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filhos de adultas.

Os adolescentes de hoje estão mais sujeitos ao contato com as drogas. Ambiente, companhias erradas, tudo favorece o contato e as primeiras experiências com as drogas. A isso, acrescente-se a frequente ausência dos pais, que cria condições favoráveis para que os filhos adolescentes se sintam livres para aventuras deste tipo, sem pensar muito nas consequências. Nesta fase da vida, eles afirmam sua personalidade: novas descobertas, novo corpo, explosões de emoção e temperamento contribuem para o surgimento de novos e difíceis problemas.
Da própria sociedade, em rápida mudança, chega uma série de cobranças e de apelos de consumo: como se mover, vestir e até mesmo como não ser tão descabido. E o coitado do adolescente, ainda inexperiente, só pode ficar na maior das confusões.

Aula 7
Elaboração individual de resenha de texto (a ser pesquisado pelo aluno) de base scielo, sobre questões de envelhecimento no Brasil.

A pesquisa relativa à velhice, ao velho e ao processo de envelhecimento acontece, predominantemente, na área das ciências da saúde, com importante participação das ciências biológicas. As ciências humanas e as sociais aplicadas também desempenham papel importante nas pesquisas relativas à temática. De fato, o envelhecimento humano interessa a pesquisadores de muitos campos da produção de conhecimento.
Em afinidade com esta perspectiva de crescimento do interesse pelas questões atinentesao envelhecimento humano. Observa que: O Brasil parece ter definitivamente “descoberto” a velhice. Depois do Ano Nacional do Idoso, em 1999, ganhou destaque o mais recente congresso da Sociedade Brasileira de Geriatria e Gerontologia, realizadas na capital do país, em junho de 2000. O título, interessante, mas sem uma correspondência real com a programação oferecida, parecia inscrever-se nesse “modismo” do novo milênio: Século 21 – Envelhecimento, Tecnologia e Ética. Ano após ano, um número cada vez maior de participantes inscreve-se no evento. O Congresso Brasileiro de Geriatria e Gerontologia parece simbolizar a importância que o envelhecimento ganhou em nossa sociedade. Convertida em matéria de interesse público, a velhice vem sendo cada vez mais tematizada pela mídia, que abre espaço para um crescente número de especialistas e de serviços voltados para essa “faixa etária”. A “terceira idade” torna-se uma espécie de moda, com a constituição de um mercado de consumo específico. No centro de todo esse movimento, destaca-se a própria gerontologia, como porta voz oficial dos novos discursos sobre a velhice.
O envelhecimento é um processo complexo que envolve muitas variações (por exemplo, genética, estilo de vida, doenças crônicas) que influenciam significativamente o modo que alcançamos determinada idade. Muito tem sido aprendido recentemente em relação aos vários sistemas biológicos, assim como os exercícios físicos pode influenciá-los.
O argumento em favor da idéia de que as relações sociais podem de várias formas, promover melhores condições de saúde tem sido salientada em vários estudos (Ramos, 2002; Silberman et al., 1995). Por outro lado, a ausência de convívio social causa severos efeitos negativos na capacidade cognitiva geral (Katz & Rubin, 2000), além de depressão (Freire & Sommerhalder, 2000) Este conjunto de evidências sugere que a deterioração da saúde pode ser causada não somente por um desgaste natural do organismo, sedentarismo ou uso de tabaco, mas também, pela redução da quantidade ou qualidade das relações sociais (Ramos, 2002). De uma forma geral, pode-se argumentar que as pessoas que têm maior contato social vivem mais e com melhor saúde do que as pessoas com menor contato social (Dressler, Balieiro & Santos, 1997).
Uma vez descartada a via metodológica de caminhar a partir das grandes áreas e suas subdivisões, desenhamos uma alternativa. Como é possível realizar buscas no Diretório a partir de palavras, passamos a utilizar expressões frequentemente utilizadas na literatura científica em associação ao envelhecimento humano e pesquisamos nos seguintes campos do Diretório: Nome do grupo, Nome da linha de pesquisa e Palavras-chave da linha de pesquisa. Primeiramente, foi utilizada a seguinte palavra-chave: idoso ou velhoou velhice ou envelhecimento ou geriatria ou gerontologia ou aposentadoria. Em seguida foi utilizada a expressão terceira idade. Esse procedimento, realizado em julho de 2001, possibilitou a identificação de 161 grupos de pesquisa. A leitura crítica desse resultado (incluindo os campos Nome do grupo, Nome da linha de pesquisa, Repercussões do grupo e Produção científica) permitiu sua depuração qualitativa. As palavras-chave utilizadas conduziram a alguns “falso-positivos”, ou seja, grupos que não fazem parte do campo de interesse deste estudo, como por exemplo, aqueles referentes a envelhecimento de estruturas metálicas ou de concreto, ou ainda envelhecimento de alimentos, como vinhos ou cachaça; da mesma forma, nomes de localidades como Rio Velho.

