AD2 Práticas de Ensino II 2019.1 CEDERJ
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Universidade do Estado do Rio de Janeiro
	 Centro de Educação e Humanidades
Faculdade de Educação / Coordenação das Licenciaturas \u2013 EAD
AD2 1º Sem/2019
Disciplina:\u200b\u200b\u200b\u200b Prática de Ensino 2: Currículo
Coordenador: Professora Therezinha Carlomagno Garcia
	CURSO: Licenciatura em Turismo
	POLO: Angra dos Reis
	ALUNO: Aline dos Santos Barbosa 
	MATRÍCULA: 13215100003
	
	DATA: 23 / 04 / 2019
RELATÓRIO
Pergunta nº 1: Você gosta de ir à escola? 
 Três alunos responderam SIM e dois TALVEZ
(SIM) três alunos gostavam de ir à escola, o primeiro e o segundo aluno disseram que é porque gostam de estudar, já o terceiro diz que é porque gosta da escola.
(ÀS VEZES) dois alunos disseram às vezes, o primeiro aluno disse que é porque não se sente estimulado, o segundo disse que é porque não gosta de todas as matérias.
FUNDAMENTAÇÃO: Segundo a aula nº 1, pág. 17. \u201cPau que nasce torto, morre torto\u201d (o autor citado prefere \u201cquem é bom nasce feito\u201d). 
Se eu, professora, penso assim, isso pode significar que eu acredito que os instintos, as vocações e as aptidões são predominantes no ser humano (LIMA, 1983), e que as relações estabelecidas entre um ser humano e outros de sua espécie e seu meio não são tão relevantes para sua formação quanto aquilo que o sujeito traz ao nascer. Nesta perspectiva, existe uma predefinição a respeito das capacidades ou incapacidades para aprender e, a escola será apenas um palco onde essas capacidades e incapacidades serão reveladas. Esta perspectiva pedagógica é chamada INATISMO ou APRIORISMO.
Pergunta nº 2: Você se reúne com seus colegas, na escola, para pesquisar, etc.?
Dois alunos responderam SIM e três NÃO
(SIM) dois alunos disseram que se reúnem com seus colegas, na escola, para pesquisar, o primeiro aluno disse que é porque os professores passam trabalho em grupo. Já o segundo aluno disse que é porque gosta de se reunir com seus colegas e amigos de sala.
(NÃO) três alunos disseram que não se reúnem, o primeiro e o segundo aluno disseram que é porque gostam de estudar sozinhos, já o terceiro disse que é porque a sala não é muito unida.
FUNDAMENTAÇÃO: Segundo a aula nº 3, pág. 61/62. Portanto, ideologia é um conceito que se liga ao conceito de relações de poder. Essas relações de poder estão expressas não apenas nos conteúdos da escolarização, mas também na linguagem por meio da qual os conteúdos são aprendidos. Isso quer dizer que, vivendo uma determinada realidade, nós humanos percebemos alguma coisa sobre essa realidade, o que percebemos e o que deixamos de perceber só pode ser desvendado por meio da linguagem que utilizamos e das diferentes representações que fazemos dela. Se a linguagem é uma representação de uma determinada realidade, todo o conhecimento também é representação, ou seja, não é a própria realidade, mas representações dela. 
Isso significa que, em nossa sala de aula, quando iniciamos um diálogo sobre um conhecimento que queremos apreender, precisamos refletir, inclusive, sobre os significados das palavras que utilizamos, qual universo cultural essas palavras representam, quais os preconceitos, quais os mitos que elas contêm. Assim, podemos perceber, também, a dimensão cultural do currículo, não no sentido clássico de transmissão da cultura de um grupo social para outro grupo, mas na dimensão da produção da criação simbólica que afeta tanto os conteúdos do ensino como os sujeitos, educadores-educandos, na escola.
Pergunta nº 3: Você entende tudo que o professor diz, quando expõe um conteúdo, na sala de aula?
Um aluno respondeu SIM e quatro TALVEZ
(SIM) um aluno disse que entende tudo que o professor diz, quando expõe um conteúdo, na sala de aula, ele disse que é porque os professores são claros nas explicações.
