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Trabalho de Educação e Diversidade Brasília Titulo da atividade: Nome: Rafael Gomes da Silva Passo 1 Introdução: Este trabalho traz um projeto multidisciplinar Escola: perfil socioeconômico, estrutura física, material didático disponível, quantidade de sala, níveis de educação que oferece envolvimento com a comunidade do entorno e a qual rede pertence (pública ou privada). Corpo docente do ensino médio: quantidade de professores, proporção entre aluno x professor, formação profissional e específica, tempo de trabalho na escola, grau de envolvimento, envolvimento político e social com a comunidade. Corpo discente do ensino médio: perfil socioeconômico dos pais, se há na turma algum conflito de gênero, classe ou religião, se há repetentes, se já estão Trabalhando, horário das aulas (matutino, vespertino, noturno ou integral), quais os planos para o ensino superior. Passo 2 Nessa parte do projeto, você irá escrever a justificativa, explicando os motivos que o levaram a pensar nesse projeto. É preciso que a fundamentação dessa justificativa seja uma análise sobre a função da escola ao longo da história da educação brasileira, considerando a relação entre os objetivos da escola e a aplicabilidade do que foi ensinado e a real necessidade da sociedade brasileira, no decorrer dos tempos. Como último parágrafo, faça a reflexão sobre a realidade do Colégio Futuro e do contexto no qual está inserido. Essa parte deverá ter, no mínimo, uma lauda. Descrição do espaço físico do colégio Futuro: A escola precisa ser um formador de cidadãos que saibam pensar criticamente, o colégio Futuro é uma escola pública em uma escola com espaço grande tem 01 quadra de esporte equipada para vôlei,futsal e basquete,01 quadra de esporte para futebol 01auditório, 20 salas de aula, 01biblioteca, 01sala dos professores, 01sala da direção,01 secretaria, estacionamento para professores ,01cantina para os funcionários fazerem os lanches . O material didático disponível são os livros que são entregues no começo do ano e livros da biblioteca para consulta e empréstimo. A escola não oferece nenhum tipo de envolvimento com relação aos níveis de educação com a comunidade, somente em festas populares como festa junina. Corpo docente do ensino médio: quantidade de professores, proporção entre aluno x professor: 35 professores 600 alunos para 15 salas pela manha e 35 professores 700 alunos na parte da tarde 16 salas 36 professores Formação profissional e específica, tempo de trabalho na escola, grau de envolvimento, envolvimento político e social com a comunidade Grande parte dos professores tem licenciatura e nenhum tem pós graduação grande parte em menos de 10 anos de magistério. O professor não tem nenhum envolvimento direto com a comunidade somente em reuniões de pais. Corpo discente do ensino médio: perfil socioeconômico dos pais se há na turma algum conflito de gênero, classe ou religião, se há repetentes, se já estão Trabalhando, Perfil socioeconômico dos pais: A maioria dos pais são assalariados de classe baixa tendo que deixar os filhos em casa sozinhos , são uma comunidade com uma renda de até 2 salários mínimos renda . Os alunos quanto seus pais têm religiões diversas e há muitos repetentes, os alunos não trabalham alguns são estagiários. Há conflitos de gênero com relação há estabelecer om papel do homem e mulher na sociedade apesar de uma sociedade moderma ainda se tem muita coisa e muitos prencoceitos para serem extiguidos por parte dos alunos . 1 - Português 2 - Matemática 3 - Literatura 4 - Geografia 5 - História 6 - Sociologia 7 - Filosofia 8 - Química 9 - Física 10 -Inglês 11 -Biologia 12 -Educação Física horário das aulas:(matutino, vespertino, noturno ou integral) Horário de aula matutino e vespertino. Quais os planos para o ensino superior: A escola não tem nenhum projeto para preparar o jovem para decidir qual curso escolher no ensino superior. CURSO LINCECIATURA EM HISTORIA PCN Passo 2 Nessa parte do projeto, você irá escrever a justificativa, explicando os motivos que o levaram a pensar nesse projeto. É preciso que a fundamentação dessa justificativa seja uma análise sobre a função da escola ao longo da história da educação brasileira, considerando