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UNIVERSIDADE FEDERAL DO RIO GRANDE DO NORTE FACULDADE DE CIÊNCIAS DA SAÚDE DO TRAIRÍ CURSO DE GRADUAÇÃO EM ENFERMAGEM DISCIPLINA: SEMIOLOGIA E SEMIOTÉCNICA DA ENFERMAGEM Profa. Isabelle Campos de Azevedo SANTA CRUZ/RN 2018 BREVE REVISÃO 2 Precórdio Parte anterior do tórax Coração e grande vasos sanguíneos Coração: segundo ao quinto espaço intercostal, da margem direita do esterno até a linha medioclavicular esquerda. Lado direito: pulmões Lado esquerdo: corpo 3 Anatomia Valvas: quantas e quais? Ciclo cardíaco: quantas fases? Diástole? Sístole? 4 Vídeo – Sistema cardiovascular 5 6 Raramente palpável; Aspecto ondulante e suave; Mais evidente na posição horizontal; Pulsações eliminadas por compressão das veias bases do pescoço; Modifica-se com inspiração. Facilmente palpável; Golpes vigorosos e pulsáteis; Percebidas em qualquer posição; Não é eliminada por compressão; Não é afetada pelos movimentos respiratórios. 7 Estase jugular: indica compressão da veia cava superior, insuficiência ventricular direita e pericardite. Avaliar de + a ++++ 8 Histórico de saúde e riscos: Idade; Hereditariedade; Sexo; Data e resultado da última medida da PA; Data e resultado dos últimos exames laboratoriais; Níveis tireoidianos; Hábitos de vida; Fatores de risco para doenças cardiovasculares (DCV); Entre outros. 9 Histórico familiar: Tem histórico familiar de problemas cardiovasculares? Quem teve a doença? Qual foi a doença? Quando e como foi tratada a doença? Quais foram os resultados? ??? ??? 10 Histórico clínico pregresso: Já foi diagnosticado com problema cardíaco (dor torácica, infarto agudo do miocárdio, insuficiência cardíaca ou ritmo irregular)? É hipertenso? Qual a variação normal da PA? Faz uso de algum medicamento ou substância para controlar a pressão? Tem colesterol alto? Qual o nível usual? Faz uso de algum medicamento ou substância para tratar o colesterol? É diabético? Qual o nível de glicose habitual? Faz uso de medicamento ou substância para tratar o diabetes? ??? ??? 11 Medicamentos: Faz uso de algum medicamento para problemas cardíacos? Quais são eles? Com que frequência faz uso? Está seguindo o esquema medicamentoso prescrito rigorosamente? Faz uso de suplementos naturais/medicamentos/substâncias sem prescrição? Quais são? Com que frequência? ??? ??? 12 Estilo de vida e comportamentais: É tabagista? Fuma cigarros ou usa outros produtos de tabaco? Fuma a quanto tempo? Quantos cigarros/maços por dia? Qual o peso atual? Qual a altura? Pratica exercícios físicos? Qual o tipo e a frequência? Há quanto tempo? Como é a alimentação? Quantas refeições? O que come? Ingere álcool? Com que frequência? Usa drogas? Quais? 13 Calcular IMC Sinais e sintomas: Dor torácica/precordialgia (localização, intensidade, duração, características compressão, queimação, peso, pontada, “facada”); O que piora a dor? O que melhora? O que estava fazendo quando sentiu/observou a dor? Outros sintomas acompanharam a dor? Tentou algum tratamento? Pediu ajuda? 18:06 14 16:37 15 Todos os profissionais de saúde devem assumir que a dor torácica do paciente é dor cardíaca até que outra causa seja encontrada. Sinais e sintomas: Dispneia: em repouso, paroxística noturna, aos esforços, ortopneia); Tosse; Palpitações, taquicardias, arritmias; Cansaço e fadiga: aos esforços, em repouso; Cianose: pele, mucosa, língua, leito ungueal; Síncope; Edema em MMII; Dor em MMSS e MMII; Insônia. 