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TESTES NEONATAIS 
PATOLOGIAS COMUNS NA INFÂNCIA
DERMATITES DE FRALDA
É um conjunto de dermatoses inflamatórios que atingem a área do corpo coberta pela fralda como : superfícies convexas das nádegas , coxas , parte inferior do abdômen m, púbis , granes lábios e escroto;
DERMATITES DE FRALDA
Caracteriza-se por eritemas brilhantes , que varia de intensidade ao longo do tempo na forma de pápulas eritematosas associadas a edema e ligeira descamação;
DERMATITES DE FRALDA
Fralda : Impede o arejamento da pele e muitas delas não tem capacidade superabsorventes impedindo o contato da urina com a pele ;
Fralda/urina : Substâncias presentes na urina irritam a pele . As fezes da urina contem quantidades importantes de enzimas digestivas que , quando em contato prologado com a superfície cutânea coberta pela fralda;
DERMATITES DE FRALDA
Fricção : A fricção de pele –pele e de pele-fralda durante os movimentos da criança é um fator de predisposição à dermatite de fraldas;
Hidratação : De forma excessiva é responsável por maceração cutânea que leva a alteração da barreira da epiderme , criando o ambiente ideal para a proliferação de microrganismos;
DERMATITES DE FRALDA
Temperatura : A fralda leva a um aumento de temperatura local . Este aumento leva a vasodilatação e consequentemente aa inflamação;
Irritantes químicos : Efeito toxico sobre a pele , entre a eles , óleos , desodorizantes e conservantes ;
DERMATITES DE FRALDA
Temperatura : A fralda leva a um aumento de temperatura local . Este aumento leva a vasodilatação e consequentemente aa inflamação;
Irritantes químicos : Efeito toxico sobre a pele , entre a eles , óleos , desodorizantes e conservantes ;
DERMATITES DE FRALDA
Microrganismos : Cândida albicans contamina frequentemente crianças com dermatites das fraldas com mais de 3 dias de evolução e aumentam gravidade da dermatite;
ANEMIA FERROPRIVA
Caracteriza-se por palidez em mucosas conjuntivas, labial e intraoral; ponta dos dedos e orelhas , leitos ungueais , face palmar e a pele como um todo;
ANEMIA FERROPRIVA
 Três fatores de origem :
Hemorragia aguda ( interna ou externa );
 Hemólise: ( destruição precoce das hemácias )
Produção deficiente de hemácias : 
A anemia mais frequente é mais causada pela deficiência de ferro :
GRANULOMA DE COTO UMBILICAL
Infecção bacteriana que acometem os RNs frequentemente 
Epitelização incompleta sobre o anel e trata-se de uma formação na cor vermelho-vivo , por vezes branca , situada no fundo da fosse umbilical , de tamanho variável , Produz secreção seropurulenta.
