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NITERÓI 2020 ERICA TAVARES DOS SANTOS COMPORTAMENTO ORGANIZACIONAL: SATISFAÇÃO DO COLABORADOR PARA O DESENVOLVIMENTO DAS EMPRESAS ERICA TAVARES DOS SANTOS COMPORTAMENTO ORGANIZACIONAL: SATISFAÇÃO DO COLABORADOR PARA O DESENVOLVIMENTO DAS EMPRESAS Trabalho de Conclusão de Curso apresentado à Faculdade Anhanguera, como requisito parcial para a obtenção do título de graduado em Administração. Orientador: FLAVIA SILVA Niterói 2020 ERICA TAVARES DOS SANTOS COMPORTAMENTO ORGANIZACIONAL: SATISFAÇÃO DO COLABORADOR PARA O DESENVOLVIMENTO DAS EMPRESAS Trabalho de Conclusão de Curso apresentado à Faculdade Anhanguera, como requisito parcial para a obtenção do título de graduado em Administração. Orientador: FLAVIA SILVA BANCA EXAMINADORA Prof(a). Titulação Nome do Professor(a) Prof(a). Titulação Nome do Professor(a) Prof(a). Titulação Nome do Professor(a) Niterói, de Junho de 2020. Dedico este trabalho ao meu filho Bernardo que é o meu bem mais precioso, que por ele tive coragem de começar, fôlego prosseguir e conseguir chegar até aqui, ao meu pai Bernardino Tavares que não está mais entre nós mas tenho certeza que lá do céu está comemorando a realização do nosso sonho e sei que está muito orgulhoso de mim, dedico também a minha mãe Eliane Tavares, sei o quanto ela lutou para me criar para que eu tivesse uma vida digna e esse é apenas o primeiro passo para eu conseguir te fazer orgulhosa. AGRADECIMENTOS Agradeço primeiramente ao meu Deus, pela oportunidade de estudo e concretização de um sonho, e por tudo que tem me proporcionado, e mostrado o quanto Ele é fiel em minha vida. Agradeço imensamente ao meu amor Alan Emílio que me apoiou e não me deixou desistir em nenhum momento, além do apoio moral, entendeu minhas ausências e por vezes ajudou até involuntariamente a prosseguir. Suas palavras, gestos e atitudes foram essenciais para alcançar esse sonho. Agradeço ao meu filho Bernardo que apesar de ser pequeno entendeu minha ausência, ficou por vezes sentando ao meu lado apenas para me fazer companhia enquanto eu estudava, me dando muito amor e me fazendo lembrar o motivo pelo qual iniciei essa trajetória, e assim não me deixando desistir Agradeço a minha mãe Eliane Tavares que permaneceu torcendo por mim, orando e agradecendo a Deus por cada passo alcançado todos os dias, por não ter insistido em mim e fazer meu sonho ser o seu e de ficar feliz com a minha felicidade. Agradeço aos meus sobrinhos Giovanna, Arthur e Isabella, que são tão pequenos, mas não fazem ideia a importância que tiveram, o quanto encheram meu coração de amor, de esperança e alegria fazendo a minha rotina maçante ficar mais leve Agradeço a minha vozinha Maria Helena, minha madrinha Diva e meu primo Raphael pelo apoio e auxílio cuidando do Bernardo, eu nem sei o que faria sem vocês que nos acolheu e nos ajudou quando mais precisei pra eu conseguir concretizar esse sonho. Agradeço as minhas irmãs Ellen e Jeanine que independente de qualquer coisa se alegram com meu sucesso e torcem para que meus sonhos sejam realizados , elas que me apoiaram por muitas vezes pra eu conseguir assistir uma aula, ou fazer os trabalhos, eu amo muito vocês. Agradeço aos meus companheiros de turma que me deram todo suporte e provavelmente se não fossem eles eu não chegaria até aqui, tendo em vista a turbulência que foram esses quatro anos, quero que saibam que vou leva los para vida. Aos meus professores e coordenador, deixo meu muito obrigada por me entenderem, me apoiarem e não desistirem de mim, sempre somaram, foram impecáveis e essenciais para a formação da minha vida profissional. SANTOS, Érica Tavares dos. Comportamento Organizacional: Satisfação do Colaborador Para o Desenvolvimento Das Empresas. 29. 2020. Trabalho de Conclusão de Curso (Graduação em administração) - Faculdade Anhanguera, Niterói, 2020. RESUMO Este trabalho de conclusão de curso traz como tema o comportamento organizacional influencia na satisfação dos colaboradores impactando no desenvolvimento das empresas. Assim, o presente estudo teve como objetivo Compreender o envolvimento do comportamento organizacional com a satisfação dos colaboradores de maneira categórica para as empresas. E por objetivos específicos busca-se conceituar cultura e clima organizacional; descrever as condições do ambiente de trabalho na empresa e identificar o nível de satisfação dos colaboradores. Como o comportamento organizacional é um conjunto comum de conhecimentos, ele é projetado para determinar o impacto de indivíduos, grupos e estrutura organizacional no comportamento das pessoas na organização. O objetivo é usar esse conhecimento para melhorar a eficácia organizacional. No entanto, a organização é composta por várias pessoas que possuem características, crenças, religiões e opiniões diferentes, e esses aspectos influenciam quando há um conflito organizacional. Por meio dessa pesquisa, fica claro que as duas empresas têm diversidade, portanto há uma série de conflitos que impactam o comportamento organizacional e a tomada de decisões. Palavras Chaves: Cultura Organizacional, Comportamento, Gestão de Pessoas. SANTOS, Érica Tavares dos. Organizational Behavior: Employee Satisfaction for Business Development. 