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RENAL E REVISÃO

Aula sobre acometimentos renais: revisão da fisiologia renal, funções do rim e do néfron, equilíbrio hidroeletrolítico; definição de insuficiência renal aguda e crônica, critérios e estadiamento da IRA e classificação clínica (pré‑renal, renal).

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Acometimentos Renais
Profa. Daniele Matos de Moura Brasil
Enfermeira Especialista na Modalidade Residência em Saúde da Mulher e da Criança - UFC
Mestre em Ciências Médico Cirúrgicas - UFC
danielebrasil@unigrande.edu.br
Bibliografia 
de Apoio
https://www.gov.br/conitec/pt
-br/midias/protocolos/diretriz-
cuidados-drc.pdf/view
https://sbn.org.br/wp-
content/uploads/2024/11/Ma
nualProntoDRC4e5_compresse
d.pdf
https://www.gov.br/conitec/pt-br/midias/protocolos/diretriz-cuidados-drc.pdf/view
https://sbn.org.br/wp-content/uploads/2024/11/ManualProntoDRC4e5_compressed.pdf
Objetivos
• Revisar a fisiologia renal
• Conhecer as principais 
especificidades dos 
acometimentos
• Entender o tratamento
• Realizar treino em questões
Um sistema renal competente 
consegue controlar a 
quantidade de água que é 
utilizada na excreção dos 
resídios do metabolismo
como também a quantidade 
de água e sais presentes no 
meio interno, mantendo um 
EQUILÍBRIO ESSENCIAL PARA 
AS FUNÇÕES VITAIS
São funções do sistema renal:
- Remoção de resíduos 
metabólicos e tóxicos ao 
organismo
- Regulação homeostática de 
água/íons nos fluidos 
corporais ou a manuntenção
do equilíbrio hidroeletrolítico
Mas por que devemos manter 
essa busca pelo equilíbrio 
hidroeletrolíico? Por que 
alterações nele podem afetar:
- A composição iônica dos 
fluidos corporais
- A osmolaridade plasmática
- O volume extracelular dos 
fluidos corporais
- A pressão arterial
- pH plasmático
Muita coisa envolvida, não é? 
Como componentes desse 
sistema, quero destacar para 
vocês os RINS, OS URETERES, 
A URETRA E A BEXIGA. Mas 
vamos enfatizar nossos 
amigos: OS RINS
Eles recebem até 1/4do 
débito cardíaco, ou seja, um 
grande volume do sangue em 
1 minuto
Esse sangue chega até eles 
pelas artérias renais e os 
deixam pelas veias renais, 
que desembocam na veia 
cava inferior
É dividido em MEDULA e 
CÓRTEX. E nas duas regiões 
temos os néfrons, unidades 
funcionais do rim
Eu sei, meu aluno... nossa 
aula não é de Fisiologia! Mas 
você PRECISA entender esses 
processos para entender os 
distúrbios!
A parte tubular do néfron 
começa na Capsula de 
Bowman, uma capsula que 
envolve o glomérulo renal 
A capsula forma um tubo que 
tem 3 artes: túbulo 
contorcido proximal, alça de 
Henle e túbulo contorcido 
distal. Diversos túbulos se 
unem em um ducto coletor
Aproximadamente 1/4 do 
sangue chega a cápsula de 
Bowman para ser filtrado
Entende-se por TAXA DE 
FILTRAÇÃO GLOMERULAR o 
volume filtrado produzido 
por unidade de tempo
Mas e o equlíbrio 
hidroeletrolítico? Já sei que 
hidro é de ÁGUA, mas qual a 
importância dos eletrólitos?
- Levam impulsos elétricos 
dos nervos para as celulas e 
tecidos
- Promovem a manutenção 
do equilíbrio ácido-base
- Mantém o equilíbrio hidrico
Com esses conceitos gerais 
iniciais revisados, vamos 
entrar agora no 
conhecimento de alguns 
distúrbios?
