Ed
há 11 horas
Vamos analisar o caso: - Paciente idoso, com dor epigástrica intensa, hematêmese volumosa, perda de peso e disfagia progressiva para sólidos. - Endoscopia mostra lesão ulcerada e infiltrativa na cárdia com sangramento ativo e falha na hemostasia endoscópica. - Tomografia sem metástases. - Quadro de instabilidade hemodinâmica (hipotensão, taquicardia). Esse quadro sugere um câncer gástrico avançado na região da cárdia, com sangramento ativo difícil de controlar. Analisando as opções: 1. Embolização angiográfica do tronco celíaco: pode ser usada para controle de sangramento, mas não trata o tumor e não é a melhor abordagem definitiva. 2. Gastrectomia subtotal distal com linfadenectomia D1: não é adequada, pois a lesão está na cárdia (região proximal), e gastrectomia distal não alcança essa área. 3. Gastrectomia total com linfadenectomia D2: é o tratamento cirúrgico indicado para câncer gástrico avançado na cárdia, permitindo ressecção completa do tumor e linfadenectomia adequada. 4. Rafia da lesão tumoral com rotação de retalho epiploico: é uma medida paliativa para controle de sangramento, mas não é tratamento definitivo para câncer. Portanto, a melhor abordagem definitiva para esse paciente é: Gastrectomia total com linfadenectomia D2. Resposta correta: Gastrectomia total com linfadenectomia D2.
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