29. 2020. Trabalho de Conclusão de Curso (Graduação em administração) - Faculdade Anhanguera, Niterói, 2020. ABSTRACT This course conclusion work has as its theme the organizational behavior influences the satisfaction of employees, impacting the development of companies. Thus, the present study aimed to understand the involvement of organizational behavior with the satisfaction of employees in a categorical way for companies. And for specific objectives, it seeks to conceptualize culture and organizational climate; describe the conditions of the work environment in the company and identify the level of employee satisfaction. Since organizational behavior is a common body of knowledge, it is designed to determine the impact of individuals, groups and organizational structure on the behavior of people in the organization. The goal is to use this knowledge to improve organizational effectiveness. However, the organization is composed of several people who have different characteristics, beliefs, religions and opinions, and these aspects influence when there is an organizational conflict. Through this research, it is clear that the two companies have diversity, so there are a number of conflicts that impact organizational behavior and decision making. Keywords: Organizational Culture, Behavior, People Management. SUMARIO 1. INTRODUÇÃO................................................................................................10 2. CULTURA ORANIZACIONAL...................................................................... 12 2.1 DIFERENÇAS DA CULTURA NO AMBIENTE ...........................................13 2.1.1 CULTURA DE PESSOA E CULTURA DE MERCADO ............................13 2.1.2 CULTURA ADAPTATIVA E CULTURA ADHOCRACIA ..........................14 2.1.3 CULTURA DE PODER, DE PAPÉIS E DE HIERARQUIA .......................14 2.1.4 CULTURA DE TAREFAS E DE CLÃS .....................................................14 3. FOCO E PLANJEMANENTO PARA O SUCESSO DA LIDERANÇA E MELHORA DO CLIMA ORGANIZACIONAL ................................................... 16 3.1 PLANEJAMENTO ESTRATÉGICO .............................................................16 3.2PLANEJAMENTO TÁTICO ..........................................................................17 3.3 PLANEJAMENTO OPERACIONAL .............................................................17 3.4 GESTÃO DO CONHECIMENTO ..................................................................18 4. A IMPORTÂNCIA DA LIDERANÇA PARA O CLIMA ORGANIZACIONAL..21 4.1 A FERRAMENTA DE FEEDBACK PARA A GESTÃO .............................. 23 5. CONCLUSÃO ............................................................................................... 26 6. REFERENCIA ............................................................................................... 27 10 1. INTRODUÇÃO As empresas lidam com seus colaboradores de maneiras distintas umas das outras, porém todas possuem uma única finalidade, potencializar a eficiência dos colaboradores sem perder a eficácia. Fazer com que o colaborador faça suas atribuições de maneira exemplar, mantendo a postura adequada para o local, estar satisfeito e ter como principal objetivo a empresa, pode ser feito de forma mais coesa e orientada através do clima organizacional, estabelecendo instrumentos de valorização do colaborador e automaticamente ocorrendo um impacto no desenvolvimento da empresa. As formas que os colaboradores são tratados podem ter muita influência na progressão das empresas, por isso é essencial valorização do profissional seja através de políticas de benefícios, humanização, planos de carreiras, treinamentos para que tenha uma composição mais sólida, com isso o colaborador entende como uma troca, a empresa investe e o faz necessário para aquele tipo de atribuição que lhe foi designada e em troca o colaborador se dedica e faz seu trabalho com excelência trazendo lucro, reconhecimento no mercado, dentre outros objetivos das empresas. De acordo com essas informações, este trabalho fala da cultura e comportamento organizacional, que independente de como o organograma hierárquico foi estabelecido é essencial que haja a política de boa relação trabalhista para benefício de ambos. Este estudo oferece acessibilidade tanto à comunidade acadêmica para aprimorar seus conhecimentos sobre o assunto, fazendo com que os mesmos se sintam motivados a estudar mais sobre como gerir, liderar, avaliar e ter melhoria contínua no ambiente de trabalho de acordo com cada perfil das empresas e dos colaboradores, afim progredir em seus negócios, entendendo a importância