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UNIVERSIDADE ANHANGUERA-FACNET POLO: TAGUATINGA CURSO: ADMINISTRAÇÃO 6º SEMESTRE ADMINISTRAÇÃO DE PRODUÇÃO E OPERAÇÕES João Henrique Carneiro RA:4300069789 Renilton de Sousa Oliveira RA:3822689210 Rosyane Bezerra Aragão RA:3822689126 Samia norhana de Souza Pontes RA:4342836532 Emanuel Pereira Lacerda Brito RA:5560124326 PROFESSOR EAD: LUIZ MANUEL PALMEIRA TUTOR PRESENCIAL: KELLY ALVES TUTORA A DISTÂNCIA: ELAINE OLIVEIRA FOSTER REIS Brasília DF 2014 � Sumário 3INTRODUÇÃO � 4ETAPA 1 � 4Passo 1 – Sistema de Produção � 41) INSUMOS � 42) SUBSISTEMA DE CONVERSÃO/TRANSFORMAÇÃO � 53) SUBSISTEMA DE CONTROLE � 54) SAÍDAS � 6Artigo Estratégias subótimas para planejamento agregado da produção sob incertezas � 7Passo 2 – Identificação da Empresa � 7Nome da Empresa � 7Localização � 7Segmento em que atua � 7Porte/Tamanho � 7Missão � 7Valores � 7Produtos Comercializados � 9Público-Alvo � 9Previsões de demandas � 11ETAPA 2 � 11Planejamento e Controle de Produção � 15ETAPA 3 � 15PCP - Planejamento e Controle da Produção � 15Conceitos Gerais � 16Objetivos do Planejamento e Controle de Produção � 17Etapas do Planejamento e Controle de Produção � 19Quadro/tabela � 25ETAPA 4 � 25Gestão de Operações em Serviços � 26Estratégia de operações de serviço � 28CONSIDERAÇÕES FINAIS � 29REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS � � INTRODUÇÃO O presente trabalho tem por objetivo desenvolver um Plano de Produção de uma empresa, sendo que o principal objetivo será a busca de soluções para a excelência no atendimento aos setores internos, e consequentemente, aos clientes e fornecedores da empresa escolhida. Estes pontos serão tratados contendo a analise de mercado, pesquisa de previsão de demanda, as restrições o modelo quanto à capacidade produtiva, tempos disponíveis (maquinário e operacional) e o espaço para matéria-prima e estoque. Assim como favorecer a aprendizagem; estimular a corresponsabilidade do aluno pelo aprendizado eficiente e eficaz; promover o estudo, a convivência e o trabalho em grupo; desenvolver os estudos independentes, sistemáticos e o auto aprendizado; oferecer diferentes ambientes de aprendizagem; auxiliar no desenvolvimento das competências requeridas pelas Diretrizes; curriculares Nacionais dos Cursos de Graduação; promover a aplicação da teoria e conceitos para a solução de problemas práticos relativos à profissão; direcionar o estudante para a busca do raciocínio crítico e a emancipação intelectual. � ETAPA 1 Passo 1 – Sistema de Produção O sistema de produção é a maneira pela qual a empresa organiza seus órgãos e realiza suas operações de produção, adotando uma interdependência lógica entre todas as etapas do processo produtivo, desde o momento em que os materiais e matérias-primas saem do almoxarifado até chegar ao depósito como produto acabado. Cada empresa adota um sistema de produção para realizar as suas operações e produzir seus produtos ou serviços da melhor maneira possível e, com isso, garantir sua eficiência e eficácia. Os Sistemas de Produção convertem insumos (entradas), através de um subsistema de conversão/transformação em produtos e/ou serviços, possuindo um subsistema de controle. Os Sistemas de Produção são compostos de quatro subsistemas, a seguir detalhados: 1) INSUMOS: recursos a serem transformados diretamente em produtos e que são classificados em três categorias gerais: a) insumos externos - possuem caráter de informação e fornecem dados sobre as condições externas ao sistema de produção, tais como informações sobre: política; legislação; economia; sociedade; tecnologia; b) insumos de mercado - também possuem caráter de informação, no entanto, fornecem informações sobre: concorrência; produtos; desejos dos clientes; c) insumos primários/recursos primários - são os insumos que sustentam diretamente a produção e a entrega de bens e serviços, podendo ser públicos ou não, tais como: Recursos Físicos – Máquinas, Equipamentos, Matérias – primas, Recursos Energéticos e Recursos Naturais; Recursos Humanos; Recursos Econômicos - Financeiros; 2) SUBSISTEMA DE CONVERSÃO/TRANSFORMAÇÃO: é o subsistema que transforma os insumos em produtos finais e está diretamente ligado ao tipo de entradas a serem transformadas, podendo ser de: a) processamento de materiais: i) Transformar - transformam a propriedade física dos materiais, como: forma; composição ou características (como nas manufaturas e nas minerações); ii) Mudar a localização - serviços de transporte de cargas e encomendas; iii) Mudar a posse ou a propriedade - serviços de troca; iv) Acomodar ou estocar - serviços de armazenagem; b) processamento de informações: i) Transformar - transformam as propriedades informativas, ou seja, a forma da informação (como fazem os contadores); ii) Mudar a localização – serviços de telecomunicações iii) Mudar a posse ou a propriedade - (como nas empresas de pesquisa de mercado); iv) Acomodar ou estocar - (como nos arquivos e bibliotecas); c) processamento de consumidores: i) Transformar - transformam as propriedades físicas (como os cabeleireiros