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TCC- Artigo Cientifico-Danielly

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20
FACULDADE UNIDA DE CAMPINAS
DANIELLY ALVES GONÇALVES
BENEFÍCIOS DO TREINAMENTO RESISTIDO PARA A TERCEIRA IDADE
Goiânia/GO
Danielly Alves Gonçalves
BENEFÍCIOS DO TREINAMENTO RESISTIDO PARA A TERCEIRA IDADE
 
Trabalho apresentado ao curso de Bacharelado em Educação Física da FacUnicamps como requisito parcial para obtenção do título de Bacharelado em Educação Física.
 Orientador: Prof. Esp. Alex Valentino Gonçalves
	
	Goiânia/GO
 2017
RESUMO
No primeiro capítulo abordaram-se os processos de envelhecimento humano, como ele se caracteriza, aspectos fisiológicos, biológicos, psicossociais, morfológicos e imunológicos que possam interferir diretamente na vida dessas pessoas idosas. O segundo capítulo teve como objetivo definir sobre o treinamento de força, as metodologias envolvidas e de uma maneira geral expor sobre a importância do treinamento de força para todos os seres humanos trazendo suas características e benefícios. Terceiro capítulo explanou-se sobre as patologias associadas a falta de exercício físico, procurando explicar os motivos que levam a tal patologia e como as mesmas podem interferir na vida e consequentemente nas atividades diárias realizadas pela terceira idade. O último capítulo teve como objetivo expor os benefícios para o indivíduo idoso com a prática do treinamento de força. Ganhos de força, flexibilidade, melhora ao sentar e levantar, subir e descer escadas e prevenção de doenças são algumas das melhoras com a prática do treinamento de força.
Palavras chaves: Benefícios; Exercícios; Idosos; Treinamento de força.
ABSTRACT 
In the first chapter the processes of human aging, as it is characterized, physiological, biological, psychosocial, morphological and immunological aspects that could interfere directly in the life of these elderly people were approached. The second chapter aimed to define about strength training, the methodologies involved and generally expose about the importance of strength training for all human beings bringing their characteristics and benefits. The third chapter explores the pathologies associated with lack of physical exercise, trying to explain the reasons that lead to such pathology and how they can interfere with life and consequently the daily activities performed by the elderly. The last chapter aimed to expose the benefits to the elderly individual with the practice of strength training. Strength gains, flexibility, improvement in sitting and raising, going up and down stairs, and disease prevention are some of the improvements with the practice of strength training.
Words Keys: Benefits; Exercises; Elderly; Strength training.
SUMÁRIO
1-INTRODUCÃO..........................................................................................................6
2-METODOLOGIA.......................................................................................................7
3-REVISÃO DE ARTIGOS...........................................................................................8
3.1-TERCEIRA IDADE.........................................................................................8
3.2-TREINAMENTO DE FORÇA........................................................................11
3.3-PATOLOGIAS OCASIONADAS PELA FALTA DE EXERCÍCIO FÍSICO......13
3.4-BENEFÍCIOS DO TREINAMENTO DE FORÇA PARA O IDOSO................15
4-RESULTADO DE DISCUSSÃO...............................................................................18
5-CONSIDERAÇÕES FINAIS ....................................................................................19
6-REFERENCIAS BIBLIOGRÁFICAS .......................................................................20
1- INTRODUÇÃO
No Brasil estima-se que aproximadamente 13 milhões de pessoas sejam idosas, que equivalem a 8,3 % do total da população. Mesmo assim, ainda é escasso o conhecimento sobre suas características e das demandas de saúde em função do seu perfil epidemiológico. Estima-se que nos próximos 20 anos a população de idosos poderá alcançar e até mesmo ultrapassar a cifra dos 30 milhões de pessoas. Esse crescimento traz a consciência da existência da velhice como uma questão social (CENEVIVA, 2004).