do comportamento organizacional, a satisfação do trabalhador e os seus benefícios. Além de proporcionar maior conhecimento para a formação do autor Diante desse contexto de que forma o comportamento organizacional influencia na satisfação dos colaboradores impactando no desenvolvimento das empresas? Esta análise teve por objetivo geral Compreender o envolvimento do comportamento organizacional com a satisfação dos colaboradores de maneira categórica para as empresas. E por objetivos específicos busca-se conceituar 11 cultura e clima organizacional; descrever as condições do ambiente de trabalho na empresa e identificar o nível de satisfação dos colaboradores. Quanto à metodologia, inicialmente foram levantadas informações acerca do tema. Por um estudo descritivo, exploratório com uma abordagem qualitativa, sedimentado em uma revisão integrativa bibliográfica. A pesquisa bibliográfica é o estudo de toda obra já publicada, sendo eles em forma de livros, revistas, publicações avulsas e imprensa escrita. Com o propósito que o pesquisador entre em contato direto com todo o acervo escrito sobre um determinado tema, contribuindo com o especialista na analise de sua investigação ou manipulação de seu conhecimento, vista que considerada como básico de toda pesquisa cientifica. (MARCONI E LAKATOS, 1992, P. 144). A pesquisa foi realizada com critério de inclusão ou exclusão de artigos do ano de 2009 a 2019 usando a linguagem temporal de 10 anos, artigos em português e títulos ligados ao tema. Sendo assim, serão utilizados os seguintes descritores; Cultura Organizacional. Comportamento. Desenvolvimento Regional. Gestão. Pessoas. 12 2. CULTURA ORANIZACIONAL Cada empresa tem sua própria personalidade, assim como as pessoas. A personalidade única de uma organização é chamada cultura. Quando um grupo de pessoas trabalha em conjunto, a cultura organizacional é uma força invisível, mas poderosa, que afeta o comportamento dos membros da equipe. Então, como definir a cultura organizacional? A cultura organizacional é um sistema composto de suposições, valores e crenças comuns, que governam a maneira como as pessoas se comportam em uma organização. Esses valores comuns exercem grande influência sobre os funcionários da organização e determinam seu vestuário, comportamento e métodos de trabalho. Cada organização estabelece e mantém uma cultura única que fornece orientação e restrições ao comportamento dos membros da organização. Vamos explorar os elementos que compõem a cultura organizacional. A cultura organizacional é composta por sete características, e a prioridade dessas características varia de alto a baixo. Cada organização tem um valor único para cada uma dessas características. A combinação dessas características define a cultura única da organização. Os membros da organização julgam o valor desses recursos com base nos atributos organizacionais e, em seguida, ajustam seu comportamento para corresponder ao valor percebido do grupo. Vamos olhar para essas sete características. A cultura organizacional inclui expectativas, experiência, filosofia e valores organizacionais que orientam o comportamento dos membros e é expresso em termos de autoimagem dos membros, trabalho interno, interação com o mundo exterior e expectativas para o futuro. Essa cultura é baseada em atitudes, crenças, costumes e regras escritas e não escritas que se desenvolvem ao longo do tempo e são consideradas eficazes (THE BUSINESS DICTIONARY). A cultura também inclui a visão, valores, normas, sistemas, símbolos, idioma, premissas, crenças e hábitos da organização (NEEDLE, 2004) Em resumo, a cultura organizacional é "a maneira de fazer as coisas aqui" (DEAL, KENNEDY, 2000). Embora as definições culturais acima representem a maneira como os prédios são desenvolvidos no local de trabalho, outras definições enfatizam a composição do comportamento dos funcionários e como a cultura organizacional afeta 13 diretamente o comportamento dos funcionários dentro da organização. De acordo com esse conjunto de definições, a cultura organizacional é um conjunto comum de suposições que orienta o que está acontecendo na organização e define o comportamento apropriado em várias situações (RAVASI, schultz, 2006). A cultura organizacional influencia a maneira como as pessoas e os grupos interagem com os clientes e as partes interessadas. Além disso, a cultura organizacional pode afetar o reconhecimento dos funcionários da organização (SCHRODT, 2002). Em termos de negócios, outras frases são frequentemente usadas de forma intercambiável, incluindo "cultura corporativa", "cultura no local de trabalho" e "cultura comercial". Os líderes empresariais são essenciais para criar e comunicar sua cultura no local de trabalho. No entanto, a relação entre liderança e cultura não é unilateral. Embora os líderes sejam os principais designers da cultura, a cultura estabelecida influencia os possíveis modos de liderança (SCHEIN, 2010). Os líderes devem apreciar seu papel na manutenção ou desenvolvimento da cultura organizacional. Uma cultura profundamente enraizada explica o comportamento das pessoas e pode ajudar os funcionários a atingir seus objetivos. Por sua vez, quando os funcionários sentem que os líderes os estão ajudando a alcançar seus objetivos, essa estruturacomportamental pode garantir maior satisfação no trabalho (TSAI, 2011). Nesta perspectiva, cultura organizacional, liderança e satisfação no trabalho são inseparáveis. 