Aula10
Resenha do texto da base scielo, sobre Inteligência:

O propósito final de todas as capacidades é a solução de problemas. Não se trata de problemas de provas, mas de situações do cotidiano e profissional onde o indivíduo precisa reunir informações e produzir uma solução ou novo conhecimento. Neste caso, é consenso de qualquer teoria que a inteligência, como resultado final, é a capacidade de lidar com conceitos abstratos, ou seja, lidar com informações mentais, visualizar respostas e praticá-las. Ser for possível resumir, inteligência é a capacidade de resolver problemas utilizando o pensamento abstrato.
Estes são alguns dos temas que a obra "Inteligência humana. Abordagens biológicas e cognitivas" debate, de forma direta, sucinta, pragmática e didática, com uma linguagem simultaneamente cuidada e acessível a vários públicos - estudantes, professores, psicólogos e educadores em geral. Em relação às críticas que o autor tece sobre algumas visões na Psicologia, chama atenção o caráter inovador que transparece. Porém, de maneira geral, constituem mais uma das milhares que há muito vêm-se tecendo, dirigidas a ideias atualmente abandonadas ou defendidas apenas por uma pequena minoria. Como exemplos, podemos citar a referência à explosão "inédita" de estudos científicos sobre a emoção considerada até pelos behavioristas desde a década passada, e a repercussão de tais estudos para quem tem uma visão estreita da inteligência (QI). No entanto, da mesma forma, há décadas tal visão vem sendo fortemente criticada e não apenas por não levar em conta a emoção, mas muitas outras variáveis comprovadamente influenciadoras. Em outro momento, o autor refere-se ao caso de um aluno com "fantásticas aptidões intelectuais", mas que levou 10 anos para se formar, pois faltavam-lhe aptidões emocionais. Porém, aparentemente, não se levou em conta que há inúmeras outra variável que poderiam interferir neste fato, como nível sócio-econômico, motivação para o curso que escolhera etc., nem sempre relacionada diretamente à inteligência emocional. Sob outro ângulo, o autor também tece várias críticas aos testes psicológicos, mas se apoia em instrumentos deste tipo para argumentar em favor dos seus pressupostos, uma vez que as fantásticas aptidões intelectuais do aluno foram ditadas por um teste.
É necessário observar ainda que "os dados existentes sugerem que esse tipo de inteligência (emocional) pode ser tão ou mais valioso que o QI." Embora isso não coincida com a repercussão dos seus pressupostos, pois há dados que sugerem e há exceções, segundo o autor, que confirmam ou conduzem a determinadas hipóteses. Mas isso não autoriza uma utilização e nem tampouco uma probabilidade significativa de verdade. Nestes termos, observa-se que a dissertação é muito boa, mas por vezes leva-nos a perder de vista que ainda são conjecturas.

Aula 11
Teoria triárquica teoria das inteligências múltiplas e teoria da visão inteligente bem-sucedida

Teoria triárquica

A teoria triárquica criada entre a década de 80-90 foi uma das concepções