GRANULOMA DE COTO UMBILICAL
Infecção surge após a queda do coto está associado ao atraso na cicatrização umbilical ;
Aguardar o período neonatal ( 28 dias) para sua resolução espontânea ou ser tratado com cauterização química com nitrato de prata bastão ;
MONILÍASE ORAL
É conhecida como sapinho;
Infecção causada por Cândida albicans , afetando cerca de 30% das crianças durante as primeiras semanas de vida ;
MONILÍASE ORAL
O fungo pode ser adquirido ao nascer durante a passagem através do canal de parto devido ao contato com a mucosa vaginal;
Ou pode ser contraída depois do nascimento por contato com objetos infectados ;
MONILÍASE ORAL
Sintomas apresentadas de pequenas placas esbranquiçadas de aspecto leitoso , falta de apetite do bebê apresente durante o aleitamento;
MONILÍASE ORAL
Minimizada com a higiene oral com solução de água com bicarbonato ( 1 colher de chá de bicarbonato de sódio para 100 ml de água fervida );
Limpeza dos seios com água filtrada ou fervida ou com soro fisiológico antes e após de cada mamada;
DIARREIA E DESIDRATAÇÃO
Doença diarreica agua , também chamada de gastroenterite agua , caracteriza-se principalmente por eliminação de fezes amolecida ou aquosas , levando a desidratação;
Doença infecciosa muito comum na infância e seu tratamento consiste em quatro aspectos:
DIARREIA E DESIDRATAÇÃO
Hidratação;
Dieta;
Tratamento sintomáticos ;
Tratamento etiológico;
DIARREIA E DESIDRATAÇÃO
A desidratação deve ser corrigida rapidamente pois a criança e perde rapidamente líquidos eletrólitos e pode ser tratada através da :
Reidratação oral;
Reidratação venosa : tem indicação quando o estado geral da criança exige corrigir o déficit de líquidos e eletrólitos que não foram resolvidos com o tratamento de reidratação oral; 
IRA ( INFECÇÃO RESPIRATÓRIA AGUDA)
Sinais e sintomas variam de acordo com o microrganismo envolvido , da imunidade do paciente e do quadro de infecção :
Rinorreia;
Mal- estar;
Febre;
Calafrios;
Quedas do estado geral ;
Cefaleia;
Dor de garganta;
Vômito;
Diarreia;
IRA ( INFECÇÃO RESPIRATÓRIA AGUDA)
Manifestações respiratórias mais evidentes:
Tosse;
Dificuldade respiratória ;
Batimento das asas do nariz;
Cianose;
Taquipineia;
MEDIDAS ANTOPOMÉTRICAS
PESO
A criança deve ser pesada na admissão , em jejum ou entre a primeira e a segunda refeição sem roupa ou sapato ;
A balança deve ser preparada : desinfecção , proteção e aferi-la;
PESO
Se informar do peso anterior da criança;
Criança com hidratação venosa, edemas, vômitos, diarreias, febre altas, distúrbios metabólicos, desnutridas, desidratadas, em fase pós operatória e em uso de alimentação parenteral devem ser pesadas diariamente na primeira semana de internação;
PESO
O peso da criança é importante que seu registro deve obter alguns cuidados pois é a partir do peso que as dosagens das medicações são prescritas e as dietas balanceadas;
Para uma melhor avaliação a equipe deve sempre comparar o peso com a anotação anterior ;
PESO- RECOMENDAÇÕES
Pese a criança em presença de uma pessoa conhecida , da mãe ou uma pessoa que ela tenha boa relação ; 
Explique a criança o que vai fazer;
Utilizar balança adequada para as crianças ;
Não deixar ela sozinha sobre a balança;
PESO- RECOMENDAÇÕES
Procurar utilizar sempre a mesma balança ;
Pesar crianças maiores com roupas intimas ;
Na anotação faça alguma referência caso a criança esteja com algum tipo de tala , prótese , etc.;
PESO
PESO
PESO
PESO
PESO
PESO
PESO
ALTURA
ALTURA
ALTURA
ALTURA
ALTURA
ALTURA
ALTURA= (IDADE)X5)+80
PERÍMETROS - CEFÁLICO
É o acompanhamento do crescimento cerebral ( micro/macrocefalia) e também de reconhecer recém nascidos em risco de alterações futuras do neurodesenvolvimento; 