2.1. DIFERENÇAS DA CULTURA NO AMBIENTE 2.1.1 Cultura de pessoa e cultura de mercado Como os membros da organização conduzem negócios, tratam funcionários, clientes e toda a comunidade é um aspecto importante da cultura pessoal e da cultura de mercado. A cultura pessoal é a cultura mais adequada para a estrutura horizontal. Tudo isso é considerado mais valioso que a própria organização. Isso pode ser difícil de manter, porque a organização sofrerá com concorrência por pessoal e prioridades 14 (BOUNDLESS, 2015). A cultura de mercado concentra-se em resultados, com foco em competição, conquistas e "trabalho" (ARTSFWD, 2013). 2.1.2. Cultura Adaptativa e Cultura Adhocracia Até que ponto é permitida a livre tomada de decisões, o desenvolvimento de novas idéias e expressões pessoais são componentes importantes de uma cultura adaptativa e da cultura do estado de direito. Os valores da cultura adaptativa estão mudando e são orientados para a ação, e a probabilidade de sobrevivência aumenta ao longo do tempo (COSTANZA et al., 2015). A cultura de aprendizagem é dinâmica e empreendedora, com foco em aventura, inovação e em fazer as coisas primeiro (ARTSFWD, 2013). 2.1.3 Cultura de poder, de papéis e de hierarquia O poder e o fluxo de informações na hierarquia organizacional e do sistema são todos aspectos da cultura de poder, cultura de papéis e hierarquia. Os líderes de uma cultura de poder podem rapidamente tomar decisões e controlar estratégias. Essa cultura exige alto respeito pelos líderes responsáveis (BOUNDLESS, 2015). A cultura de papéis é onde a estrutura funcional é estabelecida.Todo mundo entende seu trabalho, se reporta ao seu supervisor e presta mais atenção à eficiência e precisão (BOUNDLESS, 2015). A cultura em camadas é semelhante à cultura do papel porque é altamente estruturada. Eles se concentram na eficiência, estabilidade e manuseio adequado (ARTSFWD, 2013). 2.1.4. Cultura de Tarefas e de Clãs O nível de comprometimento dos funcionários com as metas coletivas faz parte da cultura da missão e da cultura do clã. Na cultura de tarefas, coopere com membros especialistas para resolver problemas específicos. Devido à importância da tarefa e ao número de equipes pequenas na competição, a cultura matricial é 15 comum nessa cultura (BOUNDLESS, 2015). A cultura do clã é semelhante à cultura familiar, com foco na orientação, nutrição e cooperação (ARTSFWD, 2013). A cultura organizacional não está estagnada. Os membros da organização irão interagir uns com os outros ao longo do tempo e aprender sobre métodos eficazes e métodos ineficazes, estabelecendo assim um consenso sobre "como parece correto". Quando essas crenças e suposições levam a resultados menos bem-sucedidos, para que a organização permaneça relevante em um ambiente em constante mudança, ela deve desenvolver uma cultura. Mudar a cultura organizacional não é fácil. Os funcionários geralmente resistem à mudança e podem cultivar uma nova cultura. Portanto, é responsabilidade dos líderes persuadir os funcionários dos benefícios da mudança e provar que a nova cultura é a melhor maneira de obter sucesso nos negócios por meio da experiência coletiva de novos comportamentos. 16 3. FOCO E PLANJEMANENTO PARA O SUCESSO DA LIDERANÇA E MELHORA DO CLIMA ORGANIZACIONAL O ato de planejar deve ser realizado com antecedência, visando o que e como será feito para que os objetivos esperados sejam alcançados com maior eficiência, efetividade e eficácia. Segundo Oliveira (2008), a finalidade do planejamento pode ser definida como: [...] o desenvolvimento de processos, técnicas e atitudes administrativas, as quais proporcionam uma situação viável de avaliar as implicações futuras de decisões presentes em função de objetivos empresariais que facilitarão a tomada de decisão no futuro, de modo mais rápido, coerente, eficiente e eficaz. (OLIVEIRA, 2008, p.5) Já para Chiavenato (2003, p. 167): “o planejamento é a função administrativa que determina antecipadamente quais são os objetivos a serem atingidos e como se deve fazer para alcança-los”, ou seja, o planejamento é orientado para o resultado. Os objetivos e os modos com os quais são alcançados são definidos por meio do planejamento. O desenvolvimento do planejamento é essencial para qualquer projeto, pois é através dele em que os objetivos são definidos, recursos e esforços orientados que possibilitem o alcance do resultado final (LAMCOBE; HEILBORN, 2008). Os tipos de planejamento existentes são: planejamento estratégico, planejamento tático e planejamento operacional. 