Logo Passei Direto

A maior rede de estudos do Brasil

Grátis
17 pág.
Modelo RELATÓRIO VISITA TECNICA ifes

Pré-visualização | Página 1 de 3

INSTITUTO FEDERAL DO ESPÍRITO SANTO
CURSO TÉCNICO EM QUÍMICA
VILA VELHA - ES
Allan Evangelista
Polianna Silva
Ronaldo Loth
Thamires Astolphi
Thaís Baptista
Tuani Barbosa
RELATÓRIO DE VISITA TÉCNICA 
À CERVEJARIA ITAIPAVA.
VILA VELHA
AGOSTO – 2014
Allan Evangelista
Polianna Silva
Ronaldo Loth
Thamires Astolphi
Thaís Baptista
Tuani Barbosa
RELATÓRIO DE VISITA TÉCNICA 
À CERVEJARIA ITAIPAVA.
Relatório de visita técnica apresentado à disciplina de Processos Industriais Orgânicos do curso Técnico em Química do Instituto Federal do Espírito Santo, Campus Vila Velha, como requisito parcial para avaliação.
VILA VELHA
AGOSTO – 2014
1 INFORMAÇÕES GERAIS
INSTITUIÇÃO
Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Espírito Santo.
RELATORES
Allan Evangelista, Polianna Silva, Ronaldo Loth, Thamires Astolphi, Thaís Baptista e Tuani Barbosa.
EMPRESA
Grupo Petrópolis – cervejaria Itaipava. 
DISCIPLINAS ENVOLVIDAS
Processos Industriais Orgânicos, Processos industriais Inorgânicos e Operações Unitárias. 
PROFESSORES RESPONSÁVEIS
As professoras responsáveis são respectivamente: Maria Ivaneide Coutinho Corrêa e Juliana Gomes Rosa.
LOCAL E DATA
Petrópolis, região serrana do Rio de Janeiro. Dia 28/08/14.
1.7 DURAÇÃO
Aproximadamente cinco horas de visita.
2 DESCRIÇÃO DA EMPRESA
2.1 RAZÃO SOCIAL
Indústria e Comércio de Bebidas Grupo Petrópolis LTDA.
2.2 ENDEREÇO
Rua Trajano de Paula Filho, 199; Pedro do Rio - Petrópolis / RJ; CEP: 25750-160; Tel.: (24) 2103-8000
2.3 MISSÃO E VISÃO DA EMPRESA
2.3.1 MISSÃO
Ser uma empresa empreendedora com produtos, distribuição e serviços de excelência com marcas fortes, buscando o crescimento sustentável e rentável, valorizando nossos colaboradores e assegurando a plena satisfação dos consumidores.
2.3.2 VISÃO
Ser reconhecida como a melhor empresa de bebidas do país pela excelência de seus produtos, distribuição e serviços por meio dos seus processos, potencial competitivo e colaboradores.
2.3.3 VALORES
Comprometimento,
Objetividade e Simplicidade,
Empreendedorismo,
Respeito,
Integridade.
 
