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Nomenclatura I. Incisivo central D/E superior ou inferior II. Incisivo lateral D/E superior ou inferior III. Canino D/E superior ou inferior IV. 1º molar D/E superior ou inferior V. 2º molar D/E superior ou inferior ANATOMIA DENTARIA DOS DENTES DECÍDUOS Sinonímia Dentes de leite Dentes temporários Dentes provisórios Dentes caducos Primeira dentição Dentes da infância IMPORTÂNCIA DO CONHECIMENTO ANATÔMICO Identificação Confecção das restaurações: reconstituir a anatomia Terapia pulpar: volume e forma da câmara coronária, tamanho, número e forma das raízes bem como rizogênese e rizólise Exodontia Prótese: coroa de aço-preparo e adaptação Classificação Incisivos Caninos Molares Número NÚMERO-20 10 INFERIORES 10 SUPERIORES FUNÇÃO Mastigação: Bolo alimentar- Digestão - Assimilação ou absorção – (período de crescimento e desenvolvimento) Mantenedor de Espaço: Estimula crescimento dos maxilares – principalmente em altura (mastigação) Fonação: pronúncia de fonema dentais (T, F, V, S,Z) Estética: Estado emocional Generalidades Início da Erupção - 06 meses completa a dentição aproximadamente 30 meses quando se dá a oclusão dos 2º molares Esfoliação e Substituição – 06 a 13 anos Dentição Mista: Caninos: correspondem caninos permanentes Incisivos: correspondem incisivos permanentes Molares: correspondem aos pré-molares CARACTERÍSTICAS BIOQUÍMICAS Esmalte menos calcificado – facilitando progressão de cárie CARACTERÍSTICAS HISTOLÓGICAS Esmalte é mais permeável (o grau de permeabilidade é diminuído após o início da reabsorção radicular). Prismas de esmalte na região cervical direcionam-se p/ OCLUSAL ou INCISAL / dente permanente p/ GENGIVAL; Esmalte superficial aprismático; (não tem túbulos dentinarios) Espessura de esmalte – 0,5 a 1,0 mm CARACTERÍSTICAS CORONÁRIAS Cor: branca azulada – branco leitoso; Distância Mésio-Distal MAIOR do que a altura cervico-oclusal; Diâmetro vestíbulo-lingual MENOR que o diâmetro cervical; CONSTRIÇÃO NO COLO; - porque os prismas vão para a oclusal/incisal Área de contato entre molares decíduos é ampla e elíptica – no terço cervical (nos permanentes é próxima do terço oclusal) CARACTERÍSTICAS PULPARES Menor estrutura dentária para proteger a polpa Raízes dos dentes decíduos são maiores em proporção a coroa Polpa mais volumosa Cornos pulpares são mais proeminentes, acompanham a morfologia externa do dente, ex: mésio –vestibular no 1º molar decíduo inferior As raízes dos dentes posteriores são mais divergentes para permitir o desenvolvimento do sucessor permanente, sua divergência é maior que a medida da coroa; Canal radicular D.D é delgado. Diferenciais entre Dentes Decíduos e Dentes Permanentes Número de dentes DP= 32 DD= 20 Grupos Dentários DP = 4 grupos (I C PM M) DD= 3 grupos (I C M) Comprimento desigual dos Arcos Arco decíduo menor Dentes decíduos são menores em todos os sentidos na proporção de 1 para 3. DD cor branco azulada DP cor branco amarelada Molares decíduos – Série crescente 2ºM >1º M Molares permanentes – Série decrescente 1º M< 2º M Coroas dos D.D são maiores no sentido mésio-distal em comparação com a dimensão cérvico-oclusal; As protuberâncias cervicais são mais pronunciadas nos dentes decíduos, particularmente nas faces vestibulares dos molares Os cornos pulpares são mais altos nos molares e as câmaras pulpares são proporcionalmente, mais ampla que as dos permanentes; Raízes dos D.D são mais longas e afiadas em relação as dimensões da coroa; As raízes dos molares decíduos são mais divergentes no sentido apical que as dos molares permanentes. INCISIVOS Número 8 → 4 superiores 4 inferiores Morfologia Semelhante aos permanentes Incisivos Decíduos Superiores – Série decrescente (tamanho) Incisivos Decíduos Inferiores – série crescente (tamanho) Baixinho, gordinho e de cintura fina INCISIVO CENTRAL SUPERIOR APRILE” Raiz cônica, com ligeiro achatamento vestíbulo-lingual Terço apical recurvado para vestibular, como se essa curvatura fosse forçada pelo germe do ICP localizado pela lingual Comprimento total do dente em média 16,00 mm, comprimento total da raiz em média 10,0 mm. Face mesial – mais alta que a distal, o que faz com que a borda incisal seja levemente inclinada para distal. INCISIVO LATERAL SUPERIOR “SICHER” Comprimento total do dente em média 14,5 a17,0 mm Semelhante à coroa do central Há inclinação da borda incisal para distal CANINO SUPERIOR SICHER” Comprimento total do dente em média 17,5 a 22 mm Dente mais comprido A coroa é lanceolada como a do canino permanente A cuspide estende-se incisalmente, desde o centro da face vestibular (a borda mesio incisal é mais larga que a disto-incisal para que possa haver intercuspidação com a borda incisal do canino inferior) INCISIVO CENTRAL INFERIOR Face lingual – cristas marginais e ângulo Raiz mais delgada que a do incisivo central Recurvada para vestibular Comprimento total do dente em média 15,0 a 19,0 mm Semelhante ao I.C inferior permanente. INCISIVO LATERAL INFERIOR Comprimento total do dente em média 15,0m a 19 mm Similar, na forma, ao incisivo central Superfície coronária mesial é maior que a distal A raiz é um pouco mais larga que a I.C inferior CANINO INFERIOR Coroa semelhante á do canino superior Raiz é ligeiramente mais curta e mais achatada que a raiz do superior Face vestibular bem desenvolvida, acentuando a convexidade Face lingual possui ângulo e cristas marginais bem desenvolvidas (a fossa lingual é por vezes, dividida por uma crista que une o ângulo á cúspide de canino) Raiz volumosa, cônica, recurvada para distal e para vestibular, ao nível do terço apical 1º MOLAR INFERIOR Comprimento total do dente em média 14,0 mm a 17 mm É o menor dente entre os molares decíduos Coroa irregular cúbica, com estrangulamento cervical Face vestibular é plana nos 2/3 oclusais e bastante convexa no terço cervical especialmente junto ao ângulo mésio-vestibular onde forma o TUBÉRCULO ZUCKERKAND Face oclusal apresenta 3 cúspides: 2 vestibulares e 1 lingual, mais volumosa “Sicher e Della Serra” Um suco principal, MD, separa as cúspides vestibulares das linguais Raízes são 2: mesial / distal Longas, divergentes,achatadas no sentido mésio-distal, e escavadas nas superfícies interradiculares para alojarem o 1º PM inferior 2º MOLAR INFERIOR Comprimento total do dente: 17,5 a 19,6 mm Maior que o 1º molar decíduo Semelhante ao 1º MP inferior, diferenciando-se deste pelo volume cor e presença do tubérculo molar, Face oclusal apresenta 5 cúspides: 3 vestibulares e 2 linguais Sulco mesio-distal, sulco vestíbulo-oclusal,sulco disto-vestibular e sulco ocluso-lingual Cristas marginais mesial e distal Raízes são duas: M e D 4/3 canais São longas e achatadas no sentido mésio distal e escavadas nas faces interradiculares, para acolher o Germe do 2º pré molar inferior 1º MOLAR SUPERIOR Comprimento total do dente:14,0 a 17,0 mm Sua forma difere de qualquer dente permanente A coroa, irregularmente cúbica, é alongada no sentido mésio-distal A face vestibular é convexa em todos os sentidos principalmente no 1/3 cervical, próximo ao ângulo mésio vestibular, onde forma o Tubérculo molar (Zuckerkande) Face oclusal apresenta 4 cúspides: 2 vestibulares e 2 linguais 2º MOLAR SUPERIOR Comprimento total do dente em média: 16,5 a 18,5 mm Semelhante ao 1º molar permanente, inclusive quanto á freqüência do tubérculo de Carabelli na face lingual Coroa apresenta 4 cúspides: 2 vestibulares e 2 linguais Cúspides mésio-lingual e disto –vestibular ligadas por uma ponte de esmalte. Raízes são 3: 2 vestibulares e 1 palatina Mais longas que as do 1ºMD superior e escavadas nas faces interradiculares: Alojam o germe do 2ºPM superior ATENDIMENTO INTEGRAL EM ODONTOPEDIATRIA PRONTUÁRIO ODONTOLÓGICO IDENTIFICAÇÃO DO PACIENTE ABORDAGEM ANAMNÉTICA EXAME GERAL DO PACIENTE INFANTIL Exame clínico geral Exame clínico extrabucal Regional EXAME INTRABUCAL Tecidos moles Dentes Oclusão DIAGNÓSTICO DE CÁRIE Risco de cárie Atividade de cárie dentária Lesão de mancha branca (ativa? Ou inativa?) Presença de lesões cariosas Estágios que antecedem a cavitação: PERDA MINERAL: ultraestrutural microscópica visível cavitação destruição MÉTODOS DE DIAGNÓSTICO “ O diagnóstico não é um fim em si mesmo, mas sim um momento de reflexão para a elaboração de considerações prognósticas e decisões terapêuticas.” EKSTRAND (1998) Alterações da odontogênese Estrutura, Tamanho, Número, Forma, Coloração, Erupção Permitir documentação Custo acessível Fácil e rápido Métodos de diagnóstico IDEAL: Confiável Detectar lesões incipientes Lesões reversíveis x irreversíveis ”A detecção precoce de lesões de cárie torna-se importante para a adoção de tratamentos menos invasivos”. SALIBA et. al. (2003) Diagnóstico