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WBA1530_v1.0
Farmacologia em terapia 
intensiva
Terapia Cardiovascular em UTI
Aspectos gerais das drogas vasoativas
Bloco 1
Danieli J. Garbuio
Vamos refletir?
Qual é o papel do enfermeiro na administração 
de drogas vasoativas e antiarrítmicas em 
pacientes criticamente enfermos e 
hemodinamicamente instáveis na Unidade de 
Terapia Intensiva?
Considerações iniciais
• Alterações hemodinâmicas em pacientes críticos: 
débito cardíaco inadequado e distribuição irregular do 
fluxo sanguíneo.
• Consequências das alterações: hipoperfusão de órgãos 
e tecidos, disfunções celulares e estado de choque.
• Mecanismos de regulação hemodinâmica: atuação do 
sistema nervoso autônomo.
Sistema nervoso autônomo
Parassimpático
• Acetilcolina.
• Receptores 
dopaminérgicos.
Simpático
• Noradrenalina.
• Receptores alfa 
e beta.
Responsável pelo controle das funções 
viscerais do organismo
Receptores
Vasodilatação renal, 
mesentérica e 
coronária
Alfa 1
Alfa 2
Beta 1
Beta 2
Dopa
Vasoconstrição
 Resistência 
vascular
Vasodilatação
 Resistência 
vascular
 Broncodilatação
Inibição da 
liberação de 
noradrenalina
Taquicardia
 Força de 
contratilidade do 
miocárdio
Papel das DVAs na regulação hemodinâmica
• DVAs são catecolaminas que interagem com 
receptores adrenérgicos alfa, beta e dopaminérgicos.
• Afetam o sistema nervoso autônomo vascular, 
pulmonar e cardíaco.
Inotrópicos Cronotrópicos Vasopressores
Vasodilatadores
Cuidados gerais com as DVAs
• Administradas em infusão contínua.
• Preferência por cateter central.
• Ajuste gradual da dose.
• Desmame cauteloso.
Terapia Cardiovascular em UTI
Drogas vasoativas
Bloco 2
Danieli J. Garbuio
Noradrenalina
Alfa 1.
Beta 2.
 Pressão arterial.
 Leve ritmo cardíaco. 
 Fluxo coronariano.
Início de ação imediato.
Metabolismo hepático.
Excreção renal.
Meia-vida de 2 a 2,5 minutos.
Choque séptico.
Insuficiência cardíaca.
Hipotensão severa.
Receptores Ação
Indicação Farmacocinética
Efeitos adversos da noradrenalina
• Vasoconstrição periférica intensa.
• Hipertensão acentuada.
• Hiperglicemia.
• Taquicardia.
Dopamina
Dopaminérgicos.
Beta 1.
Alfa 1.
Efeito dose-dependente.
Início de ação imediato.
Metabolismo hepático.
Excreção renal.
Meia-vida de 2 minutos.
Tratamento do choque.
Disfunção cardíaca com 
bradicardia.
Receptores Ação
Indicação Farmacocinética
Ação da dopamina conforme a dose
Vasodilatação 
mesentérica e 
renal, aumentando 
a diurese
Baixa
Efeitos inotrópicos 
e cronotrópicos 
positivos
Moderada
Efeito vasopressor, 
aumento da 
resistência vascular 
sistêmica
Alta
Efeitos adversos da dopamina
• Arritmias cardíacas.
• Angina.
• Náuseas e vômitos.
• Cefaleia.
• Hipertensão acentuada.
• Vasoconstrição periférica intensa.
Adrenalina
Alfa 1.
Alfa 2.
Beta 1. 
 Pressão arterial.
 Frequência cardíaca. 
Broncodilatação.
Rápida inativação pelas 
enzimas hepáticas e meia-
vida curta.
Parada cardiorrespiratória.
Broncoespasmo severo.
Reação anafilática.
Hipotensão refratária.
Bradicardia.
Receptores Ação
Indicação Farmacocinética
Efeitos adversos da adrenalina
• Intensa vasoconstrição.
• Arritmias cardíacas.
• Aumento do consumo de oxigênio pelo miocárdio.
• Ansiedade.
• Hiperglicemia.
• Redução do fluxo esplênico.