Os idosos buscam o treinamento de força com os mais diversos objetivos: 1) Atlético, que irá melhorar seu desempenho para melhor se levantar, caminhar, correr e realizar suas atividades diárias; 2) Estético, com possível desenvolvimento do volume muscular e diminuição do percentual de gordura; 3) Saúde, que vem como principal fator junto a pratica da musculação, auxiliando no tratamento de doenças musculares, ósseas, metabólicas, melhora postural e particularmente na prevenção de doenças (BADILLO, 2001).
O objetivo deste trabalho é apresentar os principais benefícios que o treinamento de força possa trazer para o indivíduo idoso, no sentido de melhorar sua capacidade funcional, realização das atividades diárias e prevenção de doenças.
Os Objetivos específicos desta produção é mostrar a importância da musculação na prevenção de doenças como: artrose, doenças cardiovasculares, diabetes, osteoporose e outras. Expondo o valor do treinamento resistido para a realização das atividades diárias para a terceira idade. 
Hoje em dia o índice de sedentarismo em idosos tem sido preocupante pois ele está aliado ao desenvolvimento de várias doenças e na dificuldade de realização de atividades podendo acarretar em queda e baixa na qualidade de vida, afetando-os psicologicamente e fisicamente, o presente trabalho tem a finalidade de expor a importância do treinamento de força para a terceira idade.
2-METODOLOGIA 
 Este trabalho é de caráter descritivo, realizado através de revisão de literatura efetivada em artigos científicos e livros de base de dados livres como Scielo, Google acadêmico e Google livros. 
3-REVISÃO DE ARTIGOS 
3.1- TERCEIRA IDADE
Um dos fenômenos de maior impacto no início deste século é o do envelhecimento da população mundial. Já no século passado consolidou-se uma tendência que vem mostrando e constitui no aumento da expectativa de vida do homem. Fato este, observado não apenas nos países desenvolvidos, mas também nos países em desenvolvimento. O envelhecimento da população resulta de um processo fisiológico, independentemente de estar ocorrendo em países ricos ou naqueles tido como pobres (LITOVIC, 2004).
O grego Aristóteles afirmou que a velhice não deveria ser entendida como doença, pois não é algo contrário a natureza. Atualmente, o envelhecimento humano é visto como um processo gradual, universal e irreversível, que acelera na maturidade e que provoca uma perda funcional progressiva no organismo (NAHAS, 2003).
O envelhecimento para alguns é uma etapa de desenvolvimento e satisfação, enquanto para outros é uma fase negativa da vida. É um processo natural do corpo, começamos a envelhecer desde a nossa criação. Com a taxa de natalidade diminuindo, a qualidade de vida subindo e a ciência fazendo inovações que geram tecnologia para nossas vidas, consequentemente, aumentam também a expectativa de vida e o número de idosos (CONTE, 2005). 
Com mais idosos é necessário, serviços de saúde e lazer, de qualidade para atender os “novos” idosos, que estão cada vez mais ativos, mesmo com os problemas funcionais que começam a aparecer com o envelhecimento. As funções intelectuais nos idosos necessitam também de estímulos, a fim de que se mantenham em plenas condições favoráveis de atividades, num trabalho contínuo e cotidiano (NETTO, 2004).
O processo de envelhecimento reduz a força, a massa e a potência muscular, reduzindo a capacidade de execução das atividades da vida diária. A prática do treinamento de força pode reverter essa situação, ajudando no fortalecimento muscular e melhorandosua força e resistência. No entanto, o envelhecimento também ocasiona alterações no sistema cardiovascular, que pode resultar em aumento nos níveis de pressão arterial, sendo importante ter o controle dos efeitos do exercício para os indivíduos idosos (QUEIROZ; GAGLIARDI; FORJAZ; REZK, 2009). 
O envelhecimento se associa a várias alterações que podem gerar o aumento expressivo de doenças do sistema cardiovascular. Entre as alterações mais notáveis que acompanham o envelhecimento, destacamos o aumento da pressão arterial, resultado de modificações estruturais e funcionais no coração e nos vasos, além de alterações no sistema nervoso (ZASLAVSKY, 2002). 