da doença cárie dentária: anamnese, exame clínico intrabucal, exames complementares. Análise do perfil do paciente → Diagnóstico → Plano de Tratamento = PROGNÓSTICO FAVORÁVEL Por que devemos fazer diagnóstico da atividade cariogênica? Identificar se existe ou não atividade de doença Identificar os fatores etiológicos em desequilíbrio Avaliar e permitir escolha certa para tratamento Avaliar o sucesso ou não da terapêutica adotada MÉTODOS DE DETECÇÃO Inspeção Visual - região seca, limpa e bem iluminada Tátil Exame Radiográfico Método de separação dos dentes (uso do alastik) Transiluminação por Fibra Óptica (FOTI) Método de Resistência Elétrica (MRE) Laser “A SONDA EXPLORADORA com ponta romba deve ser utilizada em auxílio à inspecção visual, sem pressão, principalmente para remover biofilme remanescente após profilaxia ou detritos na fissura, facilitando o "diagnóstico visual, baseado na coloração ou cavitação”. SANT’ANNA e cols. (2001) “Nem sempre ao se observar uma imagem radiográfica sugestiva de lesão de cárie há necessidade de se intervir, pois o diagnóstico de cárie no exame radiográfico não pode predizer com certeza a presença da cavidade.” PLANO DE TRATAMENTO → prognóstico favorável PLANO DE TRAMENTO: SUPERFÍCIE: Limpa, Seca, Bem iluminada. RECURSOS AUXILIARES DE DIAGNÓSTICO: Anamnese : Diário de dieta / Higienização (escova, fio dental) Exame clínico Inspecção visual Tátil Exame radiográfico Periapical Interproximal Separação dos dentes PLANO DE TRATAMENTO 1. Fase de Adequação do comportamento 2. Fase de Prevenção 3. Fase de Restauração (quando necessário) 4. Fase de Manutenção periódica Prognóstico 4- MANUTENÇÃO PERIÓDICA CRITÉRIOS PARA DEFINIÇÃO DA PERIODICIDADE DE RETORNO: Limpeza bucal caseira: escovação e fio dental (supervisão) Consumo de sacarose Presença de lesões incipientes ativas Estágio de erupção dos dentes permanentes (1º e 2º molares) Acesso ao flúor Qualidade de vida (escolaridade, moradia, lazer, classe social e renda familiar) MÉTODOS DE AVALIAÇÃO Aspectos Clínicos das lesões Aspectos Radiográficos Presença de Biofilme Dental Transiluminação por Fibra Óptica ( FOTI ) 2ª Situação Já teve lesão de cárie (Esmalte ou dentina) Tem controle de ingestão de sacarose Tem controle do biofilme Tem acesso ao flúor 2ª Situação Já teve lesão de cárie (Esmalte ou dentina) Não tem controle de ingestão de sacarose Não tem controle do biofilme Não tem acesso ao flúor PROMOÇÃO DE SAÚDE-PARTE I Conceito atual de cárie: A cárie não é uma doença curável e sim controlável por meio de: 1- Desorganização periódica do biofilme 2- Restrição da ingestão de açúcar 3- Utilização racional de fluoretos Cury JA, 2015 PROMOÇÃO DE SAÚDE-PARTE II Classificação do paciente quanto a doença cárie Flúor Mínima intervenção Selante de fóssulas e fissuras 1-ANAMNESE Motivo da Consulta: controle periódico ou alguma necessidade de tratamento Saúde geral: alergias, problemas cardíacos, renais, respiratórios, etc Saúde bucal: dieta, escovação, acesso ao flúor, que auxiliam na avaliação de risco Comportamento: tímida, extrovertida, primeira experiência no consultório odontológico, experiência com anestesia 2-EXAME CLINICO 3-EXAME RADIOGRÁFICO ↓↓↓↓↓ Classificação do paciente 4-PLANO DE TRATAMETO (tratamento educativo e curativo) 5-MANUTENÇÃO PREVENTIVA : de acordo com a classificação do paciente CLASSIFICAÇÀO DO PACIENTE EM ATIVIDADE E RISCO DE CÁRIE 1-ATIVIDADE DE CÁRIE Quando o paciente se encontrar com lesões ativas em esmalte ou dentina. (MANCHA BRANCA ATIVA ou LESÃO CÁRIE) 2-RISCO DE CÁRIE: Quando o paciente não se encontrar com lesões ativas em esmalte ou dentina, e apresentar predisposição em desenvolver a lesão de cárie. Desta forma o paciente será ainda classificado em Baixo ou alto risco. 2.1 Baixo risco: 1ª Situação Nunca teve lesão de cárie (Esmalte ou dentina) Tem controle de ingestão de sacarose Tem controle do biofilme Tem acesso ao flúor 2.2 Alto risco: 1ª Situação Nunca teve lesão de cárie (Esmalte ou dentina) Não tem controle de ingestão de sacarose Não tem controle do biofilme Não tem acesso ao flúor Relembrando o conceito da cárie A cárie não é uma doença curável e sim controlável por meio de : 1- desorganização periódica do biofilme 2- Restrição da ingestão de açúcar 3- Utilização racional de fluoretos Cury JA, 2015 Para entender como o flúor participa do processo da doença cárie é necessário conhecer o mecanismo da DES x RE FLÚOR 1 - DINÂMICA DA DOENÇA CÁRIE Processo DES X RE - PH IDEAL = 5,5 Na presença de fluor Na ausência de fluor 2 - DINÂMICA DO DENTE NO AMBIENTE ORAL Estrutura do dente Material inorgânico: (97%) cristais de hidroxiapatita 10Ca + 6PO4 + 2OH Material orgânico: (3%) água e sais minerais Perda mineral * Perda total * Formação de cavidade * Visível clinicamente * Microscópio * Ultra - estrutural Tempo 1 – Ultra-estrural: Ocorre a perda de ions,alargando os poros, mas acontece a redeposição dos minerais perdidos ↓ REMINERALIZAÇÃO 2 - Visível clinicamente (estágio de MBA): Ocorre a perda de ions → alargamento dos poros → e desarranjo dos prismas Flúor na forma iônica liga-se ao esmalte na forma de FLUORAPTITA, que é uma ligação química extremamente forte à dissolução dos ácidos bucais Não se pode garantir a redeposição do conteúdo total de mineral perdido. ↓ CICATRIZAÇÃO VIAS DE ADMINISTRAÇÃO 1- Sistêmica: ÁGUA DE ABASTECIMENTO Benefícios para os dentes: Durante o período de sua mineração, formando uma camada superficial no esmalte: APATTITA FLUORETADA O flúor após ser absorvido ele volta a cavidadebucal através da saliva: Os efeitos benéficos do flúor quanto a sua incidência de cárie deve-se muito mais a sua ação local pelo contato direto que pelo efeito sistêmico. 2 - Tópica: O efeito tópico no processo DES X RE é superior aos efeitos adquiridos pré eruptivamente o Alta concentração: GEL VERNIZES (especifico para bebes) o Baixa concentração: BOCHECHOS DENTIFRICIOS CARIOSTÁTICO FLUOR DE ALTA CONCENTRAÇÃO 1-GEL FLUORETADO INDICAÇÕES: Indicado para pacientes em atividade e alto risco de cárie Sua aplicação pode ser realizada em toda arcada dentária, em grupo ou dentes isoladamente na mesma sessão FUNÇÃO: Reposição de minerais no esmalte durante o processo DES X RE. A via é sistêmica, mas ele volta pra cavidade oral e age como tópico TÉCNICA DE APLICAÇÃO DO FLÚOR EM GEL 1- Profilaxia do esmalte dental 2- Com o uso de isolamento relativo secar a superfície dental 3- Aplicar o gel com cotonetes, pincel, bolinhas de algodão, moldeiras e fiodental 4- Tempo de aplicação de 1 minuto 5- Após a aplicação cuspir todo o excedente 6- Se possível recomenda- se a aplicação quando a criança estiver com o estômago cheio 2- VERNIZ FLUORETADO: Material resinoso + fluoreto de sódio (23.000ppm F) INDICAÇÕES: Indicado para pacientes em atividade e alto risco de cárie. Sua aplicação deve ser realizada em grupo ou dentes isoladamente. FUNÇÃO: Reposição de minerais no esmalte durante o processo DES X RE. VANTAGENS: • Após ser aplicado tomam presa imediatamente quando em contato com a saliva • Prolongam o contato de flúor com o dente, pois mantém-se aderido por várias horas. • Facilidade de aplicação, não causando desconforto ao paciente • Método bastante seguro afastando risco de toxidade, devido ter liberação lenta de fluoreto da base resinosa • Indicado para crianças menores (bebês) TÉCNICA DE APLICAÇÃO 1- Profilaxia do esmalte dental 2- Com o uso de isolamento relativo secar a superfície dental 3- Aplicar uma fina camada com cotonetes ou pincel NOME COMERCIAL FABRICANTE CONCENTRAÇÃO DE F DURAPHAT Colgate 2,26% de F DURAFLUOR Herpo/Dentisply 2,26% de F FLUORNIZ S.S.White 2,26% de F FLUOR PROTECT Vivadent 0,7% de difluorsilano e 7% de F PROTOCOLO PARA CICATRIZAÇÃO DE MANCHA BRANCA Pode ser utilizado verniz com flúor ou flúor em gel Recomendações: 3 sessões com intervalo de 3 a 7 dias Sucesso do tratamento: vai depender do risco de cárie do paciente e medidas paralelas. 3- CARIOSTÁTICO INDICAÇÃO Cárie de acometimento precoce( mamadeira) AÇÃO Agem sob 3 mecanismos: 1-Obstrução dos túbulos dentinários: Dificulta a difusão de ácidos e a invasão bacteriana 2-Ação cariostática: Reação entre o diamino fluoreto de prata e o componente mineral do dente, o ion flúor aumentando a resistência da dentina e esmalte á desmineralização ácida. 