• Diminuição da taxa de filtração glomerular.
Vasopressina
V1.
V2. 
 Pressão arterial.
 Produção de urina.
Início de ação imediato.
Metabolismo hepático.
Excreção renal.
Meia-vida de 10 a 20 
minutos.
Uso complementar diante 
de choque refratário.
Receptores Ação
Indicação Farmacocinética
Efeitos adversos da vasopressina
• Bradicardia.
• Arritmias cardíacas.
• Isquemia cardíaca.
Dobutamina
Beta 1.
Beta 2.
 Inotropismo.
 Vasodilatação.
 Débito cardíaco.
Ação entre 1 a 5 minutos.
Metabolismo hepático.
Excreção renal.
Meia-vida de 2 minutos.
Insuficiência cardíaca 
descompensada.
Choque cardiogênico.
Receptores Ação
Indicação Farmacocinética
Efeitos adversos da dobutamina
• Arritmias cardíacas.
• Hipotensão.
• Angina.
Nitroglicerina
Músculos lisos dos vasos 
sanguíneos.
Vasodilatação venosa.
Vasodilatação coronariana.
Vasodilatação arterial.
Ação entre 1 a 3 minutos.
Metabolismo hepático.
Excreção renal.
Meia-vida de 10 minutos.
Congestão pulmonar 
associada à insuficiência 
cardíaca e síndrome 
coronariana aguda.
Local de ação Ação
Indicação Farmacocinética
Efeitos adversos da nitroglicerina
• Cefaleia.
• Hipotensão, especialmente em pacientes com 
hipovolemia.
• Taquicardia.
Nitroprussiato de sódio
Musculatura arteriolar e 
venosa.
Rápida redução da pré e 
da pós-carga.
Ação em 30 segundos.
Metabolismo hepático.
Excreção renal.
Meia-vida de 3 a 4 
minutos.
Tratamento de 
emergências 
hipertensivas.
Local de ação Ação
Indicação Farmacocinética
Efeitos adversos do nitroprussiato de sódio
• Hipotensão severa.
• Cefaleia.
• Palpitação.
• Confusão mental.
• Náuseas.
• Cuidado especial: proteger contra a exposição à luz 
pelo risco de formação de cianeto. Alguns 
fabricantes orientam a troca da solução a cada 4 
horas.
Terapia Cardiovascular em UTI
Medicamentos antiarrítmicos
Diuréticos
Anticoagulantes e antiagregantes plaquetários
Bloco 3
Danieli J. Garbuio
Antiarrítmicos: amiodarona
Inibe canais iônicos de 
sódio, cálcio e potássio.
Bloqueia receptores alfa, 
beta, entre outros. 
Redução da frequência 
cardíaca.
Efeito em 7 dias. 
Metabolismo hepático.
Eliminação pelas fezes.
Meia-vida de 30 a 50 dias.
Tratamento de arritmias 
cardíacas.
Local de ação Ação
Indicação Farmacocinética
Ação da amiodarona
• Prolonga a duração do 
potencial de ação nos 
átrios e ventrículos.
• Reduz o automatismo 
sinusal. 
• Prolonga os períodos pós-
despolarização do nó 
atrioventricular.
Condução elétrica cardíaca
Fonte: Shutterstock.com. 
Cuidados na administração
Primeira dose Administrar em 10 a 30 min.
Manutenção
1 mg/min nas primeiras 6 horas.
0,5 mg/min nas próximas 18 
horas.
Continuidade Terapia via oral.
Amiodarona na parada cardiorrespiratória
Primeira 
dose
300 mg.
Segunda 
dose
150 mg.
Manutenção 
em infusão 
contínua
1 mg/min nas primeiras 6 horas.
0,5 mg/min nas próximas 18 
horas.
Efeitos adversos da amiodarona
• Metabólitos altamente lipofílicos tendem a se 
acumular nos tecidos adiposos.
• Bradicardia.
• Náuseas e vômitos.
• Sensibilidade à luz e depósitos na córnea.
• Alterações hepáticas.
• Alterações na tireoide.
• Flebite.
Antiarrítmicos: lidocaína
Inibe canais iônicos de 
sódio, cálcio e potássio.
Bloqueia receptores alfa, 
beta, entre outros. 
