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0 Curso Superior de Pedagogia Claudinéia Aparecida Pereira Martineli RA: 1801527 Cristiane Aparecida Ferrarezi Ascencio RA: 1803975 Elaine Cristina dos Santos Felipe RA: 1804157 Fernanda Neves RA: 1808758 Flávia Martins Valentim RA: 1804025 Joyce Gleyce Maziero RA: 1809836 Robson Eduardo Galloppi RA: 1810538 O uso dos TIC’S como mediador na aprendizagem de Matemática e Socialização Taquaritinga/SP. 2018 1 O uso dos TIC’S como mediador na aprendizagem de Matemática e Socialização. Relatório Final - apresentado na disciplina de Projeto Integrador para o curso de Licenciatura em Pedagogia Fundação Universidade Virtual do Estado de São Paulo (UNIVESP). Tutor: Renato Crioni Taquaritinga/SP. 2018 FELIPE, Elaine Cristina dos Santos; NEVES, Fernanda; VALENTIM, Flávia Martins; MAZIERO, Joyce Gleyce; ASCENCIO, Cristiane Ap. Ferrarezi; MARTINELI, Claudinéia Ap. Pereira; GALLOPPI, Robson Eduardo O uso dos TIC’S como mediador na aprendizagem de Matemática e Socialização. Relatório (Licenciatura em Pedagogia) – Universidade Virtual do Estado de São Paulo.Tutor: Renato Crioni. Polo Taquaritinga, 2018. 2 RESUMO As Tecnologias da Informação e Comunicação (TIC) são apresentadas nesse trabalho como instrumento mediador entre as trocas de saberes que envolvem professor e alunos, promovendo o desenvolvimento cognitivo, afetivo e social dos sujeitos envolvidos. Buscando reconhecer os problemas referentes quanto à falta de infraestrutura e socialização de determinados alunos, foi realizado pesquisa a campo na Escola Municipal de Educação Básica (EMEB “Prof ª Josefina M. M. Pinsetta) onde, foi possível produzir os dados necessários para atingir os objetivos desse trabalho. Desse modo, o presente trabalho tem como objetivo investigar o uso da tecnologia móvel, no caso em questão o celular, utilizando aplicativo didático como mecanismo de intervenção, quanto às dificuldades referentes à disciplina de matemática, mais especificamente a multiplicação. A metodologia utilizada tomou como referência abordagem bibliográfica: artigos, teses e revista em sites bem como a aplicação de questionários e entrevistas informal. Palavras- Chave: Tecnologia. Matemática, celular. 3 ABSTRACT Information and Communication Technologies (ICT) are presented in this work as a mediator between the exchange of knowledge involving teachers and students, promoting the cognitive, affective and social development of the subjects involved. In order to recognize the problems related to the lack of infrastructure and socialization of certain students, field research was carried out at the Municipal School of Basic Education (EMEB), where it was possible to produce the necessary data to achieve the objectives of this work . Thus, the present work aims to investigate the use of mobile technology, in the case in question the cell phone, using didactic application as an intervention mechanism, regarding difficulties related to the mathematics discipline, more specifically multiplication. The methodology used took as reference the bibliographical approach: articles, theses and magazine on websites as well as the application of informal questionnaires and interviews. Keys Words: Technology. Mathematics, cellular 4 SUMÁRIO RESUMO ............................................................................................................................. 2 ABSTRACT ........................................................................................................................ 3 1 INTRODUÇÃO ............................................................................................................ 5 1.1 Problemas e Objetivos ........................................................................................................... 6 1.2 Justificativa ................................................................................................................................ 6 2 FUNDAMENTAÇÃO TEÓRICA ................................................................................ 7 2.1 História do uso da tecnologia ............................................................................................. 7 2.2 O uso da tecnologia no aprendizado da matemática ................................................. 9 2.2.1 O papel do professor: Socialização X Alunos ....................................................... 11 3 MATERIAL E MÉTODOS EMPREGADOS ............................................................ 14 4 ANÁLISE E DISCUSSÃO DOS RESULTADOS OBTIDOS ................................... 14 4.1 Diagnóstico da realidade escolar ................................................................................... 14 5 CONSIDERAÇÕES FINAIS ...................................................................................... 18 REFERÊNCIAS ................................................................................................................ 20 APÊNDICE ........................................................................................................................ 