16:37 16 17 18 O examinador se posiciona do lado esquerdo ou direito, tórax desnudo. Inspeção •Abaulamentos, análise do ictus cordis, batimentos ou movimentos visíveis e/ou palpáveis, entre outros. Palpação Ausculta •Focos de ausculta, bulhas cardíacas, sopro, arritmias, bradicardia, entre outros. Percussão A v a lia ç ã o s im u lt â n e a 19 Estetoscópio com campainha/campânula e diafragma; Relógio com marcação de segundos; Caneta com luz ou lanterna para exame de visualização das veias do pescoço. 16:37 20 21 Forneça um avental ou lençol (tórax desnudo); Ambiente com temperatura adequada; Ambiente privativo e tranquilo; Lave e aqueça as mãos para evitar disseminar infecção e para facilitar o conforto do paciente; Exponha apenas a área do tórax que precisa ser examinada, especialmente em mulheres; Explique o motivo da necessidade de exposição reduz a ansiedade. 22 Pulsos sutis, o que torna a inspeção um desafio a aprender; A inspeção precisa exige prática, porque o tamanho e o formato do tórax e a aparência das veias jugulares variam bastante; Pulso em forma de onda; Avaliar o padrão e o ritmo das ondas; Posicione a cabeceira do leito em 30 ou 45° para promover a visibilidade da pulsação; Remova o travesseiro para evitar fletir o pescoço e para melhorar a exposição da veia; Se o paciente tiver cabelo longo, desloque-o para aumentar a visibilidade; No lado direito é mais visível. 23 Pulsos sutis, o que torna a inspeção um desafio a aprender; A inspeção precisa exige prática, porque o tamanho e o formato do tórax e a aparência das veias jugulares variam bastante; Pulso em forma de onda; Avaliar o padrão e o ritmo das ondas; Posicione a cabeceira do leito em 30 ou 45° para promover a visibilidade da pulsação; Remova o travesseiro para evitar fletir o pescoço e para melhorar a exposição da veia; Se o paciente tiver cabelo longo, desloque-o para aumentar a visibilidade; No lado direito é mais visível. 24 Achados anormais - Paciente desidratado necessidade de abaixar a cabeceira do leito para visualizar a veia; - Paciente com sobrecarga de líquidos pode necessitar de elevação da cabeceira do leito. - Distensão venosa jugular associa-se a insuficiência cardíaca e sobrecarga de volume de líquidos (veias com aspecto cheio). Consiste na distensão das veias jugulares quando uma compressão é aplicada ao abdome. Pode ocorrer na insuficiência cardíaca congestiva, regurgitação tricúspide, pericardite constritiva, tamponamento cardíaco e obstrução da veia cava superior. Avaliação do refluxo hepatojugular aplique pressão suave (30 a 40 mmHg) sobre o quadrante superior direito ou abdome médio por pelo menos 10 segundos (algumas literaturas sugerem 1 min.). 25 - Testing the hepatojugular reflux - Reflujo abdomino Yugular Procure B1 e B2 o contorne é suave, com ascensão rápida e descida mais lenta. 26 Achados anormais - Estenose aórtica amplitude e volumes baixos, apresenta pico atrasado (débito cardíaco diminuído). Aterosclerose Palpe a artéria carótida medial ao músculo esternocleidomastoide. 27 Palpe uma artéria de cada vez. A palpação de ambas as artérias juntas implica risco de obstrução, reduzindo o fluxo sanguíneo para o cérebro. 28 Palpe uma artéria de cada vez. A palpação de ambas as artérias juntas implica risco de obstrução, reduzindo o fluxo sanguíneo para o cérebro. Evite comprimir o seio carotídeo. A estimulação do seio também causa estimulação parassimpática, que pode ocasionar redução da frequência de pulso e bradicardia. Os idosos e os clientes sensíveis a essa estimulação podem desenvolver períodos de assistolia potencialmente letal. 