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6ºAula
Ensino fundamental
Objetivos de aprendizagem
Ao término desta aula, vocês serão capazes de:
• conceituar e identificar os principais aspectos relacionados ao Ensino Fundamental;
• reconhecer e interpretar as normas legais mais relevantes com relação ao Ensino Fundamental no Brasil;
• identificar e analisar o modo de funcionamento bem como as práticas relacionadas ao ensino Fundamental no Brasil.
Para continuarmos o nosso diálogo é preciso considerar 
que o Ensino Fundamental consiste na fase da educação com 
as crianças na idade de 6 a 14 anos tendo, portanto, uma série 
de peculiaridades a serem consideradas.
Sendo assim, para começar as nossas reflexões sugiro que 
vocês pensem, no decorrer desta aula, na seguinte questão: 
como melhorar o ensino fundamental oferecido em nosso 
sistema de ensino de modo a torna-lo adequado para nossas 
crianças?
Bons estudos!
54Organização da Educação Brasileira e 
Políticas Públicas
1 - Ensino Fundamental: conceitos e definições.
2 - Ensino Fundamental na Legislação.
3 - Prática do Ensino Fundamental.
1 - Ensino Fundamental: conceitos e 
definições
O ensino fundamental é a segunda ou etapa intermediária 
da Educação Básica, com característica obrigatória e gratuita, 
com duração de 09 anos, organizado em séries. Esse nível de 
ensino tem como dever do Estado e da família. O acesso a 
esse ensino é direito público subjetivo, quer dizer, não exige 
regulamentação para ser cumprido. Seu não oferecimento, 
ou sua oferta irregular, importa em responsabilidade das 
autoridades competentes.
A oferta do ensino fundamental gratuito estende-se a 
todos os que a ele não tiveram acesso na idade própria, e não 
se restringe apenas entre os alunos dos 06/07 a 14 anos de 
idade, como prevê a lei vigente (LDB/96). 
O ensino fundamental como também toda a educação 
básica, pode organizar-se por séries anuais, por período 
semestral, por ciclos, por períodos de estudos por grupos não 
seriados, por idade, por competência ou por qualquer outra 
forma que o processo de aprendizagem requer.
Um exemplo de atuação para esta modalidade de ensino 
pode ser verificado na organização do ensino fundamental 
conforme a figura:
FIGURA 6.1 - ORGANIZAÇÃO DO ENSINO 
FUNDAMENTAL.
FONTE: IQE. Organização Ensino Fundamental. Disponível em: . Acesso em: 26 abr. 2012.
E então? Entendeu bem as questões iniciais relacionadas com o conceito 
de Ensino Fundamental? Em caso de resposta afirmativa: Parabéns! Mas, 
há muitos outros conhecimentos a serem agregados sobre o tema. Para 
tanto, sugerimos que consulte as obras, periódicos e sites indicados 
ao final desta aula. Agora, vamos conhecer um pouco sobre o “Ensino 
Fundamental na Legislação”. Venham comigo.
2 - Ensino fundamental na legislação
Vamos avançar mais um pouco na Aula 6 abordando nesta próxima 
seção sobre o “Ensino Fundamental na Legislação.”
Seções de estudo
Nesta abordagem iremos conhecer mais profundamente sobre as 
principais leis e normas jurídicas existentes no Brasil que são relacionadas 
com o Ensino Fundamental.
O ensino fundamental é regulado e ministrado em 
língua portuguesa, assegurando às comunidades indígenas a 
utilização de suas línguas maternas e os processos próprios 
de aprendizagem, como a Constituição Federal/88 (Art. 210§ 
2º). 
A lei da educação (LDB/96) faculta aos sistemas de ensino 
desdobrar o ensino fundamental em ciclos, regulamentado 
pela Resolução do CN de nº. 1.401/2000, a organização em 
ciclos o ensino fundamental passando para nove anos de 
duração. Alguns estados, como o de São Paulo, por exemplo, 
já fizeram essa opção e passaram o primeiro ciclo, da primeira 
à quarta série, para a responsabilidade dos municípios. Essa 
medida gerou um modelo que se estendeu para todo o País.
A jornada escolar do ensino fundamental deve ser de 
no mínimo, quatro horas de efetivo trabalho em sala de aula, 
sendo progressivamente ampliada para tempo integral, a 
critério dos sistemas de ensino de cada Estado conforme o 
artigo 34 § 1º e § 2º. LDB/96.
Vale destacar que essa definição de ampliação da carga 
horária implica significativo aumento dos recursos financeiros, 
destinados à manutenção e ao desenvolvimento do ensino, 
uma vez que pressupõe a construção de novas escolas e salas 
de aulas, a elevação do número de professores e de outros 
profissionais além de outros custeios, de forma que, como 
aprovado pela Lei 10.172, de 9 de janeiro de 2001, para os 
dez anos seguintes, não há previsão de recursos financeiros 
(Brasil, 2001).
Você sabia?
O MECLEGIS é uma plataforma que apresenta as normas da legislação 
educacional no Brasil. Para acessá-lo e aprofundar ainda mais os seus 
conhecimentos sobre a legislação educacional, entre no portal: www.
meclegis.mec.gov.br. (MEC, 2012).