23 5 1 INTRODUÇÃO Vivemos em uma sociedade bastante complexa, onde as oportunidades não são as mesmas para todos. As pessoas que possuem dificuldades de aprendizagem, encontram ainda mais dificuldades para adaptação e, acabam por vezes, conduzidas ao fracasso escolar, e mais adiante, profissional. Atualmente, a escola tem inúmeros desafios para ter um processo de aprendizagem que seja eficaz para todos os alunos. Entre eles, está o entendimento das diferenças, que resulta de uma grande diversidade de dificuldades de aprendizagem. Nesse sentido, O movimento mundial pela inclusão é uma ação política, cultural, social e pedagógica, desencadeada em defesa do direito de todos os alunos de estarem juntos, aprendendo e participando, sem nenhum tipo de discriminação. A educação inclusiva constituiu um paradigma educacional fundamentado na concepção de direitos humanos, que conjuga igualdade e diferença como valores indissociáveis, e que avança em relação à ideia de equidade formal, ao contextualizar as circunstâncias, históricas da produção da exclusão dentro e fora da escola. (MEC, 2008. p. 5). Estudos mostram que a matéria mais detestada entre os adultos é a matemática, o que faz com que professores tenham que buscar outras ferramentas para auxiliar nesse aprendizado, e uma delas é a tecnologia de computadores, dispositivos móveis, ou seja, a mídia digital como um todo. Fazer uso da tecnologia na educação se tornou uma necessidade reconhecida por todo profissional do ensino. Com a nova geração, em um mundo dominado pela tecnologia, se torna difícil imaginar resistência por parte dos alunos na sua implementação. O professor nos dias atuais, diante da evolução tecnológica não pode ser visto mais simplesmente como educador, mas sim, como mediador no processo de conduzir o sujeito a reflexão proporcionando estímulos diferenciados quanto à escrita, leitura, raciocínio lógico, curiosidade, autonomia além da troca de experiências. A internet é capaz de facilitar esse processo de mediação, pois, apresenta inesgotáveis fontes de pesquisas. De acordo com Moran, A distância hoje não é principalmente a geográfica, mas a econômica (ricos e pobres) a cultural (acesso efetivo pela educação continuada), a ideologia (diferentes formas de pensar e sentir), e a tecnologia (acesso e domínio ou não das tecnologias de comunicação).Uma das expressões claras de democratização digital se manifesta na possiblidade de acesso à internet e em dominar o instrumento teórico para explorar as suas potencialidades. (MORAN, 1997, p.146). Desse modo o presente trabalho reporta-se ao estudo de caso feito na escola EMEB “Prof ª Josefina M. M. Pinseta, explanando sobre a problematização existente no local tendo como objetivo por meio da tecnologia móvel minimizar as dificuldades, obstáculos e impedimentos e melhorar o 6 desenvolvimento cognitivo, social e afetivo dos envolvido na pesquisa em questão. Para tanto se fez uso de abordagens bibliográficas através de sites disponível na internet, questionários, entrevistas informais e avaliação. Todo esse material seguem em anexo no final desse relatório. 1.1 Problemas e Objetivos Após observação empírica, a problemática do presente trabalho se caracteriza sob a ótica de duas questões: A escola EMEB “Prof ª Josefina M. M. Pinseta não possui infraestrutura adequada para implantação das TIC’S mídia como metodologia alternativa de aprendizado, comprometendo assim, o interesse do aluno no recurso apresentado. A sala de aula numerosa, conta com alunos que apresentam dificuldade no desenvolvimento cognitivo e social, inclusive na disciplina de matemática, entre eles um aluno com Síndrome de Down. Pode-se assim dizer que, após a coleta, análise e interpretação dos dados obtidos, tem-se como objetivo geral explanar sobre fundamentação teórica relacionada ao tema proposto bem como, mostrar que, mesmo pertencendo a uma escola de periferia, é possível fazer a diferença na vida de crianças que se sentem excluídas por não conseguir assimilar os conteúdos ministrados na disciplina de matemática. Para isso, foi utilizado como auxílio a tecnologia móvel (celular) com aplicativo educativo voltado para a dinâmica da multiplicação. 1.2 Justificativa Tem-se muito falado sobre a inclusão social onde todos os sujeitos têm direito de aprender e ter no mínimo condições básicas para que se desenvolva domínio da leitura, da escrita e do cálculo. Nesse sentido a Lei de Diretrizes e Bases 9.394/1966 (LDB) diz em seu Art. 32. O ensino fundamental, com duração mínima de oito anos, obrigatório e gratuito na escola pública, terá por objetivo a formação básica do cidadão, mediante: I – o desenvolvimento da capacidade de aprender, tendo como meios básicos o pleno domínio da leitura, da escrita e do cálculo; II – a compreensão do ambiente natural e social, do sistema político, da tecnologia, das artes e dos valores em que se fundamenta a sociedade; III – o desenvolvimento da capacidade de aprendizagem, tendo em vista a aquisição de conhecimentos e habilidades e a formação de atitudes e valores; IV – o fortalecimento dos vínculos de família, dos laços de solidariedade humana e de tolerância recíproca em que se assenta a vida social. (Lei Nº 9.394 de 20 