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CENTRAL DE MATERIAL E ESTERILIZAÇÃO PROFESSOR: ENFO.: ESP.: ÉDER DOS SANTOS SILVA COREN/SC 289.425 CME Central de Material e Esterilização 2 CME 3 ▹ Fornecer material “permanente” seguramente reprocessado! ÁREA FÍSICA ÁREA FÍSICA 5 ▹ Possui dimensões específicas; ▹ Fluxo unidirecional; ▹ Revestimento que permita a limpeza e desinfecção; ▹ Separar a área suja e limpa; ÁREA FÍSICA 6 ▹ Não armazenar artigos esterilizados junto com outros artigos; ▹ Ter controle do armazenamento fora da CME; ▹ Possuir controle de temperatura ■ 18º a 22ºC. 7 Uso Transporte Recebimento Contagem Limpeza Montagem Controles e Embalagens Esterilização , Armazenamento , Distribuição FLUXO UNIDIRECIONAL 8 ▹ Jamais ter cruzamento de material limpo e sujo! 9 ÁREA SUJA (RECEBIMENTO E LIMPEZA DO MATERIAL SUJO) 11 12 13 14 15 ÁREA LIMPA (EMBALAGEM) 17 18 19 20 21 ÁREA LIMPA (PORTA DE ENTRADA DO MATERIAL A ESTERILIZAR) 23 24 25 ARSENAL (PORTA DE SAÍDA DO MATERIAL ESTERILIZADO) 27 28 29 30 REPROCESSAMENTO REPROCESSAMENTO 32 ▹ Constitui-se num processo que objetiva garantir a segurança da reutilização de um produto médico, por meio de uma sequência de etapas de atividades de limpeza, teste de integridade e de funcionalidade, desinfecção ou esterilização e controles de qualidade. ETAPAS DO REPROCESSAMENTO 33 PRÉ-LIMPEZA 34 ▹ É o processo que se inicia na unidade de consumo do material utilizado. ▹ Consiste na remoção da sujidade orgânica e inorgânica aparente. ▹ Logo após o procedimento, o material deve ser umidificado para não deixar a sujidade ressequida. LIMPEZA 35 ▹ Constitui-se na lavagem dos materiais utilizando detergente enzimático, esponja, compressa, escova e quaisquer utensílio semelhante para o processo de limpeza. ▹ Etapa realizada já na CME. LIMPEZA 36 ▹ Manual Ação mecânica. ▹ Automatizada Lavadora ultrassônica. ENXAGUE 37 ▹ Tem o objetivo de remover os detritos e sujidades desprendidas e resíduos dos detergentes. ▹ Água em padrões de potabilidade. SECAGEM 38 ▹ Deve ser realizada imediatamente após o enxague a fim de prevenir o crescimento microbiano no meio líquido e evitar a interferência da umidade na desinfecção e esterilização. ▹ Panos absorventes específicos e secadoras próprias, incluindo ar comprimido. INSPEÇÃO 39 ▹ Identificar ainda sujidade residual e possíveis problemas mecânicos. ▹ Visual. ▹ Lentes de aumento. LUBRIFICAÇÃO 40 ▹ Após o processo de limpeza, o instrumental cirúrgico pode apresentar rigidez e dificuldade no manejo. ▹ A lubrificação previne a corrosão, reduz o atrito, o travamento e o desgaste das articulações e superfícies, aumentando a vida útil do mesmo. EMBALAGEM 41 ▹ Proteção do material conforme condições do mesmo e do processo de esterilização. CAIXA METÁLICA 42 PAPEL GRAU CIRÚRGICO 43 SMS 44 ESTERILIZAÇÃO 45 ▹ Eliminação de qualquer forma de vida de micro-organismos. ■ Calor úmido (vapor) ⬝ Autoclaves ■ Calor seco ⬝ Estufas (temperaturas mais elevadas) ■ Óxido de Etileno ⬝ Autoclaves de ETO: Artigos termossensíveis AUTOCLAVE 46 ▹ Equipamento que utiliza vapor saturado sob pressão, com 100% de umidade relativa, estando com água entre as formas líquidas e gasosa. AUTOCLAVE 47 VALIDAÇÃO DA ESTERILIZAÇÃO 48 TESTE BIOLÓGICO 49 ▹ Uma vez ao dia: Primeiro ciclo. TESTE BOWIE DICK 50 ▹ Uma vez ao dia: Primeiro ciclo. FITA ZEBRADA 51 ▹ Todo pacote deve-se colocar um pedaço. INTEGRADOR QUÍMICO 52 ▹ Todo pacote. REFERÊNCIAS 53 ▹ GRAZIANO, K.U; SILVA, A; PSALTIKIDIS, E.M. Enfermagem em Centro deMaterial e esterilização. Barueri, SPS: Manole, 2011. ▹ SOBECC. Sociedade Brasileira de Enfermeiros de Centro Cirúrgico, Recuperação Anestésica e Centro de Material e Esterilização. Práticas Recomendadas, 6 ed. São Paulo:SOBECC;2013 ehdersilva_@hotmail.com 54