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20 Universidade do Estado da Bahia Departamento de Educação – DEDC Campus II Curso de Bacharelado em Educação Física Disciplina: Estágio II – Saúde Pública Professor: Leandro Paim ESTAGIÁRIO: Emerson dos Santos Almeida RELATÓRIO DE ESTÁGIO II SEMESTRE 2025.2 Alagoinhas 2025 SUMÁRIO 1. INTRODUÇÃO 3 2. CAMPO DE ESTÁGIO 3 2.1 Caracterização do campo de estágio 3 2.1.1 Breve Histórico da instituição 3 2.1.2 Tipo de Atividade 4 2.1.3 Recursos/ materiais disponíveis 8 2.1.4 Estrutura física da Instituição 9 2.1.5 Descrição dos programas Avaliação e Treinamento 10 3. ATIVIDADES DESENVOLVIDAS 11 4. CONSIDERAÇÕES FINAIS 25 REFERÊNCIAS 26 ANEXOS 28 1. INTRODUÇÃO O presente relatório descreve as atividades realizadas na disciplina de Estágio II – Saúde Pública, no curso de bacharelado em Educação Física da Universidade do Estado da Bahia UNEB - campus II. O estágio foi desenvolvido na própria Universidade no projeto UNEB vida em movimento, coordenado pelo próprio professor ministrante do estágio II, o Professor Leandro Paim e também com a coordenação do Professor Rafael Estrela. O estágio II ocorre na sala de musculação da UNEB na cidade de Alagoinhas-BA, tendo início no dia 03/09/2025. De acordo com Bianchi et al. (2005), o Estágio Supervisionado representa uma oportunidade na qual o estudante pode demonstrar sua criatividade, independência e caráter. Durante essa fase, ele tem a chance de avaliar se sua escolha profissional está alinhada com suas habilidades técnicas. Também de acordo com Filho (2010), o estágio supervisionado transcende meramente a satisfação de requisitos acadêmicos, representando, na verdade, uma oportunidade para o desenvolvimento pessoal e profissional. Além disso, é reconhecido como um instrumento significativo de conexão entre a universidade, a instituição de ensino e a comunidade. O estágio consiste em avaliar, orientar, prescrever e educar em saúde que envolve orientar a população sobre a importância da atividade física, incentivar a prevenção de doenças crônicas e desenvolver estratégias de promoção do bem-estar físico e mental, contribuindo para a qualidade de vida e o fortalecimento da saúde coletiva. 2. CAMPO DE ESTÁGIO 2.1 Caracterização do campo de estágio 2.1.1 Breve Histórico da instituição A Universidade do Estado da Bahia (UNEB) é a maior instituição pública de ensino superior multicampi do estado, com presença em todas as regiões da Bahia. Possui 24 campi, sendo os principais localizados em Salvador, nos bairros do Cabula e do Imbuí, e 31 departamentos distribuídos em 26 campi, incluindo a administração central na capital. Fundada em 1983 e mantida pelo Governo do Estado, a UNEB oferece mais de 170 cursos de graduação e pós-graduação, tanto na modalidade presencial quanto a distância, com crescimento recente na oferta de mestrados e doutorados, contribuindo para a interiorização da pós-graduação pública. Além disso, a universidade desenvolve programas de extensão em quase todos os 417 municípios do estado, beneficiando comunidades socialmente vulneráveis, incluindo assentamentos da reforma agrária, comunidades indígenas, quilombolas, pessoas com deficiência e grupos LGBT. A UNEB também realiza pesquisas de destaque, incluindo áreas como robótica e jogos eletrônicos pedagógicos, incentivando a participação dos alunos por meio de iniciação científica e bolsas de monitoria. Criada pela Lei Delegada 66/83, a universidade consolidou e ampliou instituições pré-existentes de ensino superior, reforçando sua missão social e contribuindo para o desenvolvimento educacional e econômico da Bahia e do Brasil. O curso de Educação Física da UNEB, campus Alagoinhas, é oferecido nas modalidades Licenciatura e Bacharelado e tem como objetivo formar profissionais capacitados para atuar tanto na área educacional quanto na promoção da saúde e no esporte. A licenciatura, criada em 2005, prepara o aluno para atuar como professor na educação básica, integrando ensino, pesquisa e extensão. Já o bacharelado é voltado à atuação em academias, centros esportivos e projetos de saúde, enfatizando a prescrição e o acompanhamento de exercícios físicos. Nesse contexto, os professores Leandro Paim e Rafael Estrela coordenam um projeto que une teoria e prática, voltado à promoção da saúde por meio do exercício físico. As atividades incluem avaliações físicas, prescrição de treinos na sala de musculação e ações de educação em saúde. O projeto também serve como campo de estágio para os alunos, permitindo o desenvolvimento de competências profissionais e contribuindo para a melhoria da qualidade de vida da comunidade. 2.1.2 Tipo de Atividade O projeto UNEB Vida em Movimento atua especificamente com avaliações físicas e atividades físicas, com foco principal na musculação, buscando promover saúde, prevenir doenças crônicas e melhorar a qualidade de vida dos participantes. Essas ações são acompanhadas de processos de educação em saúde, entendida como a orientação das pessoas para que compreendam melhor como cuidar da própria saúde e da comunidade, desenvolvendo hábitos e atitudes que favoreçam uma vida mais saudável. No contexto do SUS, essa prática aproxima profissionais da população, valorizando o conhecimento popular e estimulando a participação ativa das pessoas nas decisões sobre seus cuidados. A educação em saúde é considerada por diversos autores como um eixo fundamental da promoção da saúde. Para Buss (2000), ela consiste em um conjunto de práticas que buscam ampliar a autonomia das pessoas na tomada de decisões sobre sua própria saúde, estimulando a reflexão crítica e a participação social. Já Candeias (1997) afirma que a educação em saúde é um processo contínuo que integra informação, diálogo e ação, permitindo que indivíduos e comunidades compreendam os determinantes do processo saúde-doença e adotem comportamentos mais saudáveis de forma consciente. Assim, as práticas educativas não se limitam a transmitir conteúdos, mas buscam transformar atitudes e fortalecer a capacidade das pessoas de atuarem na melhoria de sua própria qualidade de vida. Ao realizar essas ações, o projeto Vida em Movimento concretiza a função essencial dos projetos de extensão, que podem ser compreendidos como atividades planejadas pela universidade para interagir com a sociedade, compartilhando saberes e construindo soluções conjuntas a partir de necessidades reais. Como afirma Thiollent (2008), a extensão se materializa quando o conhecimento acadêmico é aplicado em situações concretas, contribuindo para melhorias sociais e fortalecendo políticas públicas. Da mesma forma, Sobrinho (2015) destaca que a extensão representa o compromisso social da universidade ao promover intervenções que transformam a realidade e ampliam a formação cidadã dos estudantes. Assim, ao integrar avaliações físicas, exercícios físicos orientados e práticas corporais voltadas à musculação, o UNEB Vida em Movimento exemplifica o papel transformador dos projetos de extensão: promover saúde, ampliar o