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1 Resumo Gestão Financeira – Paula Olavo 
 Resumo – Aula 01: O Modelo Dinâmico (Parte 1) 
1. Introdução 
• A gestão financeira de curto prazo foca no risco de liquidez da empresa: capacidade de pagar suas dívidas 
no vencimento. 
• Indicador básico: Capital Circulante Líquido (CCL) 
 
• AC = Ativo Circulante 
• PC = Passivo Circulante 
 Quanto maior o CCL, maior a liquidez. Porém, ele sozinho não é suficiente para avaliar a real situação 
financeira. 
2. Indicadores Tradicionais de Liquidez 
1. Liquidez Imediata 
 
2. Liquidez Seca 
 
3. Liquidez Corrente 
 
4. Liquidez Geral 
 
 
3. O Modelo Dinâmico (Fleuriet) 
• Desenvolvido por Michel Fleuriet na década de 1970. 
• Adapta a análise financeira à realidade brasileira (inflação, crescimento acelerado, instabilidade). 
• Foca no ciclo financeiro, não apenas na visão estática do balanço. 
 
4. Ciclo Operacional x Ciclo Financeiro 
• Ciclo Operacional: tempo entre a compra de insumos e o recebimento das vendas. 
• Ciclo Financeiro: tempo entre o pagamento aos fornecedores e o recebimento dos clientes. 
 Interpretação: 
• Ciclo Financeiro Positivo → empresa precisa de financiamento adicional. 
• Ciclo Financeiro Negativo → fornecedores financiam as operações (ex.: supermercados). 
 
5. Reclassificação do Balanço Patrimonial 
O modelo dinâmico divide as contas em três grupos: 
1. Erráticas (financeiras) – curto prazo, ligadas à tesouraria. 
o Ex.: disponibilidades, empréstimos bancários de curtíssimo prazo. 
2. Cíclicas (operacionais) – ligadas ao ciclo do negócio. 
 
2 Resumo Gestão Financeira – Paula Olavo 
o Ex.: estoques, fornecedores, clientes. 
3. Permanentes (estratégicas) – longo prazo, ligadas à estrutura. 
o Ex.: capital social, reservas, investimentos. 
 A partir dessa reclassificação, analisam-se três variáveis fundamentais (estudadas em detalhe na 
próxima aula): 
• NCG = Necessidade de Capital de Giro 
• CDG = Capital de Giro 
• T = Saldo de Tesouraria 
6. Reclassificação da DRE 
A Demonstração do Resultado do Exercício também é reorganizada para evidenciar os níveis de geração de 
recursos: 
1-Lucro Bruto Operacional (1º nível) 
LBO= Receita Líquida− Custos e Despesas Operacionais + Depreciações 
2-Capacidade de Autofinanciamento (2º nível) 
CAF= LBO−Despesas Financeiras + Receitas/Despesas não-operacionais – IR 
3-Autofinanciamento (3º nível) 
AF= CAF − Dividendos Distribuídos 
Ou ainda: 
AF= Lucro Retido + Depreciações e Amortizações 
7. Exemplo Simplificado (dados fictícios) 
• Receita Líquida = 200.000 
• Custos e Despesas = 150.000 
• Depreciação = 5.000 
• Despesas Financeiras = 10.000 
• IR = 8.000 
• Dividendos = 4.000 
 Cálculos: 
• Lucro Bruto Operacional (LBO) = 200.000 – 150.000 + 5.000 = 55.000 
• Capacidade de Autofinanciamento (CAF) = 55.000 – 10.000 – 8.000 = 37.000 
• Autofinanciamento (AF) = 37.000 – 4.000 = 33.000 
 Conclusão 
• O Modelo Dinâmico (Fleuriet) vai além da visão estática de liquidez. 
• Ele integra tempo, operação e estrutura financeira. 
• Fornece uma base mais realista para analisar necessidades de financiamento, solvência e geração de 
recursos próprios. 
 
3 Resumo Gestão Financeira – Paula Olavo 
 
 
 
 
 Resumo – Aula 02: O Modelo Dinâmico (Parte 2) 
1. Variáveis do Modelo Dinâmico 
O modelo utiliza três variáveis-chave, obtidas a partir da reclassificação do balanço: 
a) Necessidade de Capital de Giro (NCG) 
NCG= Ativo Cíclico−Passivo Cíclico 
• Positiva → empresa precisa de recursos para financiar o giro. NCG > 0 
 
4 Resumo Gestão Financeira – Paula Olavo 
• Negativa → fornecedores financiam as operações (ex.: supermercados). NCG 0 
• Negativo → parte do ativo permanente está sendo financiada por curto prazo (risco maior). CDG 0 
• Negativo → depende de empréstimos de curto prazo (risco). T 0, NCG > 0, T > 0 (empresa tem sobra de caixa). 
• Insatisfatória → CDG > 0, NCG > 0, T 0, T 0, NCG 0 (ex.: supermercados, ciclo financeiro negativo). 
 