29 Achados anormais - Pulso reduzido ou filiforme, volume sistólico reduzido, Capacidade de bombeamento reduzida, débito cardíaco baixo, força do pulso reduzida, fluxo sanguíneo turbulento. - Insuficiência cardíaca. - Volume de líquido reduzido. - Estreitamento por aterosclerose. A posição do paciente é importante para o exame cardíaco; Ausculta das carótidas o paciente pode estar sentado; Uso da campainha/campânula; Posicione levemente a campainha/campânula sobrea artéria carótida em 3 localizações: perto do maxilar, no terço medial do pescoço e perto da clavícula; Não são auscultados sons ou ruídos. 30 O estetoscópio pode transmitir bactérias entre os pacientes (MARINELLA et al., 1997). Técnica mais importante! 31 Inspecione o tórax anterior à procura de lesões, massas ou áreas de sensibilidade. Observe o ponto de impulso máximo do ápice (5° EIC na linha mesoclavicular esquerda). Ictus Cordis – facilmente observado em crianças, homens e adultos com parede torácica fina. 32 - Localização; - Extensão; - Intensidade; - Mobilidade; - Ritmo; - Frequência. Nos portadores de enfisema pulmonar ou quando já obesidade, musculatura muito desenvolvida ou grande mamas, o ictus cordis costuma ser invisível e impalpável. Em idosos, o aumento do diâmetro anteroposterior do tórax com a interposição pulmonar entre o coração e a parede torácica, torna o ictus cordis invisível e praticamente impalpável. Hipertrofia; Derrame do pericárdico; Enfisema pulmonar; Empiema; Aneurisma da aorta; Entre outros. 33 Deformidades; Ascite (insuficiência cardíaca direita crônica); Batimentos e movimentos; Pulsação epigástrica (transmissão das pulsações da aorta, hipertrofia ventricular, estenose tricúspide); Pulsação na fúrcula esternal/supra-esternal (HAS, aneurisma da aorta, hipertireoidismo). 34 Sensação tátil determinada por vibrações produzidas no coração ou no vasos; Corresponde aos sopros; Três características precisam ser investigadas: Localização; Situação do ciclo cardíaco (sístole/diástole); Intensidade (+ a + + + +). 35 Condição rara, diagnóstico de grande importância. 36 Varia de acordo com o biótipo do paciente: Mediolíneo: cruzamento da linha hemiclavicular esquerda com o 4 ou 5° EIC; Brevilíneos: desloca-se uns 2 cm para fora e para cima, situando-se no 4° espaço intercostal; Longelíneos: 5° espaço, 1 ou 2 cm para dentro da linha hemiclavicular. 37 38 Achados anormais - Deslocamento do ictus cordis dilatação ou hipertrofia do VE (estenose aórtica, insuficiência aórtica, insuficiência mitral, hipertensão arterial, miocardiopatias, cardiopatias congênitas, entre outros). - ATENÇÃO na escoliose, tórax infundibuliforme, derrame pleural ou elevação do diafragma (ascite, obesidade), o deslocamento do ictus cordis não indica hipertrofia ou dilatação do VE. Determinar quantas polpas digitais são necessárias para cobri-lo, calculando quantos centímetros isso corresponde. Em condições normais corresponde a duas polpas, de 2 a 3 cm de diâmetro. Nos casos de hipertrofia ventricular são necessárias três polpas ou mais. 39 Repousa-se a palma da mão sobre a região dos batimentos. Para pesquisa do ponto máximo é conveniente fazer a palpação com o paciente sentado, com as pontas dos dedos aplicadas ao tórax na área em que foram percebidos os movimentos. A intensidade varia de acordo com cada indivíduo e situações. 40 Na hipertrofia VE se constata o ictus cordis mais vigoroso. Quando a hipertrofia VE é consequência de insuficiência aórtica, encontra-se ictus cordis de grande intensidade. Em 30% das pessoas dentro dos padrões da normalidade não se consegue detectar o ictus cordis. Depende do posicionamento do paciente (decúbitos dorsal, lateral esquerdo ou direito). 