Ainda sob a questão da legislação do Ensino Fundamental, 
apresentamos a seguir, segundo Mec (2012), a lei que alterou a 
duração deste tipo de ensino de 08 para 09 anos:
[...] LEI Nº 11.274, DE 6 DE FEVEREIRO 
DE 2006. 
Art. 3º O Art. 32 da Lei nº 9.394, de 20 de 
dezembro de 1996, passa a vigorar com a 
seguinte redação: 
Art. 32. O ensino fundamental obrigatório, com 
duração de 9 (nove) anos, gratuito na escola 
pública, iniciando-se aos 6 (seis) anos de idade, 
terá por objetivo a formação básica do cidadão, 
mediante: 
Art. 4º O § 2º e o inciso I do § 3º do art. 87 
da Lei nº 9.394, de 20 de dezembro de 1996, 
passam a vigorar com a seguinte redação: 
Art. 87 ..................................................................
.......................
§ 2º O poder público deverá recensear os 
educandos no ensino fundamental, com 
especial atenção para o grupo de 6 (seis) a 14 
55
(quatorze) anos de idade e de 15 (quinze) a 16 
(dezesseis) anos de idade. 
§ 3º ........................................................................
....................
I - matricular todos os educandos a partir dos 
6 (seis) anos de idade no ensino fundamental;
Art. 5º Os Municípios, os Estados e o Distrito 
Federal terão prazo até 2010 para implementar 
a obrigatoriedade para o ensino fundamental 
disposto no art. 3o desta Lei e a abrangência 
da pré-escola de que trata o art. 2o desta Lei. 
Art. 6º Esta Lei entra em vigor na data de sua 
publicação. 
E temos ainda a lei que torna obrigatório a matrícula no 
ensino fundamental aos 06 anos de idade:
[...] LEI Nº 11.114, DE 16 DE MAIO DE 
2005. 
Art. 1o Os arts. 6o, 30, 32 e 87 da Lei no 9.394, 
de 20 de dezembro de 1996, passam a vigorar 
com a seguinte redação:
“Art. 6o. É dever dos pais ou responsáveis 
efetuar a matrícula dos menores, a partir dos 
seis anos de idade, no ensino fundamental.” 
(NR)
“Art. 30. ..................................................................
....................
“Art. 32o. O ensino fundamental, com duração 
mínima de oito anos, obrigatório e gratuito 
na escola pública a partir dos seis anos, terá 
por objetivo a formação básica do cidadão 
mediante:
“Art. 87. ..................................................................
....................
§ 3o ...........................................................................
..................
I – matricular todos os educandos a partir dos 
seis anos de idade, no ensino fundamental, 
atendidas as seguintes condições no âmbito de 
cada sistema de ensino: a) plena observância 
das condições de oferta fixadas por esta Lei, no 
caso de todas as redes escolares; b) atingimento 
de taxa líquida de escolarização de pelo menos 
95% (noventa e cinco por cento) da faixa 
etária de sete a catorze anos, no caso das redes 
escolares públicas; e c) não redução média de 
recursos por aluno do ensino fundamental 
na respectiva rede pública, resultante da 
incorporação dos alunos de seis anos de idade.
E aí? O que vocês acharam das regras legais relacionadas ao Ensino 
Fundamental? Perceberam como elas são abrangentes e com múltiplas 
possibilidades de atuação? Neste momento, vamos continuar as nossas 
análises abordando, efetivamente, a Práticado Ensino Fundamental. 
Vamos lá?
3 - Prática do ensino fundamental
Para finalizar as discussões desta Aula 6 vamos abordar nesta seção 
sobre a “Prática do Ensino Fundamental”.
Nestas considerações iremos conhecer as principais formas de 
realização do Ensino Fundamental no sistema de ensino brasileiro.
De acordo com as ideias disponíveis no site Educa 
Brasil (2012), a segunda etapa da Educação Básica é o Ensino 
Fundamental. O ensino fundamental tem duração mínima de 
oito anos letivos, sendo que é facultado aos sistemas de ensino 
organizá-lo em forma de ciclos.
 
O conceito de ensino fundamental foi criado 
a partir da Lei de Diretrizes e Bases da 
Educação (LDB), de 1996, em substituição 
ao antigo Primeiro Grau. Segundo a LDB, o 
ensino fundamental, com duração mínima de 
nove anos, é obrigatório e gratuito na escola 
pública para crianças de 6 a 14 anos, tendo por 
objetivo a formação básica para a cidadania, 
mediante:
• desenvolvimento da capacidade de aprender, 
tendo como meios básicos o pleno domínio 
da leitura, da escrita e do cálculo; 
• a compreensão do ambiente natural e 
social, do sistema político, da tecnologia, 
das artes e dos valores em que se 
fundamenta a sociedade;
• desenvolvimento da capacidade de 
aprendizagem, tendo em vista a aquisição 
de conhecimentos e habilidades e a 
formação de atitudes e valores;
• fortalecimento dos vínculos de família, 
dos laços de solidariedade humana e 
tolerância recíproca em que se assenta a 
vida social (EDUCA BRASIL, 2012).