 Limiar de excitabilidade.
 Condução de impulsos 
pelas fibras de Purkinje.
Tratamento de arritmias 
cardíacas.
Anestésico.
Local de ação Ação
Indicação
Efeitos adversos da lidocaína
• Neurotoxicidade.
• Sonolência.
• Visão embaçada.
• Zumbido nos ouvidos.
• Tonturas.
• Convulsões.
• Depressão respiratória.
Lidocaína na parada cardiorrespiratória
Primeira 
dose
1,0 a 1,5 mg/kg 
Segunda 
dose
0,5 a 0,75 mg/kg
Manutenção 
em infusão 
contínua
0,02 a 0,05 mg/kg/min 
Diuréticos: furosemida
Segmento ascendente da 
alça de Henle.
 Excreção de íons e água.
 Diurese mesmo em 
pacientes com disfunção 
renal.
Insuficiência renal.
Insuficiência cardíaca.
Local de ação Ação
Indicação
Ação da furosemida
Estruturas do néfron
Fonte: Shutterstock.com. 
Efeitos adversos da furosemida
• Hipocalemia.
• Ototoxicidade.
• Hipomagnesemia.
Diuréticos: espironolactona
Receptores das células do 
túbulo coletor cortical.
Compete com a 
aldosterona nos 
receptores.
 Excreção de sódio.
 Diurese.
Local de ação Ação
Indicação
Ação da espironolactona
Estruturas do néfron
Fonte: Shutterstock.com. 
Efeitos adversos da espironolactona
• Hiperpotassemia.
• Acidose metabólica devido à diminuição da secreção 
de íons H+.
• Contraindicação: insuficiência renal avançada.
Anticoagulantes: heparina e enoxaparina
Mecanismo de ação da heparina e enoxaparinaFonte: Shutterstock.com. 
Inibição da trombina
Antitrombina
Considerações gerais
Heparina
• Flebite na 
administração venosa.
• Trombocitopenia.
• Hemorragias.
• Antagonista: 
protamina.
• Estreita faixa 
terapêutica.
Enoxaparina
• Meia-vida mais longa 
que a heparina.
• Restrição de uso em 
pacientes com 
disfunção renal.
• Não afeta o TTPa.
Monitoramento terapêutico
Heparina
• Medida do tempo de 
tromboplastina parcial 
ativada (TTPa). 
Enoxaparina
• Monitorização é 
recomendada para 
ajuste da dose.
• Medida 4 horas após a 
administração.
Antiagregantes plaquetários
Inibição da Cox.
 Produção de 
tromboxano. 
 Agregação das 
plaquetas.
Inibe a formação de 
coágulos sanguíneos 
desencadeados pelas 
plaquetas.
Inibir a formação de 
coágulos sem afetar os 
outros processos de 
coagulação. 
Local de ação Ação
Indicação
Teoria em prática
Terapia Cardiovascular em UTI
Bloco 4
Danieli J. Garbuio
Reflita sobre a seguinte situação
Um enfermeiro está responsável pela assistência de um paciente 
pós-parada cardiorrespiratória (PCR) e está em uso de drogas 
vasoativas e antiarrítmicos. O paciente apresenta instabilidade 
hemodinâmica e arritmias frequentes, o que requer 
monitoramento constante e intervenções rápidas por parte do 
enfermeiro.
Reflita sobre a seguinte situação
Durante a administração das drogas vasoativas, o enfermeiro 
percebe que a pressão arterial do paciente está diminuindo. O 
enfermeiro precisa agir com rapidez para estabilizar o paciente, 
ajustando as doses das drogas vasoativas, como a noradrenalina e 
dopamina, além de monitorizar a administração da amiodarona, de 
acordo com as necessidades do paciente e as orientações médicas.
Quais cuidados devem ser observados em relação aos 
medicamentos vasoativos e antiarrítmicos nessa situação?
Norte para a resolução
Noradrenalina
• Deve ser ajustada gradualmente para estabilizar a pressão 
arterial.
• Atua aumentando a pressão arterial e o ritmo cardíaco de 
forma leve, além do fluxo coronariano.
• Informar-se sobre a dose máxima a ser infundida.
Norte para a resolução
Dopamina
• Cuidado extremo no ajuste da dose.