3.1.2 – ASPECTOS PSICOSSOCIAIS
Tensões psicológicas e sociais podem apressar as deteriorações associadas ao processo de envelhecimento. Percebem-se no indivíduo que envelhece uma interação maior entre os estados psicológicos e sociais refletidos na sua adaptação as mudanças. A habilidade pessoal de se envolver, de encontrar significado para viver, provavelmente influencia as transformações biológicas e de saúde que ocorrem no tempo da velhice (MENDES, 2000).
Segundo MENDES (2000), o papel psicossocial do idoso é um fator importante no significado do envelhecimento, pois o mesmo depende da forma de vida que as pessoas tenham levado, como das condições atuais que se encontram. Sejam elas aposentadoria, família e relações extra-familiares.
O fator queda pode levar a restrição de atividade, perda de autonomia e independência, declínio das interações sociais, depressão, sentimentos de fragilidade e insegurança, além de aumentar o risco de novas quedas (LOPES, et al. 2009).
3.1.3 – ASPECTOS FISIOLÓGICOS
Do ponto de vista fisiológico de como envelhecemos, tudo começa nos tecidos. Com a idade acontece uma diminuição do número de células, tanto daquelas que são renováveis, quanto das não renováveis. Com o passar do tempo, modificações importantes fazem diminuir a eficiência das mitocôndrias, usinas responsáveis pela produção de células. Em função das alterações celulares nos tecidos, ressalta-se a diminuição do peso e volume dos órgãos, devido à substituição das células mortas (FILHO, 1999).
O envelhecimento fisiológico compreende uma série de alterações nas funções orgânicas e mentais devido a idade avançada sobre o organismo, fazendo com que o mesmo perca a capacidade de manter o equilíbrio e as funções fisiológicas começam a declinar. Um organismo envelhecido, em condições normais, poderá sobreviver adequadamente, porém, quando submetido à situação de stress físico, emocional, etc., pode apresentar dificuldades de resposta, e assim manifestar sobrecarga funcional (CANCELA, 2007).
3.1.4 – ASPECTOS MORFOLÓGICOS
Nesta situação, o organismo passaria a apresentar algumas limitações, desequilíbrio no sistema motor ou cognitivo, comprometendo assim, o dia-a-dia do idoso. Ganho de gordura generalizado, perda muscular, perda na estatura, má postura, pele seca, manchas na pele muito exposta ao sol afetam a aparência do idoso. No entanto, à medida que envelhecemos, não deixa de ser possível manter um nível relativamente alto de desempenho físico e mental por muitos anos (VERDERI, 2004).
Os idosos que mantém uma vida ativa de forma física, cognitiva e social serão sempre privilegiados. A diminuição ou perda da capacidade funcional leva a incapacidade funcional, que em muitos casos é consequência das perdas associadas ao envelhecimento, mas principalmente a falta ou diminuição da atividade física associada ao aumento da idade cronológica, que leva a perdas importantes na condição cardiovascular, força muscular e equilíbrio, que são responsáveis em grande parte pelo declínio na capacidade funcional (MASTSUDO, 2001).
O envelhecimento é um processo de seguidas manifestações biológico ocorridas com o passar do tempo, e não associado à idade cronológica. O envelhecimento natural é um processo patológico. Denomina-se senescência, que é exatamente o somatório de alterações orgânicas e funcionais, que vem de um envelhecimento normal, que, promove o declínio das funções, alterando todos os sistemas (MCARDLE; KATCH, 2003).
3.1.5 – ASPECTOS IMUNOLÓGICOS
O sistema imunológico é formado por células e moléculas responsáveis pela proteção contra agentes externos; a essa proteção chamamos imunidade. A resposta coletiva a presença de substâncias estranhas no organismo tais como micróbios, macromoléculas (proteínas e polissacarídeos), que são as respostas imunes. O declínio da função imunológica, encontrado nos idosos, esta associado a alterações que podem ocorrer em cada etapa do desenvolvimento da resposta imune (VERISSIMO, 1999).