(ÀS VEZES) quatro alunos disseram às vezes, o primeiro aluno disse que é porque consegue compreende mais as matérias que não são de exatas, já o segundo disse que é porque as vezes os professores explicam rápido, o terceiro disse que as vezes os professores não são tão claros nas explicações e o quarto disse que não são todos os professores que dão uma boa explicação.
FUNDAMENTAÇÃO: Segundo a aula nº 2, pág. 39. UM SÓ PROFESSOR PARA MUITOS ALUNOS
As bases do ensino, para Comenius, implicavam uma ordenação rígida dos conteúdos escolares, seguindo-se apenas um livro ou autor e o ensino por repetição, ou seja, após o professor \u201censinar\u201d (proferir um saber) ao conjunto da classe, deveria fazer com que cada aluno repetisse o saber proferido, ajudando os mais lentos a aprender e dando prazer aos que já aprenderam em demonstrar isso para a turma. Outro preceito importante era ter-se apenas um professor para uma grande quantidade de alunos, o que forma a base do ensino simultâneo.
Pergunta nº 4: Você percebe alguma ligação entre as diferentes disciplinas?
Dois alunos responderam SIM, um NÃO e dois TALVEZ
(SIM) dois alunos perceberam alguma ligação entre as diferentes disciplinas, o primeiro aluno disse que é porque os assuntos se complementam, já o segundo diz que Já teve matérias que abordou o mesmo assunto de outras matérias, mas com uma visão diferente.
(NÃO) um aluno não percebeu, porque os professores não apresentam uma conexão clara entre elas.
(ÀS VEZES) dois alunos disseram que às vezes, o primeiro aluno disse que percebe em algumas matérias, já o segundo aluno diz que não são todas as matérias que apresentam relação.
FUNDAMENTAÇÃO: Segundo a aula nº 6, pág. 99. Ainda como problema, a abordagem disciplinar dos conteúdos ignora a relação intrínseca entre as áreas de conhecimento. Por exemplo, se você propuser ensinar os estados físicos da água, geralmente um conteúdo de Ciências da Natureza, você tenderá a abordá-lo como um conteúdo de ciências, embora, mesmo em uma análise superfi cial, você já possa perceber que esse conteúdo envolve estudos de outras disciplinas, tais como:
- probabilidade (Matemática);
- saberes sobre como tornar uma água saudável para beber (saberes populares sobre isto, da área da História e Antropologia);
- compreensão e interpretação de textos (área de Expressão/Português), entre uma série de outros conhecimentos interligados.
Pergunta nº 5: Você já presenciou certos preconceitos, dirigidos a alguns alunos, na sala de aula? 
Os cinco alunos responderam SIM
(SIM) Os cinco alunos disseram que já presenciaram preconceitos, dirigidos a alguns alunos, na sala de aula; o primeiro e o segundo aluno disseram que já presenciaram bullying, Já o terceiro disse que presencia vários tipos de preconceito diariamente, o quarto aluno disse que alguns alunos provocam e xingam outros alunos e o quinto aluno disse que já presenciou racismo, homofobia e bullying. 
FUNDAMENTAÇÃO: Segundo a aula nº 3, pág. 55. Esse contexto de contradições e transformações provoca crítica à forma como o mundo se organiza no que se refere à produção e distribuição de riquezas. A crítica à desigualdade social e o estudo da produção dessa desigualdade atingem, também, as instituições escolares e, nelas, o currículo escolar. Essas críticas construídas buscaram demonstrar, por exemplo, como o Estado, a Igreja e a escola atuam mais como mantenedoras das diferenças sociais (entre ricos e pobres, entre direitos de homens e de mulheres) do que como meios de superação dessas desigualdades. 
No estudo do currículo, por exemplo, surgem movimentos que formulam críticas não apenas aos procedimentos técnicos ligados à organização da aula (o modo de ensinar), mas, também, ao conteúdo que, de forma explícita (o que a escola diz ensinar) e de forma implícita (o que a escola ensina, mas não diz), reforçam comportamentos de exclusão (com base em classes sociais, em gênero ou em etnias, por exemplo).
Pergunta nº 6: Você frequenta a biblioteca da escola?
Os cinco alunos responderam NÃO
(NÃO) os cinco alunos não frequentam a biblioteca da escola, o primeiro aluno disse