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AMERICAN American ASSOCIATION Heart of CRITICAL-CARE Association. NURSES SAVP Sinais vitais em crianças As três tabelas abaixo são reproduções ou modificações de Hazinski MF. Children are different. In: Nursing Care of the Critically III 3rd ed. Mosby; 2013:1-18, copyright Elsevier. Frequências Cardíacas Normais* Frequências respiratórias normais* Frequência Frequência Frequência Idade em vigília durante sono Idade (respirações/ (batimentos/min) (batimentos/min) min) Neonatos 100-205 90-160 Bebê 30-53 Bebê 100-180 90-160 infância 22-37 infância 98-140 80-120 Idade pré-escolar 20-28 Idade pré-escolar 80-120 65-100 Idade escolar 18-25 Idade escolar 75-118 58-90 Adolescente 12-20 Adolescente 60-100 50-90 *Considere a faixa normal do paciente. *Sempre considere a faixa e o estado clínico normais do paciente. A frequência respiratória da criança pode A frequência cardíaca normalmente aumenta com febre ou estresse. aumentar na presença de febre ou estresse. Dados de Fleming S et al. Lancet. 2011;377(9770):1011-101 Pressões arteriais normais Pressão Pressão Pressão Idade sistólica diastólica arterial média (mmHg)* (mmHg)* Nascimento (12 h, g) 39-59 16-36 Nascimento (12 h, 3 kg) 60-76 31-45 48-57 Neonato (96 h) 67-84 35-53 45-60 Bebê (1 a 12 meses) 72-104 37-56 50-62 Infância (1 a 2 anos) 86-106 42-63 49-62 Idade pré-escolar (3 a 5 anos) 89-112 46-72 58-69 Criança em idade escolar (6 a 9 anos) 97-115 57-76 66-72 Pré-adolescente (10 a 12 anos) 102-120 61-80 71-79 Adolescente (12 a 15 anos) 110-131 64-83 73-84 *As faixas de pressão sanguínea sistólica e diastólica consideram o 50° percentil para altura em crianças de 1 ano de idade ou mais. arteriais médias (pressão diastólica + [diferença entre pressão sistólica e pressão diastólica + 3]) para 1 ano ou acima, considerando o 50° percentil para altura. Aproximadamente igual à idade pós-concepção em semanas (pode acrescentar 5 mm Hg). Dados de Gemelli M et al. Eur J Pediatr. 1990;149(5)318-320; Versmold HT et al. Pediatrics. Haque IU, Zaritsky AL. Crit Care Med. 2007;8(2):138-144; e National High Blood Pressure Education Program Working Group on High Blood Pressure in Children and Adolescents. The Fourth Report on the Diagnosis, Evaluation, and Treatment of High Blood Pressure in Children and Adolescents. NHLBI; 2005. NIH publication 05-5267. Edição original em inglês 2020 American Heart Association. 20-1118 Edição em português 2021 American Heart Association. JN-1065. Impresso nos EUA. Data de impressão: 8/21 Digitalizado com CamScannerAlgoritmo da abordagem sistemática de SAVP Avaliação inicial (aparência, esforço respiratório, circulação [cor]) A criança está inconsciente ou é Não necessária intervenção imediata? Sim Grite por ajuda para alguém próximo. Acione o sistema médico de emergência Sem (se apropriado para a situação). respiração normal e sem A criança tem pulso Sim A criança respira e tem comprometimento grave das vias aéreas, pulso? respiração ou Sem respiração perfusão? normal, com pulso Não Sim Mantenha a via aérea patente. Mantenha a Administre ventilação de sequência resgate. ABC. Administre oxigênio. Administre Monitore o pulso e a oximetria. oxigênio conforme necessário. Sim o pulso está abaixo Monitore Não de 60/min com perfusão o pulso e a deficiente, apesar da oximetria. oxigenação e ventilação? Se, a qualquer momento, identificar PCR Comece a RCP Avaliar (compressão-vias Avaliação inicial Avaliação primária Avaliação secundária Vá para Algoritmo de PCR em Pediatria para SBV. Intervir Identificar Se houver RCE, vá para a lista de verificação de Cuidados pós-PCR. Inicie a sequência avaliar/ Digitalizado com