acesso ao conhecimento científico e fortalecer a formação técnica e humana dos estudantes. Ele demonstra que a extensão universitária não se limita ao repasse de informações, mas envolve vivências que vinculam teoria e prática em benefício da comunidade, consolidando o compromisso público da universidade. Nas avaliações físicas utilizamos a anamnese que é uma ferramenta essencial para a avaliação inicial do indivíduo, pois permite identificar o histórico de saúde, hábitos de vida, limitações físicas, presença de doenças crônicas, uso de medicamentos e fatores de risco que possam influenciar a prática de exercícios. De acordo com Heyward (2010), a anamnese fornece informações fundamentais para prescrever programas de exercícios seguros e individualizados, permitindo ao profissional planejar intervenções adequadas às condições e necessidades de cada participante. Já ACSM (2018) destaca que a coleta detalhada de dados por meio da anamnese é indispensável para prevenir riscos durante a prática de atividade física e garantir a eficáciadas orientações e prescrição de treinamento. Usamos a avaliação física mensurando peso, altura, IMC, RCQ, pressão arterial, FC repouso e duplo produto dos participantes. O questionário PAR-Q (Physical Activity Readiness Questionnaire) é uma ferramenta amplamente utilizada para identificar possíveis riscos à saúde antes da prática de exercícios físicos, permitindo que profissionais de Educação Física e saúde avaliem se o indivíduo está apto para iniciar um programa de atividade física. Segundo ACSM (2018), o PAR-Q é recomendado como instrumento inicial de triagem para detectar condições médicas que exigem atenção ou liberação médica antes do início do exercício. Heyward (2010) reforça que o uso do PAR-Q contribui para a segurança do praticante, auxiliando na prescrição adequada e na prevenção de eventos adversos durante a atividade física. Para avaliar a composição corporal é utilizado o protocolo de três dobras de Pollock, que mede a espessura das dobras cutâneas em pontos específicos do corpo para estimar o percentual de gordura, sendo considerado um método prático, acessível e relativamente preciso quando aplicado corretamente (Pollock; Jackson, 1984). Medições perímetros corporais também são mensurados utilizando uma fita métrica e para as dobras cutâneas foram utilizados os adipômetros. Para a avaliação da força muscular utilizamos as máquinas peck deck, máquina de remadas, hack de agachamento e a cadeira extensora, a avaliação da força muscular permite identificar déficits ou assimetrias que podem influenciar o desempenho físico e a prevenção de lesões, servindo como base para a prescrição de programas de treinamento individualizados. A força muscular refere-se à capacidade de um músculo ou grupo muscular de gerar tensão contra uma resistência, sendo um componente fundamental da aptidão física e da funcionalidade para atividades do dia a dia. Segundo Heyward (2010). A capacidade cardiorrespiratória é avaliada por meio do teste Chester Step, um teste submáximo de step com ritmo controlado por sinal sonoro, de execução simples e sem necessidade de grande espaço, permitindo estimar a aptidão aeróbica e orientar a prescrição de exercícios (Sykes). Utilizamos também esteiras e bicicletas ergométricas para as atividades aeróbicas, complementando essas avaliações, também é realizado o cálculo do VO2 Máx, que permite classificar o condicionamento cardiorrespiratório dos participantes. Para medir a força e resistência muscular, são aplicados o teste de sentar e levantar de uma cadeira, que avalia os membros inferiores e a capacidade funcional para atividades diárias em um tempo determinado, geralmente 30 segundos (Rikli; Jones, 1999), e o teste de abdominais de 1 minuto, que permite avaliar a musculatura abdominal e sua resistência, sendo amplamente utilizado em programas de avaliação física (ACSM, 2018; Heyward, 2010). Além das avaliações. O projeto inclui um programa de treinamento de musculação realizado na sala de musculação da UNEB, no qual os participantes realizam exercícios voltados para a melhora da força, resistência muscular e funcionalidade, com acompanhamento dos estagiários para garantir a execução correta, segurança e adaptação das cargas conforme o perfil individual. As adaptações resultantes de um programa de treinamento resistido, acumuladas ao longo de várias sessões, geralmente são diretamente influenciadas pelo monitoramento das cargas utilizadas em cada sessão. Essas adaptações devem ser previstas e ajustadas pelo treinador, visando garantir ganhos máximos em um ambiente seguro, livre de riscos de lesões ou doenças associadas ao excesso de treinamento, para o praticante (GOSMANN et al., 2021). Referente ao método de treinamento de força utilizado desde o início a metodologia (MT) Método Tradicional, de séries múltiplas. O treinamento de força, também conhecido como treinamento com pesos, treinamento resistido ou musculação, envolve o uso de materiais e equipamentos como pesos ou halteres para proporcionar resistência ao indivíduo, visando melhorar as capacidades físicas relacionadas à saúde, desempenho atlético ou objetivos estéticos (BAECHLE; GROVES, 2000). No projeto UNEB Vida em Movimento, adotamos o método de treinamento contra resistência recomendado pelo American College of Sports Medicine (ACSM), realizando as séries de exercícios para os principais grupos musculares, com oito a 12 repetições, e frequência de duas vezes por semana. Esse protocolo é aplicado de forma prática na sala de musculação, permitindo que os participantes executem os exercícios com a técnica adequada, controle de cargas e progressão segura. O uso desse método garante que o treinamento seja estruturado, eficiente e alinhado às diretrizes reconhecidas internacionalmente, proporcionando ganhos de força e resistência muscular de maneira sistemática e segura. Segundo o American College of Sports Medicine: O American College of Sports Medicine (ACSM) recomenda que o treinamento contra resistência seja parte integrante de um programa de aptidão física para adultos e idosos. Suas recomendações incluem pelo menos uma série de oito a 10 exercícios para os principais grupamentos musculares, com frequência de duas a três vezes por semana. Cada exercício deve ser executado com oito a 12 repetições, sendo que, para os mais idosos e frágeis, 10-15 repetições talvez sejam mais apropriadas. Em posicionamento recente sobre modelos de progressão do treinamento contra resistência, o ACSM elaborou maiores detalhes sobre as variáveis relacionadas ao treinamento, porém, algumas evidências ainda são escassas e/ou contraditórias. Todas essas atividades são integradas a ações de educação em saúde, orientando os participantes sobre a importância da atividade física, prevenção de doenças crônicas, hábitos saudáveis e bem-estar físico e mental, promovendo a autonomia, a inclusão e a qualidade de vida da população atendida. 