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DESAFIO DA PSICOLOGIA ORGANIZACIONAL E DO TRABALHO 24 PDF

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DESAFIO DA PSICOLOGIA 
ORGANIZACIONAL E DO 
TRABALHO 24/04 
"Até onde posso, vou deixando o melhor 
de mim. Se alguém não viu, foi porque não 
me sentiu com o coração." (Clarice 
Lispector) 
Desenvolvimento e Atuação 
Clima Organizacional 
EMOÇÕES E AFETO NO TRABALHO 
A NOVAS ÁREAS DA POT 
A novas áreas da POT 
Clima Organizacional 
Desafio da Psicologia 
SAUDE MENTAL 
Clima Organizacional 
Cidadania Organizacional 
Saúde Mental Saúde Mental! 
A NOVAS AREAS DA POT 
Desenvolvimento e Atuação 
NOVOS DESAFIOS PARA A POT 
SOCIALIZAÇÃO ORGANIZACIONAL 
Desafio da Psicologia 
Desenvolvimento e Atuação 
NOVOS DESAFIOS PARA A POT 
DESAFIO DA PSICOLOGIA 
CIDADANIA ORGANZACINAL 
Saúde Mental Desafio da Psicologia 
Emoções e afeto no trabalho 
DESENVOLVIMENTO E ATUAÇÃO 
PROFISSIONAL 
Surgimento da psicologia organizacional 
no Brasil está estritamente ligado à 
expansão do processo de industrialização 
no fim do século XIX e início do século 
XX, com o objetivo: recrutar, avaliar, 
selecionar e colocar o profissional “no 
lugar certo”. (ZANELLI; BASTOS, 2004). 
Em 1924 (Produção Industrial) ampliou-se 
a preocupação com: a motivação, a 
comunicação e com o comportamento dos 
grupos. (SAMPAIO, 1998). 
Segunda Guerra Mundial ampliou-se por 
causa da avaliação psicológica para 
escolher combatentes para: medidas de 
avaliação psicológica e os procedimentos 
para colocação, treinamento e classificação 
de pessoal, avaliação de desempenho e 
liderança; trabalhos em ergonomia para 
projetar equipamentos de acordo com as 
capacidades e com as limitações dos 
trabalhadores; 
Psicologia Industrial: o interesse principal 
era com questões humanas relacionadas à 
indústria; 
Psicologia Organizacional: a ampliação 
do mercado de trabalho. 
ATUAÇÃO PROFISSIONAL 
Até a metade do século XX, as atividades 
do psicólogo organizacional brasileiro 
são: recrutamento, seleção, treinamento, 
análise ocupacional e avaliação de 
desempenho. 
Na década de 1980 em decorrência das 
transformações no contexto do trabalho 
novas demandas profissionais foram 
surgindo em: planejamento e execução de 
projetos, diagnósticos situacionais, 
assessoria e consultoria (ZANELLI; 
BASTOS, 2004). 
Na década de 1990, as críticas ao modelo 
clássico de atuação, excessivamente 
tecnicista, e as transformações sociais 
decorrentes da abertura do mercado e do 
aumento da competitividade implicaram 
novas formas de organização do trabalho e 
demandas de competências do psicólogo, 
gerando tendências inovadoras na atuação 
da psicologia organizacional (ZANELLI; 
BASTOS, 2004). 
PSICOLOGIA ORGANIZACIONAL E 
DO TRABALHO NOS DIAS ATUAIS 
POT NOS DIAS ATUAIS 
Conforme dados do Conselho Federal de 
Psicologia (CFP) “A Psicologia 
Organizacional e do trabalho ocupa a 2° 
maior área de atuação com 30% dos 
profissionais atuando em empresas de 
Recursos Humanos”. 
A área organizacional tem um campo 
vasto, onde a função do psicólogo 
organizacional é utilizar as ferramentas e 
conhecimentos para realização de suas 
atividades, ajudando os colaboradores 
frente às questões da atualidade, 
possibilitando ao colaborador o sentido de 
realização com o trabalho e nas relações 
interpessoais (SANTOS; CALDEIRA, 
2014, p.6). 
É importante a intervenção dentro das 
organizações, pois promove o auxílio ao 
colaborador, notar a necessidade do 
trabalho para vida humana e o significado 
do trabalho para individuo 
Uma das contribuições mais atuais dentro 
deste contexto é a Psicologia Positiva que 
busca lidar com o comportamento humano 
no trabalho, desenvolvendo habilidades a 
partir das qualidades que o indivíduo 
possui no seu interior 
A sociedade contemporânea vive em 
mudança trazendo consigo certa 
competitividade e aceleração na forma de 
trabalho 
AS NOVAS ÁREAS DE ATUAÇÃO DA 
PSICOLOGIA ORGANIZACIONAL E 
DO TRABALHO 
AS NOVAS ÁREAS DE ATUAÇÃO DA POT 
CONSULTORIA: É o fornecimento 
de determinada prestação de serviço, 
em geral por profissional qualificado 
e conhecedor do tema. Os trabalhos 
nas consultorias mostram que essa 
área vem sendo cada vez mais 
procurada, existindo diversas 
possibilidades para atuação dos psicólogos 
em rh. 
PSICODINÂMICA – conjunto de fatores 
de natureza mental e emocional que 
motivam o comportamento humano, esp. 
os que aparecem como reação inconsciente 
aos estímulos ambientais. 