CamScannerAlgoritmo de choque séptico em pediatria 1 Identifique sinais de choque séptico Estado mental alterado (irritabilidade ou redução do nível de consciência) Frequência cardíaca alterada (taquicardia ou, menos comum, Temperatura alterada (febre ou hipotermia) Perfusão alterada (preenchimento capilar prolongado ou "rápido"; extremidades frias ou muito quentes; aparência pletórica, cor moteada ou palidez; possível equimose ou púrpura; diminuição do débito urinário) Hipotensão: Pode ou não estar presente Imediato (10 a 15 min) 2 Estabilização inicial Mantenha a sequência ABC. Monitoramento da frequência cardíaca, pressão arterial e oximetria de pulso. Estabeleça o acesso IV/IO. Bolus de fluido: Administrar 10 a 20 mL/kg de bolus cristaloides isotônicos (10 mL/kg para neonatos e aqueles com comprometimento cardiovascular preexistente). Avaliar cuidadosamente após cada bolus. Primeira hora 3 Na primeira hora Coleta de sangue para cultura e estudos laboratoriais adicionais, incluindo glicemia e cálcio; não atrasar antibióticos ou fluidoterapia. Antibióticos: Dar antibióticos de amplo espectro. Avaliar cuidadosamente após cada bolus. Repetir o bolus de fluido, conforme necessário, para tratar o choque. Parar se houver desenvolvimento de crepitações, desconforto respiratório ou hepatomegalia. Administrar antipiréticos, se necessário Metas de terapia: Melhoria no estado mental, normalização da frequência cardíaca e temperatura, pressão arterial diastólica e sistólica adequada, melhoria na perfusão (consulte 1) 4 Não Os sinais de choque persistem Sim após a administração de 40 a 60 mL/kg de fluidos totais ou evidências de sobrecarga volêmica? 5 6 Considere consulta para Obtenha consulta para cuidados de terapia cuidados de terapia intensiva, intensiva Inicie e titule epinefrina ou noradrenalina. Estabilização inicial 7 Estabeleça monitoramento da pressão venosa central e intra-arterial. Continue a terapia de epinefrina/noradrenalina (conforme acima) e bolus de fluidos, conforme necessário para tratar o choque. Verifique via aérea, oxigenação e ventilação adequadas. Considere hidrocortisona em dose de stress se a hemodinâmica permanecer inadequada apesar da ressuscitação adequada com fluidos e tratamento com fármacos vasoativos. and Brierley J. Carcillo Choong K, et al. Clinical for hemodynamic support of pediatric Med. neonatal septic shock: 2007 update from the practice American parameters College of Critical Care Medicine. Care Crit Medicine Care Kissoon Orr RA, Carcillo JA. Updated American College of Critical relevance support guidelines for management of pediatric and neonatal septic shock: pediatric advanced life Emerg to the emergency care clinician. Pediatr Care. Digitalizado com CamScannerMedicações usadas no SAVP Medicamento Indicações/dosagens TSV Adenosina 0,1 1 mg/kg IV/IO em aplicação rápida (máx. 6 mg), segunda dose 0,2 mg/kg em aplicação rápida (máx. 12 mg) Albuterol Asma, anafilaxia (broncoespasmo), hipercalemia IDM: 4 a 8 aspirações via inalação a cada 20 minutos, quando necessário, com espaçador (ou se intubado) Nebulizador: 2,5 mg/dose (peso 20 kg) via inalação a cada 20 minutos, quando necessário Nebulizador contínuo: 0,5 mg/kg por hora via inalação (máx. 20 mg/h) Amiodarona TSV, TV (com pulso) 5 mg/kg IV/IO em dose de ataque por 20 a 60 minutos (máx. 300 mg), repetir até a dose máxima diária de 15 mg/kg (2,2 g em adolescentes) Parada sem pulso (isto é, FV/TV sem pulso) 5 mg/kg IV/IO por bolus (máx. 300 mg), repetir até a dose máxima diária de 15 mg/kg (2,2 g em adolescentes) Bicarbonato Acidose metabólica (grave), hipercalemia de sódio 1 mEq/kg IV/IO em bolus lento Overdose de bloqueadores de canais de sódio (p.ex., antidepressivos tricíclicos) Bolus de 1 a 2 mEq/kg IV/IO até que o pH sérico seja >7,45 (7,50 a 7,55 para envenenamento grave), seguido de infusão IV/IO de 150 de solução titulada para manter a alcalose Brometo Asma de ipratrópio 250 a 500 mcg via inalação a cada 20 minutos, quando necessário, 3 doses Cloreto de cálcio Hipocalcemia, hipercalemia, hipermagnesemia, overdose de bloqueadores dos a 10% canais de cálcio 20 mg/kg (0,2 mL/kg) por bolus IV/IO lento durante a PCR, repetir quando necessário Dexametasona Laringite aguda (crupe) 0,6 mg/kg VO/IM/IV (máx. 16 mg) Asma 0,6 mg/kg VO/IM/IV a cada 24 horas (máx. 16 mg) Dextrose (glicose) Hipoglicemia 0,5 a 1 g/kg IV/IO 2 a 4 mL/kg; 5 a 10 mL/kg) Epinefrina Parada sem pulso, bradicardia (sintomática) 0,01 mg/kg (0,1 mL/kg da concentração 0,1 mg/mL) IV/IO a cada 3 a 5 minutos (dose única máx. 1 mg) 0,1 mg/kg (0,1 mL/kg da concentração 1 mg/mL) ET a cada 3 a 5 minutos Choque hipotensivo Infusão de 0,03 a 0,2 mcg/kg por minuto IV/IO (considere doses mais altas, se necessário) A faixa de dosagem do limite superior pode ser altamente variável e deve ser baseada em cenários clínicos Anafilaxia Autoinjetor IM 0,3 mg (para pacientes com peso kg) ou autoinjetor IM 0,15 mg (para pacientes de 10 a 30 kg) 0,01 mg/kg (0,01 mL/kg na concentração de 1 mg/mL) IM a cada 15 minutos, quando necessário (dose única máx. 0,3 mg) 0,01 mg/kg (0,1 mL/kg da concentração padrão 0,1 mg/mL) IV/IO a cada 3 a 5 minutos (dose única máx. 1 mg) se hipotenso 0,1 a 1 mcg/kg por minuto IV/IO por infusão se a hipotensão persistir, apesar dos fluidos e injeção IM Asma 0,01 mg/kg (0,01 mL/kg da concentração 1 mg/mL) por via subcutânea a cada 15 minutos (máx. 0,3 mg ou 0,3 mL) Laringite aguda (crupe) 0,25 a de solução racêmica (2,25%) misturada em 3 mL de SF via inalação 3 mg da concentração de 1 mg/mL) de epinefrina misturada com 3 mL de SF (que rende 0,25 mL de solução de epinefrina racêmica) via inalação Etomidato ISR 0,2 a 0,4 mg/kg IV/IO infundidos durante 30 a 60 segundos (máx. 20 mg) produzirão sedação rápida por pelo menos 10 a 15 minutos Digitalizado com CamScannerMedicações usadas no SAVP (continuação) Medicamento Gluconato de cálcio Hipocalcemia, hipercalemia, hipermagnesemia, overdose de bloqueadores dos canais de cálcio 60 mg/kg (0,6 mL/kg) por bolus lento durante a PCR, repetir quando necessário Hidrocortisona Insuficiência suprarrenal 2 mg/kg IV por bolus (máx. 100 mg) FV/TV sem pulso, taquicardia de complexo largo (com pulso) 1 mg/kg IV/IO por bolus Manutenção: infusão IV/IO de 20 a 50 mcg/kg por minuto (repita a dose de bolus se a infusão for iniciada mais de 15 minutos após o tratamento com bolus inicial) 2 a 3 mg/kg ET Metilprednisolona Asma (estado de mal asmático), choque anafilático Ataque: 2 mg/kg IV/IO/IM (máx. 60 mg); use apenas sal acetato IM Manutenção: 0,5 mg/kg IV/IO a cada 6 horas (máx. 120 mg/d) Milrinona Disfunção miocárdica e RVS/RVP aumentada Dose de ataque: 50 mcg/kg IV/IO durante 10 a 60 minutos seguida por 0,25 a 0,75 mcg/kg por minuto por infusão IV/IO Naloxona Reversão narcótica (opiácea) Reversão total necessária (para toxicidade narcótica decorrente de overdose): 0,1 mg/kg bolus IV/IO/IM/SC a cada 2 minutos, quando necessário (máx. 2 mg) Reversão total não necessária (por exemplo, para depressão respiratória associada ao uso narcótico terapêutico): 1 a 5 mcg/kg IV/IO/IM/SC; titular para o efeito desejado Manter reversão: 0,002 a 0,16 mg/kg por hora via infusão IV/IO Nitroglicerina Insuficiência cardíaca, choque cardiogênico Inicie a infusão IV/IO em 0,25 a 0,5 mcg/kg por minuto; titule em 1 mcg/kg por minuto a cada 15 a 20 minutos, conforme tolerado. A faixa de dosagem típica é 1 a 