A insuficiência renal é a perda da capacidade do rim de realizar suas funções,
retirar os produtos de degradação de metabólicos e suas funções
reguladoras. Pode apresentar-se de forma aguda, insuficiência renal aguda
(IRA), que consiste em uma perda rápida, porém temporária das funções
renais, devido à diminuição do ritmo de filtração glomerular, o paciente passa
por métodos dialíticos até os rins voltarem a realizar suas funções
normalmente. E de forma crônica, insuficiência renal crônica (IRC), onde a
perda das funções renais são progressivas e normalmente não podem ser
revertidas
A IRA é definida pela rápida perda da função renal, e pode
fazer parte de diversas doenças, como diabetes mellitus,
hiperlipemia e hipertensão arterial
É dividida em três classificações clínicas:
1. IRA PRÉ-RENAL – Este quadro ocorre devido à redução do fluxo
plasmático renal e do ritmo de filtração glomerular. Principais causas:
hipotensão arterial, hipovolemia (hemorragias, diarréias, queimaduras)
a) oligúria não é obrigatória
b) idosos podem ter a recuperação após 36h da correção do evento -
aguardar 48h
c) NTA por sepse, mioglobinúria e por contraste podem ser não-oligúricas e
nos casos de oligúria, podem apresentar FENa 30mg – 24h
Hematúria de 
origem 
glomerular 
- cilindros 
hemáticos no 
EAS
Alterações 
eletrolíticas
Anormalidades
tubulares
Alterações de 
histopatologia
Dessa forma, é portador de DRC qualquer indivíduo que, independente da causa,
apresente por pelo menos três meses consecutivos uma TFGquando os sintomas da doença renal
crônica tornam-se muito frequentes e não é possível controlá-los sem a realização
da diálise ou quando há alterações laboratoriais que coloquem em risco a vida do
paciente estará indicado o início urgente da terapia renal substitutiva. Nessas
situações, o paciente será encaminhado a uma unidade hospitalar para início da
terapia renal substitutiva
HEMODIÁLISE
Consiste em um procedimento no qual o sangue do paciente passa por uma
máquina que filtra e pode remover líquido
Antes de iniciar a hemodiálise é necessário programar a confecção de um
acesso vascular
Antes da confecção desse acesso vascular, evitar coleta de sangue ou
instalação de acesso periférico na região anterior (supina) dos braços e das
mãos. Sempre que possível, a coleta de sangue e acessos periféricos deverão
ocorrer na região posterior (dorsal) tanto nos braços como nas mãos.
FÍSTULA ARTERIOVENOSA NATIVA
• Para a confecção de uma fístula arteriovenosa nativa é realizada uma
pequena cirurgia, normalmente de curta duração e com anestesia local, no
qual uma veia e uma artéria são conectadas.
• Geralmente, a fístula é feita no braço não dominante.
• A partir do momento em que é feita a confecção da fístula, a veia que está
ligada à artéria irá se desenvolver e ficará cada vez mais forte, até chegar ao
ponto em que estará pronta para ser puncionada nas sessões de hemodiálise.
O tempo para que isso aconteça é de no mínimo 30 dias.
• A fístula arteriovenosa nativa é considerada o melhor tipo de acesso
vascular, pois costuma ser mais duradoura e está associada a menos
episódios de infecção e trombose.
(IADES 2020) O rim tem múltiplas funções, como a excreção de produtos finais de diversos metabolismos, a produção de hormônios e o
controle do equilíbrio hidroeletrolítico do metabolismo ácido-básico e da pressão arterial. Quando os rins perdem a capacidade normal de
filtração do sangue, pode-se afirmar que se iniciou um quadro de insuficiência renal.
Acerca desse assunto julgue os itens a seguir.
A redução do fluxo plasmático renal e do ritmo de filtração glomerular é um quadro relacionado à insuficiência renal aguda (IRA) pré-renal e 
pode, por exemplo, ser causada por hipovolemia.
( ) Certo ( ) Errado
(IADES 2020) O rim tem múltiplas funções, como a excreção de produtos finais de diversos metabolismos, a produção de hormônios e o
controle do equilíbrio hidroeletrolítico do metabolismo ácido-básico e da pressão arterial. Quando os rins perdem a capacidade normal de
filtração do sangue, pode-se afirmar que se iniciou um quadro de insuficiência renal.
Acerca desse assunto julgue os itens a seguir.
A redução do fluxo plasmático renal e do ritmo de filtração glomerular é um quadro relacionado à insuficiência renal aguda (IRA) pré-renal e 
pode, por exemplo, ser causada por hipovolemia.