e os cirurgiões plásticos); o estado fisiológico (como os hospitais), e/ou; o estado psicológico (como os serviços de entretenimento, tais como música, teatro, cinema, parques temáticos); ii) Mudar a localização - serviços de transporte de pessoas; iii) Acomodar ou estocar (como nos hotéis); 3) SUBSISTEMA DE CONTROLE - conjunto de atividades que visa assegurar que programações sejam cumpridas, que padrões sejam estabelecidos, que recursos estejam sendo usados de forma eficaz e que a qualidade desejada seja obtida; 4) SAÍDAS: se dão de duas formas: a) produtos diretos - são os produtos que geram as receitas do sistema, estes podem ser: os bens (produtos tangíveis); os serviços (produtos intangíveis), ou; ambos; b) produtos indiretos – correspondem aos: impostos; impacto ambiental (poluição, efluentes e lixo); remunerações e salários; desenvolvimento tecnológico; impactos sobre os empregados e sobre a sociedade. Os elementos constituintes dos Sistemas de Produção afetam diretamente a Classificação de Sistemas de Produção. Artigo Estratégias subótimas para planejamento agregado da produção sob incertezas Dentro de uma cadeia de decisões hierárquicas, uma grande parte dos problemas é dependente da componente tempo e fortemente influenciada por elementos perturbativos tanto endógenos quanto exógenos. Estes problemas podem ser enquadrados dentro de uma classe de problemas de controle ótimo estocástico. As dificuldades para gerar uma solução ótima malha-fechada fazem com que se busque outros procedimentos alternativos. Neste artigo, quatro destes procedimentos são analisados quanto a suas propriedades estruturais. Um estudo de caso, com foco no problema de planejamento agregado da produção, é considerado com o propósito de comparar as soluções ótimas fornecidas pelo procedimento. A solução com melhor desempenho é considerada para análises de cenário, que tem por objetivo ajudar a gerência a ter uma visão de longo prazo quanto ao uso dos recursos materiais da firma. A necessidade de adotar decisões mais ajustadas com os objetivos de produção – tais como: melhorar produtividade, reduzir desperdícios e ociosidade, minimizar custos, dentre outros – tem propiciado um ambiente fértil para aplicações de metodologias qualitativas e quantitativas de solução de problemas industriais. Basicamente, os objetivos deste trabalho são formular uma classe de problemas de controle ótimo estocástico sequencial orientado à modelagem de problemas de planejamento da produção e discutir alguns procedimentos subótimos de solução. Esta classe de modelos pode contemplar problemas das mais diferentes áreas do conhecimento; em particular, ela é de grande interesse em áreas gerenciais, como: Finanças, Marketing, Propaganda, Controle de Estoque, Transportes e Planejamento da Produção. O problema de controleótimo estocástico, em questão , pode ser descrito pela composição das seguintes partes : um sistema discreto no tempo caracterizado por uma dinâmica linear estocástica ( equação de balanço estoque-produção com incertezas sobre a demanda futura ) ; um custo funcional geral , tomada em esperança matemática ( custo médio de produção ) , e restrições de chance nas variáveis de estado ( estoque ) e de controle ( produção ). Passo 2 – Identificação da Empresa Nome da Empresa Mary Kay Localização A sede mundial da Mary Kay localiza-se em Dallas, Texas, Estados Unidos. Segmento em que atua Atualmente, a empresa é líder de vendas nos segmentos de cuidados com a pele e maquiagem nos Estados Unidos. Porte/Tamanho Porte médio. Missão A missão da Mary Kay é enriquecer a vida das mulheres. Valores Em 1963, Mary Kay Ash fundou sua própria companhia com os valores que sempre guiaram sua vida: integridade, honestidade e uma inabalável crença na Regra de Ouro e no poder de transformar vidas. Hoje, estes valores permanecem no coração de tudo o que fazemos, inclusive em nossa paixão em desenvolver produtos que despertem a verdadeira beleza das mulheres, a beleza exterior e interior. Produtos Comercializados Os produtos Mary Kay são focados em cuidados para a pele e anti-idade, é permitido que a cliente experimente o produto em sessões onde a consultora recebe as clientes e promove testes e divulga novos produtos. A empresa conta com sua Força de Vendas Independente para realizar as vendas. Atualmente, as linhas de produtos comercializadas no Brasil são: Cuidados com a pele - Uma pele bela, saudável e com uma aparência jovem começa com os produtos da linha de cuidados com a pele Mary Kay®. Utilizando todas as inovações da indústria cosmética, a Mary Kay® fabrica produtos com tecnologia avançada perfeitos para proporcionar o melhor resultado em todos os tipos de pele. Cuidados personalizados - As clientes podem desfrutar dos benefícios anti-idade com os produtos personalizados Mary Kay® que se adaptam às necessidades especificas de Cuidados com a Pele . Para o rosto, olhos e lábios – cada área é um segmento a ser beneficiado. Maquiagens - Expresse toda a sua personalidade com as cores maravilhosas de Mary Kay®. Os profissionais de da Mary Kay estão