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JULIANA BRUNA DA SILVA MEDEIROS
ENSINO FUNDAMENTAL II E ENSINO MÉDIO 
RELATÓRIO de Estágio SUPERVISIONADO II
Relatório de Estágio Supervisionado II do Curso de Segunda Licenciatura em Letras - Português do Centro Universitário Leonardo da Vinci, realizado na E.E.E.F.M. Orlando Venâncio dos Santos junto a Gestão e Docência nas turmas de Ensino Fundamental II e Ensino Médio. 
Professor Tutor Externo: Edjane Alves da Silva Pereira.
CUITÉ – PB
2019
SUMÁRIO
1 INTRODUÇÃO 		4
2 FUNDAMENTAÇÃO TEÓRICA 		5
3 VIVÊNCIA DO ESTÁGIO ...........................................................................................7
4 CONSIDERAÇÕES FINAIS....................................................................................... 8 
5 REFERÊNCIAS........................................................................................................... 10
 
1 INTRODUÇÃO 
O Estágio Supervisionado é o primeiro contato que o aluno-professor tem com seu futuro campo de atuação. Segundo Pimenta e Lima (2004) o estágio é o eixo central na formação de professores, pois é através dele que o profissional conhece os aspectos indispensáveis para a formação da construção da identidade e dos saberes do dia-a-dia. 
O estágio é uma exigência da Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional- LDB (n° 9394/96), surgindo como um processo primordial na formação do aluno estagiário, pois é a forma de fazer a transição de aluno para professor, unindo a teoria à prática. Este é um momento da formação em que o graduando pode vivenciar experiências, conhecendo melhor sua futura área de atuação, de tal modo que sua formação tornar-se-á mais significativa, produzindo discussões, possibilitando uma boa reflexão crítica, construindo a sua identidade e lançando um novo olhar sobre o ensino, a aprendizagem e a função do educador.
Espera-se que os profissionais hoje, além de estimulados e bem preparados sejam atualizados e conscientes de que a sua formação é permanente. Sendo assim, é preciso extrapolar a formação tradicional dos professores que se concentra em prepará-los no domínio dos conteúdos, das técnicas e estratégias de ensino. A formação atual prevê um profissional reflexivo, crítico envolvido em sua formação [...] (FREITAS, 2004, p.35)
De acordo com Freitas (2004), o estágio é o momento onde o aluno tem a oportunidade de aproximar-se da realidade no exercício da prática profissional, aprimorando assim sua formação acadêmica. 
O relatório que segue resulta das visitas realizadas à Escola Estadual de Ensino Fundamental e Médio Orlando Venâncio dos Santos, localizada na Cidade de Cuité – PB, cujo objetivo foi o de observar à prática docente no Ensino Fundamental II e no Ensino Médio, como também proporcionar o entrelaçamento entre a teoria e a prática no momento da regência em sala de aula. 
No decorrer do estágio foi realizada visita, leituras, observações e conversa não só com a professora que acompanhei, como parte dos funcionários da escola, bem como a efetiva ministração de aulas que permitiram a construção do presente relatório. As conclusões que ora apresentamos se constituem das nossas análises críticas e construtivas das vivências de aprendizagem e o redimensionamento da ação pedagógica nas salas do Ensino Fundamental II e Médio.
	
2 FUNDAMENTAÇÃO TEÓRICA 
Adentrar a sala de aula na posição de professores requer de nossa parte o compromisso com o aluno que diante de nós está. O professor de português está na ambígua posição de lecionar o conteúdo da Gramática Tradicional e a Literatura, incluído aí a preparação e a prática de escrita de textos. Essencialmente, linguagem. Mas se nos questionarmos o que é linguagem, colocaríamos em risco toda a nossa tradição; ainda não temos uma resposta suficiente e temos várias teorias ao redor do mundo que tentam dar conta desse fenômeno exclusivamente humano.
Como estudantes e pesquisadores da linguagem humana, a primeira necessidade é a clareza com que manipularemos a concepção e conceito de linguagem que temos, evidenciando seu valor e real importância para o aluno-sujeito. Assim poderemos traçar com objetividade o nosso alvo e então nos posicionaremos no comportamento mais adequado para a prática docente que acreditamos.
Diante disso, nos inserimos na concepção de linguagem que afirma que somos constituímos na e pela linguagem, uma concepção, naturalmente, interacionista, que tem como figura a estudiosa Claudia de Lemos. Contudo, para fins práticos e didáticos para a sala de aula, acreditamos no interacionismo vygotskiano, que tem como concepção da linguagem, grosso modo, não apenas como uma forma de comunicação, mas também como uma função reguladora do pensamento. A linguagem é considerada como instrumento mais complexo para viabilizar a comunicação, a vida em sociedade.