2.1.3 Recursos/ materiais disponíveis No projeto UNEB Vida em Movimento são utilizados diferentes recursos e materiais com a finalidade de realizar avaliações físicas, monitorar a saúde e orientar a prescrição segura de exercícios físicos. A anamnese e o questionário PAR-Q são utilizados na etapa inicial para identificar o histórico de saúde, hábitos de vida e possíveis riscos associados à prática de atividade física. As balanças antropométricas com estadiômetro são utilizadas para medir a massa corporal e a estatura, possibilitando o cálculo de indicadores como o IMC. As fitas métricas permitem a mensuração dos perímetros corporais, auxiliando na análise da distribuição de gordura corporal e no acompanhamento das mudanças corporais ao longo do programa. Os adipômetros são utilizados para medir a espessura das dobras cutâneas, contribuindo para a estimativa do percentual de gordura corporal. Para o controle das respostas fisiológicas, são utilizados aparelhos de aferição da pressão arterial, frequencímetros cardíacos e oxímetros de pulso, que permitem acompanhar a pressão arterial, a frequência cardíaca e a saturação periférica de oxigênio, garantindo maior segurança durante as avaliações e sessões de exercício. A avaliação da capacidade cardiorrespiratória é realizada com o auxílio de steps, e nós treinos são utilizadas as esteiras e bicicletas ergométricas, que possibilitam as atividades aeróbicas de forma controlada e progressiva. Para a avaliação da força muscular, utiliza-se o dinamômetro de preensão manual, que permite mensurar a força isométrica das mãos e fornece informações importantes sobre a capacidade funcional dos participantes. Esses materiais possibilitam a realização de avaliações padronizadas e o acompanhamento da evolução física dos participantes, contribuindo para intervenções mais eficazes e seguras. 2.1.4 Estrutura física da Instituição A sala 08, destinada à musculação, pertence ao Colegiado de Educação Física da Universidade do Estado da Bahia (UNEB) e constitui um espaço estruturado para o desenvolvimento de atividades de ensino, extensão e estágio supervisionado. O ambienteé organizado para a prática do treinamento resistido, possibilitando a realização de exercícios voltados ao desenvolvimento da força, resistência muscular e funcionalidade, atendendo a diferentes perfis de praticantes. A sala dispõe de equipamentos de musculação que permitem o trabalho dos principais grupamentos musculares. A cadeira extensora e flexora, integrada em um único equipamento, é utilizada para exercícios de extensão e flexão do joelho, com ênfase, respectivamente, na musculatura do quadríceps femoral e dos músculos posteriores da coxa, como bíceps femoral, semitendíneo e semimembranáceo. A cadeira abdutora e adutora possibilita a realização de movimentos de abdução e adução do quadril, atuando principalmente sobre os músculos abdutores, como glúteo médio e mínimo, e adutores da coxa. O hack de agachamento a 45 graus permite a execução do agachamento guiado, com recrutamento predominante do quadríceps femoral, glúteo máximo e músculos posteriores da coxa, além de exigir estabilização do tronco. A máquina de puxada alta é utilizada para exercícios de adução e extensão do ombro, com maior ativação do latíssimo do dorso, redondo maior e bíceps braquial como sinergista. A remada baixa possibilita o trabalho dos músculos dorsais, especialmente latíssimo do dorso, romboides e trapézio, contribuindo para o fortalecimento da musculatura estabilizadora da cintura escapular. A sala conta ainda com banco de supino reto e inclinado, utilizados para exercícios de empurrar, como o supino reto e inclinado, que atuam principalmente sobre o peitoral maior, com participação do deltoide anterior e do tríceps braquial. O peck deck permite a realização da adução horizontal do ombro, enfatizando o peitoral maior, e também possibilita variações de exercício para o deltoide posterior, por meio do movimento de abdução horizontal reversa. A máquina de remada com possibilidade de execução unilateral e bilateral favorece o equilíbrio de força entre os lados do corpo e o trabalho específico da musculatura dorsal. O equipamento de crossover possibilita a execução de exercícios multiarticulares e isolados, como crucifixo em pé, exercícios para peitoral maior, deltoides, além de variações para bíceps e tríceps, permitindo ampla versatilidade de estímulos musculares. O tríceps pulley e suas variações, como o tríceps testa e francês, que são exercícios de extensão do cotovelo, com ênfase no tríceps, sendo exercícios fundamentais para o fortalecimento dos membros superiores. Para os músculos flexores do cotovelo, são realizados exercícios de rosca, com destaque para a rosca direta no cabo e suas variações, que atuam principalmente sobre o bíceps braquial, braquial e braquiorradial. Exercícios específicos para os deltoides também são executados, contemplando o deltoide anterior, medial e posterior, contribuindo para o fortalecimento e equilíbrio da articulação do ombro. Além dos equipamentos, a sala dispõe de anilhas com cargas variando de 2 a 20 kg e halteres com pesos entre 1 e 5 kg, possibilitando a progressão de cargas, a individualização do treinamento e a adaptação dos exercícios conforme o nível de condicionamento dos praticantes. Dessa forma, a estrutura física da sala de musculação da UNEB oferece condições adequadas para a realização de avaliações, treinamentos e atividades pedagógicas, contribuindo para a formação acadêmica dos estudantes e para a promoção da saúde dos participantes do projeto. 2.1.5 Descrição dos programas Avaliação e Treinamento O projeto UNEB Vida em Movimento desenvolve um programa de avaliação e treinamento que integra a prática da Educação Física à promoção da saúde e à prevenção de doenças crônicas, seguindo os princípios da Atenção Básica à Saúde. O programa envolve avaliações físicas, cardiorrespiratórias e musculares, educação em saúde e prescrição de exercícios individualizados, com foco na melhoria da qualidade de vida e na autonomia funcional dos participantes. As avaliações incluem a mensuração da composição corporal por meio do protocolo de três dobras, que estima o percentual de gordura corporal a partir das dobras cutâneas de forma prática e precisa. Para avaliação da capacidade cardiorrespiratória, utiliza-se o teste Chester Step, de execução simples, submáximo e com ritmo controlado por sinal sonoro, além da avaliação do VO2 Máx para classificar o condicionamento cardiorrespiratório. A força e resistência muscular são avaliadas pelo teste de sentar e levantar de uma cadeira, que mede a força dos membros inferiores e a capacidade funcional em atividades diárias, e pelo teste de abdominais de 1 minuto, que avalia a musculatura abdominal. O programa de treinamento físico será aplicado na sala de musculação da UNEB, onde os participantes realizarão exercícios de musculação voltados à melhora da força, resistência muscular e funcionalidade, com acompanhamento dos estagiários para garantir a execução correta, segurança e adaptação das cargas conforme o perfil individual. Paralelamente, o projeto promove educação em saúde, orientando sobre a importância da atividade física, prevenção de doenças crônicas, hábitos saudáveis e bem-estar físico e mental. Os estagiários são capacitados para atuar de forma interdisciplinar, integrando-se a equipes multiprofissionais e seguindo protocolos padronizados de avaliação e prescrição, considerando os determinantes sociais e o contexto de cada participante. Dessa forma, o programa de avaliação e treinamento do UNEB Vida em Movimento integra teoria e prática, monitora o progresso físico e funcional dos participantes, promove a educação em saúde e fortalece a atuação do profissional de Educação Física na Atenção Primária à Saúde, contribuindo para a autonomia, inclusão e qualidade de vida da população atendida. 