de dezembro de 1996, Art. 32°) 7 A mesma Lei em seu inciso II faz menção à tecnologia, algo que nos dias atuais se torna cada vez mais necessário e visível para o desenvolvimento cognitivo afetivo e social da criança. O presente trabalho traz como estudo de caso a dificuldade de um aluno do 3º ano do ensino fundamental quanto ao aprendizado de tabuada processo de multiplicação e convívio sócio afetivo com os demais colegas. Desse modo, justifica-se a escolha do tema e os objetivos a serem alcançados, ou seja, tentar minimizar o déficit do aprendizado desse aluno por meio da mídia e com isso promover a socialização em sala de aula. 2 FUNDAMENTAÇÃO TEÓRICA 2.1 História do uso da tecnologia Com a evolução do homem através do tempo, procurou-se desenvolver técnicas que facilitasse sua vida, e um dos principais pontos para essa mudança da vida em sociedade é a comunicação. Através dela que nos tornamos sujeitos capazes, e nesse processo de evolução, se inventou muito, o que nos levou a chegar à era da comunicação tecnológica. Mas todo esse processo passou por muitas fases que acabaram se tornando de grande importância para toda sociedade. No século XX, entre os anos de 1940 e 1970, inicia-se uma era de desenvolvimento da última geração de avanços tecnológico, em que através da técnica de imprimir ilustrações, se torna possível transmitirem informações aos indivíduos, que por sua grande expansão se torna cada vez mais acessível a um maior número de pessoas. Esse novo meio de comunicação, a escrita em papel, passa a alterar o modo das pessoas viverem, pois tem maior influência sobre o modo de pensar de uma sociedade. ( GUILHERME, 2015). Ainda na década de 1940 temos outra evolução tecnológica importante, foi à invenção do telefone celular; embora no Brasil só tenha sido lançada no ano de 1990. Desde a sua invenção, a finalidade foi facilitar a comunicação entre pessoas que estavam distantes, tornando-se assim possível a comunicação com familiares distantes e, também, solucionar problemas sem que houvesse a necessidade de ir até o local. Tratando-se de desenvolvimento, em 1971 surge o primeiro microcomputador, e então o homem não teve mais limites em sua evolução, e a cada dia busca inovar. Atualmente, além de 8 computadores portáteis, temos também, computadores de mão, e eles não tem mais somente a função de calcular como era no início de sua criação, mas inúmeras e variadas funções. Junto à evolução dos computadores, temos a internet, que nem sempre foi como conhecemos hoje. Ela foi desenvolvida no ano de 1969, tendo como objetivo, auxiliar os militares durante o período da Guerra Fria, na comunicação entre as bases militares dos Estados Unidos. Com o fim da guerra, esse sistema de comunicação tornou se desnecessário aos militares, que decidiram tornar acessível às pessoas. Então, em 1990, temos a popularização da internet, que vem evoluindo até os dias atuais, se tornando indispensável para nossa vida. Estar conectado à rede mundial de computadores tornou-se uma fonte de conhecimento, interatividade e principalmente comunicação. (LINS, 2017) As novas tecnologias da informação e comunicação são o resultado da fusão de três técnicas: a informática, as telecomunicações e as mídias eletrônicas. Elas criaram um encantamento na educação, pois proporcionam ter em mãos o que antes estava a quilômetros de distância. (GUILHERME, 2015). Atualmente a tecnologia se tornou tão evoluída, que o celular, antes usado somente para a comunicação oral, é usado para enviar mensagens, tirar fotos, ouvir músicas e até mesmo como despertador, mas não para por aí. Nos últimos anos, tem ganhado recursos, até então, não disponíveis para aparelhos portáteis, como GPS e videoconferências, e recursos que vão desde ler e-book (livro eletrônico) a usar remotamente um computador qualquer, quando devidamente configurado. Todas essas ferramentas digitais apresentam uma grande lista de oportunidades, e a sociedade passa por um período onde todos tem acesso à cursos não presenciais, materiais pedagógicos virtuais, interação por teleconferência, fatores que tornam possível a universalização do ensino superior, que é um fator de grande importância para o desenvolvimento de qualquer sociedade. O fato de a internet levar as pessoas a ler e a usar mais a escrita, tem desenvolvido uma habilidade na criação de formas específicas de lidar com a língua. Comparado com as gerações passadas, o aparecimento da internet tem possibilitado aos jovens um contato com várias manifestações de linguagem, visto que são milhões de usuários navegando vinte quatro horas por dia. Lévy (1993) diz a esse respeito: 9 As ‘chamadas tecnologias da inteligência’, construções internalizadas nos espaços da memória das pessoas e que foram criadas pelos homens para avançar no conhecimento e aprender mais, vem ressaltando a linguagemoral, a escrita e a linguagem digital (dos computadores são exemplos paradigmáticos desse tipo de tecnologia. (CAMPOS, 2006, p.35) As TIC´s tem desempenhado um papel importante na comunicação, pois através dessa ferramenta a comunicação flui sem que ajam barreiras. 