Devido ao avanço da idade as pessoas idosas evidenciam declínios em vários aspectos da proteção imunológica, incluindo a formação de anticorpos com elevada afinidade, diminuição da resposta das células, e menos resistência a infecção e a doenças. Estas alterações podem representar um processo patológico inicial que contribui para a acumulação de lesões celulares, acentuando os processos de envelhecimento (MOTA, 2004).
No envelhecimento o organismo sofre alterações que podem afetar a ingestão e digestão adequada dos alimentos, bem como alterar os níveis de absorção de alguns nutrientes para a manutenção da saúde. A deglutição começa a se tornar lenta após os 45 anos de idade e por volta dos 70 anos é ainda mais lenta, quando comparada a indivíduos jovens. O passar da idade também acarreta diminuição da motilidade do trato digestivo, do número de papilas gustativas e diminuição da sua eficácia. Além disso, a secreção da saliva diminui e frequentemente se observa a perda de apetite. Estas alterações podem levar a desnutrição que, por sua vez, é uma das causas de imunodeficiência secundária ou adquirida (OMS, 2010).
3.2- TREINAMENTO DE FORÇA
O treinamento de força, também conhecido como treinamento contra a resistência, tornou-se uma das formas mais populares de exercícios para melhor aptidão física de um indivíduo, e para condicionamento de atletas. O termo treinamento contra a resistência, treinamento com peso e treinamento de força tem sido utilizados para descrever um tipo de exercícios que exija a musculatura do corpo a promover movimentos, ou tente mover alguma força contraria geralmente exercida por algum equipamento (FLECK; KRAEMER, 2006). 
Fundamental em programa de condicionamento físico, o treinamento de força, caracteriza-se pelo uso de métodos de resistência visando aumentar a habilidade de um indivíduo exercer uma ação contra uma determinada resistência, que visa condicionar uma resposta fisiológica corporal para certa atividade física a ser realizada, podendo ser específica com uma meta a ser atingida, ou recreativa (FLECK, 1997).
O treinamento de força é definido como uma forma graduável de resistência à contração muscular para estimular a massa muscular e óssea, assim como a força, a resistência e a potência muscular, para designar exercícios localizados com carga, geralmente realizados com pesos ou máquinas (SANTARÉM, 2003).
No treinamento de força, a intensidade é expressa como porcentagem da carga ou uma repetição máxima (1RM). A intensidade, uma função dos estímulos nervosos empregados do treinamento, é determinada pelo esforço muscular e energia do sistema nervoso central. A carga de treinamento expressa como intensidade, refere-se à massa ou peso erguido (BOMPA, 2001).
O controle de variáveis como o número de repetições semanais, a quantidade de séries e repetições, os equipamentos e aparelhos utilizados, a carga usada, o tempo de intervalo entre as séries, a velocidade de execução das repetições, o descanso entre as sessões, entre outras, é fundamental para uma melhora do desempenho de força do indivíduo (FLECK, KRAEMR, 1999).
A musculação é uma das atividades mais praticadas como exercício físico atualmente, por ambos os sexos e com níveis de aptidão física variados, esse fato pode ser facilmente explicado pelos inúmeros benefícios em função dessa prática, que incluem desde importantes mudanças morfológicas, fisiológicas e alteraçõessociais e comportamentais. Uma das principais adaptações relatada pela literatura ligada a essa prática de treinamento com carga, tem sido o aumento dos níveis de força muscular, tanto em crianças, adultos e idosos, de ambos os sexos (DIAS, 2005).
Dias (2005) relata que em indivíduos não treinados, o aumento dos níveis de força muscular ocorre, aparentemente, de forma mais acentuada durante as primeiras semanas de treinamento, o que tem sido atribuído por muitos pesquisadores às adaptações neurais. Dessa forma, existem indícios de que a maior parte dos ganhos de força muscular nos períodos iniciais de um programa de treinamento com peso seja acarretada por aumento na ativação muscular, aumento na frequência e sincronização das unidades motoras.
