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Direito de Família   Resumo   24 páginas

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podendo “A” e “B” deserdar “D” sem menção a qualquer causa.
e) ( ) é revogável e “D” herdará 25% do que herdar “C”.
20. João, com setenta anos de idade, casou-se com Maria, à época com quarenta anos. O 
regime de bens do casamento
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a) ( ) será obrigatoriamente o da separação total, comunicando-se, todavia, os bens 
adquiridos a título oneroso após o casamento, segundo jurisprudência consolidada.
b) ( ) será livremente escolhido entre os nubentes.
c) ( ) será obrigatoriamente o da comunhão universal.
d) ( ) poderá ser o dotal, o da separação total ou da comunhão parcial.
( ) será facultativamente o da comunhão parcial ou da comunhão universal.
II – RESPONDA DE MANEIRA FUNDAMENTADA 
ÀS QUESTÕES
1 – Que contratos necessitam outorga uxória para serem celebrados pelo cônjuge varão?
2 – A CF/88 recepcionou o instituto dos bens reservados?
3 – É lícito afastar em pacto antenupcial o dever de fidelidade? Pode o adultério ser objeto de 
cláusula penal compensatória para o caso de separação ou divórcio?
4 – Um casal sexagenário de viúvos que pretendem se casar, após viverem oito anos em união 
estável, tem que adotar o regime legal da separação obrigatória de bens? Podem fazer pacto 
antenupcial doando bens um ao outro?
5 – Comunicam-se os bens gravados com cláusula de inalienabilidade e impenhorabilidade?
6 – Uma mulher solteira prestou fiança a um amigo, dando por garantia imóvel de sua 
propriedade. Após dois anos, a mulher se casa e vende o referido imóvel para comprar, em 
condomínio com seu marido um outro apartamento. No ano seguinte, seu afiançado deixa de 
pagar os aluguéis e é acionado em Ação de Despejo por falta de pagamento, cumulada com 
cobrança de aluguéis devidos. Não havendo benefício de ordem no contrato, o locador cobra 
da fiadora a dívida. Quais os efeitos dessa cobrança sobre os bens do casal? O marido pode 
alegar falta de outorga marital para se livrar da dívida?
7 – Pode a mulher renunciar aos alimentos no acordo de separação consensual?
8 – São cogentes as normas legais quanto à guarda dos filhos menores ou pode o juiz 
modificar seu entendimento em acordo de separação consensual seguindo o princípio do 
melhor interesse da criança disposto no ECA (Lei 8.069/90)?
9 – Na hipótese de separação de fato do casal, e tendo o marido convivido com outra, pode a 
concubina pedir a partilha de bens numa eventual dissolução da relação concubinária? Em 
que hipótese? Quais os seus direitos?
10 – Quais os direitos dos conviventes em união estável quando da morte do parceiro (a)? 
Identifique as quatro situações possíveis.
11– Qual o juízo competente para apreciar o pedido de conversão da separação em divórcio?
12 – Qual a nova interpretação dada ao § 3º do art. 5º da Lei de Divórcio (Lei 6.515/77), em 
face da modificação sofrida pelo art. 40 da mesma lei em 1992?
13 – O divórcio direto permite a discussão de culpa de qualquer dos cônjuges?
14 – Comunicam-se os bens doados a um só dos cônjuges com cláusula de reversão?
15 – Quais os requisitos necessários para a celebração de pacto antenupcial?
16 – Na hipótese de casamento pelo regime da separação obrigatória de bens, pode haver 
comunhão de aqüestos? 
17 – Caso a companheira conviva há mais de cinco anos com homem casado, separado de 
fato, teria a mesma algum direito a partilha de bens no caso de dissolução da convivência? 
Que bens? E se o companheiro morresse? Seria sua situação de união estável ou sociedade 
de fato?
18 – Pode-se entender que o tratamento dado à parceria civil homossexual pelo INSS se 
assemelha à da união estável? Diferenças e semelhanças.