( ) Certo ( ) Errado
(FGV 2021) Paciente com lesão renal aguda pré-renal apresenta um comprometimento decorrente de
A. nefrotoxicidade.
B. nefropatia obstrutiva.
C. hipoperfusão renal.
D. necrose tubular aguda.
E. nefrite interticial.
(FGV 2021) Paciente com lesão renal aguda pré-renal apresenta um comprometimento decorrente de
A. nefrotoxicidade.
B. nefropatia obstrutiva.
C. hipoperfusão renal.
D. necrose tubular aguda.
E. nefrite interticial.
(AMEOSC 2023) m relação a injúria renal (IRA), marque verdadeiro (V) ou falso (F) nos itens.
(__)IRA renal ocorre em razão da alteração dos glomérulos dos túbulos, do interstício e dos vasos intrarrenais.
(__)A IRA pré-renal é qualquer processo que produza uma diminuição na pressão arterial média renal e, consequentemente, uma diminuição
da pressão da perfusão glomerular.
(__)Na IRA pré-renal tem-se edema, anorexia, astenia e hipertensão arterial.
Após análise, assinale a alternativa que apresenta a sequência CORRETA dos itens acima, de cima para baixo:
A. V, V, F.
B. V, F, V.
C. F, V, F.
D. F, F, V.
(AMEOSC 2023) m relação a injúria renal (IRA), marque verdadeiro (V) ou falso (F) nos itens.
(__)IRA renal ocorre em razão da alteração dos glomérulos dos túbulos, do interstício e dos vasos intrarrenais.
(__)A IRA pré-renal é qualquer processo que produza uma diminuição na pressão arterial média renal e, consequentemente, uma diminuição
da pressão da perfusão glomerular.
(__)Na IRA pré-renal tem-se edema, anorexia, astenia e hipertensão arterial.
Após análise, assinale a alternativa que apresenta a sequência CORRETA dos itens acima, de cima para baixo:
A. V, V, F.
B. V, F, V.
C. F, V, F.
D. F, F, V.
Revisão
Profa. Daniele Matos de Moura Brasil
Enfermeira Especialista na Modalidade Residência em Saúde da Mulher e da Criança - UFC
Mestre em Ciências Médico Cirúrgicas - UFC
danielebrasil@unigrande.edu.br
Fisiologia Cardíaca
• O coração é um órgão que funciona como uma bomba de ejeção pulsante
• Composto de átrios e ventrículos.
• Nó sinoatrial = Gera impulsos elétricos que coordenam o ritmo cardíaco
Ciclo Cardíaco
• CONTRAÇÃO ( sístole): Expele sangue dos ventrículos
• RELAXAMENTO (diástole) :Átrios enchem de sangue. 
Ciclo Cardíaco
• Despolarização: Processo elétrico que PRECEDE a contração do coração, 
onde as células se tornam mais POSITIVAS no seu interior, PRONTAS PARA SE 
CONTRAIR
Ciclo Cardíaco
• A despolarização ocorre através da abertura DOS CANAIS DE SÓDIO E 
CÁLCIO, que entram na célula e alteram o potencial da membrana
Ciclo Cardíaco
• A repolarização faz parte do batimento cardíaco normal. São liberados íons 
potássio e o músculo RELAXA.
POSITIVO – ENTRA SÓDIO E CÁLCIO – CONTRA -
DESPOLARIZAÇÃO
NEGATIVO – ENTRA POTÁSSIO – RELAXA - REPOLARIZAÇÃO
Onda P
• Representa a DESPOLARIZAÇÃO atrial. 
Intervalo PR
• Ativação Atrial – Ativação ventricular 
Complexo QRS
Despolarização dos ventrículos/ Sangue bombeado para o corpo
SEGMENTO ST – ATEEEENÇÃÃÃO AQUI
• Isoelétrico. Período em que os ventrículos 
estão totalmente despolarizados
SEGMENTO ST
• Despolarização chega ao fim e a repolarização começa
Onda T
Corresponde a repolarização ventricular 
SEGMENTO ST – ATEEEENÇÃÃÃO AQUI
• Isoelétrico. Período em que os ventrículos 
estão totalmente despolarizados
SEGMENTO ST
• Despolarização chega ao fim e a repolarização começa
Onda T
Corresponde a repolarização ventricular 
Onda U
•Segue a polaridade da onda T. Significado 
ainda indefinido. 