O treinamento de força tem uma função fundamental nos programas de atividade física e tem sido recomendado por várias organizações de saúde, com o objetivo de melhorar a saúde geral e condicionamento físico. Dois dos objetivos mais comuns do treinamento de força é o aumento da força muscular e a hipertrofia com fins atléticos, estéticos ou apenas de saúde. Os resultados obtidos com o treinamento de força são influenciados tanto por estímulos mecânicos quanto por estímulos metabólicos (GENTIL, 2006).
O treinamento de força tem um impacto positivo não só no músculo esquelético, mas também na excitação neuromotora, na integridade, na viabilidade do tecido conjuntivo, e inclusive na sensação de bem estar do indivíduo. (SIMÃO, 2004).
As séries de exercícios realizadas em um programa de treinamento, bem como o número de repetições em cada exercício são estabelecidos a partir dos valores que correspondem a percentuais do valor máximo obtido no teste de 1RM e assim a intensidade dos exercícios torna-se adequada e uniformemente controlada. Existem várias técnicas, sistemas e metodologias diferentes de treinos de força, cada uma a fim de atender um determinado objetivo. O indivíduo deve estabelecer seus objetivos e metas, para que assim, um método de treinamento especifico seja prescrito. Desta forma, carga, número de repetições, séries, velocidade, volume e outras variáveis, devem ser organizados em programas para compor a rotina de treinos executada (GENTIL et al., 2006). 
Ainda segundo Gentil et al. (2006), o treinamento de força é um programa de atividades físicas a longo prazo, onde, através de exercícios com resistência bem orientados, o indivíduo vai moldando seu corpo através do ganho de volume e definição muscular. Para isso, os treinos devem incluir todos os grandes grupos musculares, que precisam estar sendo alterados em dado período. Isso por que os músculos precisam ser estimulados constantemente, elevados ao seu limite.
De acordo com o (POWERS;HOWLEY, 2000), a maior e mais frequente fonte de força gerada dentro do corpo humano é pela contração dos músculos. Normalmente, os músculos nunca se contraem isoladamente, porque isto produziria um movimento não funcional estereotipado. Por exemplo, a contração isolada do bíceps do braço produziria flexão no cotovelo, supinação do antebraço e flexão do ombro. Em vez disso, diversos músculos, em uma refinada combinação de forças, contribuem para produzir a força desejada e o resultante movimento ou composição dos segmentos.
3.3-PATOLOGIAS OCASIONADAS PELA FALTA DE EXERCÍCIO FÍSICO
O treinamento de força pode ser indicado para indivíduos idosos, desde que o seja planejado corretamente para que os exercícios ofereçam benefícios aos mesmos. Aspectos de saúde, como postura, mobilidade, locomoção, flexibilidade, serão alguns dos objetivos visando melhorar a qualidade de vida dos idosos e torná-los indivíduos mais saudáveis e independentes (CAMPOS, 2004). 
É importante realizar exercícios de força durante todas as fases da vida, e dessa maneira reduzir os impactos causados pela redução da massa muscular nas últimas décadas da vida. O sexo feminino possui duas ou três vezes mais chances de fraturas que o sexo masculino. Esta afirmação se justifica, pois, em mulheres, ocorre uma maior perda da densidade mineral óssea que os homens (RENNÓ; DRIUSSO; FERREIRA, (2001).
A diminuição da massa muscular e da força muscular é uma das manifestações mais conhecidas nesta fase da vida. Essa perda, chamada de sarcopenia, mostra-se como um importante fator de contribuição para a redução da capacidade funcional no envelhecimento, dificultando a execução das atividades diárias (FLECK; KRAEMER, 1999)
A sarcopenia é uma síndrome caracterizada pela perda progressiva e generalizada da força e massa muscular, que ocorre em consequência do envelhecimento. Embora a sarcopenia seja vista principalmente em idosos, também pode se desenvolver em adultos jovens, em casos de demência e osteoporose. Os principais fatores de risco para a sarcopenia incluem sexo feminino, sedentarismo, tabagismo, atrofia por desuso, saúde fragilizada e fatores genéticos (EVANS, 1996).
