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Via aérea artificial - maioria das vezes são colocadas através de: INTUBAÇÃO ENDOTRAQUEAL e TRAQUEOSTOMIA; I) Intubação: - inserido diretamente na traqueia através da boca ou nariz; - cuff: não permitir que a secreção vá para pulmão e evitar extravasamento de ar - disponíveis em vários tamanhos, tanto o tubo quanto os fios, etc - diâmetro mulheres de 7 a 8 mm e homens de 8 a 9 mm; - fixado entre 19 e 23cm ao nível dos dentes incisivos; - antes da intubação, deve-se pre oxigenar o doente com 100% de O2 por 3 a 5 minutos; - a intubação não deve passar de 30s; - complicações: paralisia das cordas vocais, infecções, trauma da parede traqueal, dor e desconforto; - procedimentos pós intubação: verificar posição do tubo (ausculta a cada 4h – 1ª ausculta é no estomago), instalar sistema de ventilação e oxigenação (ambú, ventilador mecânico), verificação do escape (manter pressão do balonete em 20-25cmH2O – monitorar de 6/6h), fixação do tubo, rx e aspiração sempre que necessário. II) Extubação traqueal: geralmente é planejada em um prazo de 24h após inicio do desmame; - explicar ao paciente e a família o procedimento - cuidados: higienização de mãos, avaliação neurológica, T, monitorar parâmetros respiratórios, manter cabeceira de 30 a 45º, realizar higiene oral adequada, verificar pressão zero do cuff, realizar umidificação de VA. II) Traqueostomia: abertura temporária das vias aéreas na traqueia por intervenção cirúrgica; - objetivo da respiração através dessa cânula; - objetivo principal de facilitar o desmame da VM *ventilação por mascara deve ser colocada no orifício (via aérea sup do paciente com traqueo não funciona); - é preciso da autorização de familiares para se realizar a traqueo = procedimento cirúrgico, invasivo e apresenta riscos (sangramentos, pneumotórax, enfisema subcutâneo – entrada de ar pelo tecido subcutâneo do paciente - , obstrução por secreção (necessidade de aumentar fluidificação de VA), infecção, fistula traqueo-esofágica, necrose de traqueia; - cânulas: de PVC, tem angulação, numeração; I) cânula com balonete = primeira a ser introduzida, balão insuflável (p/ evitar o retorno de ar) II) cânula simples (sem balonete) III) cânula fenestrada = orifício na parte superior que permite a passagem de ar, permitindo a fonação . procedimentos pós traqueo: 1) verificação da posição da canula 2) verificação de escape (insufla balonete) 3) fixação 4) rx tórax. . vantagem da traqueo em relação ao tubo: diminui necessidade de sedação, melhora nutrição (por diminuir a sedação = também prejudica as ações gástricas), melhora higiene, reduz risco de lesão nas cordas vocais. III) Mascara laríngea: - supraglótico desenvolvido para manuseio das VA - vantagens: menor trauma nas vias por ser desnecessário usar o laringoscópio, enfermeiros podem introduzir, reduz morbi-mortalidade; - uso restrito em: pacientes que tem mais risco de regurgitações, fibrose, DPOC, obesidade mórbida, broncoespasmo, edema pulmonar, trauma torácico, patologias faríngeas, necessidade de ventilação monopulmonar (um pulmão precisa de mais ventilação que outro), paciente com restrição de abertura bucal; - não substitui o tubo (TOT); - contraindicada em casos de massas que obstruam a laringe, risco de broncoaspiração de conteúdo gástrico - preciso paramentação completa! IV) Aspiração traqueal: procedimento invasivo, presença de secreção e incapacidade de eliminar por meio da tosse, feito por aspirador elétrico ou rede de vácuo; - objetivo de mandar VA livres, garantindo ventilação, oxigenação; - fazer quando necessário (mas sem exageros pois pode levar a irritação das VA e produção de mais secreções); - materiais: fonte de vácuo ou aspirador, cateter de aspiração estéreis, luvas, avental, mascara, protetor ocular, solução salina estéril ou agua destilada estéril, bolsa auto inflável (ambu) *indispensável o uso de oxímetro de pulso! *proteger os olhos do paciente é importante! *ordem de aspiração = endo, nariz e boca. - quando aspirar: quant e quali determinam frequencia, aspirar quando por mobilizar o paciente (banho, mudança de decúbito), aspirar e desinsuflar o balonete (reduz risco de isquemia de parede traqueal, realizar a cada ¾ horas por 3 a 5 min ou conforme orientação médica). image7.png image8.png image9.png image10.png image11.png image12.png image13.png image14.png image15.png image16.png image1.png image2.png image3.png image4.png image5.png image6.png