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Curso Psicologia
Universidade Paulista - UNIP
Instituto de Ciências Humanas
AULA PLENA 6- Desenvolvimento infantil: 0 a 3 anos
PAPALIA, Diane E; OLDS, Sally Wendkos; FELDMAN, Ruth Duskin. Desenvolvimento Humano. 12ª ed. Porto Alegre: AMGH, 2013
Prof. Dr. Rodnei Pereira
Profª Dra. Sabrina Pani
DISCIPLINA: Psicologia do Desenvolvimento: 
Ciclo Vital
Para começo de conversa...
Vista Cansada
Otto Lara Resende
*Crônica publicada na Folha de S. Paulo, em 23/02/1992
Acho que foi o Hemingway quem disse que olhava cada coisa à sua volta como se a visse pela última vez. Pela última ou pela primeira vez? Pela primeira vez foi outro escritor quem disse. Essa ideia de olhar pela última vez tem algo de deprimente. Olhar de despedida, de quem não crê que a vida continua, não admira que o Hemingway tenha acabado como acabou.
 Se eu morrer, morre comigo um certo modo de ver, disse o poeta. Um poeta é só isto: um certo modo de ver. O diabo é que, de tanto ver, a gente banaliza o olhar. Vê não-vendo. Experimente ver pela primeira vez o que você vê todo dia, sem ver. Parece fácil, mas não é. O que nos cerca, o que nos é familiar, já não desperta curiosidade. O campo visual da nossa rotina é como um vazio. Você sai todo dia, por exemplo, pela mesma porta. Se alguém lhe perguntar o que é que você vê no seu caminho, você não sabe. De tanto ver, você não vê. Sei de um profissional que passou 32 anos a fio pelo mesmo hall do prédio do seu escritório. Lá estava sempre, pontualíssimo, o mesmo porteiro. 
  Dava-lhe bom-dia e às vezes lhe passava um recado ou uma correspondência. Um dia o porteiro cometeu a descortesia de falecer.
        Como era ele? Sua cara? Sua voz? Como se vestia? Não fazia a mínima ideia. Em 32 anos, nunca o viu. Para ser notado, o porteiro teve que morrer. Se um dia no seu lugar estivesse uma girafa, cumprindo o rito, pode ser também que ninguém desse por sua ausência. O hábito suja os olhos e lhes baixa a voltagem. Mas há sempre o que ver. Gente, coisas, bichos. E vemos? Não, não vemos.
        Uma criança vê o que o adulto não vê. Tem olhos atentos e limpos para o espetáculo do mundo. O poeta é capaz de ver pela primeira vez o que, de fato, ninguém vê. Há pai que nunca viu o próprio filho. Marido que nunca viu a própria mulher, isso existe às pampas. Nossos olhos se gastam no dia-a-dia, opacos. É por aí que se instala no coração o monstro da indiferença.
O QUE JÁ SABEMOS?
ETAPAS DO DESENVOLVIMENTO PRÉ-NATAL
Período germinal
Período embrionário – aborto espontâneo
Período fetal
INFLUÊNCIAS AMBIENTAIS: FATORES MATERNOS
Teratógeno é um agente ambiental, como, por exemplo, vírus, drogas ou radiações, que pode interferir com o desenvolvimento pré-natal normal. 
Nem todos os riscos ambientais, porém, são igualmente
nocivos a todos os fetos. Um evento, substância ou processo pode ser teratogênico para alguns fetos, mas ter pouco ou nenhum efeito para outros
INFLUÊNCIAS AMBIENTAIS: FATORES MATERNOS
Nutrição e peso da mãe
Atividade física e trabalho pesado
Consumo de drogas e álcool
Medicamentos
Nicotina
Cafeína
Doenças maternas (HIV, Toxoplasmose, Ansiedade, Estresse, Depressão Materna
Idade da mãe
INFLUÊNCIAS AMBIENTAIS: FATORES PATERNOS
Exposição ao chumbo, maconha ou fumaça de tabaco, álcool ou radiação em grande quantidade, pesticidas ou altos níveis de ozônio pode resultar em espermatozoides anormais ou de baixa qualidade (Sokol et al., 2006; Swan et al., 2003).