2.2 O uso da tecnologia no aprendizado da matemática Antes de chegar à escola a criança passa por processos de educação importantes como o familiar e o da mídia eletrônica e neste ambiente vão desenvolvendo suas conexões cerebrais, roteiros mentais, emocionais e linguagem. A criança aprende a informar-se, a conhecer os outros, o mundo e a si mesma. Uma das formas é utilizando as mídias e os meios de comunicação como ferramentas pedagógicas. Como escreve Vandeverde: “Ensinar tem um sentido muito próximo de comunicar”. Inserindo novas formas de aprendizado às atividades pedagógicas, fará com que os alunos, mais do que memorizar conteúdos, aprendam a aprender. Vandeverde (apud PERAYA, 1997) O ensino da Matemática para os alunos com deficiência intelectual, tem sido uma das maiores dificuldades, pois estes não conseguiam adquirir as noções básicas para a aprendizagem desta disciplina devido às limitações próprias da deficiência e de poucas experiências vivenciadas, tendo consequentemente dificuldades para efetuar as necessárias construções lógicas. Muito se tem ouvido falar sobre a inclusão de crianças com necessidades educacionais especiais ao ensino regular, mas sabe-se que existem muitas dificuldades em relação a esta inclusão educacional. Deve- se levar em conta que cada ser é individual com suas necessidades e dificuldades de aprendizagem, por isto, deve-se respeitar o ritmo e as formas de aprendizagem de cada um. Espera-se que a escola, ao abrir a porta para tais alunos, informe-se e oriente-se para proporcionar instrumentos adequados para que o aluno encontre um ambiente adequado, sem discriminações e que lhe proporcione o maior e melhor aprendizado possível. As práticas educativas para alunos com déficit intelectual estão intimamente ligadas à cultura escolar na qual se organizam de modo que, ao se analisar determinado currículo, pode se verificar não só os conteúdos que são vistos como importantes naquele grupo cultural, como também são priorizados alguns conteúdos em detrimento de outros. Pode-se concluir que historicamente os critérios de escolha, que guiaram os professores, se deram pela leitura etiológica da deficiência. Confirma-se com isso que o conhecimento é desigualmente distribuído no ensino 10 especial. Importante destacar, na política de inclusão, o conceito de flexibilização ou adaptação do currículo. Para Mantoan, as adaptações curriculares funcionam como reguladores externos de aprendizagem e precisam ser revistas. A autora aponta que: “[...] ao invés de adaptar e individualizar/diferenciar o ensino para alguns, a escola precisa recriar suas práticas; mudar concepções, rever seu papel, sempre reconhecendo e valorizando as diferenças” (MANTOAN, 2007, p.17). A matemática ensinada para o aluno deficiente intelectual é a mesma ensinada para qualquer aluno, o que difere, no entanto, são os recursos de acessibilidade que esses alunos necessitarão para ter acesso a esta área do conhecimento, conforme sua limitação cognitiva. Assim, na tentativa de tirar o aluno com deficiência intelectual de uma condição passiva diante do conhecimento, buscamos introduzir a tabuada durante o nossas visitas a escola, tendo este instrumento como recurso facilitador da aprendizagem. Nesse processo, destaca-se a importância da valorização das diferenças individuais, pois cada aluno precisa ser respeitado no seu tempo de aprendizagem e na sua forma singular de aprender. Além disso, diferentes ideias, opiniões, níveis de compreensão, que enriquecem o processo escolar, podem contribuir para o entendimento dos alunos e dos professores numa interação que favoreça a todos. Importante pontuar que os alunos com deficiência intelectual têm mais dificuldade para aprenderem com aulas expositivas e precisam ser engajados, segundo Oliveira, “[...] em situações desafiantes, num processo particular de descoberta [...]” (OLIVEIRA, 2006, p. 23) Embora trabalhe a partir do currículo, neste caso, não é trabalhar os conteúdos, mas estimular, [...] o desenvolvimento dos processos mentais: atenção, percepção, memória, raciocínio, imaginação, criatividade, linguagem, que mobilize o aluno para a aprendizagem, fortalecendo sua autonomia para decidir, opinar, escolher e tomar iniciativas, a partir de suas necessidades e motivações e propiciar a interação dos alunos em ambientes sociais, valorizando as diferenças e a não discriminação (ALVES; GOTTI, 2006, p. 270). Mais do que conhecer as dificuldades dos alunos é preciso planejar a partir delas, ou seja, para alunos com dificuldade mais acentuada no raciocínio lógico, atividades desafiantes a partir da resolução de problemas; para alunos com dificuldade na comunicação, a oferta de atividades constantes que promovam a linguagem e a expressão, utilizando atividades dinâmicas, estimulando a expressão verbal dos alunos, bem como, situações dinâmicas, desafiadoras, prazerosas e lúdicas, através de jogos, brincadeiras, músicas, danças, dramatizações, que consiga desenvolver toda a dificuldade social dos alunos. 