3-Ação anti-enzimática: reação entre o diamino fluoreto de prata e o componente orgânico, que é a proteína dentinária que tem sua resistência aumentada à colagenase e à tripsina. OBJETIVO: Paralizar as lesões de cárie agudas em crianças, principalmente nos primeiros anos de vida. Na fase de adequação do meio bucal esse produto permite interromper o processo carioso, reduzindo a atividade bacteriana enquanto se promove a mudança dos hábitos inadequados (dietéticos e de higiene) que contribuíram para a instalação da doença. FORMAS COMERCIAIS No Brasil são comercializados nas concentrações de 10%, 12%, 30%e 38%, MARCAS COMERCIAIS: · Cariostatic® (Inodon) · Bioride® (Herpe), Cariestop® (Biodinâmica) TÉCNICA DE APLICAÇÃO 1-Profilaxia com pedra-pomes e água; 2. Remoção da dentina amolecida com curetas; 3. Lavagem e secagem; 4. Proteção dos tecidos moles com vaselina; 5. Isolamento relativo e secagem do campo operatório; 6. Aplicação com bolinha de algodão ou cotonete umedecido, por 3 minutos. FLUOR DE BAIXA CONCENTRAÇÃO ENXAGUATÓRIOS COM FLÚOR Fluoreto de sódio a 0,05% : uso para bochechos diários Fluoreto de sódio a 0,2%: uso para bochechos semanários Recomendações para uso Em casos de cicatrização de mancha branca como terapia complementar à técnica Pacientes em atividade e alto risco à cárie Somente deve ser utilizada para criança com coordenação motora desenvolvida em relação ao controle de deglutição O ideal como horário para se usada seria a noite após a ultima escovação DENTIFRÍCIOS FLUORETADOS • Desenvolvem papel terapêutico importante particularmente no controle do desenvolvimento da cárie dental, devido ao flúor agregado às formulações. (CURY,2001) Composição básica de um dentifricio COMPONENTES % Abrasivo 20-50 Umectante 20-40 Água 20-35 Ligante 1-2 Detergente 1-3 Flavorizante 1-2 Conservante 0,05-0,5 Preventivo-terapêutico 0,4-1 ABRASIVO Essencial para limpeza e polimento dos dentes • Manchas: 1. O acúmulo de proteínas salivares forma a película adquirida → esta é removida pelos abrasivos 2. O acúmulo de película adquerida forma a placa dental → esta é removida pela escova dental • RDA: medida do grau de abrasividade de um dentifrício, sendo o valor máximo internacional: 250 RDA • Tipo: Carbonato de cálcio FLAVOLIZANTES Essencial para promover um bom hálito Em casos de sensibilidade recomenda-se manipular o dentifrício DETERGENTES Essencial para suspender os resíduos de alimentos removidos pela escova da superfície dental SUBSTÂNCIAS PREVENTIVAS TERAPEUTICAS • Dentifrícios anti-placa: Contém substâncias antibacterianas com o objetivo de reduzir a formação de placa dental. A eficiência desta substancia vai depender da concentração e tempo de ação. Substancia mais utilizada: Triclosan +Gantez ou zinco PACIENTES GRAU DE ABRASIVIDADE (RDA)# CAPACIDADE DE LIMPEZA DENTAL Crianças 50-100 Média Adultos(com mancha 100-150 Alta Com abrasão dental < 50 baixa RELAÇÃO DENTIFRICIOS FLUORETADOS E CÁRIE DENTAL • DECADA DE 80 Surgiram os primeiros dados de declínios de cárie: 16 paises possuíam 90% dos dentifrícios fluoretadoS • BRASIL Mudanças quali-quantitativas ocorreram a partir de setembro de 1988 (CURY,1989) o È possível demonstrar que o flúor de dentifrício é capaz de reduzir a perda mineral do esmalte de dente integro ou ativar a reposição de mineral do dente com lesão de cárie (CURY,1989) o O flúor de dentifrício aumenta em duas vezes a capacidade da saliva de repor mineral na superfície do esmalte desmineralizado RECOMENDAÇÕES Crianças pequenas devem ter escovação supervisionada Não deve deixar dentifrício ao alcance das crianças Estimular a criança a cuspir para desenvolver o hábito mais cedo Orientar responsáveis da importância de usar pequena quantidade de pasta. CONDIDERAÇÕES: de acordo com (RICHARDS & BANTING,1996) Dentifrício fluoretado é importante para adultos e crianças Crianças abaixo de 6 anos uso racional sob observação Concentração ideal: 1000-1100ppm No momento de remover a pasta usar pouca água O uso de dentifrícios nas 3 escovações diárias reduzem mais as cáries Flúor + antibacterianos (triclosan+ gantrez ou Zinco) Indicados para pacientes de alto risco e portadores de aparelhos ortodônticos RECOMENDAÇÃO ESPECIAL PARA CRIANÇAS IDADE TECNICA FREQUENCIA 0-3 ANOS Metade de um grão de arroz (0,05g) 1XDIA 3-6ANOS Um grão de arroz cru (0,1g) 3XDIA 6-12ANOS Transversal ou um grão de ervilha (0,3g) 3XDIA Tratamentos Remineralização in vitro Remineralização in vivo Dentifrício não fluoretado 15% 42% Dentifrício fluoretado 36% 73% Roteiro aula SELANTES (MI) MÍNIMA INTERVEVÇÃO Modelo cirúrgico-restaurador : Amálgama: Preparos pré estabelecidos, e com extensão preventiva Materiais adesivos: Preparos não convencionais, sem extensão preventiva, entretanto remoção de todo tecido cariado. Nova fase da Odontologia: Modelo conservador: Odontologia Minimamente Invasiva: com nova filosofia de “Restaurar preservando” “Preservar estruturas dentárias se tornou imperativo para o sucesso do tratamento”. Mota, Leite, Targino, 2013 SELANTES DE CICATRÍCULAS E FISSURAS Materiais adesivos que atuam penetrando nas fossas e fissuras, criando uma barreira mecânica nessas superfícies. Selar significa: vedar l obliterar l isolar do meio externo l agir como uma barreira física. QUAL A REAL FUNÇÃO DOS SELANTES PREVENTIVO? TERAPÊUTICO? “Os selantes oclusais são reconhecidos como uma medida efetiva na PREVENÇÃO e principalmente, TRATAMENTO de lesões de cárie em esmalte e em dentina.” “A indicação dos selantes parece estar mudando da prevenção primária para decisão terapêutica no manejo da cárie dentária, em lesões de esmalte e dentina superficial”. “Os selantes são claramente efetivos, mais sobre lesões de cárie e não sobre dentes sadios. Portanto, o selante tem função terapêutica.” O selamento de lesões cariosas incipientes foi recomendado mediante diagnóstico e monitoramento adequados. Opções de tratamento dentário em relação á doença cárie: Condição clínica do dente Plano de tratamento Hígido Controle periódico for possível Familiares motivados Controle e observação (não invasivo) Selante (não invasivo) Lesão em esmalte Selante (não invasivo) Lesão em dentina Selante (não invasivo) Restaurações adesivas conservadoras (invasivo) SELANTE EM DENTE HÍGIDO Paciente alto risco de cárie ou em atividade de cárie Morfologia dental: sucos profundos e retentivos Tempo de erupção do dente < que 2 anos/dente parcialmente irrompidos Controle dos fatores etiológicos não for possível Estado motivacional desfavorável dos familiares “As evidências científicas apontam para a possibilidade de selamento de lesão de cárie em molares decíduos e permanentes envolvendo metade externa de dentina, onde ao invés de remover o tecido cariado na superfície oclusal é possível selar a lesão com adequada adesão somente em esmalte, evitando o acúmulo de biofilme e paralisando o avanço da mesma.” SELANTE EM LESÃO EM ESMALTE - não é preventivo mais Abertura igual ou menor que 3mm e radiograficamente só em esmalte SELANTE EM LESÃO EM DENTINA Lesão de cárie no terço externo da dentina e a abertura menor ou igual a 3mm QUANDO UTILIZAR SELANTE EM LESÕES EM DENTINA Lesões oclusais que não ultrapassem metade da espessura da dentina, localizando-se radiograficamente em metade externa de dentina Lesões com pequenas dimensões: abertura menor ou igual a 3 mm - isso se deve às restrições mecânicas do material utilizado (selante resinoso) ☻ OBSERVAÇÃO: Não utilizar cimento de ionômero de vidro para selar lesões cavitadas em dentina!!! SELANTES DE FÓSSULAS E FISSURAS 1-Selante resinoso: autoplomirizável e fotopolimerizável 2-Selante ionomérico: autoplomirizável e fotopolimerizável 1 - SELANTES RESINOSOS AUTOPOLIMERIZÁVEL → ( ALPHA SEAL) FOTOPOLIMERIZÁVEL → ALPHA SEAL LIGHT TÉCNICA DE APLICAÇÃO DO SELANTE RESINOSO 1. Isolamento: Absoluto com dique de borracha, ou relativo 2. Profilaxia com escova de Robinson em baixa rotação e pedra pomes e água. 3. Condicionamento ácido com gel de ácido fosfórico a 35 ou 37% durante 15 segundos (criar microporosidades na superfície do esmalte, possibilitando o embricamento mecânico do material). 4. Lavagem e secagem pelo dobro do tempo de condicionamento ácido. 5. Aplicação do material com pincel, sonda exploradora ou cânula. Deixar o material escoar nas fossas e fissuras, evitando a inclusão de bolhas. 6. Tempo de Presa: AUTOPOLIMERIZÁVEL (de acordo com o fabricante) FOTOPOLIMERIZÁVEL: 40 seg. 7. Avaliação visual e tátil do recobrimento de todas as fossas e fissuras, bem como da integridade das margens. 8. Avaliação de interferências oclusais. 