PERÍMETROS – TORACÍCO E ABDOMINAL
A medida deve ser feita passando a fita métrica pelos mamilos e no meio tempo entre a inspiração e a expiração ;
Perímetros torácico em RN a termo é em média de 1 a 2 cm menor que o cefálico ;
A medida com a fita métrica passando pela cicatriz umbilical;
PERÍMETROS – TORACÍCO E ABDOMINAL
A medida deve ser feita passando a fita métrica pelos mamilos e no meio tempo entre a inspiração e a expiração ;
Perímetros torácico em RN a termo é em média de 1 a 2 cm menor que o cefálico ;
A medida com a fita métrica passando pela cicatriz umbilical;
ORIENTAÇÕES SOBRE ALIMENTAÇÃO INFANTIL
ALEITAMENTO MATERNO
O aleitamento materno é a forma mais natural de vinculo , afeto , proteção e nutrição para crianças;
Processo que caracteriza uma interação entre mãe e filho , e ajuda na sua fisiologia e no seu desenvolvimento cognitivo e emocional ;
ALEITAMENTO MATERNO- TIPOS
Aleitamento materno exclusivo : quando a criança recebe somente leite materno e diretamente da mama ou ordenhado , ou leite humano de outra fonte , sem a inserção de ouros líquidos ou sólios ;
ALEITAMENTO MATERNO- TIPOS
Aleitamento materno predominante : quando além do leite materno é oferecido à criança , água, ou bebidas à base de águas;
Aleitamento materno : quando a criança recebe leite materno direto da mama ou ordenhado , independentemente de receber ou não outros alimentos ; 
ALEITAMENTO MATERNO- TIPOS
Aleitamento materno misto ou parcial: quando a criança consome leite materno ou outros tipos de leite;
Aleitamento materno complementado : quandoa criança recebe leite materno completando alimentação com qualquer alimento solido ou semi-solido com a finalidade de complementa-la e não substitui-la; 
ALEITAMENTO MATERNO- DURAÇÃO
A OMS e o MS fazem a recomendação de que as crianças devem ser amamentadas exclusivamente por leite materno por seis meses e complementado até dois anos ou mais ;
Estudos demostram que não há vantagens de oferecer alimentos complementares antes dos seis meses ; 
ALEITAMENTO MATERNO- IMPORTÂNCIA
Evita mortes infantis , pois existem inúmeros fatores que no leite materno protege contra infecções;
Evita diarreia , pois o leite protege contra diarreia e de suas formas mais graves; 
Evita infecções respiratórias; 
Diminui o risco de alergia a proteína do leite de vaca e outros tipos de alergia ; 
ALEITAMENTO MATERNO- IMPORTÂNCIA
Diminui o risco de hipertensão , colesterol alto , diabetes
Melhora a nutriz , pois o leite contém todos os nutrientes essências para o crescimento e desenvolvimento da criança; 
ALEITAMENTO MATERNO-
Número de mamadas por dia ;
Duração das mamadas; 
Considerações sobre o uso de chupetas e mamadeiras : Maior ocorrência de candidíase oral, otite media e alterações no palato; 
ALEITAMENTO MATERNO-
Situações que necessitam atenção na amamentação relacionada à criança:
Bebê que não suga ou tem a sucção fraca: os bebês podem resistir aas tentativas de serem amentadas e está resistência pode estar associada ao uso de mamadeiras ou chupeta ou ainda quando o bebe está posicionado para mamar de forma desconfortável provocando dor ; 
ALEITAMENTO MATERNO-
Situações que necessitam atenção na amamentação relacionada à criança:
Criança com más formações orofaciais: existe uma dificuldade para mamar em crianças com má formações na mandíbula, nariz e boca.
ALEITAMENTO MATERNO-
Situações que necessitam atenção na amamentação relacionada à criança:
Criança com refluxo gastroesofágico: É uma manifestação muito comum na infância . Crianças com o refluxo deve receber aleitamento materno exclusivo nos primeiros 6 meses.