3. ATIVIDADES DESENVOLVIDAS Dia 17/03/2026 Nosso primeiro realizado na UNEB foi explicado sobre o funcionamento da disciplina, questões éticas sobre a atuação dos estagiários no espaço de atuação e debate sobre textos referentes à saúde pública. Outro ponto abordado foi explicação do relatório e como ele deveria ser feito, no encontro supracitado discutimos sobre o texto Profissional de Educação Física no SUS. O artigo “Inserção de Profissionais de Educação Física no Sistema Único de Saúde: Análise temporal (2007–2021)” teve como objetivo analisar o crescimento e a distribuição dos profissionais de Educação Física (PEF) no SUS entre 2007 e 2021, relacionando esse processo com as políticas públicas voltadas à promoção da saúde. Trata-se de um estudo descritivo, que utilizou dados do Cadastro Nacional dos Estabelecimentos de Saúde (CNES) para identificar a presença desses profissionais nas cinco regiões e nos 26 estados brasileiros. Em 2007 havia apenas 22 profissionais de Educação Física atuando no SUS. Esse número aumentou de forma expressiva até 2020, quando chegou a 7.560, e em 2021 apresentou uma pequena queda de 2,8%, totalizando 7.345 profissionais. As regiões com maior concentração foram o Nordeste e o Sudeste, com destaque para os estados de Minas Gerais, São Paulo, Pernambuco, Bahia e Rio Grande do Sul. As regiões Norte e Sul apresentaram tendência de crescimento, enquanto o Nordeste teve leve diminuição nos últimos anos analisados. O crescimento da presença dos PEF no SUS está diretamente relacionado à criação de políticas e programas públicos, como a Política Nacional de Promoção da Saúde (PNPS) em 2006, que incorporou as práticas corporais e atividades físicas (PCAF) como uma de suas ações prioritárias. Também contribuíram a criação dos Núcleos de Apoio à Saúde da Família (NASF) em 2008 e o Programa Academia da Saúde (PAS) em 2011, que ampliaram as oportunidades de atuação da Educação Física na atenção básica e nas ações de promoção da saúde. O estudo aponta que, apesar do aumento no número de profissionais, ainda existem desigualdades regionais importantes, especialmente entre o Norte e o Nordeste em comparação ao Sudeste e Sul. A leve redução observada em 2021 pode estar associada à mudança no modelo de financiamento da AtençãoBásica por meio do Programa Previne Brasil, criado em 2019, que alterou a forma de custeio das equipes multiprofissionais, além dos efeitos da pandemia da COVID-19, que priorizou ações curativas em detrimento das preventivas. Os autores concluem que a expansão dos profissionais de Educação Física no SUS foi resultado direto das políticas de promoção da saúde, mas reforçam a necessidade de fortalecer essas iniciativas e garantir maior equidade entre as regiões do país. O artigo destaca a importância do PEF na rede pública de saúde, atuando na prevenção de doenças, na reabilitação e na promoção de hábitos saudáveis, e defende que novas estratégias e investimentos sejam implementados para consolidar sua presença no SUS. Dia 25/03/2026 Discutimos os textos Política Nacional de Promoção a Saúde (PNPs), que ficou a encargo da minha equipe composta por mim, Emerson Almeida, Gessica Verena e Matheus Sampaio, a outra equipe abordou o texto: Política Nacional de Saúde da Pessoas com Deficiência. O texto Política Nacional de Promoção da Saúde (PNPS): Anexo I da Portaria de Consolidação nº 2, de 28 de setembro de 2017 revela que a Política Nacional de Promoção da Saúde (PNPS) foi criada em 2006 e reafirmada em 2014, tendo como base o conceito ampliado de saúde do SUS, que entende saúde não apenas como ausência de doença, mas como resultado das condições de vida, trabalho, moradia, educação e meio ambiente. Seu objetivo principal é promover a equidade e melhorar a qualidade de vida da população, reduzindo vulnerabilidades e riscos à saúde por meio de ações integradas e participativas. A PNPS defende princípios como equidade, participação social, autonomia, empoderamento, sustentabilidade e integralidade, e valores como solidariedade, ética, respeito à diversidade, humanização, justiça social e inclusão. Entre seus objetivos específicos estão o estímulo à promoção da saúde na rede de atenção, o fortalecimento da cultura da paz, o incentivo à mobilidade segura, a valorização dos saberes populares e das práticas corporais, além da promoção de ambientes saudáveis. A política propõe diretrizes que orientam a articulação entre diferentes setores (como saúde, educação, meio ambiente e assistência social), o planejamento territorializado das ações e a gestão democrática e participativa. A PNPS se estrutura em eixos operacionais como territorialização, cooperação intersetorial, vigilância e monitoramento, educação e formação, comunicação social e produção de conhecimento. Os temas transversais e prioritários incluem determinantes sociais da saúde, sustentabilidade, produção do cuidado, cultura da paz, alimentação saudável, enfrentamento ao tabaco, álcool e drogas, e incentivo às práticas corporais e atividades físicas. A política reconhece que a promoção da saúde deve envolver todos os setores da sociedade e ser construída com ampla participação popular, estimulando a autonomia e o protagonismo das pessoas e comunidades. Assim, a PNPS reforça o papel do SUS como um sistema de cuidado integral, que busca transformar as condições de vida e fortalecer os direitos humanos por meio da promoção da saúde e da equidade social. Dia 24/09/2025 Ainda sem definição do local de atuação, discutimos os textos Caderno de Atenção Básica - DIRETRIZES DO NASF: Núcleo de Apoio a Saúde da Família, mais uma vez por conta da minha equipe, que foi composta pelos mesmos alunos do encontro anterior e também o texto Academia da Saúde por conta da outra equipe de alunos. O documento “Diretrizes do NASF: Núcleo de Apoio à Saúde da Família” foi publicado pelo Ministério da Saúde em 2010, como parte dos Cadernos de Atenção Básica (nº 27). Ele tem como principal objetivo orientar a implantação e o funcionamento dos Núcleos de Apoio à Saúde da Família (NASF), criados pela Portaria GM nº 154 de 24 de janeiro de 2008, com a função de fortalecer e ampliar as ações da Atenção Primária à Saúde (APS) e apoiar as equipes da Estratégia de Saúde da