 
5 Resumo Gestão Financeira – Paula Olavo 
 
3. Análise de Tendência – Efeito Tesoura 
• Ocorre quando a NCG cresce mais rápido que o CDG, levando o T a ficar negativo e piorando ao longo do 
tempo. 
• Sinais: 
o Crescimento acelerado das vendas. 
o Baixo autofinanciamento. 
o Dependência excessiva de curto prazo. 
• Risco: insolvência e desequilíbrio financeiro. 
 
• 4. Termômetro de Liquidez (TL) 
 
É o índice de liquidez do modelo dinâmico: 
 
• Mede a situação de curto e curtíssimo prazo. 
• TL > 0 → situação confortável. 
• TLapenas o valor das permanentes: 
• Esse valor é fixo, a empresa sempre precisa dele. 
• O sazonal não entra na média porque, nessa estratégia, ele não é financiado com longo prazo — só com 
curto prazo, conforme a necessidade aparece. 
 Em resumo: 
Na estratégia agressiva, a média é só das permanentes porque o sazonal nunca é financiado de forma 
fixa — ele é coberto pontualmente com capital de curto prazo. 
 Estratégia Intermediária = meio-termo entre segurança (Conservadora) e risco (Agressiva). 
Por isso, ela financia com longo prazo as necessidades permanentes + metade do pico sazonal. 
• A metade do pico sazonal funciona como uma “média” da variação ao longo do ano. 
• Assim, parte do sazonal fica coberta por recursos de longo prazo (garantia de liquidez), e a outra parte fica 
para ser ajustada com recursos de curto prazo (mais baratos). 
 Resumindo em 1 frase: 
Na estratégia intermediária somamos permanentes + metade do pico sazonal porque ela busca 
equilíbrio — garante uma base segura e cobre só parte da variação com curto prazo, deixando o 
restante flexível. 
 Estratégia Conservadora = financia permanentes + todo o pico sazonal com recursos de longo prazo. 
 
8 Resumo Gestão Financeira – Paula Olavo 
Isso significa que a empresa nunca depende de curto prazo → todo o sazonal já está garantido de antemão. 
Por isso, quando vamos calcular a média de sazonal para a Conservadora, aparece 0: 
• Porque o sazonal não é financiado por curto prazo em nenhum momento. 
• Ele já está embutido no financiamento de longo prazo. 
 Resumindo em 1 frase: 
Nas médias Conservadoras o sazonal dá 0 porque todo o sazonal é coberto com longo prazo, sobrando nada 
para o curto prazo. 
 
 
 Indicadores de Liquidez Relacionados 
• Liquidez Corrente: 
• Liquidez Seca: 
• Liquidez Imediata: 
 Exemplo: 
• AC = 200.000; Estoques = 80.000; Disponível = 40.000; PC = 150.000 
 
9 Resumo Gestão Financeira – Paula Olavo 
 
 Necessidade de Capital de Giro (NCG) 
Mede quanto de recursos a empresa precisa para financiar o ciclo financeiro. 
NCG= Ativo Circulante Operacional−Passivo Circulante Operacional 
 Exemplo: 
• Contas a Receber + Estoques = 120.000 
• Fornecedores + Obrigações Operacionais = 70.000 
NCG=120.000−70.000=50.000NCG = 120.000 - 70.000 = 50.000NCG=120.000−70.000=50.000 
 Conclusão 
• O capital de giro é essencial para garantir liquidez e continuidade das operações. 
• A gestão envolve equilibrar liquidez x rentabilidade. 
• O acompanhamento de ciclos, indicadores e NCG ajuda a evitar riscos de insolvência. 
 
 
• Resumo – Aula 04: Administração do Disponível 
 
 Motivos para Manter Caixa e Quase-Caixa 
1. Transação – atender pagamentos e recebimentos do dia a dia (salários, fornecedores, impostos). 
 
10 Resumo Gestão Financeira – Paula Olavo 
2. Precaução – reserva para imprevistos (inadimplência, ações judiciais, emergências). 
3. Especulação – aproveitar oportunidades de desconto ou investimentos inesperados. 
 Títulos negociáveis (curto prazo, alta liquidez, baixo risco) são usados para aplicar recursos ociosos. 
 
 Determinação do Saldo de Caixa 
O saldo ótimo de caixa equilibra: 
• Custos de oportunidade (juros perdidos ao manter dinheiro parado). 
• Custos de transação (despesas de movimentação entre caixa e aplicações). 
 Representado pelo ponto onde o custo total = mínimo. 
 
