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Testes coluna vertebral Inspeção visual / palpação (pregas cutâneas) Inclinação coluna cervical / todo o complexo Flexão coluna cervical, lombar, toda a coluna (distância dedos-chão) Rotação coluna Extensão coluna Dores com flexão geralmente estão associadas a anomalias discais e dores associadas à extensão estão associadas a alterações degenerativas nos elementos posteriores da coluna, ou estenose Verificar anteversão / retroversão cifose / retificação torácica Verificar posição de retração ou protração de ombros (cintura escapular) Sinal de Ott: (determinação da flexibilidade das vértebras torácicas) A partir de C7 medir 30 cm caudais e com a inclinação anterior esta distância deverá aumentar de 2 – 4 cm Teste de Schober (mobilidade coluna lombar) A partir de S1 medir 10 cm craniais e a inclinação dever ir até 15 cm Teste de O Donoghues Diferenciação – dores cervicais musculares / ligamentares Inclinar passivamente a cabeça a cabeça para os lados – dor contra resistência- dor muscular e dor com inclinação passiva - distúrbios ligamentosos ou articulares Teste de Valsalva (verifica através do aumento da pressão intraespinhal problemas como prolapso de discos intervertebrais, estenose osteofitária e edemas viscerais) Teste de compressão (avaliar a integridade dos discos intervertebrais - compressão do forame intervertebral) Teste de distração das vértebras cervicais (diferenciação de dores radiculares e musculares, ligamentares nos braços e cervical) se houver diminuição da dor – problemas relacionados à compressão nervosa, se houver aumento de dor- problemas musculares, ligamentares, articulares Sinal de Adam – avalia a escoliose funcional ou estrutural Sinal de Psoas (esclarecimento de dores lombares) (dores no caso de espondiloartrose, espondilite, hérnia discal, alterações na articulação sacroilíaca) Teste de Hoover- dor lombar - ciatalgia Hoover: O teste auxilia a determinar se o paciente está simulando ao afirmar que não pode elevar a perna. Paciente em decúbito dorsal, terapeuta apoia sua mão na região posterior do calcâneo do membro inferior contralateral ao da queixa e solicita para o paciente elevar estendida a perna a qual refere dor. Quando o paciente está tentando realmente elevar a perna, exercerá uma pressão no calcanhar da perna oposta, utilizando-o como alavanca. Quando isto acontecer, o teste é positivo. Sinal de Lasegue – irritação da raiz nervosa. O paciente em posição de decúbito dorsal realiza flexão do quadril com o joelho fletido. Se o paciente relatar alívio da dor o teste é positivo; e ao realizar a extensão do joelho ele relatar dor em queimação é a confirmação do teste. O objetivo é verificar radiculopatia do isquiático ou provável hérnia discal. Teste de caminhada sobre os calcâneos e os dedos dos pés Impossibilidade de caminhar sobre os dedos dos pés: lesão raiz S1 Impossibilidade de colocar-se sobre o calcâneo ou andar sobre os calcâneos – sinal de raízes de L4 e L5 Nas lombalgias Avaliação dos miótomos (grupo de músculos inervados por uma única raiz nervosa) L2 – flexão do quadril L3- Extensão do joelho L4- Dorsiflexão L5- extensor longo do hálux S1- Eversão do tornozelo S2- Flexão do joelho Nas cervicalgias: pode-se testar a flexão (C5, C6) e a extensão (C6, C7, C8) no cotovelo, solicitando ao paciente que empurre e puxe o braço contra sua mão. Para testar a preensão (C7, C8, T1) solicite ao paciente que aperte dois dos seus dedos o mais forte possível. Testar a força muscular Avaliar também os reflexos (estes podem estar normais, aumentados, diminuídos e abolidos) Ex: L2, L3, L4- patelar S1- aquileu Sinal de Mennell (teste para doença sacroilíaca) Compressão do sacro (golpe no sacro) – teste para avaliar dor sacroilíaca Teste de Gaenslen – torção pélvica (Ex: artrose, espondilite) Paciente em supino na borda da maca com o membro inferior pendente e o contralateral fletido próximo ao tórax. Se o paciente relatar dor na região sacroilíaca, o teste é sugestivo de patologias desta articulação.