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autoimune, a dosagem de auto-anticorpos como FR e anti-CCP podem corroborar com o diagnóstico, embora não seja obrigatório. É uma doença sistêmica que pode acometer outras regiões extra-articulares, como olhos, pulmão etc. São drogas que alteram evolução da doença: metotrexato, cloroquina, leflunamida, sulfassalazina. Os AINEs são drogas apenas sintomáticas na artrite reumatoide, não alterando a evolução da doença. ▶ ��������: B 73 (HOSPITAL ISRAELITA ALBERT EINSTEIN – SP - 2018) Homem de 42 anos queixa-se de tosse seca de longa data, com incômodo no peito. Tem hipertensão em uso de enalapril e hidroclorotiazida. Nega tabagismo. Nesse caso, sobre a tosse crônica é correto: A. Asma está fora do diagnóstico diferencial etiológico, uma vez que não se inicia nessa faixa etária B. Doença do refluxo gastroesofágico não é etiologia de tosse crônica C. Substituir o enalapril por anlodipino pode esclarecer a etiologia D. Lúpus eritematoso sistêmico é um diagnóstico diferencial E. DPOC é uma etiologia comum de tosse mesmo em não fumantes ���������: Clínica Médica; Cardiologia; Pneumologia. ���� �� �����������: ���� �� �����: Situação comum no dia a dia do clínico. ���������: Questão tranquila! Quais os principais efeitos adversos do uso de IECAs? Tosse crônica por aumento de bradicinina (exclusivo do IECA), além de angioedema. ▶ ��������: C 74 (HOSPITAL ISRAELITA ALBERT EINSTEIN – SP - 2018) Mulher, 35 anos, procura pronto atendimento com dor em hemicrânio direito, pulsátil, de forte intensidade, acompanhada de náuseas/vômitos, foto e fonofobia há 6 horas. Refere episódios prévios de cefaleia semelhantes ao atual. Nega uso de medicações contraceptivas. O exame neurológico é normal. Trata-se de: A. Cefaleia tensional. Tomografia de crânio é mandatória. B. Enxaqueca. Tomografia de crânio é mandatória C. Enxaqueca. Não há necessidade de exame de imagem D. De cefaleia tensional. Não há necessidade de exame de imagem. E. Cefaleia secundária. Tomografia de crânio é mandatória ���������: Clínica Médica; Neurologia. ���� �� �����������: ���� �� �����: Diagnóstico sindrômico. ���������: Quadro clássico de enxaqueca, também conhecida como migrânea. Vamos lembrar as principais características desse quadro? Mais comum em mulheres de 25 a 45 anos, frequentemente com história familiar positiva. É a segunda cefaleia primária mais comum, perdendo apenas para a tensional. Cefaleia do tipo pulsátil, com foto/fonofobia, associado a náuseas/vômitos, normalmente unilateral, piora com movimento, intensidade moderada a grave, com limitação de atividades diárias, durando normalmente entre 4 a 72 horas. Possui alguns desencadeantes, sendo muito comum a bebida alcoólica (vinho, principalmente), além de TPM e chocolate. ▶ ��������: C 75 (HOSPITAL ISRAELITA ALBERT EINSTEIN – SP - 2018) Mulher, 20 anos, com história de asma desde a infância, procura atendimento ambulatorial porque apresenta crises de dispneia e sibilância quase todos os dias. Refere despertar noturno por falta de ar, pelo menos duas vezes por semana. Diversas medidas ambientais foram adotadas, todas sem sucesso. Está em uso de corticoide inalatório e beta-2-agonista de longa duração, ambos em dose baixa, além de medicação de resgate. Quanto ao próximo passo, de acordo com o GINA, uma opção é: A. Aumentar a dose do corticoide inalatório e introduzir antagonista de receptor de leucotrieno B. Reduzir a dose de beta 2 de longa duração e aumentar a dose do corticoide inalatório. C. Aumentar a dose de beta 2 de longa duração e diminuir a dose de corticoide inalatório D. Introduzir anti-IgE. E. Aguardar o resultado da espirometria para decidir o que fazer ���������: Clínica Médica; Pneumologia. ���� �� �����������: ���������: Paciente asmático em uso de corticoide inalatório, beta-2-agonista de longa e beta-2-agonista de curta para resgate, com a doença descontrolada. O que devemos fazer? Antes de mudar de passo, a primeira coisa a fazer é verificar o ambiente, aderência e a técnica do tratamento. Como o CTC inalatório é o pilar no tratamento de manutenção da asma e a paciente está usando-o em doses baixas, certamente deveríamos aumentar a dose. Também poderíamos aumentar a dose do beta-2-agonista de longa e até associar outras drogas, como tiotrópio (LAMA) ou antileucotrienos. ▶ ��������: A 76 (HOSPITAL ISRAELITA ALBERT EINSTEIN – SP - 2018) Mulher, 22 anos, assintomática procura consulta médica para orientação quanto à vacinação de hepatite. Traz exames realizados recentemente com anti-HBs negativo, HBsAg negativo, anti-HCV negativo, anti-HVA IgM negativo e anti-HVA positivo. Nesse caso, A. Não há necessidade de vacinar-se. Está protegida para as hepatites virais B. Está protegida de hepatite A, mas suscetível às hepatites B e C. Deve ser orientada a procurar UBS para vacinação contra hepatites B e C. C. Está protegida de hepatite A e B, mas suscetível à hepatite C. Deve ser orientada a procurar UBS para vacinação contra hepatite C D. É suscetível às três formas de hepatite. Deve ser orientada a procurar UBS para vacinação contra hepatite B E. Está protegida de hepatite A, mas suscetível às hepatites B e C. Deve ser orientada a procurar UBS para vacinação contra hepatite B. ���������: Clínica Médica; Hepatologia. ���� �� �����������: ���� �� �����: O painel de interpretação da sorologia das hepatites deve estar medular! ���������: Questão frequente, sobre interpretação de sorologias contra hepatites A, B e C. Paciente apresenta-se com anti-HBs negativo (não está imunizada para hepatite B), HBsAg negativo (não está infectada pelo vírus da hepatite B), anti-HCV negativo (não está imunizada ou infectada pelo vírus da hepatite C), anti-HVA IgM negativo (não está infectada pelo vírus da hepatite A) e anti-HVA positivo (está imunizada para hepatite A). Como não temos vacina para hepatite C, não podemos marcar a letra B. ▶ ��������: E 77 (HOSPITAL ISRAELITA ALBERT EINSTEIN – SP - 2018) Homem, 40 anos, relata perda de aproximadamente 3 kg (4% do peso) em um mês. Sente-se agitado, com dor cervical, dificuldade para dormir, taquicardia e palpitações. Os sintomas foram precedidos de resfriado. Volta em retorno com TSH: 0,1 uIU/ml (VR 0,5-4,5 uIU/ml), T4 livre de 7,77 ng/dl (VR 0,7-1,5), tireoglobulina 367 ng/ml (VR: 1,5-50) e TRAb negativo. A conduta correta inclui propranolol e: A. Anti-inflamatório B. Levotiroxina