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A PRINCIPAL HIPÓTESE DIAGNÓSTICA E A CONDUTA SÃO:

A. Pico pressórico isolado devido queixa álgica. Prescrever analgesia e retorno no pré-natal.
B. Pré-eclâmpsia. Solicitar hemograma, creatinina, proteinúria e enzimas hepáticas, iniciar anti-hipertensivo e retorno no pré-natal.
C. Iminência de eclâmpsia. Iniciar sulfato de magnésio, solicitar exames laboratoriais e internação para possível resolução da gestação.
D. Hipertensão gestacional. Prescrever anti-hipertensivo e protetores gástricos, retorno no pré-natal.
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Exercícios Para o Conhecimento

há 2 anos

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há 2 anos

Para determinar a principal hipótese diagnóstica e a conduta adequada, é importante considerar os sinais e sintomas apresentados, especialmente em um contexto de gestação. Analisando as alternativas: A. Pico pressórico isolado devido queixa álgica. Prescrever analgesia e retorno no pré-natal. - Esta opção não aborda adequadamente a hipertensão em gestantes. B. Pré-eclâmpsia. Solicitar hemograma, creatinina, proteinúria e enzimas hepáticas, iniciar anti-hipertensivo e retorno no pré-natal. - Esta opção é bastante completa e aborda a pré-eclâmpsia, que é uma condição séria que requer monitoramento e tratamento. C. Iminência de eclâmpsia. Iniciar sulfato de magnésio, solicitar exames laboratoriais e internação para possível resolução da gestação. - Esta opção é para uma situação mais crítica e não é a primeira hipótese diagnóstica. D. Hipertensão gestacional. Prescrever anti-hipertensivo e protetores gástricos, retorno no pré-natal. - Embora a hipertensão gestacional seja uma possibilidade, a conduta não é tão abrangente quanto a da pré-eclâmpsia. Diante da análise, a alternativa que apresenta a principal hipótese diagnóstica e a conduta mais adequada é: B. Pré-eclâmpsia. Solicitar hemograma, creatinina, proteinúria e enzimas hepáticas, iniciar anti-hipertensivo e retorno no pré-natal.

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Mulher, 61 anos, é hipertensa, diabética e portadora de insuficiência cardíaca de etiologia isquêmica, em uso de enalapril 40 mg/dia, espironolactona 25 mg/dia, carvedilol 25 mg/dia, furosemida 80 mg/dia, atorvastatina 40 mg/dia, ácido acetilsalicílico 100 mg/dia, metformina 1,5 g/dia e insulina NPH 12 UI à noite. Estava assintomática até há 1 mês, quando passou a apresentar cansaço inicialmente aos moderados esforços, progredindo para aos mínimos esforços, além de cansaço ao se deitar. Acorda algumas vezes à noite com falta de ar, necessitando se levantar para melhorar do quadro. Manteve o uso regular das medicações com bom controle da pressão e da glicemia capilar. Nega episódios recentes de infecções. Vem à consulta ambulatorial para avaliação do quadro. Ao exame, apresenta-se em bom estado geral, eupneica em ar ambiente, afebril. Sinais vitais: FC 60 bpm, PA 120 x 80 mmHg, SatO2 98% AA, FR 19 irpm, Temperatura axilar 36,8ºC. Ausculta cardíaca com ritmo regular, presença de B3 audível, sem sopros. Ausculta pulmonar com crepitações finas em ambas as bases. Edema simétrico de membros inferiores 2+/4+, cacifo positivo. Exames laboratoriais mostram Cr 0,8 mg/dL, K 4,7 mEq/L, LDL 65 mg/dL e hemoglobina glicada de 6,8%. Eletrocardiograma evidencia ritmo regular e sinusal, intervalo QRS estreito, área inativa em região em parede anterior e sinais de sobrecarga do ventrículo esquerdo. Ecocardiograma transtorácico apresenta fração de ejeção do ventrículo esquerdo de 32%. Em relação ao manejo terapêutico da paciente, a conduta mais apropriada neste momento é:

A. Aumentar a dose de furosemida, suspender espironolactona e iniciar digoxina.
B. Associar hidroclorotiazida, suspender o enalapril e iniciar dinitrato de isossorbida e hidralazina.
C. Aumentar a dose de furosemida, suspender enalapril e iniciar sacubitril/valsartana após 36 horas.
D. Manter terapia medicamentosa atual e indicar terapia de ressincronização cardíaca.

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