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ENFERMAGEM porém essas contrações não produzem débito cardíaco suficiente para produzir uma pressão sanguínea detectável pelos métodos clínicos usuais. O principal ponto crítico nestas arritmias é que elas estão frequentemente associadas a um estado clínico específico, que pode ser revertido quando identificado precocemente e tratado apropriadamente. A ausência de pulso detectável e a presença de algum tipo de atividade elétrica definem este grupo de arritmias. Possíveis causas reversíveis de PCR Hs Ts - Hipóxia - Toxinas/tóxicos - Hipovolemia - Tamponamento cardíaco - Hidrogênio (acidose) - Tensão no tórax (pneumotórax hipertensivo) - Hiper/hipocalemia - Trombose (coronária ou pulmonar) - Hipotermia - Trauma Fonte: Suporte Avançado de Vida em Cardiologia (ACLS)/AHA; SBC (adaptado). Os pacientes em AESP não se beneficiam de desfibrilação. O foco da ressuscitação é na RCP de alta qualidade com mínimas interrupções e a identificação de causas tratáveis e reversíveis. As recomendações da American Heart Association (AHA) para o suporte básico de vida (SBV) e RCP por profissionais de saúde são: ✓ verificar rapidamente se não há respiração ou se a mesma e anormal (isto e, não respirando ou apenas com gasping) ao verificar a capacidade de resposta da vitima. O profissional de saúde não deve levar mais do que 10 segundos verificando o pulso e, caso não sinta o pulso em 10 segundos, deve iniciar a RCP; ✓ deve-se minimizar interrupções nas compressões torácicas; ✓ tem-se dado maior ênfase em RCP de alta qualidade (com frequência e profundidade de compressão torácicas adequadas, permitindo retorno total do tórax entre as compressões); ✓ os socorristas devem iniciar as compressões torácicas antes de aplicar ventilações de resgate (C-A-B, em vez de A-B-C); iniciar a RCP com 30 compressões, em vez de 2 ventilações (30:2), diminui a demora em aplicar a primeira compressão. ✓ a frequência de compressão foi modificada para um mínimo de 100 por minuto, em vez de aproximadamente 100/minuto;