a relação entre os objetivos da escola e a aplicabilidade do que foi ensinado e a real necessidade da sociedade brasileira, no decorrer dos tempos. Como último parágrafo, faça a reflexão sobre a realidade do Colégio Futuro e do contexto no qual está inserido. Essa parte deverá ter, no mínimo, uma lauda. Passo 3 Nesse passo, você irá escrever duas partes de seu projeto: os objetivos e a metodologia. Os objetivos são divididos em geral e em específicos, de modo a facilitar o detalhamento das ações que serão propostas na parte seguinte. Na metodologia, você irá, definitivamente, apresentar quais as atividades que serão desenvolvidas com os alunos do Colégio Futuro para que eles possam passar por um processo amplo de discussão e encaminhamento sobre suas decisões que afetam o seu futuro. É preciso que você pense sobre de que maneira seu projeto conseguirá envolver toda a comunidade escolar: seus alunos, os professores de outras disciplinas a equipe pedagógica e a família. É fundamental você não perder o foco e atender ao pedido de sua Coordenadora Pedagógica: despertar o jovem para a necessidade de planejar seu Projeto de Vida e, assim, conseguir direcionar seu futuro pessoal e profissional da melhor maneira possível. Essas duas partes estão juntas no Passo 3 porque é preciso estar atento aos objetivos definidos para direcionar a metodologia de forma que estes objetivos sejam realmente alcançados. Passo 4 Agora, você está quase concluindo seu projeto. Nesse passo, você irá escrever o cronograma, a avaliação (da execução do projeto) e as referências. Para que você consiga apresentar uma proposta viável, é preciso ter em conta que este projeto será desenvolvido ao longo de um ano letivo, considerando o calendário escolar. ORIENTAÇÃO PEDAGÓGICA Para que você tenha um maior número de dados e informações para desenvolver esse Desafio Profissional, foram selecionadas duas indicações como material de apoio em seu trabalho. O primeiro material que selecionamos é um vídeo O espaço da escola não é apenas um 'continente', um recipiente que abriga alunos, livros, professores, um local em que se realizam atividades de aprendizagem. Mas é também um 'conteúdo', ele mesmo é educativo. Escola é mais do que quatro paredes; é clima, espírito de trabalho, produção de aprendizagem, relações sociais de formação de pessoas. O espaço tem que gerar idéias, sentimentos, movimentos no sentido da busca do conhecimento; tem que despertar interesse em aprender; além de ser alegre aprazível e confortável, tem que ser pedagógico. Há uma 'docência do espaço'. Os alunos aprendem dele lições sobre a relação entre o corpo e a mente, o movimento e o pensamento, o silêncio e o barulho do trabalho, que constroem conhecimento (FUNDESCOLA/MEC, 2006). É de grande relevância que a infraestrutura e o espaço físico de um ambiente escolar tenham sua devida importância não só pelas suas dimensões geométricas, mas também pelas suas dimensões sociais. Mediante a esses fatos, é indispensável que tanto a infraestrutura quanto o espaço físico escolar passem a serem objetos de observação. Segundo Vygotsky, "o ser humano cresce num ambiente social e a interação com outras pessoas, é essencial ao seu desenvolvimento" (apud DAVIS e OLIVEIRA, 1993, p. 560) sendo assim, nada como um local estimulante e ao mesmo tempo um local desafiador para que o aluno possa desenvolver suas atividades estudantis, e acima de tudo, um local onde o aluno possa desenvolver seu senso crítico. Por outro lado, para os educadores, o espaço educacional deve ser um local onde eles compreendam como seu aluno se apercebe da realidade e do cotidiano do dia a dia. Dessaforma a escola cumpre um dos seus papéis perante a sociedade. A escola estadual de ensino médio Major Guapindaia está localizada na Rua Padre Chiquinho, bairro Liberdade na cidade de Porto Velho, que em parceria com a Universidade Federal de Rondônia por meio do Programa Institucional de Bolsa de Iniciação à Docência (PIBID) desenvolve atividades que visam melhorar o rendimento escolar de alunos nas disciplinas de química, biologia e física. Para o desenvolvimento de tais atividades, a escola dispõe de bolsistas estagiários nessas disciplinas que auxiliam nesse desenvolvimento. DESCRIÇÃO