sempre atualizados para trazerem o que há de mais novo e moderno no mundo dos cosméticos para você. Fale com sua Consultora de Beleza Mary Kay® para descobrir como você pode customizar um look exclusivo para você. Fragrâncias - Expresse toda a sua personalidade com as cores maravilhosas de Mary Kay®. Os profissionais de da Mary Kay estão sempre atualizados para trazerem o que há de mais novo e moderno no mundo dos cosméticos para você. Fale com sua Consultora de Beleza Mary Kay® para descobrir como você pode customizar um look exclusivo para você. Produtos específicos para os homens - Tudo que os homens precisam para se cuidar. Fragrâncias Femininas: Pink Diamonds Eau de Parfum; Thinking of You Eau de Parfum; Bella Belara® Eau de Parfum; Affection® Eau de Parfum; Journey® Eau de Parfum; Belara® Eau de Parfum; Elige® Eau de Parfum; Velocity® Eau de Parfum; Água de Colônia Exotic Passionfruit; Água de Colônia Simply Cotton®; Água de Colônia Warm Amber; e Água de Colônia Forever Orchid. Fragrâncias Masculinas: MK High Intensity® Cologne Spray; Domain® Cologne; Velocity® for Him; e True Original Cologne Spray. Público-Alvo O público-alvo da Mary Kay são mulheres a partir de 18 anos de idade, principalmente classes A/B, que prezam pela sua beleza e pela saúde de sua pele e de seu corpo. A empresa teve que acompanhar a evolução da mulher, que hoje em dia é um modelo de mulher ativa, participante e ambiciosa, cujo principal adversário é o relógio. São mulheres que preferem a facilidade e a comodidade de poder comprar os produtos sem sair de casa. Previsões de demandas O ponto de partida da Administração da Produção é a previsão das demandas de curto e médio prazos, no nível operacional e de longo prazo no nível estratégico. Faremos nesta aula uma análise das informações necessárias para uma estimativa consistente de demandas e mostraremos opções simplificadas (empíricas) de se prever demandas e a partir delas estimar as produções. As previsões de demandas dependem de alguns fatores: • Disponibilidade de dados, tempo e recursos. Métodos mais sofisticados envolvem modelos matemáticos (veremos um na próxima aula). • Horizonte de previsão. Há métodos mais eficientes para previsões de longo prazo (demandas anuais), enquanto que outros são aplicados para períodos mais curtos, como meses, semanas ou mesmo dias. Devemos ter em conta sempre que os métodos não conduzem a resultados perfeitos e a chance de erro aumento à medida que nos distanciamos da previsão futura. Alguns estudiosos dizem jocosamente que “as previsões são excelentes para se prever o passado e nos enganar a cerca do futuro”. Ironia à parte, as previsões de demanda são feitas desde que se projeta uma indústria ou empresa de serviços e depois, com ela operando, nas correções dos efeitos sazonais do mercado. Não podemos desconsiderar também a dinâmica e as mudanças dos mercados, que continuadamente nos oferece uma gama enorme de fatores aleatórios, que nenhuma previsão consegue captar. Podemos sinteticamente classificar os métodos de previsão em: 1. Qualitativos: baseados no julgamento de pessoas que tenham condições de opinar sobre as demandas futuras: vendedores, gerentes, clientes, fornecedores, etc. Não se apóiam em nenhum modelo matemático, embora possam ser conduzidos de maneira sistemática. São muito úteis quando da ausência de dados, e também no início de um projeto ou de uma empresa. 2. Quantitativos (ou matemáticos): São baseados em modelos matemáticos e se utilizam de dados diversos e das demandas passadas para se chegar a uma previsão futura. Podem ser: 2.1. Métodos causais. A demanda de um item (ou itens) pode estar relacionada com variáveis externas à empresa: crescimento da população (ou de uma classe específica dela), número de alvarás expedidos para construção, consumo de certos produtos, etc., são fatores indutores da demanda de produtos afins. 2.2. Séries temporais. A análise de séries temporais exige somente o conhecimento de valores passados da demanda. ETAPA 2 Planejamento e Controle de Produção Planeamento e Controle da Produção é o departamento que permite a continuidade dos processos produtivos na indústria. Controla a atividade de decidir sobre o melhor emprego dos recursos de produção, assegurando, assim, a execução do que foi previsto no tempo e quantidade certa e com os recursos corretos. Em resumo, o PCP trata dados de diversas áreas, transforma-os em informações, suporta à produção para que o produto seja entregue na data e quantidade solicitada. Podemos dizer que o PCP estará pronto quando forem respondidas as seguintes questões: 1° O que produzir? 2° Quanto produzir? 3° Onde produzir? 4° Como produzir? 5° Quando produzir? 6° Com o que produzir? 