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UNIVERSIDADE PAULISTA VITÓRIA RAMOS GADELHA - RA: 2444105 RELATÓRIO DE AULAS PRÁTICAS CURSO: NUTRIÇÃO DISCIPLINA: MICROBIOLOGIA DOS ALIMENTOS PROFESSORA: DRA. RENATA AQUINO ZANI POLO DE MATRÍCULA: POMPEU - LIMEIRA POLO DE PRÁTICA: LIMEIRA DATA DAS AULAS PRÁTICAS: 08/02/2025 08/03/2025 05/04/2025 03/05/2025 SÃO PAULO 2025 SUMÁRIO ATIVIDADE OBRIGATÓRIA ....................................................................................... 4 ROTEIRO 1 – MORFOLOGIA E COLORAÇÃO DE BACTÉRIAS ............................. 9 1.2 Atividade I – Realização da coloração de Gram ............................................ 9 1.3 Atividade 2 – Estudo da morfologia bacteriana ............................................ 10 1.4 Respostas às questões: ................................................................................... 11 ROTEIRO 2 – DETERIORAÇÃO MICROBIANA DE ALIMENTOS .......................... 13 2.1 Introdução ........................................................................................................ 13 2.2 Procedimentos realizados ................................................................................ 13 2.3 Discussão dos resultados ................................................................................ 13 2.4 Respostas às questões: ................................................................................... 14 ROTEIRO 3 - DETERIORAÇÃO MICROBIANA DE ALIMENTOS (COM CARNE) . 16 3.1 Introdução ........................................................................................................ 16 3.2 Respostas às questões: ................................................................................... 17 ROTEIRO 4 - VIAS DE CONTAMINAÇÃO POR MANIPULADORES DE ALIMENTOS ............................................................................................................. 18 4.1 Introdução ........................................................................................................ 18 4.2 Respostas às questões: ................................................................................... 19 REFERENCIAS ......................................................................................................... 20 3 LISTA DE ILUSTRAÇÕES Figura 1 - ATIVIDADE OBRIGATÓRIA 4 .................................................................... 4 Figura 2 – ATIVIDADE OBRIGATÓRIA 5 ................................................................... 5 Figura 3 – ATIVIDADE OBRIGATÓRIA 5.1................................................................. 6 Figura 4 - ATIVIDADE OBRIGATÓRIA 6 .................................................................... 7 Figura 5 - ATIVIDADE OBRIGATÓRIA 6.1 ................................................................. 8 Figura 6 - Atividade em aula...................................................................................... 10 Figura 7 - Atividade em aula...................................................................................... 11 Figura 8 - Atividade em aula...................................................................................... 14 Figura 9 - Atividade em aula...................................................................................... 16 Figura 10 - Atividade em aula .................................................................................... 18 4 ATIVIDADE OBRIGATÓRIA Figura 1 - ATIVIDADE OBRIGATÓRIA 4 Fonte: Autoral 5 Figura 2 – ATIVIDADE OBRIGATÓRIA 5 Fonte: Autoral 6 Figura 3 – ATIVIDADE OBRIGATÓRIA 5.1 Fonte: Autoral 7 Figura 4 - ATIVIDADE OBRIGATÓRIA 6 Fonte: Autoral 8 Figura 5 - ATIVIDADE OBRIGATÓRIA 6.1 Fonte: Autoral 9 ROTEIRO 1 – MORFOLOGIA E COLORAÇÃO DE BACTÉRIAS 1.1 Introdução Durante essa aula prática, trabalhamos dois pontos essenciais na microbiologia: a observação da forma das bactérias (morfologia) e a técnica de coloração de Gram, que permite classificar esses microrganismos. Fizemos uma coleta simples da mucosa da nossa própria boca para criar uma lâmina e, em seguida, aplicamos os reagentes que fazem parte do método de Gram. Ao final, também observamos lâminas prontas com diferentes tipos de bactérias para reconhecer suas formas. 