DO ESPAÇO FÍSICO Atualmente a estrutura física da escola Major Guapindaia dispõe de 01 sala de diretoria; 01 sala de secretaria; 01 sala de professores; 01 sala de coordenação; 01 sala de portaria, todas bem estruturadas; 01 guarita de segurança; 01 pátio amplo e coberto; 12 salas de aula, todas com ar condicionado; 01 laboratório de ciências devidamente organizado; 01 laboratório de informática amplo com um monitor disponível; 01 biblioteca organizada; 01sala de recursos áudio-visuais; 01 sala de multimeios; 01 auditório amplo, com cadeiras confortáveis, palco e ambiente refrigerado; 01 quadra coberta de esportes equipada para vôlei, futsal e basquete; 01 cantina pequena; 01 quadra não coberta para a prática de vôlei; 01 quadra não coberta para a prática de futebol; 01sala reservada para a Associação de Pais e Professores (APP) e 01 sala reservada para grêmio estudantil. É importante ressaltar que a escola não possui refeitório e nem cozinha, possui apenas uma sala que é utilizada como copa sendo utilizada pelos funcionários da cantina. DESCRIÇÃO DO SETOR ADMINISTRATIVO Na administração escolar: A escola possui 01 diretora, 01 vice-diretora, ambas formadas em pedagogia; 01 secretário com formação escolar em nível médio, 03 inspetores, sendo que dois destes possuem nível médio e um está terminando o ensino superior; 08 vigilantes, dois possuem apenas o nível fundamental, os demais possuem nível médio; 02 faxineiras com nível médio. No apoio técnico: A escola conta com 02 supervisores com formação escolar em nível médio, 01 técnico em informática, 03 bibliotecários. A escola possui o seguinte corpo docente 03 professores de química, sendo que apenas um possui formação em química; 03 professores de biologia; 03 professores de física, apenas um é formado em física; 03 professores de matemática; 03 professores de história; 03 professores de geografia; 02 professores de filosofia, um formado em história e o outro em administração; 02 professores de sociologia um formado em psicologia e outro formado em letras; 03 professores de língua portuguesa; 03 professores de língua inglesa. No início do ano de 2009, foram matriculados 375 alunos no 1º ano dos três turnos; 325 no 2º ano também dos três turnos e 273 no 3º ano, totalizando 973 alunos devidamente matriculados. Os alunos de educação especial e do EJA já estão incluídos nesses dados. Estes dados foram obtidos na secretaria da escola. O PAPEL DO ESPAÇO FÍSICO NA APRENDIZAGEM O espaço físico escolar é muito importante para os alunos visto que eles passam parte de sua vida presente neste ambiente e não apenas para serem educados, mas também para aprenderem a se socializar com as demais pessoas ao seu redor. Segundo Piaget (apud KRAMER, 2000, p.29) "o desenvolvimento resulta de combinações entre que o organismo traz e as circunstâncias oferecidas pelo meio [...] e os esquemas de assimilação vão se modificando progressivamente, considerando estágios de desenvolvimento", portanto, pode-se dizer que a aprendizagem tem certa relação com o espaço físico em que se desenvolve uma atividade de ensino. O espaço físico e estrutural de uma escola deve ser organizado de modo que atenda as necessidades sociais, cognitivas e motoras do aluno. Ao se propor uma estruturação e organização de um ambiente escolar, deve-se levar em conta o tipo de atividade que será executada em tal ambiente. A exemplo cita-se o planejamento de construção de uma quadra de esportes. Quais esportes serão praticados? É necessária a construção de arquibancadas? O mesmo se dá na construção de laboratórios de ciências. Que tipos de aulas serão ministradas? Que tipo de equipamentos será necessário para que as aulas sejam ministradas? Na construção do pátio escolar também não é diferente: que tipo de atividade pedagógica pode ser desenvolvida em tal espaço? Tais questionamentos devem ser levados em conta visto que, o "Estado tem o dever de garantir padrões mínimos de qualidade de ensino definido como a variedade e quantidade mínimas, por aluno, de insumos indispensáveis ao desenvolvimento do processo ensino-aprendizagem". (BRASIL, 1999, p.40). Nesse ponto, pode-se afirmar que a estrutura física da escola Major Guapindaia cumpre bem seu papel na aprendizagem, pois a estrutura