 
Para Oliveira (2009), a matrícula obrigatória da criança 
no Ensino Fundamental é uma responsabilidade dividida 
entre a sociedade, por fazer valer a própria obrigatoriedade, 
os responsáveis legais pela criança pela efetivação da matrícula 
e o cuidado para garantir a frequência do aluno e do Estado 
pela garantia de vagas nas escolas públicas. 
A duração obrigatória do Ensino Fundamental foi 
ampliada de oito para nove anos pelo Projeto de Lei nº 
3.675/04, passando a abranger a Classe de Alfabetização (fase 
anterior à 1ª série, com matrícula obrigatória aos seis anos) que, 
até então, não fazia parte do ciclo obrigatório (a alfabetização 
na rede pública e em parte da rede particular era realizada 
normalmente na 1ª série). Uma lei posterior (11.114/05) ainda 
deu prazo até 2010 para Estados e Municípios se adaptarem 
(OLIVEIRA, 2009).
Passando agora a ser dessa maneira:
• Classe de alfabetização (CA) = 1º ano. 
• 1ª série = 2° ano.
• 2ª série = 3° ano. 
• 3ª série = 4° ano. 
• 4ª série = 5° ano. 
• 5ª série = 6° ano. 
• 6ª série = 7° ano. 
• 7ª série = 8° ano. 
• 8ª série = 9° ano (WIKIPÉDIA, 2012). 
56Organização da Educação Brasileira e 
Políticas Públicas
De acordo com as ideias de Oliveira (2009), a 
organização do ensino fundamental divide-o, na prática, 
em dois ciclos. O primeiro que corresponde aos primeiros 
cinco anos é desenvolvido, usualmente, em classes com um 
único professor regente. O segundo ciclo corresponde aos 
anos finais, nos quais o trabalho pedagógico é desenvolvido 
por uma equipe de professores especialistas em diferentes 
disciplinas. Essa forma de organização do ensino fundamental 
remonta à antiga divisão do ensino primário em relação ao 
primeiro ciclo do ensino secundário.
Nos primeiros anos, as crianças e adolescentes são 
estimulados através de atividades lúdicas, jogos, leituras, 
imagens e sons, principalmente no primeiro nível. Através 
dos vários processos pedagógicos, busca-se conduzir a criança 
ao conhecimento do mundo pessoal, familiar e social. Nos 
anos finais, os adolescentes aprofundam os conhecimentos 
adquiridos no ciclo anterior e iniciam os estudos das matérias 
que serão a base para a continuidade no ensino médio 
(OLIVEIRA, 2009).
O PNE estabelece a implantação progressiva do Ensino 
Fundamental de nove anos, com a inclusão das crianças de 
seis anos, no entanto, deve se dar em consonância com a 
universalização do atendimento na faixa etária de 7 a 14 anos. 
Vale a pena ressaltar que esta ação requer planejamento e 
diretrizes norteadoras para o atendimento integral da criança 
em seu aspecto físico, psicológico, intelectual e social, além 
de metas para a expansão do atendimento, com garantia de 
qualidade (RODRIGUES, 2012). 
As Diretrizes Curriculares Nacionais para a Educação 
Infantil são capazes de permitir elementos importantes para a 
revisão da Proposta Pedagógica do Ensino Fundamental que 
capacitará as crianças de seis anos, até então pertencentes ao 
segmento da Educação Infantil (RODRIGUES, 2012).
Conforme recentes pesquisas, 81,7% das crianças de seis 
anos estão na escola, sendo que 38,9% frequentam a Educação 
Infantil, 13,6% as classes de alfabetização e 29,6% já estão no 
Ensino Fundamental (IBGE, Censo Demográfico 2000). Essas 
informações dão força ao propósito de ampliação do Ensino 
Fundamental para nove anos, sendo que permite aumentar 
o número de crianças incluídas no sistema educacional 
(RODRIGUES, 2012).
Que o projeto de educação a distância em nível básico de Ensino ainda 
é novo, mas em breve diversas escolas estarão seguindo esse modelo 
para oferecer facilidade aos estudos de crianças, jovens e adultos. Com 
a metodologia de aprendizagem sendo reformulada, a tendência é 
que o ensino gratuito de qualidade faça parte da realidade de muitos 
estudantes brasileiros. O Ensino Fundamental EJA EAD mantém uma 
proposta metodológica avançada, capaz de desenvolver competências 
no aluno ao longo do seu processo de aprendizagem. O material 
didático disponível para estudos inclui biblioteca, laboratório de ciências 
e laboratório de informática (MORETTI, 2012).
