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FACULESTE – FACULDADE DO LESTE MINEIRO CURSO DE PÓS-GRADUAÇÃO LATU SENSO EM DOCÊNCIA DO ENSINO SUPERIOR EDLAINY GUIMARÃES TEIXEIRA SILVA 066.258.501-10 FORMAÇÃO DOCENTE, IDENTIDADE E PRÁTICA PEDAGÓGICA ACREÚNA, GO, 2024 07 EDLAINY GUIMARÃES TEIXEIRA SILVA FORMAÇÃO DOCENTE, IDENTIDADE E PRÁTICA PEDAGÓGICA ACREÚNA, GO, 2024 08 FACULESTE – FACULDADE DO LESTE MINEIRO FORMAÇÃO DOCENTE, IDENTIDADE E PRÁTICA PEDAGÓGICA Trabalho de conclusão de curso em forma de Artigo Científico, apresentado à FACULESTE de Coronel Fabriciano – MG como requisito para obtenção do diploma do Curso de PÓS-GRADUAÇÃO LATU SENSO EM DOCÊNCIA DO ENSINO SUPERIOR. ACREÚNA GO, 2024 09 FICHA CATALOGRÁFICA Docência do Ensino Superior Edlainy Guimarães Teixeira Silva, 2024. Páginas 017 f.: il.; 31 cm. TCC em formato Artigo Científico para o curso de Pós-Graduação Latu Senso em Docência do Ensino Superior, FACULESTE - Faculdade Do Leste Mineiro. Palavras Chaves: Didática, Formação docente, Habilidade, Prática. FACULESTE- Faculdade Do Leste Mineiro 010 FOLHA DE APROVAÇÃO EDLAINY GUIMARÃES TEIXEIRA SILVA DOCÊNCIA DO ENSINO SUPERIOR Este artigo será julgado, para obtenção do título de especialista LATO SENSU em Docência do Ensino Superior da Faculeste - Faculdades Do Leste Mineiro. BANCA EXAMINADORA ACREÚNA (GO), Novembro de 2024. 011 SUMÁRIO Introdução 8 Identidade Profissional 9 Práticas educativas 11 Formação de professores do ensino superior 12 Conclusão 15 Referências 17 DOCÊNCIA DO ENSINO SUPERIOR RESUMO O presente artigo apresenta com base em revisão bibliográfica, elementos conceituais e metodológicos, utilizando abordagens teóricas para o estudo e conhecimento dos conceitos, entendimentos e funções sobre Docência do Ensino Superior. Aborda o campo do conhecimento ensino dentro do ensino o ensino superior cujo objetivo é orientar os atuais e futuros profissionais na compreensão e prática, os resultados mostram que a qualidade do ensino da nossa escola. As universidades estão ligadas ao trabalho que os professores realizam em sala de aula. Desenvolvimento de pensamento estruturado, capacidades e habilidades de aprendizagem É necessário um ambiente adequado para que possa haver mudanças e inovação, levando a melhorias na sala de aula. Cursos superiores devem dar suporte a novos profissionais e cidadãos. A metodologia do ensino superior deve orientar os alunos a compreender de forma consciente e independente os mecanismos que conduzem à aprendizagem, formando estratégias cognitivas gerais dos alunos para cada ciência, a fim de analisar e resolver situações-problema. Palavras Chaves: Didática, Formação docente, Habilidade, Prática. Abstract: This article presents, based on a bibliographical review, conceptual and methodological elements, using theoretical approaches for the study and knowledge of concepts, understandings and functions about Higher Education Teaching. It addresses the field of teaching knowledge within higher education whose objective is to guide current and future professionals in understanding and practice, the results show the quality of teaching at our school. Universities are linked to the work that teachers do in the classroom. Development of structured thinking, learning capabilities and skills An adequate environment is necessary for changes and innovation to occur, leading to improvements in the classroom. Higher education courses must support new professionals and citizens. The higher education methodology must guide students to consciously and independently understand the mechanisms that lead to learning, forming students' general cognitive strategies for each science, in order to analyze and solve problem situations. Keywords: Didactics, Teacher training, Skills, Practice. 8 01 2 INTRODUÇÃO O processo de ensino se inicia na escola e continua além do limiar acadêmico do professor. É um regime educacional específico que é formalizado na academia e implementado na prática profissional. O treinamento contínuo é crucial para o desenvolvimento do conhecimento profissional dos professores, o que lhes permite considerar sua prática. A discussão constante sobre o fracasso da educação e a necessidade de desafiar profissionais, dedicados às suas profissões, é sempre uma parte significativa dos debates e controvérsias sobre o desenvolvimento do ensino superior brasileiro. Eles levam à investigação e reconsideração de questões pertinentes à profissão docente no ensino superior, bem como a uma nova abordagem a essas questões. Este esforço visa reconhecer os componentes fundamentais da identidade, prática e profissão do