utilizar luvas isolantes para a manipulação destes itens, mantendo sempre</p><p>estas livres de</p><p>toda umidade.</p><p>– Evite o choque térmico com utensílios de vidro ou cerâmico</p><p>É necessário sempre utilizar um apoio isolante térmico, seja um metal gradeado,</p><p>altileno, silicone ou outro adequado, de forma que não aconteça o contato direto do</p><p>utensílio de vidro ou louça aquecidos com superfícies frias como mármore, ladrilhos</p><p>ou granito.</p><p>– Utilizar toda paramentação</p><p>Jaleco, touca descartável prendendo todo o cabelo, sapato fechado com solado</p><p>antiderrapante.</p><p>– Total atenção sobre a prática e atividade executada.</p><p>– Comunicar ao tutor presencial qualquer acidente que possa acontecer.</p><p>29</p><p>O QUE PRECISO FAZER NESSA ATIVIDADE PRÁTICA</p><p>ATIVIDADE PRÁTICA 3</p><p>DIETA PASTOSA E ESPESSANTE CASEIRO</p><p>Experimento 3: Dieta Pastosa</p><p>Objetivo</p><p>• Elaborar uma dieta utilizando os conceitos da terapia nutricional;</p><p>• Contextualizar os tipos de dieta enteral;</p><p>• Utilizar as técnicas de manipulação de alimentos;</p><p>• Conhecer as diferentes técnicas de cocção;</p><p>• Analisar os resultados obtidos durante a atividade prática;</p><p>• Para esta prática será preparada uma dieta pastosa para o paciente.</p><p>Materiais e Métodos</p><p>• Batata;</p><p>• Cenoura;</p><p>• Brócolis;</p><p>• Feijão cozido;</p><p>• Carne moída refogada.</p><p>Preparar os legumes – purê de batata</p><p>Modo de Preparo</p><p>• Lave bem: 1 batata. Corte-a em pedaços menores e cozinhe com um pouco de água</p><p>e uma pitada de sal por 25 minutos ou até a faca entrar com facilidade (ficar macia).</p><p>Vídeo - Prática 3</p><p>https://youtu.be/x_dHxfsDGk8?si=WChchgFYGlaUIKZq</p><p>https://youtu.be/x_dHxfsDGk8?si=WChchgFYGlaUIKZq</p><p>https://youtu.be/x_dHxfsDGk8?si=WChchgFYGlaUIKZq</p><p>30</p><p>Em seguida, amasse a batata com um garfo até formar um purê. Reserve.</p><p>Preparar os legumes – purê de cenoura</p><p>Modo de Preparo</p><p>• Lave bem 1 cenoura. Corte-a em pedaços menores e cozinhe com um pouco de</p><p>água. Coloque sal e tomilho a gosto. Tampe a panela e deixe cozinhar por 7 minutos. Em</p><p>seguida, escorra a água e amasse a cenoura na panela. Reserve.</p><p>Preparar 6 raminhos de brócolis ao vapor</p><p>Modo de Preparo</p><p>• Leve uma panela média com água (suficiente para cobrir os floretes) e leve ao fogo</p><p>alto. Quando ferver, adicione 1 colher (chá) de sal, coloque os floretes e deixe cozinhar</p><p>por cerca de 5 minutos até começarem a ficar macios – cuidado para não cozinhar</p><p>demais; verifique o ponto espetando com um garfo. Enquanto isso, separe uma tigela</p><p>com água e gelo. Assim que estiverem macios, escorra a água e transfira os floretes para</p><p>a tigela com água e gelo para interromper o cozimento. Passe novamente o brócolis pelo</p><p>escorredor e deixe por alguns minutos para tirar o excesso de água.</p><p>Preparar o feijão</p><p>• ½ xícara de chá de feijão carioquinha;</p><p>• 2 xícaras de água;</p><p>• ½ colher (chá) de sal;</p><p>• ½ colher (sopa) de óleo;</p><p>• 1 dente de alho amassado.</p><p>Modo de preparo:</p><p>• Deixe o feijão de molho por 2 horas. Escorra e transfira para uma panela de pressão.</p><p>Junte a água, o sal, deixe cozinhar em fogo baixo por 20 minutos após o início da fervura.