Família (ESF). O NASF é formado por profissionais de diferentes áreas, como Educação Física, Psicologia, Fisioterapia, Nutrição, Serviço Social, entre outras, que atuam de forma integrada e interdisciplinar com as equipes de Saúde da Família. Seu papel não é substituir o atendimento das equipes, mas oferecer suporte técnico e pedagógico, compartilhando responsabilidades e promovendo o cuidado integral aos usuários. O documento destaca o conceito de apoio matricial, que é a base do trabalho do NASF. Esse apoio envolve tanto o suporte assistencial direto a usuários e famílias em casos específicos, quanto o suporte técnico-pedagógico, que visa capacitar e orientar as equipes de Saúde da Família. Essa abordagem busca garantir maior resolutividade e qualidade no atendimento, promovendo trocas de saberes entre diferentes profissionais. Entre os princípios que orientam o trabalho do NASF estão a integralidade do cuidado, a interdisciplinaridade, a intersetorialidade, a humanização, a promoção da saúde, a educação permanente e a participação social. O documento reforça que o trabalho deve considerar o território de atuação, com foco nas necessidades locais da população, promovendo ações de prevenção, reabilitação e promoção da saúde. Também são apresentadas ferramentas de gestão e práticas para o desenvolvimento das atividades do NASF, como o Projeto Terapêutico Singular (PTS), a Clínica Ampliada, o Projeto de Saúde no Território (PST) e a Pactuação do Apoio. Essas estratégias ajudam na articulação entre os profissionais e na construção de planos de cuidado mais completos e adequados à realidade de cada comunidade. O NASF é dividido em áreas estratégicas de atuação, como saúde da criança e do adolescente, saúde mental, saúde da mulher, reabilitação e saúde do idoso, alimentação e nutrição, práticas corporais e atividade física, práticas integrativas e complementares, assistência farmacêutica e serviço social. O profissional de Educação Física, dentro dessa estrutura, tem papel fundamental na promoção da atividade física e na criação de grupos e ações que incentivem hábitos saudáveis e o bem-estar da comunidade. Em resumo, o documento mostra que o NASF é uma estratégia essencial para fortalecer a Atenção Primária à Saúde, ampliando o acesso, a resolutividade e a qualidade dos serviços. Ele busca integrar diferentes saberes e práticas em prol da saúde coletiva, garantindo um atendimento mais humano, participativo e voltado para as necessidades reais da população. Dia 01/10/2025 Discutimos os textos Diretrizes para o Cuidado Das Pessoas Idosas no SUS: Proposta de Modelo De Atenção Integral e o texto Atividade física, comportamento sedentário e saúde da mulher: um mapa de evidencias, ainda com a mesma subdivisão de equipes e minha equipe responsável pelo texto: Diretrizes para o Cuidado Das Pessoas Idosas no SUS: Proposta de Modelo De Atenção Integral. O documento “Diretrizes do NASF: Núcleo de Apoio à Saúde da Família” foi publicado pelo Ministério da Saúde em 2010, como parte dos Cadernos de Atenção Básica (nº 27). Ele tem como principal objetivo orientar a implantação e o funcionamento dos Núcleos de Apoio à Saúde da Família (NASF), criados pela Portaria GM nº 154 de 24 de janeiro de 2008, com a função de fortalecer e ampliar as ações da Atenção Primária à Saúde (APS) e apoiar as equipes da Estratégia de Saúde da Família (ESF). O NASF é formado por profissionais de diferentes áreas, como Educação Física, Psicologia, Fisioterapia, Nutrição, Serviço Social, entre outras, que atuam de forma integrada e interdisciplinar com as equipes de Saúde da Família. Seu papel não é substituir o atendimento das equipes, mas oferecer suporte técnico e pedagógico, compartilhando responsabilidades e promovendo o cuidado integral aos usuários. O documento destaca o conceito de apoio matricial, que é a base do trabalho do NASF. Esse apoio envolve tanto o suporte assistencial direto a usuários e famílias em casos específicos, quanto o suporte técnico-pedagógico, que visa capacitar e orientar as equipes de Saúde da Família. Essa abordagembusca garantir maior resolutividade e qualidade no atendimento, promovendo trocas de saberes entre diferentes profissionais. Entre os princípios que orientam o trabalho do NASF estão a integralidade do cuidado, a interdisciplinaridade, a intersetorialidade, a humanização, a promoção da saúde, a educação permanente e a participação social. O documento reforça que o trabalho deve considerar o território de atuação, com foco nas necessidades locais da população, promovendo ações de prevenção, reabilitação e promoção da saúde. Também são apresentadas ferramentas de gestão e práticas para o desenvolvimento das atividades do NASF, como o Projeto Terapêutico Singular (PTS), a Clínica Ampliada, o Projeto de Saúde no Território (PST) e a Pactuação do Apoio. Essas estratégias ajudam na articulação entre os profissionais e na construção de planos de cuidado mais completos e adequados à realidade de cada comunidade. O NASF é dividido em áreas estratégicas de atuação, como saúde da criança e do adolescente, saúde mental, saúde da mulher, reabilitação e saúde do idoso, alimentação e nutrição, práticas corporais e atividade física, práticas integrativas e complementares, assistência farmacêutica e serviço social. O profissional de Educação Física, dentro dessa estrutura, tem papel fundamental na promoção da atividade física e na criação de grupos e ações que incentivem hábitos saudáveis e o bem-estar da comunidade. Em resumo, o documento mostra que o NASF é uma estratégia essencial para fortalecer a Atenção Primária à Saúde, ampliando o acesso, a resolutividade e a qualidade dos serviços. Ele busca integrar diferentes saberes e práticas em prol da saúde coletiva, garantindo um atendimento mais humano, participativo e voltado para as necessidades reais da população. Dia 08/10/2025 Já definido o local das intervenções do Estágio II, discutimos em sala os textos: Sedentarismo, exercício físico e doenças crônicas, ficando de responsabilidade da minha equipe, composta pelos mesmos integrantes descritos anteriormente e o texto Atividade física para prevenção e tratamento das doenças crônicas não transmissíveis e da incapacidade funcional. Além de assistirmos a uma Webpalestra – A atuação do profissional de Educação Física no NASF-AB” que resumidamente fala sobre o papel do profissional de Educação Física dentro da Atenção Básica à Saúde, por meio do Núcleo Ampliado de Saúde da Família (NASF-AB). De forma geral, o vídeo mostra que o profissional não atua apenas dando aulas de exercícios, mas participa do planejamento e da promoção da saúde junto com outros profissionais, como médicos, enfermeiros e assistentes sociais. O objetivo é melhorar a qualidade de vida da população, principalmente de grupos como idosos e pessoas com doenças crônicas. Também são apontados desafios, como a falta de estrutura nas unidades de saúde, poucos recursos e necessidade de capacitação específica para atuar no SUS. O vídeo reforça que o