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ETEC JULIO DE MESQUITA 
 TRABALHO DE EACN 
 (Pesquisa/ Analise de Graficos)
 
NOMES: Adryan Israel da Silva Rego, Ana Kétony Oliveira da Silva, Ashley Marcelle Generoso da Rosa , Beatriz Queiroz Silva, Heloá Xavier de Sousa.
SÉRIE: 1ºD.
MATERIA: Estudos Avançados em Ciências da Natureza e suas Tecnologias.
DATA: 08/04/2022
Ao analisar a tabela podemos perceber que, as pessoas com idades entre 14 a 15 anos foram as que mais responderam o formulário, com 50% das respostas, após ao continuarmos analisando percebemos que entre 16 a 19 anos ao todo participaram com 20 % das repostas e os restante com 38, 42, 45, 54 e 60 anos foram os que menos responderam o formulário, com a media de 2%.
Com isso podemos notar que as pessoas mais jovens responderam o formulário e já que obtemos repostas de pessoas mais jovens, e com isso, da para saber como está a alimentação sustentável nos dias de hoje.
De acordo com o gráfico a maior parte das pessoas (50%), que participaram da pesquisa sabem o que é uma alimentação sustentável, Já 28% dessas pessoas não sabem, e 22% responderam que talvez saibam. 
 
A partir disso podemos concluir que independente que a predominância das pessoas saibam o que é uma alimentação sustentável a maioria não segue... Como podemos ver no gráfico abaixo.
De acordo com o gráfico, 44% das pessoas que participaram dessa pesquisa não tem uma alimentação sustentável, 38% dessas pessoas talvez tenha uma alimentação sustentável e 18% não tem uma alimentação sustentável.
Com isso podemos perceber que nesse gráfico predominou pessoas que não tem uma alimentação sustentável, e a partir disso podemos refletir... Qual é o real problema?, pois no gráfico da pagina acima mostra que a maioria sabe o que é uma alimentação sustentável, já neste a maioria não segue a mesma.
De acordo com o gráfico de setores, podemos notar que as carnes, verduras e legumes predominam na alimentação de 48% das pessoas.
Já as carnes prevalecem na alimentação de 34% das pessoas, enquanto as verduras e legumes correspondem a 8% e 3% de predominância nas refeições das pessoas.
E os 8% restantes votaram que nenhum dos exemplos de alimentos apresentados prevalece em suas refeições.
Ao analisarmos o gráfico acima, podemos ver que 56% dos entrevistados comentaram que nem sempre adotam critérios sustentáveis na escolha de suas compras enquanto 22% dizem que adotam e igualmente 22% dizem que não adotam.
Com isso podemos ver, que a prática de escolhas sustentáveis é pouca e quando acontece não é sempre. É notório que muitas vezes a falta de informações sobre como foi o desenvolvimento daquele produto pode chegar influenciar na compra porém, a informação também pode não impactar a população. Entretanto, ao mostrar-nos o que realmente acontece e suas consequências, cada indivíduo tem a liberdade de seguir os conselhos ou não, até mesmo quando os envolve diretamente. 
 