41 São identificados durante a inspeção e palpação. Contudo, são melhor analisados por meio da Ausculta. 42 16:37 43 1 6 :3 7 44 Só é possível compreender os fenômenos estetoacústicos quando se tem bom conhecimento dos eventos que constituem o ciclo cardíaco. O trabalho mecânico do coração utiliza duas variáveis: volume e pressão. 45 • Contração isovolumétrica; • Ejeção ventricular rápida; • Ejeção ventricular lenta; • Protodiástole de Wiggers. Sístole • Relaxamento isobolumétrico; • Enchimento ventricular rápido; • Enchimento ventricular lento; • Contração atrial. Diástole Ciclo cardíaco 46 Vídeo – Ciclo cardíaco PRESSÃO VOLUME VENTRICULAR ECG BULHAS CARDÍACAS 47 Diagrama de Wiggers Vídeo – Diagrama de Wiggers 48 São vibrações geradas pela aceleração e desaceleração do volume sanguíneo e pelas estruturas cardiovasculares (ventrículos, valvas). Podem ser ouvidas em todos os focos. B1, B2, B3 e B4. “TUM-TÁ” - “TUM-TÁ” - “TUM-TÁ”. 49 “Galopes ventriculares” Primeira bulha (B1) O principal elemento na formação de B1 é o fechamento das valvas mitral e tricúspide. B1 coincide com o ictus cordis e com o pulso carotídeo. NÃO se pode reconhecer B1 pela onda de pulso radial. O tempo de duração de B1 é um pouco maior que B2. Representada pelo som onomatopeico “TUM”, possui timbre mais grave. Em condições normais B1 tem maior intensidade no foco mitral. 50 VM VT B1 Segunda bulha (B2) O principal elemento na formação de B2 é o fechamento das valvas aórtica e pulmonar. B2 vem depois de um pequeno silêncio, seu timbre é mais agudo, soa de maneira mais seca, representada pelo som onomatopeico “TÁ”. Em condições normais B2 tem maior intensidade nos focos da base (aórtico e pulmonar). 51 VA VP B2 Vídeo – Ausculta Cardíaca normal 52 Terceira bulha (B3) Acontece na fase de enchimento rápido (vibrações produzidas na parede ventricular). Ruído protodiastólico. Sobrecarga de volume. Fisiológica em crianças, adolescentes e adultos jovens. Melhor audível com a campânula no foco mitral em decúbito lateral esquerdo. Representada pelo som onomatopeico “TU”. 53 Quarta bulha (B4) Ocorre na fase de contração atrial fim da diástole. Brusca desaceleração do fluxo sanguíneo que vai dos átrios para os ventrículos. Relacionada com coronariopatia, miocardiopatia, HAS e estenose aórtica. Fisiológica em crianças, adolescentes e adultos jovens. Som grave e de baixa intensidade. Melhor audível com a campânula próximo da região da ponta. Representada pelo som onomatopeico “TLUM”. 54 Vídeo – Ausculta 3ª e 4ª bulhas 55 Sopros podem ser consequentes de doença cardiovascular intrínseca ou desequilíbrios circulatórios (anemia, gravidez). Podem ser patológicos ou não; Sopro não patológico em crianças origina-se de velocidades mais altas do fluxo sanguíneo no fluxo ventricular esquerdo e valva aórtica (volume sistólico maior). Geralmente são sistólicos. Sopro na gravidez aumento de líquido circulante. Sopros em adultos geralmente indicam doença. A valva falha em fechar completamente durante a sístole e o sangue reflui de volta e provoca um som de sibilação. Da mesma maneira a valva falha em abrir completamente durante a diástole. 