professor. Contemplar a educação sem levar em conta os profissionais que dela participam seria inútil, pois a educação só se alcança por meio das ações das pessoas: o profissional docente atua como aluno, enquanto este atua como profissional. Daí a importância de formar esses profissionais em busca de aprimorar tanto seus métodos de ensino quanto sua capacidade de inspirar os alunos a se sentirem envolvidos, enfim, a se sentirem parte do processo educacional. A identidade do professor é derivada de inúmeras experiências e conhecimentos que foram acumulados ao longo de sua carreira. É um conhecimento já conhecido que é acumulado ao longo do tempo, derivado da experiência e dos pensamentos dos alunos sobre os métodos de ensino. A identidade do professor é muitas vezes incompleta, pois está sempre sendo feita e refeita. 9 IDENTIDADE PROFISSIONAL A reputação dos professores universitários é frequentemente prejudicada pelas posições que eles assumem na instituição e na sociedade. Os requisitos que definem a profissão de ensino são às vezes ambíguos e não bem definidos dentro do próprio corpo docente, devido à diversidade de origens, às associações entre campos do conhecimento e às diferenças entre universidades. Segundo Garcia: A identidade profissional docente é uma construção social marcada pela multiplicidade de aspectos fundantes, como classe social, gênero, história de vida e formação profissional, marcando a categoria pela heterogeneidade e pela instabilidade identitária. O elemento unificador que melhor caracteriza esse grupo tão heterogêneo é a dedicação ao ensino – a ação de ensinar –, componente da especificidade da profissão (GARCIA et al., 2005). Esse procedimento é respaldado pela ausência de formação específica para professores universitários. Apesar de a Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional (LDB) de 1996 determinar que essa formação deve ocorrer em programas de mestrado e doutorado (BRASIL, 1996), sabe-se também que esses programas focam mais na formação de pesquisadores do que na docência de alunos. Isso é prejudicial à docência de alunos (BAZZO, 2006). Para Morgado (2011), a declaração de uma escola de qualidadecomo um lugar de comparação social requer a capacidade dos professores de construir uma filosofia curricular, um conceito baseado na capacidade profissional, identidade profissional e profissionalismo docente. A competência profissional é considerada a capacidade de exercer a profissão por meio de treinamento. O desenvolvimento profissional é considerado um regime de treinamento contínuo que promove o desenvolvimento de uma cultura profissional que promove a construção da identidade específica de um indivíduo. Com base na progressão de habilidades e na criação de uma identidade profissional, o ensino é considerado profissional, que é definido como o conjunto de componentes e aspectos que descrevem a singularidade de ser professor. Como resultado, para ter um melhor resultado no ensino superior, novos conhecimentos devem ser produzidos com a intenção de treinar e desenvolver o conhecimento de professores universitários, pois esses indivíduos são cruciais para os processos de alteração dentro das 10 universidades e das sociedades nas quais estão situadas. Nesse sentido, é essencial abandonar o conceito de que o conhecimento específico é a forma primária de instrução. Libâneo (1998) descreve a pedagogia como um campo do conhecimento que diz respeito a todas as questões educacionais em sua totalidade e sua origem histórica, e também como um meio de orientação para a atividade educacional que se pretende empreender. A pedagogia é a finalidade pretendida da atividade educacional, isso envolve objetivos políticos sociais que são derivados de objetivos políticos que também são derivados de ações organizacionais e metodológicas na educação. A didática, como um campo da pedagogia que estuda os fundamentos, condições e métodos de ensino, permite que os professores tenham conhecimento específico de seus campos, que é então usado para "pedagogizar" suas ciências, ou seja, para explicar todos os componentes necessários para que a aprendizagem ocorra, estabelecendo assim parâmetros pedagógicos. É crucial reconhecer, no entanto, que diferentes tipos de conhecimento têm um papel fundamental no ensino no Ensino Superior. Estes incluem pedagógico-didático, áreas específicas do conhecimento e experiência prática (LIBÂNEO, 1998). Ser professor pressupõe lidar com uma variedade de dificuldades e obrigações associadas a uma natureza pedagógica e social. A profissão de professor está constantemente sob estresse devido à combinação de aspectos envolvidos