ALEITAMENTO MATERNO- DESMAME
Deve ocorrer de forma natural , respeitando as competências adquiridas pelas crianças , tornando -aa amadurecida para esta quebra de vinculo materno;
ALEITAMENTO MATERNO- DESMAME
ALIMENTAÇÃO COMPLEMENTAR PARA CRIANÇAS MENORES DE DOIS ANOS 
Introdução alimentar é indicado após o 6º mês de vida;
Irá adequar a criança á hábitos alimentares da família ;
Alimentação complementar deve garantir quantidades suficientes de : água, carboidratos, proteínas , gorduras, vitaminas, minerais, por meios de alimentos saudáveis;
ALIMENTAÇÃO COMPLEMENTAR PARA CRIANÇAS MENORES DE DOIS ANOS 
Programa Nacional de suplementação de fero – se destina suplementação preventiva de todas as crianças de 6 a 18 meses com sulfato ferro;
Programa Nacional de suplementação de Vitamina A- prevenir a hipovitaminose A;
PROBLEMAS NUTRICIONAIS MAIS PREVALENTES NA INFÂNCIA
30% das crianças de todo o mundo e menores de 5 anos apresentam baixo peso , como consequência da má alimentação e repetida infecções;
A desnutrição pode ocorres pelos seguintes momentos :
Na vida intra- uterina 
Na infância 
Formação de hábitos alimentares;
Alimentação para crianças não amamentadas;
Indicadores para avaliar as práticas alimentares nos dois primeiros anos de vida ;
Prevenção de Acidentes na Infância e na	Adolescência
Prevenção de Acidentes na Infância e na	Adolescência
•
•
•
Elas são totalmente dependentes dos adultos. Com 4 meses, já conseguem rolar.
Aos 9 meses formam uma pinça entre os dedos
das mãos e levam tudo à boca; algumas já tem acapacidad de engatinhar.
Crianças de até 2 anos (lactentes)
Prevenção de Acidentes na Infância e na	Adolescência
o perigo.
Elas não têm medo dos animais.
Crianças de até 2 anos (lactentes)
	Com 1 ano andam com apoio, gostam de explorar o ambiente, são muito ativas mas tem uma má coordenação motora e total incapacidade de reconhecer
•
Prevenção de Acidentes na Infância e na	Adolescência
•
Estão expostas ao risco de se asfixiar, a sofrerem queimaduras, atropelamentos, afogamento,	quedas, contusões, intoxicações, principalmente medicamentosas, queimaduras e choques	elétricos.
Crianças de até 2 anos (lactentes)
Prevenção de Acidentes na Infância e na	Adolescência
Crianças de até 2 anos (lactentes) Prevenindo 	acidentes
Verifique sempre a temperatura da água com o cotovelo ou termômetro;
Orientar a mãe a amamentar a criança no colo;
Ajustar os lençóis sobre o colchão do berço;
Proteger para que não caiam da cama, trocador, bebê conforto;
Prevenção de Acidentes na Infância e na	Adolescência
Crianças de até 2 anos (lactentes) - Prevenindo 	acidentes
•
•
Jamais medica sem receita médica;
Não deixar que a criança brinque com sacos plásticos;
Veda tomadas elétricas;
Tirar pequenos objetos do alcance delas; Portões de segurança;
Grades e telas nas janelas.
•
•
•
•
Prevenção de Acidentes na Infância e na	Adolescência
Crianças de 2 aos 6 / 7 anos (pré-escolares)
•
•
Acreditam que podem voar, que podem cair do alto sem se machucar.
São impetuosas e imprevisíveis, é uma fase agressiva (crises de birra).
São muito rápidas, usam copo e colher.
Prevenção de Acidentes na Infância e na	Adolescência
Crianças de 2 aos 6 / 7 anos (pré-escolares)
•
•
Gostam de brincar com água e empilhar objetos.
Possuem vontade própria e já frequentam a escolinha.
Ainda não conseguem aprender noções de segurança.
•
Prevenção de Acidentes na Infância e na Adolescência
Prevenção de Acidentes na Infância e na Adolescência
Prevenindo acidentes - proteção e supervisão constantes.
•
Estabelecer limites quanto às atitudes que os expõem aos riscos;
Evitar brinquedos com partes removíveis, não permitir que fiquem perto de líquidos	quentes, não manusear vidros e objetos pontiagudos.
Manter remédios, detergentes e solventes nos seus respectivos recipientes e bem
•
•
Prevenindo acidentes - proteção e supervisão constantes.
Manter instalação elétrica da casa em bom estado, sem fios expostos.
Usar as bocas de trás do fogão, cabos de panelas voltados para a parte de dentro.
Muito cuidado com água – piscinas e reservatórios.