5 mcg/kg por minuto (máx. 10 mcg/kg por minuto) Em adolescentes, comece com 5 a 10 mcg por minuto (não por quilograma por minuto) e aumente até o máx. de 200 mcg por minuto Nitroprussiato Choque cardiogênico (isto é, associado à alta RVS), hipertensão grave Dose inicial de 0,3 a 1 mcg/kg por minuto; em seguida, titule até 8 mcg/kg por minuto, quando necessário Noradrenalina Choque hipotensivo (geralmente distributivo) (isto é, baixa RVS e refratário a fluidos) 0,05 a 0,5 mcg/kg por minuto IV/IO infusion (*A faixa de dosagem do limite superior pode ser altamente variável e deve ser baseada em cenários clínicos); titular até o efeito desejado Prostaglandina Doença cardíaca congênita dependente do canal arterial (todas as formas) (PGE) 0,05 0,1 mcg/kg por minuto em infusão IV/IO inicialmente, em seguida, 0,01 a 0,05 mcg/kg por minuto IV/IO Sulfato de atropina Bradicardia (sintomática) 0,02 mg/kg IV/IO (dose máxima única de 0,5 é possível repetir a dose uma vez a cada 3 a 5 minutos, dose total máx. de 1 mg para crianças e de 3 mg para adolescentes 0,04 a 0,06 mg/kg ET Toxinas/overdose (p.ex., organofosfato, carbamato)Rosa Roxo Vermelho Amarelo Branco Azul 4 kg 5 kg 10 a 11 kg Laranja Verde Zona 6 a 7 kg 8a9Algoritmo de PCR pediátrica 1 Inicie a RCP Inicie a ventilação com bolsa-máscara e forneça oxigênio Coloque o monitor/desfibrilador Sim Não Ritmo chocável? 2 9 FV/TVSP Assistolia/AESP Choque Epinefrina 3 imediatamente 4 10 RCP 2 min RCP 2 min Acesso IV/IO Acesso IV/IO Epinefrina a cada 3 a 5 min Considere via aérea avançada e capnografia Não Ritmo chocável? Sim Ritmo Sim 5 Choque chocável? Não 6 RCP 2 min Epinefrina a cada 3 a 5 min 11 Considere via aérea avançada, RCP 2 min Trate causas reversíveis Ritmo Não chocável? Não Sim Sim Ritmo chocável? 7 Choque 8 RCP 2 min Amiodarona ou Trate causas reversíveis 12 Se não houver sinal de retorno da circulação Vá para 7. espontânea (RCE), vá para 10 Se houver RCE, vá para a lista de verificação de cuidados pós-PCR Digitalizado com CamScannerdos algoritmos de PCR em pediatria Tratamento medicamentoso Qualidade da RCP (continuação) Comprima com força do diâmetro Dose de amiodarona: bolus de torácico anteroposterior) e rapidez (100 a 120/min) e aguarde o retorno 5 mg/kg durante a PCR. Pode ser repetida em um total de até 3 doses total do tórax Minimize as interrupções nas para FV/TV sem pulso refratária ou compressões Alterne os responsáveis pelas dose IV/IO: Inicial: dose de compressões a cada 2 minutos ou ataque de 1 mg/kg antes, em caso de cansaço Se estiver sem via aérea avançada, Via aérea avançada relação compressão-ventilação de 15:2 Intubação endotraqueal ou via aérea Se tiver via aérea avançada, administre avançada supraglótica compressões contínuas e uma Capnografia com forma de onda ou ventilação a cada 2 a 3 segundos capnometria para confirmar e monitorar Carga do choque para desfibrilação o posicionamento do tubo ET Primeiro choque 2 J/kg Causas reversíveis Segundo choque 4 J/kg Choques posteriores J/kg, máximo Hipovolemia de 10 J/kg ou dose para adulto Hipóxia Hidrogênio (acidemia) Tratamento medicamentoso Hipoglicemia Hipo/hipercalemia Dose IV/IO de epinefrina: Hipotermia 0,01 mg/kg (0,1 mL/kg da concentração hipertensivo de 0,1 mg/mL). Tamponamento, cardíaco Dose máxima de 1 mg. Toxinas Repita a cada 3 a 5 minutos. Trombose, pulmonar Se não tiver acesso IV/IO, pode-se Trombose, coronária administrar dose endotraqueal: 0,1 mg/kg (0,1 mL/kg da concentração de 1 mg/mL). Tamanho estimado do tubo endotraqueal A fórmula para estimar o tamanho adequado do tubo endotraqueal (diâmetro interno [d.i.]) para crianças de 2 a 10 anos de idade, com base na idade da criança: Tamanho do tubo