na prática educacional. Em situações estressantes, os professores precisam encontrar uma maneira de desempenhar suas funções de forma eficaz. Basicamente, eles devem dedicar seus esforços para melhorar o conhecimento de si mesmos, suas imagens e sua autoestima, por meio da reflexão e da interação (entre indivíduos ou com outros grupos). É importante entender a si mesmo e conhecer o treinamento necessário para a autorrealização. Ao longo de sua carreira, cada professor internaliza o conhecimento (ideais e métodos), que se manifestará em seu estilo de ensino. Como resultado, além da formação acadêmica, o profissionalismo docente é composto de crenças e valores que são internalizados ao longo da vida. A reputação profissional de um professor é construída ao longo do tempo dentro da profissão, um processo que envolve profissionalismo e personalidade. 11 PRÁTICAS EDUCATIVAS A práticas pedagógicas envolve a participação ativa do aluno e a participação no processo de aprendizagem. A prática de ensino é qualquer procedimento que visa instruir o professor sobre o processo do aluno. A profissão docente é considerada um esforço social ou, como Freire (1996) descreveu, uma ação cultural, cujo propósito é refletir sobre a cultura e o contexto do aluno e do próprio professor. Ser professor é, antes de tudo, ser um sujeito que pode utilizar seu conhecimento e experiência para criar contextos educacionais práticos preexistentes. Com o advento dos estudos de práticas pedagógicas que são consideradas práticas sociais, a questão é: como chegamos à profissão docente que é necessária? Por meio da abordagem analítica para pensar sobre conteúdo interdisciplinar (politécnico) ou dissociado; sobre a necessidade de combinar teoria e prática como metodologia; e, adicionalmente, a democracia como forma de gestão. De acordo com Freire (1996): Percebe-se que a ideia de prática educativa é a busca de alternativas e propostas que devem ser uma constante em nosso dia a dia, no sentido de resgatar o “homem”, o “cidadão” e o “trabalhador” da alienação de seu “ser”, seu exercício de cidadania e sua dignidade. Propostas pedagógicas devem ser contrastadas com o processo de humanização, que é definido como a separação dos humanos e a apropriação de seus conhecimentos. Como resultado, a ideia de prática educacional não pode ser confinada a ações que são de responsabilidade exclusiva do professor e que ocorrem tipicamente na sala de aula. (FREIRE, 1996). Marx e Engels escreveram pouco sobre o componente educacional especificamente, mas os conceitos gerais discutidos neste artigo podem servir para esclarecer o componente educacional do marxismo. Usando um autor tradicional que pesquisou o conceito de prática em Marx, Adolfo Sánchez Vásquez, em seu livro sobre o assunto, descreve a associação do conceito com o aspecto pedagógico da prática social (1977). Uma proposta por Sánchez Vásquez é centrada na 12 atividade em si, que, no marxismo, está intrinsecamente ligada a um objetivo previamente concebido. O autor afirma: A atividade humana é, por conseguinte, atividade que se desenvolve de acordo com finalidades, e essas só existem através do homem, como produtos de sua consciência. Toda ação verdadeiramente humana requer certa consciência de uma finalidade (VÁSQUEZ, 1977, p. 189). O procedimento de criação e reconstrução do currículo envolve experiências individuais e coletivas, que são caracterizadas por perspectivas e colocadas em contexto com tempo e espaço. Entender a definição do conhecimento escolar histórico ou o assunto da educação histórica envolve entender a complexidade de regras sociais conflitantes que criam convenções e definem as posições hierárquicas que devem ser ensinadas. Nesse sentido, a perspectiva da práxis ou prática social continua a servir como um importante meio de análise no movimento de diversos métodos de ensino e seus significados pretendidos em situações particulares. Pode-se dizer que o professor do ensino superior deve participar da prática de ensino e aprendizagem, principalmente com novos profissionais, como os novos professores, por exemplo, sem deixar que suas limitações afetem negativamente o processo, o que levará ao seu crescimento e ao desenvolvimento dos demais. FORMAÇÃO DE PROFESSORES DO ENSINO SUPERIOR Educação continuada é a epistemologia da própria palavra; sugere que é parte integrante de um processo perpétuo e contínuo que faz com que os professores reestruturem suas práticas pedagógicas em busca de uma educação melhorada. Para direcionar nossos pensamentos conscientes para uma dimensão plena e única, É importante lembrar que educação adicional é