Crianças de 7 a 10 anos (escolares)
•
•
Surge o pensamento lógico;
Comportamento é influenciado pelos amigos, e os desafios às regras são a	tônica.
•
Possuem habilidades motoras, mas não apresentam um
bom julgamento crítico	(ascendem um fósforo perto do álcool, ligam carro com a marcha engatada);
Crianças de 7 a 10 anos (escolares)
•
Aprendem noções de segurança.
•
São comuns os acidentes esportivos, agressões,
traumatismos dentários, impactos, picadas, mordeduras, acidentes de trânsito, quedas de bicicletas.
Crianças com mais de 10 anos (adolescentes)
•
•
•
•
O pensamento é organizado, sentem-se onipotentes, arriscando-se	conscientemente.
Têm mais liberdade e são menos supervisionadas; Início do uso de bebidas alcoólicas e do fumo.
Riscos de gravidez e de adquirir as IST são	frequentes nesta fase.
Risco a acidentes de trânsito.
PARA EVITAR RISCO DE SUFOCAMENTO
Não use talco ou produtos em pó no bebê;
Mantenha o lençol	sempre	ajustado ao colchão e fique atento para que	o rosto do bebê não	fique encoberto	por almofadas, travesseiros ou cobertores;
Evite o uso de cordões e enfeites de cabelo;
Evite o contato	da	criança com peças pequenas, como clipes, botões, moedas e anéis. 
Ofereça brinquedos grandes e	adequados para a faixa etária de cada criança;
Evite que a criança tenha contato com papéis de bala, sacos plásticos, cordões e fios;
PARA EVITAR RISCO DE SUFOCAMENTO
O berço	e/ou cercado	do		bebê devem ter grades altas com, no máximo, 6	cm entre elas;
Não deixe a	criança sozinha	em cima de móveis;
Não deixe a	criança sob os cuidados de	outra criança;
PARA EVITAR RISCO DE QUEDA
Use barreiras, grades e redes de proteção em escadas e janelas;
Confira se pias, tanques de lavar roupas e lavatórios estão	bem fixos;
Use barreiras, grades e redes de proteção em escadas e janelas;Confira se pias, tanques de lavar roupas e lavatórios estão	bem fixos;
PARA EVITAR RISCO DE QUEDA
Nunca dê remédios que não tenham sido prescritos pelo profissional de saúde e fique atento aos prazos de validade de cada medicação;
PARA EVITAR RISCO DE INTOXICAÇÃO
Confira também a temperatura dos alimentos ofertados, caso a criança não esteja sendo alimentada exclusivamente com o leite materno;
Evite tomar líquidos quentes ou fumar
Risco de Queimadura
No banho, fique atento à temperatura da água (a ideal é 37 ºC); 
Dê preferência por usar as bocas de trás do fogão e deixe os cabos das panelas virados para a parte central;
Fique atento ao forno ligado, ferro de passar roupas, chapinha de cabelos, modelador de cachos, aquecedor e outros equipamentos quentes;
PARA EVITAR RISCO DE QUEIMADURA
Evite fios elétricos soltos e ao alcance da criança;
PARA EVITAR RISCO DE QUEIMADURA
Coloque protetores nas tomadas;
Mantenha a criança afastada de baldes, tanques, vasos, poços e piscinas. Mesmo um nível baixo de água, pode causar afogamento.
PARA EVITAR RISCO DE AFOGAMENTO
Não deixe a criança sozinha na banheira;
Bebês devem ser transportados no bebê conforto ou na cadeirinha conversível;
PARA EVITAR ACIDENTES NO TRANSPORTE
Acidentes de trânsito: após os 7 anos e
meio, as crianças deixam de usar a cadeira de transporte infantil, mas devem continuar sentando no banco de trás do carro, presas por um cinto de segurança de três pontos. Somente crianças com mais de 10 anos podem sentar no banco da frente, sempre usando o cinto de segurança.