7° Para quem produzir? A partir da configuração do processo de produção, o PCP irá criar uma carta mapa, documento denominado plano mestre de produção (PMP), que é a diretriz de produção. Trata-se do conjunto de atividades da administração da produção relacionadas à alocação eficaz e eficiente dos recursos de produção da organização (materiais, máquinas, equipamentos e pessoas) para a produção dos bens e serviços demandados pelos clientes. Historicamente, com o desenvolvimento da administração científica, as funções de planejamento e controle da produção, antes exercidas de forma empírica pelos supervisores de produção, passaram a ser centralizadas em um departamento específico da fábrica, usualmente denominado PCP. Em geral, o departamento de PCP dedica-se as atividades mais operacionais como a programação da produção, controle de estoques (matérias-primas, em processo e produtos acabados),emissão e controle de ordens de produção, entre outras atividades do dia-a-dia da produção. Entretanto, a atividade de planejamento não se limita ao nível operacional. No nível tático-estratégia, a gerência de produção toma decisões de médio e longo prazo que incluem decisões sobre a aquisição de equipamentos e máquinas, contratação de pessoas, administração de materiais e fornecedores, com base em previsões atualizadas de demanda. Este processo de decisão, atualmente denominado Planejamento de Operações e Vendas (POV), envolve, além da Produção, outras áreas da empresa, especialmente as áreas de Vendas e Financeiro. Do ponto de vista acadêmico, os conceitos e habilidades necessários para o exercício da atividades de PCP são abordados em disciplinas também denominadas Planejamento e Controle da Produção. No currículo de uma disciplina típica de PCP, destacam-se os seguintes tópicos: - Previsão da demanda - Planejamento da capacidade de produção - Planejamento agregado da produção - Programação mestra da produção - Programação detalhada da produção - Controle da produção Previsão da demanda: os métodos estatísticos e subjetivos de previsão de demanda auxiliam os gerentes de produção no dimensionamento da produção e dos recursos materiais e humanos necessários. A previsão de demanda assume um papel ainda mais importante quando a empresa adota uma estratégia de produção para estoque. Planejamento da capacidade de produção: a partir da previsão de demanda de médio e longo prazo e da análise da capacidade instalada, determina-se a necessidade de adequação (aumento ou redução) da capacidade de produção para melhor atender a demanda no médio e longo prazo. Planejamento agregado da produção (PAP): visa determinar a estratégia de produção mais adequada para a empresa. No plano agregado, estão as decisões de volumes de produção e estoque mensais, contratação (ou demissão) de pessoas, uso de horas-extras e subcontratação, contratos de fornecimento e serviços logísticos. Usualmente, o horizonte de planejamento é anual com revisão mensal dos planos. Neste nível de planejamento, as informações de demanda e capacidades são agregadas para viabilizar a análise e tomada de decisão. Programação mestra da produção (PMP): trata-se da operacionalização dos planos de produção no curto prazo. No programa mestre são analisados e direcionados os recursos (máquinas, pessoas, matérias-primas) no tempo certo para produzir a quantidade necessária para suprir a demanda de determinado período. Nessa etapa, temos uma definição mais precisa dos itens e quantidades de produção e estoques, com um grau de detalhamento maior que o utilizado no planejamento agregado, incluindo não apenas previsões de demanda, como também pedidos firmes e ordens abertas de produção e compras. Programação detalhada da produção (PDP): é a operacionalização propriamente dita no “chão da fabrica”. Define como a fábrica irá operar no seu dia a dia. As atividades que envolvem a programação da produção são: administração de materiais, seqüenciamento das ordens de produção, emissão e liberação de ordens. - Administração de materiais: planeja e controla os estoques, define o tamanho dos lotes, a forma de reposição da matéria-prima e os estoques de segurança. - Sequenciamento: é a determinação da sequência de execução das operações de produção nas máquinas, visando minimizar atrasos, ociosidades e estoques em processo. - Emissão de ordens: implementa o programa de produção emitindo a documentação necessária para o inicio das operações e liberando-a quando os recursos estiverem disponíveis. Em sistemas de produção repetitiva (alto volume, baixa variedade), a programação detalhada é orientada por regras mais simples e visuais como os sistemas de produção puxada tipo Kanban. Por outro lado, em empresas de produção intermitente (baixo volume, alta variedade), a atividade de programação detalhada torna-se mais complexa, dificultando a sincronização das operações para redução de custos, atrasos e tempos de fluxo das ordens. Neste ambiente, a atividade de programação pode ser apoiada em software específicos de programação da produção. Controle da produção: é a última etapa do PCP e consiste no acompanhamento dos processos produtivos a fim de verificar o andamento da produção conforme o planejado, ou seja, verificar se o que foi decidido no plano agregado, programa mestre e programação detalhada está sendo realizado. A partir do apontamento da produção (tempos e rendimentos do processo), o PCP acumula dados atualizados dos processos para utilização nas decisões