necessária, como resultado, a educação inicial não é suficiente para atingir os objetivos desejados dentro e fora da sala de aula. A formação inicial refere-se ao ensino de conhecimentos teóricos e práticos destinados à formação profissional, completados por estágios. A formação continuada é o prolongamento da formação inicial, visando o aperfeiçoamento profissional teórico e prático no próprio contexto de trabalho e o desenvolvimento de uma cultura geral mais ampla, para além do exercício profissional. (LIBÂNEO 2004, p. 227) 13 Nesse sentido, além da compreensão inicial, eles devem buscar métodos de ensinoque sejam reflexivos e tenham impacto significativo em suas atividades educacionais diárias. Como afirma Ghedin (2008, p.81), “a experiência docente é um espaço que produz e gera conhecimento, mas isso não é possível sem uma sistematização que envolva uma postura crítica do professor em relação às suas próprias experiências”. O ambiente escolar pode contribuir para a formação de professores ao considerar as práticas que ali ocorrem como objeto de estudo, sendo a sala de aula um importante espaço de formação continuada, com o objetivo de propor alternativas que melhorem o ensino e potencializem a aprendizagem como um todo. Em última análise, a importância da questão é irrelevante no sentido em que consideramos o conhecimento dos professores, desde que nos lembremos de sua natureza social, se queremos representá-lo com precisão ou se queremos desfigurá-lo. No treinamento de graduação, os alunos são ensinados a empregar uma profissão específica sem precisar saber como instruir. Aqueles que querem se tornar professores buscam manter sua educação para obter o conhecimento teórico e prático necessário para ser um professor em sua área. O procedimento de treinamento é tipicamente implementado como uma forma de educação continuada que é ampla ou específica. Mesmo ao discutir a necessidade de treinamento educacional para professores universitários, é aparente que ainda há partes da comunidade e indivíduos que têm um papel na política nacional de educação que consideram a preparação educacional para o ensino superior como uma reflexão tardia. Para o ensino superior, não há um regime específico de formação formalizada para professores que seja específico para este nível. O artigo 66 da Lei de Diretrizes e Bases de 1996 (BRASIL, 1996) concede a esta profissão a capacidade de participar de treinamento de pós- graduação, que é conduzido principalmente em sentido estrito, mas este treinamento não é obrigatório. A Lei deixa espaços para interpretações equivocadas, ou pior, para que suas disposições sejam alteradas de acordo com os regulamentos e estatutos de cada instituição de ensino superior. O treinamento de professores universitários é multifacetado e situado, e não envolve simplesmente dominar o conteúdo. O método de ensino que é prático e situado é complexo. Saviani (1998) expressou sua preocupação com a formação educacional de professores universitários, ele observou detalhes específicos sobre a necessidade de treinamento no uso de tecnologias de ensino modernas. Já antecipando, na década de 1990, as necessidades dos alunos hoje e a importância do relacionamento entre professor e aluno, ele preveniu os problemas que o ensino superior está enfrentando hoje, incluindo a utilização de novas tecnologias, a crescente prevalência de diferenças socioculturais no contexto do ensino superior e o desenvolvimento 14 de uma classe de profissionais que não são educadores, mas têm o conhecimento necessário para instruir novos profissionais. A formação de professores por si só, por meio de cursos e programas, não é suficiente para cobrir todo o perfil de um profissional que atuaria em salas de aula. É reconhecido que essa formação é principalmente prática, as experiências de primeira mão do formador e, mais importante, o compartilhamento dessas experiências com colegas da profissão, situações que promovem a reflexão sobre os resultados dessas experiências, que contribuem para a profissão docente. A formação continuada deve promover a profissionalização coletiva da formação de professores. Esses desdobramentos nos permitem destacar que estamos discutindo a formação e o exercício dessa profissão que os valoriza e ensina como capazes de pensar, articulando conhecimentos científicos, pedagógicos e experiências na criação e proposição de mudanças necessárias às práticas de ensino e aprendizagem, e comprometidos com um ensino com finalidade social que resulte em todos. A questão do professor no ensino superior é abordada com justificativa suficiente. Os professores geralmente abandonaram suas características primárias em favor de apenas tentar "celebrar seu conhecimento notório", por meio de pesquisas, publicações e outros meios. No entanto, como evidenciado neste estudo, os professores do ensino superior também devem estar cientes das questões envolvidas na prática profissional e pedagógica, caso contrário, a profissão do ensino superior ficará comprometida e a expertise necessária estará ausente. 