 Modelos Quantitativos de Administração de Caixa 
1. Modelo de Baumol (1952) 
Baseado na teoria do lote econômico de compras. 
Premissas: desembolsos constantes e previsíveis. 
Fórmulas principais: 
• Valor Econômico de Conversão (VEC): 
 
 
onde: 
• F = custo de conversão por transação 
• T = necessidade total de caixa no período 
• K = taxa de juros (custo de oportunidade) 
• Saldo médio de caixa: 
 
• Número de conversões: 
 
• Custo total: CT=(N x F)+(SMC x K) 
 Exemplo: 
• F = $1.000, T = $31.200.000, K = 10% 
 
Saldo médio = 394.968; 
N ≈ 40; 
CT ≈ $78.994. 
 
2. Modelo de Miller-Orr (1966) 
Indicado para fluxos incertos. Define limites de controle: 
• L = limite inferior (mínimo de segurança). 
• H = limite superior (máximo tolerado). 
• Z = ponto de retorno (nível desejado de caixa). 
Regras: 
• Se o saldo > H → aplicar (H – Z). 
• Se o saldoà produção. 
• JIT (Just-in-Time): reduz ou elimina estoques, exige fornecedores confiáveis. 
 
 Resumo da Aula 06 – Administração de Contas a Receber 
 Importância das Contas a Receber 
• Parte relevante do Ativo Circulante junto com estoques. 
• Devem ser convertidas em caixa rapidamente, mantendo nível adequado de vendas. 
• Administração envolve política de crédito e política de cobrança. 
 Políticas de Crédito 
Seleção de Crédito 
Baseada nos 5 C’s do Crédito: 
1. Caráter – histórico de pagamento. 
 
14 Resumo Gestão Financeira – Paula Olavo 
2. Capacidade – geração futura de recursos (índices de liquidez/endividamento). 
3. Capital – posição financeira e patrimônio líquido. 
4. Colateral – garantias oferecidas. 
5. Condição – ambiente econômico geral. 
Outras ferramentas: análise de demonstrações contábeis, consultas bancárias, referências comerciais, 
pontuação de crédito. 
Alterações nos Padrões de Crédito 
Impactam três variáveis principais: 
• Volume de vendas (↑ com padrões mais flexíveis). 
• Investimento em duplicatas a receber (↑ quando há mais crédito). 
• Perdas com inadimplência (↑ quando crédito é mais liberado). 
 Exemplo (Gitman, 2004): 
• Preço unitário = $10; Custo variável = $6; Fixos = $120.000. 
• Vendas atuais = 60.000 unid. → proposta = 63.000 unid. 
• Inadimplência ↑ de 1% para 2%. 
• Prazo médio ↑ de 30 para 45 dias. 
• Retorno exigido = 15%. 
Cálculos: 
• Margem de contribuição unitária: 10−6=410 - 6 = 410−6=4. 
• Ganho adicional: 3.000×4=12.0003.000 × 4 = 12.0003.000×4=12.000. 
• Investimento marginal em duplicatas: 17.250 × 15% = 2.588. 
• Perdas adicionais com incobráveis: 6.600. 
Lucro líquido: 12.000–2.588–6.600=2.81212.000 – 2.588 – 6.600 = 2.81212.000–2.588–6.600=2.812. 
 Vale a pena flexibilizar. 
 Condições de Crédito 
Expressas como, por exemplo: 2/10 líquido 30 
• 2 = desconto de 2%. 
• 10 = prazo para aproveitar o desconto. 
• 30 = prazo total para pagamento. 
 Exemplo (Gitman, 2004): 
• Vendas atuais: 60.000 unid. a $10; Custo variável = $6. 
• Proposta: desconto 2%, aumento de 5% nas vendas, inadimplência ↓ de 1% para 0,5%. 
 
15 Resumo Gestão Financeira – Paula Olavo 
• 60% dos clientes usam desconto → cobrança média cai de 30 para 15 dias. 
Resultado líquido: 
• Margem adicional: $12.000. 
• Economia com duplicatas: $2.138. 
• Economia com incobráveis: $2.850. 
• Custo do desconto: $7.560. 
• Lucro líquido: $9.428 → decisão favorável. 
 Políticas de Cobrança 
• Definem como e quando cobrar clientes. 
• Mais rigor → ↓ inadimplência, mas ↑ custos de cobrança e risco de perder clientes. 
• Técnicas: cartas, telefonemas, visitas, agências de cobrança, ação judicial. 
 Exemplo prático: 
Uma empresa com $200.000 em duplicatas a receber: 
• 30% correntes, 20% atrasadas até 30 dias, 33% atrasadas 31-60 dias, 13% atrasadas 61-90 dias, 4% >90 
dias. 
 Grande concentração em outubro (33%) → indica problema de política de crédito/cobrança. 
 Fórmulas-Chave 
1. Margem de Contribuição Unitária: MCu = PVu − CVu 
2. Contribuição Adicional aos Lucros: ΔL=Unid. Adicionais × MCu 
3. Investimento Médio em Duplicatas: 
 
4. Custo do Investimento em Duplicatas: CID = IMDR × k - onde k = taxa de retorno exigida. 
5. Custo com Incobráveis: CI=Vendas × %incobráveis 
 Conclusão 
• Política de crédito afeta vendas, duplicatas e risco. 
• Política de cobrança afeta recebimento e inadimplência. 
• A decisão deve sempre ser feita pela análise custo × benefício: se os ganhos adicionais superarem custos 
e riscos, vale flexibilizar. 
 