3.1 PLANEJAMENTO ESTRATÉGICO O planejamento estratégico ocorre no nível da alta administração e tem a função de conduzir as atividades de planejamento nos demais níveis hierárquicos de acordo com Ferreira et al.,(1997). Acrescentado ao conceito, Chiavenato (2003) cita que o planejamento estratégico tem perspectiva a longo prazo, envolvendo toda a empresa e seus recursos e empenho em atingir os objetivos propostos a nível organizacional. 17 3.1. PLANEJAMENTO TÁTICO O planejamento tático é desenvolvido a médio prazo, compreendendo cada departamento da organização, a fim de atingir os objetivos de cada divisão departamental no período de um ano. Este planejamento é realizado a nível intermediário da pirâmide organizacional. (CHIAVENATO, 2004) Segundo Oliveira (2008, p.19), o planejamento tático é definido como: “ metodologia administrativa que tem por finalidade otimizar determinada área de resultado e não a empresa como um todo”. Em suma, o planejamento tático é focado em atingir os objetivos estabelecidos por cada departamento da organização. 3.2. PLANEJAMENTO OPERACIONAL O planejamento operacional é realizado na base da pirâmide organizacional, fazendo parte do nível operacional, onde é direcionado para as atividades diárias dentro da empresa. Este tipo de planejamento especifica os recursos disponíveis, processos necessários, resultados esperados e responsáveis por sua execução. O planejamento estratégico deve estar alinhado ao planejamento estratégico da empresa. (LACOMBE, 2008) Tal planejamento deve ser realizado a curto prazo, envolvendo operações individualmente (CHIAVENATO, 2003). Segundo Kotler (1990), pode se definir um produto ou serviço como sendo aquilo que se pode oferecer ao mercado a fim de suprir uma necessidade ou desejo do mercado. Nesta etapa, o empreendedor deverá relatar como os produtos ou serviços serão desenvolvidos, recursos e fontes tecnológicas utilizadas, ciclo de vida, processo de pesquisa e desenvolvimento, quais os principais clientes, entre outros fatores. Deve-se, ainda, detalhar as características dos produtos e serviços, incluindo suas estratégias de venda e marketing para se sobressair perante a concorrência. Maximiano (2006, p.104) defini mercado como: “um grupo de consumidores que têm necessidades e interesses similares, poder aquisitivo e disposição para comprar”. 18 Desta maneira, o intuito de todo empreendimento é ser bem recebido pelo mercado, pois trata-se do sucesso ou fracasso do projeto mediante a aceitação ou não do público alvo. Para Dornelas (2014), deve-se realizar uma análise criteriosa com relação ao mercado alvo, identificando-se as tendências, o perfil e as necessidades dos consumidores, como também, a elaboração de estratégias que adicionem valor ao produto ou serviço oferecido, visando a fidelização de seus clientes. Em relação a análise dos competidores, é necessário que haja a comparação entre os competidores, identificando as vantagens competitivas do negócio,atentando-se não somente a concorrência direta ,mas também, a concorrência indireta, ou seja, aos concorrentes que estão no mesmo segmento de mercado. 3.3. GESTÃO DO CONHECIMENTO Para Rocha (2005), a abordagem de aprendizado organizacional iniciou com Argyris em 1977, esse autor afirma existir dois ciclos de aprendizagem, o ciclo de aprendizado de laço simples (s ingle loop), nesse não ocorre mudanças significativas de comportamento e o ciclo de aprendizado de laço duplo (double loop), onde o aprendizado foca nas causas dos problemas organizacionais e busca novas práticas e rotinas na organização para solucioná-los. Contudo, foi no início da década de 90 que diversos autores passaram a estimular a ideia de aprendizado contínuo como forma de sobrevivência no mercado, como Senge (1990) no qual ele enumerou cinco disciplinas capazes de orientar as organizações rumo ao aprendizado contínuo, e também Kim (1993), em que ele cita “É preciso haver uma maneira de ir além da aprendizagem fragmentada dos indivíduos e disseminar o aprendizado em toda a organização”. Em suma, foi a partir daí que a dita Gestão do Conhecimento passou a ser vista como um importante fator de produção proporcionando vantagem competitiva para as empresas que a utilizam. Davenport e Prusak (1998, pag.20) afirmam que os resultados obtidos pela gestão do conhecimento aumentam com seu uso contínuo, para eles “ideias geram novas ideias e o conhecimento compartilhado permanece com o doador ao mesmo tempo que enriquece o recebedor”. 