Biomarcadores cardíacos 
são substâncias ou 
moléculas liberadas na 
corrente sanguínea 
quando músculos e vasos 
são danificados/alterados.
Exemplos:
Troponina I e T: são as 
enzimas mais específicas 
para o IAM porque são 
exclusivas do 
cardiomiócito. Eleva-se de 
4 a 8 horas e tem pico de 
12 a 48 horas e 
normalização entre 4 a 12 
dias.
CK-MB –
Creatinofosfoquinase: 
Enzima presente 
PRINCIPALMENTE no 
músculo cardíaco
Mioglobina
É a menos específica já que está presente em todos os 
miócitos. No entanto, em casos em que o paciente procura 
o serviço precocemente sua dosagem é recomendada para 
diagnóstico de exclusão. Aumenta em 1 a 2 horas e pico 
após 6 horas.
O infarto agudo do miocárdio (IAM) é definido como a morte celular miocárdica e necrose
(de qualquer proporção) do músculo cardíaco, num cenário que representa a evolução de
uma isquemia miocárdica aguda (SCA).
INFARTO AGUDO DO MIOCÁRDIO
Uma combinação de critérios é necessária para que o diagnóstico de IAM seja estabelecido, sempre com alterações
de marcadores de necrose miocárdica, preferencialmente a troponina, em associação com pelo menos uma das
ocorrências:
(a) sintomas de isquemia,
(b) novas ou presumidamente novas mudanças no segmento ST ou novo bloqueio do ramo esquerdo,
(c) desenvolvimento de ondas Q patológicas,
(d) evidência por imagem de uma nova, ou presumidamente nova, perda de miocárdio viável ou deficiências
segmentares da contratilidade e
(e) evidência de trombo coronariano durante cinecoronariografia ou necropsia
Lembre que quanto antes você fizer a trombólise, mais rápida vai ser a
reperfusão e maismúsculo vai ser salvo!
LINHAS GERAIS - TRATAMENTO
Por esse motivo, a Sociedade Brasileira de Cardiologia define o tempo
porta-agulha em 30 minutos. A Sociedade Europeia de Cardiologia define esse
tempo em 10 minutos!
DICA: O MEDICAMENTO ESTÁ NA PONTA DA AGULHA!
O "tempo porta-balão" refere-se ao intervalo de tempo entre a chegada do
paciente ao hospital e a realização da angioplastia primária (procedimento
para desobstruir as artérias bloqueadas em caso de infarto agudo do
miocárdio). Este tempo é um indicador importante da qualidade do
atendimento e da eficácia do tratamento
LINHAS GERAIS - TRATAMENTO
A reperfusão precoce é associada a melhora da sobrevida e pacientes com IAM
CSST extra-hospitalar devem preferencialmente ser transportados para
serviço com hemodinâmica em até 90 minutos. Caso não seja possível, pode-se
ainda considerar o serviço com hemodinâmica como preferência caso o tempo
para transporte seja de até 120 minutos
Tempo porta-balão adequado (C.
C. Troponinas T ou I.
D. Creatinoquinase CK-MB.
Diabetes
Conjunto de alterações metabólicas caracterizada por níveis elevados e
sustentados de glicemia. Condição crônica, progressiva, que pode evoluir para
graves complicações, com elevada morbimortalidade e forte impacto para o
sistema de saúde e para a sociedade
Principais Tipos
O DM1 é causado por destruição das células ß, geralmente autoimune, o
que leva a uma deficiência grave da secreção de insulina. O DM 1 pode ser
diagnosticado em qualquer idade.
O diabetes mellitus tipo 2 (DM2) ocorre devido à perda progressiva de 
secreção insulínica, frequentemente combinada a resistência insulínica. 
Geralmente é assintomático, com maior incidência a partir dos 40 anos 
em pessoas com excesso de peso, comportamento sedentário, com 
hábitos alimentares não saudáveis
Diabetes
Conjunto de alterações metabólicas caracterizada por níveis elevados e
sustentados de glicemia. Condição crônica, progressiva, que pode evoluir para
graves complicações, com elevada morbimortalidade e forte impacto para o
sistema de saúde e para a sociedade
Principais Tipos
O DM1 é causado por destruição das células ß, geralmente autoimune, o
que leva a uma deficiência grave da secreção de insulina. O DM 1 pode ser
diagnosticado em qualquer idade.