Segundo Evans (1996), a etiologia da sarcopenia, não é ainda totalmente conhecida, porem alguns dos fatores causais são apontados e discutidos pela literatura, como o sedentarismo e as alterações do processo metabólico por decréscimo na produção ou ação endócrina de hormônios do crescimento (GH) e sexual. Também a distúrbios da inervação, causados pela degeneração do motoneurônios, ao aumento na produção de mediadores inflamatórios e diminuição da ingestão proteico-calórica, comum no indivíduo idoso.
O indivíduo idoso, também sofre em função da osteoporose. A osteoporose é uma doença metabólica, sistêmica, que acomete os ossos. A osteoporose, acompanhada da fragilidade e mortalidade de suas fraturas, aumenta com o passar dos anos (DOMENICO; SHUTZ, 2007).
De acordo com o autor acima, sabe-se que o exercício físico com pesos é eficaz na prevenção e tratamento de doenças como osteoporose, aumentando a massa muscular, densidade óssea, aperfeiçoando o desempenho relacionado à força, melhorando as condições funcionais da pessoa idosa, fazendo-a com que evite dores, quedas, e a execução das tarefas e movimentos diários sem a ajuda de terceiros.
A artrose é mais uma doença que causa dor no indivíduo e pode levar a uma perda considerável de qualidade de vida, chegando a ocasionar danos irreversíveis, como a deformação e enrijecimento de membros. Alguns dos principais sintomas da patologia podem ser facilmente percebidos em um rápido exame clínico, como uma articulação com dores, inchada, com falta de firmeza ou rangidos. Dificuldades ou reduções na capacidade de movimento também podem ser indícios da artrose (CAMANHO, 2001).
Camanho (2001), ainda diz que, o joelho é uma das partes do corpo que mais suporta carga e tem muitas articulações, por isso acaba sendo muito afetado pela artrose. As causas podem ser fatores genéticos, sobrepeso, falta de exercício físico, exagero no uso da articulação, sobrecarga em esportes e desgaste das cartilagens. Ao contrário do que se pensa, exercícios são fundamentais para manter uma boa articulação. Os melhores são os treinamentos de força, que fortalecem os músculos, melhora a flexibilidade e permitem um ângulo de movimentos adequado. O tratamento cirúrgico só é recomendado quando o tratamento medicamentoso associado aos exercícios falha e o paciente tem uma dor incapacitante. 
Simão (2004), afirma que o treinamento de força tem se mostrado de extrema importância no controle e tratamento da hipertensão pelas várias respostas fisiológicas decorrentes de adaptações autonômicas e hemodinâmicas que influem no sistema cardiovascular, ao passo que o sedentarismo está associado à presença dessa doença crônica.
3.4- BENEFÍCIOS DO TREINAMENTO DE FORÇA PARA O IDOSO
O aumento do número de idosos instiga o desenvolvimento de estratégias que possam minimizar os efeitos negativos do avanço da idade cronológica no organismo. Estratégias que tem o objetivo de manter a capacidade funcional e da autonomia para que as pessoas possam ter uma vida mais longa e com melhor qualidade. O declínio nos níveis de atividade física habitual para idoso contribui para a redução da aptidãofuncional. Dessa forma, tem sido enfatizada a pratica de exercícios como estratégia de prevenir as perdas nos componentes da capacidade funcional (TRIBESS, VIRTUOSO JUNIOR, 2005).
A diminuição da tolerância do esforço físico faz com que um grande número de pessoas idosas viva abaixo do limiar da sua capacidade física, necessitando somente de um mínimo contra tempo na saúde para tornarem-se completamente dependentes (TRIBESS, VIRTUOSO JUNIOR, 2005).
