Uma nutricionista recém-contratada para coordenar a Unidade de Alimentação e Nutrição (UAN) de um hospital identifica avaliações negativas recorrentes dos usuários, relacionadas à variação do sabor dos preparos, à temperatura inadequada das refeições e à demora no atendimento em horários de pico. Ao analisar registros internos, observa ausência de padronização de receitas, falhas na comunicação entre cozinha quente e distribuição e inexistência de indicadores formais de desempenho. A direção do hospital exige que a profissional apresente, em seis meses, resultados consistentes na satisfação dos pacientes, mas alerta que não haverá aumento imediato de quadro de pessoal. Diante desse cenário, a nutricionista precisa decidir que tipo de abordagem utilizará para estruturar a gestão da qualidade da UAN, considerando os recursos disponíveis e a necessidade de resultados sustentáveis.
Ao considerar a situação descrita e a necessidade de elevar a satisfação dos usuários de forma consistente, a nutricionista deve gerir a qualidade da UAN principalmente por meio de:
A) focalização quase exclusiva na aquisição de insumos considerados superiores, mantendo os procedimentos atuais de preparo e distribuição e ampliando, quando possível, o tempo de cocção.
B) substituição rotativa de funcionários entre setores da UAN, sem padronização formal das rotinas, para estimular autonomia individual na execução das tarefas diárias.
C) revisão sistemática dos processos-chave da unidade, com definição de padrões operacionais, monitoramento de indicadores de atendimento e envolvimento da equipe na análise de desvios.
D) adoção de campanhas periódicas de marketing interno junto aos pacientes, enfatizando benefícios nutricionais das refeições, sem alteração estruturada dos fluxos produtivos.
E) priorização de ações pontuais em dias de auditoria externa, reforçando orientações verbais à equipe nesses momentos e concentrando registros em situações específicas de reclamações.
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