11 Segundo a Unesco, As tecnologias móveis estão em constante evolução: a diversidade de aparelhos atualmente no mercado é imensa, e inclui, em linhas gerais, telefones celulares, tablets, leitores de livros digitais (e-readers), aparelhos portáteis de áudio e consoles manuais de videogames. (UNESCO, 2014, p. 8). De acordo com a fonte supracitada, os celulares se enquadram como uma das tecnologias móvel mais adquirida entre as pessoas à medida que o preço do mesmo vem diminuindo, inclusive a inserção desse aparelho é bastante pertinente nas áreas mais abastadas. Existem vários projetos que relatam os benefícios quanto ao uso das tecnologias móveis no sentido de expandir o alcance e a equidade na educação. Como exemplo, para erradicar o analfabetismo, o Governo da Colômbia fornece aparelhos móveis baratos equipados com programas educacionais, a 250 mil pessoas. (UNESCO, 2014). Vários aplicativos matemáticos disponíveis para smartphones, bem como para aparelhos móveis básicos, mostram aos estudantes, passo a passo, como resolver corretamente questões que possam estar erradas. Essa funcionalidade contribui para assegurar que as avaliações sejam usadas para o progresso da aprendizagem, e não simplesmente para classificar, premiar ou punir o desempenho. (UNESCO, 2014, p.15). Com todos os avanços, existe a necessidade de adequação, de abertura para o novo, a fim de tornar as aulas mais atraentes, participativas e eficientes, mesmo para aqueles que possuem dificuldades e déficits. A ideia não é abandonar o quadro negro, mas usar das novas tecnologias em sala de aula. 2.2.1 O papel do professor: Socialização X Alunos No decorrer da infância, toda criança passa por um período de desenvolvimento de sua afetividade que tem suma importância durante a sua vida adulta. Tanto a família como os professores durante esta fase exerce um papel essencial no desenvolvimento afetivo, assim como na sua socialização, por que são eles, no perfil de sujeitos experientes, que coordenam o processo de aprendizagem. É corriqueiramente comum quando crianças proferirmos que queremos ser professor quando crescer, este desejo está relacionado ao fato de a criança passar cerca de quatro horas do seu dia no convívio escolar e refletir o professor como seu espelho. Esta relação professor- aluno está visivelmente enquadrado no aspecto do cotidiano escolar, trata-se de um processo pelo qual professores e alunos estabelecem interações que podem ou não favorecer o processoensino- aprendizagem. Estes comportamentos estabelecem pontes que permeia durante a vida escolar. 12 Partindo desde cenário, tanto os professores quanto os alunos exercem relações que estão ligadas com o saber, que envolvem outras pessoas e a si próprios, os comportamentos não aparecem em formas isoladas de relações sociais, mas sim, são um produto do resultado de uma socialização. Através desta socialização torna-se possível apontar o fracasso ou o sucesso escolar. Este fator unido ao resultado de uma maior ou menor contradição das formas de relação social, onde, a criança esteve condicionada dentro e fora da escola. Essas realidades encarnadas em seres sociais concretos que podem determinar a maneira pela qual seus esquemas de pensamentos podem reagir quando funcionam em formas escolares de relações sociais. De certo modo, pode-se dizer que, os casos de fracasso escolar são casos de “solidão dos alunos no universo escolar”. De acordo com o psicólogo Flavio Aparecido de Almeida, em seu artigo “A Dificuldade de Aprendizagem e a Ação Docente”: A aprendizagem é um processo que está vinculado à forma de interagir do indivíduo com o meio sociocultural em que vive, ou seja, onde ela passa a se relacionar, a trocar, interagir com o outro construindo a aprendizagem. Várias são as causas que podem determinar o comprometimento do aprendizado, dentre elas: inadequação pedagógica, inadaptação ao método de ensino, inadequação familiar, doenças agudas ou crônicas. De acordo com Ciasca (2003, p. 41): As dificuldades de aprendizagem são aquelas experimentadas por todos os indivíduos em alguma matéria e/ou algum momento de sua vida escolar. Os fatores causadores dessas dificuldades estão relacionados a aspectos evolutivos ou são recorrentes de problemas na proposta pedagógica, de padrões de exigência da escola, da falta de assiduidade do aluno e de conflitos familiares eventuais. Para o entendimento da evolução do individuo, Vygotsky utiliza-se de sistemas simbólicos (signos e instrumentos), zona de desenvolvimento proximal, desenvolvimento e aprendizado. (SILVA; PORTO; MEDEIROS, 2017). “Para Vygotsky o desenvolvimento cognitivo real do indivíduo é observado quando da capacidade de resolução de problemas independente do seu nível de desenvolvimento potencial.” (SILVA; PORTO; MEDEIROS, 2017, p. 87). Segundo Vygotsky o desenvolvimento humano ocorre por meio da inserção social e cultural tendo como mediador os instrumentos e símbolos, onde as crianças se adaptam de forma espontânea a esse contexto, por serem interativos natos. (OLIVEIRA; SERAFIM). O indivíduo que se encontra na zona de desenvolvimento proximal (ZDP) apresenta como grau de desenvolvimento mental o não amadurecimento biológico por completo da mente, daí a necessidade de interagir com o ambiente e os fatores externos metodologias diferentes como mecanismo propulsor para o aprendizado e socialização. 