INFLUÊNCIAS AMBIENTAIS: FATORES PATERNOS
Homens que fumam têm maior probabilidade de transmitir anomalias genéticas (AAP Committee on Substance Abuse, 2001). A exposição passiva da gestante à fumaça do pai tem sido associada ao baixo peso no nascimento, infecções respiratórias e morte súbita do lactente, e câncer na infância e na vida adulta.
Pais mais velhos podem ser uma fonte significativa de defeitos congênitos devido à presença de espermatozoides danificados ou deteriorados.
Nascimento e cultura: mudanças no ato de nascer
PARTO VAGINAL VERSUS PARTO CESARIANO
CIRURGIA CESARIANA - o bebê é removido cirurgicamente do útero.
PARTO NATURAL - Método que procura evitar a dor eliminando o medo por meio da educação sobre a fisiologia da reprodução e treinando respiração e relaxamento durante o parto.
PARTO PREPARADO - Método que utiliza instrução, exercícios de respiração e apoio social para induzir respostas físicas controladas às contrações uterinas e reduzir o medo e a dor.
PSICOLOGIA DO DESENVOLVIMENTO: CICLO VITAL
AULA 6 - 05/04
Tema da aula: Do nascimento ao ingresso na escola (0 a 3 anos)
Objetivo: Conhecer o desenvolvimento físico, perceptual, cognitivo e linguagem, personalidade e social da criança de 0 a 3 anos
Bibliografia básica: 
PAPALIA, Diane E; OLDS, Sally Wendkos; FELDMAN, Ruth Duskin. Desenvolvimento Humano. 12ª ed. Porto Alegre: AMGH, 2013; pág.147-156.
PSICOLOGIA DO DESENVOLVIMENTO
TEORIAS PRINCIPAIS QUE ESTUDAREMOS:
 JEAN PIAGET - PSICOLOGIA CONSTRUTIVISTA
ABORDAGEM SOCIO-CONTEXTUAL
Desenvolvimento cognitivo: 
0 a 2 anos
Jean Piaget (1896-1980).
Período sensório-motor:
Inteligência sensório-motora.
VISÃO CONSTRUTIVISTA DA INTELIGÊNCIA
O conhecimento é resultado da interação do sujeito com o objeto 
Objeto = meio físico, social, com os símbolos, signos pertencentes ao contexto sócio-histórico em que está inserido o sujeito.
Portanto, o conhecimento é resultado da dialética da interação sujeito-objeto. 
MODELOS PEDAGÓGICOS
Construtivismo
Pedagogia relacional ou Pedagogia Centrada na Relação
Não existe uma relação polarizada; tanto o aluno quanto o professor tem importância durante o processo pedagógico, estabelecem uma relação de troca.
INTELIGÊNCIA
A inteligência não é somente herdada. 
A inteligência não é somente adquirida. 
O homem nasce com estruturas biológicas que, em interação com o meio ambiente irão resultar em estruturas cognitivas que funcionarão de modo semelhante durante a vida do sujeito. 
Estádios
O desenvolvimento cognitivo segundo Piaget acontece em estádios:
Sensório-motor (0 a 2 anos); 
Pré-operatório (2 a 6 anos); 
Operatório concreto (7 a 11anos); 
Operatório formal (12 a 15 anos). 
ESTÁDIO SENSÓRIO-MOTOR
 
Ação e Percepção
SENSÓRIO-MOTOR
 O bebê nasce com atos e ações reflexas, inatas e automáticas (sucção, preensão) e, no início, é um sujeito passivo que constrói esquemas simples que funcionam isoladamente de maneira circular, repetitiva (pegar, olhar, bater, sugar)
SENSÓRIO-MOTOR
 Durante esse período de dois anos irá desenvolver comportamentos voluntários e conscientes, encadeando ações para um determinado fim, tornando-se um sujeito ativo (domínio e variações das ações) 
SENSÓRIO-MOTOR
Quando a permanência do objeto se desenvolve? 
Um dos aspectos do conceito de objeto é a permanência do objeto, a percepção de que ele ou uma pessoa continua existindo quando está fora do campo de visão.