1.2 Atividade I – Realização da coloração de Gram Começamos coletando uma amostra da mucosa oral com a ajuda de uma espátula descartável. Essa amostra foi espalhada em uma lâmina de vidro formando um esfregaço circular, que deixamos secar naturalmente. Depois, passamos a lâmina rapidamente pelo fogo do bico de Bunsen para fixar o material. A coloração de Gram foi realizada em várias etapas: 1. Primeiro, aplicamos cristal violeta, que é o corante primário. 2. Em seguida, adicionamos lugol, que age como mordente, ajudando o corante a se fixar. 3. Depois, usamos álcool-acetona, que atua como agente de diferenciação. 4. Na sequência, colocamos a fucsina, que é o corante de contraste. 5. Lavamos e secamos a lâmina com cuidado, sem friccionar, e colocamos a lamínula por cima. Com o microscópio e a objetiva de imersão, conseguimos identificar se as bactérias da nossa amostra retinham o corante roxo ou não. No nosso caso, a coloração indicou a presença de bactérias Gram positivas, que ficaram com a coloração roxa característica. 10 1.3 Atividade 2 – Estudo da morfologia bacteriana Depois disso, observamos outras lâminas dispostas na bancada, cada uma com bactérias de formatos diferentes. Identificamos e classificamos conforme a morfologia: algumas eram cocos (redondinhas) e outras bacilos (alongadas). Escolhemos duas dessas lâminas e representamos os formatos visualmente, para fixar o conteúdo. Figura 6 - Atividade em aula Fonte: Autoral 11 Figura 7 - Atividade em aula Fonte: Autoral 1.4 Respostas às questões: 1. Que estrutura bacteriana está envolvida na diferenciação das bactérias nos métodos de coloração? A parede celular é a estrutura responsável pela diferenciação, pois reage de forma diferente aos corantes usados. 2. Como são classificadas as bactérias que se coram no método de coloração de Gram? São classificadas como Gram positivas, quando ficam roxas, e Gram negativas, quando ficam rosadas ou avermelhadas. 12 3. Qual o principal grupo de bactérias que não se cora no método de coloração de Gram? As micobactérias e os micoplasmas são os grupos que não se coram adequadamente com esse método. 4. O que explica a reação positiva das bactérias no método de coloração de Gram? A parede celular das Gram positivas possui uma camada espessa de peptidoglicano, que mantém o corante cristal violeta mesmo após o uso do álcool. 5. O que explica a reação negativa das bactérias no método de coloração de Gram? As Gram negativas têm uma camada de peptidoglicano mais fina e uma membrana externa rica em lipídios, o que faz com que percam o corante roxo na etapa com álcool e se corem com a fucsina. 6. Qual a cor apresentada pelas bactérias Gram positivas? Ficam com a cor roxa ou violeta. 7. Qual a cor apresentada pelas bactérias Gram negativas? Ficam com a coloração rosa ou vermelha. 13 ROTEIRO 2 – DETERIORAÇÃO MICROBIANA DE ALIMENTOS 2.1 Introdução Nesta aula, tivemos a oportunidade de ver na prática como diferentes formas de armazenamento e aditivos influenciam na conservação dos alimentos. O tema foi a deterioração microbiana, que acontece quando microrganismos se multiplicam e alteram a qualidade dos alimentos. A ideia foi comparar métodos simples de conservação usando um mesmo alimento base: o mingau. 2.2 Procedimentos realizados Primeiro, preparamoso mingau com açúcar, amido e leite no fogão. Depois, dividimos a mistura em 15 copos plásticos descartáveis. Três desses ficaram como amostra controle (sem tratamento, em temperatura ambiente). Os demais receberam tratamentos diferentes: 3 foram colocados na geladeira, 3 cobertos com uma camada de óleo, 3 com adição de vinagre, 3 tampados com filme plástico. As condições foram repetidas para garantir mais confiança nos dados. Durante cinco dias, observamos o aspecto de cada amostra, procurando sinais como mofo, mudança de cor e cheiro. 