2 - SELANTE IONOMÉRICO São utilizados materiais restauradores como selantes AUTOPOLIMERIZÁVEL → MERON TECNICA DE APLICAÇÃODO SELANTE IONOMÉRICO AUTOPOLIMERIZÁVEL 1 - Profilaxia da superfície oclusal (pedra pomes/água) 2 - Isolamento do campo operatório (absoluto ou relativo) 3- Secagem da superfície oclusal 4- -Condicionamento com ácido poliacrílico 5 – Aplicação do selante (proporção 1líquido/1pó) 6 – Aguardar a presa do material 7 – Proteção da superfície (vaselina, verniz) 8 – Inspeção final (teste de oclusão) Condição clinica do dente Plano de tratamento Classificação do paciente Hígido Controle e observação (não invasivo) Baixo Risco Selante resinoso ou ionomérico Atividade de cárie Alto risco Lesão em esmalte Selante resinoso ou ionomérico Atividade de cárie Lesão em 1/3 externo de dentina e menor de 3 mm Selante resinoso Atividade de cárie Se o dente tem OPÉRCULO (libera saliva) não usa selante resinoso, apenas ionomérico e retira excessos abaixo dele SELANTE RESINOSO: Permite uma melhor adesão Técnica sensível Exige cautela durante a realização: Habilidade do operador Colaboração do paciente Posição do dente na cavidade bucal Dente decíduo ou permanente Uso de isolamento absoluto ou relativo. IMPORTANTE ☻ Essa terapêutica se mostra efetiva enquanto o selante permanecer intacto na superfície, sem perda de continuidade. ☻ Portanto, é fundamental o acompanhamento clínico e radiográfico periódico e o controle dos fatores etiológicos da doença cárie, o que exige colaboração direta do paciente e seu núcleo familiar. SELANTE = Recurso adicional que não funciona sozinho! PARA PENSAR ☻ O selamento de lesões de cárie oclusais em esmalte e em dentina, com algumas restrições já mencionadas, é uma abordagem clínica efetiva e minimamente invasiva, buscando controle das lesões, preservação dos tecidos dentários e menos desconforto ao paciente. ☻ O sucesso do tratamento depende do correto diagnóstico da doença e da realização adequada da técnica! ☻ No entanto, de nada adianta o emprego do melhor material ou técnica, sem o controle dos fatores etiológicos da doença cárie! Aula promoção de saúde Etiologia da Doença Carie dentária Multifatorial, açúcar dependente A cárie, como uma doença biofime-açúcar dependente, não pode ser considerada CURÁVEL, mas sim CONTROLÁVEL, tendo em vista o padrão de alimentação e higiene da sociedade moderna. CURY ,2015 DES x RE –não se pode pensar em vacina Cárie: multifatorial BIOFILME ↔ MICROBIOTA ↔ DIETA + SALIVA ↔ TEMPO Doença pandêmica – em todo o mundo, raças, sexo. DENTE – idade – Complementação de F – Nutrição – Maturação,posição e traço – Quantidade de Carbonato MICROBIOTA: – Streptococos mutans – Substrato – Higiene Oral – Flúor na placa Fatores predisponentes: Aspectos econômicos, culturais, sociais, emocionais → risco de carie / atividade cariogênica → PLANO DE TRATAMENTO DOENÇA E SAÚDE BUCAL o A cárie é uma doença que resulta em perda localizada de minerais dos dentes afetados o A saúde pode ser conceituada como a perfeita e contínua adaptação de um organismo a seu meio ambiente – (biofime –sacarose) - Dentes e meio bucal em equilíbrio A carie é controlada através de: Desorganização periódica do biofime dental (NECESSÁRIA) Restrição da ingestão de açúcar (DESEJÁVEL) Utilização racional de fluoretos (INDISPENSÁVEL) • Carie não é curável – é controlável (EDUCAÇÃO) Estágios progressivos da doença Cárie dentária Tempo, perda mineral Ultra estrutural Mudanças microscópicas Clinicamente visível Formação de cavidade Progressiva destruição até total perda do elemento dentário CONTROLE da doença cárie dentária Redução do agente infeccioso Uso de antimicrobianos Controle de bioflme Controle dietético açúcar SUBSTRATO: – MO – Higiene Oral – Detergência do alimento – Freqüência de ingestão – Tipo, concentração de carboidrato SALIVA – Composição química – Viscosidade – Capacidade Tampão – Agentes antimicrobianos. Pais e/ou Responsáveis: Devem acompanhar a alimentação dos filhos Relatar os hábitos de consumo verdadeiro Não omitir informações (consumo de doces) Açúcar Dieta → cariogenica →carboidratos → sacarose Açúcar X Cárie Hardwick et. al.(1960): alto consumo de açúcar aumento da prevalência de cárie Harris (1963): baixo consumo de açúcar, pouco fluoreto, higiene deficiente Marthaler (1967) e Newbrun (1980): Tempo - redução da prevalência de cárie Scheinin (1974): sacarose → aumento da prevalência de cárie xilitol → redução da prevalência de cárie AVALIAÇÃO DOS HÁBITOS DIÁRIO: Histórico da dieta, recordatario das ultimas 24h, registro da dieta, questionamento sobre a freqüência de alimentação Avaliação Dietética Objetivos → Avaliar o potencial cariogênico (frequência e retenção) e avaliar valor nutritivo Controle de dieta • Detergência dos alimentos • Concentração de carboidrato e • Tipo • Freqüência de ingestão Cuidados na Avaliação Dietética Profissionais: Devem acreditar na importância da avaliação Possibilitar livre expressão do paciente Usar palavras e expressões adequadas Entrevistas em tempo adequado Estar preparado para responder duvidas do paciente AVALIAÇÃO E ACONSELHAMENTO DIETÉTICO Metas Buscar pequenas e gradativas mudanças que sejam efetivas e realistas Profissional: Relação de confiança com o paciente Saber escutar Manter contato visual Não interromper a fala do paciente Comunicação clara e simples Dados coletados: Fazer a orientação racional Elaboração de alternativas de cardápio Recomendar o paciente sobre modificar os hábitos alimentares Desvendar os açucares ocultos (ex: Ketchup) Recomendações sobre modificações dos hábitos alimentares 3 refeições diárias/ 2 lanches entre as refeições Redução do consumo de açúcar Aumento do consumo de AMIDO e FIBRAS Utilização de substitutos do açúcar (em pequena quantidade e alta frequência – ex: chicletes) Prevenir contra a ingestão de altas concentrações de açúcar com alto tempo de retenção na cavidade bucal TROCAS ALIMENTARES • Alimentos evitados: doces,balas,cicletes, jujuba,bombom,caramelo,biscoito doce,pão doce,frutas cristalizadas,sorvetes com coberturas. • Alimentos liberados: pipoca salgada,queijos,frutas,sorvete a base de leite.amendoim torrado,biscoito salgado,batata frita,milho,castanha,gelatina Paciente ou seus pais: Avaliar a própria dieta Ser responsável pelas suas decisões Participação independente HIGIENE BUCAL SUPERVISIONADA • M.O + carboidrato - ÁCIDO • Ácido + dente susceptivel = CÁRIE ESCOVAÇÃO = REMOÇÃO MECÂNICA Do Biofime Controle do biofime Mecânico: Objetivo: Remoção da placa bacteriana e massagem da gengiva ativando a circulação sanguínea e queratinizarão do epitélio. Evidenciadores de placa: • Fucsina ,citrosina e azul de metileno. Forma de apresentação: solução e gel. Técnica de escovação • Requisitos ideais: Evitar ou eliminar a placa dental Estender a maioria da população Ausência de efeitos colaterais: retração gengival e abrasão do colo dentário. Resultar na prevenção da doença cárie. Técnica de escovação: para bebes, Estarkey, Bass, Fones, Stilmam modificada • Higiene Bucal: ESCOVA – cerdas macias e cabo adequado para a idade (forma ,tamanho) • Constante avaliação, acompanhamento e motivação A melhor forma é a forma que a criança consegue fazer o procedimento TRENZINHO + ESCOVINHA l MÁGICO E LUDICO Escovação simples, prática e possível Cuidados: Escovas dentais Freqüência de escovação Fio Dental Regiões críticas para limpeza: Lingual dos molares inferiores e oclusal dos molares superiores, espaços interdentais e dentogengival. Ate a década de 70 - A única ingestão sistêmica coletiva do Flúor era ÁGUA FLUORETADA Dentifrício fluoretado – declínio carie, fluorose Dose limite: 0,05 e 0,07 mg F/Kg Fonte de Flúor – chá, suprimentos, água e dentifrício Dentifrícios convencionais: Anti-cárie, Anti- tártaro, Clareador, Entre outros. Variação de preços, embalagens, pesos – Pessoas induzidas pelo apelo publicitário. Dentifrícios infantis: Crianças são atraídas por cores, sabores, embalagens que chamam atenção. Fator importante: A ingestão de dentifrício aumenta com a quantidade colocada na escova. Embalagens de dentifrícios: fabricante, peso, tipo de embalagem, cor do tubo, tipo e concentração de flúor, recursos publicitários, sabor, instruções sobre o uso, preço, cor, tipo e tamanho do orifício, tipo de abrasivo, presença de selo da ABO ou ADA Faz-se necessária uma padronização das embalagens dos dentifrícios a fim de facilitar e de proporcionar o uso correto Juntamente com uma padronização das instruções, seria plausível que o orifício para extrusão da pasta fosse menor PROMOCAO DE SAUDE E QUALIDADE DE VIDA Plano de tratamento: orientação dietetica, escovação, motivaçao do paciente EDUCAÇÃO DENTÍSTICA EM ODONTOPEDIATRIA I. Fase de adequação do comportamento: II. Fase preventiva: Controle Dietético Controle de Placa Uso racional do fluor Adequação do meio III. Fase restauradora: Odontologia de mínima intervenção IV. Fase de manutenção preventiva: Odontologia de mínima intervenção Mínima intervenção é uma filosofia de cuidado profissional baseada na detecção precoce da doença cárie e a possibilidade de tratamento de reparo da seqüela da doença de forma menos invasiva possível. (Barcelos A,2015) Termo minimamente invasivo (MI) é um conceito relativamente novo. Consiste em cinco elementos básicos no manejo