 
A permanência do objeto se desenvolve gradualmente durante o estágio sensório-motor. 
SENSÓRIO-MOTOR
A princípio, o bebê não tem essa noção. Por volta de entre 4 e 8 meses, ele vai procurar algo que tenha derrubado, mas se não conseguir encontrar, agirá como se o objeto não mais existisse. 
Entre 8 e 12 meses, ele procurará o objeto no lugar onde o encontrou pela primeira vez após vê-lo escondido, mesmo se depois ele o viu ser removido para outro lugar
Desenvolvimento físico 
e motor: 0 a 2 anos
Desenvolvimento físico
Habilidades locomotoras: rolar, sentar, engatinhar, andar, correr, saltar, pular.
Habilidades não locomotoras: empurrar, puxar, inclinar.
Habilidades manipulativas: amassar, agarrar, arremessar, pegar, chutar.
Desenvolvimento motor: 0 a 2 anos
1o mês: segura um objeto se colocado em sua mão.
2 a 3 meses: começa a bater em objetos ao seu alcance.
4 a 6 meses: rola em superfícies/alcança e segura os objetos.
7 a 9 meses: senta sem ajuda/engatinha/ transfere objetos de uma mão à outra.
10 a 12 meses: fica em pé segurandosem apoio/anda sem ajuda/agacha e inclina-se/segura a colher/o copo.
13 a 18 meses: caminha para trás e lado/ corre/rola uma bola/empilha blocos/ coloca objetos em recipientes.
Desenvolvimento físico e motor:
fatores de interferência – 0 a 2 anos 
Hereditariedade.
Nutrição e saúde.
Equilíbrios hormonais.
Estados emocionais.
Período sensório-motor: 0 a 2 anos
1o subestádio (0 a 1 mês):
Reflexos inatos (sugar/olhar).
2o subestádio (1 a 4 meses):
Reações circulares primárias.
3o subestádio (4 a 8 meses):
Reações circulares secundárias.
4o subestádio (8 a 12 meses):
Noção de objeto permanente.
5o subestádio (12 a 18 meses):
Reação circular terciária.
6o subestádio (18 a 24 meses):
Período de transição.
Desenvolvimento da linguagem:
0 a 2 anos
Marcos do desenvolvimento
2 a 3 meses: arrulhar e rir.
6 a 10 meses: balbuciar.
9 a 10 meses: imitação e utilização de gestos e sons.
10 a 14 meses: pronunciar as primeiras palavras.
16 a 24 meses: vocabulário de 50 a 400 palavras.
18 a 24 meses: pronunciar sua primeira frase.
24 meses: estabelecer diálogos.
Desenvolvimento afetivo: 0 a 2 anos
Construção da noção do Eu: 
Eu corporal.
Eu psíquico.
Construção do sentimento de confiança básica: certeza de que suas necessidades serão atendidas.
Não construção: desorganização interna.
PRÉ-OPERATÓRIO – 2 a 6 anos
Entre 18 meses e 2 anos ocorre a transição para o estágio pré-operatório da primeira infância. A capacidade de representação – capacidade de representar mentalmente objetos e ações na memória, principalmente por meio de símbolos como palavras, números e imagens mentais – liberta as crianças a partir dos 2 anos da experiência imediata. 
PRÉ-OPERATÓRIO
O DESENVOLVIMENTO da função da representação
Passagem da inteligência sensório- motora, prática para a inteligência representativa. 
Formas de Representação: linguagem, jogo simbólico, imitação, imagem mental, desenho. 
PRÉ-OPERATÓRIO
Não aceita a ideia do acaso e tudo deve ter uma explicação (é fase dos "por quês").
Já pode agir por simulação, "como se". 
Possui percepção global sem discriminar detalhes.
Deixa se levar pela aparência sem relacionar fatos.
PRÉ-OPERATÓRIO
Abordagem Sociocontextual 
Pesquisadores influenciados pela teoria sociocultural de Vygotsky estudam como o contexto cultural afeta as primeiras interações sociais que podem promover a competência cognitiva. A participação guiada refere-se a interações mútuas com adultos que ajudam a estruturar as atividades da criança e preenchem a distância entre a compreensão da criança e a do adulto. 