PARA EVITAR ACIDENTES NO TRANSPORTE
Mantenha produtos de limpeza, medicamentos e produtos de higiene pessoal fora do alcance da criança;
PARA EVITAR RISCO DE ENVENENAMENTO
ATENÇÃO A SAÚDE DA CRIANÇA E DO ADOLESCENTE
ESTATUTO DA CRIANÇA E DO ADOLESCENTE
Estatuto instituído pela lei federal nº 869 de 1990;
OBJETIVO : Proteção , defesa e desenvolvimento da criança e do adolescente ;
Determinando os seus direitos e suas funções e deveres da família ;
ESTATUTO DA CRIANÇA E DO ADOLESCENTE
Defende todos os direitos às crianças e adolescentes como toda pessoa humana, bem como oportunidade para seu desenvolvimento ,
físico , mental , moral , social e espiritual ;
ESTATUTO DA CRIANÇA E DO ADOLESCENTE
É de responsabilidade do poder publico , da 	sociedade e da comunidade priorizar ao 	atendimento dos direitos da criança e do
adolescente	para garantir o direito à vida, saúde
, educação , alimentação ,lazer , esporte , cultura
, profissionalização , dignidade , respeito e poder conviver no seio da família;
ESTATUTO DA CRIANÇA E DO ADOLESCENTE
Criado em 1991 pela Lei nº 8.242, o Conselho 	Nacional dos Direitos da Criança e do
Adolescente - CONANDA é um órgão colegiado permanente, de caráter deliberativo e composição paritária, previsto no artigo 88 da lei
no 8.069/90 – Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA);
ESTATUTO DA CRIANÇA E DO ADOLESCENTE
Atribuições do Conanda:
Fiscalizar as ações de promoção dos direitos da infância e adolescência executadas por organismos governamentais e não- governamentais;
Definir as diretrizes para a criação e o funcionamento dos Conselhos Estaduais, Distrital e Municipais dos Direitos da Criança e do Adolescente e dos Conselhos Tutelares;
ESTATUTO DA CRIANÇA E DO ADOLESCENTE
Atribuições do Conanda:
Estimular, apoiar e promover a manutenção de bancos de dados com informações sobre a infância e a adolescência;
Acompanhar a elaboração e a execução do orçamento da União, verificando se estão assegurados os recursos necessários para a execução das políticas de promoção e defesa dos direitos da população infanto-juvenil;
ESTATUTO DA CRIANÇA E DO ADOLESCENTE
Atribuições do Conanda:
Convocar, a cada três anos conforme a Resolução nº 144, a Conferência Nacional dos Direitos da Criança e do Adolescente;
Gerir o Fundo Nacional para a Criança e o
Adolescente (FNCA). Composição;
ESTATUTO DA CRIANÇA E DO ADOLESCENTE
	Lei da Primeira Infância (Lei nº 13.257, de 8 de março de 2016) - implica o dever do Estado de
estabelecer políticas, planos, programas e
serviços para a primeira infância que atendam às especificidades dessa faixa etária, visando a garantir seu desenvolvimento integral;
ESTATUTO DA CRIANÇA E DO ADOLESCENTE
Lei Menino Bernardo (lei nº 13.010, de 26 de junho de 2014) - estabelece o direito da criança e do adolescente de serem educados sem o uso de
castigos físicos;
ESTATUTO DA CRIANÇA E DO ADOLESCENTE
Lei que instituiu o Sistema Nacional de Atendimento Socioeducativo Sinase (Lei nº
12.594, de 18 de janeiro de 2012) - regulamenta
a execução das medidas socioeducativas destinadas a adolescente que pratique ato infracional.