19 Com isso, para desenvolver a vantagem competitiva de forma sustentável é preciso o uso ativo do conhecimento, transformando-o em soluções inovadoras e através disso, alavancar os resultados das organizações. A gestão do conhecimento é a coordenação deliberada e sistemática de pessoas, tecnologia, processos e da estrutura de uma organização para agregar valor através da reutilização e inovação. Essa coordenação é obtida através da criação, partilha e aplicação de conhecimentos, bem como através da alimentação das lições aprendidas e da busca de melhores práticas de memória corporativa. (DALKIR, 2005) De acordo com Nonaka e Takeuchi (1997), a Gestão do Conhecimento fundamenta-se como uma atividade do negócio que buscar realizar uma conexão direta entre os conhecimentos tácitos e explícitos da organização. O conhecimento tácito é aquele que está enraizado nas ações e experiências do indivíduo, pelo fato de ser difícil de ser formalizado o seu compartilhamento é mais complexo. O conhecimento explícito pode ser demonstrado em letras, números, e compartilhado na forma de dados, manuais etc. Em suma, a gestão do conhecimento é e o conjunto de técnicas e ferramentas que colaboram com o processo de criação e compartilhamento de conhecimentos. Os fatores críticos de sucesso na gestão do conhecimento são atividades e práticas que devem ser criadas, desenvolvidas e/ou melhoradas para conseguir o sucesso na implementação da gestão do conhecimento. Medrano (2016) analisou e resumiu em oito principais fatores de sucesso: • Estratégia de Gestão do conhecimento: Através da utilização da estratégia organizacional para definir iniciativas para a gestão do conhecimento, é possível garantir à sustentabilidade da sua implementação e uso na organização. • Cultura organizacional de conhecimento: Esta deve utilizar de meios para que os colaboradores da organização não possuam barreiras para compartilhar conhecimento e para aceitar esse novo tipo de gestão. • Estrutura organizacional de conhecimento: estrutura representa os elementos explícitos e visíveis. Esses elementos compreendem a distribuição de funções e responsabilidades para os membros da empresa. 20 • Equipe da GC: Em um primeiro estágio é preciso possuir uma pessoa para as atividades exclusivas da gestão do conhecimento e para quando a organização estiver em um estágio de maturidade não será necessário pessoas específicas, mas a participação de todos os membros da empresa de forma instintiva. • Ferramentas da GC: Compreendem metodologias, técnicas e ferramentas de tecnologia da informação que dão apoio às práticas de gestão do conhecimento. Elas são facilitadoras dos processos de criação, disseminação e uso do conhecimento. • Ciclos ou processos da GC: o ciclo do conhecimento é a base operacional da GC, pois a consolida em ações do dia a dia, correlacionando as atividades da GC aos processos organizacionais. • Métricas da GC: Estas disponibilizam informações sobre os resultados das práticas de gestão do conhecimento, e analisa se os objetivos estão sendo alcançados e quais são os impactos gerados por essas práticas nas metas organizacionais. • Redes de colaboração: É uma rede de fontes de conhecimento que inclui parceiros como instituições acadêmicas, organizações do mesmo setor, e todos os outros que colabore com o aprimoramento das suas práticas de GC e que mantenha o conhecimento atualizado dos seus membros. A KM World listou cem empresas que utilizam gestão do conhecimento, dentre elas estão a IBM (portfólio de tecnologias e soluções de conteúdo corporativo, incluindo análise preditiva e visualização de dados), a Adobe (soluções de mídia digital e marketing digital que transformam a forma como os clientes projetam e fornecem experiências digitais excepcionais.), a Microsoft (desenvolve, licencia e suporta uma gama de produtos e serviços de software em áreas como produtividade, processos de negócios e nuvem inteligente.), a Oracle (uma pilha abrangente e totalmente integrada de aplicativos em nuvem, serviços de plataforma e sistemas projetados). E no Brasil, empresas como a Petrobrás e a Embraer também são grandes empresas que incorporaram a GC. 21 4. A IMPORTÂNCIA DA LIDERANÇA PARA O CLIMA ORGANIZACIONAL A liderança é um fenômeno complexo e multidimensional (DePree, 1989). Tem sido definido como: um comportamento; um estilo; uma habilidade; um processo; uma responsabilidade; uma experiência; uma função de gestão; uma posição de autoridade; uma relação de influência; uma característica; e uma habilidade. John Maxwell definiu liderança por influência (Maxwell, 1998). Kotter (1990) afirmou que “Liderança é a capacidade de ação coletiva para vitalizar”. Contudo, alguns teóricos acreditam que a liderança é uma forma dos processos de influência social. Embora haja uma variedade de definições de liderança, a maioria das definições focadas em dois componentes que são: o processo de influenciar um grupo de indivíduos para obter um objetivo comum; e desenvolver uma visão. Os líderes se concentram em motivação e inspiração (KOTTER, 1990). Líderes visam criar paixão para seguir sua visão, alcançar objetivos de longo prazo, correr riscos para realizar objetivos comuns e desafiam o status quo atual. O