Abordagem Sociocontextual 
O contexto cultural influencia o modo como os cuidadores contribuem para o desenvolvimento cognitivo. O envolvimento direto do adulto nas brincadeiras e no aprendizado das crianças pode estar mais bem adaptado a uma comunidade urbana de classe média, em que pais ou cuidadores dispõem de mais tempo, maior habilidade verbal e possivelmente mais interesse na brincadeira e na aprendizagem das crianças (Rogoff et al., 1993) 
Desenvolvimento da linguagem 
A linguagem é um sistema de comunicação baseado em palavras e gramática. Uma vez conhecidas as palavras, a criança pode usá-las para representar objetos e ações. Ela pode refletir sobre pessoas, lugares e coisas; e pode comunicar suas necessidades, sentimentos e ideias a fim de exercer mais controle sobre sua vida. 
 
Desenvolvimento da linguagem 
 
Desenvolvimento da linguagem 
 
Mundo da criança antes da linguagem
Mundo da criança depois da linguagem
Desenvolvimento da linguagem 
Gestos 
Antes de poderem falar, os bebês apontam (Liszkowski, Carpenter e Tomasello, 2008). Aos 11 meses, Maika apontava para a sua xícara para mostrar que a queria. Ela também apontava para um cão que perseguia o próprio rabo, usando o gesto para se comunicar com a mãe sobre uma cena interessante. 
Os bebês geralmente começam apontando com a mão inteira e depois passam a usar o dedo indicador. 
Desenvolvimento da linguagem 
Gestos simbólicos, como soprar para significar “quente” ou cheirar para significar “flor”, geralmente emergem próximo da mesma idade em que o bebê pronuncia suas primeiras palavras e acabam funcionando como tais. 
. 
Desenvolvimento da linguagem 
AS PRIMEIRAS PALAVRAS 
O bebê mediano diz a primeira palavra entre 10 e 14 meses, dando início assim à fala linguística – expressão verbal que transmite significado. A princípio, o repertório verbal se resume a “mamã” ou “dada”. Ou poderá ser uma única sílaba que possui mais de um significado, dependendo do contexto em que a criança a pronuncia. “Da” pode significar “eu quero aquilo”, “eu quero sair” ou “onde está o papai?”. Uma palavra como essa, que expressa um pensamento completo, é chamada de holofrase. 
Desenvolvimento da linguagem 
Os bebês entendem muitas palavras antes de poder usá-las.
 Crianças de 6 meses olham por 
mais tempo para um vídeo em que aparece a mãe quando ouvem a palavra “mamãe”, e, no caso do pai, quando ouvem a palavra “papai”, o que sugere que estão começando a associar som com significado – pelo menos no que diz respeito a pessoas especiais (Tincoff e Jusczyk, 1999). 
Desenvolvimento da linguagem 
Por volta dos 13 meses, a maioria das crianças entende que uma palavra representa uma coisa ou evento específico, e pode aprender rapidamente o significado de uma palavra nova (Woodward, Markman e Fitzsimmons, 1994). 
Desenvolvimento da linguagem 
As primeiras sentenças 
O próximo avanço linguístico importante ocorre quando a criança junta duas palavras para expressar uma ideia (“Dodô caiu”). Geralmente ela faz isso entre 18 e 24 meses. Entretanto, essa faixa etária varia bastante. Embora a fala pré́-linguística esteja, até certo ponto, intimamente ligada à idade cronológica, a fala linguística não está. 
Desenvolvimento da linguagem 
AS PRIMEIRAS SENTENÇAS 
A criança pequena entende relações gramaticais que ainda não consegue expressar. A princípio, Nina talvez entenda que o cão está correndo atrás do gato, mas não consegue pôr em sequência palavras suficientes para expressar a ação completa. Sua sentença sai como “Cachorro corre” e não “Cachorro corre atrás do gato”. 
Desenvolvimento da linguagem 
A criança pequena também supergeneraliza o significado das palavras. 
