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UNIVERSIDADE FEDERAL DA BAHIA FACULDADE DE ARQUITETURA NÚCLEO DE EXPRESSÃO GRÁFICA, SIMULAÇÃO, PROJETO E PLANEJAMENTO D HIPERBOLÓIDE D D UNIVERSIDADE FEDERAL DA BAHIA FACULDADE DE ARQUITETURA NÚCLEO DE EXPRESSÃO GRÁFICA, SIMULAÇÃO, PROJETO E PLANEJAMENTO São chamadas SUPERFÍCIES DE REVOLUÇÃO aquelas originadas pelo giro de uma linha, reta ou curva, em torno de uma reta fixa, o eixo da superfície, os quais estão sempre no mesmo plano. D D UNIVERSIDADE FEDERAL DA BAHIA FACULDADE DE ARQUITETURA NÚCLEO DE EXPRESSÃO GRÁFICA, SIMULAÇÃO, PROJETO E PLANEJAMENTO SUPERFÍCIES DE REVOLUÇÃO Classificação: - SUPERFÍCIES DESENVOLVÍVEIS . CÔNICAS . CILÍNDRICAS - SUPERFÍCIES NÃO DESENVOLVÍVEIS . ESFERA . ELIPSÓIDE DE REVOLUÇÃO . PARABOLÓIDE DE REVOLUÇÃO . HIPERBOLÓIDE DE REVOLUÇÃO - SUPERFÍCIES DE CIRCUNVOLUNÇÃO . TORO CIRCULAR D HIPERBOLÓIDE DE REVOLUÇÃO D 1. DDD 2. NT .NT 4. 5. UNIVERSIDADE FEDERAL DA BAHIA FACULDADE DE ARQUITETURA NÚCLEO DE EXPRESSÃO GRÁFICA, SIMULAÇÃO, PROJETO E PLANEJAMENTO 1. O USO DA HIPERBOLÓIDE ig_01- i D 2. CONCEITO As superfícies de revolução que serão mostradas a seguir, inclusive a HIPERBOLÓIDE, possuem alguns elementos cujas definições devem ser conhecidas antes de se iniciar seu estudo propriamente dito: - MERIDIANO – curva resultante da seção feita por um plano que passa pelo eixo da superfície de revolução. - PARALELO – curva resultante da seção feita por um plano perpendicular ao eixo da superfície de revolução. - EQUADOR – paralelo de maior tamanho possível obtido numa superfície de revolução. paralelo D 2. CONCEITO É obtido pelo giro de uma hipérbole em torno de um de seus eixos. Se o giro for em torno de seu eixo real (eixo transverso) tem-se uma HIPÉRBOLE DE 2 FOLHAS. Se o giro for em torno de seu eixo imaginário, tem-se a HIPÉRBOLE DE UMA FOLHA. D 2. CONCEITO (ELEMENTOS) • CÍRCULO DE GOLA – paralelo de menor tamanho possível obtido numa superfície de revolução. • CONE ASSINTÓTICO – cone de revolução gerado pelas assíntotas da hipérbole geratriz de um hipérbole geratriz de um hiperbolóide de uma folha. D 2. CONCEITO HIPERBOLÓIDE DE REVOLUÇÃO DE UMA FOLHA É gerado em torno de um eixo vertical. Tem como Projeção Horizontal – o círculo de gola e os paralelos limites duas circunferências que são os paralelos obtidos através da seção feita pelos planos limites, perpendiculares ao eixo. Sua Projeção Vertical corresponde a hipérbole geratriz, em verdadeira grandeza. D 2. CONCEITO HIPERBOLÓIDE DE REVOLUÇÃO DE UMA FOLHA As projeções do CONE ASSINTÓTICO são obtidas através da seção feita por um plano paralelo ao eixo e tangente ao círculo de gola, que determina as assíntotas da hipérbole e que, por sua vez, correspondem às projeções frontais da geratriz do cone. Estas assíntotas cortam-se no centro da projeção vertical do círculo de gola. D 2. CONCEITO (SEÇÕES) Dependendo do ângulo do plano secante em relação ao eixo da superfície e o semi-ângulo do vértice do cone assintótico as seções em um hiperbolóide podem ser: •PARABÓLICA – igualdade entre esses ângulos. •HIPERBÓLICA – se o ângulo do plano secante em relação ao eixo for menor que o semi-ângulo do vértice do cone assintótico. •ELÍPTICA - se o ângulo do plano secante em relação ao