líder mantém um olho aberto sobre os benefícios de seus seguidores, então as pessoas seguem o líder voluntariamente, e o líder dirige o seguidor usando um estilo de transformação. Os líderes devem ter algumas qualidades críticas, como integridade; visão; dureza; decisivo; confiança; comprometimento; abnegação, criatividade; tomada de risco; dureza; capacidade de comunicação e visibilidade. Além disso, os líderes devem ter carisma; um senso de missão; capacidade de influenciar pessoas em um ambiente positivo; e capacidade de resolver problemas. Pesquisas mostram que ser um líder eficaz depende de comportamentos e características comuns como: confiança; mentalidade de serviço; boa habilidades de coaching; confiabilidade; perícia; responsabilidade; boas habilidades de escuta; ser visionário; realista; bom senso de prioridades; honestidade; disposição para compartilhar; autoestima forte; técnico ou contextual e reconhecimento. Concordo com Barker (1997, 2001) e Gronn (1999) que a liderança deve servista como um "Processo", que difere ligeiramente com a visão de Rost (1993), que insistem em ver a liderança como um "relacionamento". Liderança e gestão 22 essencialmente diferem uns dos outros em termos da natureza de seu relacionamento; atribuição de atores e nomenclatura organizacional; finalidades; e coletividade ou coordenação de metas. Com estas distinções básicas em mente há uma base forte para sugerir que líderes e gerentes não são as mesmas pessoas. Os gerentes não são automaticamente líderes e nem todos os líderes precisam ser administradores (ROST, 1993; YUKL, 1994). É também digno de nota que existe uma diferença entre liderança e líder, e gestão e gestor. Equacionar liderança com líder e gerência com o gerente é, na verdade, "confundir um processo com uma pessoa". Esta distinção é importante porque assim como todo ato de um ator não está agindo, da mesma forma o ato de um líder não é liderança e o mesmo vale para a gerência. Essa tendência de equacionar processo com pessoa (liderança com líder e gestão com gerente) resulta em uma corrida rápida entre os estudiosos da psicanálise para identificar as características exatas que são necessária para os líderes como distintos dos gerentes, por isso, compartilhou observação de que sabemos "demais" dos líderes, mas "muito pouco" de liderança. Isto é argumentou aqui que ter identificado uma série de características em uma pessoa não garante que um ato ou processo de liderança ocorre. Esta busca pelos ingredientes certos também resultou em minando a importância da gestão e dos gerentes em uma organização. Pode ser verdade que na maioria das vezes o que precisamos é fazer mais com a gerência do que com a liderança, portanto, precisamos manter um equilíbrio entre não enfatizar demais um à custa do outro e evite traçar quaisquer relações hierárquicas. 23 4.1 A FERRAMENTA DE FEEDBACK PARA A GESTÃO O termo Feedback, originado pelos ingleses, e significa retro alimentar, ou seja, voltar a absorver vitaminas que possibilitem uma vida saudável. Na gestão, o termo ocupa a função de vitaminar as relações empresariais, pois buscar esclarecer qualquer duvida ou insatisfação, bem como os benefícios e satisfações inerentes da relação de trabalho (MOREIRA, 2009). Está ferramenta constitui um poderoso meio de resolver problemas de desempenho e melhorar a qualidade do trabalho e a qualidade de vida dentro das organizações. Busca estimar o aproveitamento dos indivíduos na execução das tarefas, além de estimular a melhoria no desenvolvimento dos trabalhos em uma organização, por isto deve ser observada pelas empresas. [...] Todos precisam saber-se suas ações desejadas e corrigir as indesejadas. O desenvolvimento da prática do feedback – a disposição para dar e receber críticas e sugestões – é um indicador de maturidade, de autodesenvolvimento e auxilia na formação de equipes engajadas e comprometidas com os processos de trabalho [...] (KNAPIK, 2008, p.83). A motivação no trabalho leva o individuo a buscar satisfações pessoais, e a realizarem os objetivos da Organização. A motivação determina os resultados satisfatórios e não satisfatório tanto para o individuo quanto para a Organização. Para Moreira (2009). [...] é um processo de acompanhamento, orientação e condução do processo. [...] É difícil enfrentar nossas limitações, mas é impossível vencê-las sem autoconhecimento. E uma das melhores ferramentas para isso é o feedback [...]. [...] Portanto, Feedback é uma REORIENTAÇÃO para que nosso subordinado não erre o alvo. Ou seja, é um processo de acompanhamento, orientação e condução do processo. Uma responsabilidade de todos os gestores [...] É difícil enfrentar nossas limitações, mas é impossível vencê- las sem autoconhecimento. E uma das melhores ferramentas para isso é o feedback [...] (MOREIRA, 2009). Entretanto, a motivação é um processo individual e fruto do crescimento pessoal, nossa evolução impulsiona para o desejo de possibilidades maiores em que nada é trivial e tudo é útil para um significativo crescimento, o segredo para um grande resultado esta justamente nas pequenas coisas. 