O treinamento de força é um exercício físico muito indicado para pessoas que ingressam na terceira idade. Sabe-se que o exercício físico com pesos é muito eficaz na prevenção e tratamento de doenças como a osteoporose, obesidade. Hipertensão e diabetes, e tem como objetivo aumentar a massa muscular, densidade óssea, aperfeiçoando o desempenho relacionado a força, melhorando condições funcionais da pessoa idosa, fazendo com que ela realize os esforços do dia-a-dia com mais segurança. Disposição, facilidade e sem depender de terceiros (DOMENICO, 2007)
Mazo (2001) relata que o treinamento de força pode diminuir ou retardar a perda de força, massa muscular, flexibilidade e densidade óssea relacionada à idade, possibilitando a manutenção de um ótimo estado de saúde, boa capacidade funcional, e consequentemente uma vida mais digna e independente.
Idosos submetidos ao treinamento neuromuscular apresentam aumentos significativos na força muscular, potência muscular, ativação muscular e massa muscular. A melhora na força muscular em função do treinamento de força nessa população aparenta ser semelhante do que a observada em indivíduos jovens, o que lhe observa grande melhoria funcional, apesar do prejuízo na função neuromuscular que vem junto ao envelhecimento (CADORE, 2012).
Com o avanço da idade, o treinamento de força tem sido recomendado como importante componente em programas de exercícios físicos para indivíduos idosos. São evidentes os ganhos de força e resistência. Há evidências de que indivíduos que realizam 30 minutos ou mais de musculação por dia possam apresentar um risco reduzido de infarto e doenças cardiovasculares, quando comparados aos que não realizam esse tipo de exercício (CAMPOS, 2004). 
O treinamento de força é um exercício terapêutico que melhora a mobilidade física e a estabilidade postural, as quais estão diretamente relacionadas com a diminuição de quedas. O Treinamento de força para idosos pode melhorar suas capacidades funcionais como a do equilíbrio, da coordenação e da agilidade. A participação em programas de exercícios de intensidade leve tem-se demonstrado útil para a redução significativa do número de quedas, quando se compara os grupos controle que não realizam exercícios com os que os realizam (BARRETO, 2006). 
Através do treinamento de força há melhorias na velocidade e no equilíbrio; na manutenção da densidade óssea, no controle do diabetes, artrite, doenças cardíacas e de problemas com colesterol alto e hipertensão. Evidencia-se uma melhor disposição alimentar; redução da possibilidade de depressão, e manutenção do peso. A do uso de medicamentos é mais um dos benefícios associados às atividades físicas entre pessoas na terceira idade. O condicionamento funcional é o nível de condicionamento necessário para uma pessoa cuidar sozinha das necessidades domésticas, sociais e da vida diária, mantendo-se independente em seu lar. A melhoria do condicionamento funcional, é de grande importância para manter o desempenho de atividades como subir escadas, levantar-se de um sofá, ou amarrar um tênis (FILHO, 2003).
Com a realização do treinamento de força, o idoso poderá estar apto a realizar atividades físicas diárias, evitando a frequência de lesões ocorridas e já até mesmo esperadas nessa fase da vida. A saúde óssea é promovida através das atividades físicas de sustentação de peso que utilizam a força e a potência muscular, exercendo força sobre o esqueleto acima das qualidades normais (WILMORE, COSTILL, 1999).
Várias pesquisas como a situada por Sabá (2003) na revista do CREF4/SP, Ano IV, nº 007, mostram que o treinamento de força seja ele qual for, desde que bem orientado, promove benefícios à saúde. Recentemente, documentou-se a importância da força para a manutenção da homeostase e hemodinâmica na vida diária. Ou seja, idosos com pouca força muscular apresentaram aumento acentuado na frequência cardíaca e pressão arterial. Isso devido á falta de força que faz com que atividades comuns do cotidiano tornem - se esforços de alta intensidade. 