• Doses baixas: vasodilatação mesentérica e renal, 
aumentando a diurese.
• Doses moderadas: efeitos inotrópicos e cronotrópicos 
positivos.
• Doses elevadas: efeito vasopressor, resultando em 
aumento da resistência vascular sistêmica.
Norte para a resolução
Amiodarona
• PCR: duas doses em bolus.
• 300 mg.
• 150 mg.
• Pós-PCR: infusão contínua.
• 1 mg/min nas primeiras 6 horas.
• 0,5 mg/min durante as próximas 18 horas.
Norte para a resolução
Outros cuidados
• Resposta do paciente.
• Monitorização dos sinais vitais.
• Avaliar ritmo cardíaco constantemente.
• Garantir o preparo adequado dos medicamentos.
• Realizar ajuste gradual dos medicamentos.
• Observar a programação da bomba de infusão.
• Garantir permeabilidade do acesso vascular.
• Discutir com a equipe sobre a necessidade de associação 
com adrenalina e vasopressina.
Consolidando o aprendizado
Terapia Cardiovascular em UTI
Bloco 5
Danieli J. Garbuio
Consolidando o aprendizado
• Drogas vasoativas.
• Medicamentos antiarrítmicos.
• Diuréticos.
• Anticoagulantes.
• Antiagregantes plaquetários.
Quiz
A B
C D
Qual medicamento apresenta efeitos 
dependentes da dose administrada e que se liga a 
receptores adrenérgicos e colinérgicos?
Noradrenalina. Dopamina.
Dobutamina. Amiodarona.
Quiz
A B
C D
Qual medicamento apresenta efeitos 
dependentes da dose administrada e que se liga a 
receptores adrenérgicos e colinérgicos?
Noradrenalina. Dopamina.
Dobutamina. Amiodarona.
Quiz – Resolução
B) Dopamina.
• É um medicamento que interage com receptores 
dopaminérgicos e adrenérgicos com efeitos dependentes 
da dose administrada.
• Doses baixas: vasodilatação mesentérica e renal, 
aumentando a diurese.
• Doses moderadas: efeitos inotrópicos e cronotrópicos 
positivos.
• Doses elevadas: efeito vasopressor, resultando em 
aumento da resistência vascular sistêmica.
Leitura Fundamental
Prezado estudante, as indicações a seguir podem estar disponíveis 
em algum dos parceiros da nossa Biblioteca Virtual (faça o login por 
meio do seu AVA), e outras podem estar disponíveis em sites 
acadêmicos (como o SciELO), repositórios de instituições públicas, 
órgãos públicos, anais de eventos científicos ou periódicos 
científicos, todos acessíveis pela internet.
Isso não significa que o protagonismo da sua jornada de 
autodesenvolvimento deva mudar de foco. Reconhecemos que 
você é a autoridade máxima da sua própria vida e deve, portanto, 
assumir uma postura autônoma nos estudos e na construção da 
sua carreira profissional.
Por isso, nós o convidamos a explorar todas as possibilidades da 
nossa Biblioteca Virtual e além! Sucesso!
Indicação de leitura 1
Este artigo de revisão de literatura teve como 
objetivo mapear os principais cuidados de enfermagem na 
administração de drogas vasoativas em pacientes na UTI.
Referência
COSTA JUNIOR, V. A. da et al. Cuidados de enfermagem na 
administração de drogas vasoativas em Unidade de Terapia 
Intensiva: uma revisão integrativa. Research, Society and 
Development, v. 11, n. 10, p. e149111032453, 2022. 
Indicação de leitura 2
Este artigo teve como objetivo analisar o uso de 
medicamentos antiarrítmicos em pacientes idosos 
internados em uma Unidade de Terapia Intensiva 
Coronariana.
Referência 
AIRES, M. E. M. G. R. et al. Análise do uso de 
antiarrítmicos potencialmente inapropriados em Idosos 
hospitalizados em uma unidade coronariana. Rev. 
Ciênc. Saúde Nova Esperança, João Pessoa, v. 20, n. 1, 
p. 24-33, 2022. 
Referências
AIRES, M. E. M. G. R. et al. Análise do uso de antiarrítmicos potencialmente 
inapropriados em Idosos hospitalizados em uma unidade coronariana. Rev. 