De acordo com o gráfico, 50% das pessoas que participaram da pesquisa, quando vão ao mercado colocam mais itens no carrinho na área de estabelecimento de hortifrúti, 14% na área dos frios, e 36% na área do açougue.
Com isso, podemos ver que o consumo de hortifrútis e tem maior predominância na vida das pessoas, o que é um bom sinal, pois optar por esses tipos de produto reduz o impacto social, econômico e ambiental por diminuir a distância de transporte e, por consequência, a emissão de poluentes. Ademais, os produtos são mais frescos, visto serem fornecidos diretamente do produtor.
Pesquisa a parte do grupo:
O que é alimentação sustentável? 
Para um alimento ser considerado sustentável, a produção, o plantio, a colheita ou extração, a embalagem e até a distribuição devem procurar diminuir os impactos e os problemas para o meio ambiente, como erosão do solo, contaminação da água, assoreamento de rio, entre outros. Você pode achar que não contribui com os impactos negativos da alimentação no Planeta, simplesmente por não estar envolvido no processo de produção diretamente. No entanto, o consumo de alimentos pouco sustentáveis, assim como a manutenção da demanda deles, é uma forma de fazer isso. Sendo assim, é possível buscar melhores opções e incentivar mudanças na cadeia de produção!
-Qual a relação da alimentação sustentável e a alimentação saudável? 
A alimentação saudável e sustentável deve estar relacionada à produção de alimentos que protejam a biodiversidade e promovam o consumo variado, resgatando alimentos, preparações e hábitos culturais tradicionais. Por exemplo, alimentos saudáveis devem ser relacionados a um sistema alimentar que seja economicamente viável, ambientalmente sustentável e socialmente justo, contemplados por uma alimentação sustentável. O termo dieta ou alimentação sustentável não é recente, entretanto não apresenta uma definição utilizada amplamente.
-Vantagens e desvantagens da alimentação sustentável.
A importância da  alimentação sustentável é promover a saúde, a preocupação ambiental e social. Algumas de suas vantagens são: 
*Aumento da disposição 
*Previne doenças infecciosas 
*Ajuda na disposição 
*Fortalecimento do sistema imunológico 
Não há desvantagens em uma alimentação sustentável, pois se alimentar de forma sustentável e equilibrada é essencial para garantir qualidade de vida. Isso porque, além de fornecer energia e bem-estar geral, através de uma boa alimentação é possível prevenir e combater doenças, manter o peso corporal saudável e ter um bom desenvolvimento físico.
-Meios de intervenção
Exercer pequenas atitudes no cotidiano é crucial para construir uma sociedade mais justa e equilibrada. Escolher alimentos orgânicos e naturais, por exemplo, contribui para a preservação da água, do ar, do solo e, principalmente, da saúde. Afinal, esse tipo de alimentação garante o consumo de produtos livres de aditivos químicos e agrotóxicos, herbicidas, pesticidas e fertilizantes artificiais, que prejudicam a saúde humana e podem degradar o ecossistema. Em suma, ao aliar sustentabilidade e alimentação, nós contribuímos para a conservação do planeta, o que oferece uma melhor qualidade de vida a todos e favorece a conservação dos recursos naturais Segundo a Cartilha da Mesa Brasil Sesc SP sobre Aproveitamento Integral dos Alimentos (AIA), a escolha dos produtos alimentícios deve beneficiar o paladar, a saúde e a natureza, a fim de gerar sustentabilidade. Dessa forma, é preciso considerar a lista dos ingredientes, a receita e o descarte de sobras. Esse tipo de alimentação foca no uso de partes de alimentos que geralmente são desprezados, como bagaços, cascas, folhas, sementes e talos. O hábito do AIA e do não desperdício pode — e deve — ser praticado diariamente por qualquer cidadão, independentemente do seu nível econômico e social.
CAUSAS SOCIAS/ IMPACTOS SOCIAS (EACN)
Esse tipo de alimentação saudável é rico em verduras, fomenta o consumo de produtos locais, gera menos resíduos e limita o consumo de carne e peixe para proteger a biodiversidade.
IMPACTOS DA INDÚSTRIA ALIMENTAR
A Organização das Nações Unidas (ONU) calcula que a indústria alimentícia é responsável por 30% do consumo energético mundial e por 22% dos gases que provocam o aquecimento global. Apenas a pecuária representa 14% dessas emissões à escala planetária, tal como assinalou o Greenpeace em um relatório de 2018 sobre sustentabilidade alimentar. Os cálculos da Food and. Agricultura Organizativo (FAO) assinalam que em 2050 seremos mais de 9.000 milhões de seres humanos no planeta e que vamos necessitar de produzir mais 60% de alimentos.
IMPACTOS DA PESCA EM GRANDE ESCALA
(A pesca em grande escala para satisfazer a procura de peixe provoca a degradação da biodiversidade e dos ecossistemas marinhos. Nesse caso concreto, a FAO adverte que, até 2022, a produção mundial de peixe deverá aumentar 18% para satisfazer as necessidades dos consumidores. No campo, as explorações agrícolas e pecuárias lançam para os leitos produtos químicas quecontaminam os oceanos e contribuem para a deterioração dos rios, dos lagos e das costas.)
IMPACTOS A SAÚDE
(A saúde é a outra grande danificada de nossa dieta. O sistema alimentar em vigor é prejudicial e doenças como a obesidade aparecem vinculadas ao consumo de produtos de origem animal, cereais refinados e açúcar. O Greenpeace afirma em um estudo publicado recentemente que as dietas pobres em verduras, frutas e cereais integrais causam um de cada cinco falecimentos a nível mundial e representam um dos fatores de risco mais habituais no desenvolvimento de doenças e de mortes prematuras.) 
 
 CONCLUSÃO:
Contudo, percebemos que ocorre uma desinformação não muito grande porém ainda sim alarmante referente a alimentação sustentável. As intervenções podem mudar não apenas a alimentação do cidadão mas também o planeta que ela vive, já que esse tipo de refeição não é benéfico apenas a saúde de cada; e que quando entenderem melhor como pequenos atos tem consequências de larga escala, muitos dos problemas que evitamos atualmente seriam reduzidos.
FONTES:
 Scielo: https://www.scielo.br/j/csc/a/z76hs5QXmyTVZDdBDJXHTwz/?lang=pt#:~:text=A%20alimenta%C3%A7%C3%A3o%20saud%C3%A1vel%20e%20sustent%C3%A1vel,prepara%C3%A7%C3%B5es%20e%20h%C3%A1bitos%20culturais%20tradicionais
Iberdrola:
https://www.iberdrola.com/sustentabilidade/sustentabilidade-alimentar
 
Blog. Rancon:
https://blog.racon.com.br/dicas-de-alimentacao-sustentavel-para-ajudar-o-meio-ambiente/

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