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Mecanismo de Agressão e Defesa DOENÇA CELÍACA Docente: Claudio Henrique Curso: Nutrição 2° Período FACULDADES INTEGRADAS APARÍCIO CARVALHO – FIMCA Discentes: Cleide Miranda Eli Paixão Fabiana dos Santos Gilmara Ferreira Grazyele Rosal Josiel Ferreira DOENÇA CELÍACA (DC): Também conhecida como: spru celíaco, spru não tropical, enteropatia (sensível ao glúten); Doença autoimune desencadeada pela ingestão de cereais que contêm glúten por indivíduos geneticamente predispostos; Doença comum; Adquirida em todas as idades, afetando homens e mulheres. Ocorre no Intestino Delgado; FATORES IMUNOLÓGICOS: Processo inflamatório: Crônico; Imunidade INATA; Presença de Linfócitos B e T; Desenvolvimento de reações celulares e humorais frente a agente infecciosos; Agressão de agente: Autoimune; Destruição das Vilosidades intestinais; Não tem cura. TIPOS DE DOENÇAS: CLÁSSICA (típica): Primeiros anos de vida (1 – 3); Diarreia crônica e distensão abdominal; Anemia Ferropriva e Anemia Megalblástica (B9/B12); Desnutrição com défict do crescimento; Vômitos; Dor abdominal; Desnutrição aguda que podem levar a pessoa à morte; Atrofia da musculatura dos glúteos e braços. NÃO CLÁSSICAS (atípica): Manifestações digestivas ausentes, ou presentes, ocupam um segundo plano; Constipação intestinal crônica; Baixa estrutura; Anemia ferropriva; Artrite; Esterilidade; Osteoporose. LATENTE: Pacientes com biópsia jejunal normal, mesmo consumindo glúten. Em outro momento, que pode ser anterior ou posterior, pode apresentam atrofia subtotal das vilosidades intestinais, que normalizam com a utilização de dieta sem glúten. ASSINTOMÁTICA (silenciosa): Alterações sorológicas e histológicas da mucosa do intestino delgado; Grupo de risco: parentes de primeiro grau de pacientes celíacos. SINTOMAS: Dor abdominal; Diarreia; Flatulência; Distensão do abdômen; Fraqueza; Perda ou dificuldade para ganhar peso; Diminuição do apetite; Lesões de pele; Anemina; Défict de crescimento em crianças; Infertilidade. DIAGNÓSTICO: Exames de sangue com dosagem de anticorpos específicos para a doença (Ex: Antiendomísio e Antitransglutaminase); Biópsia do intestino delgado realizada durante exame de endoscopia digestiva alta. (diagnóstico final) OBSERVAÇÕES: A doença celíaca não e uma alergia alimentar; TRATAMENTO: Total exclusão de glúten; Realizar exames de imagens frequentemente. IMPORTANTE: Alguns medicamentos podem conter glúten. Oque é o glutén? É uma substância elástica, aderente, insolúvel em água, responsável pela estrutura das massas alimentícias, presente em diversos cereais. É constituído por proteínas gliadina, glutenina, secalina, hordeina, avenina. São eles: • Trigo • Centeio • Cevada • Aveia • Malte REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS ARAÚJO, Halina Mayer Chaves; WILMA, Maria Coelho; BOTELHO, Raquel Braz Assunção; ZANDONARDI, Renata Puppin. Doenças celíaca, hábitos e práticas alimentares e qualidade de vida. Ver. Nutr., Campinas, 23(3): 467-474, maio/jun., 2010. Disponível em: http:// repositorio.unb.br/bitstream/10482/13947/1/ARTIGO_DoencaCel iacaHabitos.pdf . Acessado em: 07/11/2017 ás 01h25. RIBEIRO, Herlane Marques; GONÇALVES, Lívia Maciel. Aspectos imunológicos da doença celíaca. Disponível em: http:// www.moreirajr.com.br/revistas.asp?fase=r003&id_materia=1614. Acessado em: 07/11/2017 ás 02h16. Slide 1 Slide 2 Slide 3 Slide 4 Slide 5 Slide 6 Slide 7 Slide 8 Slide 9 Slide 10 Slide 11 Slide 12 Slide 13 Slide 14 Slide 15