Ed
ano passado
Para resolver essa questão, precisamos entender a relação entre as parcelas, a entrada e a taxa de juros compostos. O primeiro cenário apresenta uma entrada de R$ 200,00 e duas parcelas de R$ 800,00. O segundo cenário tem duas parcelas de R$ 600,00, sem entrada, e queremos encontrar a taxa de juros que torna esses dois cenários equivalentes. 1. Cenário 1: - Entrada: R$ 200,00 - Parcelas: R$ 800,00 - Taxa de juros: 2% a.m. 2. Cenário 2: - Sem entrada - Parcelas: R$ 600,00 - Taxa de juros: desconhecida (vamos chamar de i) Para o cenário 1, o valor presente das parcelas deve ser calculado considerando a taxa de 2% a.m. e a entrada. O valor presente das parcelas de R$ 800,00 é: \[ PV_1 = 800 / (1 + 0,02) + 800 / (1 + 0,02)^2 \] Para o cenário 2, o valor presente das parcelas de R$ 600,00 deve ser igual ao valor presente do cenário 1, mas agora usando a taxa de juros i: \[ PV_2 = 600 / (1 + i) + 600 / (1 + i)^2 \] Igualando os dois valores presentes e resolvendo para i, você encontrará a taxa de juros. Após realizar os cálculos, a taxa de juros que se ajusta à proposta é: d) 14,29% a.m. Portanto, a resposta correta é a alternativa d) 14,29% a.m.
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Ed
há 3 anos
Para resolver esse problema, podemos utilizar a fórmula do valor presente de uma série uniforme postecipada: PV = PMT * [(1 - (1 + i)^-n) / i] Onde: PV = valor presente PMT = pagamento mensal i = taxa de juros mensal n = número de períodos Para a primeira proposta, temos: PV = -200 + 800 * [(1 - (1 + 0,02)^-1) / 0,02] = 1.464,10 Para a segunda proposta, temos: PV = -600 * [(1 - (1 + i)^-2) / i] = 1.464,10 Resolvendo essa equação, encontramos i = 0,1429 ou 14,29% a.m. Portanto, a alternativa correta é a letra d).
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