De acordo com Freire (2012), as diretrizes que orientarão 
as ações dos anos iniciais do Ensino Fundamental se baseiam 
nos seguintes princípios:
a) Infância (6 a 10 anos): período marcado por 
mudanças significativas na vida da criança, sendo 
um momento crucial para o desenvolvimento 
cognitivo, físico, psicológico e social, no qual a 
criança reconhece as múltiplas facetas de descoberta 
do mundo e de construção de conceitos, regras e 
limites.
b) Criança: entendida como sujeito de direito/desejo, capaz 
de pensar, sentir e agir no e com o mundo, no e com 
o “outro”; sujeito de cultura, pessoa que produz cultura 
e é nela produzida; sujeito histórico e cultural, ativo e 
interativo, protagonista de sua própria história.
c) Brincar: visto aqui como um momento sagrado do 
simbólico, do imaginário, da criatividade, da fantasia, 
da inventividade, do lúdico, da singularidade, da 
socialização, da cultura infantil, da solidariedade, da 
amizade, de crescimento, de autonomia, de troca de 
experiências vivenciais e culturais, de descobertas, 
de aprendizagens, de ser e estar no mundo... Brincar 
sempre foi (e será) essencial ao ser humano. “Um 
homem somente brinca quando ele é humano..., e ele 
somente é humano quando brinca...” (SCHILLER). 
d) Escola: instituição de construção e formação da 
subjetividade, da identidade, da ética, da cidadania, 
da estética, do intelecto, de ação-reflexão-ação..., da 
interação dialética, de interferência e produção de 
mudanças mútuas. É o lugar onde a intervenção 
pedagógica intencional desencadeia o processo 
ensino-aprendizagem. A escola organiza e planeja, 
de maneira formal, científica e relacional, os 
conhecimentos acumulados histórico culturalmente 
pela humanidade; portanto, sua função será fazer 
com que os “conceitos espontâneos ou cotidianos” 
(assistemáticos, informais), aqueles que as crianças 
desenvolvem na convivência social, evoluam para 
o nível dos “conceitos científicos” (sistemáticos, 
formais), aqueles adquiridos pelo processo de 
escolarização. 
e) Aprendizagem: processo pelo qual o indivíduo 
constrói conhecimentos, adquire informações, 
habilidades, atitudes e valores a partir da interação 
com seus pares na cultura. O aprendizado ocorre 
na interação social, no âmbito da zona proximal. 
Nesta perspectiva, o aprendizado adequadamente 
organizado resultará em desenvolvimento mental.
f)Conhecimento: resultado da interação entre o 
sujeito e o objeto do conhecimento. É na troca com 
outros sujeitos (professores e alunos) e consigo 
próprio que vão se internalizando conhecimentos, 
papéis e funções sociais, permitindo assim a 
formação da consciência e do conhecimento. Neste 
sentido, todos os alunos aprendem e se desenvolvem, 
desde que lhes sejam oportunizadas situações e 
intervenções pedagógicas qualificadas.
g) Professor: responsável por ajudar o aluno a 
desenvolver o que ele ainda não atinge sozinho. É 
um mediador que orienta o aprendizado no sentido 
de adiantar o desenvolvimento potencial dos alunos, 
tornando-o real. O lugar do professor é essencial na 
infância, sua prática pedagógica não se dá no vazio 
e no espontaneísmo, tampouco é um ato inocente e 
57
apolítico. Pelo contrário, tem uma intencionalidade, 
e, de modo consciente ou inconsciente, explicito 
ou implícito, essa prática é embasada por um corpo 
teórico-metodológico que reflete o seu modo de 
atuação, suas crenças, seus valores e a sua maneira 
de perceber/conceber o homem, a sociedade, a 
educação, a escola, o conhecimento, o currículo, 
o processo ensino e aprendizagem, a avaliação, 
o aluno, o professor. A intervenção pedagógica é 
determinante na construção de todo e qualquer 
conhecimento.
h) Aluno: sujeito ativo e interativo que constrói sua 
inteligência a partir da interação com os objetos do 
conhecimento e com os agentes sociais (professores 
e colegas) na cultura, local de negociações no 
qual seus membros estão em constante processo 
de recriação e reinterpretação de informações, 
conceitos e significações.
i) Currículo: estrutura que deve levar em 
consideração tudo o que está no entorno do aluno, 
ou seja, o desenvolvimento da aprendizagem, as 
características bio-psico-sociais, as diversidades 
social, econômica, étnica e cultural, e, sobretudo, 
incorporar que as crianças não são tábulas rasas, 
elas trazem conhecimentos e saberes ao entrar para 
a escola. 
j) Processo de Ensino e Aprendizagem da Leitura 
e da Escrita: processo que deve contemplar, de 
maneira articulada e simultânea, os processos de 
alfabetização e letramento, ou seja, esta deve-se 
desenvolver-se por meio do letramento, e este, na 
dependência da alfabetização. Nesta direção, deve-
se orientar o alfabetizando para que ele aprenda a 
ler e a escrever, interagindo com práticas reais de 
leitura e de escrita que circulam no ambiente escolar 
e no contexto social, utilizando a língua escrita 
nas situações comunicativas significativas, lendo e 
produzindo textos.
k) Língua Escrita: concebida como um sistema 
discursivo que tem origem na interlocução, centrada 
na interação verbal, que se dá por meio de textos 
ou discursos, falados ou escritos. A construção do 
conhecimento sobre ela deverá ser um processo 
ativo e construtivo, onde o sujeito será o aluno, que 
trará para o ambiente escolar hipóteses sobre a leitura 
e escrita, e aprenderá interagindo com os objetos de 
aprendizagem, na cultura e com seus pares.
l) Situações de Aprendizagem: devem se organizar 
em torno do uso e privilegiar a reflexão dos alunos 
sobre diferentes possibilidades de emprego da 
língua, nas práticas de leitura e escrita, fala e escuta. 