Ciênc. Saúde Nova Esperança, João Pessoa, v. 20, n. 1, p. 24-33, 2022. 
ALMEIDA, L. M. et al. Diuréticos: um artigo de revisão. Revista Científica 
Fagoc Saúde, v. II, 2017. Disponível em: https://acesse.dev/Yzg9r . Acesso em: 
27 mar. 2024.
COSTA JUNIOR, V. A. da et al. Cuidados de enfermagem na administração de 
drogas vasoativas em Unidade de Terapia Intensiva: uma revisão integrativa. 
Research, Society and Development, v. 11, n. 10, p. e149111032453, 2022. 
FALCÃO, L. F. R.; MACEDO, G. L. Farmacologia Aplicada em Medicina 
Intensiva. São Paulo: Roca, 2011. 
MURAKAMI, Beatriz Murata; SANTOS, Eduarda Ribeiro dos. Enfermagem em 
terapia intensiva. 2. ed. Barueri: Manole, 2017. 
Referências
SBC. Sociedade Brasileira de Cardiologia. Atualização da Diretriz de 
Prevenção Cardiovascular da Sociedade Brasileira de Cardiologia – 2019. 
Arq Bras Cardiol., v. 4, n. 113, p. 787-891. 2019. Disponível em: 
https://go.aws/343U5k0. Acesso em: 29 mar. 2024.
VIANA, I. Y. W.; ZANEI, S. S. V. Enfermagem em terapia intensiva: práticas e 
vivências. 2. ed. Porto Alegre: Artmed, 2020. 
Bons estudos!
	Slide 1: Farmacologia em terapia intensiva
	Slide 2: Terapia Cardiovascular em UTI
	Slide 3
	Slide 4: Considerações iniciais
	Slide 5: Sistema nervoso autônomo
	Slide 6: Receptores
	Slide 7: Papel das DVAs na regulação hemodinâmica
	Slide 8: Cuidados gerais com as DVAs
	Slide 9: Terapia Cardiovascular em UTI
	Slide 10: Noradrenalina
	Slide 11: Efeitos adversos da noradrenalina
	Slide 12: Dopamina
	Slide 13: Ação da dopamina conforme a dose
	Slide 14: Efeitos adversos da dopamina
	Slide 15: Adrenalina
	Slide 16: Efeitos adversos da adrenalina
	Slide 17: Vasopressina
	Slide 18: Efeitos adversos da vasopressina
	Slide 19: Dobutamina
	Slide 20: Efeitos adversos da dobutamina
	Slide 21: Nitroglicerina
	Slide 22: Efeitos adversos da nitroglicerina
	Slide 23: Nitroprussiato de sódio
	Slide 24: Efeitos adversos do nitroprussiato de sódio
	Slide 25: Terapia Cardiovascular em UTI
	Slide 26: Antiarrítmicos: amiodarona
	Slide 27: Ação da amiodarona
	Slide 28: Cuidados na administração
	Slide 29: Amiodarona na parada cardiorrespiratóriaSlide 30: Efeitos adversos da amiodarona
	Slide 31: Antiarrítmicos: lidocaína
	Slide 32: Efeitos adversos da lidocaína
	Slide 33: Lidocaína na parada cardiorrespiratória
	Slide 34: Diuréticos: furosemida
	Slide 35: Ação da furosemida
	Slide 36: Efeitos adversos da furosemida
	Slide 37: Diuréticos: espironolactona
	Slide 38: Ação da espironolactona
	Slide 39: Efeitos adversos da espironolactona
	Slide 40: Anticoagulantes: heparina e enoxaparina
	Slide 41: Considerações gerais
	Slide 42: Monitoramento terapêutico
	Slide 43: Antiagregantes plaquetários
	Slide 44: Terapia Cardiovascular em UTI
	Slide 45
	Slide 46
	Slide 47
	Slide 48
	Slide 49
	Slide 50
	Slide 51: Terapia Cardiovascular em UTI
	Slide 52
	Slide 53
	Slide 54
	Slide 55
	Slide 56
	Slide 57: Indicação de leitura 1
	Slide 58: Indicação de leitura 2
	Slide 59
	Slide 60
	Slide 61: Bons estudos!

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