endotraqueal sem cuff (d.i. em mm) = (idade em anos/4)+4 A fórmula para a estimativa do tamanho de um tubo endotraqueal com cuff é a seguinte: Tamanho do tubo endotraqueal com cuff (d.i. em mm) = (idade em anos/4)+3,5 A pressão habitual de insuflação do cuff deve serAlgoritmo de bradicardia pediátrica com pulso Paciente com bradicardia Comprometimento cardiopulmonar? Estado mental Não agudamente alterado Sinais de choque Hipotensão Sim Mantenha a sequência ABC Avaliação e suporte Considere oxigênio Observe Mantenha as vias aéreas patentes Ajude na respiração com ventilação com pressão ECG de 12 eletrodos Identifique e trate as positiva e oxigênio, conforme necessário causas subjacentes Monitor cardíaco para identificar ritmo; monitore o pulso, a pressão arterial e a oximetria Inicie a RCP, se FCAlgoritmo de taquicardia pediátrica com pulso Avaliação e suporte iniciais Doses/detalhes Mantenha as vias aéreas patentes e auxilie a respiração, conforme necessário Cardioversão Administre oxigênio sincronizada Monitor cardíaco para identificar ritmo; monitore o pulso, a pressão Comece com arterial e a oximetria 0,5 a 1 se Acesso IV/IO ineficaz, aumente ECG de 12 eletrodos, se disponível para 2 J/kg. Aplique sedação, se necessário, Provável taquicardia mas não atrase a Avalie o ritmo com sinusal se cardioversão. ECG de 12 eletrodos Ondas P presentes/ ou monitor Tratamento normais medicamentoso Intervalo RR variável Bebês: frequência Dose IO/IV de geralmente 0,09 s) (0,09 s) do QRS. do QRS. Provável taquicardia Possível Provável taquicardia Possível supraventricular taquicardia supraventricular taquicardia Ondas P ausentes/ ventricular Ondas P ausentes/ ventricular anormais anormais Intervalo RR não Intervalo RR não variável variável Bebês: frequência Bebês: frequência geralmente geralmente 220/min 220/min Cardioversão sincronizada Crianças: frequência Crianças: frequência É recomendável geralmente 180/min Se o ritmo for geralmente consultar um Histórico de regular e o QRS 180/min especialista, Histórico de alterações abruptas antes de realizar na frequência consideare alterações abruptas tratamento adenosina. na frequência medicamentoso adicional. Considere manobras vagais. Se houver acesso IV/IO, administre adenosina Recomenda-se ou Se o acesso IV/IO não estiver disponível, consultar um Se houver acesso ou se a adenosina for ineficaz, execute a especialista. cardioversão sincronizada IV/IO, administre adenosina. Digitalizado com CamScannerAlgoritmo de SAVP para tratamento do choque após RCE Estimativa das Otimizar a Ventilação e a Oxigenação Necessidades de Fluido Titule para manter a saturação de oxi-hemoglobina em 94%-99% (ou de acordo com o estado do paciente); de Manutenção se possível, descontinue se a saturação for Bebês 10 kg: Considere colocação de via aérea avançada e capnografia 4 mL/kg por hora com forma de onda. Se possível, busque um apropriado ao estado Exemplo: Para um bebê de do paciente e restrinja a exposição à hipercapnia ou 8 kg, velocidade de infusão hipocapnia de fluido estimada de manutenção = 4 mL/kg por hora 8 kg = 32 mL por hora Crianças com 10 a 20 kg: Avalie se há choque Possíveis fatores causais 40 mL/kg por hora + persistente e trate-o Hipovolemia 2 mL/kg por hora para cada Identifique e trate fatores causais. Hipóxia kg acima de 10 kg Considere bolus de hidrogênio (acidose) Exemplo: Para uma criança de 20 mL/kg EV/ Hipoglicemia de 15 kg, velocidade de IO cristaloide Hipo/hipercalemia infusão de fluido estimada Considere Hipotermia de manutenção bolus menores Pneumotórax hipertensivo 40 mL por hora (p. ex., 10 mL/kg), Tamponamento, cardíaco Toxinas + (2 mL/kg por hora 5 kg) se houver suspeita Trombose, pulmonar = 50 mL por hora de função cardíaca comprometida. Trombose, coronária Crianças >20 kg: Considere a Trauma 60 mL/kg por hora + necessidade de 1 mL/kg por hora para suporte inotrópico cada kg acima de 20 kg e/ou vasopressor para Exemplo: Para uma criança choque refratário a fluidos. de 28 kg, velocidade de infusão de fluido estimada de manutenção 60 mL por hora + (1 mL/kg por hora 8 kg) = 68 mL por hora Choque hipotensivo Choque normotensivo Após a estabilização inicial, Epinefrina Epinefrina Noradrenalina Milrinona* ajuste a taxa e a composição dos fluidos intravenosos segundo o estado clínico e o estado de hidratação do paciente. Em geral, forneça uma infusão contínua de Monitore e trate agitação e convulsões. Monitore e trate hipoglicemia. solução contendo dextrose Avalie a gasometria, os eletrólitos séricos e o cálcio no para bebês. Evite soluções sangue. hipotônicas em crianças Se o paciente permanecer comatoso após a ressuscitação de criticamente enfermas; para uma PCR, mantenha o controle direcionado da temperatura, a maioria dos pacientes, incluindo tratamento agressivo da febre. use fluido isotônico, como Considere consultar um centro de tratamento terciário e solução salina normal transportar o paciente para esse local. (0,9% ou solução de Ringer-Lactato com ou sem *A milrinona pode causar hipotensão. Portanto, seu uso e início dextrose, segundo o estado geralmente devem ser reservados a pessoas com experiência em clínico da criança. seu uso, início e efeitos colaterais (p. ex., equipe de UTI). Digitalizado com CamScannerComponentes dos cuidados pós-PCR Oxigenação e ventilação Verificar Meça a oxigenação e tenha como meta a normoxemia entre 94% e 99% (ou a saturação de oxigênio normal/adequada da criança). Meça e tenha como meta uma adequada para o quadro subjacente do paciente e limite a exposição à hipocapnia ou hipercapnia grave. Monitorização hemodinâmica Defina metas hemodinâmicas específicas durante os cuidados pós-PCR e revise diariamente. Monitore com telemetria cardíaca. Monitore a pressão arterial. Monitore o lactato sérico, o débito urinário e a saturação de oxigênio venoso central para ajudar a orientar os tratamentos. Use bolus de fluidos parenterais com ou sem inotrópicos ou vasopressores para manter a pressão arterial sistólica maior que o quinto percentil para idade e sexo. Controle direcionado da temperatura Meça e monitore continuamente a temperatura central. Evite e trate a febre imediatamente depois da PCR e durante o reaquecimento. Se o paciente estiver comatoso, aplique o controle direcionado de temperatura (32° C a 34° C) seguido por (36° C a 37,5° C) ou apenas controle direcionado de temperatura C a 37,5° C). Evite os calafrios. Monitore a pressão arterial e trate a hipotensão durante o reaquecimento. Neuromonitoramento Se o paciente tiver encefalopatia e os recursos estiverem disponíveis, monitore com eletroencefalograma contínuo. Trate as convulsões. Considere exames de imagens do cérebro logo no início para diagnosticar as causas tratáveis da PCR. Eletrólitos e glicose Meça a glicemia e evite a hipoglicemia. Mantenha os eletrólitos nas faixas normais para evitar possíveis arritmias potencialmente fatais. Sedação Trate com sedativos e ansiolíticos. Prognóstico Sempre considere várias modalidades (clínicas e outras) em vez de um único fator preditivo. Lembre-se de que as avaliações podem ser modificadas por controle direcionado de temperatura ou por hipotermia induzida. Considere eletroencefalograma em conjunto com outros fatores no período de 7 dias depois da PCR. Considere exames de imagens neurológicas, como ressonância magnética, durante os primeiros 7 dias. Digitalizado com CamScanner