Portanto, faz-se necessário planejar uma diversidade 
de situações que possam, em diferentes momentos, 
centrar seus esforços no processo de alfabetizar-
letrando, que é diferente de um trabalho baseado no 
espontaneísmo das descobertas ao acaso.
m) Texto: concebido como unidade de ensino, lugar de 
enunciação e produto de interação verbal, espaço de 
interação de sujeitos sociais; um construto histórico e 
social, complexo e multifacetado; um instrumento de 
manifestação da linguagem que não pode prescindir 
de uma dimensão social; uma unidade de sentido. 
Em síntese, o texto deve constituir-se em objeto 
de conhecimento para o ensino e aprendizagem da 
língua escrita. 
Para confirmar a importância do uso correto destas 
diretrizes veja a figura a seguir com informações sobre a 
frequência e uso do ensino fundamental: 
FIGURA 6.2 - FREQUÊNCIA NO ENSINO
FONTE: ORBIS. Educação: abismo entre a universalização do acesso e a qualidade 
do ensino. Disponível em: http://www.orbis.org.br/analise/6/educacao-abismo-
entre-a-universalizacao-e-qualidade-no-ensino. Acesso em: 27 abr. 2012.
De acordo com o pensamento de Bareta (2012), os setores 
populares deverão ser os mais beneficiados, uma vez que as 
crianças de seis anos da classe média e alta já se encontram 
majoritariamente incorporadas ao sistema de ensino – na pré-
escola ou na primeira série do Ensino Fundamental.
A opção pela faixa etária dos 6 aos 14 e não dos 7 aos 
15 anos para o Ensino Fundamental de nove anos segue a 
tendência das famílias e dos sistemas de ensino de inserir 
progressivamente as crianças de 6 anos na rede escolar 
(BARETA, 2012).
Bareta (2012) ainda defende que o objetivo de um maior 
número de anos de ensino obrigatório é assegurar a todas as 
crianças um tempo mais longo de convívio escolar, maiores 
oportunidades de aprender e, com isso, uma aprendizagem 
mais ampla. É evidente que a maior aprendizagem não 
depende do aumento do tempo de permanência na escola, 
mas sim do emprego mais eficaz do tempo. No entanto, a 
associação de ambos deve contribuir significativamente para 
que os educandos aprendam mais.
Seu ingresso no Ensino Fundamental obrigatório não 
pode constituir-se em medida meramente administrativa. 
O cuidado na sequencia do processo de desenvolvimento 
e aprendizagem das crianças de seis anos de idade implica 
o conhecimento e a atenção às suas características etárias, 
sociais e psicológicas. As orientações pedagógicas, por sua 
vez, estarão atentas a essas características para que as crianças 
sejam respeitadas como sujeitos do aprendizado (BARETA, 
2012).
A criança nessa faixa etária, ainda segundo Bareta, já 
58Organização da Educação Brasileira e 
Políticas Públicas
apresenta grandes possibilidades de simbolizar e entender 
o mundo, modelando seu pensamento e realizando o uso 
de múltiplas linguagens. Tal desenvolvimento permite a 
elas participar de jogos que envolvem regras e se apropriar 
de conhecimentos, valores e práticas sociais construídos na 
cultura. 
O desenvolvimento crescente ou decrescente desses 
aspectos e as possibilidades de aprendizagem dessas crianças 
estão determinados pelas experiências e pela qualidade 
das interações, porém, se encontram expostas no meio 
sociocultural em que vivem ou que frequentam. Assim, surge 
o papel decisivo da família, da escola e dos professores, como 
mediadores culturais no processo de formação humana das 
crianças (MEC, 2012).
O sistema escolar deve estar atento às situações envolvidas 
no ingresso da criança no Ensino Fundamental, ela oriunda 
diretamente da família ou da pré-escola, a fim de manter os 
laços sociais e afetivos e as condições de aprendizagem que 
lhe darão segurança e confiança. A continuidade e ampliação, 
ao contrário da ruptura e negação do contexto socioafetivo e 
de aprendizagem anterior, garantem à criança de seis anos que 
ingressa no Ensino Fundamental o ambiente acolhedor para 
encarar os desafios da nova etapa (MEC, 2012).
As instituições educativas quando não são um objeto 
de uso meramente escolar devem ao tratar o processo de 
alfabetização das crianças, mostrar a escrita como forma 
contextualizada nos seus diversos usos. Assim, observando 
essas crianças, podemos ver que precocemente elas 
manifestam um grande interesse pela leitura e pela escrita, 
ao tentar compreender seus significados e imitar o gesto dos 
adultos escrevendo. Nesse sentido, a escola precisa considerar 
a curiosidade, o desejo e o interesse das crianças, fazendo 
uso da leitura e da escrita em situações significativas para elas 
(MEC, 2012).