eixo for maior que o semi-ângulo do vértice do cone assintótico. •Uma CIRCUNFERÊNCIA – se o plano secante for perpendicular ao eixo de geração da superfície. D 2. CONCEITO (ELEMENTOS) D FF’ – Distância Focal A e A’ – Vértices da Hipérbole AA’ – Eixo Real ou Eixo Transverso. AA’ + 2a onde a = OA = OA’ BB’ – Eixo Imaginário ou Eixo Conjugado. BB’ = 2b onde b é definido pela relação de Pitágoras c2 = a2 + b2 θ – Abertura da Hipérbole Assíntotas ou Cone Assintótico – Retas r e s. A tendência da hipérbole é tangenciar suas assíntotas no infinito. Hipérbole Equilátera a = b. As assíntotas são perpendiculares entre si e a abertura da hipérbole igual a 45°. 3. REPRESENTAÇÃO EM ÉPURA D 3. REPRESENTAÇÃO EM ÉPURA Paralelo Limite Superior Paralelo Limite Inferior Círculo de Gola Assíntotas (cone assintótico) Meridiano de Frente (geratriz) Meridiano de Frente (geratriz) Meridiano de Frente (geratriz) Paralelo Limite Inferior Paralelo Limite Superior D 4. EXERCÍCIOS i01 D 01 - Determinar a curva da seção feita por um plano dado por seus traços, no hiperbolóide de revolução de uma folha. Dados: Hiperbolóide – Raio do círculo de gola = 1,5 cm Centro da gola (O) (6 ; 4,5 ; 4,5) Distância Focal = 5,0 cm Cota do Eixo Transverso = 4,5 cm Cota do plano limite superior da superfície = 7,5 cm Plano Secante – Ponto de encontro dos traços = 1,0 cm Traço Vertical: 45 graus Traço Horizontal: - 60 graus 4. EXERCÍCIOSi01 Representar o hiperbolóide, tendo como projeção vertical a hipérbole geratriz e como projeção horizontal três paralelos – o paralelo resultante da interseção da geratriz com o PHp, o círculo de gola e o paralelo de interseção da geratriz com o plano limite da superfície. D 4. EXERCÍCIOS i01 D Com a medida de A ate o primeiro segmento e com centro em F traçar arcos. Estes farão interseção com os arcos formados pelo traçado da medida de B ate o primeiro segmento com cento em F’. Fazer isso para ambos os lados. 4. EXERCÍCIOS i01 D 4. EXERCÍCIOS i01 D D 4. EXERCÍCIOS i01 4. EXERCÍCIOS i01 D 4. EXERCÍCIOS i01 D Traçar o plano qualquer 4. EXERCÍCIOS i01 D Fazer mudança de plano vertical, transformando o plano qualquer em topo. Traçar a nova projeção vertical. Utilizar planos auxiliares paralelos a parábola e suas projeções horizontais para achar a projeção horizontal da seção. D 4. EXERCÍCIOS i01 D Traçar a VG 4. EXERCÍCIOS i01 D Traçar a projeção vertical da seção. 4. EXERCÍCIOS T fn D Visibilidade Traçar a reta frontal que pertence ao plano secante, para encontrar os limites da seção na projeção vertical 4. EXERCÍCIOS i02 02 - Determinar a curva da seção e a VG feita por um plano dado por seus traços, no hiperbolóide de revolução de uma folha, de eixo não transverso vertical. Dados: Hiperbolóide: Eixo Transverso: (A) (4,5 ; ? ; 4) e (B) ( 7,5 ; ? ; 4) Centro da gola (O) (6 ; 3,5 ; 4) Eixo não Transverso (C) (6 ; ? ; 6,5) e (D) ( 6 ; ? ; 1,5) Cota do plano limite superior da superfície = 7 cm Plano Secante: Ponto de encontro dos traços = 0 Traço Vertical: 45 graus Traço Horizontal:- 45 graus 4. EXERCÍCIOS i004 5. BIBLIOGRAFIA / FONTE DAS IMAGENS N, n ngi pi ; , nni v ; D, hiin i; D, ib nz. pfi. v; Q// qi/Dpn i pn, 1999. g. 67 106. DT: b: f. n n hini f. in i ig h T DZD D DN Q051 - , D D D QTT N N DD D QTT D . i iz: b 2018