da cárie dentária: Identificação dos fatores de risco em nível individual (aula de cariologia) Implementação de estratégias preventivas individuais, (Atividade e Risco de Carie) Remineralização de lesões não cavitadas (Flúor e Selante) Intervenção cirúrgica mínima em lesões cavitadas (Selantes e Dentística) Reparo de restaurações defeituosas. (Carreira, AJ, 2011) CONDIÇÃO CLÍNICA DO DENTE PLANO DE TRATAMENTO – Mínima Intervenção – MI Hígido ou com Lesão em Esmalte Tratamento não invasivo Observação e controle, Selante ionomérico Selante resinoso (isolamento absoluto) Lesão em dentina na oclusal * Menos de 3 mm de diâmetro *Profundidade: metade do 1/3 externo da dentina. Tratamento não invasivo Selante resinoso Resina flow Selante ionomérico Lesão em dentina na proximal * Profundidade: metade do 1/3 externo da dentina desde que tenha abertura de no máximo 3 mm de diâmetro Tratamento não invasivo Selante resinoso ou ionomérico Resina flow Obs.: tratamento recomendado pela literatura Lesão em dentina na oclusal * Profundidade: 1/3 externo, médio ou profundo. Tratamento invasivo MI: Remoção de toda dentina infectada e da dentina afetada nas paredes circundantes Lesão em dentina na proximal * Profundidade: terços externo, médio ou profundo Tratamento invasivo MI: Remoção de toda dentina infectada e remoção da dentina afetada nas paredes circundantes. TRATAMENTO INVASIVO: Dentina: AFETADA: Coloração mais acastanhada Aspecto seco Consistência endurecida Ao ser curetada sai em lascas Matriz orgânica intacta Passível de remineralização INFECTADA: Consistência amolecida Coloração amarelada Aspecto umedecido Alta concentração de bactérias Degradação das fibras colágenas Não é passível de remineralização Fácil remoção com colher de dentina REMOÇÃO DE CÁRIE/ PROTOCOLO Remoção total da dentina infectada: Utilização de instrumento manual e se necessário uso de rotatório para acesso a lesão. Remoção total da dentina afetada nas paredes circundantes: Uso de instrumento manual e ou rotatório se necessário. NÃO SE REMOVE DENTINA AFETADA NA PAREDE DE FUNDO!!! Materiais restauradores utilizados na MI: Resina composta Ionômero de vidro convencional Ionômero de vidro híbrido ISOLAMENTO ABSOLUTO VANTAGENS: Ajuda no controle da criança Controle de saliva: exclusão de umidade Proporciona proteção dos tecidos moles Visão ampla de trabalho Conservação do meio asséptico: envolvimento pulpar Evita deglutição de material e instrumental PROTEÇÃO PULPAR PARA RESTAURAÇÀO EM RESINA COMPOSTA Cavidade rasa: Sistema adesivo + Resina foto Cavidade média: Sistema adesivo + Resina foto Cavidade profunda : Hidróxido de cálcio foto + sistema adesivo + resina Hidróxido de cálcio foto + ionômero de vidro + sistema adesivo + resina (restauração sanduiche) Hidróxido de cálcio não deve ser usado como único agente forrador em dente que recebe grande impacto mastigatório DENTINA INFECTADA – remove Só com colher de dentina É raro utilizar broca MATRIZES E PORTA MATRIZES Porta matriz Matriz soldada Matriz em T Unimatrix (foto) DENTINA AFETADA – não remove Só remove nas paredes CIRCUNDANTES E tem que remover tudo! PROTOCOLO PROTEÇÃO PULPAR TIPO SANDUICHE 1. Aplicação do cimento de Hidróxido de cálcio fotopolimerizável, nas paredes pulpar e axial 2. Aplica-se ácido poliacrilico a 10% na cavidade durante 15 segundos 3. Lavagem da cavidade e secagem sem desidratar 4. Manipulação (proporção pó/líquido) e aplicação do ionômero com seringa centrix quando o mesmo estiver com o aspecto brilhante. 5. Proteção imediata com uso de vaselina e ajuste oclusal. 6. Aguardar a presa total do ionômero durante 24 horas. 7. Na próxima sessão rebaixar o ionômero para receber o material restaurador que pode ser Resina foto ou amalgama. LITERATURA -REID et al, 1994 A técnica SANDUÍCHE ABERTO com margem cavitária em esmalte, parece ser a mais adequada para uso em molares decíduos: esta apresentou um número menor de microinfiltações Não precisa remover o ionômero da margem, na vista proximal pode ficar: dente → ionômero → resina TÉCNICA RESTAURADORA 1. Profilaxia:escova de Robsom e pedra pomes ou a própria escova de dentes do paciente 2. Anestésico tópico; 3. Anestesiar o dente (infiltrativa ou regional); 4. Preparo cavitário limitado a lesão de cárie; 5. Isolamento absoluto; 6. Profilaxia com escova de Robsom e pedra pomes para remoção de qualquer oleosidade durante o preparo 7. Lavagem e secagem da cavidade 8. PROTEÇÃO PULPAR: conforme profundidade da cavidade 9. Condicionamento ácido total (esmalte 30 seg e dentina 15 seg) 10. Lavagem abundante 30 seg. 11. Secagem (bolinha de algodão para evitar a desidratação de dentina) 12. Aplicação do sistema adesivo conforme as recomendações do fabricante (03 passos - Ácido/Primer/ Bond) 13. Fotopolimerização por 20 seg. 14. Inserção da resina composta de forma incremental 15. Polimerização durante 40 seg. a cada incremento 16. Remoção do isolamento 17. Verificar a oclusão com auxilio de papel articular 18. Acabamento→ remoção dos excessos de material → pontas diamantadas douradas ou brocas multilaminadas para resina composta 19. Polimento com pontas de borrachas abrasivas , pontas de silicone tipo Enhance e disco soft- lex. Pasta de Al2O2 e discos de feltro 20. ATENÇÃO: RESTAURAÇÃO DA FACE PROXIMAL: 21. Seleção e adaptação da matriz: matriz metálica podendo utilizar porta matriz, matriz soldada, matriz em T e matriz seccionada 22. Adaptação da cunha 23. Inserção do material: COMO A POLPA DO DENTE DECIDUO É MAIS VOLUMOSA DEVEMOS TOMAR CUIDADO NO PREPARO PROXIMAL Cimento De Ionômero De Vidro CONVENCIONAL: Ketac molar Restauração de molares decíduos cavidade classe I pequena, sem esforços mastigatórios; classe III e V onde não compromete a estética RESTAURAÇÃO COM IONÔMERODE VIDRO CONVENCIONAL NOME COMERCIAL: Ketac molar 1. Remoção do tecido cariado 2. Aplicação do ácido poliacrilico 3. Lavagem e secagem da cavidade sem desidratar 4. Aplicação do ionômero (proporção pó/líquido) 5. Compressão com uso de vaselina 6. Ajuste oclusal. Cimento De Ionômero De Vidro modificado por resina (HÍBRIDOS): Nome comercial: vitremer Superfícies oclusais pequenas (dentes decíduos e permanentes) Superfícies proximais pequenas (dentes decíduos) Vantagens: Pode ser acomodado nas cavidades em uma única etapa Possui liberação de flúor e dispensa condicionamento ácido TÉCNICA DE RESTAURAÇÃO COM VITREMER 1. Profilaxia do preparo com mistura de pedra pomes e água 2. Isolamento do campo operatório (absoluto ou relativo ) 3. Secagem da superfície 4. Aplicação do PRIMER (30seg) 5. Polimerização (20seg) 6. Inserção do material (após mistura do pó e líquido) 7. Polimerização (40 seg) 8. Aplicação do gloss 9. Polimerização (20 seg) 10. Inspeção final (teste de oclusão) Não usar CONVENCIONAL na proximal Se a cavidade for pequena pode usar o HIBRIDO Adequação de Comportamento em Odontopediatria OBJETIVO Orientar os profissionais de odontopediatria quanto ao uso de técnicas não farmacológicas, com a finalidade de adaptação do comportamento da criança. Estabelecer comunicação, aliviar o medo e a ansiedade, atendimento odontológico de qualidade, construir um relacionamento de confiança e promover uma atitude positiva. FATORES QUE INFLUENCIAM NO COMPORTAMENTO DA CRIANÇA Medo: Objeto definido Pode ser analisado Ansiedade: Não possui objeto Sentimento de ameaça Estado de desamparo Perda de direção com reações inadequadas sem intenção Tríade: Criança - Equipe odontológica - Pais e responsáveis Criança: Maturidade; Experiência; Personalidade; Idade. 