ESTATUTO DA CRIANÇA E DO ADOLESCENTE
Lei que instituiu a Escuta Especializada (Lei nº 13.431, de 4 de abril de 2017) - estabelece o sistema de garantia de direitos da criança e do adolescente vítima ou testemunha de violência e altera a Lei no 8.069, de 13 de julho de 1990 (Estatuto da Criança e do Adolescente)
PROGRAMAM E ATENÇÃO INTEGRAL À SAÚDE DA CRIANÇA
Objetivo : a criação para o manejo de atendimento à saúde da criança de 0 a 5 anos e principalmente aquelas crianças que são consideradas como	grupo de risco de adoecer e de morrer;
PROGRAMAM E ATENÇÃO INTEGRAL À SAÚDE DA CRIANÇA
Objetivo : Propor reduzir as condições através de melhoria da qualidade da assistência , buscando aumentar o número de crianças atendidas nos serviços de saúde;
PROGRAMA E ATENÇÃO INTEGRAL À SAÚDE DA CRIANÇA
Programa Comunidade Solidária : setores como 	educação , agricultura, saneamento , segurança
alimentar e no meio ambiente;
PROGRAMA E ATENÇÃO INTEGRAL À SAÚDE DA CRIANÇA
Programa de Agentes Comunitários de Saúde e 	a Pastoral da Criança : Trabalham	em prol da
qualidade de vida da criança incentivando a alimentação enriquecida , fazendo com que as mães e outras pessoas da comunidade aprendam como aproveitar alimentando em geral , que são desperdiçados e o preparo da multimistura reduzindo os índices de mortalidade infantil ;
PROGRAMA E ATENÇÃO INTEGRAL À SAÚDE DA CRIANÇA
Programa de Agentes Comunitários de Saúde e 	a Pastoral da Criança : Trabalham	em prol da
qualidade de vida da criança incentivando a alimentação enriquecida , fazendo com que as mães e outras pessoas da comunidade aprendam como aproveitar alimentando em geral , que são desperdiçados e o preparo da multimistura reduzindo os índices de mortalidade infantil ;
PROGRAMA SAÚDE DO ADOLESCENTE
A fase compreendida entre os 10 e os 19 anos
Período em que ocorrem mudanças e transformações marcantes na vida do indivíduo;
Vivem em situação de desintegração familiar e social , aumentando a preocupação com a saúde dos adolescentes;
PROGRAMA SAÚDE DO ADOLESCENTE
Grupo considerado de risco por estarem mais	sujeitos a fome, desnutrição , analfabetismo ,	se encontram em violência, sujeitam-se a prostituição e as drogas;
PROGRAMA SAÚDE DO ADOLESCENTE
Objetivo: A melhoria da assistência ao adolescente de forma integral nas unidades de saúde , os profissionais da área devem levar em consideração que ele poderá estar passando por alterações biológicas , psicológicas, sociais e culturais ;
PROGRAMA SAÚDE DO ADOLESCENTE
Objetivo: A melhoria da assistência ao adolescente de forma integral nas unidades de saúde , os profissionais da área devem levar em consideração que ele poderá estar passando por alterações biológicas , psicológicas, sociais e culturais ;
ATENÇÃO INTEGRADA ÀS DOENÇAS PREVALENTES NA INFÂNCIA
Objetivo: Alcançar crianças acometidas que procuram ao nível primário de atenção propondo um atendimento sistematizado envolvendo as doenças mais comuns até os 5 anos como: pneumonia , diarreia, desnutrição , malária e doenças perinatais;
ATENÇÃO INTEGRADA ÀS DOENÇAS PREVALENTES NA INFÂNCIA
O programa atende as principais razoes pelas quais se levam uma criança ao médico , capacitando o profissional ;
Propõe uma abordagem completa que busca avaliar , classificar e estabelecer normas para encaminhamentose/ou tratamentos , incluindo ações educativas e de orientação à mãe/ responsável;
A CRIANÇA VÍTIMA DE VIOLÊNCIA	DOMÉSTICA
Negligencia em relação a criança : quando a pessoa que cuida dela não o faz , privando do atendimento em suas necessidades básicas de alimentação , higiene , abrigo , vestimenta, privação de afeto , atenção e apoio emocional;
A CRIANÇA VÍTIMA DE VIOLÊNCIA	DOMÉSTICA
Ato intencional: provocando danos físicos ( queimaduras , traumatismo , envenenamento ) emocionais ( rejeição , humilhação, isolamento ), assim como o abuso sexual e estupro; violência que atinge meninas e meninos , adolescentes e mulheres e repercute em sequelas físicas e psicológicas sérias ;
A CRIANÇA VÍTIMA DE VIOLÊNCIA	DOMÉSTICA
O	atendimento das criança e adolescentes que sofrem violência sexual devera ser realizados por uma equipe multiprofissional ;
A confiança	 e o respeito são essenciais para estabelecer	uma relação entre profissional/paciente ;
Deverá ser realizado em local adequando e reservado para realização da entrevista e do exame clínico ;
A CRIANÇA VÍTIMA DE VIOLÊNCIA	DOMÉSTICA
Exames que devem serem efeitos no caso de abuso sexual :
Tipo sanguíneo ;
Sorologia para Sífilis ;
Hepatite B ;
Anti – HIV ;
Cultura	de secreção vaginal ;
SEXUALIDADE NA ADOLESCÊNCIA
Antes da adolescência , a sexualidade começa a manifestar-se através das praticas da masturbação praticada por meninos e meninas .