Não é suficiente para que elas se alfabetizem apenas 
possibilitando o acesso aos diversos usos da leitura e da 
escrita. Porém, é preciso, além disso, um trabalho sistemático, 
centrado tantonos aspectos funcionais e textuais, quanto 
no aprendizado dos aspectos gráficos da linguagem escrita 
e daqueles referentes ao sistema alfabético de representação 
(MEC, 2012).
Vale a pena destacar a necessidade de assegurar a transição 
da Educação Infantil para o Ensino Fundamental para 
acontecer da forma mais natural possível, não provocando 
nas crianças rupturas e impactos negativos no seu processo 
de escolarização.
As escolas devem ser organizadas com estruturas seriadas 
que não transformem esse novo ano em mais uma série, com 
as características e a natureza da primeira série. Assim, o 
Ministério da Educação orienta que, nos seus projetos político-
pedagógicos, sejam previstas estratégias que irão possibilitar 
maior flexibilização dos seus tempos, com menos cortes e 
descontinuidades. Estratégias que, de fato, contribuam para o 
desenvolvimento da criança, possibilitando-lhe, efetivamente, 
uma ampliação qualitativa do seu tempo na escola (MEC, 
2012).
Curiosidade
A palavra Ciclo compreende uma série de fenômenos que se sucedem 
em uma ordem determinada. Na educação, as séries eram separadas 
por uma avaliação de final de ano, destinada a promover ou reter os 
alunos. A escolaridade em ciclos, segundo a concepção de progressão 
continuada, defende um tempo de aprendizagem escolar adequado às 
reais condições dos alunos. Ou seja, a proposta de ciclo representa uma 
possibilidade de superar a injustiça do sistema seriado, onde o que conta 
é o que o aluno aprendeu sobre os objetivos propostos e não o que ele 
aprendeu considerando seus conhecimentos prévios (SIGNIFICADO, 
2012).
Os ciclos são caracterizados por atenuar os critérios de 
avaliação que existem na seriação isto esta sendo aplicado 
em algumas iniciativas de redes públicas de ensino mediante 
a introdução da progressão continuada entre algumas séries, 
assim, quando foram agrupadas sob a denominação de ciclos 
e mantida, na maioria dos casos, a possibilidade de reprovação 
por desempenho ao final de cada ciclo (ALAVARSE, 2012).
Os ciclos podem ser problemáticos caso não consigam 
o alcance que ensejado em diversas dimensões, nesse sentido, 
a democratização da escola como garantia de atendimento da 
histórica reivindicação de pleno acesso por parte de amplas 
camadas sociais. É notório, não se tratar de desconsiderar 
outros fatores que condicionam a democratização da escola, 
contando com seu financiamento, a formação de professores, 
as condições materiais das escolas etc. (ALAVARSE, 2012). 
Por escola a genérica aspiração popular não produz a 
adesão de todas as crianças que o Estado convoca a partir 
dos seis anos de idade, derivando, assim, uma tensão entre 
direito e dever. Com o entendimento do sentido político da 
obrigatoriedade não podemos analisar essa etapa da educação 
básica, pois milhões de alunos estão em uma opção própria 
absoluta, significando que não se pode exigir dos alunos o 
interesse em relação à escola nem mesmo “prontidões” 
cognitivas, portanto, é como um pré-requisito (ALAVARSE, 
2012). 
A polarização entre ciclos e séries é relevante se for 
acoplada à discussão dos procedimentos mais convenientes 
para o incremento do aproveitamento escolar, mas, se a série 
significar a defesa da reprovação como ameaça capaz de levar 
alunos a aprender ou ciclos significar apenas o seu adiamento, 
a polarização será esvaziada de seu conteúdo político de efetiva 
democratização da escola (ALAVARSE, 2012).
Podemos considerar um avanço para a eliminação ou 
o adiamento da reprovação (um dos traços mais avultados 
da escola seriada), pois, manter a concepção, ensinada aos 
alunos, de que a escola básica não é necessariamente para 
todos, ou, sendo de todos, não é igualmente aproveitada 
por todos, repondo a seletividade. Assim, essa concepção, 
altamente incidente entre os professores, tem argumento 
para dizer que a vida “fora da escola” seleciona os alunos 
que necessitam aprender a enfrentá-la. Politicamente, esse 
é um argumento forte e procedente pelo respaldo empírico 
da visão meritocrática ou inatista sobre os melhores 
predestinados ao sucesso e merece ser confrontado por 
conter um posicionamento sobre os objetivos e fins da escola 
(ALAVARSE, 2012).
Para Alavarse (2012), a seriação pode ser reconhecida na 
pedagogia como uma gradação dos objetos de ensino e, por 
esta razão, seleção e ordenação de conteúdos, no intento de 
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ensinar melhor. A escola seriada, neste contexto, representaria 
uma instituição que age na fragmentação dos conteúdos, para 
melhor selecionar e ordenar os alunos.
Você sabia?
Historicamente, o atendimento de amplas camadas sociais, quer por 
necessidades daqueles que viam nisso um mecanismo de controle 
social, como fundamentou Talcott Parsons (1959), quer por pressões 
vindas “de baixo” para ampliação de direitos, mas em algum grau 
marcado pelo clima liberal de igualdade de oportunidades, acabou 
por consagrar a escola seriada e suas condizentes práticas avaliativas 
somativas (ALAVARSE, 2012).