física descrita anteriormente proporciona aos alunos padrões de qualidade que lhes permitem atender suas necessidades sociais, cognitivas e motoras. O ambiente em questão permite ainda que os alunos exerçam atividades culturais no auditório da escola e proporciona aos funcionários daquele local o exercício de suas atividades de maneira satisfatória. É importante citar que o único aspecto negativo encontrado em toda a estrutura analisada é o atual estado das duas quadras não cobertas e que se encontram em condições precárias ficando inapropriadas para o desenvolvimento de quaisquer atividades. O ESPAÇO ESCOLAR E A EDUCAÇÃO ESPECIAL Segundo a Lei de Diretrizes e Bases da Educação, "Entende-se por Educação especial, para os efeitos desta lei, a modalidade de educação escolar oferecida preferencialmente na rede regular de ensino para educandos portadores de necessidades especiais". (BRASIL, 1996). Neste caso torna-se mais indispensável ainda um planejamento maior quanto à estruturação de um ambiente escolar, pois de acordo com o artigo 3°da LDB lei nº 9394/96, o ensino deve ser ministrado com base em certos princípios tais como igualdade de condições para o acesso de permanência na escola e liberdade de aprender, ensinar, pesquisar e divulgar a cultura, o pensamento, a arte e o saber. Mediante a esses fatos, deve-se organizar uma estrutura que atenda esses princípios levando em conta o tipo de necessidade especial. A escola pesquisada possui educação especial para os deficientes auditivos, onde se tem a presença de um intérprete em língua brasileira de sinais que auxilia nas aulas ministradas. ESPAÇO FÍSICO E AS RELAÇÕES AFETIVAS O ambiente escolar torna-se um meio de convívio social e de lazer, portanto um fator influente no desenvolvimento da capacidade moral do aluno que buscará cada vez mais se integrar com as pessoas a sua volta. Tem-se assim, a necessidade de um ambiente que forneça subsídios para tal integração. Estudar num ambiente agradável, reconhecendo a variedade de circunstâncias que cada escola apresenta, pode contribuir positivamente no processo de aprendizagem e ao mesmo tempo tornar-se estimulante. Por outro lado, estudar em um local onde as estruturas são precárias onde se tem péssimas condições estruturais pode desestimular ou até mesmo contribuir para um possível afastamento do aluno da escola. Um ambiente com recursos estruturais escassos torna-se um ambiente sem vida e sem a menor chance de promover qualquer tipo de atividade instrutiva. CONSIDERAÇÕES FINAIS "A educação é o Processo de desenvolvimento da capacidade física, intelectual e moral da criança e do ser humano em geral visando à sua melhor integração individual e social; é um processo de aperfeiçoamento integral de todas as faculdades humanas". (novo dicionário Aurélio, 2ª edição) A educação é um processo social que ajuda a formar cidadãos deve-se dar devida atenção à infraestrutura e ao espaço fisco escolar uma vez que é na escola que o aluno passará grande parte de seu tempo; Sendo, portanto, nela que ele irá desenvolver suas atividades motoras suas outras habilidades. Uma breve compreensão da importância que a infraestruturae o espaço escolar apresentam e de como se relacionam com o processo de aprendizagem é um fato de grande relevância para que se possa estabelecer o desenvolvimento das capacidades físicas, intelectuais e morais. Uma habilidade é desenvolvida quando o indivíduo consegue associar seu conhecimento adquirido ao meio que se vive. REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS DAVIS, Claudia. OLIVEIRA, Zilma. Psicologia na educação. São Paulo: Cortez, 1993. BRASILMEC, Secretaria de Educação Média e Tecnológica. Parâmetros Curriculares Nacionais: ensino médio. Brasília: Ministério da Educação, 1999. KRAMER, Sônia. Com a pré-escola nas mãos. São Paulo: Ática, 2000. FERREIRA, Aurélio Buarque de Holanda. Novo dicionário Aurélio, 2ª Ed. nova fronteira, 1987. BRASIL, Lei nº 9.394 de 20/12/1996, Lei das Diretrizes e Bases da Educação. BRASILPadrões Mínimos de Qualidade do Ambiente Escolar, Fundo de Fortalecimento da Escola FUNDESCOLA / MEC.2006 Leia mais em:http://www.webartigos.com/artigos/infra-estrutura-escolar-e-a-relacao-com-o-processo-de-aprendizagem/42042/#ixzz46gnI43cj