15 CONCLUSÃO A formação continuada dos professores brasileiros do ensino superior é um problema significativo no mundo contemporâneo, em razão das novas exigências tecnológicas. Apesar dos avanços e retrocessos, em uma dinâmica de incerteza e incoerência política, econômica, social e cultural ao longo da história, a educação pública no Brasil tem progredido, ainda que lentamente, em direção a uma maior qualidade e desempenho do ensino nas instituições de ensino superior. Avaliado e monitorado pelo Ministério da Educação. O estudo proposto, juntamente com as reflexões sobre a Educação Superior, sugere que é mais do que necessário criar programas dedicados à docência de professores do ensino superior, bem como promover ações que inspirem comprometimento com o processo educacional. No entanto, esse tipo de ação não pode ocorrer de forma alguma, nem pode se limitar aos aspectos práticos do ensino, confinando-se aos aspectos técnicos e metodológicos do ensino. Os professores do século XXI têm várias dificuldades associadas aos avanços tecnológicos e às mudanças na sociedade que ocorrem em decorrência do neoliberalismo e da globalização, essas dificuldades estão listadas abaixo. Seu objetivo é instruir cidadãos conscientes que possam aprimorar, adquirir e reconstruir seus conhecimentos, sabendo que cada aluno é único e que está sujeito a diferentes condições. Eles devem ter a capacidade de inspirar, encorajar e acreditar na raça humana e no potencial profissional da pesquisa. O professor que conduz a pesquisa tem um papel significativo em todo o processo educacional, pois ele ou ela deixa de ser apenas um transmissor de conhecimento e, em vez disso, se torna um aluno de seus alunos. O conflito é então resolvido pela criação de uma identidade para o professor que é baseada em experiências específicas e conhecimento geral, bem como um compromisso com o ensino por meio de programas educacionais sólidos e treinamento contínuo que desenvolve habilidades necessárias para a profissão de ensino. Este treinamento pode fazer com que ele se torne mais atencioso, mais humano, mais ético ou mais líder, todos os quais são atributos do profissionalismo. Para se tornar consciente da identidade de um professor como um educador que está preparado para atender às demandas da sociedade e do contexto histórico em que está situado, isso levará ao desenvolvimento dos traços que o professor deve ajudar seus alunos a desenvolver e expor suas expectativas. O procedimento deve envolver o significado real do 16 termo professor. Ajudar alguém a aprender uma coisa específica é um ato louvável e deve ser reconhecido e apreciado. 17 REFERÊNCIAS BAZZO, Vera Lúcia. Algumas reflexões sobre a profissionalidade docente no contexto das políticas para a Educação Superior. In: RISTOFF, Dilvo; SEVEGNANI, Palmira (Org.). Docência na Educação Superior. Brasília: Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira, 2006. (Coleção Educação Superior em Debate; v. 5) BRASIL. Lei no 9.394, de 20 de dezembro de 1996. Estabelece as diretrizes e bases da educação nacional. Disponível em: .Acesso em 23/05/2011. FREIRE, Paulo. Pedagogia da autonomia: saberes necessários à prática educativa. 27a ed. São Paulo: Paz e Terra, 1996. GARCIA, Maria Manuela Alves; HYPOLITO, Álvaro Moreira; VIEIRA, Jarbas Santos. As identidades docentes como fabricação da docência. Educação e Pesquisa, São Paulo, v. 31, n. 1, p. 45-56, jan./abr. 2005. LIBÂNEO, José Carlos. Pedagogia e pedagogos, para quê? São Paulo: Cortez, 1998. MORGADO, José Carlos. Identidade e profissionalidade docente: sentidos e (im)possibilidades. Ensaio: Avaliação de Políticas Públicas Educacionais, Rio de Janeiro, v. 19, n. 73, p. 793-812, out./dez. 2011. SÁNCHEZ VÁSQUEZ, Adolfo. Filosofia da Práxis. 2. Ed. Rio de Janeiro, Paz e Terra, 1977. SAVIANI, Dermeval. A nova lei da educação: trajetória, limites e perspectivas. Campinas: Autores Associados, 1998. TARDIF, M. Saberes Docentes e Formação Profissional. Petrópolis: Vozes, 2014 07 EDLAINY GUIMARÃES TEIXEIRA SILVA 08 09 FICHA CATALOGRÁFICA 010 EDLAINY GUIMARÃES TEIXEIRA SILVA BANCA EXAMINADORA 011 RESUMO 01 2 INTRODUÇÃO IDENTIDADE PROFISSIONAL FORMAÇÃO DE PROFESSORES DO ENSINO SUPERIOR CONCLUSÃO