futuras. � ETAPA 3 PCP - Planejamento e Controle da Produção O PCP - Planejamento e Controle da Produção (em inglês, Production Planning and Control) consiste em um processo utilizado no gerenciamento das atividades de produção. Sistema de gerenciamento dos recursos operacionais de produção de uma empresa, com funções envolvendo planejamento (o que e quando será produzido), programação (recursos utilizados para a operação, com ínicio e término de todo o fluxo de trabalho) e controle (monitoramento e correção de desvios da produção), bem como a determinação das quantidades que serão produzidas, qual o layout da planta para melhor aproveitamento do fluxo de insumos, quais as etapas de cada processo de manufatura e designação de mão de obra, seja ela humana ou mecânica, para a transformação das matérias primas passo a passo. Com a consolidação de todos estes dados, será criada a carta mapa da produção, o chamado PMP – Plano Mestre da Produção, nas quais estão expostas as diretrizes do processo em geral. Nos dias atuais existem departamentos especializados apenas no PCP, sendo estes dedicados as atividades mais operacionais do cotidiano de produção. Outra característica marcante da evolução do PCP como um todo é a transcendência de tal atividade do nível operacional para outros níveis essenciais da administração, como, por exemplo, o nível tático, onde a aplicação do PCP determina a arquisição de novos insumos, sejam eles as quantidades de matérias primas, máquinas ou pessoal, no nível de vendas, onde a provisão de produção torna-se importante na previsão de oferta e demanda, e no nível financeiro, onde a programação de gastos e receitas ajuda em uma visão mais ampla do gerenciamento empresarial. Conceitos Gerais Quem não planeja, programa e controla o que produz, provavelmente terá dificuldades em alcançar os índices de produtividade e qualidade que o mercado exige, logo está fadado ao desaparecimento. Para que isto não ocorra, o empresário deve buscar gerenciar sua empresa de maneira mais objetiva, dinâmica e eficaz. Portanto é necessário decidir uma forma de garantir que a sua empresa atinja o objetivo de produzir com qualidade e produtividade. A garantia de bons resultados está ligada ao bom planejamento, programação e controle de todo o processo de produção. Desse modo, torna-se possível atuar corretamente quando ocorrerem desvios, falhas do processo, ou agir em metas traçadas de melhoria de seu produto, para que ele seja bem aceito. Essa prática também possibilita a diminuição de seus custos operacionais. Objetivos do Planejamento e Controle de Produção O planejamento pressupõe a necessidade de um processo decisório que ocorre antes, durante e depois de sua elaboração e implementação na empresa. Portanto a função do PCP requer um modo de pensar que objetive responder a indagações referentes aos diversos questionamentos sobre o que será feito, como, por quem e com que recursos, bem como onde e quando será executado. O planejamento de produção define todos estes fatores, a partir do projeto de desenvolvimento do produto que vai ser manufaturado, fornecendo os dados básicos para o estabelecimento da programação. O trabalho de planejamento, direta ou indiretamente, afeta toda a organização, por meio de documentos e planos: roteiro de produção, ferramentas e estimativas, etc. O objetivo global do PCP nãoenvolve somente o planejamento, mas também a programação (definição de quando fazer) e o controle do que foi estabelecido, não deixando que o objetivo final seja desviado do plano, ou ainda, decidindo sobre quaisquer mudanças que possam ocorrer, caso, defeitos ou falhas do planejado passem a atuar no sistema. O PCP vem para dar suporte à gerência na tomada de decisão, já que está nela os maiores problemas de produção, onde o seu objetivo maior é sempre esquecido, o de gerenciar os meios planejados e não as metas de produção. As empresas que possuem maior preocupação com o seu PCP ou efetuam algum PCP, conseguem melhores resultados finais. Além de estarem sempre com os seus planos de melhoria voltados para onde suas produções prioritariamente exigem. O PCP consegue dar informações à gerência, e esta tem capacidade de decidir melhor. Além da empresa conseguir uma melhor compatibilização dos produtos entre a produção e as vendas, levando a um produto capaz de atender ao cliente e a produção, já que neste setor este fato é de suma importância, dada a diversificação que os modelos podem alcançar. Em suma, o PCP tem como função a organização, padronização e sistematização do processo, levando a empresa a produzir com mais perfeição, segurança, rapidez, facilidade, correção e menor custo. Etapas do Planejamento e Controle de Produção O planejamento envolve diversas atividades, das quais destacam-se: - Previsão da demanda: os métodos estatísticos e subjetivos de previsão de demanda auxiliam os gerentes de produção no dimensionamento da produção e dos recursos materiais e humanos necessários. A previsão de demanda assume um papel ainda mais importante quando a empresa adota uma estratégia de produção para