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Questões resolvidas

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Pincel Atômico - 28/10/2024 18:33:00 1/3
FRANCISCO NONATO
SANTOS SILVA
Exercício Caminho do Conhecimento - Etapa 2 (16380)
Atividade finalizada em 28/10/2024 18:02:42 (2962335 / 1)
LEGENDA
Resposta correta na questão
# Resposta correta - Questão Anulada
X Resposta selecionada pelo Aluno
Disciplina:
PRÁTICA PEDAGÓGICA INTERDISCIPLINAR: HISTÓRIA DO BRASIL COLONIAL E IMPERIAL [1133570] - Avaliação com 6 questões, com o peso
total de 1,67 pontos [capítulos - 1]
Turma:
Segunda Graduação: Segunda Graduação 6 meses - Licenciatura em História - Grupo: FPD-MAI/2024 - SGegu0A310524 [126540]
Aluno(a):
91622254 - FRANCISCO NONATO SANTOS SILVA - Respondeu 2 questões corretas, obtendo um total de 0,56 pontos como nota
[354509_444
88]
Questão
001
Quais eram os principais interesses dos portugueses ao iniciarem a navegação ao
redor do litoral africano?
Ouro e colonizar o continente
X Estabelecer redes de comércio com os povos africanos
Escravos e mercadorias valiosas para a Europa
Catequizar os povos africanos
Expulsar os muçulmanos de todo o território
[354511_445
75]
Questão
002
 “A expansão ocidental caracterizou-se pela bifrontalidade: por um lado,
incorporavam-se novas terras, sujeitando-as ao poder temporal dos monarcas
europeus; por outro, ganhavam-se novas ovelhas para a religião e para o papa. De
todos os frutos que poderia dar a terra recém-descoberta, pareceu a Caminha que o
melhor seria salvar a gente indígena. ‘E esta deve ser a principal semente que Vossa
Alteza em ela deve lançar’, permitia-se aconselhar, com grande naturalidade, o
escrivão de Calicute”.
(SOUZA, Laura de Mello e. O Diabo e a Terra de Santa Cruz. Feitiçaria e religiosidade popular no Brasil
Colonial. São Paulo: Companhia das Letras, 1986. p. 32).
O que seria a “bifrontalidade” da expansão ocidental de que trata a historiadora Laura
de Mello e Souza?
A historiadora utiliza trecho da carta de Caminha para concluir que a bifrontalidade se
dava por “salvar a gente indígena” da violência dos espanhóis e plantar sementes na
nova colônia.
A bifrontalidade da expansão se daria, segundo Laura de Mello e Souza, a partir da
conquista de novos territórios e da catequização dos indígenas.
Para Souza, salvar a gente indígena e ganhar novas ovelhas para o papa eram as
duas frentes da expansão ocidental.
Para a historiadora a expansão ocidental teria duas frentes: ampliar o poder religioso
dos monarcas europeus e catequizar os indígenas da América.
X
Laura de Mello e Souza, citando Pero Vaz de Caminha, entende que a expansão
ocidental deveria plantar sementes, ou seja, fazer a agricultura, e catequizar os
indígenas.
[354509_444
92]
Questão
003
Boris Fausto divide os indígenas nativos do Brasil entre tupis-guaranis e tapuias. De
acordo com o historiador, por que os tupis denominavam o outro grupo indígena de
tapuias?
X
Porque o português estabeleceu essa diferença entre os dois grupos e os tupis
assimilaram a nomenclatura
Porque tapuia significava que esses grupos não falavam tupi.
Porque tapuia remetia à região que esses grupos ocupavam
Pincel Atômico - 28/10/2024 18:33:00 2/3
Porque todos que eram inimigos dos tupis eram chamados por eles de tapuias
Porque tapuia significa “antropófago”, ou seja, que come carne humana.