3 anos negativismo 4 anos imaginação Nível cognitivo Pais: Relacionamento com a criança; Ansiedade e medos; Desajustes familiares; Atitude: preparo inadequadopara o primeiro encontro Equipe odontológica: Conhecimento/experiência Habilidade/personalidade Segurança/empatia Tempo de consulta Paciência/intuição Comunicação eficaz/persuasão Controle/Autoridade COMUNICAÇÃO Nível de desenvolvimento cognitivo Quantidade de informação Ideia se estrutura conceitual Fazer uso de vocabulário apropriado Intercambio da Informação: “Pedidos e promessas” Protelar o Tratamento Pode ser adiado sob determinadas circunstâncias – Considerar a urgência das necessidades para elaborar o plano de tratamento – Doença, traumatismo, dor ou a infecção aguda PRONTO ATENDIMENTO CONSENTIMENTO INFORMADO Todas as decisões a respeito do uso das técnicas de adaptação do comportamento (exceto a abordagem linguística ou comunicativa), devem ser submetidas à compreensão e à aceitação dos pais Formas de comportamento CLASSIFICAÇÃO DE FRANKL: Definitivamente negativo: (--) Rejeição extrema ao tratamento. Negativo: (-) Relutância em aceitar o tratamento, reação negativa, mas não acentuada. Positivo: (+) Oscila entre a aceitação do tratamento e a reserva. Definitivamente positivo: (++) Aprecia o atendimento e mostra interesse nos procedimentos.Técnica de adaptação do comportamento I. Comunicação e Abordagem linguística: Dizer-Mostrar –Fazer (TSD); Uso de modelos; Controle de Voz; Comunicação não Verbal; Reforço Positivo II. Presença/Ausência da Mãe III. Estabilização Protetora - Contenção IV. Mão sobre a boca (HOME – hand over the mouth exercise); V. Técnicas farmacológicas Ansiolíticos, Sedação com Oxido Nitroso/oxigênio, Anestesia Geral I. COMUNICAÇÃO E ABORDAGEM LINGUÍSTICA Dizer – Mostrar – Fazer (TSD) Envolve explicações verbais dos procedimentos em frases apropriadas ao nível de compreensão da criança: DIZER Demonstrações dos aspectos visuais, auditivos, olfativos e táteis do procedimento: MOSTRAR Sem desviar da explicação e demonstração, realiza-se o procedimento: FAZER Objetivos: Ensinar os aspectos importantes da visita odontológica e familiarizar a criança com os elementos do consultório Moldar a resposta do paciente aos procedimentos através da dessensibilização ante expectativas bem definidas Indicações: em todos os pacientes Controle De Voz Alteração controlada do volume, do tom ou do ritmo da voz para influenciar e dirigir o comportamento da criança; Deve ser explicada aos pais antes de seu uso a fim de impedir desconforto ou mal-entendido. Objetivos: Ganhar a atenção e a cooperação da criança; Prevenir o comportamento negativo ou a recusa do paciente; Estabelecer papeis apropriados na relação “adulto-criança” Indicações: todos os pacientes Comunicação Não Verbal Se estabelece através da postura, expressão facial e linguagem corporal do profissional; Reforço para obtenção de um comportamento apropriado da criança. Objetivos: Aumentar a eficácia de outras técnicas de abordagem comunicativa; Ganhar ou manter a atenção e cooperação da criança. Indicações: em todos os pacientes Reforço Positivo É uma técnica eficaz em recompensar comportamentos desejados e, assim, fortalecer o retorno dos mesmos; • Sociais: modulação positiva da voz, expressão facial, o elogio verbal e demonstrações físicas apropriadas de afeto • Não sociais: lembrancinhas Objetivo: Reforçar o comportamento desejado Indicações: em todos os pacientes II. PRESENÇA MATERNA Divergência de Opinião; Crianças mal orientadas no estabelecimento de limites pelos pais; Necessidade de autodisciplina; Expectativas dos pais quanto ao comportamento da criança são fora da realidade; Expectativas quanto ao CD como guia são grandes Objetivos: Ganhar a atenção da criança e melhorar a colaboração; Evitar o comportamento negativo ou a recusa; Estabelecer papeis apropriados na relação CD-criança; Realçar uma comunicação eficaz entre CD, criança e os pais Minimizar a ansiedade e conseguir uma experiência odontológica positiva Contra -Indicações: Pais que não têm desejo ou capacidade de dar apoio afetivo III. ESTABILIZAÇÃO PROTETORA Contenção: Limitação da liberdade de movimentos da criança, com ou sem permissão da criança precisa da permissão dos pais ou responsáveis, afim de diminuir o risco de ferimento ao permitir a conclusão segura do tratamento Pode envolver: outra pessoa, um dispositivo de imobilização ou a combinação dos dois. IV. MÃO SOBRE A BOCA - Não faz mais, só quando a criança grita Não deve ser usado como rotina Crianças de 3 a 6 anos com capacidade de comunicação. Inaceitável em crianças muito novas, imaturas e com incapacidade física, mental ou emocional. V. TÉCNICAS FARMACOLÓGICAS Objetivo Promover bem-estar, evitando traumatismos físicos e emocionais, melhorando o tratamento e diminuindo o tempo de exposição da criança ao procedimento Indicações Urgências em pacientes agitados e não cooperativos; Paciente cronicamente agitados e com exacerbação dos sintomas durante o tratamento; Pacientes com retardo mental ou distúrbio psiquiátrico sem condições de cooperação; Pacientes de pouca idade. Sedação Consciente Ansiolíticos: Benzodiazepínicos (diazepan e midazolan) + hidrato de cloral Neozine Óxido nitroso + oxigênio Hipnose ANESTESIOLOGIA EM ODONTOPEDIATRIA Substancias com capacidade de bloqueio temporário da condução de impulsos nervosos aferentes com consequente perda de sensibilidade local, sem deprimir o nível de consciência. Classificação: Ésteres (cocaína): procaína, cloroprocaína, tetracaína e benzocaína(pomadas ou gel) Amidas (lidocaína): prilocaina, mepivacínae bupivacaína. Sempre usa anestésico tópico ANESTESIA LOCAL: Primeiro eleito no controle da dor: Permite que o paciente permaneça desperto e cooperando Interfere muito pouco com a fisiologia normal Baixa incidência de morbidade Técnicas fáceis de serem utilizadas Percentagem de insucesso é pequena Pode alimentar-se normalmente antes da intervenção Baixo custo Requisitos para ação terapêutica satisfatória: Especificidade de ação(área especifica) Reversibilidade Solubilidade em água e lípides Potência e baixa toxidade Rápido efeito e suficiente duração Não produzir reações alérgicas e idiossincrásicas Estabilidade Estéril DOSE: Fórmula de Clark D C= peso da criança(Kg) x dose do adulto 70 * Considera- se a dose máxima do adulto de 5 a 8 tubetes Ordem de escolha: Lidocaína 2% Mepivacaína 2%: em contra-indicação de vasoconstritor a 3% s/v Prilocaína 3%: evitar em caso de anemia: metaemoglobinemia. Pode ser uma opção em caso de restrição ao vasoconstritor (não é amina simpaticomimética). Considerações: Indicações Preparação psicológica da criança Aspectos anatomo-fisiológicos: Porosidade do osso Menor volume corporal e sanguíneo Altura do forame pterigo-mandibular TÉCNICAS Cuidados: Anestesia tópica Conhecimento da solução anestésica Uso de vasoconstritor Evitar injeção intramuscular e aplicar lentamente Menor volume e concentração Reduzir a dose para 1/3 se sedada ou debilitada Altura do forame pterigo mandibular QUANDO MAIS JOVEM A CRIANÇA MAIS POSTERIOR E INFERIOR O FORAME MANDIBULAR ESTA Utiliza uma Angulação mais obtuso, um pouco maior Quanto menor a criança mais posterior e mais inferior o forame está. Técnica Técnica Infiltrativa/Supraperiostal ou Nervo alveolar superior medio e anterior Estirar o lábio pressionar levemente Agulha próxima ao ápice, bisel voltado para o osso, não atingir periósteo Tracionar o lábio sobre o bisel A injeção do anestésico deve preceder a introdução lenta da agulha Dificultar a visualização da seringa Bloqueio de nervo superior posterior e inferior anterior OBs: Iniciar os procedimentos pela região superior posterior sempre que possível e pode ser indicada para dentes posteriores inferiores Anestesia Interseptal ou interpapilar Complementar da infiltrativa; Procedimentos que envolvam apenas o tecido gengival. Ex: exodontia de resto radicular,colocação de grampo para isolamento absoluto ou matriz de aço. Bloqueio de campo nervo alveolar inferior *Bloqueio do nervo alveolar inferior *Relações anatômicas *Métodos direto e indireto (?) Anestesia Regional Pterigo-mandibular Adaptações em crianças devido às seguintes variações anatômicas: Ramo ascendente é mais curto em relação ao ramo horizontal; O diâmetro antero-posterior é menor; Quanto mais jovem mais aberto é o ângulo goníaco; A linha oblíqua interna raramente está presente; A espinha de Spix ou língula na criança bem jovem pode estar situada inferiormente ao plano oclusal dos molares. Com o aumento da idade ela recua e sobe. ACIDENTES E COMPLICAÇÕES LOCAIS: Reações Tóxicas Úlcera Traumática Injeção intravascular Trismo Reações alérgicas Estimulação/ Depressão SNC Hematoma Paralisia temporária Fratura de agulha Antígeno/AnticorpoANESTESIA GERAL Indicada em casos extremos nos quais os outros métodos não tiveram sucesso. Justificada pela segurança do profissional e paciente e pela necessidade do tratamento. Necessita autorização por escrito dos pais. Pode ser realizada a nível ambulatorial ou hospitalar. FILME PERIAPICAL Perapical PADRÃO: 3,1 X 4,0 cm Periapical INFANTIL: 2,2 X 3,4 cm Dentes INFERIORES - Molares: 0º e - 5º - Pré-molares/ molares decíduos: - 5o a - 10º - Caninos: - 15º - Incisivos: - 15º e - 20º RADIOLOGIA EM ODONTOPEDIATRIA Um exame radiográfico é fundamental para um diagnóstico preciso e um correto plano de tratamento em odontopediatria. Radiografia x Odontopediatria: ABORDAGEM PSICOLÓGICA: Familiarização aos procedimentos através de linguagem adequada com sua idade; Posicionamento da cadeira; Posicionamento aparelho de RX; Colocação do filme; Realização das primeiras tomadas nas regiões mais acessíveis. PROTEÇÃO CONTRA RADIAÇÕES Proteção ao paciente: - Usar filmes ultra-rápidos (na era analógica). - Realizar tomadas radiográficas com boas técnicas; - Efetuar apenas as radiografias necessárias; - Utilizar avental de chumbo e protetor