Sem linguagem, o ser humano não é social, nem histórico, nem cultural. Dessa forma, utilizaremos um plano de intervenção que se pretende eficaz em alcançar o aluno a compreender que a generalização e a abstração só se dão pela linguagem e com base nelas melhor compreendemos e organizamos o mundo à nossa volta.
[...] a linguagem humana, sistema simbólico fundamental na mediação entre sujeito e objeto de conhecimento, tem, para Vygostky, duas funções básicas: a de intercâmbio social e a de pensamento generalizante. Isto é, além de servir ao propósito de comunicação entre indivíduos, a linguagem simplifica e generaliza a experiência, ordenando as instâncias do mundo real em categorias conceituais cujo significado é compartilhado pelos usuários dessa linguagem. Ao utilizar a linguagem para nomear determinado objeto estamos, na verdade, classificando esse objeto numa categoria, numa classe de objeto que têm em comum certos atributos. A utilização da linguagem favorece, assim, processos de abstração e generalização. (OLIVEIRA, 1992, p. 27)
Para Vygotsky,o desenvolvimento do pensamento e da linguagem tem origem externa, nas trocas sociais. É justamente nessa troca que assumimos o papel, em sala de aula, como mediadores do saber. Para Vygotsky, o ser humano relaciona-se com o mundo por meio de uma relação mediada – não direta. Todo aprendizado é necessariamente mediado.
Para Vygotsky, a formação se dá numa relação dialética entre o sujeito e a sociedade a seu redor – ou seja, o homem modifica o ambiente e o ambiente modifica o homem. Essa é a modificação que temos em mente, que nossas intervenções realmente atravessem e levem os alunos ao despertamento para a consciência plena da linguagem que nos constitui, só assim seremos capazes, como mediadores, de possibilitar a transformação real no aluno, e atentarmos para um posicionamento crítico na (e da) sociedade em que estamos inseridos.
Nossa necessidade primeira, em compromisso com o nosso aluno, foi a preocupação para que a aula verdadeiramente acontecesse e que diretamente interferisse na vida do aluno para o despertar da consciência crítica da realidade, aguçando o olhar sobre o social e o cultural que permeia tão profundamente a vida de cada um.
Tendo em vista que as turmas de nosso estágio, estavam em um processo de aprendizagem da linguagem, nosso primeiro movimento foi possibilitar o contanto com diversas formas da utilização da linguagem em nossa sociedade atual. Para isso, elaboramos um projeto que possibilitou que o aluno se deparasse com os diversos gêneros textuais.
Diante disso buscou-se trabalhar com formas variadas de texto justamente para evidenciar que a produção textual é consciente, intencional, e dirigida, ou seja, há um “eu” subjacente em cada texto, que fala e fala para alguém. Trabalhar com gêneros textuais como suporte para o ensino da Pontuação não é gratuito, nossa intenção é fazer com que o aluno entenda que há, sempre, um propósito para cada texto escrito. Nenhum texto é neutro, nenhuma linguagem é neutra, como já nos diz Roland Barthes.
No nossoprojeto optamos por trabalhar com o tema Sinais de Pontuação, uma urgência para as turmas em questão, tendo como suporte material alguns gêneros textuais. Mas, mais do que usar o texto como pretexto, intentamos como já foi dito anteriormente, de sermos mediadores da aproximação entre os alunos e determinadas formas de textos que circulam em nossa sociedade, tendo em vista que os textos, além de eventos linguísticos, são também ações sociais e bens culturais altamente valorizados. Nosso intento foi justamente a aproximação real do aluno com esses aspectos da linguagem que, como futuros professores de português, temos como dever e o aluno-cidadão tem como direito.
Ao fazermos a junção dos sinais de pontuação com os gêneros textuais buscamos possibilitar ao aluno instrumentos auxiliadores da interação social plena e eficaz, possibilitando-o, sem receios, a se inserir e participar ativamente da sociedade.
Dessa forma, durante esse período de docência, os alunos foram avaliados de acordo com a sua participação em sala de aula, interesse demonstrado pelas atividades e desenvolvimento das atividades solicitadas. Desse modo, buscamos perceber o aluno em diversos aspectos e agir de acordo com a proposta de avaliação da já mencionada escola, descrita em seu Projeto Político Pedagógico, em que a mesma é vista como um processo global e contínuo, em que foram avaliados os avanços dos alunos em questão de participação, interesse, assiduidade, trabalho em grupo e individual, auto avaliação.