profissional de Educação Física precisa entender o modelo de atenção à saúde, trabalhar de forma interdisciplinar e ajudar a integrar a atividade física nas ações de cuidado e prevenção. Por fim, destaca-se que a presença desse profissional no NASF-AB é importante porque amplia as ações de promoção da saúde e mostra que a Educação Física vai além do esporte, tendo um papel fundamental na saúde pública e na qualidade de vida das pessoas. Falando sobre o artigo “Sedentarismo, exercício e doenças crônicas”, de Bruno Gualano e Taís Tinucci, publicado na Revista Brasileira de Educação Física e Esporte em 2011, analisa a relação entre a inatividade física, o desenvolvimento de doenças crônicas e o papel do exercício como agente preventivo e terapêutico. Os autores destacam que, apesar de o movimento ser reconhecido há séculos como essencial para a saúde, o estilo de vida moderno tem reduzido drasticamente os níveis de atividade física, o que gera consequências biológicas, sociais e econômicas graves. A inatividade física está associada ao aumento expressivo de doenças como a doença arterial coronariana, o infarto agudo do miocárdio, a hipertensão, o diabetes tipo 2, a osteoporose e alguns tipos de câncer, além de contribuir para obesidade, depressão, ansiedade e quedas em idosos. Estima-se que o sedentarismo cause um prejuízo econômico global bilionário, evidenciando seu impacto na saúde pública. Os autores adotam uma explicação de base evolucionista, argumentando que o ser humano evoluiu em um ambiente que exigia esforço físico constante para caçar, coletar e sobreviver. O genoma humano foi moldado para altos níveis de atividade e para o armazenamento eficiente de energia, os chamados “genes poupadores”. No entanto, o ambiente moderno, marcado pela alimentação abundante e pelo sedentarismo, criou um descompasso entre nossos genes e o estilo de vida atual. Um exemplo é o gene GLUT-4, responsável pelo transporte de glicose para dentro das células musculares e adiposas. Esse gene só é devidamente ativado com estímulo físico, e sua inatividade, comum em indivíduos sedentários, contribui para a resistência à insulina e para o desenvolvimento do diabetes tipo 2. Frente a esse cenário, o exercício físico é apresentado como a principal intervenção terapêutica capaz de restaurar o equilíbrio metabólico. Os autores criticam a tentativa de criar medicamentos que substituam o exercício, como o fármaco AICAR, ressaltando que nenhum tratamento farmacológico é capaz de reproduzir os amplos benefícios fisiológicos do movimento. O exercício atua de forma sistêmica, melhorando a função cardiovascular, metabólica, muscular e cerebral, sendo considerado uma terapia segura, de baixo custo e acessível. O artigo também destaca que a atividade física não deve ser vista como um luxo moderno, mas como uma necessidade fisiológica essencial para o funcionamento normal do organismo. Um indivíduo sedentário, mesmo sem sintomas, não pode ser considerado plenamente saudável. Nesse sentido, o profissional de Educação Física assume um papel fundamental na reintrodução do movimento na vida das pessoas, promovendo a saúde e prevenindo doenças crônicas. Os autores defendem que o exercício deve ser tratado como um verdadeiro medicamento, alinhando-se à campanha internacional “Exercise is Medicine”. O artigo conclui que o sedentarismo é incompatível com a natureza biológica humana e representa uma das maiores ameaças à saúde pública moderna. O exercício físico é indispensável para o equilíbrio fisiológico, sendo uma das intervenções mais eficazes e seguras para o tratamento e prevenção de doenças crônicas. Por isso, o profissional de Educação Física precisa estar capacitado e atualizado em fisiologia, bioquímica e patologias, assumindo papel central na promoção da saúde e na construção de uma sociedade mais ativa e saudável. Dias 15/10/2025 e 22/10/2025 Foram definidas as equipes e os dias das intervenções, sendo dividido entre as quartas e as sextas, já que o projeto é de coordenação dos professores Leandro Paim e Rafael Estrela. Nesses encontros foram explicados os protocolos e processos do projeto, as equipes divididas realizam a Anamnese diagnóstica em algum representante de cada equipe, além de realizar a Avaliação física, passar o questionário PAR-Q, tomarem os perímetros corporais e composição corporal utilizando o protocolo de três dobras de Pollock que é um método prático e amplamente utilizado para estimar o percentual de gordura corporal, utilizando a medição das dobras cutâneas com o adipômetro. Também utilizado o teste de preensão manual, esse é um método usado para medir a força das mãos e dos antebraços por meio de um aparelho chamado dinamômetro. Ele serve para avaliar a força geral do corpo, acompanhar o desempenho físico, identificar possíveis talentos esportivos e também ajudar no monitoramento da recuperação após lesões. Segundo os autores Fernandes e Marins (2011), o teste de força de preensão manual é um método utilizado para avaliar a força exercida pelas mãos e antebraços, sendo uma medida importante da força globaldo corpo e frequentemente usada em avaliações físicas, esportivas e clínicas. Ele é realizado com o uso de um dinamômetro manual, geralmente o modelo Jamar, considerado o “padrão ouro” por sua validade, confiabilidade e precisão na mensuração da força. O teste de três dobras de Pollock é amplamente empregado para estimar o percentual de gordura corporal a partir da medição das dobras cutâneas, sendo baseado na relação entre a espessura da gordura subcutânea e a quantidade total de gordura corporal, e é considerado um método simples, acessível e relativamente preciso quando realizado de forma adequada (Pollock; Jackson, 1984). Além de mensurar o condicionamento cardiorrespiratório com o teste The Chester Step Procedure, O teste Step Chester (TChester) foi desenvolvido por Sykes para avaliar a capacidade aeróbica de adultos saudáveis e auxiliar na prescrição de atividade física. Trata-se de um teste submáximo, de fácil execução, que não requer grande espaço, apresenta baixo custo e utiliza ritmo controlado por sinal sonoro (Sykes, 8; 9), o protocolo VO2 Máx, os resultados, a classificação do VO2 Máx e por último o teste de força muscular juntamente com os testes de sentar e levantar e o teste de abdominais. Segundo Rikli e Jones, o teste de sentar e levantar de uma cadeira é um método prático e confiável para avaliar a força e a resistência muscular dos membros inferiores em idosos. O teste consiste em realizar o maior número possível de repetições de sentar e levantar de uma cadeira em um tempo determinado, geralmente 30 segundos, permitindo avaliar a capacidade funcional e o nível de autonomia para atividades diárias (Rikli; Jones, 1999). O teste de abdominais de 1 minuto é um método simples e eficiente para avaliar a força e resistência muscular do abdômen, sendo amplamente utilizado em programas de avaliação física para jovens e adultos. O teste consiste em realizar o maior número possível de repetições de