</p><p>Em uma frigideira média, coloque o óleo e leve ao fogo para aquecer. Junte o alho</p><p>amassado e refogue rapidamente até dourar. Adicione uma concha de feijão cozido e</p><p>amasse com uma colher. Volte o refogado a panela de pressão e deixe cozinhar, com a</p><p>panela semi-tampada por 10 minutos, ou até encorpar. Retire do fogo e reserve.</p><p>Preparar a Carne moída refogada</p><p>Modo de preparo</p><p>• Em uma panela coloque uma colher sopa de óleo. Adicione a carne moída e refogue.</p><p>Quando a carne estiver cozida, adicione ½ cebola picada, 1 dente de alho amassado e ½</p><p>31</p><p>colher (chá) de sal. Refogue os temperos e a carne com os temperos. Adicione ½ xícara</p><p>de água e deixe cozinhar até a água secar. Reserve.</p><p>Preparar o prato com dieta pastosa</p><p>Modo de preparo</p><p>Em um prato raso vamos montar a dieta pastosa com os seguintes alimentos:</p><p>• 2 colheres sopa de purê de cenoura;</p><p>• 1 concha de carne moída triturada ou liquidificada;</p><p>• 1 colher de servir de purê de batata;</p><p>• 1 concha de feijão amassado ou triturado;</p><p>• 4 arvores de brócolis cozido e triturado ou liquidificado.</p><p>32</p><p>O QUE PRECISO FAZER NESSA ATIVIDADE PRÁTICA</p><p>ATIVIDADE PRÁTICA 4</p><p>DIETA PASTOSA E ESPESSANTE CASEIRO</p><p>Experimento 4: Espessante caseiro</p><p>Objetivo</p><p>• O objetivo desta prática será avaliar as consistências dos espessantes, em bebidas</p><p>como sucos, vitaminas, café, leite, sopas e caldos ralos.</p><p>Materiais e Métodos</p><p>• Inhame: 1 unidade 180g;</p><p>• Suco de uva integral: 200mL.</p><p>Modo de preparo</p><p>• Sanitizar o inhame e descascar. Cortar em cubos e reservar. Em uma panela adicione</p><p>água o suficiente para cozinhar o inhame. Quando a água ferver, adicione o inhame e</p><p>deixe cozinhar durante 10 minutos ou até ficar macio. Escorra a água e deixe esfriar.</p><p>Medir em um copo medidor 200mL de suco de uva. Bater o inhame com o suco até uma</p><p>consistência néctar.</p><p>Ao final ficara um espessante de consistência néctar/creme</p><p>Vídeo - Prática 4</p><p>https://youtu.be/YMGeGZdz838?si=fH8ldM5ZfF1pTI0p</p><p>https://youtu.be/YMGeGZdz838?si=fH8ldM5ZfF1pTI0p</p><p>https://youtu.be/YMGeGZdz838?si=fH8ldM5ZfF1pTI0p</p><p>33</p><p>RELATÓRIO</p><p>Caro aluno (a),</p><p>Você deverá entregar o Relatório tipo Apresentação Simples (Power point). Para isso, faça</p><p>o download do template, disponibilizado junto a este roteiro, e siga as instruções contidas no</p><p>mesmo.</p><p>34</p><p>MATERIAISMATERIAIS COMPLEMENTARES COMPLEMENTARES</p><p>VÍDEO</p><p>Título: Tipos de dietas hospitalares</p><p>Ano: 2020</p><p>Sinopse: Tipos de dietas hospitalares: As dietas são elaboradas de acordo</p><p>com o estado nutricional e fisiológico dos pacientes e devem ser adequadas</p><p>ao seu estado clínico além de proporcionar melhoria na sua qualidade de vida.</p><p>A dieta hospitalar garante o aporte de</p><p>nutrientes e preserva o estado nutricional, por ter um papel co-terapêutico em</p><p>doenças crônicas e agudas.</p><p>ARTIGO 01 - FERREIRA, G. M.; WEBER, T. K.; DIAS, L. C. G. D. Evolução da dieta no</p><p>pós-operatório de cirurgias bariátricas: revisão integrativa da literatura. Revista Brasileira de</p><p>Obesidade, Nutrição e Emagrecimento, São Paulo, v. 13, n. 79, p. 363-369, maio/ jun. 2019.</p><p>Disponível em: http://www.rbone.com.br/index.php/rbone/article/ view/949/683.</p><p>http://www.rbone.com.br/index.php/rbone/article/ view/949/683</p>