estoque. - Planejamento da capacidade de produção: a partir da previsão de demanda de médio e longo prazo e da análise da capacidade instalada, determina-se a necessidade de adequação (aumento ou redução) da capacidade de produção para melhor atender a demanda no médio e longo prazo. - Planejamento agregado da produção (PAP): visa determinar a estratégia de produção mais adequada para a empresa. No plano agregado, estão as decisões de volumes de produção e estoque mensais, contratação (ou demissão) de pessoas, uso de horas-extras e subcontratação, contratos de fornecimento e serviços logísticos. Usualmente, o horizonte de planejamento é anual com revisão mensal dos planos. Neste nível de planejamento, as informações de demanda e capacidades são agregadas para viabilizar a análise e tomada de decisão. - Programação mestra da produção (PMP): trata-se da operacionalização dos planos de produção no curto prazo. No programa mestre são analisados e direcionados os recursos (máquinas, pessoas, matérias-primas) no tempo certo para produzir a quantidade necessária para suprir a demanda de determinado período. Nessa etapa, temos uma definição mais precisa dos itens e quantidades de produção e estoques, com um grau de detalhamento maior que o utilizado no planejamento agregado, incluindo não apenas previsões de demanda, como também pedidos firmes e ordens abertas de produção e compras. - Programação detalhada da produção (PDP): é a operacionalização propriamente dita no “chão da fabrica”. Define como a fábrica irá operar no seu dia a dia. As atividades que envolvem a programação da produção são: administração de materiais, sequenciamento das ordens de produção, emissão e liberação de ordens. - Administração de materiais: planeja e controla os estoques, define o tamanho dos lotes, a forma de reposição da matéria-prima e os estoques de segurança. - Sequenciamento: é a determinação da sequência de execução das operações de produção nas máquinas, visando minimizar atrasos, ociosidades e estoques em processo. - Emissão de ordens: implementa o programa de produção emitindo a documentação necessária para o inicio das operações e liberando-a quando os recursos estiverem disponíveis. Em sistemas de produção repetitiva (alto volume, baixa variedade), a programação detalhada é orientada por regras mais simples e visuais como os sistemas de produção puxada tipo Kanban. Por outro lado, em empresas de produção intermitente (baixo volume, alta variedade), a atividade de programação detalhada torna-se mais complexa, dificultando a sincronização das operações para redução de custos, atrasos e tempos de fluxo das ordens. Neste ambiente, a atividade de programação pode ser apoiada em software específicos de programação da produção. - Controle da produção: é a última etapa do PCP e consiste no acompanhamento dos processos produtivos a fim de verificar o andamento da produção conforme o planejado, ou seja, verificar se o que foi decidido no plano agregado, programa mestre e programação detalhada está sendo realizado. A partir do apontamento da produção (tempos e rendimentos do processo), o PCP acumula dados atualizados dos processos para utilização nas decisões futuras. � Quadro/tabela PRODUTOS TIME WISE Alongadora Marron Olhos Gel Para Sombrancelhas Antiidade Olhos SPA para Cílios Firmador olhos Sérum Fortalecedor Revitalizante Targeted Primer e Máscara Incolor (2 em 1) Rosto Lápis sobrancelhas 3 em 1 barra Brunette 3 em 1 N/S Classic blonde 3 em 1 M/O Hid, N/S Lápis lábios Hid, M/O cappuccino Hid, FPS chocolate Hid. Mãos e colo com filtro solar 15 dusty pink Sol D/N neutral Sol. Dia raspberry Sol. Noite Pink Complexo Noturno Blush mineral Kit Microdermoabrasão Cherry blossom Passo1: Refinar Cinnamon stick Passo 2: Restaurar Citrus Bloom Kit Milagroso (N/S) Introdutório Golden cooper Kit Milagroso (M/O) Introdutório Shy blush Loção Uniformizante Even Sparkling cider Máscara Even Strawberry cream Máscara em gel Sunny spice Botox Targeted-Action Sérum Targeted Pó Bronzeador Sérum Targeted um Canyon Gold Lenços de limpeza 3em1 Desert Sun Antiidade Lábios Bronze Diva (Matte) Sandstone (Matte) Corpo Pó Mineral Iluminador Visibily Fit Pink Stardust Loção Corpo Targeted Batons Cremosos Hidrat. Even Fps 15 Amber glow Bases TW Mate Amber suede Ivory 1- Apple berry Ivory 2- Apricot glaze Ivory 3- Berry kiss Ivory 4- Whisper (novo) Ivory 5 - Cooper Star Ivory 6 - Downtown brown Ivory 7 - Dusty rose Beige1 - Frosted rose Beige 2 - Fuchsia Beige 3 - Gingerbread Beige 4 - Golden Beige 5 - Hibiscus Beige 6 - Ice Peach Bronze 1 - Apl Brry Bronze 2 - Hibiscus Bronze 4 - Relly Red Bronze 5 - Midnight Red Bronze 7 - Pink melon Pink passion Bases TW N/S Pink satin Ivory 1 - Raisinberry Ivory 2 - Red Ivory 3 - Sheer blush Ivory 4 - Shell Ivory 5 - Sunny Citrus Ivory 6 - Sweet nectar Ivory 7 - Tanned Beige1 - Toffee Beige 2 - Beige 3 - Batom Líquido Beige 4 - Chocoholic Beige 5 - Cherry Coffe Beige 6 - Grapefruit Bronze 1 - Guava Punch Bronze 2 - Malted Bronze 4 - Raspberry Ice Bronze 5 - Sherbet Bronze 7 - Gloss BASES Au Nature Tonalizante 20 Berry sparkle