24 Apesar de haver uma hipossuficiência por parte do empregado, é necessário admitir as pontuações feitas pelo subordinado, pois dele surge a base do trabalho que executado. Portanto é preciso conhecer os tipos de feedback existentes: Coloque aqui a citação de Moreira em relação aos tópicos abaixo para não precisar colocar em cada um o nome do autor. a. Feedback Positivo Nesta modalidade de feedback exalta-se os pontos positivos como por exemplo o comportamento, a habilidade de resolver problemas, ou a boa comunicação com clientes, e afins. Ao efetuar essa modalidade de feedback, todas as pessoas envolvidas no processo de comunicação podem se sentir motivadas à continuar e melhorar para manter os resultados positivos (MOREIRA, 2009). b. Feedback Negativo Este tipo de feedback é necessário pois estabelece a parte mais sincera da relação profissional, e ponderam sobre o que exatamente precisam melhorar. Obter este tipo de aviso é importante, pois ninguém acerta sempre, e saber onde se encontram os erros para revertê-los (MOREIRA, 2009). c. Feedback Construtivo Por fim, o feedback construtivo é a junção dos outros dois modelos citados, e serve para que gestor e funcionário observem os erros e acertos. Quando identificam o ponto problemático se torna possível realizar mudanças positivas e assim, melhorar os resultados. Com esse tipo de feedback é mais fácil falar sobre os pontos negativos, pois também se falará sobre os positivos, balanceando a conversa (MOREIRA, 2009). d. Benefícios do Feedback 25 De acordo com a teoria que está sendo discutida, a comunicação é tratada como informação troca e não como troca de energia. Os aspectos mais importantes são: o modo de gerar informação e a organização do seu processo de troca, bem como o uso do feedback (MOREIRA, 2009). A base de determinados aspectos de comunicação são outros atos de comunicação e não fenômenos como necessidades, valores ou hábitos. O trabalho dos pesquisadores é analisar séries de comunicação, sua organização e sequência aparecem em combinações padrão ou inovadoras. O momento de fornecer feedback é muito importante. Respeite o seu momento psicológico e o momento dos outros. Não tente escrever ou falar, estando fora de seu equilíbrio emocional. Você certamente transportará seu estado emocional para dentro da comunicação, o que certamente será prejudicial. Procure se recompor primeiro (COSTA, 2009, p.15). Focar em elementos “rígidos” de indivíduos, tais como avaliação da personalidade, necessidades, estratégias e valores permanentes provoca a negligência da essência do ato de comunicação que é mutabilidade e dinâmica (MOREIRA, 2009). 26 5. CONSIDERAÇÕES FINAIS À medida que o mundo se torna mais global a concorrência e a concorrência também aumentam na mesma proporção. Portanto, melhorar o conhecimento, buscar melhorias organizacionais e ser capaz de fazer mudanças de comportamento são aspectos importantes para melhorar o desempenho da empresa. Todo mundo é um estudante de comportamento. Embora ninguém perceba que eles observam o comportamento dos outros todos os dias, e muitas vezes tenta explicar o que vê em determinadas situações ou prever seu comportamento. Portanto, é sabido que, através do comportamento organizacional, as pessoas que pretendem participar direta ou indiretamente da organização, seja como membros, clientes, fornecedores, gerentes, investidores, consultores ou admiradores, precisam ter a capacidade científica de fazer negócios e parceiros Relacionamentos, desenvolvimento de relacionamentosou atividades com a organização, é necessário entender como a organização opera e como funciona, para que eles possam entender suas manifestações, características e sucesso ou fracasso. Assim, pode-se dizer que o comportamento organizacional está relacionado ao estudo de como as pessoas que compõem a organização agem e como esse comportamento afeta positiva ou negativamente o desempenho. Através desta pesquisa, a compreensão do assunto se torna mais clara, a fim de entender todos os fatores que influenciam no comportamento organizacional. Dada a grande variedade de autores utilizados neste estudo, é notório observar a importância do comportamento organizacional e entender como interagir nas organizações com essa diversidade e como resolver conflitos existentes. Conclui-se que é necessário chamar mais atenção dos funcionários para entender como eles interagem se devem respeitar as características pessoais de todos e como usar a diversidade e os conflitos em benefício da empresa. 27 REFERÊNCIAS ARGYRIS, Chris. Double Loop Learning nas Organizações. Revisão de negócios de Harvard,1977. BARKER, Joel Arthur. Paradigmas - O negócio de descobrir o futuro. 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