13 Desse modo, a mídia nesse trabalho é o instrumento a ser utilizado como processo mediador para o desenvolvimento cognitivo e social dos alunos, confirmando a teoria sócio-histório-cultural de Vygotsky que, expõe a adaptação ao novo, como símbolo da evolução humana nas faculdades cognitivas psicológicas superiores e na formação social da mente. A parte afetiva, cognitiva, evolutiva e cidadã dependem do amadurecimento biológico de cada um, como também a relação entre a teoria-prática que os indivíduos vão estar expostos ao longo de suas vidas social e cultural. (OLIVEIRA; SERAFIM) Com o intuito de melhorar o aprendizado e “prender a atenção” de todas as crianças, foi criado um auxilio através de mídia que de uma maneira dinâmica e objetiva consegue transmitir conhecimentos divertidos a todas as crianças. Em uma amostragem realizada em sala de aula o experimento mostrou que todos os alunos, inclusive aqueles com a participação quase zero dentro de sala de aula poderam melhorar seu raciocínio logico. A Educação Matemática, atualmente, tem desenvolvido pesquisas que possibilitam ao professor que atua diretamente na sala de aula uma variedade de métodos que despertam no aluno o desejo de aprender. A evolução do conhecimento da humanidade é dependente do pensamento, e este impulsionado pela resolução de problemas do cotidiano, portanto, o ensino da matemática deve estar vinculado com a vida. Entre os diversos meios para a educação matemática dispostos nos documentos legais, a exemplo o PNAIC (Plano Nacional de Alfabetização na Idade Certa, 2014) voltado para matemática, pode-se resumir ao fato de que tudo que se aprende na escola deve ser posto em prática no dia-a-dia do aluno, para compreensão particular dos conceitos matemáticos e servir para prosseguimento dos estudos - eis a base que deve ser observada em todos os campos da educação de qualidade, em todas as áreas. Através do uso das tecnologias em sala de aula é perfeitamente possível ampliar a curiosidade dos alunos, favorecendo assim, o aprendizado através do aperfeiçoamento do uso destas técnicas como ferramentas. Atualmente, todos estamos submersos em recursos tecnológicos, e o papel do professor tem que ser aperfeiçoado seguindo as exigências atuais do mundo globalizado, acompanhando o avanço da sociedade. Para atender às perspectivas atuais é preciso que o professor se reorganize, planeje, estude sempre para poder oferecer educação de qualidade aos seus alunos. Nos anos iniciais do ensino fundamental e na educação infantil o aprender brincando, o aprender a fazer fazendo é muito relevante em função da faixa etária, 14 contribuindo para a proximidade da criança com os saberes matemáticos, favorecendo o aprofundamento que se segue. Assim como a alfabetização das letras, a alfabetização matemática é a base para os estudos posteriores na área, daí a importância de se repensar os caminhos a serem percorridos. 3 MATERIAL E MÉTODOS EMPREGADOS A abordagem metodológica foi realizada por meio de pesquisa bibliográfica em: artigos, monofrafia, teses, revistas e leis disponibilizados via internet. Os dados foram coletados com a realização da pesquisa a campo, por meio de entrevista, avaliação e questionários respondidos pela professora da sala e pelos alunos envolvidos na problemática. Toda esse material utilizado para a realização do trabalho bem como fotos tirada do local seguem em anexo no final do projeto. 4 ANÁLISE E DISCUSSÃO DOS RESULTADOS OBTIDOS 4.1 Diagnóstico da realidade escolar A escola EMEB “Profª Josefina Mantese Morselli Pinsetta fica localizada na cidade de Taquaritinga/SP situada à rua João Antônio de Oliveira nº 21 – Conjunto Habitacional Rosa Bedran. Possui 400 alunos matriculados, os quais correspondem à educação infantil e anos iniciais do ensino fundamental. O quadro de funcionário é composto por 1 diretor, 1 vice diretor, 1 coordenador pedagógico e 1 secretário (administração). Serviços gerais incluem 4 funcionários e 2 inspetores de alunos. Quanto a infraestrutura a escola possui: Alimentação escolar; Água filtrada; Energia e esgoto da rede pública; 9 salas de aulas; Sala de diretoria; Sala de professores; Cozinha; 15 Banheiro dentro e fora do prédio e para alunos com deficiência ou mobilidade reduzida; Refeitório; Sala para leitura; Sala de computação; Pátio coberto e área verde. Quanto aos equipamentos eletrônicos apresenta: TV, Computadores administrativos, computadores para os alunos, data show, caixa de som, cabo HDMI, impressora e rede de wi-fi. Todos esses dados coletados só foram possíveis por meio da colaboração da direção e funcionários da escola. Apesar da instiuição posssuir toda essa infraestrutura relatada acima, nem tudo funciona como deveria. Segundo a professora da sala, a qual podemos praticar oobjetivo do nosso trabalho e conforme pudemos comprovar, o local de informática realmente existe mas está desativado por problemas de infiltração, quando chove inunda e fica insalubre para se ministrar aulas. Com isso os computadores existentes ali foram recolhidos pela prefeitura local, restando somente