O diabetes mellitus tipo 2 (DM2) ocorre devido à perda progressiva de 
secreção insulínica, frequentemente combinada a resistência insulínica. 
Geralmente é assintomático, com maior incidência a partir dos 40 anos 
em pessoas com excesso de peso, comportamento sedentário, com 
hábitos alimentares não saudáveis
Diabetes
Conjunto de alterações metabólicas caracterizada por níveis elevados e
sustentados de glicemia. Condição crônica, progressiva, que pode evoluir para
graves complicações, com elevada morbimortalidade e forte impacto para o
sistema de saúde e para a sociedade
Principais Tipos
O DM1 é causado por destruição das células ß, geralmente autoimune, o
que leva a uma deficiência grave da secreção de insulina. O DM 1 pode ser
diagnosticado em qualquer idade.
O diabetes mellitus tipo 2 (DM2) ocorre devido à perda progressiva de 
secreção insulínica, frequentemente combinada a resistência insulínica. 
Geralmente é assintomático, com maior incidência a partir dos 40 anos 
em pessoas com excesso de peso, comportamento sedentário, com 
hábitos alimentares não saudáveis
Vamos Entender? 
Vamos Entender? 
Vamos Entender? 
Vamos Entender? 
Vamos Entender? 
( FUNDATEC 2024) O Diabetes Melito (DM) é um distúrbio metabólico, multifatorial, caracterizado por hiperglicemia 
persistente, decorrente de deficiência na ação e/ou produção de insulina. O diabetes _________________ é uma das 
doenças crônicas mais comuns na infância, onde há completa deficiência na produção de insulina pela destruição 
autoimune das células betapancreáticas.
Assinale a alternativa que preenche corretamente a lacuna do trecho acima.
A. Gestacional
B. melito tipo 2
C. insipidus
D. melito tipo 1
E. tipo LAD
( FUNDATEC 2024) O Diabetes Melito (DM) é um distúrbio metabólico, multifatorial, caracterizado por hiperglicemia 
persistente, decorrente de deficiência na ação e/ou produção de insulina. O diabetes _________________ é uma das 
doenças crônicas mais comuns na infância, onde há completa deficiência na produção de insulina pela destruição 
autoimune das células betapancreáticas.
Assinale a alternativa que preenche corretamente a lacuna do trecho acima.
A. Gestacional
B. melito tipo 2
C. insipidus
D. melito tipo 1
E. tipo LAD
( FGV 2025) De acordo com a Sociedade Brasileira de Diabetes, assinale a opção que apresenta a indicação universal para 
rastreamento de DM2 em adultos assintomáticos.
A. Sedentarismo.
B. Hipertensão arterial.
C. Idade acima de 35 anos.
D. História familiar de DM2.
E. História de doença cardiovascular.
( FGV 2025) De acordo com a Sociedade Brasileira de Diabetes, assinale a opção que apresenta a indicação universal para 
rastreamento de DM2 em adultos assintomáticos.
A. Sedentarismo.
B. Hipertensão arterial.
C. Idade acima de 35 anos.
D. História familiar de DM2.
E. História de doença cardiovascular.
( FGV 2025) De acordo com as Diretrizes da Sociedade Brasileira de Diabetes, um dos critérios laboratoriais para o 
estabelecimento do diagnóstico de pré-diabetes é uma glicemia em jejum entre
A. 90-115 mg/dL.
B. 98-120 mg/dL.
C. 100-125 mg/dL.
D. 115-127 mg/dL.
E. 120-129 mg/dL.
( FGV 2025) De acordo com as Diretrizes da Sociedade Brasileira de Diabetes, um dos critérios laboratoriais para o 
estabelecimento do diagnóstico de pré-diabetes é uma glicemia em jejum entre
A. 90-115 mg/dL.
B. 98-120 mg/dL.
C. 100-125 mg/dL.
D. 115-127 mg/dL.
E. 120-129 mg/dL.

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