Ivore 2 = 200 Bronze bliss beige 1= 300 Coral Rose beige 2 = 400 Crem & Sugar bronze 1 Gold rush bronze 2 Mango Tango Base média Pink diamonds Ivory 200 Pink Luster Ivory 204 Rock N'Red beige 300 Shock Tart beige 302 Sun Bloossoms beige 304 beige 400 Baton FPS beige 402 Apricot beige 304 Blush beige 400 Figbeige 402 Mango beige 404 Natural bronze 500 Poppy bronze 504 Rose bronze 607 LINHA CLÁSSICA Base total Limpar Ivory 200 Limpeza 1 Ivory 204 Limpeza 2 beige 300 Limpeza 3 beige 302 Revitalizar beige 304 Máscara 1 beige 400 Máscara 2 beige 402 Máscara 3 beige 404 Tonificar bronze 500 Tônico 1 bronze 504 Tônico 2 bronze 607 Tônico 3 Base creme a pó Hidratar ivory 2 Creme Hidratante 1 beige 1 Creme Hidratante 2 beige 2 Fluido Hidratante 3 beige 3 VELOCITY beige 4 Limpeza para Rosto bronze 1 Hidratante para Rosto Pó Compacto LINHA MASCULINA Ivore 2 Sabonete facial Beige 1 Espuma de barbear Beige 2 Gel refresc pòs barba Bronze 1 Desodorante corporal Bronze 2 Loção hidrat. Com filtro Base em Pó mineral Tendência a Acne Ivory 1 Kit Introdutório Ivory 2 Kit SCP Tendência a Acne GR. Beige 1 Loção Pele com Tendência a Acne Beige 2 Spray corporal Pele com Tendência a Acne Bronze 1 Personalizados Bronze 2 Olhos Gel Área dos Olhos MAQUIAGEM Demaquilante Acessórios Aplicador sombras Lábios Apontador Kit Lábios de Seda Coleção Pinceis Esfoliante para Lábios Conj Pinça e pinceis Bálsamos para Lábios Esponjas Rosto Estojo Grande Creme Hidratante(N/S) Estojo Compacto Extra Emoliente Mini Estojo Compacto Gel hidratante( M/O) Pincel Base Líquida Lenços anti-brilho Pincel p/ base pó Loção anti-brilho Pincel Blush Primer de base Pincel lábios retrátil Pincel Pó Compacto Corpo Pincel duo Gel Sol. Simples - Satinbody Hidratante Sol. Simples - Satinbody Corretivos Exfoliante Sol. Simples - Satinbody Beige 1 Loçao energizante Beige 2 Bronze 1 Coleção Botânica Bronze 2 Linha Botanical Facial Ivory 1 Creme de limpeza N/S Ivory 2 Máscara yellow Tônico Hidratante Iluminador Facial tonalidade 2 Linha Solar tonalidade 3 Protetor solar FPS 30 Fixador de sombras Protetor Labial FPS 15 Gel Restaurador pós-sol Sombras minerais Loção Autobronzeadora Amber blaze Blue metal Private Spa Collection Chocolate kiss Kit Mãos de Seda s/perfume Cinnabar Esfoliante s/perfume Coal Hidratante Crystalline Kit Mãos de Seda pêssego Denim frost Esfoliante pêssego Dusty lilac Hidratante mãos pêssego Espresso Granite PERFUMES FEMININOS Hazelnut Affection 40 ml Honey Spice Belara 50 ml Ivy garden Bella Belara 50 ml Lemongrass Elige 50 ml Navy blue Journey 50 ml Midnight Star Velocity 50 ml Precious pink Thinking of you 29 ml Raisin Tribute 50ml Sienna Colônia Warm Amber 50 ml Silky caramel Colônia Simply Cotton 50 ml Silver Satin Colônia S.Honeysuckle 50 ml Spun silk Colônia Forever Orchid Sweet cream Colônia E.Passionfruit 50 ml Sweet plum PERFUMES MASCULINOS Lavander fog Domain 73 ml White Lily High Intensity 73 ml Sombra creme a pó True Original Vanilla Velocity for Him 59 ml Lápis olhos Edição Limitada Art. Of Nature (Verão) black Blush em Creme (sheer cooper) deep brown Brilho Labial DUO (redwood) navy Brilho Labial DUO (coral) olive Sombra Creme (Pearl) Sombra Creme (Rainsforest) Delineador preto Edição Limitada Hollywood Máscara Batom Líquido Ultra Brilho Pink Poised Ultimate Batom True Dimensions Lash Love preta Batom True Dimensions Pink Cherie Máscara à prova dágua Delineador black Alongadora pta Delineador Blue � ETAPA 4 Gestão de Operações em Serviços A gestão de operações e serviços compreende um conjunto de atividades que transformam insumos (recursos) em bens e serviços (produtos) demandados pelos consumidores. Tais atividades ocorrem em todas as organizações, e os seguintes aspectos são envolvidos: A definição dos objetivos estratégicos; As ferramentas técnicas ou quantitativas empregada; e O gerenciamento dos recursos humanos. No ambiente atual, a gestão de operações e serviços interage com outras funções como engenharia, marketing e finanças, auxiliando a organização no atendimento de seus objetivos estratégicos. Os serviços como atividades internas de apoio em uma empresa Outro indicador da importância crescente dos serviços decorre da nova forma de pensar as operações dentro das organizações, com a introdução do conceito de "cliente interno". Diversas subdivisões funcionais (e. g., gerências, departamentos ou seções), em empresas de manufatura ou serviços, executam atividades de apoio que podem ser consideradas como serviços, caracterizando uma relação de cliente-fornecedor interno. A boa gestão desta relação poderia contribuir com a quebra das barreiras organizacionais, gerando a integração das diversas funções da empresa, concorrendo para o atingimento de seus objetivos estratégicos. Para cada uma destas funções-clientes existem requisitos de qualidade, prazo e custos, os quais podem ser as bases para a própria avaliação de desempenho das funções-fornecedoras. Fica clara a importância de gerenciar os serviços internos através de um enfoque baseado nas necessidades dos usuários desses serviços. Todos os serviços internos devem