abdominais em um minuto, permitindo estimar a capacidade funcional da musculatura abdominal (ACSM, 2018; Heyward, 2010). Dia 29/10/2025 Durante esse encontro foi explicado os protocolos e procedimentos do projeto aos avaliados e as equipes realizaram a anamnese diagnóstica em três alunos do Campus II realizando uma avaliação física completa. Essa avaliação incluiu o questionário PAR-Q, a mensuração dos perímetros corporais e a composição corporal, utilizando o protocolo de três dobras de Pollock, que é um método prático e muito usado para estimar o percentual de gordura corporal por meio da medição das dobras cutâneas com o adipômetro. Também foi avaliado o condicionamento cardiorrespiratório com o teste The Chester Step Procedure, que serve para estimar a capacidade aeróbica e auxiliar na prescrição de atividades físicas. É um teste simples, de baixo custo e fácil execução, que utiliza um ritmo controlado por sinal sonoro. Além disso, foram aplicados o protocolo de VO₂ Máx, o teste de força muscular, o teste de sentar e levantar e o teste de abdominais. Além desses, foi aplicado o teste de preensão manual usando um dinamômetro, que mede a força das mãos e antebraços, servindo como um indicador da força geral do corpo e da capacidade funcional. Todos esses testes foram realizados em três alunos da UNEB, permitindo uma análise prática e detalhada das condições físicas e funcionais avaliadas. Durante as avaliações, foi observado que duas alunas eram sedentárias, por isso foram tomados cuidados na realização dos testes cardiovasculares, e um dos alunos era praticante de corrida, não apresentando dificuldades na execução dos testes. Dia 05/11/2025 Devido ao número considerável de faltas e desistências, foi necessário realizar novamente as avaliações. Dessa vez, Gessica e eu conduzimos a avaliação em uma servidora hipertensa. Durante o teste de Chester Step, o procedimento precisou ser interrompido no nível 2, respeitando o limite seguro da frequência cardíaca máxima que ela poderia atingir. Os demais testes foram realizados normalmente, incluindo a anamnese diagnóstica, o questionário PAR-Q, as medidas de perímetros corporais e a avaliação da composição corporal por meio do protocolo de três dobras de Pollock. Também foram aplicados o teste de sentar e levantar, o teste de abdominais, o teste de força de preensão manual e o teste de força muscular geral. A participante apresentou bom desempenho em todas as etapas, demonstrando um bom condicionamento físico, o que se relaciona à sua prática regular de corrida e pilates. Dia 12/11/2025 No dia 12/11/2025 realizamos as últimas avaliações físicas previstas para o grupo atendido no projeto. Foram realizadas aproximadamente três avaliações, envolvendo análise antropométrica, aferições fisiológicas e observações posturais. Nesse mesmo dia, iniciamos os primeiros treinos de musculação estruturados conforme o perfil individual de cada participante. O grupo presente foi composto por seis alunos, sendo cinco mulheres, todas servidoras da UNEB e um homem, aluno da universidade. Entre as participantes, apenas uma apresentava queixas relacionadas à região lombar e à porção média da coluna torácica, com desconforto na altura aproximada de T1–T8 (região torácica superior e média). Em razão dessa condição, seu treino foi adaptado para evitar sobrecargas, priorizando exercícios com maior controle postural, menor amplitude em movimentos que gerassem extensão excessiva da coluna e foco em fortalecimento do core. Os demais alunos iniciaram treinos gerais estruturados com base nos equipamentos disponíveis na sala de musculação, com ênfase em exercícios fundamentais como supinos, remadas, puxadas, cadeira flexora, extensora e combo, adução, abdução de quadril, além de orientações técnicas sobre cadência, postura e respiração durante os movimentos. Dia 19/11/2025 No dia 19/11/2025 a aula foi dedicada exclusivamente aos treinos de musculação. Não foram realizadas novas avaliações, pois todos já haviam sido avaliados na semana anterior. O foco desse encontro foi revisar, ajustar e modificar alguns exercícios previamente prescritos, tendo como base as observações feitas nas sessões anteriores e a resposta dos alunos aos treinos iniciais. Foram realizadas correções de execução, alterações de carga, reorganização de séries e ajustes no que se refere a ordem de exercícios, ajustes nos exercícios em máquinas e aumento de séries e repetições de acordo as adaptações dos alunos, houveram ajustes também em séries realizadas nas máquinas conjugadas de quadríceps e posteriores, conforme a necessidade individual de cada aluno. Mais uma vez, apenas a mesma aluna com histórico de dor na lombar e na região torácica média necessitou de atenção especial. Seu treino seguiu com ênfase em exercícios que favorecessem estabilidade de tronco, fortalecimento do core e movimentos seguros, evitando flexões ou rotações que pudessem acentuar o desconforto. Os demais participantes seguiram com seus treinos habituais, mantendo a mesma linha geral de progressão aplicada na semana anterior. Dia 26/11/2025 As atividades realizadas no dia 26/11/2025 seguiram a estrutura das quartas-feiras anteriores, utilizando os mesmos exercícios e estratégias de treinamento previamente estabelecidos para o grupo. Participaram os mesmos alunos dos dias 12 e 19, mantendo a regularidade do acompanhamento. O treino deu continuidade ao desenvolvimento das capacidades de força e resistência muscular por meio dos equipamentos disponíveis, como supinos, cross over, máquinas de remada, flexão e extensão de membros inferiores, cadeira adutora/abdutora, hack squat, além do uso de halteres, anilhas e bicicletas ergométricas para aquecimento e complementos do treino. Nesse dia chegaram novos alunos que tinham sido avaliados anteriormente pela equipe do projeto que trabalha as sextas-feiras, mais uma vez realizamos mudanças nos treinos dos novos alunos com base em observações e nos perfil dos alunos, realizamos uma avaliação de umas das alunas que por diversos motivos havia faltado as sessões e em seguidas já montamos o treinoda mesma com base na sua saúde, na avaliação a aluna não teve um bom desempenho por está sedentária, portanto tivemos que interromper o Chester teste para a segurança da aluna e também a nossa segurança mas o restante do teste seguiu de maneira normal. Como nas semanas anteriores, apenas a aluna com queixas na região lombar e torácica manteve adaptações específicas no treino. Seu programa permaneceu com atenção ao controle postural, evitando sobrecarga na transição lombar-torácica, com foco em exercícios mais estáveis, cadência moderada e ênfase no fortalecimento dos músculos estabilizadores do tronco. Os demais alunos continuaram com suas rotinas sem intercorrências, seguindo os mesmos protocolos de treino estabelecidos para as quartas-feiras, com pequenas evoluções de carga e ajustes de execução conforme o nível de cada participante. Dia 03/12/2025 No dia 03/12/2025 seguimos a mesma rotina de treinos realizada no dia 