3 VIVÊNCIA DO ESTÁGIO 
	Busquei neste momento, a prática pedagógica adotada pela professora e observar o cotidiano de sala de aula, contemplando assim as mais diversificadas questões, tais como: as estratégias e recursos utilizados pela professora para ministrar suas aulas, o relacionamento entre professor – aluno, a participação dos alunos, entre outras coisas.
A observação das aulas foi de extrema importância para que eu pudesse ter uma noção de como deveria proceder no momento da regência.
Após essa primeira etapa, foram iniciadas as atividades de Regência, quando foi possível o desenvolvimento do meu “Plano de Ação”, que foi realizado com apoio da equipe pedagógica da Escola, melhor conhecedora da realidade local. Para as atividades de regência, foram elaboradas aulas compatíveis com o nível geral de cada turma e com as necessidades da referida Escola, sempre com o acompanhamento da professora regente da turma. Após cada aula, dediquei um tempo para fazer reflexões sobre a aplicação dos conteúdos ministrados, verificando se os objetivos propostos para aquela aula foram atingidos, se os alunos participaram bem, como foi o desempenho geral, se as atividades foram adequadas etc. Assim, pude verificar o relacionamento da teoria e prática.
4 CONSIDERAÇÕES FINAIS
No decorrer de todo o processo do estágio percebeu-se o quanto o olhar atento, a observação minuciosa do professor em relação ao comportamento e a aprendizagem dos alunos é essencial para a construção de uma aula.
O estágio de observação das aulas foi de extrema importância para vivenciar na prática a relação entre o professor e o aluno bem como a escola em seu contesto geral. Observei como é o desenvolvimento de uma rotina escolar no Ensino Fundamental II e Médio, uma vez que a minha experiência é apenas com as Series Iniciais e Fundamental I, bem como a interação com os alunos nos diferentes ambientes entre uma sala e outra onde se realiza o estágio. 
Convém descrever de como podemos aprender, a exercer a profissão de educador, por meio da observação, da atuação de outros profissionais, mesmo eu estando em sala de aula a realidade é totalmente diferente. Nesse período de estar na sala de aula foi muito importante para compreender como agir em um primeiro momento, observando as vivências dos alunos e a vida cotidiana da sala de aula, com todos os problemas que surgem.  
A partir de todas as observações, chegou a hora da regência, momento de muita ansiedade, mas ao mesmo tempo de muita segurança, uma vez que tanto a professora regente como as turmas me possibilitaram um ambiente acolhedor, o que me deixou à vontade pata seguir com a ministração das aulas, que ocorreram com muita tranquilidade. Durante a regência pude sentir na pele os anseios vividos pela professora regente, mas também foram momentos de grande satisfação em perceber que o meu trabalho surtiu um efeito positivo na vida daqueles alunos, sinto-me muito empolgada com a experiência vivida nesse estágio.
Fazer o estágio foi muito gratificante, uma experiência inesquecível, com certeza vou levar para toda vida.
Como autocrítica afirmo que o conhecimento da realidade cotidiana da escola fez toda a diferença na minha formação e na maneira de como vejo a escola atualmente.
Por fim gostaria de agradecer à todos que fazem parte da E.E.E.F.M. Orlando Venâncio dos Santos, em especial a professora Cristina pela oportunidade e por ter me deixado acompanhar seu trabalho e também por me acompanhar na ministração das aulas. Obrigado pelas conversas, conselhos, discussões, boas risadas e grande aprendizado.
5 REFERÊNCIAS
BRASIL. Ministério da Educação. Parâmetros Curriculares Nacionais: Língua Portuguesa. Brasília: MEC/SEF, 2001.
FREIRE, P. Pedagogia do Oprimido. Rio de Janeiro: Paz e Terra, 2005.
LIBÂNEO, J.C. Educação Escolar: políticas, estrutura e organização. São Paulo: Cortêz, 2005.
PIMENTA, Selma Garrido, ANASTASIOU, Lea das Graças Camargos. Docência no Ensino Superior. S. ed. São Paulo: Cortez, 2002.
PIMENTA, Selma Garrido e LIMA, Maria Socorro Lucena. Estágio e Docência. 2. ed. São Paulo: Cortez, 2004.
VIGOTSKY, L. S. A formação social da mente. São Paulo: Martins Fontes, 1984.
		
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