dois que funcionam, porém funcionam quando o sinal do wi-fi chega até a sala. Diante desse quadro as professoras até tentam ministrar algo diferente, mas segundo elas, as crianças ficam inquietas e sem paciência por conta da demora quanto ao acesso da internet local. Às vezes para não cair na mesmice trazem de casa vídeos baixado em pen drive para tentar conectar a TV local. Há inclusão na escola mas, se assim pode-se dizer uma inclusão incompleta pois, têm salas com crianças com autismo, síndrome de dawon, dificuldade de assimilação relativo ao conteúdo e deficiente físico, mas infelizmente não possuem professores capacitados para dedicar-se exclusivamente ao desenvolvimento sócio cognitivo dessas crianças. Essa é a realidade geral da escola quanto ao uso da tecnologia e inclusão. Após tomarmos ciência e consciência dessa realidade, escolhemos a sala da professora Aline, 3º ano do ensino fundamental período matutino. É composta por vinte alunos, tendo uma diversidade imensa, alunos que só sabem copiar da lousa, outros que leêm mas não sabem interpretar, outros que dominam a escrita e as quatro operações de matemática, uma aluna com SD – Síndrome de Dawon e um aluno que apresenta todas essas dificuldades juntas, mais a falta de socialização. 16 Para melhor situar o leitor, nos primeiros dias cada integrante do grupo ficou responsável por observar a sala de um modo geral, três dias foram o suficiente para sermos acolhidos por todos e principalmente pelas crianças. Com a permissão da professora no quarto dia, aplicamos uma avaliação para termos noção da dificuldade da sala como um todo. Conforme orientação da professora pudemos realmente constatar que apesar das dificuldades quanto a escrita, leitura e interpretação o maior problema era as aulas de matemática, ou seja, a bendita tabuada. No dia da avaliação aplicada pelo nosso grupo um aluno se recusou a fazer, abaixou a cabeça na quarteira e começou a chorar. Tentamos convecê-lo de toda maneira, explicando o porque daquela avaliação mas não teve jeito. João Gabriel “filho das drogas”, assim identificado as crianças que apresentam o mesmo perfíl que ele, além de ter o desenvolvimento cognitivo prejudicado em relação aos demais alunos, apresenta uma grande difiuldade de estabelecer convívio social com a professora, colegas de sala e da escola como um todo. Após corrigirmos as avaliações composta por exercício de multiplicação e interpretação, escolhemos as crianças com maior margem de erros como mostra o grafico elaborado abaixo: Figura 1 - Gráfico de acertos dos alunos na avaliação diagnóstica Todavia começamos a perguntar se essas crianças queriam participar da nossa pesquisa e que, como apresentaram dificuldade em aprender a tabuada de maneira convencioanal, iriámos fazê-los assitir vídeos explicativos e logo depois por meio de aplicativos no computador iriam 0 2 4 6 8 10 12 14 16 18 20 ACERTOS 17 treinar tabuada e multiplicação. Nisso, João Gabriel que até então não se manifestava, levantou da carteira e disse que queria participar. Falamos a ele que somente poderia participar se ele fizesse a avaliação como os demais fizeram. Concordou porém, fez somente um exercício e incompleto. Nos dias seguintes, levamos as crianças até a sala de leitura onde colocaram os dois computadores que restaram na escola, conseguimos fazer com que assitissem um vídeo, mas na hora de baixar o aplicativo no computador a internet caiu ficando impossível o uso do mesmo. Perante essa situação decidimos baixar o aplicativo no celular e colocar nossa dinâmica em prática na própria sala de aula. Esperamos o término do conteúdo ministrado pela professora e colocamos as crianças em volta de duas carteiras e o celular no meio. A princípio,cogitamos que não poderia dar certo um celular para cinco crianças, mas para nossa surpresa, o nosso querido João Gabriel tomou posse do celular do aplicativo como se fizesse isso todos os dias. Os colegas que antes o criticavam por vir à escola e não fazer nada além de brigar e chorar, ficaram abismados com a facilidade que manuseia o aparelho e o aplicativo sendo que, não precisamos nem explicar como funcionava. Aprendeu um pouco de tabuada, e para nossa surpresa pediu um folha para montar as multiplicações depois de ter resolvido e passado de fase no joguinho interativo, socializou o celular com os colegas sem maiores problemas. Durante essa experiência, a professora exerceu o papel de orientadora, pormenorizando as características e dificuldade de cada criança, o que se concretizou durante os dias que participamos das aulas, especificamente de matemática. A atividade aplicada, teve o intuito de fazer com que essas crianças entendesse de maneira diferente e simples a dinâmica da multiplicação Como análise e disculssão dos resulatdos obtidos após nossa intervensão, pode-se concluir que apesar do pouco tempo de desenvolvimento da pesquisa in loco, apropriar-se da prática do uso da tecnologia, no caso em questão o celular, alunos e professores tornam-se atores colaborativos no processo de ensino e aprendizagem. Portanto o uso de celular de maneira consciente, permite a construção e circulação de informação, uma vez que o mundo está totalmente digitalizado. Existem mais de 80 mil aplicativos educativos gratuitos, sendo a Tecnologia de Informação e Comunicação mais interativa do mundo. (SILVA; PORTO; MEDEIROS, 2017). A teoria de Vygostky, vem de encontro com nossa experiência vivenciada com o aluno João Gabriel, quanto ao uso dos instrumentos e símbolos em relação ao desenvolvimento cognitivo do sujeito. 