A estratégia da repetência caracteriza o emprego de 
recursos materiais e humanos de eficácia e eficiência, além 
de reduzir a sua eliminação, a promoção automática, como 
acusam os oponentes, não é meramente redução, mas 
otimização de recursos. Entretanto, com a defesa dos ciclos, 
quando se passa da eliminação da reprovação à ampliação dos 
níveis gerais de aprendizagem, obrigatoriamente se passa para 
a necessidade da elevação de recursos, agora já otimizados 
(ALAVARSE, 2012).
Verifica-se nas escolas seriadas ou naquelas em ciclos, 
mas com a possibilidade de reprovação ao final de cada 
uma deles, que, salvo situações de flagrante injustiça, os 
alunos que repetem uma série são aqueles que no ano 
anterior apresentavam desempenho que os colocava em 
posição inferior em relação ou a um determinado padrão 
mínimo esperado ou à média de sua turma. Porém, dada a 
dificuldade de se fixar tais padrões e pelo caráter frequente 
de avaliações por norma referida ao grupo de alunos de cada 
professor, pode-se aventar que tais decisões estejam eivadas 
de preocupante relatividade (ALAVARSE, 2012).
É importante ressaltar que o aspecto da repetência é 
contraindicada, na imensa maioria dos casos, por não resultar 
em ganho para os que estão repetindo em relação aos que 
foram promovidos estando em idênticas condições no ano 
anterior, ou seja, alunos com dificuldades e promovidos 
se beneficiam mais da promoção do que seus congêneres 
reprovados. Para tanto, seguir com o mesmo grupo permite 
maiores ganhos do que integrar um novo grupo como 
repetente (ALAVARSE, 2012). 
Conforme salientado, a possibilidade de reprovação, 
favorecida pela seriação por conta dos objetivos e valores que 
historicamente fizeram-na quase que a forma escolar –por 
excelência, pela excelência e para a excelência–, não deveria 
ser advogada diante das depauperadas condições de existência 
em que os ciclos se estabeleceram, os ciclos em essência e 
em existência encerram uma visão de escola que confrontam 
princípios da seriação, de uma escola que se paute pela inclusão 
de todos, a partir de quaisquer condições (ALAVARSE, 2012). 
Por isso, pode-se ponderar, inicial e subsidiariamente, 
que em cada unidade escolar sejam observados os seguintes 
elementos, com vistas à superação da seriação, envoltos 
obviamente por um clima de amplo debate (ALAVARSE, 
2012):
a) organização do trabalho pedagógico: enfatiza-se, neste 
ensejo, as modalidades de engajamento da equipe (trabalho 
coletivo) de docentes, organizando atividades laborais, isto é, 
um conglomerado de professores como responsáveis por um 
grupo de alunos ao longo de cada ciclo. 
b) procedimentos de agrupamento dos alunos: a ideia, 
neste caso, é de diferenciação pedagógica e da individualização 
de percursos.
c) proposta político-pedagógica: baseada na situação 
inicial que explicite os objetivos de aprendizagem ao longo de 
cada ciclo, na perspectiva de uma visão ampla de currículo que 
transcenda o rol e o encadeamento de conteúdos disciplinares.d) indicadores da escola: cotejar com os indicadores 
do conjunto das escolas nacionais e regionais, a despeito da 
singularidade cada unidade escolar. 
e) formas e expedientes de acompanhamento das 
aprendizagens dos alunos: contemplando as ações pertinentes 
à superação de eventuais obstáculos, realçando a avaliação 
formativa e institucional.
f) recursos e arranjos materiais: disponibilizar com a 
ampliação dos espaços de aprendizagem que, seguramente, 
extrapolam a sala de aula e a própria escola como ambientes 
exclusivos de ensino e aprendizagem. 
Podemos verificar, especialmente nas escolas seriadas, que 
o acompanhamento dos alunos estão reduzidos a uma troca 
de informações superficiais ou imprecisas, esporadicamente 
ao longo do período letivo, assim, não resultam em ações mais 
incisivas dos professores. Nesse sentido, e também em relação 
com o tipo de objetivo a ser atingido, a duração de um ciclo 
deve, no entanto, ser superior ao tradicional ano letivo para se 
dispor de mais tempo de trabalho com os alunos. Esses fatos 
configuram, estatisticamente, um movimento na escola no 
qual a média de aproveitamento dos alunos se encaminha para 
o máximo e o desvio-padrão, para o mínimo (ALAVARSE, 
2012).
Alavarse (2012) pondera que, em favor dos ciclos a trama 
discursiva tem destacado que a seriação favorece a seletividade 
operada pela escola, tanto pela fragmentação exacerbada do 
currículo quanto pelas práticas avaliativas somativas e pela base 
temporal limitada, porém, para que os alunos tenham mais 
tempo para aprendizagem, para restringir o desenvolvimento 
de objetos de ensino que demandam mais tempo. Quer dizer 
que a seriação revela-se um obstáculo à escolarização que se 
compromete com a igualdade de resultados. 