Os principais objetivos e benefícios da atividade física na terceira idade são: 1) manutenção da massa magra (músculos) – torna o idoso apto a realizar tarefas diárias que exigem maior intensidade de força, tais como: subir escadas, carregar objetos, sentar e levantar de alturas relativamente baixas, dar pequenos piques, todas essas tarefas são muito mais comuns para o idoso, do que correr ou nadar longas distâncias; 2) manutenção de um alto metabolismo basal, devido à massa magra, evitando assim obesidade e suas consequências; 3) prevenção de doenças crônicas ou crônico – degenerativas, tais como: osteoporose, por influenciar positivamente na mineralização e na matriz óssea; 4) fator psicológico: desenvolve a auto estima aumentando a vaidade e a vontade de viver. 
O treinamento de força destaca-se como uma intervenção poderosa para a prevenção e tratamento de sarcopenia, e utilizado de forma progressiva, influência positivamente as respostas do sistema neuromuscular, da composição corporal e das taxas de síntese de proteína (ROTH et al., 2000).
4- RESULTADOS DE DISCUSSÃO 
 Após a análise dos artigos e livros pude perceber que o treinamento de força exerce um papel muito importante na prevenção de várias doenças tais como hipertensão, diabetes, osteoporose, artrite, depressão e outras. 
 O indivíduo idoso está sujeito a adquirir tais doenças devido a diminuição da imunidade, funções fisiológicas e sedentarismo, além disso o treinamento de força pode trazer interação social, melhora na autoestima, execução das atividades diárias sem grande esforço, diminuição do fator queda, que é um grande índice em idosos, através do fortalecimento muscular e articular que são adquiridos com o treinamento resistido. Também proporciona ganhos de força, massa muscular, diminuição do percentual de gordura, resistência, diminui a sarcopenia e densidade óssea, possibilitando assim a manutenção de um ótimo estado de saúde.
5- CONSIDERAÇÕES FINAIS 
Conclui-se que o treinamento de força é uma alternativa bastante viável e benéfica para indivíduos idosos que buscam essa prática com os mais diversos objetivos desde que seja planejado corretamente com exercícios que ofereçam segurança e que sejam compatíveis aos idosos. 
Destacam-se como principais benefícios do treinamento de força fisiológicos, psicológicos, sociais e voltados ao aspecto da saúde: controle dos níveis de glicose, maior capacidade aeróbica, melhora da flexibilidade e equilíbrio; relaxamento, redução da ansiedade, melhoria na saúde e diminuição nos riscos de depressão; indivíduos mais seguros, integração com a comunidade, funções sociais preservadas; postura, locomoção, mobilidade, circulação periférica, visando melhorar a qualidade de vida dos idosos e torná-los mais saudáveis.
A prática do treinamento de força auxilia no desempenho das atividades da vida diária do idoso. Além do ganho de força muscular, a capacidade do músculo de exercer força rapidamente tende a aumentar, e essa habilidade é vital para que se evitem acidentes com quedas, que é uma das causas mais vistas com idosos.
A prática regular do treinamento de força possibilita que os idosos se tornem indivíduos mais ativos e saudáveis, com maior autonomia na realização de suas atividades. Importante ressaltar, que para idosos, recomenda-se que seja uma realizada uma avaliação médica prévia ao início do programa e durante o período de prática exercícios de flexibilidade, aeróbicos e de força seja trabalhados em conjunto.
6- REFERENCIAS BIBLIOGRÁFICAS
AMERICANCOLEGE OF SPORTS MEDCINE. Manual para testes de esforço e prescrição de exercícios. 5 ed. Rio de Janeiro: Revinter, 2000.
BADILLO, Juan José Gonzáles e AYESTARAN, Esteban Gorostiag. Fundamentos do Treinamento de Força: Aplicação ao Alto Rendimento Desportivo, 2 ed, Porto Alegre, Artmed Editora, 2001.
BARRETO J. Envelhecimento e Qualidade de Vida: O Desafio atual.Trabalho de Conclusão de Curso (Graduação em Psiquiatria) - Faculdade de Medicina do Porto, 2006.
BOMPA, Tudor O. A Periodização no Treinamento Esportivo. 1º Ed, Barueri SP 2001 Editora Manole p 27-51.
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