18 Todas essas questões foram expostas à direção da escola, onde tivemos acesso ao PPP - Projeto Político Pedagógico da escola o qual não consta nada relativo a implantação do uso dos TIC’S. Segundo a diretora, a gestão dessa escola já se baseou PPP com propostas quanto ao uso de tecnologia mas que infelizmente por causa dos problemas relatados aqui, não duraram muito. Quanto ao uso do celular, cogitaram a ideia de que até poderia dar certo, mas que dependem da autorização e disponibilização de professores capacitados para planejar e coordenar o uso do mesmo. Segundo a UNESCO, A aprendizagem móvel é um ramo da TIC na educação. Entretanto, como usa uma tecnologia mais barata e mais fácil de ser gerenciada individualmente do que computadores fixos, a aprendizagem móvel requer um novo conceito para o uso de modelos tradicionais na implementação de tecnologias. (UNESCO, 2014. p. 9). 5 CONSIDERAÇÕES FINAIS Ao lidarmos com crianças na primeira fase do Ensino Fundamental, encontramos diversos alunos que apresentam dificuldades em compreender os algoritmos básicos, bem como a ideia de classificar os números quanto a sua ordem ou classe. Notamos que com o uso da tecnologia apresentada, pode-se modificar mais facilmente a forma de ensinar e aprender. Procuramos estabelecer uma relação de empatia com os alunos, procurando conhecer seus interesses, formação e perspectivas para o futuro na sua forma cognitiva e social. Ainda que existem muitas barreiras, é importante para o sucesso pedagógico a forma de relacionamento professor/aluno. Descobrir as competências dos alunos, motivá-los para aprender, para participar da aula-pesquisa e para a tecnologia que foi usada entre elas, fez com que conseguíssemos abordar todas as barreiras que os impedissem de aprender. Presenciamos a realidade nas salas de aulas, muito numerosas, o quedificulta para o professor atender a todos de maneira eficaz. Porém, alunos com dificuldades de realizar atividades da maneira tradicional, e até mesmo com deficiência, obtiveram sucesso com a ajuda do aplicativo, despertando interesses sociais por parte dos colegas. A relação com a mídia eletrônica é prazerosa e sedutora, mesmo durante o período escolar, a mídia mostra o mundo de outra forma, mais fácil, agradável. A mídia continua educando como contraposto à educação convencional, educa enquanto entretém. 19 Os meios de comunicação puxam-nos em direção ao externo. Hoje há mais pessoas voltadas para fora do que para dentro de si, mais repetidoras do que criadoras; se equilibrarmos o interagir e o interiorizar conseguiremos avançar mais e compreender melhor o que nos rodeia, o que somos. Apesar da existência dessas leis, faz-se necessário capacitar professores e escolas, para que tudo se concretize a favor desses alunos. O sistema político brasileiro ainda precisa tornar sua prática consistente com seu discurso legal. Há que se buscar soluções para a convivência na diversidade que a sociedade apresenta. É fundamental favorecer a convivência e a familiaridade com as pessoas com necessidades educacionais especiais, derrubando as barreiras físicas, sociais, psicológicas e instrumentais que as impedem de circular no espaço comum. (CAPELLINI, 2001. p. 152). 20 REFERÊNCIAS ALMEIDA, F. A. As Dificuldades de Aprendizagem e a Ação Docente. Minas Gerais: O Portal dos Psicólogos, 2018 – disponível em http://www.psicologia.pt/artigos/textos/A1240.pdf - acesso em 08 de outubro de 2018 BORSA, J. C. O Papel da Escola no Processo de Socialização Infantil. Rio Grande do Sul, 2007. – disponível em http://www.psicologia.pt/artigos/textos/A0351.pdf - acesso em 06 de outubro de 2018 BRASIL. Lei no 9.394, de 23 de dezembro de 1996. Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional. Brasília: Ministério da Educação e do Desporto, 1996. Disponível em: <http://www. planalto.gov.br>. Acesso em: 01 de outubro de 2018. BRASIL. Ministério da Educação. 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Acesso em: 08 de outubro de 2018. 23 APÊNDICE Fotos da escola Figura 2 - Fachada da Escola 24 Figura 3 Área de entrada dos alunos 25 Figura 4 Corredores da escola Figura 5 Refeitório da escola 26 Figura 6 Banheiros dos alunos 27 28 Figura 7 Pátio externo da escola Figura 8 Alunos assistindo à aula Figura 9 Professora escrevendo conteúdo na lousa 29 Figura 10 Computador apto para uso dos alunos Figura 11 Alunos fazendo atividade de matemática em jogo de computador 30 Figura 12 Alunos fazendo atividade de matemática em jogo de computador Figura 13 Alunos fazendo atividade em sala de aula 31 Figura 14 Sala de jogos e informática da escola 32 Figura 15 Aluna fazendo avaliação diagnóstica 33 Avaliações Diagnósticas 3435 36 37 38 39 40 41 42 43 44 45 46 47 48