2.4 RAMO DE ATUAÇÃO
Indústria e Comércio de Bebidas
2.5 PRINCIPAIS FORNECEDORES
Empresas do Sudeste brasileiro, principalmente Minas Gerais e São Paulo.
2.6 PÚBLICO CONSUMIDOR
Supermercados e bares da Região sudeste, principalmente Rio de Janeiro, São Paulo, Bahia e Mato Grosso.
3 ABORDAGEM E OBJETIVO DA VISITA TÉCNICA
Estima-se que o homem começou a utilizar bebidas fermentadas há 30 mil anos, sendo que a produção de cerveja deve ter se iniciado por volta de 8000 a.C. Essa bebida teria sido desenvolvida paralelamente aos processos de fermentação de cerais e difundiu-se lado a lado com as culturas de milho, centeio e cevada nas antigas sociedades estáveis. Com a Revolução Industrial, o modo de produção e distribuição da cerveja sofreu mudanças decisivas, estabelecendo-se fabricas cada vez maiores na Inglaterra, Alemanha e Império Austro – Húngaro. 
No Brasil, o hábito de tomar cerveja foi trazido por D. João VI, no início do século XIX, durante a permanência da família real portuguesa em território brasileiro. Nessa época, a cerveja consumida no Brasil era importada de países europeus. Mais tarde, em 1888, foi fundada na cidade do Rio de Janeiro a “Manufatura de cerveja Brahma Villigier e Cia”. Atualmente essa empresa se fundiu a outras e criaram o maior grupo cervejeiro do Brasil - a Ambev.
Mas o que é cerveja? A legislação brasileira (decreto número 2.134, de setembro de 1997) define cerveja como sendo a bebida obtida pela fermentação alcoólica do mosto cervejeiro oriundo de malte de cevada e água potável, por ação de levedura, com adição de lúpulo. É permitido no Brasil que o malte de cevada e o lúpulo sejam substituídos por seus respectivos extratos.
O Grupo Petrópolis, reconhecido por seus consumidores como a empresa das marcas jovens e inovadoras, vem mantendo sua meta de expansão acumulando mais sucessos e conquistas à sua história, conforme o plano estratégico desenhado nos últimos anos. Para eles, apresentar a história e os resultados alcançados significa um posicionamento consciente da empresa que atualmente ocupa a segunda posição no mercado em que atua.
As conquistas só se tornaram possíveis com o comprometimento dos colaboradores diretos nas unidades fabris e colaboradores indiretos em toda a rede de distribuição autorizada.
O investimento que se realiza na capacitação e valorização do Patrimônio Humano tem garantido a excelência dos produtos. O desafio de todos os dias é melhorar ainda mais.
Fundado na cidade de Petrópolis, região serrana do Rio de Janeiro, o Grupo Petrópolis é atualmente a segunda maior cervejaria do Brasil e a única grande empresa com capital 100% nacional do setor. Produz cervejas, bebidas alcoólicas e não alcoólicas, que primam pela qualidade e identificadas com o gosto do consumidor brasileiro.
Atualmente o Grupo Petrópolis está presente em mais de 20 estados através de 5 fábricas e também de centros de distribuição, estrategicamente instalados em pontos-chave do território nacional (Petrópolis/RJ, Teresópolis/RJ, Boituva/SP, Rondonópolis/MT e Alagoinhas/BA).
Buscando sempre trabalhar dentro dos mais altos padrões, o Grupo Petrópolis visa, sobretudo, o desenvolvimento contínuo de seus colaboradores, a ética e a transparência nas relações com concorrentes e parceiros. Além disso, responsabilidade social e ambiental e o respeito a seus consumidores, são valores que o Grupo Petrópolis renova e coloca em prática diariamente.
4 DESCRIÇÃO DAS ATIVIDADES
Produzir cerveja requer três processos básicos: mostura, fervura e fermentação. Os dois primeiros geralmente ocorrem no mesmo dia. Já a fermentação dura de uma a algumas semanas. A seguir, uma descrição resumida de cada processo. 
4.1- MOAGEM DO MALTE
O malte, que pode ser armazenado em silos ou sacarias, é moído em moinhos de rolos ou martelos para que o amido contido em seu interior fique exposto para ser transformado durante o processo.
4.2- MACERAÇÃO
O malte moído é misturado com água em temperaturas pré-estabelecidas para que se inicie a ação de enzimas, que quebrarão as cadeias de amido em cadeias menores de açúcares como glicose, maltose entre outros. 
4.3- FILTRAÇÃO DO MOSTO
Após ter todo o amido transformado, a "pasta" formada (macerado), é levada ao filtro onde cascas e bagaço são separados do líquido açucarado chamado mosto, que já tem cor de cerveja.
4.4- FERVURA DO MOSTO
O mosto é levado à ebulição e fervido durante alguma tempo (60 a 90 minutos) para que substâncias não desejáveis se volatilizem, proteínas coagulem e o mosto seja esterilizado. Nesta etapa também é adicionado o lúpulo, responsável por fornecer amargor e aroma característico à cerveja.
4.5- DECANTAÇÃO
O mosto fervido passa por um processo de decantação onde as proteínas coaguladas no processo anterior são depositadas no fundo do equipamento, enquando o mosto límpido é retirado pela parte lateral/superior.
4.6- RESFRIAMENTO DO MOSTO
O mosto é resfriado a temperaturas baixas (7 a 12 graus) dependendo do tipo de fermentação que vai sofrer e do tipo de levedura a ser utilizado. Após ser resfriado, a levedura (fermento) é inoculada e a mistura é colocada em um tanque para ser fermentada.
4.7- FERMENTAÇÃO
Durante alguns dias os açúcares do mosto são consumidos pela levedura, e são transformados em álcool e CO2, além de calor. Estes tanques possuem temperatura controlada para que a fermentação seja sempre homogênea. A fermentação pode ocorrer entre 8 e 15 graus aproximadamente, levando de 2 a 20 dias, dependendo da cerveja a ser fabricada. Durante alguns dias os açúcares do mosto são consumidos pela levedura, e são transformados em álcool e CO2, além de calor. Estes tanques possuem temperatura controlada para que a fermentação seja
Página123