COMPORTAMENTAL – É o método 
que observa as atitudes físicas e mentais 
das pessoas e abrange o entendimento das 
emoções e dos pensamentos humanos. 
COGNITIVA - É uma expressão que está 
relacionada com o processo de aquisição 
de conhecimento (cognição). 
CLIMA ORGANIZACIONAL 
QUALIDADE DE VIDA NO 
TRABALHO: SAÚDE MENTAL 
“A Qualidade de Vida no Trabalho (QVT) 
baseia-se em uma visão integral das 
pessoas, que é o chamado enfoque 
biopsicossocial. O enfoque biopsicossocial 
das pessoas origina-se da medicina 
psicossomática, que propõe a visão 
integrada, ou holística, do ser humano” 
(MAXIMIANO, 2000, p.498 apud 
CAVASSANI et al., 2006, p.3). 
O burnout surge quando, na existência de 
estressores organizacionais importantes, os 
indivíduos não conseguem fazer frente a 
eles de forma efetiva e adoecem. 
Esse adoecimento, não é um adoecimento 
em geral, mas um adoecimento vinculado 
às atividades realizadas no trabalho e tem 
como característica básica a exaustão 
emocional ou o sentimento de não poder 
dar mais de si 
COPING 
Representação individual da forma como 
as pessoas comumente reagem ao estresse. 
Um conjunto de estratégias cognitivas e/ou 
comportamentais utilizadas pelo indivíduo 
para enfrentar demandas internas ou 
externas apreciadas como excedendo seus 
recursos. 
Quando o suporte organizacional é 
percebido pelos empregados de forma 
positiva, eles se sentem valorizados e 
demonstram satisfação em saber que a 
organização está comprometida e 
preocupada com o bem-estar, assim, eles 
ficam motivados, comprometidos e 
apresentam melhores desempenhos. Isso 
demonstra que o suporte social como 
recurso de coping pode facilitar as formas 
de enfrentamento a problemas, levando ao 
desenvolvimento do sentimento de auto 
eficácia por parte do trabalhador 
“A Qualidade de Vida no Trabalho (QVT) 
baseia-se em uma visão integral das 
pessoas, que é o chamado enfoque 
biopsicossocial. O enfoque biopsicossocial 
das pessoas origina-se da medicina 
psicossomática, que propõe a visão 
integrada, ou holística, do ser humano” 
(MAXIMIANO, 2000, p.498 apud 
CAVASSANI et al., 2006, p.3). 
COMUNICAÇÃO 
ORGANIZACIONAL 
Comunicação é “fazer saber, tornar 
comum, participar”. (Dicionário Aurélio 
Buarque de Holanda Ferreira) 
Canais de comunicação 
Para Robbins (2002, p. 276), a 
comunicação “tem quatro funções básicas 
dentro de um grupo ou de uma 
organização: controle, motivação, 
expressão emocional e informação”. 
Schermerhorn (1999, p. 244) apresenta 
algumas fontes de ruído que comprometem 
a comunicação. São elas: distrações físicas, 
problemas de semântica, diferenças 
culturais, ausência de feedback e efeito 
status. 
Direções de comunicação 
A clareza, a objetividade, a fidedignidade 
no envio da mensagem são aspectos muito 
relevantes, pois estes quesitos estão 
inseridos na ética que envolve a lisura das 
informações. Oliveira (1997, p. 66) deixa 
claro que “a comunicação humana sem 
dificuldades é absolutamente impossível, 
pois transmitimos mensagens de acordo 
com a nossa maneira de ser e de ver o 
nosso mundo. Os outros captam a partir de 
suas maneiras de ser e interpretam os 
mesmos fatos sob óticas diferentes”. 
Escuta ativa: 
Cohen e Fink (2003, p. 231) trazem 
algumas orientações que podem 
contribuir para a escuta ativa: demonstrar 
compreensão e apreço pelo significado e 
sentimentos que estão por trás das 
declarações dos outros; não fazer 
julgamentos sobre o relato do outro.Usar 
da empatia e verificar a gravidade do 
assunto com sensibilidade; criar um clima 
favorável demonstrando aceitação e 
entendimento verbal e não verbal; 
Escutar os sentimentos e não apenas as 
palavras. Observar os gestos, tom da voz, 
postura corporal, movimento dos olhos, 
respiração; fazer perguntas abertas, 
exploratórias sem estigmatizar a pessoa ou 
o contexto da conversa. 
Princípio da Reciprocidade: 
Conexão interpessoal: afeto, discrição, 
ética, equidade, valores pessoais em geral. 
Pratica: esperar que o receptor termine 
sua explanação para que, aí sim, o emissor 
fazer seu comentário. 
 Competência interpessoal na escuta 
ativa: buscar quebrar a hierarquia nos 
espaços empresariais e estabelecer canais 
mais diretos de contato com os superiores e 
chefias. 
 Saber ouvir: habilidade que pode ser 
desenvolvida desde que as pessoas se 
disponham para tal. 
Oliveira (1997, p. 66) deixa claro que “a 
comunicação humana sem dificuldades é 
absolutamente impossível, pois 
transmitimos mensagens de acordo com a 
nossa maneira de ser e de ver o nosso 
mundo. Os outros captam a partir de suas 
maneiras de ser e interpretam os mesmos 
fatos sob óticas diferentes”. Acreditar que 
a comunicação é somente a transmissão de 
informações é uma maneira muito simples 
de ver este processo.

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