16 Resumo Gestão Financeira – Paula Olavo 
 
 Impactos de Alterações 
• Padrões de crédito mais flexíveis: ↑ Vendas, ↑ Duplicatas, ↑ Risco. 
• Descontos financeiros: estimulam recebimento mais rápido, ↓ inadimplência, mas reduzem lucro 
unitário. 
• Política de cobrança mais rigorosa: ↓ inadimplência, mas ↑ custos de cobrança e pode reduzir vendas. 
 Exemplo Integrado (Gitman, 2004) 
• Vendas adicionais: 12.000 
• CID: 2.588 
• CI: 6.600 
• Lucro líquido final: 12.000–2.588–6.600=2.812 
 Vale a pena flexibilizar os padrões de crédito. 
 Resumo da Aula 07 – Financiamento de Curto Prazo (Parte 1) 
 Fontes Espontâneas de Financiamento de Curto Prazo 
São recursos obtidos automaticamente no curso normal das operações. 
Principais: 
• Contas a pagar a fornecedores (duplicatas a pagar). 
• Despesas a pagar (salários, impostos). 
 Condições de Crédito 
Expressas como, por exemplo, 2/10, líquido 30 F.M. 
• 2 = desconto de 2%. 
• 10 = prazo para obter o desconto. 
• 30 = prazo total de pagamento. 
• F.M. = fora o mês (contagem começa no mês seguinte). 
 
17 Resumo Gestão Financeira – Paula Olavo 
 Exemplo: 
Compra de $1.000, condições 2/10, líquido 30. 
• Se pagar até o 10º dia → paga $980 (ganha $20 de desconto). 
 
 Custo de Não Aproveitar o Desconto Financeiro 
Quando a empresa não paga no prazo de desconto, perde a chance de pagar menos. Esse custo pode ser 
visto como uma taxa de juros implícita. 
Fórmula Exata: 
 
Fórmula Aproximada: 
 
onde: 
• DF = desconto financeiro (%). 
• N = prazo de pagamento – prazo de desconto. 
 Exemplo: 
Condições: 2/10, líquido 30. 
 → Se custo de empréstimo bancário taxa bancária → melhor aproveitar desconto. 
• Se custo de perder desconto 15%). 
B → não aproveitar (8%• Recebe $9.000 hoje. 
• Paga $10.000 no vencimento. 
• Taxa efetiva = 11,1% a.a. 
3. Linhas de Crédito e Crédito Rotativo 
• Bancos podem exigir saldo médio (compensação). 
• Isso aumenta o custo efetivo da operação. 
 Exemplo: 
Empréstimo $1.000.000 a 10% a.a. com saldo médio 20%. 
• Valor disponível real = $800.000. 
 
20 Resumo Gestão Financeira – Paula Olavo 
• Juros pagos = $100.000. 
• Taxa efetiva = $100.000 / $800.000 = 12,5% a.a. 
4. Commercial Papers 
• Usados por grandes S.A. para financiar capital de giro. 
• Normalmente sem garantia. 
• Taxa efetiva inclui despesas de emissão. 
 Exemplo: 
• Captação $200.000. 
• Despesas de emissão $2.100. 
• Valor pago no vencimento $206.280. 
• Taxa efetiva ≈ 4,23% ao mês. 
 
5. Factoring 
• Venda de duplicatas a uma empresa de fomento mercantil. 
• Garante liquidez imediata, mas com custo elevado. 
 Exemplo: 
Duplicata $100.000 
• Reserva 10%: $10.000 
• Comissão 2%: $2.000 
• Juros 16% a.a. → $1.173 
→ Valor líquido recebido ≈ $86.827. 
 
6. Estoques como Garantia 
• Alienação geral: libera até 50%. 
• Alienação fiduciária: libera até 80–100%. 
 Exemplo: 
Estoque avaliado em R$300.000 → banco libera R$100.000 com taxa 12% a.a. 
 Conclusão 
• Empréstimos sem garantia são mais baratos, mas restritos a empresas sólidas. 
• Com garantia (duplicatas, estoques, factoring) aumentam custo, mas ampliam acesso. 
• O gestor deve calcular o custo efetivo de cada fonte e escolher a mais vantajosa. 
 
21 Resumo Gestão Financeira – Paula Olavo

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