Aos 14 meses, Almir pulou de alegria ao ver um homem de cabelo grisalho na televisão e gritou, “Vovô!”. Almir estava supergeneralizando uma palavra; ele pensou que, por seu avô ter cabelo grisalho, todos os homens de cabelo grisalho poderiam ser chamados de “vovô̂”. À medida que a criança desenvolve um vocabulário maior e obtém feedback dos adultos sobre a propriedade do que diz, ela generaliza menos. (“Não, querido, aquele homem parece ser o vovô̂, mas ele é vovô de outra pessoa, não o seu.”) 
O BRINCAR E O DESENVOLVIMENTO EMOCIONAL
Embora os bebês apresentem os mesmos padrões de desenvolvimento, cada um deles, desde o início, exibe uma personalidade distinta: a combinação relativamente coerente de emoções, temperamento, pensamento e comportamento é que torna cada pessoa única. De maneira geral, bebês podem ser alegres; outros se irritam com facilidade. 
O BRINCAR E O DESENVOLVIMENTO EMOCIONAL
Há crianças que gostam de brincar com as demais; outras preferem brincar sozinhas. Esses modos característicos de sentir, pensar e agir, que refletem influências tanto inatas quanto ambientais, afetam a maneira como a criança responde aos outros e se adapta ao seu mundo. Da primeira infância em diante, o desenvolvimento da personalidade se entrelaça com as relações sociais; e essa combinação chama-se desenvolvimento psicossocial.
O brincar e o desenvolvimento emocional
John Bowlby
Trabalho sobre a mãe, a criança e o ambiente.
Teoria do Apego e do Vínculo
Os bebês se ligam aos adultos que são sensíveis e responsivos nas interações sociais e que permanecem como cuidadores consistentes durante o período de 6 a 12 meses.
Portanto depende dos cuidadores, mas também de fatores genéticose temperamentais.
John Bowlby
Pressupõe que as primeiras relações de apego irão afetar o estilo de apego do indivíduo ao longo de sua vida.
A criança constrói um modelo representacional interno de si mesma, dependendo de como foi cuidada. Mais tarde , em sua vida esse modelo internalizado permite à criança, quando o sentimento é de segurança em relação aos cuidadores, acreditar em si próprias, tornar-se independente e explorar sua liberdade.
John Bowlby
O APEGO é biologicamente programado.
APEGO SEGURO – tendem a ter opiniões positivas sobre si mesmas e sobre seus parceiros
APEGO EVITANTE – desejam um alto nível de independência, comumente como tentativa de evitar completamente o apego.
APEGO AMBIVALENTE – buscam altos níveis de aprovação, intimidade e receptividade. Duvidam do seu valor.
Questões de desenvolvimento
Senso de identidade – construção do autoconceito
Crescimento progressivo da autodeterminação
Socialização ou internalização de padrões comportamentais
PDCV
AULA 7 - 12/04
Tema da aula: Do nascimento ao ingresso na escola (3 a 6 anos) e O desenvolvimento da criança na meninice (7 a 11 anos).
Objetivo: Conhecer o desenvolvimento da personalidade e social da criança de 3 a 6 anos e de 7 a 11 anos.
Bibliografia básica: 
PAPALIA, Diane E; OLDS, Sally Wendkos; FELDMAN, Ruth Duskin. Desenvolvimento Humano. 12ª ed. Porto Alegre: AMGH, 2013; pág.189-203; pág.231-252. 
PAPALIA, Diane E; OLDS, Sally Wendkos; FELDMAN, Ruth Duskin. A criança no grupo de pares. In: Desenvolvimento Humano. 12ª ed. Porto Alegre: AMGH, 2013, pag. 368 a 375.
Bibliografia complementar:
TOURRETTE, C. Introdução à psicologia do desenvolvimento: do nascimento à adolescência. 3ª ed. Petrópolis: Vozes, 2013; pág.99 a 126.
GERRIG, R. J. & ZIMBARDO, P. G. O Desenvolvimento Humano ao Longo da Vida In A Psicologia e a Vida. 16ed. Porto Alegre. Artmed, 2005, Cap. 11.
TOURRETTE, C. Introdução à psicologia do desenvolvimento: do nascimento à adolescência. 3ª ed. Petrópolis: Vozes, 2013; pág.127 a 185.
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