estar, portanto, visando o atendimento do consumidor final da empresa.Mas como administrar os serviços internos, de modo a garantir que todos os departamentos de apoio estejam contribuindo para o desempenho adequado da empresa junto aos consumidores finais? Isto deve partir do estabelecimento da missão de cada departamento de apoio, com base em uma análise da rede interna de serviços, garantindo que os objetivos de cada departamento estejam coerentes com os objetivos estratégicos da empresa como um todo. Este enfoque seria o da gestão estratégica dos serviços. Segundo esta forma de pensar as operações nas organizações, é necessário difundir conceitos de gestão estratégica de serviços a todos os gerentes dentro da empresa e, no limite, a todos os funcionários, estabelecendo um padrão coerente de decisões para que as ações, seja em que nível forem, estejam contribuindo orquestradamente para os objetivos estratégicos da organização. Estratégia de operações de serviço A principal preocupação de empresas, tanto de manufatura como de serviços, ao menos no setor privado, tem recentemente se voltado para como gerenciar suas operações de modo a obter, manter e ampliar seu poder competitivo. Em termos de operações de serviços, a vantagem competitiva de longo prazo depende, principalmente, da qualidade do projeto do serviço e do seu processo de fornecimento. Define-se a estratégia de operações como sendo uma ferramenta cujo objetivo principal é o aumento da competitividade da organização e, para tal, busca organizar os recursos da empresa e conformar um padrão de decisões coerente, para que eles possam prover um composto adequado de características de desempenho que possibilite à organização competir eficazmente no futuro. O conteúdo de uma estratégia de operações constitui-se de seus objetivos e de suas áreas de decisão. Os objetivos são definidos por aqueles critérios que permitem à organização competir no mercado: um determinado nicho de mercado que se esteja visando pode valorizar, por exemplo, a consistência na prestação do serviço; outro nicho pode valorizar mais a velocidade de atendimento. Consistência e velocidade são exemplos de objetivos de uma estratégia de operações de serviços. As áreas de decisão são aqueles conjuntos relacionados de decisões gerenciais a respeito dos recursos operacionais, ou seja, recursos humanos, tecnológicos (equipamentos) e sistemas que influenciam o desempenho do sistema de operações em relação ao atingimento de seus objetivos.Exemplos de áreas de decisão são "processo/tecnologia" (que incluem decisões a respeito de equipamentos e instalações, entre outras) e "gestão de materiais" (que inclui decisões sobre estoques, políticas de relacionamento com fornecedores, entre outras). O processo estratégico das operações pode ser visto, então, como o processo, implícito ou explícito de ligação entre os objetivos e as áreas de decisão, como ilustrado pela figura 2. A seguir serão analisados os objetivos das operações, as áreas de decisão de um sistema de serviço e o processo de formulação da estratégia de operações. � CONSIDERAÇÕES FINAIS Tratar a gestão dos serviços com seriedade, elevando este aspecto da administração de operações à importância que seu impacto na geração de renda e de empregos em sociedades modernas exige. É hora de parar de enfatizar o que fazer (com rótulos e modismos muitas vezes vazios, como “encantar o cliente”, “excelência”, entre outros) para começar a discutir com rigor pragmático o como fazer. Metodologias sistemáticas de análise e gestão operacional e estratégicas são necessárias tanto quanto escassas nas empresas e nas publicações técnicas de gestão. A administração de manufatura tem merecido esta abordagem sistemática e técnica já há um século, desde que Frederick Taylor e seus seguidores começaram a organizar a área - do conhecimento que hoje se conhece como o movimento da “administração científica”. Com a gestão de serviços ainda impera uma abordagem artesanal numa grande quantidade de organizações. Este artigo é uma tentativa de trazer à tona a discussão e propor uma abordagem que contempla o como administrar as operações de serviços com o enfoque estratégico que sua importância demanda. Um gestor precisa dominar essa arte, sabendo que o mundo passou por diversas transformações com o surgimento da máquina a vapor e do carvão como principal fonte de energia até chegar nos dias atuais. Por meio dessas mudanças ao longo do tempo a negociação abrange todas as fronteiras no mundo a globalização, estando presente no cotidiano, e fundamental no mundo a globalização para conseguir uma competitividade integração na economia mundial. � REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS Estratégias sequenciais subótimas para planejamento agregado da produção sob incertezas. Disponível no link: <http://www.scielo.br/scielo.php?pid=S0104-530X2000000300005&script=sci_arttext>. Acessado em: 10 de setembro 2014. MARTINS, Petrônio G.; LAUGENI, Fernando P. Administração da Produção e Operações. 2. ed. São Paulo: Saraiva, 2009. PLT 242. �PAGE \* MERGEFORMAT�21