Nesta fase o conhecimento e o desenvolvimento do aparelho genital estimula a pratica do sexo ;
SEXUALIDADE NA ADOLESCÊNCIA
A educação sexual deve ser tratada principalmente na adolescência ;
Deve ser abordada pela família e pela escola desde o ensino fundamental;
Abordar cuidados de higiene pessoal ;
SEXUALIDADE NA ADOLESCÊNCIA
Comportamento sexualmente responsável;
Uso de preservativo;
Uso de contraceptivas
Além de outros pontos como :
Masturbação ;
Namoro
Aborto
LGBTQIAPNA+
GRAVIDEZ NA ADOLESCÊNCIA
A	gravidez na adolescência	tem aumentado muito nos últimos anos ;
40% dos filhos de adolescentes frutos de gravidez indesejada , em diferentes classes sociais ;
Na adolescência	a probabilidade de contrair IST´s e mais	alto do que em outras fases da vida
, pois pode contaminar o próprio filho;
GRAVIDEZ NA ADOLESCÊNCIA
A gravidez indesejada as adolescentes apresentação diferentes	reações á nova situação de antes de ser apenas uma adolescente para uma adolescente gestante ;
GRAVIDEZ NA ADOLESCÊNCIA
Desvantagens da	gravidez na adolescência :
Necessita para os estudos
Prover seu sustento
Questões emocionais da família e sociedade;
Trabalho de parto prematuro ;
Recém	nascido com baixo peso
Hipertensão Materna ;
GRAVIDEZ NA ADOLESCÊNCIA
Os riscos gestacionais	na gestação:
Idade ;
Falta de condições adequadas para o acompanhamento da gravidez, parto e do puerpério ;
Dificuldade ao acesso do serviço de saúde ;
Desinformação;
Nutrição deficiente ;
GRAVIDEZ NA ADOLESCÊNCIA
Orientações que devem ser dadas as adolescentes 	gravidas :
Cuidados com o corpo e a mente;
Transformações corporais ;
Sexualidade;
Nutrição Adequada;
Sono;
Repouso ;
Cuidados com o recém nascido;
ÁLCOOL E OUTRAS DROGAS
O uso de álcool e fumo é permitido em nosso pais , exceto para os menores de 18 anos ;
Sendo que isso não é uma garantia que a criança e o adolescente não utilizem ;
Fatores socioeconômica e histórica familiar muitas vezes definem	o tipo de droga uti9lizada pela população infanto- juvenil ;
ÁLCOOL E OUTRAS DROGAS
Como proceder nestes casos com os adolescentes ?
Discutir com eles os perigos do fumo;
Discutir com eles sobre os motivos que levam as pessoas ao consumo de drogas , seus efeitos no organismos , problemas e as complicações do uso ;
ÁLCOOL E OUTRAS DROGAS
Ajudar na desmitificação da imagem da droga como produtora de prazer e facilitadora de boas relações ;
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