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ADM PRODU+ç+âO des produtos

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para baixo. Com o aumento de vendas, surge a economia de escala de produção, que reduz os custos de fabricação com base na chamada curva de experiência, e com isso o lucro aumenta.
A fase de estabilização: o número de consumidores e o volume de compras estabilizam- se. Isso desestimula a concorrência, sobretudo a predatória, que se estabeleceu para tirar vantagens de um mercado em expansão. Os preços continuam a cair, numa tentativa de se manter mercado. O lucro também cai.
A fase de declínio: as preferências do consumidor se alteram, surgem novas tecnologias de produto no mercado, é a fase do declínio. Com a entrada de novos produtos no mercado, restam poucos concorrentes nessa fase. Os preços se estabilizam em níveis baixos. Os consumidores leais continuam comprando, mas graças a um esforço promocional intenso. Os lucros diminuem e deixam de constituir uma atratividade a fabricação desse produto. Surgem novas oportunidades de investimento em novos produtos.
CONCLUSÃO
Este trabalho buscou apresentar como se dá todo o processo/fluxo de desenvolvimento de novos produtos, pois, como já explicitado, a geração de novas ideias para novos produtos tem sido crucial para a sobrevivência de muitas empresas ao longo dos anos.  Movimentos de aumento da concorrência, rápidas mudanças tecnológicas, diminuição do ciclo de vida dos produtos e maior exigência por parte dos consumidores exigem das empresas agilidade, produtividade e alta qualidade que dependem necessariamente da eficiência e eficácia da empresa neste processo. Desse modo, é por si só um  desafio gerenciar as incertezas envolvidas num  processo de desenvolvimento de produto, cujas decisões de maior impacto têm que ser tomadas no momento em que existe um maior número de alternativas e graus de incerteza.
Os especialistas apontam que a inovação é um dos poucos diferenciais competitivos ainda existentes e da qual as organizações podem lançar mão a qualquer tempo, contudo a tarefa de manutenção da imagem de inovadora que essas mesmas entidades tenham o interesse de sustentar não é tão simples, uma vez que, do ponto de vista do mercado, um produto ou serviço é aquilo que o consumidor entende ser capaz de satisfazer uma necessidade, seja ela material ou não. Aprendemos também que inovar envolve riscos, entretanto o administrador, visando garantir a longevidade da empresa, tem que estar disposto e preparado para corre-los, pois empresa que não inova, simplesmente se adapta ou tende a reagir quando pressionada à ação do meio ambiente. Ainda nesse contexto, vimos também que a adaptação com reação é uma interação neutra com relação ao mercado e, da mesma forma, a interação é positiva quando reagimos com inovação. 
Quando a empresa não reage, não se adapta e não inova, essa interação com o mercado é negativa. Tal procedimento, levando em conta o conceito básico de mercado - local onde agentes econômicos procedem á troca de bens por uma unidade monetária ou outros bens, se constitui, em pouca inteligência gerencial. Não é possível levar adiante as práticas de marketing sem interação com o mesmo.
REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS
http://www.decarvalho.eng.br/manualdedp.html acesso em 10/10/13.
http://www.designbrasil.org.br/designnapratica/como-desenvolver-um-produto#.Ulbc0NKvWXw Acesso em 10/10/13.
http://rae.fgv.br/sites/rae.fgv.br/files/artigos/10.1590_S0034-75901962000400008.pdf Acesso em 13/10/13.
COBRA, Marcos. Administração de Marketing, Atlas, 2011.
Curso Profissionais Globo - Marketing, Globo, 13º Fascículo, 1990.