[354509_445
68]
Questão
004
(ENADE 2014) Índio é ‘coisa do passado’? Claro que a resposta a essa pergunta é um
sonoro ‘NÃO’!, especialmente se levarmos em conta que índios não são ‘coisas’ e
muito menos somente ‘do passado’. Desde que os europeus aportaram, no final do
século XV, em terras que viriam a se chamar posteriormente Brasil, um enorme
contingente de pessoas, equivocadamente chamadas até hoje de ‘índios’ e
pertencentes a diferentes grupos étnicos, lutou para sobreviver física e culturalmente
através dos tempos. Hoje, no início do século XXI, ainda existem quase 240
sociedades distintas, que falam pelo menos 180 línguas diferentes da língua
portuguesa, de norte a sul e de leste a oeste do país.
(SILVA, G. J. Ensino de história indígena no Brasil: algumas reflexões a partir de Mato Grosso do Sul.
In: PEREIRA, A. A., MONTEIRO, A. M. (org.) Ensino de história e culturas afro-brasileiras e indígenas.
Rio e Janeiro: Pallas, 2013, p. 133-154. Adaptado).
Nesse contexto, avalie as seguintes asserções e a relação proposta entre elas.
I. Considerar os povos indígenas como pertencentes ao passado é uma forma de
ignorar a riqueza da sua história e da sua cultura, deixando de reconhecer que sua
sociedade se modifica como a de qualquer outro povo.
PORQUE
II. Há entre as sociedades indígenas uma grande diversidade em termos históricos,
sociais, políticos, econômicos, culturais e linguísticos, e, também, no que tange à
adaptação social a diferentes ambientes.
A respeito dessas asserções, assinale a opção correta.
A asserção I é uma proposição verdadeira, e a II é uma proposição falsa.
As asserções I e II são proposições verdadeiras, mas a II não é uma justificativa
correta da I.
X As asserções I e II são proposições verdadeiras, e a II é uma justificativa correta da I.
A asserção I é uma proposição falsa, e a II é uma proposição verdadeira.
As asserções I e II são proposições falsas.
[354509_444
89]
Questão
005
Antes do Atlântico ser palco do universo fantástico dos europeus, qual era a região
que povoava seu imaginário com criaturas monstruosas e até com o Paraíso na
Terra?
O norte da Ásia
O atual continente australiano
O sul da África
O Índico
X A América do Norte
[354509_445
70]
Questão
006
(ENADE 2017) Os movimentos indígenas da atualidade, somados aos novos
pressupostos teóricos da História e da Antropologia, conduzem ao abandono de
antigas concepções que contribuíram para excluir os índios de nossa história.
(ALMEIDA, M. R. C. Os índios na História do Brasil. Rio de Janeiro: Editora FGV, 2010. Adaptado)
A temática da história indígena passa, nas últimas décadas, por um processo de
ressignificação sobre o lugar dos indígenas na história e no ensino de História, com o
surgimento de novas abordagens e implementação da Lei n. 11.645/2008, que
estabeleceu a obrigatoriedade do estudo da história e cultura afro-brasileira e
indígena no Brasil.
A respeito dos estudos históricos sobre os indígenas e a efetivação da Lei nos
currículos escolares, assinale a opção correta.
Pincel Atômico - 28/10/2024 18:33:00 3/3
A implementação da Lei n. 11.645/2008 permitiu uma reorganização do currículo do
ensino de história, com a inserção de unidades separadas para o estudo das
questões afro-brasileiras e indígenas no ensino básico e na educação superior.
X
Os estudos contemporâneos surgidos a partir de novas abordagens apresentam os
indígenas como sujeitos ativos de sua própria história, reconhecendo a presença
desses nos conflitos e nas negociações ao longo da formação da sociedade brasileira.
A renovação dos estudos sobre a temática indígena aconteceu justamente com a
implementação da Lei n. 11.645/2008, que possibilitou o alargamento dos temas, das
fontes e da construção de abordagens que privilegiam a interdisciplinaridade no
campo das ciências humanas.
A implementação da Lei n. 11.645/2008 tornou obrigatórios os conteúdos referentes à
história e cultura afro-brasileira e dos povos indígenas na disciplina de História, em
detrimento de outras áreas do currículo escolar, como literatura e artes.
As novas abordagens dos estudos sobre os indígenas buscam reconhecer o papel
desses ao longo da história por meio de sua aculturação, possibilitando sua inserção
nas relações sociais que formaram a sociedade brasileira.

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