tireóide; - Trabalhar com aparelhos que possuam diafragma de chumbo e filtro alumínio. Proteção à equipe odontológica: - Usar avental de chumbo ou barreiras de proteção; - O operador deverá se posicionar a 1,80 m de distância do aparelho de RX; - Nunca ficar atrás da ampola; - Utilizar aparelhos que possuam retardador; - Nunca ficar na direção do feixe primário; - Não segurar o filme radiográfico em posição (nem sempre possível em odontopediatria). TÉCNICAS RADIOGRÁFICAS: I. TÉCNICA PERIAPICAL Relações anatômicas entre a dentadura decídua e permanente; Cronologia de erupção; Seqüência de erupção; Alterações coronárias, pulpares e periapicais; Anomalias dentárias. Número de tomadas radiográficas Boca total: 10 filmes → 6 anteriores 4 posteriores Angulação vertical: Dentes SUPERIORES - Molares: + 20º e + 30º - Pré-molares/molares decíduos: + 30º e + 40º - Caninos: + 40º e + 50º - Incisivos: + 45º e + 50º Periapical na região de MOLARES DECÍDUOS (adapatada) Método da Bissetriz: - Filme periapical dobrado - Apreensão do filme pela oclusão - Rolete de algodão junto à oclusal (ISSAO e GUEDES-PINTO) Superiores: filme deitado e coloca algodão na ponta ativa anterior inferior Inferiores: filme em pé, dobra o filme e a criança morde o algodão Método do Paralelismo: - Pouco usado apesar da melhor qualidade de imagem gerada II. TÉCNICA INTERPROXIMAL OU BITE-WING adapatada SEM posicionador: Indicações Pesquisa de lesões de cárie na superfície interproximal Relação da lesão coronária /polpa Avaliação de contorno de restaurações nas proximais Estudo de crista óssea alveolar Técnica Interproximal ou Bite-wing Confecciona-se uma asa de mordida com fita adesiva e/ou cartolina no filme; Adapta-se no arco inferior e traciona-se a asa; Pede-se à criança para ocluir; Posicionamento: Linha trágus-comissura labial paralela ao plano horizontal; Angulação vertical: + 8 º e + 10 º Erros de angulação horizontal sobreposição de imagens Interproximal (adapatada para crianças menores ) Dobra-se o filme periapical ao meio; Confecciona-se uma asa de mordida para cada lado; (no total duas asas – direita e esqueda) Faz-se a tomada radiográfica do lado direito e posteriormente do lado esquerdo mantendo o filme em posição através da oclusão; Obtêm-se na mesma película a imagem radiográfica dos dois lados da boca. III. TÉCNICA OCLUSAL adpatada Posicionamento e manutenção do filme; - Apreensão do filme através da oclusão; Incidência de quase 90º do feixe no filme Maxila: linha trágus - asa do nariz (LINHA DE CAMPER) Mandíbula: linha trágus - comissura labial. Oclusal na região ANTERIOR de maxila e mandíbula Utilizamos filme oclusal dobrado ao meio ou dois filmes periapicais. A apreensão do filme é feito pela oclusão. IV. TÉCNICA DE CLARCK: Indicação: Localização de dentes extranumerários e corpos estranhos no sentido vestíbulo palatino na maxila 2 filmes adulto, com marcação idêntica nos dois da linha mediana, faz ortorradial em um filme e depois coloca o outro filme na mesma posição e faz uma mesio ou disto INTERPRETAÇÃO RADIOGRÁFICA: Meios auxiliares para a visualização de radiografias: negatoscópios, lupas TERAPIA PULPAR EM DENTES DECÍDUOS Devido à cárie ou traumatismo dentário MANUTENÇÃO DA POLPA ÍNTEGRA CAPEAMENTO DIRETO CAPEAMENTO INDIRETO – não faz mais na pediatria (é feita ODONTOLOGIA DE MÍNIMA INTERVENÇÃO) MANUTENÇÃO DA POLPA RADICULAR PULPOTOMIA MANUTENÇÃO DO DENTE: tratamento endodôntico BIOPULPECTOMIA – polpa viva, porém inflamada NECROPULPECTOMIA – polpa necrosada DENTES DECÍDUOS – Características anatômicas Quantidade de esmalte e dentina é 1/3 menor que o permanente (então a progressão da cárie e o envolvimento pulpar talvez sejam mais rápidos) Presença do germe do sucessor permanente Cornos pulpares mais amplos e próximos a superfície externa Canais interradiculares no soalho da câmara pulpar Reabsorção interradicular e apical Túbulos dentinarios irregulares CICLO VITAL DOS DENTES DECÍDUOS Lâmina dentária Crescimento: Iniciação – Proliferação – Histo e morfodiferenciação – Aposição – Mineralização ERUPÇÃO RIZÓLISE - atividade metabólica aumentada, mas para desorganização = NÃO POSSO FAZER CAPEAMENTO ESFOLIAÇÃO Início: por volta da 6a. semana vida Intra Uterina Início calcificação dos dentes decíduos: por volta do 40 mês – vida Intra Uterina 60 mês – vida Intra Uterina aproximadamente todos os dentes decíduos iniciaram calcificação 12 meses de idade – finalização da calcificação Tempo de vida da polpa: 8,3 a 9,6 anos Crescimento do órgão pulpar Maturação Pulpar Regressão Pulpar RIZOGÊNESE Rica em elementos celulares Rica em estruturas vasculares Atividade metabólica aumentada PROCESSO DE ORGANIZAÇÃO DA RAIZ DENTES ANTERIORES Infecção prolongada no ápice do dente decíduo pode causar alterações no permanente (ex.: hipoplasia de Turner) – Manifestação patológica se dá no ápice DENTES POSTERIORES Infecção se instala entre as raízes e não no ápice (porque o assoalho da câmara pulpar do dente decíduo é poroso e permeável) – Manifestação patológica se instala entre as raízes REABSORÇÃO ANTERIOR: Reabsorção mais por palatina POSTERIOR: Reabsorção entre as raízes RIZÓLISE Diminuição do nº de células Degeneração dos filetes nervosos Diminuição do nº de estruturas vasculares Atividade metabólica aumentada PROCESSO DE ORGANIZAÇÃO DA RAIZ Histológico? História da dor GRAU DE COMPROMETIMENTO DO PERMANENTE Depende da duração da infecção (tempo) e do grau de odontogênese do sucessor permanente DENTE DECÍDUO INFECTADO Parada de desenvolvimento do germe do permanente sucessor Alterações da odontogênese Formação de cisto dentígero Exceção: processo crônico a longo prazo pode ocasionar erupção precoce do permanente (pode vir sem raiz) DENTE DECÍDUO: Apresenta muitos canais acessórios e colaterais Um dente decíduo muito contaminado, necrosado, necessita de substancia química auxiliar A rizólise é irregular Pode ser oblíqua Quando há necrose, introduzo a lima e há dor e sangramento abundante: desconfio de reabsorção irregular SANGRAMENTO EM DENTE MAIS VELHO: polpa inflamada – não fazer l controlado – posso fazer (?) POLPA INFLAMADA = REMOVE!!! Remover polpa coronária e mantém a radicular se estiver sadia (pulpotomia) Se a radicular estiver inflamada, NÃO FAZ (nãomantém a polpa) Para saber se está inflamada: BOLINHA DE ALGODÃO EMBEBIDA NO SORO FISIOLÓGICO (solução neutra) na entrada dos canais por 5 minutos Se o sangramento para = Polpa radicular sadia Se o sangramento não para = Polpa radicular inflamada REAÇÃO PULPAR Saúde e idade da polpa Polpas jovens, principalmente de dentes decíduos, têm um alto potencial de reparo. “O potencial reparador da polpa do dente decíduo, parece diminuir à medida que progride o processo de rizólise, devido a alterações histológicas próprias do envelhecimento pulpar.” Anamnese DOR PROVOCADA: passível de capeamento direto e Mínima Intervenção DOR ESPONTÂNEA: endo, biopulpectomia ou extração se não tiver raiz Exame clínico EXTRA ORAL E INTRA ORAL (tecido mole, dente e polpa) Abscesso, presença de fístula, mobilidade, cor (alteração de cor, fazer rx), consistência da dentina, polpa (idade, estado – saudável, inflamada, contaminada –, coloração e persistência do sangramento) Dentina infectada Compreende as zonas necróticas, de desmineralização avançada e de invasão bacteriana; Aspecto úmido e amolecido Dentina afetada Compreende as zonas de desmineralização inicial, de esclerose dentinária e a dentina reacional Aspecto seco, de lascas Mobilidade Depende da faixa etária da criança, porque pode ser esfoliação Exame radiográfico Periapical (tamanho do dente, lesao, grau de rizólise, posição do germe sucessor permanente, reabsorção) Oclusal modificada (filme periapical colocado no sentido horizontal e vejo mais dentes) Testes de vitalidade NÃO faz na dentição decícua, nem teste elétrico, nem térmico (por causa do comportamento da criança e interpretação duvidosa) Condição física do paciente CAPEAMENTO PULPAR INDIRETO Técnica em que toda dentina cariada, exceto aquela que poderia expor a polpa, é removida, e um medicamento é colocado sobre a dentina cariada remanescente - Não faz na odontopediatria, agora faz MI MÍNIMA INTERVENÇÃO Paralisar a doença controle dos fatores etiológicos - A dentina infectada deve ser removida, porque não é passível de remineralização INDICAÇÃO: Lesões cariosas profundas próximas à polpa Dor provocada por estímulo externo Considerar IDADE E ESTADO DA POLPA AUSÊNCIA DE MOBILIDADE ANORMAL AUSÊNCIA DE ALTERAÇÃO RADIOGRÁFICA PATOLÓGICA CONTRAINDICAÇÃO: Dor espontânea Evidências clínicas ou radiográficas de alterações patológicas no periodonto CAPEAMENTO PULPAR DIRETO Técnica que consiste no tratamento adequado da polpa exposta mediante um