19 - Bens parafernais. Conceito. Aplicação. Limitações após a Constituição 
de 1988 e Código Civil/2002.
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20 - Princípio do concertamento. Definição e aplicação prática. Fundamentação.
III – ANALISE OS CASOS A SEGUIR E EMITA 
BREVE PARECER
1 – Antônia, casada em comunhão parcial de bens com Eulálio, adquiriu após o 
casamento um automóvel com algumas economias que recebera quando da sua 
demissão do cargo de gerente habitacional da Caixa Econômica Federal. Na 
mesma época, Eulálio, desejoso de abrir um negócio próprio, pediu um 
empréstimo junto ao Banco do Brasil para financiar uma microempresa de 
fornecimento de comida em quentinhas, para atender aos funcionários dos 
escritórios e lojas situados próximos de sua residência, no Jardim Guanabara. 
No preenchimento dos papéis para a concessão do referido empréstimo, Eulálio 
declara-se casado e leva as guias para que Antônia preencha e assine. Na 
declaração de bens do casal, Eulálio menciona o apartamento em que vivem, 
adquirido por ele antes do casamento, dois carros, um em seu nome e outro no 
nome de Antônia, além de investimentos de longo prazo (plano de capitalização 
e caderneta de poupança), ambos vinculados à conta corrente conjunta do casal. 
Efetivado o negócio, Eulálio administra mal sua pequena empresa e não 
consegue honrar com seus compromisso bancários. Pergunta-se: numa eventual 
execução promovida pelo banco em função das notas promissórias assinadas por 
ambos, pode Antônia separar o automóvel, declarando que não fora adquirido 
com o dinheiro de Eulálio? Qual o limite de cobrança da dívida sobre os bens 
arrolados como garantia do empréstimo? Pode Antônia afastar sua meação da 
cobrança judicial alegando que não administrava a empresa?
2 – Paulo e Júlia estão se desentendendo faz tempo e Júlia deseja se separar. Paulo, 
entretanto, apaixonado pela esposa, porém ciumento em excesso, não concorda com a 
proposta. Não podendo ser consensual, Júlia procura um advogado, amigo de seu pai, para 
fazer a separação judicial. O advogado orienta a cliente no sentido de entrar com medida 
cautelar de separação de corpos para que a mesma possa sair do lar conjugal, levando o filho 
único do casal, e depois com a separação judicial. A cautelar é julgada procedente e no dia 20 
de outubro é publicada a sentença autorizando o afastamento da cônjuge virago do lar 
conjugal. Tendo seu advogado viajado para Brasília para acompanhar um Recurso Especial lá 
tramitando, Júlia não procura outro advogado e transcorrem os 30 dias para que a mesma 
apresente a ação de separação judicial sem que ela o faça. Paulo, então, contrata um 
advogado que entra com o pedido de separação judicial baseado no art. 5º, caput, da Lei de 
Divórcio. Na petição ele pede a guarda do filho e também a condenação de Júlia ao 
pagamento de alimentos para sustento do filho, que permaneceria na companhia do pai. Júlia 
é citada e procura você, advogado(a), para acompanhar o caso. Posicione-se como tal, 
informando a melhor defesa possível para Júlia, levando em conta o Direito de Família 
material.
3 – Paulo, menor púbere, nascido de pai ignorado, foi abandonado por sua mãe que fugiu para 
São Paulo na companhia de um cantor de música sertaneja. Paulo sabe que seu tio, irmão de 
sua mãe, tem um pequeno comércio de roupas. Paulo pede a ajuda de uma vizinha e vai até 
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uma delegacia policial para registrar notícia crime de abandono material. Lá, o escrivão 
recomenda que ele procure o núcleo de atendimento da Defensoria Pública para pedir 
alimentos ao tio. Feito o atendimento, distribui-se a petição da Ação de Alimentos. Esta, 
porém, é indeferida liminarmente pelo juiz sob a alegação de carência de ação (ilegitimidade 
do pólo passivo). Agiu corretamente o juiz? Por quê?
4 – André, casado com Maria há doze anos,