Torna-se imprescindível compreender, nesse contexto, a 
democratização da educação escolar como uma conquista das 
classes populares pela realização dos direitos inerentes a uma 
sociedade democrática. Portanto, as condições necessárias 
à implementação de um ensino organizado em ciclos, por 
exemplo, não virão junto à sua implantação, mas terão de ser 
conquistadas pelos trabalhadores e usuários da escola pública. 
Os ciclos e a progressão continuada são medidas 
democráticas e de inclusão das classes mais desfavorecidas na 
escola, mas ainda não estão garantidas essa democratização e 
essa inclusão, porque a escola não está organizada e não possui 
os recursos para garantir a aprendizagem a todos os alunos. Se 
há um entendimento desta situação, cabe aos profissionais do 
ensino e aos usuários da escola reivindicarem essas condições 
básicas e lutarem para que isso ocorra, em vez de solicitar a 
volta da seriação (JACOMINI, 2012).
60Organização da Educação Brasileira e 
Políticas Públicas
Até aqui tudo correu muito bem, correto? Mesmo 
assim, é necessário sintetizar o que foi visto até agora 
para eliminarmos quaisquer dúvidas!
Retomando a aula
1 - Ensino Fundamental: conceitos e definições
Na primeira seção da Aula 6, você teve a oportunidade 
de desenvolver conhecimentos sobre os principais conceitos e 
informações relacionadas ao Ensino Fundamental.
Desse modo, a partir destas considerações iniciais 
foi possível compreender o conceito atinente ao ensino 
fundamental com os seus aspectos relacionados à infância e 
à criança bem como ficamos conhecendo a estruturação geral 
desta fase da educação.
2 - Ensino Fundamental na Legislação
Na Seção 2, foram abordados os aspectos relacionados 
com o “Ensino Fundamental na Legislação” mostrando, assim, 
as questões mais importantes contidas nas legislações nacionais 
sobre o ensino fundamental.
Portanto, foi possível a agregação de conhecimentos sobre 
as determinações legais relacionadas ao ensino fundamental 
permitindo, assim, a correta atuação do profissional desta 
área.
3 - Prática do Ensino Fundamental
Na Seção 3, finalizando a Aula 6, foram apresentadas as 
principais questões que dizem respeito ao “Funcionamento 
do Ensino Fundamental”..
Esta abordagem foi essencial, pois possibilitou a 
compreensão das principais práticas e questões pedagógicas 
relacionadas ao ensino fundamental que são primordiais para 
a adequada formação do futuro profissional desta área de 
trabalho na sociedade.
Esperamos que todos tenham entendido e aproveitado o conteúdo da 
aula 6! 
Mas, se ainda existirem dúvidas acesse o ambiente virtual e utilize as 
ferramentas apropriadas para dialogar com colegas e docentes. Além 
disso, é importante que reflitam sobre os conteúdos e as estratégias 
didáticas empregadas para a aprendizagem desta aula: o que foi bom? 
O que pode melhorar?
Lembrem-se de que estamos esperando suas sugestões para melhorar 
nossos recursos e técnicas didáticas utilizados no curso. Afinal, na EAD, a 
construção de conhecimento é um trabalho de todos. Participe! Ah, não 
se esqueça de realizar as atividades disponibilizadas no ambiente virtual, 
as quais representam a avaliação continuada para o estudo desta Aula.
OLIVEIRA, R. P. O ENSINO FUNDAMENTAL DE 
NOVE ANOS. In: Oliveira & Adrião. Gestão, financiamento e 
direito à educação. São Paulo: Xamã, 2007. pp. 38-39.
Vale a pena ler
Vale a pena
BARETA, Elaine Esmanhotto. Por que o Ensino 
Fundamental a partir dos seis anos?. Disponível em: http://
www.elaine.educa.inf.br/?p=86. Acesso em: 23 abr. 2012.
BRASIL. Ensino Fundamental de nove anos. Disponível 
em: http://portal.mec.gov.br/seb/arquivos/pdf/Ensfund/
noveanorienger.pdf. Acesso em: 23 abr. 2012.
SOUSA, Sandra Zákia. Avaliação, ciclos e qualidade do 
Ensino Fundamental: uma relação a ser construída. Estud. av., 
São Paulo, v. 21, n. 60, Aug. 2007. Disponível em: http://
www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S0103-
40142007000200003&lng=en&nrm=iso. Acesso em: 24 
abr. 2012. 
WIKIPEDIA. Ensino fundamental. Disponível em: 
http://pt.wikipedia.org/wiki/Ensino_fundamental. Acesso 
em: 23 abr. 2012.
Vale a pena acessar
Cidade dos homens. Direção: Paulo Morelli. Brasil: Globo 
Filmes, 2007.
O menino do Pijama Listrado. Direção: Mark Herman. 
EUA: Miramax Films, 2008.
YOU TUBE. Ensino Fundamental de 9 anos. Disponível 
em: http://www.youtube.com/watch?v=BR1YpgQ5kp4. 
Acesso em: 24 abr. 2012.
______. Orientação curricular do ensino fundamental. Disponível 
em: http://www.youtube.com/watch?v=HhRNVzRgFRY. 
Acesso em: 24 abr. 2012.
Vale a pena assistir

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