56 Vídeo – Ausculta cardíaca na estenose e insuficiência valvares Vídeo – Ausculta cardíaca – cliques, estalidos e atrito pericárdico 57 PERTURBAÇÕES DO RITMO CARDÍACO DE CAUSA: Extracardíaca (emoção, tabagismo, febre, hipertireoidismo, bebidas alcoólicas, epilepsia temporal, transtornos eletrolíticos). Medicamentosa (digital, anestésicos, drogas que atuam sobre o sistema nervoso e os próprios antiarrítimicos). Lesões cardíacas (miocardites, miocardiopatias, isquemia miocárdica, infarto do miocárdio, lesões orovalvares). 58 Vídeo – Ausculta cardíaca nas arritmias 59 A ausculta do coração deve obedecer à seguinte sistematização: 1. Reconhecer o ritmo e a frequência cardíaca. Se houver arritmia procurar identifica-la; 2. Se existir uma 3ª bulha, distinguir o ritmo de galope; 3. Analisar as características das bulhas cardíacas; 4. Identificar cliques, estalidos, sopros e átrio pericárdico; 5. Relacionar os achados da ausculta com afecções cardíacas. 60 É medido por meio de vias especiais colocadas em áreas específicas do tórax, braços e pernas. Registra a despolarização celular primariamente quando o sódio é liberado do interior para o exterior das células. Registratambém a mudança de volta do sódio para as células no final da contração. Registra as mudanças elétricas da contração (despolarização) e do relaxamento (repolarização) como ondas e intervalos específicos. 61 É medido por meio de vias especiais colocadas em áreas específicas do tórax, braços e pernas. Registra a despolarização celular primariamente quando o sódio é liberado do interior para o exterior das células. Registra também a mudança de volta do sódio para as células no final da contração. Registra as mudanças elétricas da contração (despolarização) e do relaxamento (repolarização) como ondas e intervalos específicos. 62 P: Disseminação da despolarização nos átrios para causar contração atrial. P-R: Mostra o impulso atrial desde os átrios até o nódulo atrioventricular. T: Relaxamento dos ventrículos e repolarização das células, com retorno do sódio e restauração do estado de repouso. QRS: Disseminação da despolarização e liberação de sódio nos ventrículos para causar a contração ventricular. 63 B4 B2 B3 B1 Vasos do pescoço; Precórdio. Vasos do pescoço; Precórdio; PA; Sistema vascular periférico; ECG (se necessário). 64 Exemplos de diagnósticos de enfermagem prioritários - NANDA Perfusão tissular ineficaz relacionada com possível isquemia cardíaca; Débito cardíaco diminuído relacionado com possível isquemia cardíaca; Intolerância à atividade relacionada à fadiga. 65 Em todas as áreas auscultatórias 1. Isole o ritmo TUM-TA, a procura de cadência rítmica regular. 2. Ausculte e identifique primeiro B1 e depois B2; Identifique qual o som mais alto e o mais suave, dependendo da área que esteja sendo auscultada. 3. Tente auscultar sons cardíacos extras (identifique se antes ou após B1 ou B2). 4. Ausculte à procura de sopros (identifique se na sístole ou diástole). 66 Em duplas, avaliem o ictus cordis e realizem ausculta em 3 indivíduos (se possível criança, adulto e idoso) que não tenham distúrbios cardiovasculares! **Discussão dos resultados da atividade amanhã antes da aula de avaliação pulmonar. Referências BARROS, A. L. B. L. Anamnese e exame físico: avaliação diagnóstica de enfermagem no adulto. 3. ed. Porto Alegre: Artmed, 2016. JARVIS, C. Guia de exame físico para enfermagem. 7. ed. Rio de Janeiro: Elsevier, 2016. JENSEN, S. Semiologia para enfermagem: conceitos e prática clínica. 1. ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2013. PORTO, C. C. Exame clínico: bases para a prática médica. 6. ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2008. POTTER, P. A.; PERRY, A. G. Fundamentos de enfermagem. 8. ed. Rio de Janeiro: Elsevier, 2013. 67 16:37 68