correto diagnóstico - Não faz em dor espontânea INDICAÇÃO Pequenas exposições mecânicas ou traumáticas quando as condições são adequadas para proporcionar resposta pulpar favorável Considerar IDADE DA POLPA Tecido pulpar jovem é capaz de se reparar após agressão ou irritação Polpas mais velhas tornam-se fibrosadas e com volume reduzido, além de apresentarem calcificação aumentada ESTADO DA POLPA Polpas inflamadas exibem alterações patológicas mais intensas e mais frequentes CONTAMINAÇÃO O prognóstico é muito menos favorável se o dente apresenta inflamação e\ou infecção por cárie ou trauma TAMANHO DA EXPOSIÇÃO PULPAR Pequenas exposições com um bom suprimento sangüíneo, exibem melhor potencial de reparação DOR Dor espontânea freqüentemente significa degeneração extensa da polpa FATORES SISTEMICOS TÉCNICA OPERATÓRIA 1. Radiografia periapical 2. Anestesia 3. Isolamento absoluto 4. Irrigação – SORO FISIOLÓGICO 5. Uso do material capeador Hidróxido de cálcio P.A. + Soro fisiológico = mistura e forma uma PASTA, coloca sobre a exposição pulpar Hidróxido de cálcio = cimento – Coloca sobre a pasta 6. Restauração 7. Proservação Não usa água dycal em dente decíduo e sim SORO FISIOLÓGICO – solução neutra - (porque o hidróxido de cálcio dentro da polpa quando na irrigação, vai acelerar o processo de rizolíse) PULPOTOMIA Procedimento que removo toda a porção coronária da polpa e deixo a polpa radicular, mas essa tem que estar sadia COMO SABER SE A POLPA RADICULAR ESTÁ SADIA Quando removo a polpa coronária, começa a sangrar, então faço hemostasia natural Bolinha de algodão embebida no soro fisiológico e coloca na câmara coronária, em contato com a polpa radicular por 5 minutos Se remover e o sangramento parar, está sadia. INDICAÇÕES: Dentes com envolvimento pulpar apresentando: Inflamação envolve apenas polpa coronária Hemorragia da amputação é fácil de controlar (forma natural – sem uso de medicamentos) Dor provocada associada à um estímulo Dente com no mínimo 2\3 do comprimento radicular Ausência de evidência clínica ou radiográfica de alterações patológicas no periodonto O QUE CONTRA INDICA: Dor espontânea – não faz pulpotomia Persistência do sangramento com hemostasia natural – não faz pulpotomia Sangramento mais arroxeado, mais coagulado – mostra comprometimento da polpa coronária MATERIAL UTILIZADO: Formocresol diluído 39% Antigamente: 1 porçao de formocresol diluída em 4 partes de glicerina e agua TÉCNICA 1. Radiografia 2. Anestesia 3. Isolamento absoluto 4. Remoção de tecido cariado (broca tronco crônica 701 e esférica baixa rotação) Remoção do teto da câmara – 701 (se sangrar, corta a polpa coronária com colher de dentina) Remoção da polpa coronária – colher de dentina 5. Irrigação com SORO FISIOLÓGICO 6. Aspiração 7. Hemostasia Bolinha de algodão embebido em soro fisiológico 5 min, remove e vê se o sangramento controlou 8. Uso de FORMOCRESOL DILUÍDO – FIXAÇÃO PULPAR Bolinha de algodão embebida no formocresol diluído sem excesso (removo excesso com gaze ou rolinho de algodao) e coloco em contato com a polpa radicular sadia por 5 min (FIXAÇÃO PULPAR) 9. Oxido de zinco e eugenol - PASTA Coloca sobre a polpa fixada (que sofreu processo superficial de necrose – só superficial) 10. Colocação do IRM ou IONÔMERO DE VIDRO sobre a pasta 11. Radiografia 12. Restauração 13. Proservação (na clínica coloca oxido de zinco e eugenol, depois ionômero, e na próxima sessão rebaixa o ionômero e restaura) Insucesso: polpa coronária restante, técnica errada, pode causar reabsorção interna ┌ Até onde vou limar PULPECTOMIA Procedimento que envolve a remoção da polpa, para obter acesso aos canais radiculares para que sejam limpos, alargados e desinfectados e posteriormente preenchidos com material reabsorvível. BIOPULPECTOMIA – polpa viva inflamada (dor espontânea) Devo preencher o canal com material reabsorvível, concomitante com a reabsorção da raiz NECROPULPECTOMIA – necrose, resto de polpa, produto de degradação, bactéria, secreção purulenta Limpo, amplio e obturo com material (uma pasta) que seja reabsorvível Dor espontânea = Biopulpectomia (ver se tem 2/3 de raiz) Necrose, fistula = Necropulpectomia (ver se tem 2/3 de raiz) 1/3 de raiz = Extração e avaliação ortodôntica DENTES EXTENSAMENTE DESTRUÍDOS Região ANTERIOR (inferior ou superior) → 3 opções tratamento endodôntico, pino intracanal e restauração tratamento endodôntico e sepultamento de raiz tratamento endodôntico e depois instalação de um aparelho com dentes anteriores Objetivo: o Dente permanecer na arcada mantendo sua função, sem dor ou infecção, até que o sucessor permanente esteja em condições de irromper. INDICAÇÕES: Dente com cárie e envolvimento pulpar, apresentando: Dentes apresentando 2/3 de raiz Inflamação na polpa radicular Dentes com abscesso ou fístula Polpa necrosada Presença de dor espontânea Dentes com necessidade de pinos para retenção intra-canal Traumatismo dentario com envolvimento pulpar (se procurou até 30 min = pulpotomia e restauração l se for após 30 min = tto endodôntico – biopulpectomia) Polpa inflamada Dificuldades: Anatomia interna Reabsorção radicular Limite apical de instrumentação – Não utiliza cone de guta percha somente uma pasta Abertura de boca Isolamento absoluto – Coloca fio dental na lima e abraça no punho, evita aspiração e deglutição LIMITE APICAL DE INSTRUMENTAÇÃO ATÉ O INICIO DA REABSORÇÃO Biopulpectomia Comprimento de trabalho = 1 a 2mm do ápice ou 1 a 2mm antes da reabsorção Necropulpectomia Comprimento de trabalho = Não tem mm a ser respeitado Será até o ápice ou até a reabsorção, pq nessa tem mais contaminação Técnica BIOPUPECTOMIA Em condições normais, não precisa de radiografia de Odontometria (CPC), apenas rx inicial ANTERIOR – diâmetro maior POSTERIOR – diâmetro menor 1. Radiografia periapical 2. Odontometria Comprimento de trabalho para a lima = -1mm ou -2mm 3. Anestesia 4. Isolamento absoluto 5. Remoção de carie 6. Abertura endodôntica - broca 701 tronco cônica 7. Remoção da polpa Removo a polpa radicular com Lima Hedstroen Lima que ficar mais justa no canal 8. Irrigação inicial/aspiração- SORO FISIOLOGICO – porque não tem muita contaminação 9. Biomecanica Alargamento do canal = Limas Kerr – 3 limas Kerr consecutivas na mesma medida Usa a Hedstroem primeiro e depois a de mesmo diâmetro Kerr, usando mais duas limas (se usei H 15, tenho que usar K 15 também, depois K 20 e 25 no mesmo comprimento) = 3 limas K 10. Irrigação final/aspiração SORO FISIOLOGICO 11. Secagem Com cone de papel absorvente 12. Obturação- Utilizar pasta removível Preconizada na Univale – ÓXIDO DE ZINCO E EUGENOL (OZE) - 23% - pasta é reabsorvível Introduz no canal com a mesma lima da biomecânica e comprime com bolinha de algodão para fluir no interior do canal Também posso introduzir a pasta com broca Lentulo no sentido anti-horário manualmente ou seringa de inserção própria Se extravasar não tem problema, porque é reabsorvível 13. Radiografia O grampo vai atrapalhar a ver a obturação, então deve aquecer o bastão de guta-percha na lamparina e fechar a câmara coronária com essa guta percha aquecida, aí tira o isolamento absoluto e faz radiografia periapical. 14. Restauração 15. Proservação Técnica NECROPULPECTOMIA 1) Radiografia 2) Odontometria 3) Anestesia Quando há necrose parcial ou anestesia por causa do isolamento absoluto 4) Isolamento absoluto 5) Remoção da cárie 6) Abertura endodôntica 7) Irrigação inicial/aspiração- TERGENOL FURACIN (detergente) - seringa hipodérmica 8) Biomecanica Não precisa de lima H pq não tem polpa radicular mais, apenas restos necróticos e produtos de degradação Lima Kerr – 3 limas consecutivas + 2 substancias quimcias auxiliares Usada com pasta ENDO PTC (detergente e antisséptico) + LIQUIDO DE DAKIN (hipoclorito de sódio a 0,5%) 9) Irrigação final/aspiração TERGENTOL/FURACIN 10) Secagem 11) Obturação Pasta obturadora: Óxido de Zinco e eugenol + Iodofórmio – Leva com a lima 12) Radiografia 13) Restauração 14) Proservação Libera oxigênio e cloro = bactericida Saponifica gorduras Facilita remoção de substancias solidas e semi-solidas do canal DIFERENÇAS ENTRE UM E OUTRO: Comprimento de trabalho B = 1 a 2mm do ápice ou da reabsorção N = Até o ápice ou até a reabsorção Irrigação B = Soro fisiológico N = Tergentol/furacin Biomecânica B = Lima Hedstroen e Kerr N = Lima Kerr e substancia química auxiliar Pasta obturadora B = Óxido de Zinco e Eugenol N = Óxido de Zinco e Eugenol + iodofórmio Se tiver secreção = NÃO OBTURAR CURATIVO DE DEMORA – DE UMA SESSÃO PARA OUTRA Biopulpectomia – Formocresol diluído Necropulpectomia – Paramonoclorofenol canforado (PMCC) ABSCESSO DENTO ALVEOLAR Drenagem Medicação, caso seja necessário Tratamento endodôntico Restauração Proservação