2.3 Discussão dos resultados Os copos que ficaram expostos à temperatura ambiente, principalmente os controles, foram os primeiros a apresentar mofo e cheiro ruim. O grupo que ficou na geladeira manteve a aparência e o cheiro normais por mais tempo, mostrando que o frio desacelera o crescimento microbiano. O óleo e o vinagre tiveram efeitos moderados, dificultando o contato com o ar e alterando o ambiente para os 14 microrganismos. O filme plástico reduziu a exposição, mas não foi suficiente para evitar a contaminação. Figura 8 - Atividade em aula Fonte: Autoral 2.4 Respostas às questões: 1. Fatores intrínsecos: São propriedades naturais dos alimentos, como o nível de acidez (pH), teor de água, composição nutricional e estrutura. 2. Fatores extrínsecos: São fatores que vêm de fora, como temperatura do ambiente, umidade, presença de oxigênio e condições de armazenamento. 15 3. Importância dos fatores intrínsecos: Eles determinam o quão fácil ou difícil é para os microrganismos sobreviverem e se multiplicarem. Alimentos com pH baixo e menos água, por exemplo, são menos propensos à deterioração. 4. Fontes de contaminação: Os microrganismos podem chegar aos alimentos por diversos caminhos: utensílios mal higienizados, manipulação incorreta, ambiente, água e superfícies contaminadas. 5. Microrganismos comuns: Solo: Clostridium, Bacillus Água: E. coli, Pseudomonas Vegetais: Listeria, fungos, Salmonella Intestino: E. coli, Salmonella, Shigella Mãos dos manipuladores: Staphylococcus aureus 6. Velocidade de deterioração: Depende de vários fatores, como a temperatura, umidade, tipo de alimento, se está exposto ao ar e se tem conservantes. Quanto mais favorável ao crescimento microbiano, mais rápido o alimento se deteriora. 16 ROTEIRO 3 - DETERIORAÇÃO MICROBIANA DE ALIMENTOS (COM CARNE) 3.1 Introdução Na aula de hoje, o foco foi observar como os microrganismos se desenvolvem na carne, dependendo da forma como ela é armazenada. A gente viu, na prática, como a temperatura influencia esse processo. Primeiro, usamos um pedaço de frango cru e fizemos a coleta com o swab. Depois, deixamos essa amostra em contato com caldo nutriente por 15 minutos, e estriamos em duas placas de Petri com o meio PCA. Uma das placas foi incubada a 35 ºC e a outra a 5 ºC, ambas por 7 dias. A diferença no crescimento microbiano entre as temperaturas foi bem visível — a mais quente teve um crescimento bem mais acentuado. Figura 9 - Atividade em aula Fonte: Autoral 17 3.2 Respostas às questões: 1. Eles podem ser classificados em psicrófilos (ambientes frios), mesófilos (temperatura do corpo) e termófilos (altas temperaturas). Isso ajuda a definir as melhores condições de armazenamento. 2. Patogênicos são os que podem provocar doenças, enquanto os deteriorantes alteram o alimento, mas nem sempre fazem mal. 3. Entender isso ajuda a prevenir tanto o consumo de alimentos estragados quanto de alimentos aparentemente bons, mas contaminados. 4. As carnes podem se contaminar por superfícies sujas, utensílios mal higienizados, água, mãos ou mesmo pela flora natural do animal. 18 ROTEIRO 4 - VIAS DE CONTAMINAÇÃO POR MANIPULADORES DE ALIMENTOS 4.1 Introdução A proposta da aula foi mostrar como pequenas atitudes do manipulador de alimentos, que parecem inofensivas, podem causar contaminações. A gente fez três testes bem simples para demonstrar isso. A primeira placa recebeu uma simulação de tosse, a segunda teve contato com um fio de cabelo e a terceira ficou aberta por 30 minutos no ambiente. Após Fi Figura 10 - Atividade em aula Fonte: Autoral 19 4.2 Respostas às questões: 1. Os microrganismos podem causar infecções (quando são ingeridos vivos) ou toxinfecções (quando produzem toxinas dentro do organismo). 2. Exemplos da família Enterobacteriaceae que causam DTA: E. coli, Salmonella, Shigella, entre outros. 20 REFERENCIAS FRANCO, Bernadette Dora Gombossy de Melo; LANDGRAF, Mariza. Microbiologia dos Alimentos. 2. ed. São Paulo: Atheneu, 2008. JAY, James M.; LOESSNER, Martin J.; GOLDEN, David A. Microbiologia dos Alimentos. 7. ed. Porto Alegre: Artmed, 2005. FONSECA, Gustavo Garcia da; SILVA, Nelson Pereira da. Microbiologia Aplicada à Indústria de Alimentos. 3. ed. Viçosa: UFV, 2012. TORTORA, Gerard J.; FUNKE, Berdell R.; CASE, Christine L. Microbiologia. 11. ed. Porto Alegre: Artmed, 2017.