26/11, mantendo a estrutura já consolidada nas quartas-feiras. Assim como na semana anterior, utilizamos os mesmos exercícios e estratégias de treinamento previamente estabelecidos para o grupo, contemplando estímulos voltados ao desenvolvimento da força e resistência muscular. O treino foi realizado utilizando os equipamentos disponíveis na sala de musculação, como supinos, cross over, máquinas de remada, exercícios de flexão e extensão de membros inferiores nas máquinas, cadeira adutora/abdutora, hack squat, além do uso de halteres, anilhas e bicicletas ergométricas como parte do aquecimento e das atividades complementares. Os mesmos alunos presentes nos dias 12, 19 e 26 compareceram novamente, mantendo a regularidade do acompanhamento. Notamos também a melhora da força de algumas das alunas que com três semanas já tiveram ganhos significativos de força e melhora nas execuções dos exercícios, mostrando o poder do exercício físico e a importância da manutenção e melhora do projeto. Além disso, realizamos uma avaliação adicional de uma aluna que, por diversos motivos, havia faltado às sessões anteriores. Essa participante foi encaminhada ao projeto após receber informações por intermédio de um funcionário do campus. A avaliação foi conduzida em conjunto por mim, Matheus Sampaio e Alessandra Meneses, no último horário da atividade. A aluna apresentou bom desempenho cardiorrespiratório, mas por relatar falta de ar ao realizar exercícios mais vigorosos, o Chester Step Test teve que ser interrompido antes da conclusão, a fim de garantir sua segurança e também a da equipe. Ao final, ficaram pendentes apenas os seguintes testes, programados para a próxima sessão: Teste de preensão manual, teste de força de membros superiores na máquina de puxada alta frente (lat pulldown frontal), teste de força de membros inferiores na cadeira extensora (leg extension), teste de sentar e levantar e teste de abdominais. Como nas semanas anteriores, apenas a aluna com queixas na região lombar e torácica manteve adaptações específicas em seu programa de treino. Seu protocolo continuou com foco no controle postural, evitando sobrecarga na transição lombar-torácica e priorizando exercícios estáveis, cadência moderada e fortalecimento dos músculos estabilizadores do tronco. Os demais alunos seguiram com suas atividades habituais, mantendo a progressão planejada e realizando ajustes leves de carga e técnica, de acordo com o nível e com a evolução individual observada ao longo do projeto e me comprometi a finalizar a avaliação da aluna novata e também a montagem da sua ficha de treinos. Dia 10/12/2025 No dia 10/12/2025 foi realizado o último encontro do estágio no âmbito do projeto UNEB Vida em Movimento. Nessa data, participaram das atividades cinco alunos, sendo três funcionários da instituição e dois alunos da universidade. Todos os participantes encontravam-se sem queixas ou limitações relacionadas à saúde, o que possibilitou a realização dos treinos de forma integral, sem necessidade de adaptações específicas. As atividades desenvolvidas seguiram o mesmo padrão de treino adotado nos encontros anteriores, com foco no desenvolvimento da força e da resistência muscular. Foram utilizados equipamentos como supinos, cross over, máquinas de remada, exercícios de flexão e extensão de membros inferiores, cadeira adutora/abdutora, hack squat, além do uso de halteres, anilhas e bicicletas ergométricas para aquecimento e complementação do treino. A organização das séries, cargas e exercícios manteve-se baseada no perfil individual de cada participante e nas observações acumuladas ao longo do estágio. O encerramento das atividades no dia 10 de dezembro ocorreu por decisão dos professores Leandro Paim e Rafael Estrela, responsáveis pela condução e organização do estágio. Dessa forma, esse encontro marcou a finalização do acompanhamento dos alunos no período estabelecido, consolidando as experiências práticas vivenciadas ao longo do estágio e contribuindo para a formação acadêmica e profissional dos estagiários envolvidos. 4. CONSIDERAÇÕES FINAIS O estágio realizado no projeto UNEB Vida em Movimento foi uma experiência enriquecedora e fundamental para consolidar os conhecimentos adquiridos durante o curso de Educação Física. Durante o estágio, tivemos a oportunidade de aplicar na prática tudo o que aprendemos, principalmente no que diz respeito à prescrição de exercício, avaliação física, treinamento de força, cinesiologia, medidas de avaliação e no acompanhamento individualizado dos alunos. A aplicação desses conhecimentos foi realizada de forma responsável, levando em consideração as necessidades específicas de cada participante e respeitando seus limites e condições de saúde. A importância do projeto UNEB Vida em Movimento é clara, pois ele vai além do simples treinamento físico, promovendo uma educação em saúde que visa não apenas melhorar o condicionamento físico dos alunos e servidores, mas também orientá-los sobre hábitos saudáveis e cuidados com o corpo. Durante o acompanhamento, enfatizamos constantemente a importância de práticas de atividade física regulares e de como o exercício pode atuar como uma ferramenta poderosa na prevenção de doenças e no bem-estar geral. Além disso, o estágio permitiu uma imersão no contexto da educação física aplicada à saúde pública, proporcionando uma visão ampliada do papel do profissional de Educação Física na promoção da saúde dentro de uma comunidade universitária. O contato constante com os alunos e servidores foi fundamental para compreendermos a importância de atuar com foco na individualidade e na necessidade de adaptação dos treinos, sempre com o intuito de oferecer um acompanhamento seguro e eficiente. As orientações dadas aos alunos durante o projeto contribuíram para o fortalecimento de uma cultura de saúde, onde a educação e a conscientização sobre a importância do exercício físico para a vida diária foram tão essenciais quanto o próprio treinamento físico. Esse enfoque educacional foi fundamental para motivar os participantes a incorporarem práticas de atividade física em seu cotidiano, ajudando-os a perceberem os benefícios do exercício físico não apenas no contexto acadêmico, mas também na sua saúde de maneira geral. O estágio no UNEB Vida em Movimento foi, portanto, uma experiência completa, tanto no âmbito técnico quanto humano, e reforçou a importância de iniciativas como essa para a promoção de uma saúde integral dentro das instituições de ensino. REFERÊNCIAS AMERICAN COLLEGE OF SPORTS MEDICINE (ACSM). ACSM’s Guidelines for Exercise Testing and Prescription. 11. ed. Philadelphia: Wolters Kluwer, 2018. American College of Sports Medicine. Position Stand: The recommended quantity and quality of exercise for developing and maintaining cardiorespiratory and muscular fitness, and flexibility in healthy adults. Med Sci Sports Exerc 1998;30:975-91. Baechle, T. R., & Groves, B. R. (2000). Treinamento de força: passos para o sucesso. 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